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Avenged Sevenfold vai proibir a transmissão do show no Rock in Rio?
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29/05/2024

Avenged Sevenfold vai proibir a transmissão do show no Rock in Rio?

O Avenged Sevenfold é uma das atrações confirmadas no Rock in Rio 2024. Além do festival brasileiro, possuem apresentações marcadas para os próximos meses em eventos como o Rock am Ring, na Alemanha e o Hellfest, na França. É comum que festivais como esses realizem transmissões ao vivo das atrações, mas é possível que isso não aconteça com a banda liderada por M. Shadows. De acordo com uma publicação do fã-clube Avenged Sevenfold Legendado no Discord, o vocalista revelou que a banda tem evitado ao máximo permitir que os festivais transmitam suas apresentações. “A razão pela qual estamos tentando evitar que os festivais transmitam nossos shows é porque quase todas as bandas usam faixas pré-gravadas (para reproduzir instrumentos ou vocais), exceto algumas. E quando finalmente você ouve uma banda tocando e cantando de verdade, todos se perguntam: ‘Por que isso soa tão mal?’”, escreveu M. Shadows. Ele apontou para a possibilidade do Avenged Sevenfold ser injustamente comparado à essas bandas que utilizam faixas já gravadas. “Imagine que três bandas se apresentam, tudo está em faixas pré-gravadas e todos nos comentários falam sobre como aquilo soa incrível. Eles estão literalmente entregando uma pré-mixagem para a transmissão. E, então, uma banda se apresenta ao vivo e a mixagem está desorganizada porque o cara não conhece suas músicas ou não conhece o que está sendo tocado. Acrescente a isso o fato de eles estarem realmente correndo pelo palco cantando e tocando, isso tem potencial (nem sempre) para ser menos do que ideal”. Ele conclui: “Por que se colocar nessa situação? Tudo isso é apenas para gerar receita extra para o festival de qualquer forma. Não faz sentido na minha opinião”. Avenged Sevenfold no Rock in Rio Não é possível ter certeza se a apresentação do Avenged Sevenfold no Rock in Rio 2024 será ou não transmitida. Porém, ao menos temos a confirmação de que a banda estará de volta ao solo brasileiro após uma década. Atração principal do “Dia do Rock”, o grupo divide o dia 15 de setembro com grandes nomes do rock’n’roll, como Evanescence, Journey, Deep Purple e Incubus. LEIA TAMBÉM: Rock in Rio anuncia Dia do Rock com Avenged Sevenfold, Journey, Evanescence e mais Via: WikiMetal

Nick Cave & The Bad Seeds lança “Frogs”, novo single do álbum ‘Wild God’
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29/05/2024

Nick Cave & The Bad Seeds lança “Frogs”, novo single do álbum ‘Wild God’

Nick Cave & The Bad Seeds retornam com seu novo álbum em 30 de agosto, Wild God. Hoje, eles lançam “Frogs”, a segunda faixa do 18º álbum de estúdio da banda. A jornada para criar Wild God começou com a épica e envolvente “Frogs”. As primeiras linhas que Cave escreveu para o álbum são poderosamente evocativas, referenciando o primeiro assassinato na Bíblia, o homicídio de Abel por Caim. Ele escreveu: “Inaugurando a semana, ele se ajoelhou e esmagou a cabeça do irmão com um osso/É meu grande privilégio acompanhá-lo até em casa.” Este forte par de versos se tornou a abertura da música e definiu o tom para os temas que se seguiram. Ao longo de dez faixas, a banda transita entre a convenção e a experimentação, fazendo curvas inesperadas e desvios que intensificam as ricas emoções nas narrativas comoventes de Cave. É o som de um grupo fortalecido pela reconexão e alçando voo. Há momentos que remetem carinhosamente ao passado dos Bad Seeds, mas eles são fugazes e servem apenas para impulsionar o movimento incessante e inquieto da banda para frente. Produzido por Cave e Warren Ellis, e mixado por David Fridmann, Cave começou a escrever o álbum no Ano Novo de 2023. Com sessões no Miraval, em Provence, e no Soundtree, em Londres, os Bad Seeds adicionaram sua alquimia única, com performances adicionais de Colin Greenwood (baixo) e Luis Almau (violão de cordas de nylon, guitarra acústica). ‘Wild God’ será lançado pela Bad Seed em parceria com a Play It Again Sam em plataformas de streaming, CD, e vinil padrão e edição limitada. Ouça “Frogs”: Nick Cave & The Bad Seeds: Wild God1. Song of the Lake2. Wild God3. Frogs4. Joy5. Final Rescue Attempt6. Conversion7. Cinnamon Horses8. Long Dark Night9. O Wow O Wow (How Wonderful She Is)10. As the Waters Cover the Sea Via: WikiMetal

