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Hurricanes lança single acústico “Big Eyes”; ouça aqui
A banda de rock/ blues Hurricanes lançou, nesta sexta-feira, 12, seu mais novo single, “Big Eyes”. A música integrará o segundo álbum da banda brasileira, que será lançado ainda em 2024, e traz toda a suavidade do violão em uma bela música acústica. Sobre ela, o guitarrista e produtor Leo Mayer explica: “Ela foi escrita ainda no Rio Grande do Sul, dias antes da gente se mudar para São Paulo, e foi deixada na gaveta por um tempo”. A faixa surgiu após a finalização do álbum. Todas as músicas já estavam gravadas, mas o grupo achou que poderiam ter algo acústico, que remetesse ao folk, de influências como Nick Drake e o Led Zeppelin III (1970). “A princípio, a música começou sendo apenas violão e voz. Mas aos poucos, fomos adicionando um baixo, percussão, e violão dobro, e moldando ela. Ela ficou com um arranjo minimalista, que não perde a essência e a crueza dela.”, complementa Leo. Além desta, o Hurricanes também já lançou outra música do próximo trabalho, intitulada “Penny In My Pocket”. Para este registro, eles devem explorar novas sonoridades, mas sempre com o bom e velho rock n’ roll. Tanto o primeiro álbum, auto-intitulado, quanto o novo trabalho, fazem parte dos lançamentos do selo ForMusic Records. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney compartilha momento embaraçoso que o fez desistir da guitarra Via: WikiMetal

Slash divulga cover de Oh Well, do Fleetwood Mac, com participação de Chris Stapleton
Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, acaba de divulgar o cover de Oh Well, do Fleetwood Mac, com participação do cantor country Chris Stapleton. A faixa estará presente no novo álbum solo do músico, intitulado Orgy Of The Damned, que será lançado no dia 17 de maio pela Gibson Records. Produzido por Mike Clink, o disco contará com 12 covers de blues e vários vocalistas convidados, entre eles Billy F. Gibbons (ZZ Top), Iggy Pop, Paul Rodgers, Demi Lovato, Brian Johnson (AC/DC) e Chris Robinson (The Black Crowes). Já a banda que acompanha Slash inclui o baixista Johnny Griparic, o tecladista Teddy Andreadis, o baterista Michael Jerome e o vocalista/guitarrista Tash Neal. Ouça o cover de Oh Well abaixo: Tracklist de Orgy Of The Damned: 01. The Pusher (feat. Chris Robinson)02. Crossroads (feat. Gary Clark Jr.)03. Hoochie Coochie Man (feat. Billy Gibbons)04. Oh Well (feat. Chris Stapleton)05. Key To The Highway (feat. Dorothy)06. Awful Dream (feat. Iggy Pop)07. Born Under A Bad Sign (feat. Paul Rodgers)08. Papa Was A Rolling Stone (feat. Demi Lovato)09. Killing Floor (feat. Brian Johnson)10. Living For The City (feat. Tash Neal)11. Stormy Day (feat. Beth Hart)12. Metal Chestnut Via: Rockbizz

Anvil anuncia novo álbum e lança single “Feed Your Fantasy”
A banda de thrash metal Anvil anunciou o lançamento de seu vigésimo álbum, intitulado One And Only, previsto para o dia 28 de junho. O grupo já disponibilizou o primeiro single do vindouro trabalho, “Feed Your Fantasy”, que conta, também, com um videoclipe que pode ser assistido ao final desta notícia. Sobre o trabalho, o guitarrista e vocalista Steve “Lips” Kudlow explica que a banda está mais próxima a o que era antigamente: “Abandonamos todos os nossos aspectos mais modernos, especialmente a versão dos anos 1990 do Anvil. Sem tópicos sexuais e sem músicas thrash speed como as apresentadas em álbuns anteriores.” One And Only já está disponível em pré-venda no site da AFM Records. Anvil – One And Only 01. One And Only02. Feed Your Fantasy03. Fight For Your Rights04. Heartbroken05. Gold And Diamonds06. Dead Man Shoes07. Truth Is Dying08. Rocking The World09. Run Away10. World Of Fools11. Condemned Liberty12. Blind Rage LEIA TAMBÉM: Slash lança cover de “Oh Well”, do Fleetwood Mac, com Chris Stapleton Via: WikiMetal

