Notícias

Blaze Bayley confirma show no EddFest tocando sua fase no Iron Maiden
Notícias
31/03/2026

Blaze Bayley confirma show no EddFest tocando sua fase no Iron Maiden

Blaze Bayley foi confirmado no line-up do EddFest. O festival celebra os 50 anos do Iron Maiden e acontecerá nos dias 10 e 11 de julho, no tradicional Knebworth, na Inglaterra. O ex-vocalista do Iron Maiden será atração principal da sexta-feira, 11, no palco Maidenville, marcando seu retorno ao universo da banda. O cantor comandou a banda britânica entre 1994 e 1999. Durante sua passagem, gravou os álbuns The X Factor e Virtual XI. No festival, ele tocará músicas desse período, revisitando essa fase específica da discografia. Em comunicado nas redes sociais, Bayley destacou a importância do convite: “Estou muito feliz por ter sido convidado para ser a atração principal na sexta-feira à noite no EddFest, celebrando os 50 anos do Iron Maiden. Tenho muito orgulho dos meus dois álbuns com a banda e estou ansioso para tocar algumas das músicas que gravamos juntos. Mal posso esperar para ver todos vocês no sagrado terreno de Knebworth!” Curadoria de Steve Harris O palco Maidenville teve curadoria do baixista e fundador Steve Harris. A proposta é reunir nomes ligados à trajetória da banda. Entre eles está a Gypsy’s Kiss, primeiro grupo do músico antes da criação do Iron Maiden. Em nota, Harris comentou sobre o evento: “Ter a oportunidade de organizar nosso próprio festival em Knebworth e celebrar os 50 anos me deu a chance de reunir amigos do passado e do presente e criar um fim de semana realmente especial para os fãs”. “Estou muito feliz que o Blaze poderá se juntar a nós e apresentar algumas das músicas que escrevemos e gravamos nos anos 90. Ele tem sido uma parte importante da carreira do Iron Maiden e sei que os fãs ficarão muito animados em vê-lo no palco do EddFest. Também é ótimo ter o Gypsy’s Kiss tocando conosco em Knebworth. Eles foram uma parte importante da minha herança musical e é muito emocionante tê-los tocando no palco Maidenville”, disse ele. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Saiba como assistir ao documentário ‘Iron Maiden: ‘Burning Ambition’ no Brasil Via: WikiMetal

Nevermore cancela show em festival nos EUA devido a problemas com visto
Notícias
31/03/2026

Nevermore cancela show em festival nos EUA devido a problemas com visto

Nevermore cancelou sua participação no festival ProgPower USA XXV, que aconteceria em setembro, após enfrentar problemas com documentação de visto de trabalho nos Estados Unidos. Segundo comunicado oficial, o entrave envolve o novo vocalista, Berzan Önen. O músico, de nacionalidade turca, não conseguiu obter o visto de trabalho a tempo. Sem a liberação, a banda optou por cancelar o show. A banda explicou que, apesar de outros integrantes terem conseguido a documentação, incluindo o baixista turco Semir Özerkan, o processo do vocalista segue mais lento que o previsto. Leia o comunicado abaixo: “Ouvimos atentamente seus pedidos por uma turnê nos EUA e queremos que ela aconteça tanto quanto vocês. O motivo de ainda não ter acontecido é simples: a obtenção do visto de trabalho para nossa vocalista está demorando muito mais do que o previsto. Vamos conseguir, mas infelizmente ainda não chegamos lá. Infelizmente, isso também significa que não poderemos nos apresentar no ProgPower USA este ano. Pedimos sinceras desculpas a Glenn, à equipe da ProgPower USA e aos nossos fãs americanos, e agradecemos a compreensão. Novas músicas estão a caminho, e finalmente voltaremos aos palcos nos Estados Unidos para apresentá-las ao vivo em 2027. Devemos isso a todos vocês e prometemos que a espera valerá a pena. Tendo em conta tudo isto, estamos a agendar ativamente mais espetáculos internacionais para o final deste ano. Os anúncios relativos a estes eventos serão feitos em breve. Mesmo com o cancelamento, o Nevermore segue ativo. A banda trabalha em novas músicas e já organiza datas internacionais para os próximos meses. Novos anúncios devem acontecer em breve”. O caso é mais um problema recorrente na indústria musical. Questões burocráticas com vistos seguem impactando turnês e festivais, especialmente para artistas estrangeiros que tentam se apresentar nos Estados Unidos. Nevermore no Brasil Apesar disso, a banda segue ativa com dois shows confirmados no Brasil. Nevermore se apresenta no Bangers Open Air, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. A banda também fará um side show em São Paulo, dia 28 de abril, no Carioca Club. Os ingressos estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. O legado da banda ganha um novo capítulo. Sob a liderança de Jeff Loomis e Van Williams, o Nevermore ressurge com uma formação poderosa: Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. Após anos afastados, a energia criativa que sempre moveu a banda voltou a pulsar com força. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma Van, resumindo o espírito dessa nova fase. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Quem é Berzan Önen e como se tornou vocalista do Nevermore Via: WikiMetal

Emphuria lança novo álbum ‘Inevitável’ e anuncia show de estreia
Notícias
31/03/2026

Emphuria lança novo álbum ‘Inevitável’ e anuncia show de estreia

Emphuria promove o novo álbum Inevitável, lançado dia 19 de março de forma independente. O disco marca um passo decisivo na trajetória do grupo paulistano, sendo o primeiro projeto conceitual da carreira e reunindo a evolução construída ao longo de mais de cinco anos de estrada. Com 10 faixas, o álbum apresenta uma sonoridade mais pesada e madura, sem abrir mão da identidade que mistura nu metal, metalcore, rap e elementos pop. Parte desse caminho já havia sido antecipada com o lançamento de cinco singles acompanhados de videoclipes, que prepararam o público para a nova fase da banda. Inevitável mantém a proposta lírica do Emphuria, abordando temas emocionais e sociais. As músicas exploram desde conflitos internos até questões do cotidiano. O trabalho também traz participações do rapper Nego Max e Charles da Gama (Black Pantera), ampliando ainda mais o alcance sonoro do disco. Emphuria também anunciou o show de lançamento de Inevitável, que acontece dia 18 de abril no La Iglesia, em São Paulo. Os ingressos estão à venda por meio do site 101 Tickets. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rush estreia nova formação ao vivo com baterista Anika Niles Via: WikiMetal

Rush estreia nova formação ao vivo com baterista Anika Niles
Notícias
30/03/2026

Rush estreia nova formação ao vivo com baterista Anika Niles

Rush apresentou sua nova formação ao vivo durante o Juno Awards 2026, no Canadá, no último domingo, 29. O retorno aos palcos aconteceu com uma performance de “Finding My Way”, faixa que abre o álbum de estreia do grupo, lançado em 1974. A apresentação marcou a primeira vez em mais de uma década que Geddy Lee e Alex Lifeson sobem ao palco como Rush desde o último show da banda em 2015. Durante a apresentação, imagens de diferentes fases da carreira do Rush foram exibidas nos telões, incluindo registros do baterista Neil Peart, morto em 2020. A apresentação é uma prévia do retorno do Rush aos palcos, com a turnê Fifty Something. Desta vez, Geddy Lee e Alex Lifeson contam com o reforço da baterista Anika Niles na turnê que celebra o 50º aniversário da banda e será dedicada à memória de Neil Peart. São 80 shows ao redor do mundo confirmados até o momento. Rush no Brasil Rush também passará pelo Brasil com seis shows da turnê de reunião Fifty Something, em janeiro e fevereiro de 2027. A banda passará por Curitiba (Arena da Baixada, 22/01), São Paulo (Allianz Parque, 24/01 e 26/01), Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos, 30/01) Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 01/02) e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha 04/02). Os ingressos estarão à venda nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, à partir das 11h pelo site da Eventim. LEIA TAMBÉM: Shows do Rush no Brasil terão pacotes VIP que chegam a R$ 14 mil Via: WikiMetal