Tony Iommi afirma que há uma versão de “Evil Eye” do Black Sabbath com Eddie Van Halen
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29/05/2024

Tony Iommi afirma que há uma versão de “Evil Eye” do Black Sabbath com Eddie Van Halen

Tony Iommi, membro fundador do Black Sabbath, fez declarações recentes em conversa ao Trunk Nation da SiriusXM sobre uma versão da música “Evil Eye”, do álbum Cross Purposes de 1994, gravada com Eddie Van Halen. O guitarrista também falou sobre se reunir com os membros originais da banda incluindo Ozzy Osbourne. Em 1993, segundo Iommi, Eddie participou de um ensaio do Black Sabbath em Birmingham, Inglaterra. Na ocasião, o guitarrista tocou um solo na música “Evil Eye” e a gravação foi registrada. Tony ressalta que a fita não será lançada oficialmente, por se tratar de um momento especial entre amigos. “Pegamos uma guitarra do Eddie e o levamos para onde estávamos ensaiando. Começamos a tocar algumas coisas do Sabbath. Então começamos a tocar, e eu disse: ‘Estamos escrevendo outra música no momento, ‘Evil Eye’.’ E começamos a tocá-la, e ele se juntou e basicamente tocou o solo durante o ensaio, o que foi ótimo, quero dizer, um solo muito, muito bom.” “Nós temos uma fita disso, mas obviamente, não íamos nos aproveitar, tipo, ah, vamos lançar isso porque, afinal foi apenas uma ocasião especial que tocamos juntos.” Confira o trecho de Tony Iommi falando sobre a gravação no link a baixo: Reunião ainda é possibilidade Iommi também comentou a possibilidade de uma reunião do Black Sabbath com Ozzy Osbourne e os membros originais. Apesar de já terem discutido a ideia, ainda não há nada concreto. “Como eu disse, continuamos indo e vindo. É realmente uma coisa engraçada. Quero dizer, Deus, teremos 90 anos quando fizermos isso.” “Seria uma boa ideia, mas você sabe, você vai fazer todo mundo pensar: ‘Oh, eles estão fazendo isso por dinheiro’. E bem, não seria. Quero dizer, seria algo legal de se fazer, e se isso acontecer será outra coisa. Mas veremos.” LEIA TAMBÉM: Tony Iommi e Brian May tocam “Paranoid”, do Black Sabbath Via: WikiMetal

Bruce Dickinson: confira as fotos da festa de seu casamento
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29/05/2024

Bruce Dickinson: confira as fotos da festa de seu casamento

As fotos da festa de casamento de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, foram divulgadas na última semana. Em novembro de 2023, o músico se casou com Leana Dolci, mas a festa aconteceu no mês de maio deste ano, na França. Rumores sobre um possível novo álbum da Donzela circundaram a internet após alguns membros da banda serem vistos no país. Confira abaixo os registros: View this post on Instagram A post shared by IRON MAIDEN BRASIL (@ironmaiden.brasil) LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson recorda como quis liderar o Iron Maiden desde a primeira vista Via: WikiMetal

Corey Taylor lança álbum novo ‘CMF2B… Or Not 2B’; ouça aqui
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29/05/2024