Saxon: Steve Dawson pega 5 anos de prisão por abusar de criança
De acordo com o jornal britânico BBC News, o baixista original do Saxon, Stephen “Steve” Dawson, 72 anos, pegou 5 anos de prisão por abusar repetidamente de uma garotinha de seis anos, durante a década de 1990. A sentença de Steve saiu nesta quinta-feira, dia 11 de abril. O detetive do caso, Robert Heath, disse que Dawson “achava que tinha saído em impune ao cometer esses crimes horríveis contra uma vítima jovem e vulnerável há 30 anos”. O detetive ressaltou que não importa quanto tempo tenha passado, as vítimas devem denunciar as agressões às autoridades para que as medidas cabíveis sejam tomadas. Stephen Dawson: Saxon founder member jailed for child sex offences https://t.co/M96QJLCW3M — BBC News (UK) (@BBCNews) April 12, 2024 Saxon & Steve Dawson A parceria entre as partes durou alguns anos e rendeu álbuns como Saxon (1979), Wheels of Steel (1980), Strong Arm of the Law (1980), Denim and Leather (1981), Power & the Glory (1983), Crusader (1984) e Innocence Is No Excuse (1985). Por conta de desentendimentos e brigas com os companheiros de trabalho, Steve Dawson foi demitido do Saxon em 1985. Paul Johnson assumiu a vaga deixada por Stephen. Atendimento à Mulher O Ligue 180 é um serviço de utilidade pública essencial para o enfrentamento à violência contra a mulher. Além de receber denúncias de violações contra as mulheres, a central encaminha o conteúdo dos relatos aos órgãos competentes e monitora o andamento dos processos. O Ligue 180 funciona diariamente durante 24h, incluindo sábados, domingos e feriados. Portanto, na menor agressão ou suspeita de abuso, entre em contato para receber ajuda e esclarecimentos. Via: Rockbizz

Anthrax compartilha foto com Dan Lilker, baixista original da banda
Na última quinta-feira, 11, o Anthrax publicou uma foto com Dan Lilker, seu baixista original e membro fundador. O músico, que tocou no primeiro álbum da banda, Fistful Of Metal (1984), participará da turnê sul americana no lugar de Frank Bello, que terá de se ausentar. Na legenda da publicação, o grupo se demonstrou bastante empolgado com a reunião, dizendo que tinham ensaiado na Cidade do México, lugar em que o primeiro show do giro acontecerá. O Anthrax vem ao Brasil para uma performance única no Summer Breeze, que acontece de 26 a 28 de abril, no Memorial da América Latina. A performance do grupo é no último dia e os ingressos estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. View this post on Instagram A post shared by Anthrax (@anthrax) LEIA TEMBÉM: Dave Grohl se une a integrantes do Anthrax para gravar cover do Bad Brains Via: WikiMetal

KISS pode virar nome de rua em Nova York
De acordo com o site Ultimate Classic Rock, uma campanha está em andamento para que uma rua da cidade de Nova York, Estados Unidos, receba o nome da banda KISS. Autoridades locais anunciaram que uma reunião pública, marcada para o dia 17 de abril, discutirá a possibilidade de renomear a West 23rd Street e 8th Avenue como forma de homenagear o grupo. O local apareceu na capa do terceiro álbum de estúdio do KISS, Dressed to Kill, de 1975. Na foto – tirada por Bob Gruen – Paul Stanley, Gene Simmons, Peter Criss e Ace Frehley são vistos na esquina das ruas mencionadas acima usando ternos e suas maquiagens clássicas. Vale lembrar que o KISS fez seu derradeiro show no dia 02 de dezembro de 2023 no pomposo Madison Square Garden, em Nova York, Estados Unidos, e recentemente vendeu seu catálogo musical, nome, logotipo e direito de imagem por 300 milhões de dólares [cerca de um bilhão e meio de reais] para o grupo sueco Pophouse Entertainment. Via: Rockbizz

Slash lança cover de “Oh Well”, do Fleetwood Mac, com Chris Stapleton
Slash lançou uma versão cover de “Oh Well”, originalmente do Fleetwood Mac, single de seu próximo álbum de blues, Orgy Of The Damned. A faixa conta com os vocais de Chris Stapleton e os dois músicos fazem uma performance eletrizante, com excelentes solos. Em um comunicado, o guitarrista revelou que sabia que queria ter “Oh Well” no registro. “Foi também uma das músicas que eu estava tentando descobrir quem seria o vocalista certo para ela, e uma das ideias que tive foi Chris Stapleton, que é um dos cantores e compositores mais brilhantes da atualidade. Ele tem também uma voz tão corajosa e distinta, então liguei para ele e ele fez um trabalho incrível. Quer dizer, a voz dele é tão legal.” Este é o segundo single do próximo trabalho de Slash, que já lançou “Killing Floor”, com a participação de Brian Johnson, vocalista do AC/DC. Além dos dois já citados nomes, Demi Lovato, Dorothy, Paul Rodgers, Gary Clark Jr, Billy Gibbons, Chris Robinson, Beth Hart, Tash Neal e Iggy Pop também contribuíram em Orgy Of The Damned. Ouça “Oh Well”: LEIA TAMBÉM: Slash anuncia festival itinerante de blues Via: WikiMetal