Válvera lança video de “Unleashed Fury” e anuncia turnê com Drowning Pool
Notícias
30/03/2026

Válvera lança video de “Unleashed Fury” e anuncia turnê com Drowning Pool

Válvera lançou o videoclipe de “Unleashed Fury”, faixa-título do novo álbum, lançado em 30 de janeiro, marcando um novo capítulo na trajetória da banda. O videoclipe traz imagens ao vivo captadas durante o show de lançamento do álbum, realizado em 28 de fevereiro, na Burning House. A produção aposta em uma estética crua e energética para traduzir a força da banda no palco. A apresentação reuniu outras bandas da cena e contou com participações especiais de Marcello Pompeu e Ale Malerba. O Válvera também anunciou que será a banda de abertura da turnê sul-americana do Drowning Pool, participando de todos os shows da banda americana no Brasil. A banda de nu metal passará por Belo Horizonte (29/05), São Paulo (30/05) e Curitiba (31/05). Mais informações no site da produtora Vênus Concert. Unleashed Fury marca o trabalho mais maduro, agressivo e coeso da banda, com uma sonoridade que mescla thrash metal, groove e elementos contemporâneos. O álbum aborda temas como luto, resistência, colapso emocional e crítica social, refletindo experiências pessoais dos integrantes e uma leitura direta da realidade atual. LEIA TAMBÉM: Torture Squad anuncia shows com Venom Inc. em turnê europeia Via: WikiMetal

Guns N’ Roses: Tecladista Melissa Reese não participará de turnê que vem ao Brasil
Notícias
30/03/2026

Guns N’ Roses: Tecladista Melissa Reese não participará de turnê que vem ao Brasil

Pouco antes de estrear sua turnê mundial no último sábado, 28, o Guns N’ Roses anunciou que a tecladista Melissa Reese não acompanhará a banda nessa tour. O comunicado foi breve, publicado nas redes sociais, e cita apenas “motivos pessoais imprevisíveis”. Reese está na banda desde 2016 e foi a primeira mulher a se tornar integrante fixa do grupo. A identidade de seu substituto na turnê ainda não foi confirmada. A turnê mundial do Guns N’ Roses se iniciou no último sábado, 28, em Monterrey, no México, onde a banda estreou as músicas “Nothin’” e “Atlas” – lançadas oficialmente em dezembro. O primeiro show da turnê do Guns N’ Roses no Brasil acontece nesta terça-feira, 01 de abril, em Porto Alegre. Em seguida, a banda segue para São Paulo, onde se apresenta como headliner do Monsters of Rock, e passa por mais 7 cidades brasileiras até o fim de abril: São José do Rio Preto, Campo Grande, Cariacica, Salvador, Fortaleza, São Luiz e Belém do Pará. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Por que Belo Horizonte ficou de fora da turnê do Guns N’ Roses em 2026? Via: WikiMetal

João Gordo diz que não quer morrer no palco como deseja muitos roqueiros
Notícias
30/03/2026

João Gordo diz que não quer morrer no palco como deseja muitos roqueiros

As bandas são empresas com despesas e receitas assim como qualquer outra organização. Mas a vida rock n’ roll não seguem os mesmos preceitos de quem entra às 9h e sai às 18h, embora cobre preços caríssimos de quem esteja no rolê. Mesmo assim, muitos músicos falam com todas as letras que desejam morrer no palco. Sabemos que é uma força de expressão, no entanto, indica que o artista quer levar a carreira até idade avançada e ou até quando a energia física assim o permitir. Uma das nossas pratas da casa, João Gordo, 62, frontman do Ratos de Porão, tem mais de quatro décadas de serviços prestados ao punk e hardcore. Em recente conversa com o jornalista Maurício Dehò, do Toca UOL, o cantor respondeu se é do tipo de músico que quer morrer no palco. “Não, cara. Quero morrer em casa. Hoje a tecnologia me permite fazer música em casa. E o Ratos tá na melhor fase de shows, a gente chegou no topo do que uma banda de hardcore pode chegar. Então esse ano tem turnê, tem festival na Alemanha, em Portugal”. No mesmo bate-papo, João aproveitou o espaço e forneceu detalhes de sua saúde: “Eu parei o boxe, porque me desencadeou uma artrose no fêmur. E isso dói pra caralho, eu não consigo dormir, tenho que deitar me ajeitando de lado. Também tenho um problema no ombro, quando dói é foda, não posso fazer nada. Mas eu perdi 60 quilos, eu tô pesando 114 kg, que é o que eu pesava quando tinha 12 anos de idade. Então, a minha terceira idade tá sendo muito melhor do que antes. Eu tô melhor do que quando eu tinha 52, do que aos 42, e do que aos 32. Agora, com os meus 62, eu tô muito melhor, apesar da terceira idade… o bicho tá pegando”. Via: Rockbizz

Ross the Boss, membro fundador do Manowar, morre aos 72 anos
Notícias
27/03/2026

Ross the Boss, membro fundador do Manowar, morre aos 72 anos

Ross “The Boss” Friedman, ex-guitarrista e membro fundador do Manowar, morreu na última quinta-feira, 26, aos 72 anos de idade. A informação foi divulgada em nota oficial nas redes sociais do músico, Leia o texto na íntegra: “É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de Ross “The Boss” Friedman, nascido no Bronx, e que morreu na noite passada após lutar contra a ELA (esclerose lateral amiotrófica). Um guitarrista lendário e pai querido, sua música e seu espírito impactaram fãs ao redor do mundo tanto quanto vocês o impactaram”, [transcrição via Blabbermouth]. “Somos gratos pela demonstração de amor e apoio que todos vocês mostraram ao longo de sua carreira, especialmente nestes últimos meses. Sua música significava tudo para ele, e sua guitarra era o sopro da sua vida. Essa doença insidiosa tirou isso dele. Seu legado com The Dictators, Manowar, Ross the Boss Band e outras colaborações viverá para sempre em nossos corações e ouvidos.” View this post on Instagram Em fevereiro, Ross the Boss havia recebido diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica O diagnóstico veio após vários meses de sintomas aparentemente não relacionados, incluindo fraqueza nas mãos e pernas. Inicialmente, pensou-se que a causa fosse uma série de pequenos AVCs. Mas mudanças na dieta, exercícios e fisioterapia não conseguiram retardar a progressão da doença nem aumentar sua força”. Na época, Ross complementou a nota à imprensa: “É difícil saber o que o futuro reserva, e me dói muito não poder tocar guitarra, mas a demonstração de carinho tem sido imensa. Estou absolutamente impressionado com o amor e o apoio da família, dos amigos e dos fãs. Amo todos vocês.” A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal. A doença destrói os neurônios motores no cérebro e na medula espinhal, causando fraqueza muscular, paralisia e perda do controle muscular voluntário. LEIA TAMBÉM: Gloria Cavalera nega convite para reunião do Sepultura: “Fim da história” Via: WikiMetal