Corey Taylor lança álbum novo ‘CMF2B… Or Not 2B’; ouça aqui

Corey Taylor, frontman do Slipknot, lançou um álbum solo, intitulado CMF2B… Or Not 2B, com músicas cover. O registro foi lançado no dia 17 de maio e traz versões de músicas de artistas clássicos como Judas Priest, Led Zeppelin e Ozzy Osbourne. Com quarenta e cinco minutos de duração e doze músicas, o trabalho segue seu anterior CMF2, lançado em 2023, e traz também b-sides das sessões dele. No início de 2024, Taylor estava realizando uma turnê de promoção do álbum, que foi paralisada por questões de saúde do músico. Recentemente, o vocalista participou da música “Leviathan”, que está presente no novo álbum do compositor Bear McCreary e do single “Nothing To Some”, do Fat Black. Ouça CMF2B… Or Not 2B abaixo: LEIA TAMBÉM: Corey Taylor fala sobre os desafios e superações ao lidar com a depressão Via: WikiMetal

Slash lança álbum de blues com uma série de convidados especiais
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29/05/2024

Slash lança álbum de blues com uma série de convidados especiais

Slash, guitarrista da banda de hard rock Guns N’ Roses, lançou no último dia 17, o álbum de blues Orgy Of The Damned. Com doze músicas e pouco mais de uma hora, o músico trouxe colaborações com diversos artistas, como Brian Johnson em “Killing Floor”, Iggy Pop, em “Awful Dream” e a cantora pop Demi Lovato, em “Papa Was A Rolling Stone”, com quem ele trabalhou recentemente. Ele fez um álbum de covers, que trouxe o produtor Mike Clink e os músicos Johnny Griparic (baixo), Michael Jerome (guitarra) e Teddy Andreadis (teclado). Sobre o segundo single lançado, “Oh Well”, originalmente do Fleetwood Mac, em colaboração com Chris Stapleton, Slash comentou: “Foi também uma das músicas que eu estava tentando descobrir quem seria o vocalista certo para ela, e uma das ideias que tive foi Chris Stapleton, que é um dos cantores e compositores mais brilhantes da atualidade. Ele tem também uma voz tão corajosa e distinta, então liguei para ele e ele fez um trabalho incrível. Quer dizer, a voz dele é tão legal.” Ouça Orgy Of The Damned abaixo: LEIA TAMBÉM: Slash revela que Guns N’ Roses está tentando fazer um novo disco de estúdio Via: WikiMetal

Metallica toca pela primeira vez ao vivo a épica Inamorata
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29/05/2024

Metallica toca pela primeira vez ao vivo a épica Inamorata

No último domingo, 26, em Munique, Alemanha, o Metallica tocou pela primeira vez ao vivo a épica Inamorata. A faixa está no repertório do mais recente álbum de estúdio do grupo, 72 Seasons, lançado em 2023. Assista: Além da novata Inamorata, o espetáculo contou com clássicos atemporais como Creeping Death, Hit the Lights, Welcome Home (Sanitarium), The Call of Ktulu, Wherever I May Roam, Fight Fire With Fire, One e Enter Sandman. Giro europeu A perna europeia da M72 World Tour 2024 ainda contará com shows na Itália, Áustria, Finlândia, Dinamarca, Noruega, França, entre outros países. Para ficar antenado em cada passo do Metallica, acesse aqui. Via: Rockbizz

“A gente quer o mainstream, a gente quer ficar grandão”: Black Pantera fala sobre ‘Perpétuo’, revolução e representatividade
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28/05/2024

“A gente quer o mainstream, a gente quer ficar grandão”: Black Pantera fala sobre ‘Perpétuo’, revolução e representatividade