Mark Knopfler lança seu novo álbum solo One Deep River
O novo álbum solo do ex-guitarrista/vocalista do Dire Straits, Mark Knopfler, intitulado One Deep River, acaba de ser lançado pela gravadora British Grove, via EMI. One Deep River traz um fluxo imparável de futuros clássicos de Knopfler, com suas habituais letras cultas e refinadas texturas de guitarra. As novas canções se baseiam em uma vida inteira de influências que cruzam gêneros como blues, folk e rock, entre outros, e, como de hábito, revelam seus encantos e sua profundidade com uma graça desapressada. O disco foi produzido por Knopfler e por seu fiel colaborador Guy Fletcher e gravado em seu estúdio de última geração, British Grove, em Londres. Ouça abaixo: A banda em One Deep River conta com Mark Knopfler nas guitarras, Jim Cox e Guy Fletcher nos teclados, Glenn Worf no baixo, Ian Thomas na bateria e Danny Cummings na percussão, Richard Bennett na guitarra e o recém-chegado Greg Leisz no pedal e na lap steel; Mike McGoldrick toca apito e gaitas de fole irlandesas e John McCusker toca violino. As irmãs Topolski, Emma e Tamsin, fazem os vocais de apoio. Todas as músicas são de autoria de Mark Knopfler. Mark Knopfler, cantor, letrista, produtor musical e compositor, é um dos músicos mais bem-sucedidos que o Reino Unido já produziu. E é frequentemente citado como um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Ganhou destaque nos anos 80 como líder do Dire Straits, que criou muitas das músicas emblemáticas da época. Knopfler desfez a banda em 1995 e começou a trilhar um novo caminho como artista solo. Nos anos seguintes, Knopfler lançou nove álbuns solo de rock sofisticado e ao mesmo tempo ligado em suas raízes, e continuou a fazer turnês pelo mundo com sua banda. Ao longo dos anos, Mark compôs música para vários filmes, incluindo Local Hero, Cal, A Princesa Prometida, Noites Violentas no Brooklyn e Mera Coincidência (Wag The Dog). Além disso, tocou e gravou com vários artistas, incluindo Bob Dylan, Van Morrison, Emmylou Harris, Tina Turner, Randy Newman e Chet Atkins. Knopfler foi condecorado como membro da OBE (Ordem do Império Britânico) em 1999 e recebeu o prestigioso prêmio Lifetime Achievement Award no Ivor Novello em 2012. Via: Rockbizz

Por que amamos as músicas que escutamos na adolescência?
Já se perguntou o por quê ainda amamos as músicas que escutamos na adolescência? Mesmo que o tempo tenha passado, elas continuam com um lugar especial no nosso coração e nas nossas playlists. Há uma explicação psicológica para esse fenômeno chamado nostalgia neural. E é o que a terapeuta e fotógrafa Nikki Roy discutiu recentemente em um reels no Instagram. View this post on Instagram A post shared by SIMS Foundation (@simsfoundation) A explicação científica Nikki explica no vídeo que os pesquisadores descobriram que as músicas que ouvimos durante a adolescência se ligam ao nosso cérebro de um jeito diferente de qualquer coisa que escutamos quando adultos. De acordo com a ciência, o córtex pré-frontal é a área responsável pela tomada de decisão, pensamento crítico, controle de emoções e resolução de problemas. Porém, ele só atinge o desenvolvimento completo aos 25 anos. Antes disso, o corpo utiliza as amígdalas cerebrais, que estão relacionadas ao processamento de emoções. Dessa forma, faz sentido que músicas, que geram emoções positivas em nós na adolescência, permaneçam com a gente. Além disso, os hormônios da puberdade podem tornar algumas experiências mais intensas, dentre elas, a de ouvir músicas e se conectar emocionalmente. A música é uma conexão com nós mesmos Daniel Levitin, autor do livro This Is Your Brain on Music: The Science of a Human Obsession, relaciona a música que ouvimos ao nosso senso de identidade. Para o escritor, o que ouvimos na juventude se torna uma maneira de pertencer a um determinado grupo social, já que muitas vezes descobrimos novas músicas e artistas por meio de amigos, indicações de pessoas ou veículos que admiramos ou conteúdos midiáticos que consumimos. Ao final do reel, Nikki Roy comenta que ouvir as músicas que você gostava quando adolescente é um ótimo mecanismo de conexão consigo mesmo, uma ação simples, que para ela, “nos faz sentir vivos novamente”. LEIA TAMBÉM: I Wanna Be Tour prova que nunca foi só uma fase, mãe Via: WikiMetal

Linkin Park disponibiliza “QWERTY” nas plataformas e lança coletânea
O Linkin Park lançou nesta sexta-feira, 12, a coletânea Papercuts (Singles Collection: 2000-2023). O trabalho conta com grandes hits da carreira da banda, além de algumas novidades. A primeira foi o single inédito lançado em fevereiro deste ano, “Friendly Fire”. A canção foi gravada durante as sessões do último álbum One More Light (2017). Chester Bennington, vocalista falecido da banda, gravou a música em 2016 e recentemente o restante da banda completou a canção. Outra novidade é a pesada “QWERTY” que chega às plataformas de streaming pela primeira vez. Uma das mais pesadas músicas da banda, o single é a preferida de muitos fãs e veio acompanhada de um visualizer que você pode assistir logo abaixo. “QWERTY” surgiu pela primeira vez em meados dos anos 2000, enquanto a banda trabalhava Minutes to Midnight com o produtor Rick Rubin. Eles estrearam a música em um festival japonês, antes de lançar uma versão de estúdio que apareceu como faixa extra em lançamentos anteriores de EP. Confira “QWERTY” e Papercuts (Singles Collection: 2000-2023) logo abaixo. LEIA TAMBÉM: Jay Gordon diz “não saber nada” após comentar que Linkin Park teria uma mulher como nova vocalista Via: WikiMetal