Judas Priest está gravando novo álbum, diz Richie Faulkner
Notícias
26/03/2026

Judas Priest está gravando novo álbum, diz Richie Faulkner

Judas Priest entrou em estúdio para gravar seu próximo álbum, sucessor de Invincible Shield, lançado em 2024. Em entrevista ao The Metal Voice, o guitarrista Richie Faulkner revelou que a banda passou cerca de um mês em estúdio durante fevereiro, trabalhando nas bases do novo material. “Começamos a gravar. Sim, estivemos em estúdio por um mês em fevereiro, estabelecendo as bases. Não sei se posso dizer isso, mas já disse” [transcrição via Blabbermouth]. O músico não entrou em detalhes sobre prazos ou previsão de lançamento, mas deixou claro que as sessões iniciais foram focadas na construção das estruturas das músicas. Além do álbum, o músico também comentou sobre o andamento de um documentário, The Ballad of Judas Priest, que irá explorar a história da banda. “Apareço por alguns minutos, o que é mais do que deveria, na verdade. Em termos da história do Judas Priest, da ascensão da banda, do legado e tudo mais, acho que minha participação é adequada, quase no final. Eles criaram o que conhecemos como Judas Priest . Criaram o som heavy metal que conhecemos, com aqueles álbuns dos anos 70 e 80 e Painkiller nos anos 90, eles criaram tudo isso. Estou feliz por ter meus 15 segundos de fama no final. Mas é ótimo. Tenho orgulho de fazer parte disso, claro”, disse Richie Faulkner. Dirigido por Tom Morello e filmado ao lado do documentarista Sam Dunn, o longa traça a trajetória do Judas Priest desde suas origens na classe trabalhadora de Birmingham, na Inglaterra, até sua ascensão como ícones do heavy metal e entrada no Rock & Roll Hall of Fame. O documentário também inclui depoimentos do vocalista Rob Halford, que aborda temas pessoais como sua saída do armário em 1998 e reflete sobre injustiças sociais que o motivaram ao longo da carreira. LEIA TAMBÉM: Documentário do Judas Priest mostra “luta contra fascismo”, diz Tom Morello Via: WikiMetal

ZZ Top confirma shows no Brasil da turnê ‘The Big One!’ para novembro
Notícias
25/03/2026

ZZ Top confirma shows no Brasil da turnê ‘The Big One!’ para novembro

O ZZ Top confirmou sua volta ao Brasil com a turnê The Big One! em novembro, marcando mais uma passagem pelo país após 16 anos longe dos palcos brasileiros. A lendária banda de blues rock vai passar por Porto Alegre dia 18, no KTO Arena, em Curitiba dia 20, no Igloo Super Hall e em São Paulo dia 21, no Suhai Music Hall. A pré-venda do artista começa nesta quarta-feira, 25, a partir das 10h, no site da Uhuu!. A venda geral terá início nesta sexta-feira, 27, às 10h, também por meio do site Uhuu!. As apresentações fazem parte da expansão da nova turnê mundial do trio, que segue ativo mesmo após décadas de estrada. Atualmente formado por Billy Gibbons, Frank Beard e Elwood Francis, o grupo continua levando aos palcos clássicos que atravessaram gerações. Com uma carreira iniciada em 1969 e mais de 50 milhões de discos vendidos mundialmente, o ZZ Top é conhecido por hits como “La Grange”, “Sharp Dressed Man” e “Gimme All Your Lovin’”, além de sua estética marcante e som que mistura blues e rock com identidade própria. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Confira a programação completa de side shows Via: WikiMetal

Max e Iggor Cavalera rejeitam convite para último show do Sepultura
Notícias
25/03/2026

Max e Iggor Cavalera rejeitam convite para último show do Sepultura

Os irmãos Max e Iggor Cavalera não devem participar do show final do Sepultura. De acordo com Andreas Kisser, os músicos foram convidados para a apresentação de despedida, mas optaram por não fazer parte do evento. Em entrevista à Metal Hammer, o guitarrista firmou que houve tentativa direta de contato com os ex-integrantes. Segundo ele, além de conversas entre empresários, o próprio guitarrista chegou a falar com Iggor Cavalera por telefone. “Ainda estamos no meio dos preparativos, mas vai ser ótimo. Nós convidamos os irmãos Cavalera. Conversei pessoalmente com o Iggor por telefone há alguns meses e começamos a nos comunicar. Até nossos empresários foram conversar com a equipe deles e tal. Mas eles não querem participar, e tudo bem. É uma escolha deles”, confessou Kisser. A ideia da banda era transformar o último show em uma grande celebração da trajetória do Sepultura, reunindo diferentes fases da carreira e convidados especiais. “Faria sentido ter uma celebração no final, para os fãs, e simplesmente para nos divertirmos no palco.[Poderia ser] como foi em Roots, sabe? Apesar de toda a loucura que aconteceu, conseguimos fazer aquele álbum e terminar o que tínhamos que fazer, sabe?” Sepultura realizará penúltimo show no Rock in Rio Apesar da recusa, o Sepultura mantém os planos de encerrar suas atividades com um show especial em São Paulo, ainda sem data confirmada. A turnê de despedida Celebrating Life Through Death, iniciada em 2024, marca o fim de mais de quatro décadas de história de uma das bandas mais influentes do heavy metal. Recentemente, o Sepultura anunciou que seu show no Rock in Rio 2026 será o penúltimo de sua carreira. A apresentação está marcada para o dia 05 de setembro, no Palco Sunset. Embora o show seja o penúltimo, o Sepultura ainda não confirmou oficialmente os detalhes da apresentação final. No entanto, há expectativa de que o último show aconteça em São Paulo, possivelmente em um estádio e com participações especiais de músicos que fizeram parte da história do grupo, segundo revelou Kisser em entrevista à Rolling Stone Brasil. LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia penúltimo show da carreira no Rock in Rio 2026 Via: WikiMetal

Interpol e Viagra Boys transformam Audio em um ponto de ebulição antagônico mas funcional
Notícias
25/03/2026

Interpol e Viagra Boys transformam Audio em um ponto de ebulição antagônico mas funcional