“O que seria do mundo sem a cultura preta?” É o que questiona Black Pantera na faixa-título de seu novo álbum de estúdio, Perpétuo, lançado na última sexta-feira (24). Formada por Charles Gama (guitarra e vocal), Chaene da Gama (baixo e vocal) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria), a banda declaradamente antirracista e decolonial traz como tema central de seu novo disco a ancestralidade preta e a espiritualidade. Ao longo das músicas, o grupo olha para o passado ainda muito recente e doloroso dos quatro séculos de escravidão, mas também pensa no futuro e na longevidade da cultura preta, para a qual eles, enquanto banda, também contribuem a cada novo projeto. Expandindo as temáticas exploradas em álbuns anteriores, Perpétuo presta homenagem, especificamente, à identidade afro-latina, enfatizando temas como a importância da descolonização, não só em sociedade, mas também em relação à cultura sul-americana, que por vezes é subestimada até mesmo entre os próprios países latinos. Para isso, o Black Pantera decidiu se aventurar sonoramente com o produtor Rafael Ramos e incrementar ao som pesado do hardcore ritmos brasileiros e afro-latinos, com uma variedade de instrumentos de percussão comandados pelo baterista Rodrigo Augusto (ou “Pancho”). As novas experimentações estão espalhadas por todo o disco, mas destacam-se as faixas “Candeia” e “Mete Marcha”, trazendo influências até do maracatu. “Dentro do nosso som cabem todas essas coisas”, afirma Charles em entrevista ao Wikimetal. “Nesses 10 anos, nós conseguimos nos moldar dessa forma. Não temos limites sonoros.” Rodrigo, que começou a vida musical tocando percussão e samba, concorda com a necessidade de expandir os horizontes dentro da música pesada: “A gente não tem medo nenhum de experimentar. O nosso lance é fazer música. E nosso lance maior hoje é mais sobre o que a gente tem a dizer. Acho que isso é muito mais importante”, enfatiza. Perpétuo chega na esteira do aclamado álbum Ascensão (2022), que colocou o Black Pantera no circuito de grandes festivais sediados no Brasil, como Rock In Rio, Primavera Sound, Knotfest, Afropunk e Lollapalooza. Trazendo músicas como “Fogo Nos Racistas” e “Padrão É O Caralho”, a banda ficou conhecida especialmente por seu discurso e postura revolucionários, e criou para sua comunidade de fãs (e para si) verdadeiros gritos de guerra, não só contra o racismo, mas também contra a homofobia, o machismo, e qualquer outro tipo de opressão que aflige as minorias no Brasil, como eles mesmos fazem questão de enfatizar. Na faixa de abertura, “Provérbios”, o trio fala da revolução que querem ver e fazer na nossa sociedade, não como um trabalho individual, mas sim do coletivo. Chegar ao palco desses grandes festivais “falando sobre o que a gente fala, sem retroceder, sem dar um passo para trás, sem ficar em cima do muro”, como pontua Chaene da Gama, já é um ato revolucionário e faz parte do “trabalho de formiguinha” do Black Pantera de construir uma comunidade e um espaço onde as pessoas pretas se sintam representadas. “[Antes da banda começar], a gente ficava caçando pessoas pretas no rock ‘n’ roll, nas bandas, no rolê”, conta Chaene. “Teve rolê em que só tinha eu e o Charles de pessoas pretas. Com o Black Pantera, a gente vê que muitas pessoas pretas estão voltando a ir em show de rock porque se sentem representadas. A gente vê que é muito importante para algumas pessoas, que elas se emocionam, se identificam. As pessoas querem estar juntas, querem estar perto, querem falar, comentar, querem cantar a plenos pulmões.” “E a gente tem visto nos shows cada vez mais diversidade”, complementa Rodrigo. “As pessoas se sentem muito confortáveis para estar no nosso show. Você vê pessoas trans levando bandeiras, as minas colando no mosh, extravasando sem medo, porque o pessoal sabe que tem que respeitar e a gente faz muita questão de frisar isso. Isso é muito bonito: não ver só os metaleiros, os headbangers. Acho que a gente está cada vez mais distante disso. Isso, por um lado, é bom, porque esse metaleiro ficou meio antiquado em um certo ponto de pensamento. Acho que essa é a revolução: a revolução do pensamento. Pra gente, não faz sentido ser uma banda autoral e não falar sobre coisas do nosso tempo.” A banda admite que deve muito do letramento racial que eles têm hoje em dia à ajuda dos fãs, que estiveram sempre abrindo discussões, indicando leituras e ajudando a fortalecer o conhecimento que hoje eles têm depois de muitos anos de estudo. Mesmo depois de três álbuns inegavelmente políticos, Perpétuo aborda temas de maneira muito mais pontual e sofisticada, explorando narrativas que vão desde a travessia dos povos africanos para serem escravizados no Brasil até a importância da espiritualidade e das religiões de matriz africana e afro-latinas. “Acho que a gente sempre quis dizer o que estamos dizendo [nesse álbum], mas faltava letramento racial. Os fãs da banda trouxeram muito disso pra gente”, conta Rodrigo. Um dos grandes momentos de destaque é a sensível e visceral “Tradução”; um desabafo emocionante escrito por Chaene da Gama para sua mãe, mas que acaba por retratar a realidade de diversas mães pretas e periféricas no Brasil que batalham e trabalham a vida inteira, mesmo já em idade avançada, para cuidar da casa e da família. A faixa escrita com voz e violão e gravada no baixo causou estranhamento em alguns ouvintes que acusaram a banda de estar fazendo baladas. Chaene rebate: “Não estou fazendo balada. Estou falando da minha mãe, de racismo estrutural e como ele age na nossa vida.” Ao que Rodrigo complementa: “Pra mim é a letra mais pesada do disco porque a gente não queria viver isso. Todo mundo aqui queria que a mãe estivesse viajando, no luxo. Hoje, com a banda, a gente ainda não consegue dar isso pras nossas mães.” Completando 10 anos em 2024, o Black Pantera revela que só recentemente, com o sucesso do disco Ascensão (2022) e a aparição no Rock In Rio, eles conseguiram ver retorno financeiro o suficiente para se sustentar e se manter apenas