Black Sabbath: Saboreie a performance ao vivo de Tomorrow’s Dream
O Black Sabbath lançou o álbum/DVD The End em celebração ao seu derradeiro show, que aconteceu em sua cidade natal, Birmingham, Inglaterra, no dia 4 de fevereiro de 2017. O trabalho inclui material bônus especial em que mostra o conjunto tocando algumas canções que não foram apresentadas na turnê. Esse material especial, que foi gravado no Angelic Studios, conta com as seguintes músicas: The Wizard, Wicked World, Sweet Leaf, Tomorrow’s Dream e Changes. No player abaixo, você pode saborear a performance ao vivo de Tomorrow’s Dream registrada no Angelic Studios. É importante recordar que o repertório de The End foi recheado com sons como Fairies Wear Boots, Into the Void, Snowblind, War Pigs, Iron Man, Children of the Grave e Paranoid, ou seja, canções que ajudaram a moldar o heavy metal e passaram no implacável teste do tempo. Via: Rockbizz

Por que o álbum Van Halen III apresentava Eddie na bateria em vez de Alex
O álbum Van Halen III, de 1998, foi o único trabalho do Van Halen a contar com Gary Cherone nos vocais e foi também o primeiro fracasso comercial da banda. Mike Post, que é mais conhecido por compor temas de séries e programas de TV, concordou em trabalhar no disco para ajudar seu amigo Eddie a manter sua sobriedade. “Eu sabia que o disco não era muito bom”, Mike admitiu durante entrevista recente para o podcast Hustle. “Eu sabia que o disco era meio ruim. Mas era do jeito que Ed queria”. Post explicou que o baterista Alex Van Halen estava passando por um divórcio complicado e uma batalha contra o abuso de álcool que o impediu de seguir seus padrões habituais. “Foi um dos piores períodos de sua vida, e ele bebia muito… E ele simplesmente não era Alex. Ele não estava tocando como Alex”. O guitarrista Eddie Van Halen então decidiu que o melhor plano seria ele assumir a bateria, para que Alex pudesse se concentrar em sua saúde e resolver seu divórcio, e pediu a Post que transmitisse essa difícil mensagem a seu irmão. O compositor atendeu o pedido de seu amigo e, após alguns momentos de tensão durante a conversa, Alex concordou em se afastar da gravação de Van Halen III. Felizmente, o baterista conseguiu resolver seus problemas pessoais a tempo de se juntar ao grupo para a turnê de divulgação do álbum. “Não demorou muito, demorou quatro, cinco ou seis meses, e ele foi ótimo”, lembrou Post. “Eles começaram a ensaiar e, meu Deus, Alex soava como Alex e foi ótimo demais. Duas vezes melhor do que Ed no disco”. Ouça a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

“Tenho alguns arrependimentos; erros fazem parte da vida”, diz Jon Bon Jovi
Jon Bon Jovi é um nome mais do que celebrado dentro e fora do hard rock. Com mais quarenta anos de carreira, o cantor viu muita coisa se tornar moda na cena musical e desaparecer da noite para o dia, no entanto, ele, apesar das turbulências mercadológicas, vingou como uma grande potência do hard rock. Em conversa com o site Entertainment Tonight, Jon disse que tem alguns arrependimentos e que os erros fazem parte da vida. “Eu tenho alguns arrependimentos”, garantiu o artista norte-americano. “Os erros fazem parte da vida e da jornada”, explicou Jon sem apresentar mais detalhes em sua fala. Já o bate-papo completo pode ser conferido aqui. E por falar em Jon, a banda Bon Jovi irá lançar seu décimo sexto álbum de estúdio, intitulado Forever, no dia 07 de junho via EMI. O trabalho estará disponível nos seguintes formatos: vinil colorido, vinil preto, CD, cassete e edição limitada autografada. Via: Rockbizz

Jethro Tull anuncia nova edição do álbum ao vivo Bursting Out
O Jethro Tull acaba de anunciar uma nova edição de seu clássico álbum ao vivo Bursting Out, de 1978. Intitulado Bursting Out: The Inflated Edition, a reedição inclui um livreto de 96 páginas com fotos, uma entrevista com o vocalista Ian Anderson sobre o making of de Bursting Out, informações da turnê e trechos dos membros da equipe Kenny Wylie e David Morris. O trabalho será lançado pela Rhino Records no dia 21 de junho em um conjunto de seis discos composto por três CDs e três DVDs. Pré-venda aqui. “Uma extravagância ao vivo do Jethro Tull dos anos 70, foi gravado durante várias noites em locais diferentes em um gravador portátil de 8 pistas e transferido para multipista de duas polegadas quando cheguei em casa após as turnês”, comentou Ian Anderson. “Tive que ouvir muitos shows e escolher as melhores versões ao vivo”, ele acrescentou. “Mas grande parte foi, pelo menos, do show em Berna, na Suíça, onde o querido Claude Nobs veio apresentar a banda em seu estilo inimitável. Também faz parte desta coleção de box set o show ao vivo no Madison Square Gardens, gravado alguns meses depois e exibido ao vivo pela BBC TV no Reino Unido”. Via: Rockbizz