Na última quinta-feira, 19, a expectativa na Audio não se limitava à estreia dos suecos do Viagra Boys em solo brasileiro e em ver o virtuosismo do Interpol em ação; passava também pela curiosidade de entender como duas bandas tão antagônicas se comportariam diante de uma casa lotada, às vésperas de suas apresentações no Lollapalooza Brasil. O público, aliás, foi recebido com uma ação da patrocinadora Flying Fish, que distribuiu cervejas não só uma vez, mas dando até brinde para quem comprava algo no bar. A outra surpresa bem oportuna foi a abertura do camarote. Prevendo um possível caos, a própria organização da casa deu luz verde e quem foi esperto conseguiu ver o show um pouco mais confortável. O que tirava, sim, um pouco da graça de shows como o do Viagra Boys, mas não é todo mundo que aguenta passar sufoco, seja divertido ou não. No final, a amálgama deu certo, mas isso fica um pouco óbvio se levar em conta que grande parte de quem hoje celebra o deboche sueco é a mesma geração que foi forjada nos inferninhos, na simplista denominação de ‘’rock alternativo’’ e no indie sleaze que consagrou o Interpol mais de duas décadas atrás. A anatomia de deboche do Viagra Boys Assim que Sebastian Murphy pisou no palco da Audio, um fio invisível pareceu se apoderar de todos; o público estava na palma de sua mão. Parece um exagero, mas não é. O que, normalmente, leva quase um show inteiro para se extrair da audiência, eles conseguiram na primeira música. Antes disso, o frontman já havia chegado ao aeroporto de São Paulo sambando ao som de “Brasil Pandeiro”, conhecendo não só a nossa batucada, como se jogando nos clichês culinários do país – cinco caipirinhas e muito pão de queijo como tira-gosto -, coisa que foi sublinhada em uma de suas conversas com o público. A frustração pelo cancelamento no Primavera foi lavada pelo puro suco do Caos, com “C” maiúsculo – um acerto de contas com o passado que serviu de combustível para a performance. Isso porque o Viagra Boys demonstra um compromisso sério com as vísceras do punk: não apenas debocham das caricaturas sociais, mas reservam espaço para rir de si mesmos. Essa autenticidade causou uma polvorosa surreal na casa; ninguém precisava de instruções sobre como reagir. De forma orgânica, o público entrou em combustão, alternando entre pulos em sincronia, mosh pit e alguns crowdsurfings pontuais. E não foi só o público que teve esses momentos, claro. A própria banda se jogou na experiência. Em certo momento, o saxofonista serelepe Oskar Carls subiu nas caixas ao lado do palco, dançando como se estivessem tocando uma ‘’Nightclubbing’’, do Iggy Pop, menos densa e menos sensual. Já Elias Jungqvist tirou ainda mais onda, se jogando no público com teclado e tudo. Teve espaço até para uma tentativa de bossa nova, o que só inflamou ainda mais quem assistia o show vidrado. O repertório, que foi equilibrado entre o surrealista ‘’viagr boys’’ e músicas de outros discos, contou tanto com ‘’Man Made of Meat’’, quanto outros hits, como “Slow Learner” e “Punk Rock Loser”. Com a plateia na mão de Murphy, muitas dancinhas irônicas e a pose de enfrentamento com os pés nas caixas, o frontman também se jogou no público inúmeras vezes. Apesar de cada música ter um ápice, foi em ‘’Sports’’ que tudo pareceu explodir, com a casa de show indo abaixo. A escolha de “ADD” no lugar de “Down in the Basement” foi bem oportuna para manter o nível de euforia dançante. No final, após a cataclísmica “Research Chemicals”, a banda selou o deboche com o clássico meloso “Up Where We Belong” ecoando no PA. Realmente, aquele verso de que eles eram “selvagens e soltos” caiu como uma luva na estreia no país. Se acabasse ali, todo mundo iria para a casa satisfeito e suado. A narrativa visual do Interpol A pergunta que ficou após o atropelo da amígdala cerebral causado pelos suecos era se o Interpol manteria o nível. Na área de fumantes, especulava-se uma derrocada na energia, mas o que se viu foi o triunfo do antônimo, mesmo com esse reajuste de frequência. Paul Banks surgiu com seu charme magnético e seu cabelo platinum blonde operando sob um rigor técnico absoluto e, mesmo com o público brasileiro já familiarizado com a fórmula, isso foi dissolvido em doses de narrativas visuais se entrelaçando com as canções. Não interagiram com o público como a banda anterior, nem tocaram uma palhinha de bossa nova, o que seria interessante, mas não tem como não se deixar levar por toda aquela atmosfera. Como o virtuosismo técnico e os gestos comedidos são uma marca registrada do grupo, cada detalhe era notável, e isso se intensificou com o jogo de luzes e com o que parecia um tango cambaleante do guitarrista Daniel Kessler, enquanto monitorava discretamente o substituto Urian Hackney, que lutou algumas vezes contra as viradas matemáticas nas baquetas para honrar a ausência de Sam Fogarino. O show foi uma enxurrada de hits que se estendeu por mais de 1h30, começando pela trinca “All the Rage Back Home”, “No I in Threesome” e “C’Mere”. Também aproveitaram para testar a inédita “See Out Loud” no meio do show, enquanto a melancolia contida de “Not Even Jail” serviu para relembrar os tempos de Antics – foi antes dela que Banks se agachou para manipular seu arsenal de pedais, percorrendo o braço da guitarra para construir as camadas características. Em “If You Really Love Nothing”, música anterior, tudo foi coberto por uma luz vermelha densa e pulsante, reduzindo a banda a silhuetas. O espetáculo visual teve seu ápice em “Rest My Chemistry”, onde a ênfase da bateria entre os versos era pontuada por um paredão de luz que explodiu sobre o público. Após finalizar o primeiro bloco, o bis foi pedido em uníssono pelo público. A banda retornou com mais algumas músicas e encerrou a noite com a mais agitada ‘’Slow Hands’’, ainda que tenha deixado clássicos

30e anuncia novas datas da turnê “Barão Vermelho Encontro” em Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte
Notícias
25/03/2026

30e anuncia novas datas da turnê “Barão Vermelho Encontro” em Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte

Quando o jornalista e produtor Ezequiel Neves ouviu a primeira fita do Barão Vermelho, ele sentenciou: “É rock puro, escrachado e demencial, imperfeito e carnívoro. Trombetas selvagens anunciando o começo de um novo mundo”. Ao emoldurar o sentimento de rebeldia e liberdade dos anos 1980 com a “voz de Cazuza cuspindo fogo em doses avassaladoras” (como bem disse Ezequiel), o grupo revolucionou o cenário musical da época. As canções, com poesia e irreverência, deram conta de se tornar a trilha sonora de um país complexo como o Brasil. E ultrapassaram gerações pela atemporalidade das letras. Agora, começa a turnê Barão Vermelho Encontro que reúne a formação original do grupo: Roberto Frejat (guitarra e voz), Guto Goffi (bateria), Mauricio Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo) – e terá ainda como convidado especial o guitarrista Fernando Magalhães, que ingressou no grupo em 1985. Após anunciar shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, o projeto confirma novas datas pelo país: 27 de junho, no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre; 8 de agosto, na Arena Opus, em Florianópolis; 29 de agosto, no Igloo Super Hall, em Curitiba e 26 de setembro, no BeFly Hall, em Belo Horizonte, em uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e apresentadas pelo Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. Clientes do banco terão acesso à pré-venda exclusiva a partir de 25 de março, ao meio-dia. A venda geral começa em 27 de março, às 14h, exclusivamente pelo site da Eventim (acesse aqui). Em São Paulo e no Rio de Janeiro: 30 de abril, na Farmasi Arena (RJ) e 23 de maio, no Allianz Parque (SP), com a participação especial de Ney Matogrosso. Tíquetes estão disponíveis pelo site da Eventim (acesse aqui). O Barão Vermelho resultou da fusão das referências de seus integrantes. Dé Palmeira trouxe a música brasileira (com menção importante aos Novos Baianos), Frejat flertava com o blues, enquanto Mauricio e Guto vinham com o rock. “Era uma banda disfuncional que funcionava”, definiu Mauricio no documentário “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?”. Cazuza era uma mistura de todas essas inspirações e, na contramão dos movimentos anteriores, como a Jovem Guarda e os próprios Mutantes, que tinham o inglês latente em seus gritos de “yeah”, ele definiu o que seria a atitude de um rock and roll brasileiro, cantado em português “É”. Não à toa, o Barão se estabeleceu como um dos nomes que abriram caminho para o BRock. A turnê Barão Vermelho Encontro faz parte da label “Encontro”, criada pela promotora 30e, e que teve como primeira iniciativa o Titãs Encontro, responsável por reunir Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto. Quem pôde ir a alguma das apresentações dos Titãs sabe o que esperar do projeto da vez: uma superprodução capaz de transportar o público para a atmosfera da banda, com telões de ponta, além de cenografia e sistema de luz que dão a sensação de imersão no espetáculo. “Estamos certos de que o Barão Vermelho Encontro vai repetir o sucesso da turnê histórica do Titãs Encontro. É a oportunidade de ver novamente o que essa banda é ao vivo, e muitas pessoas poderão vivenciar essa experiência pela primeira vez”, afirma Alexandre Wesley, VP de Global Touring da 30e. “O Barão Vermelho é uma banda que atravessa gerações e simboliza nosso compromisso em transformar momentos culturais em plataformas estratégicas de relacionamento, unindo emoção, relevância e impacto de marca. Ao oferecer pré-venda exclusiva e condições especiais, buscamos entregar benefícios concretos aos nossos clientes. Dessa forma, conectamos cultura, produto e experiência de maneira integrada, reforçando o papel do Itaú como parceiro em todas as jornadas e como um banco que gera valor real para as pessoas”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú. Mauricio Barros e Guto Goffi, que, atualmente, rodam o país com o Barão na turnê “Do Tamanho da Vida” (tendo Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato na formação), farão uma pausa para se dedicar ao Barão Vermelho Encontro. Logo após o tour Encontro, eles retornam à estrada com a formação atual da banda e com a previsão de lançar material inédito. Ambos estão entusiasmados com a oportunidade de realizar uma turnê com o quarteto original do grupo. “É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas”, comenta Mauricio Barros. “Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos”, complementa Guto Goffi, há 44 anos no Barão Vermelho. “Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos”, comenta Frejat, que celebrará sua trajetória com o projeto Quatro Décadas e Um Pouco Mais. O repertório do Barão Vermelho Encontro vai abranger todas as fases do grupo. De “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, parceria de Cazuza e Frejat, que, após ser cantada por Caetano Veloso em um show no Canecão, projetou o nome da banda, a outros hinos, entre eles “Por Você”, “Bete Balanço”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, “Puro Êxtase” e “Codinome Beija-Flor”. O espetáculo se torna ainda mais emocionante por contar com a participação especial de Ney Matogrosso nas apresentações do Rio de Janeiro e São Paulo. “Considero esse projeto um presente da vida. Poder subir ao palco junto com Frejat, Mauricio Barros e Guto Goffi para celebrarmos aquele encontro que aconteceu há mais de quarenta anos e que transformou as nossas vidas é uma alegria imensa. Acho que o público que acompanha as nossas trajetórias pode esperar um

Deftones e Interpol são eleitos piores shows do Lollapalooza Brasil, segundo G1
Notícias
24/03/2026

Deftones e Interpol são eleitos piores shows do Lollapalooza Brasil, segundo G1

O portal G1 colocou o Deftones e o Interpol na lista dos piores shows do Lollapalooza Brasil 2026, realizado entre os dias 20 e 22 de março, em São Paulo. Uma das apresentações mais aguardadas do line-up, o Deftones apareceu em 3ª posição entre as decepções do festival. De acordo com a publicação, o show da noite de sexta-feira, 20, que encerrou o palco Samsung Galaxy, ficou “aquém das expectativas” e “não conseguiu empolgar para além do esperado num show de rock”. O portal destaca que a apresentação demorou a engrenar e, mesmo após ganhar ritmo, não evoluiu como esperado, entregando um desempenho considerado morno para uma banda com histórico e relevância no cenário do nu metal. A lista de piores shows do evento também incluiu nomes como Interpol, que ocupa a 2ªposição. Segundo a opinião do portal, a banda “encontrou uma plateia até que dedicada para curtir seu som, que sem nenhum esforço ou novidade, entregou pouca interação e ‘som de CD”. Enquanto artistas como Turnstile e Blood Orange apareceram entre os destaques positivos da edição. Confira a resenha do Wikimetal para os shows do Lollapalooza Brasil 2026: sexta-feira, 20, sábado, 21 e domingo, 22. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

ZZ Top anuncia shows da turnê “The Big One!” em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba
Notícias
24/03/2026

ZZ Top anuncia shows da turnê “The Big One!” em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba

Mais de 16 anos depois de sua última passagem pelo Brasil, o ZZ Top está de volta. A lendária banda de blues-rock anunciou três apresentações no país, em novembro, com a turnê “The Big One!”. Formado por Billy F. Gibbons, Frank Beard e Elwood Francis, o grupo se apresenta no dia 18 de novembro, em Porto Alegre, na KTO Arena; no dia 20, em Curitiba, no Igloo Super Hall; e encerra a passagem pelo país no dia 21, em São Paulo, no Suhai Music Hall. A turnê brasileira é uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts. Confira o serviço completo abaixo. Ícone do rock mundial, o ZZ Top iniciou sua trajetória no final de 1969, com sua estreia pública pouco depois no Knights of Columbus Hall, em Beaumont, no Texas. Ao longo das décadas, a banda já vendeu mais de 60 milhões de álbuns em todo o mundo. O catálogo inclui quatro discos de Ouro, seis de Platina e o álbum Eliminator, certificado como Diamante, com mais de 10 milhões de cópias vendidas. Além disso, o grupo emplacou oito singles no Top 40, lançou duas coletâneas de vídeo certificadas como Platina e foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame por Keith Richards, dos Rolling Stones, há mais de duas décadas. Atualmente em turnê pela Europa e pelos Estados Unidos, o ZZ Top segue com uma agenda intensa e sem sinais de desaceleração. Billy F. Gibbons comenta: “Temos passado muito tempo na estrada e, quanto mais estamos por aí, mais isso parece ser o nosso lar. Nossa filosofia é seguir em frente, porque, simplesmente, estamos nos divertindo e não vemos motivo para parar. É incrível se conectar com públicos que agora já atravessam três gerações. O trem da festa continua em movimento!” SERVIÇO – ZZ TOP EM PORTO ALEGRE Quando: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira) Onde: KTO Arena (Av. Severo Dullius, 1995 – Anchieta / Porto Alegre) Horário: portões às 19h e show às 21h Ingressos: os ingressos variam de R$ 400,00 a R$ 1.895,00 de acordo com o setor, lote e modalidade escolhidos SERVIÇO – ZZ TOP EM CURITIBA Quando: 20 de novembro de 2026 (sexta-feira) Onde: Igloo Super Hall (Rua Dino Bertoldi, 740 – Tarumã/Curitiba) Horário: portões às 19h e show às 21h Ingressos: os ingressos variam de R$ 390,00 a R$ 1.775,00 de acordo com o setor, lote e modalidade escolhidos SERVIÇO – ZZ TOP EM SÃO PAULO Quando: 21 de novembro de 2026 (sábado) Onde: Suhai Music Hall (Av. das Nações Unidas, 2254 – Jurubatuba/São Paulo) Horário: portões às 19h e show às 21h Ingressos: os ingressos variam de R$ 295,00 a R$ 1.685,00 de acordo com o setor, lote e modalidade escolhidos Vendas: Uhuu.com Pré-venda artista: de quarta-feira (25/03) às 10h até quinta-feira (26/03) às 22h Venda geral: a partir das 10h de sexta-feira (27/03) Classificação: 18 anos Realização: Infinito Entretenimento e MCA Concerts