“Tenho sorte de ter uma voz forte e poderosa”, declara Bruce Dickinson
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28/05/2024

“Tenho sorte de ter uma voz forte e poderosa”, declara Bruce Dickinson

No começo da década de 1980, logo quando entrou para o Iron Maiden, Bruce Dickinson ganhou o apelido de Air-Raid Siren – Sirene de Ataque Aéreo, em uma tradução livre -, devido a potência de seu instrumento de trabalho, ou seja, a voz. Recentemente, batendo um papo com o canal Ouest-France, Dickinson falou sobre a longevidade de sua carreira e declarou que tem sorte de ter uma voz forte e poderosa. “Tenho sorte de ter uma voz forte e poderosa”, afirmou o cantor. “Eu não ia conseguia alcançar isso há 30 anos porque estava muito ocupado na corrida para ver quem conseguia cantar mais alto, quem poderia fazer isso, quem poderia dizer as palavras mais rápido. Porque quando se é jovem, tudo é uma luta, batalha, vitória, competição”. E continuou: “E eu não estou competindo com nada agora, exceto com a verdade. O que eu quero é emoção de verdade. E isso parece chato mas, se você colocar isso em contexto com algum tipo de metal ‘grrrr’, é muito poderoso”. Confira a entrevista abaixo: E por falar em Bruce Dickinson, o cantor está em turnê pelo Reino Unido e Europa mostrando a força musical de seu novo álbum solo, The Mandrake Project. Via: Rockbizz

“Fazer metal nos anos 80 era uma aventura sem muito dinheiro envolvido”, diz Max Cavalera
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28/05/2024

“Fazer metal nos anos 80 era uma aventura sem muito dinheiro envolvido”, diz Max Cavalera