Jon Bon Jovi sobre voltar a cantar após cirurgia: ‘Está nas mãos de Deus”
O ator e cantor Jon Bon Jovi, 62 anos, concedeu uma entrevista ao site Entertainment Tonight e falou sobre os problemas que enfrentou nas cordas vocais, o que o obrigou a passar por uma cirurgia em 2022. De maneira muito honesta, Jon disse: “Dia após dia, estou trabalhando duro para melhorar. Nada mais importa até que eu trabalhe para melhorar. Neste momento está nas mãos de Deus. Fiz tudo o que pude”. O cantor completou: “Não vou comprometer quem somos como banda ao vivo, porque gostaria de pensar que somos uma banda muito boa. Eu cantei no novo disco. Fiz MusiCares [evento beneficente] e mandei bem. Quando acordei depois daquela noite, foi a primeira vez em uma década que a única voz na minha cabeça era a minha – o medo não estava lá , a dúvida não existia – e [minha esposa] Dorothea mandou uma mensagem para as crianças e disse: ‘ele está de volta’”. A matéria completa pode ser lida neste link. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story A série documental de quatro episódios sobre a banda Bon Jovi tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story foi dirigido e produzido por Gotham Chopra, vencedor de vários prêmios Emmy. O filme também tem produção executiva de Giselle Parets e Ameeth Sankaran para ROS, e é produzido e editado por Alex Trudeau Viriato, que desempenhou um papel crítico e criativo na formação da série. Forever O Bon Jovi irá lançar seu décimo sexto álbum de estúdio, intitulado Forever, no dia 07 de junho via EMI. O trabalho estará disponível nos seguintes formatos: vinil colorido, vinil preto, CD, cassete e edição limitada autografada. Via: Rockbizz

Caso resolvido: Jerry Cantrell recupera guitarra que chegou a ser considerada roubada
Horas depois de anunciar nas redes sociais que sua guitarra G&L Rampage de 1984 havia sido roubada, Jerry Cantrell publicou um vídeo explicando que o instrumento acabou de ser recuperado. O guitarrista do Alice In Chains disse: “Encontramos a maldita coisa. Deus, que alívio. Foi perdida no fim de semana entre as sessões de fotos e o estúdio. Estou trabalhando em um disco agora, e eu realmente pensei que a guitarra tinha desaparecido. Então, felizmente, ela estava no lugar errado”. Cantrell agradeceu o apoio de todos e relembrou: “Já passei por uma situação de guitarra roubada antes com uma EVH e levei 18 anos para recuperá-la”. E acrescentou: “Então, acho que o destaque aqui é o quão importante essa guitarra é não apenas para mim, mas para todos. E isso me faz sentir muito especial por ter tantas pessoas ótimas em minha vida e tantas pessoas que se importam. Estou tão feliz. Foi extraviada. Espero que tenham entendido minha preocupação”. Confira o vídeo abaixo: Via: Rockbizz

Dave Mustaine recebe ligação de irmã está no leito de morte
Dave Mustaine está na América Latina divulgando a Crush The World Tour, e o músico recebeu uma surpresa nesta quarta, 10, que foi uma ligação de sua irmã mais velha, Suzanne, que sofre de Parkinson e demência e está no leito de morte. O contato ganhou contornos ainda mais especiais, pois foi feito no dia de National Siblings Day, data conhecida como o Dia dos Irmãos, nos Estados Unidos. Peles redes sociais, Dave Mustaine falou sobre a irmã e refletiu sobre a ligação que recebeu de Suzanne. “Compartilhando algumas palavras sobre família, em homenagem ao National Siblings Day. A vida é muito curta para não nos aproximarmos daqueles que amamos”, escreveu o músico. O líder do Megadeth continuou: “Acabei de receber uma chocante vídeo chamada pelo FaceTime de minha irmã Suzanne. Infelizmente, ela vai partir deste mundo nos próximos dias, pois está nas garras do Parkinson e da demência, e está começando a ter seus órgãos falhando. Isso já foi difícil o suficiente, mas o fato de não termos nos falado há uns 20 anos, provavelmente, é ainda pior. Imagine minha surpresa ao receber uma chamada de vídeo do FaceTime dela hoje. Mesmo que ela não consiga mais falar, eu sabia que era ela. Eu fiquei lhe dizendo o quanto a amo, e eu sei que em breve ela estará se libertando deste corpo e seu espírito estará livre. Muito bizarro o Dia Nacional dos Irmãos ser o dia em que falo com minha irmã, pessoa com quem não falo há muito tempo, e no estado em que ela está vivendo, atualmente. Mesmo que ela não quisesse saber de mim quando éramos mais jovens, porque ela era Testemunha de Jeová, eu continuei tentando e imagine como estou feliz por ter recebido sua ligação hoje”. Sharing some words about family. In honor of #NationalSiblingsDay. Life’s too short not to reach out to loved ones. pic.twitter.com/U9JtRDBr6z — Dave Mustaine (@DaveMustaine) April 11, 2024 Além de Suzanne, o músico possui mais duas irmãs: Debby e Michelle – esta última faleceu em 2020. Dave é o caçula da família Mustaine. Via: Rockbizz