Crashdïet anuncia shows no Brasil em janeiro de 2027
Notícias
24/03/2026

Crashdïet anuncia shows no Brasil em janeiro de 2027

A produtora Dark Dimensions confirma o aguardado retorno dos suecos do Crashdïet ao Brasil para duas apresentações exclusivas em janeiro de 2027. Considerada uma das principais forças do hard/glam/sleaze rock contemporâneo, a banda desembarca no país para shows em São Paulo e no ABC Paulista, prometendo noites carregadas de energia, nostalgia e atitude — marcas registradas de sua trajetória. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos pelo site da Ingresso Master. Confira as datas: 30/01 – Vip Station, São Paulo/SP | Ingressos: https://www.ingressomaster.com/setores/63/crashdiet-south-america-tour-2027​ 31/01 – Santo Rock Bar, Santo André/SP | Ingressos: https://www.ingressomaster.com/setores/64/crashdiet-south-america-tour-2027​ Formado em 2000, em Estocolmo, o Crashdïet rapidamente se destacou como um dos nomes mais relevantes da revitalização do estilo nos anos 2000, ao lado de Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Reckless Love e Backyard Babies. Com uma sonoridade baseada em riffs diretos, refrões pegajosos e forte estética oitentista — inspirada por nomes como Guns N’ Roses, Kiss e Skid Row —, o grupo construiu uma base sólida de fãs ao redor do mundo. O álbum de estreia, Rest in Sleaze (2005), com o fundador e vocalista original Dave Lepard, permanece como um dos pilares do sleaze rock no século XXI, reunindo clássicos como “Riot in Everyone” e “Breakin’ the Chainz”. Após sua morte em 2006, a banda decidiu seguir em frente, mantendo vivo seu legado. Na sequência, The Unattractive Revolution (2007) apresentou H. Olliver Twisted, seguido por Simon Cruz em Generation Wild (2010) e The Savage Playground (2013), fase que ampliou significativamente o alcance comercial da banda. Já em Rust (2017) e Automaton (2019), com Gabriel Keyes, o grupo manteve consistência e reforçou sua identidade moderna sem abrir mão das raízes.​ Em 2026, a banda iniciou um novo ciclo criativo com os singles “Satizfaction”, “Sick Enough For Me” e o mais recente “Loveblind”, que antecipam o sétimo álbum de estúdio, Art of Chaos, com lançamento marcado para 8 de maio via Ninetone Records. O trabalho aposta em uma abordagem mais crua e direta, resgatando a essência sleaze que definiu os primeiros anos da banda À frente dessa nova fase está John Elliot, anunciado em fevereiro de 2024 como o quinto vocalista da história do grupo. Art of Chaos marca seu primeiro álbum completo com a banda, consolidando uma nova identidade sonora e de palco. Segundo os integrantes, o disco reúne “as dez faixas mais sleaze que escrevemos em anos”.​ A relação com o Brasil segue como um dos pontos altos da trajetória do grupo. Esta será a quarta passagem do Crashdïet pelo país, reforçando a conexão com o público local. Atualmente, a formação conta com John Elliot (vocais), Martin Sweet (guitarra), Chris Young (baixo) e Michael Sweet (bateria), apresentando uma performance ao vivo intensa e renovada. Membro querido da banda, Peter London encontra-se atualmente afastado das atividades por motivos pessoais, tendo sido substituído por Chris Young durante o atual ciclo, incluindo as gravações do álbum Art of Chaos. Para fãs de hard rock, sleaze e glam, trata-se de uma rara oportunidade de conferir uma das bandas mais autênticas do gênero em plena forma.

Monsters of Rock 2026: guia completo para curtir o festival
Notícias
24/03/2026

Monsters of Rock 2026: guia completo para curtir o festival

O Monsters of Rock desembarca no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 4 de abril (sábado), reunindo um dos lineups mais potentes da sua história, com diferentes gerações e alguns dos maiores nomes do rock mundial. No dia 2 de abril (quinta-feira), as bandas Jayler e Dirty Honey se apresentam na Audio, em São Paulo, como um aquecimento para o festival. Em sua nona edição, o Monsters of Rock traz gigantes como Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm e Yngwie Malmsteen que se unem a Dirty Honey e Jayler, representantes da renovação e da potência da nova safra do rock. Lendas da música, virtuosismo e o futuro do hard rock em uma noite histórica! Confira abaixo um guia para curtir o festival: Warm up! Jayler e Dirty Honey na Audio Antes do Monsters of Rock, no dia 02 de abril as bandas Jayler e Dirty Honey sobem ao palco da Audio, em São Paulo, para um show especial. De um lado, o Dirty Honey, já consolidado como uma das maiores revelações globais do gênero; do outro, o Jayler, novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial. Os ingressos com preços a partir de R$225,00 (meia entrada), estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Horários: 19h – Abertura da casa 20h30 – Jayler 22h – Dirty Honey Mais do que um aquecimento para o festival, será uma oportunidade única de conferir ao vivo o talento e a energia de bandas que representam a renovação do rock. Monsters of Rock: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm, Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler no Allianz Parque Data: 4 de abril (sábado) Horários 10h – Abertura dos portões 11h30 – Jayler 12h30 – Dirty Honey 13h45 – Yngwie Malmsteen 15h15 – Halestorm 16h45 – Extreme 18h15 – Lynyrd Skynyrd 20h30 – Guns N’Roses Os últimos ingressos estão à venda exclusivamente pelo site Eventim.

Kelly Osbourne e Sid Wilson terminam noivado após 7 meses, diz tablóide
Notícias
24/03/2026

Kelly Osbourne e Sid Wilson terminam noivado após 7 meses, diz tablóide

Kelly Osbourne encerrou seu noivado com Sid Wilson, do Slipknot, apenas sete meses após o pedido de casamento. Segundo o jornal Daily Mail, que aponta dificuldades no relacionamento e o impacto emocional recente na vida da artista, a separação não aconteceu de forma repentina. Fontes afirmam que o casal já enfrentava problemas há algum tempo, apesar das tentativas de manter a relação, inclusive por conta do filho de três anos que têm juntos. “Kelly passou por muitas dificuldades no último ano. Apesar de tudo, ela permanece sóbria e agora está focada em si mesma e em seu papel como mãe daqui para frente”, disse uma fonte ao jornal. Ainda de acordo com o Daily Mail, o período após a morte de Ozzy teve grande influência na decisão. Kelly estaria lidando com um processo de luto intenso, descrito por fontes como “incrivelmente difícil”, o que acabou afetando também sua vida pessoal. A última vez que Kelly foi vista com Sid foi na cerimônia do Grammy em fevereiro. Desde então, ela só fez aparições públicas com amigos ou com sua mãe, Sharon Osbourne. No início do mês, Kelly fez uma publicação no Instagram, dando a entender o fim do relacionamento: “Existe um tipo especial de crueldade em magoar alguém que já está passando por algo profundamente doloroso”. “Ser chutada enquanto estou sendo humilhada. Ter minha dor questionada, minhas lutas transformadas em fofoca e ser abandonada quando mais preciso de amor e apoio — nada disso demonstra força. Pelo contrário, revela falta de compaixão e caráter. Estou passando por um dos períodos mais difíceis da minha vida. Não deveria ter que me defender, mas também não vou permitir que me desumanizem dessa forma”. O relacionamento entre Kelly Osbourne e Sid Wilson remonta a mais de duas décadas. Os dois se conheceram em 1999, durante o festival Ozzfest, mas só iniciaram um romance em 2022. Apesar da longa amizade e da tentativa de construir uma família, a decisão final foi pelo término do noivado. O pedido aconteceu nos bastidores do Back To The Beginning, o último show do pai de Kelly, Ozzy Osbourne, morto em 2 de julho, aos 76 anos, em sua casa em Buckinghamshire, vítima de um ataque cardíaco. Até o momento, nenhum dos dois se pronunciou oficialmente sobre o assunto. LEIA TAMBÉM: Nasce Ozzy Matilda Osbourne, neta de Ozzy e Sharon Osbourne Via: WikiMetal