Durante uma breve entrevista ao jornalista/autor Greg Prato, do veículo All Music, o vocalista e guitarrista Max Cavalera (Soulfly, Killer Be Killed, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) destacou que fazer metal nos anos 80 era uma aventura sem muito dinheiro envolvido. Max explicou: “Era uma aventura! É claro que não havia internet, então, tudo era feito por meio de troca de fitas. Eu era amigo e me correspondia com Chuck [Schuldiner] do Death, com os caras do Morbid Angel e Mayhem. Nós costumávamos ler muitos fanzines. Além disso, o que era legal naquela época, se você quisesse encontrar novas bandas, bastava olhar a lista de agradecimentos dos álbuns, você iria achar coisas boas, com certeza”. O músico ressaltou: “Foi assim que encontrei a maioria das bandas daquela época que nos influenciaram. Era tudo muito emocionante, mas não havia muito dinheiro envolvido – estávamos falidos. Muito, muito falidos”. O Cavalera concluiu: “Mas estávamos famintos por fazer isto, em tornar isto uma realidade. Então, estávamos prontos para tudo. Nós só queríamos tocar. Fizemos todas essas coisas malucas como dormir embaixo do palco e tocar de graça. Muitas pessoas se aproveitaram dessa situação e nos enganaram. Tudo faz parte da experiência de aprendizagem. Mas foi uma época emocionante para o metal, especialmente entre o meio e o final dos anos 80 – o metal estava reinventando a roda. A velha guarda – Iron Maiden e Judas Priest – ainda estava lá, mas havia algo novo surgindo. O death metal, o thrash, o hardcore – esses três elementos realmente ajudaram a moldar o som do que o Sepultura fazia naquela época”. Leia a entrevista na íntegra neste link. Via: Rockbizz

5 músicas do Keane para conhecer antes dos shows no Brasil
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28/05/2024

5 músicas do Keane para conhecer antes dos shows no Brasil

Mundialmente conhecidos por seu hit “Somewhere Only We Know”, a banda Keane vem ao Brasil para realizar três shows. O primeiro deles acontece em Curitiba, no dia 05 de novembro, no Teatro Positivo, o segundo, no Rio de Janeiro, no dia 07 de novembro, no Vivo Rio, e o terceiro, em São Paulo no dia 09 de novembro, no Espaço Unimed. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Livepass. A turnê chega ao Brasil para celebrar os vinte anos de lançamento do álbum Hopes And Fears, registro de maior sucesso da banda, que vendeu mais de 10 milhões de cópias ao redor do mundo. “Quando penso nessas músicas, ainda nos imagino tocando-as em pequenas salas de pubs por todo o Reino Unido. Lembro-me de como foi emocionante ver a multidão começar a crescer. Essas músicas abriram a porta para outra dimensão para nós; tudo o que aconteceu em nossas vidas desde então nasceu daquele momento. É um privilégio incrível para nós que as pessoas ainda estejam ouvindo depois de todo esse tempo”, disse Tim Rice-Oxley, um dos fundadores da banda. Pensando na vindoura passagem da banda por aqui, o Wikimetal elaborou uma lista com cinco músicas para você conhecer antes dos shows do Keane pelo país. “Somewhere Only We Know” – Hopes And Fears (2004) O maior hit da carreira da banda é, sem dúvida, “Somewhere Only We Know”. A faixa tocante já foi reproduzida mais de um bilhão de vezes no Spotify e durante os últimos doze meses foi o single mais vendido da Island Records. “Everybody’s Changing” – Hopes And Fears Outras grande música, e que também faz parte do Hopes And Fears, é “Everybody’s Changing”. Igualmente boa à anterior, a faixa é uma balada muito bem construída que venceu o prêmio Ivor Novello de Música do Ano de 2004, além de ser presença obrigatória nos shows do Keane. “This Is The Last Time” – Hopes And Fears Seguindo na mesma linha das belas baladas que a banda faz, “This Is The Last Time” também embala o álbum de maior sucesso da banda. Um grande destaque da faixa são os teclados, além dos bons vocais de Tom Chaplin. Em 2002, o Keane foi convidado pelo selo Fierce Panda para gravar esta faixa, além de “Everybody’s Changing”. “Love Too Much” – Cause And Effect (2019) Para saber o que o Keane vem fazendo mais recentemente, a melhor escolha é “Love Too Much”, que integra o álbum Cause And Effect, lançado em 2019. A faixa é dançante e alto astral, com a banda fazendo uma boa performance. “Bedshaped” – Hopes And Fears Outro destaque da carreira do grupo é “Bedshaped”. Presente no álbum de 2004, ela é tranquila e suave, mas ganha mais potência e presença em seu refrão. Outro destaque é o detalhe que o teclado agrega à faixa, tornando-a ainda mais especial. LEIA TAMBÉM: Keane: a banda e o legado de ‘Hopes and Fears’ Via: WikiMetal