Em novo single do Architects, “Curse”, o paraíso é uma ilusão
Architects lançou um novo single, “Curse”, na última terça-feira, 09. A faixa, que já está disponível nas plataformas de streamings, foi produzida por Jordan Fish, ex-tecladista do Bring Me The Horizon. Com uma letra cheia de angústia, desilusão e arrependimento, “Curse” traz reflexões sobre escolhas que parecem boas no momento, mas depois se mostram uma maldição. A faixa vem depois de quatro meses do lançamento do single “Seeing Red”, e as canções provavelmente vão fazer parte de um próximo álbum da banda, cujo último disco foi The Classic Symptoms Of A Broken Spirit, de 2022. Ouça “Curse”: Turnê pela América do Norte Além das novas músicas, Architects confirmou uma turnê pelo Canadá e Estados Unidos no mês de maio de 2024, sendo o último show no festival Sonic Temple. A primeira parte da turnê contará com shows de abertura de Of Mice & Men e While She Sleeps. Depois de uma pausa, a banda volta a fazer shows pelos EUA em setembro e outubro, com atos de abertura de We Came as Roman e Brutus, fechando novamente em um festival, nesse caso, no Aftershock. LEIA TAMBÉM: Menino de 5 anos arrebenta na bateria tocando Architects, Ghost, Halestorm e mais Via: WikiMetal

Green Day faz apresentação com letras originais de “Basket Case”
O Green Day se apresentou com a lendária faixa “Basket Case” do terceiro LP de estúdio, Dookie (1994, Reprise Records), em que os membros trouxeram as letras das antigas demos para animar o público, juntamente com “Bobby Sox”, do recente álbum Saviors (2024, Reprise Records). A apresentação aconteceu no iHeartRadio Music Awards 2024 na segunda-feira, 01, em Los Angeles, com apresentação de Avril Lavigne, anunciando o Green Day e entregando o prêmio The Landmark Award. Anteriormente, Billie Joe Armstrong afirmou sentir vergonha dos primeiros versos de “Basket Case” (via NME): “A verdadeira confissão é que eu usava metanfetamina quando escrevi a letra. E eu pensei que estava escrevendo a melhor música de todos os tempos… Como você sabe, com as drogas, o efeito passa. E então, senti como se tivesse escrito a pior música de todas.” “Achei que a letra era embaraçosamente ruim. Eu já tinha algumas músicas que escrevi sob o efeito de drogas, mas essa foi a mais lamentável que senti depois.” LEIA TAMBÉM: Green Day: “Basket Case” faz história e entra para o Clube do Bilhão do Spotify Via: WikiMetal

Integrantes do Nickelback se arrependem de brigas com outras bandas: “Foi estúpido”
Não é só na casa de vizinho e no jogo de futebol de várzea que rola um pega pra capar; o cena rock e metal já deu muito pano para manga neste sentido. Uma das contendas mais famosas foi entre o pessoal do Nickelback e Stone Sour, com farpas, xingamentos e desafios voando para os dois lados da cerca. Agora, de acordo com o guitarrista e o baixista do Nickelback, Ryan Peake e Mike Kroeger, respectivamente, a coisa toda mudou de figura, a vibe é mais voltada para a paz e o amor. Os músicos também destacaram que se arrependem das brigas com outras bandas – via Rig Biz Podcast. “Não temos mais nenhuma rixa ou treta com quem quer que seja”, disse Ryan. “Mas você já viu dois vocalistas juntos? É como uma briga de galos”, comparou o músico. Mike acrescentou: “Coisas lamentáveis foram ditas por todos os lados e todo mundo pareceu muito estúpido na história”. “As coisas ficam meio atribuladas, às vezes”, concluiu Kroeger. Eis a entrevista completa neste player: Hate To Love: Nickelback E por falar na banda canadense, a Trafalgar Releasing, Gimme Sugar Productions e Submarine Entertainment exibiu nos cinemas o famoso documentário Hate To Love: Nickelback. O filme, que estreou em setembro passado no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), conta a história da banda desde seu início em Hanna Alberta, Canadá, até seu explosivo sucesso global em 2001, passando pelos altos e baixos que se seguiram. Dirigido por Leigh Brooks e produzido por Ben Jones, o doc celebra a lealdade dos fãs e expõe o impacto pessoal que teve em cada um dos membros da banda. O filme também revela a decisão do grupo de retornar as atividades, após um intervalo de cinco anos, com um novo disco de estúdio e uma turnê esgotada de enorme sucesso. Via: Rockbizz

Megadeth: Dave Mustaine exibe barriga tanquinho em performance de Holy Wars no Chile
O big four Megadeth está na América Latina apresentando o poderio sonoro da Crush The World Tour. Nesta última terça, 9, o grupo tocou na Movistar Arena em Santiago, Chile. No player abaixo, você poderá assistir Dave Mustaine exibindo sua barriga tanquinho em performance de Holy Wars. Outros vídeos da apresentação podem ser curtidos nestes outros tocadores: A perna latino-americana da Crush The World Tour ainda contará com os seguintes shows: – 11 de abril – Jockey Club, Assunção, Paraguai– 13 de abril – Movistar Arena – Buenos Aires, Argentina– 14 de abril – Movistar Arena – Buenos Aires, Argentina– 16 de abril – Movistar Arena – Buenos Aires, Argentina– 18 de abril – Espaço Unimed – São Paulo, Brasil– 21 de abril – Movistar Arena – Bogotá, Colômbia– 22 de abril – Movistar Arena – Bogotá, Colômbia– 25 de abril – Arena Ciudad Mexico – México DF, México– 27 de abril – Monterrey, México Para mais informações sobre os shows, acesse este link. Via: Rockbizz