Angra defende o hiato como período de reflexão e conexão com as próprias origens
Notícias
24/03/2026

Angra defende o hiato como período de reflexão e conexão com as próprias origens

Após uma extensa maratona de shows que percorreu o mundo entre janeiro de 2024 e agosto de 2025, o Angra entrou em um hiato com o pretexto de descansar. No entanto, em novembro de 2025, a banda declarou que estava voltando aos palcos. O anúncio da retomada das atividades foi bem especial, já que surgiu com a notícia da reunião da formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. E para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação do conjunto será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. E mesmo que seja especial para parte do público, o fim abrupto da pausa vem dando o que falar nas redes sociais. Com isso, em uma postagem no Instagram, o Angra defendeu o hiato como um período de reflexão e conexão com as próprias origens. Ainda no mesmo informativo, o grupo também informou que fará uma turnê em celebração aos trinta anos de Holy Land, seu segundo registro de estúdio. “Hoje celebramos três décadas de um dos capítulos mais importantes da nossa história. E com isso anunciamos algo especial: o retorno do Angra aos palcos! Depois de um período de pausa, reflexão e reconexão com nossas origens, voltamos no segundo semestre para uma turnê dedicada a Holy Land, um álbum que segue vivo nas músicas, nos palcos e em cada fã que fez parte dessa jornada. Mais do que revisitar um clássico, essa turnê será um reencontro com nossas raízes, com nossa essência e com todos vocês que caminham com a gente há tantos anos. A jornada continua. Nos vemos na estrada”. E nada como um dia após o outro – ou um boleto após o outro para pagar – para unir os artistas em prol da felicidade dos fãs. A turnê vai ser um sucesso porque o material do grupo com o saudoso Andre Matos tem muita aderência nos fãs e é deveras prazeroso ouvir. Via: Rockbizz

Sebastian Bach é o único capaz de cantar no Twisted Sister, diz Eddie Ojeda
Notícias
24/03/2026

Sebastian Bach é o único capaz de cantar no Twisted Sister, diz Eddie Ojeda

Eddie Ojeda, guitarrista do Twisted Sister, afirmou que Sebastian Bach é “provavelmente a única pessoa” capaz de assumir os vocais da banda no lugar de Dee Snider. Em entrevista ao Headbangers Rock Show, Ojeda disse que a ideia de retomar atividades ao vivo partiu inicialmente do próprio Snider, que incentivou os demais integrantes a considerarem novas apresentações após receberem propostas de shows. No entanto, a situação mudou com a saída do vocalista, motivada por questões de saúde, o que obrigou a banda a buscar uma alternativa para seguir com os planos. “Bem, originalmente era Dee que queria fazer isso. Ele foi o primeiro a sugerir, porque eu e o Jay Jay [French, guitarrista] nem estávamos pensando nisso. Dee meio que nos motivou a fazer. Mas as coisas podem mudar em seis meses. Até eu mesmo tive que fazer uma cirurgia no pé, mas eu poderia ter esperado e feito a turnê e [a cirurgia] depois. Mas como cancelamos, eu pude fazer agora e tirar isso do caminho. Mas, como eu disse, as coisas mudaram”, disse ele [transcrição via Blabbermouth]. “E em vez de diminuir o ritmo — o que eu acho que as pessoas teriam achado legal, mas acho que ele simplesmente surtou, conversou com a família e decidiu cancelar todos os shows. O que nos surpreendeu bastante, mas nos colocou numa situação em que [pensamos], ‘Bem, vamos fazer alguns shows. Vamos fazer alguma coisa’. Nós não íamos fazer nada. Íamos cancelar tudo”, explicou o guitarrista, referindo-se à saída de Snider da turnê por motivos de saúde. Sebastian Bach surgiu como a escolha mais natural Nesse contexto, o nome de Sebastian Bach surgiu como a escolha mais natural. Para Ojeda, além da capacidade vocal, o cantor tem presença de palco e energia compatíveis com o legado da banda. “Alguns produtores falaram sobre o Sebastian, e nós consideramos o Sebastian, já que somos amigos há muito tempo. Fiz vários shows com o Sebastian, em projetos diferentes, e até gravamos algumas coisas juntos. E o jeito que ele se apresenta — ele é um fã enorme do TWISTED , enorme mesmo, e se inspirou bastante no Dee. […] Ligamos para ele e ele ficou muito animado, veio de avião para ensaiar e correu tudo muito bem, muito melhor do que qualquer um imaginava. Um dos produtores estava lá, com algumas outras pessoas, e todos ficaram impressionados com o som”. “E, como eu disse, ele é provavelmente a única pessoa que poderia substituir alguém como Dee, por causa das semelhanças entre os dois, na forma como cantam e se apresentam. Então decidimos tentar e ver como seria, e foi muito bem. Então decidimos: os shows de verão acabaram. Não podemos participar dos festivais. Mas vamos fazer os shows nos Estados Unidos. Então, acho que faremos seis shows e veremos como será”, revelou Eddie Ojeda. A doença de Dee Snider Dee Snider enfrenta problemas de saúde que o impedem de cumprir a agenda de shows planejada. “Não conheço outra maneira de agir. A ideia de desacelerar é inaceitável para mim. Prefiro me retirar do que ser uma sombra do que já fui”, confessou Snider. Em entrevista ao podcast Acid For Squares, apresentado pelo filho do cantor, Cody Blue Snider, Dee Snider revelou com detalhes a série de problemas de saúde que vem enfrentando. O músico lida com artrite degenerativa, que o fez passar por várias cirurgias ao longo dos anos. “Tive alguns problemas de saúde. Eu tenho artrite nos ombros, artrite degenerativa. Fiz uma prótese de quadril por causa do desgaste excessivo das articulações, fruto da minha profissão, de exigir demais do corpo […] Mas, no caso do coração, isso está ligado ao estresse acumulado ao longo do tempo”, revelou o vocalista. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Within Temptation comenta fãs brasileiros, novo álbum e visão política Via: WikiMetal

Aquiles Priester conta que apagou o Angra de sua vida após saída em 2007
Notícias
24/03/2026