Ronnie James Dio: Show beneficente arrecada 400 mil reais para instituição de caridade
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28/05/2024

Ronnie James Dio: Show beneficente arrecada 400 mil reais para instituição de caridade

Em 19 de maio, no Warner Center Park, em Woodland Hills, Califórnia, aconteceu o Rock For Ronnie “Year Of The Dragon” Concert Celebration, que é um show beneficente cujo o objetivo visa angariar dinheiro para a instituição de caridade Ronnie James Dio Stand Up and Shout Cancer Fund. A edição deste ano conseguiu arrecadar 80 mil dólares – mais de 400 mil reais. Já a parte musical foi comandada pelo Quiet Riot, Lita Ford, Dio Disciples, entre outras atrações. Assista alguns registros amadores do evento: Para conhecer em detalhes o belo trabalho do Ronnie James Dio Stand Up and Shout Cancer Fund e para saber como doar e ajudar a instituição, basta acessar este link. Via: Rockbizz

Eric Clapton anuncia show extra no Brasil em setembro
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28/05/2024

Eric Clapton anuncia show extra no Brasil em setembro

Eric Clapton anunciou um show extra a sua passagem pelo Brasil, que acontecerá no dia 28 de setembro, no Vibra São Paulo. A turnê que passará pelo país celebra os sessenta anos de carreira do guitarrista, tendo outras três datas confirmadas: Curitiba, no dia 24 de setembro, na Ligga Arena (Arena da Baixada), Rio de Janeiro, no dia 26 de setembro, na Farmasi Arena, e em São Paulo, no dia 29 de setembro, no Allianz Parque. Esta turnê marca o retorno de Clapton ao Brasil após mais de dez anos sem fazer shows por aqui. Gary Clark Jr. será o responsável pela performance de abertura das datas no país. A pré-venda para cliente Santander se inicia na próxima terça, 04, às 10h e vai até a próxima quinta, 06, às 08h. A venda para o público geral começa no mesmo dia às 10h, no site oficial da Livepass. Os shows são apresentados pelo Santander Brasil e uma realização da Move Concerts. SERVIÇO São Paulo, Brasil – Show ExtraData: Sábado, 28 de setembro de 2024Local: VIBRA São PauloAbertura dos portões: 18h30Início do show Gary Clark Jr: 20hInício do show Eric Clapton: 21h30Classificação Etária: 16 anos desacompanhados. Menores de 16 anos somente acompanhados de pais ou responsável legal.Pré-venda para clientes cartão Santander: 04 de junho de 2024 às 10hVenda geral a partir de: 06 de junho de 2024 às 10hVendas em: livepass.com.br/artist/eric-clapton/ Setores e preços*:Pista Única: R$1.700Pista Única meia-entrada: R$850Camarote 1: R$2.200Camarote 1 meia-entrada: R$1.100Camarote 2: R$1.700Camarote 2 meia-entrada: R$850Plateia Superior 1: R$530Plateia Superior 1 meia-entrada: R$265Plateia Superior 2: R$460Plateia Superior 2: R$230Plateia Superior 3: R$400Plateia Superior 3 meia-entrada: R$200Plateia Superior Visão Parcial: R$280Plateia Superior Visão Parcial: R$140 (*) Sujeito à disponibilidadeParcelamento em até 6x sem juros para clientes Santander e em 3x sem juros para demais clientes. Via: WikiMetal