Rouxinóis do rock e metal? 7 vocalistas superestimados que quase todo mundo ama
O engodo e a conversa fiada acabaram, mesmo que isto custe a ira dos fãs puristas e ortodoxos, bem como o levante infantil e ingênuo de seus corações partidos por terem seus ídolos, objetos de suas mais profundas venerações, bajulações e puxa-saquismos, analisados e criticados por este que vos escreve. Alguns vocalistas são definitivamente consagrados na cena rock n’ roll e heavy metal, outros ainda têm muita luta pela frente para provar verdadeiramente uma possível posição de vanguarda no mercado musical, contudo, há certos nomes que prometem muito e entregam pouco ao vivo – em algumas vezes em estúdio, também. Indiscutivelmente, em época de vacas magras, é comum chamar urubu de meu louro, e se contentar com o medíocre e tachar fulano ou beltrano de genial. Porém, em análises frias e cartesianas, sem os fatores e apelos emocionais, muitos cantores que são amados pelo público deixam a desejar, e muito, em cima do palco. Muitos soam inconstantes, sem potência, desafinados, fora de conexão com o próprio ofício e deslumbrados por uma reputação imaculada que só existem em suas cabeças. Rouxinóis do rock e metal? Jamais! Aqui vai a nossa lista de 7 vocalistas superestimados que quase todo mundo ama, mas que rateiam mais que carro de motor mil cilindradas subindo serra. James LaBrie – Dream Theater Poucas coisas soam mais chorosas e enjoativas do que o timbre vocal do canadense! Em uma pegada gralha nervosa, James derrete a paciência e a capacidade auditiva de qualquer ser humano com gritos mais catastróficos do que o choro da personagem Chiquinha, do seriado Chaves. Quando tenta trazer algum ar dinâmico a sua performance, fica atolado em sussurros inexpressivos e frases incapazes de trazer algum tipo de emoção mais profunda. Glenn Hughes – ex-Deep Purple e ex-diversas outras bandas Considerado por muitos como a voz do rock, Glenn coloca tudo a perder com gritos, muitos gritos! Se o objetivo for assistir uma pessoa gritar, é mais fácil e barato ficar em casa e prestigiar seu sobrinho ou filho desempenhar tal trabalho. Terminar cada verso ou frase com berros em tons estratosféricos oferece uma dinâmica cansativa aos seus shows. Em meia hora de apresentação, é comum surgir aquela olhada no relógio, a vontade que o espetáculo acabe logo e a torcida para que você consiga encontrar uma churrascaria aberta para saciar a fome e sanear as emoções. Vince Neil – Mötley Crüe Se Vince acredita seriamente que sabe – ou soube – cantar, ele deve processar a cigana que o enganou, imediatamente. Em um paralelo com o segmento pop, Neil é a Madonna do hard rock, visto que precisou apelar para subterfúgios e polêmicas de cunho sexuais para ter notoriedade. Dos anos 80 até os dias de hoje, ver uma apresentação de Neil é uma tarefa insalubre; se a canção está indo para o norte, ele faz questão de correr para o sul. É um salve-se quem puder e os ouvidos alheios que contabilizem os prejuízos. Um adendo! Nos bastidores, a coisa consegue piorar ainda mais, pois Vince se mostra preso nos mitos e estereótipos da Sunset Boulevard dos anos 80. Lamentável! Mick Jagger – The Rolling Stones Muitas caras e bocas e um endeusamento pouco justificável! Para quem construiu uma carreira sob a tutela do blues rock, a voz de Jagger é mais insossa do que sopinha servida em casas de repouso para idosos. Em alguns momentos, o produto oferecido no palco chega a descambar para a recitação das letras das canções, já que a ação de cantar passou milhas de distância dali. O embuste é arrematado com uma performance caricata e digna dos mais pitorescos predicados. Sendo assim, ficar em casa secando um barril de cerveja e assistindo campeonato da série C é mais indicado do que presenciar o freakshow de Jagger. Dave Grohl – Foo Fighters É comum vermos em séries televisivas e filmes uns indivíduos que precisam andar sobre uma listra para provar que não estão bêbados. O resultado é quase sempre desfavorável ao pessoal que tomou umas e outras. A performance de Dave Grohl pode ser comparada a tal analogia! A afinação é a citada listra e a voz do músico o bêbado. E como é difícil a “bendita” voz do cara não semitonar e ele não tentar disfarçar com gritos e pulinhos. Infelizmente, isto é recorrente em suas apresentações e deixa uma sensação de desdém pelo público que pagou caríssimo para vê-lo ao vivo. Fábio Lione – Angra O italiano é outro que cisma resolver todas as frases e versos da mesma forma: tons alto – pelo menos para seu padrão e dinâmica vocal – e um enjoativo vibrato, além disso, sua voz carece de personalidade, soa insossa e aguada, e sua capacidade de interpretação está aquém do requerido para o power/prog metal. Jon Bon Jovi – Bon Jovi Não é de hoje que as performances de Jon têm batido na trave! Desde o começo dos anos 90, quando pintou por cá no festival Hollywood Rock, o galã do hard rock já mostrava cansaço na voz e uma dependência no poderio vocal de seus parceiros. Com o passar do tempo, os problemas ficaram ainda dramáticos e botar os pés em um show do cantor se revela cada vez mais como uma via-crúcis. Via: Rockbizz