Aquiles Priester conta que apagou o Angra de sua vida após saída em 2007

Recentemente o baterista Aquiles Priester (Hangar, W.A.S.P.) concedeu uma entrevista à revista Rolling Stone Brasil e contou que apagou o Angra de sua vida após saída em 2007. Ele destacou que não quis ter mais contato com o material do grupo depois de seu desligamento e que foi cuidar de seus próprios projetos. “O meu problema com os integrantes da banda [ Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo)] ficou na mesa de reunião em 2007”, afirmou Aquiles. “Ali a gente falou tudo o que tinha que falar para o outro. Eles me tiraram da banda em uma votação. Apertei a mão de cada um, disse adeus e nunca mais olhei para trás”. Ele continuou: “Se você me perguntar se tem alguma música do Angra que eu tenha gostado e que eles tenham gravado depois que eu saí, eu não vou poder te falar porque não sei. Virei aquela página. Se no caminho que eu estava seguindo por algum motivo aparecia alguma coisa do Angra, eu olhava para cá”. “Foi isso que aconteceu na minha vida! Eu apaguei o Angra! Não consigo falar sobre o que eles fizeram depois porque não sei de nada. Fechei aquela porta e segui minha vida”, completou o baterista em tom firme. Priester seguiu de fato a vida a ponto de tentar uma vaga no Dream Theater. Além disso, ele tocou com os virtuosos guitarristas Tony MacAlpine e Vinnie Moore. Ele também marcou território no Primal Fear e Noturnall. E na empresa do lendário Blackie Lawless, W.A.S.P., Aquiles está fichado há quase dez anos. Então, Aquiles Priester seguiu mesmo em frente sem depender do AngraVerso, o que é digno de louvor. Via: Rockbizz

Em menos de um ano, Angra anuncia fim do hiato e turnê especial
Notícias
24/03/2026

Em menos de um ano, Angra anuncia fim do hiato e turnê especial

Angra confirmou o fim de seu hiato, após 7 meses, e o retorno aos palcos com uma turnê especial dedicada ao álbum Holy Land, que completa 30 anos. A banda fez o anúncio por meio das redes sociais, destacando que, desde o início, a ideia nunca foi encerrar as atividades definitivamente, mas sim retornar no momento certo. O retorno marca também uma data simbólica, os 30 anos do disco Holy Land, lançado em 1996. No comunicado, o Angra destacou que revisitar esse trabalho vai além de tocar um álbum clássico ao vivo — trata-se de uma reconexão com as raízes criativas da banda e com a identidade construída ao longo da carreira. Leia o comunicado abaixo: “Hoje celebramos três décadas de um dos capítulos mais importantes da nossa história… e com isso anunciamos algo especial: o retorno do Angra aos palcos! Após um período de pausa, reflexão e reconexão com nossas origens, voltamos no segundo semestre para uma turnê dedicada a Holy Land. Um álbum que segue vivo nas músicas, nos palcos e em cada fã que fez parte dessa jornada. Mais do que revisitar um clássico, essa turnê será um reencontro com nossas raízes, com nossa essência e com todos vocês que caminham com a gente há tantos anos. A jornada continua. Nos vemos na estrada”. O Angra havia anunciado um hiato em agosto de 2025 após o fim da turnê de 20 anos do álbum Temple of Shadows. A decisão foi motivada pelo desgaste após anos de trabalho intenso e pela vontade dos membros de se dedicar a projetos pessoais. Segundo Rafael Bittencourt, o hiato duraria de 2 a 3 anos. Show no Bangers Open Air Angra anunciou um show no Bangers Open Air 2026 com a chamada formação Nova Era, marcando uma reunião histórica de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli com Edu Falaschi, Aquiles Priester e Kiko Loureiro. O show será dividido em três atos que celebram diferentes fases da história da banda. O primeiro ato contará com a formação atual, com Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa, Bruno Valverde e Alírio Netto, com a participação de Fábio Lione. No segundo ato, subirá ao palco a formação Rebirth. Já no terceiro e último ato, todos estarão juntos no palco em uma grande celebração do legado da banda, que em 2026 completa 35 anos. A banda também tem um side show no Espaço Unimed, dia 29 de abril, celebrando em grande estilo os 25 anos de Rebirth. O álbum redefiniu o destino da banda e marcou uma geração inteira de fãs do metal brasileiro e mundial. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Reunião do Angra: Rafael Bittencourt fala sobre Bangers Open Air, legado de Andre Matos e mais Via: WikiMetal

Esposa de Luis Mariutti rebate Jéssica Falchi em publicação contra o machismo
Notícias
24/03/2026

Esposa de Luis Mariutti rebate Jéssica Falchi em publicação contra o machismo

Em recente entrevista ao canal Amplifica, a guitarrista Jéssica Falchi (ex-Crypta) abordou um tema bem importante que é a sexualização na cena musical, em especial no mercado da guitarra. Ela pontuou que mulheres usando pouca roupa em seus vídeos estimula o pensamento machista nas pessoas. Jéssica ressaltou que o importante é o talento no instrumento e que não há a necessidade de se vestir de determinada forma para não ser rotulada como retrógada e ou menos feminina. A musicista, contudo, deixou claro que todo mundo tem o livre-arbítrio, portanto, age da forma que bem entende. No campo de comentários da publicação a coisa pegou fogo! Muitos internautas chancelaram a posição da guitarrista, mas teve gente que partiu para a crítica como foi o caso da esposa de Luis Mariutti, Fernanda Mariutti. Claramente não entendendo o ponto da artista, ela chamou a fala da guitarrista de “problemática” e deu a entender que Falchi se contradisse em sua explanação sobre o tema. Além disso, ela quis cutucar Falchi pelo fato de estar de barriga de fora e top em um de seus clipes. Jéssica Falchi, que é uma player de fato do mercado fonográfico, trouxe uma reflexão pertinente e teve o cuidado de não apontar dedo para ninguém em específico. E mais, a artista fez questão de salientar que todo mundo tem o livre-arbítrio. Confira a publicação e os seus desdobramentos logo abaixo: Via: Rockbizz

Lollapalooza Brasil divulga datas da edição de 2027 e venda de ingressos LollaLovers
Notícias
24/03/2026

Lollapalooza Brasil divulga datas da edição de 2027 e venda de ingressos LollaLovers

Em suas redes sociais, o perfil do Lollapalooza Brasil, divulgou as datas do festival para 2027. A atração, como de costume, continua no Autódromo de Interlagos, região da zona sul de São Paulo, e ocorrerá nos dias 19, 20 e 21 de março. As atrações do próximo evento não foram divulgadas, porém, a venda do LollaLovers já está disponível. A venda é exclusiva para clientes do banco Bradesco, e começa nesta terça-feira, 24, pelo site oficial da Ticketmaster. Os valores variam de R$ 912,00 (meia-entrada, disponível em 12x sem juros) a R$ 1.824 (inteira, sem desconto para entrada social). Pensado especialmente para os fãs mais apaixonados pelo Lollapalooza Brasil, a modalidade garante o Lolla Pass, ingresso válido para os três dias de festival, com o melhor preço e condições especiais como parcelamento em até 12 vezes sem juros, isenção da taxa de conveniência e entrada preferencial no Autódromo, além de outros benefícios voltados aos fãs do evento. O ingresso é pessoal, intransferível e limitado a um por CPF, oferecendo uma alternativa antecipada para quem não quer ficar de fora da próxima edição. A venda geral de ingressos será divulgada em breve. A edição de 2026 aconteceu no Autódromo de Interlagos nos dias 20, 21 e 22 e juntou um público total de 285 mil pessoas. Confira a resenha do Wikimetal para os shows de sexta-feira, 20, sábado, 21 e domingo, 22. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Deftones e Interpol são eleitos piores shows do Lollapalooza Brasil, segundo G1 Via: WikiMetal