Entrevista Jeff Scott Soto: vocalista comenta sobre turnê com o Angra e futuro
Jeff Scott Soto é um nome popular e consagrado dentro da cena de rock e metal há muitos anos. Ele é vocalista de uma série de projetos, incluindo desde a participação na banda do lendário guitarrista Yngwie Malmsteen até o projeto de metal progressivo Sons Of Apollo, que reúne diversos músicos famosos, como o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal e o guitarrista Billy Sheehan. Soto é uma das atrações confirmadas para a segunda edição do Summer Breeze Brasil, que acontece nos dias 26, 27 e 28 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O vocalista se apresenta no segundo dia de festival, ao lado de Within Temptation, Hammerfall, Epica e outros diversos artistas. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o músico falou sobre o projeto mais desafiador de sua carreira, sua participação no Summer Breeze, seu período no Journey e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Você esteve em muitos projetos e tocou com pessoas diferentes ao longo de sua carreira. Olhando para trás, para tudo que você fez, qual foi o mais desafiador? Jeff Scott Soto: Os mais desafiadores foram aqueles que não duraram tanto quanto eu queria, tantas pessoas me veem fazendo tantas coisas na minha vida mas isso não é por escolha, muitas são pelas circunstâncias e nada me deixa mais triste do que colocar tanto tempo e esforço em algo que não sobrevive. WM: Talisman lançou “Save Our Love”, uma música incrível, com um refrão cativante que está na minha cabeça desde o seu lançamento. Você poderia falar sobre isso? JS: As duas músicas recentes do Talisman foram escritas com a ideia de homenagear Marcel [Jacob] (baixista do Talisman), ambas as letras, “Save Our Love” e “Never Die” foram minhas cartas pessoais para ele por trazer tanta alegria à minha vida tanto musicalmente quanto pessoalmente. Sinto muita falta dele… WM: O Angra anunciou uma turnê com você e já tem algumas datas confirmadas. Você poderia nos dar mais detalhes e talvez alguns spoilers? JS: Estou fazendo um set acústico de 30 minutos contendo muitas músicas que as pessoas conhecem das últimas décadas e o plano é eu vou fazer algumas músicas com eles, mas não posso dizer o que ainda haha, precisamos de surpresas na vida! WM: Qual você diria que foi a melhor parte do trabalho durante seu tempo no Journey? JS: Que passei a maior parte da minha vida cantando essas músicas no chuveiro, no carro, com os amigos nas festas… depois pude cantá-las COM aquela banda PARA o público deles! Foi um momento ótimo, mas também estressante porque 1, não é fácil cantar essas músicas do jeito que as pessoas esperam ouvi-las e 2, Steve Perry ainda está vivo e as pessoas preferem ouvi-lo do que eu haha. WM: Você é o novo vocalista do Art of Anarchy e lançou recentemente “Let There Be Anarchy”, seu primeiro álbum com a banda. Quais são os próximos passos? JS: Começamos nossa turnê hoje à noite, que é curta, mas estamos apenas sentindo a nova formação, como o álbum já foi lançado, esperamos que as pessoas aceitem e queiram ver mais de nós na turnê. Eu amo as músicas e a vibe que capturamos nelas. WM: O que os fãs podem esperar da sua apresentação no Summer Breeze Brasil? Algumas surpresas no setlist ou planos de talvez fazer algo com Mr.Big, já que você já tocou com Billy Sheehan e Eric Martin? JS: Infelizmente não, Mr.Big toca um dia antes de mim e não acho que eles estarão lá quando eu tocar, mas sei que [Dino] Jelusick estará… e Dino é um dos meus melhores amigos… vou ver o que posso fazer haha. LEIA TAMBÉM: David Ellefson e Jeff Scott Soto estão planejando algo juntos novamente Via: WikiMetal

Bruce Dickinson fará um show intimista nesta sexta-feira, 12 de abril
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, anunciou através do Instagram que fará um show íntimo e secreto nesta sexta-feira, 12 de abril. A apresentação acontecerá no lendário Whiskey A Go Go em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, que possui capacidade para apenas 500 pessoas. Dickinson disse em sua publicação (via Loudersound): “Oh meu Deus, aqui estamos nós ensaiando com a House Band Of Hell, que é na verdade a que estará no Whiskey A Go Go em Los Angeles na sexta-feira. O show secreto, não é mais secreto”. E continuou: “10 horas da manhã de sexta-feira, os ingressos estarão à venda. E quando você aparece na bilheteria, nunca sabe quem poderá encontrar. Mas de qualquer forma, não importa. Então, estaremos lá”. O cantor acrescentou que ele e seus companheiros de banda “estão absolutamente entusiasmados com esse show” e brincou: “Tenho tentado acalmá-los. Sinceramente, é como ter um monte de animais estranhos com tesão”. O show no Whiskey A Go Go será o primeiro da turnê mundial de Bruce Dickinson em divulgação do seu novo álbum solo, intitulado The Mandrake Project, lançado em março pela BMG. Via: Rockbizz