Geddy Lee e Alex Lifeson, do Rush, se reúnem para show em homenagem a Gordon Lightfoot; assista
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28/05/2024

Geddy Lee e Alex Lifeson, do Rush, se reúnem para show em homenagem a Gordon Lightfoot; assista

Geddy Lee e Alex Lifeson, do Rush, se reuniram durante o show em homenagem ao falecido compositor canadense Gordon Lightfoot na última quinta-feira (24) no Massey Hall em Toronto, Canadá. A apresentação contou com a participação de vários artistas canadenses em tributo a Lightfoot que faleceu no ano passado. Lee e Lifeson subiram ao palco ao lado dos veteranos do country alternativo Blue Rodeo para uma performance de The Way I Feel. “Foi importante para nós prestar homenagem a Gordon”, disse Geddy Lee à Variety. “Não sendo artistas folk ou pop, Alex e eu estávamos procurando uma das músicas de Gordon que pudesse se adequar melhor ao nosso estilo de tocar e encontramos isso em The Way I Feel”. A dupla também se juntou aos outros artistas da noite para a última música, Summerside of Life; assista: Via: Rockbizz

João Gordo lança versão punk de “Coroné Antonio Bento”
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28/05/2024

João Gordo lança versão punk de “Coroné Antonio Bento”

João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, lançou uma versão punk da música “Coroné Antonio Bento”, do Tim Maia. Originalmente escrita por João do Vale e Luiz Wanderley, a faixa foi lançada no último dia 17 e é uma continuação do Brutal Brega (2022), projeto em colaboração com Val Santos. Enquanto o primeiro trabalho trazia versões de música brega, este segundo abordará músicas do MPB, previsto para ser lançado no segundo semestre de 2024. O primeiro álbum está disponível em todas as plataformas de streaming, e sua versão física está à venda na Wikimetal Store. Confira o videoclipe de “Coroné Antonio Bento”, dirigido por Raul Machado. Via: WikiMetal

Gloria Cavalera pediu a Max para regravar os discos do Sepultura: “o som é uma porcaria”
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28/05/2024

Gloria Cavalera pediu a Max para regravar os discos do Sepultura: “o som é uma porcaria”

Max Cavalera concedeu uma breve entrevista ao jornalista Greg Prato, da All Music, e falou que a regravação dos álbuns Morbid Visions (1986), Schizophrenia (1987) e Bestial Devastation (1987), do Sepultura, foi uma sugestão de sua esposa, Gloria, já que, segundo a empresária, o som é uma porcaria. Max disse: “A ideia [da regravação] não é minha – não posso levar o crédito por isso. Na verdade, é ideia de minha esposa, Gloria. E foi realmente do nada! Ela nos disse: ‘não seria legal se vocês regravassem as suas primeiras músicas? Porque o som é uma porcaria’. Eu pensei: ‘tenho que ser honesto, o som é uma merda’. Mas são músicas incríveis, que escrevemos quando éramos adolescentes. Eu estava começando a escrever música e ainda aceitando a ideia de como é escrever uma música”. Ele completou: “Eu nem sabia sobre afinação! O nosso primeiro material, Bestial Devastation, foi afinado em ré por acidente, pois acabei afinando de ouvido. Já nos outros discos, nós voltamos para a afinação padrão, que é em mi”. O músico concluiu: “Eu amo esses discos, mas sempre houve uma parte de mim que pensava: ‘gostaria que eles soassem tão bem quanto soam ao vivo’. E não estou falando apenas de mim – estou dizendo que adoraria ouvir Show No Mercy, do Slayer, com uma gravação sonora matadora, ou Bonded by Blood, do Exodus, ou Metallica: Kill ‘Em All. Então, acho que para nós foi uma decisão fácil. Pensamos: ‘isso parece muito ruim, vamos dar a eles um som real e verdadeiro, mas mantendo a selvageria do original’. Eu acho que esse é o elemento-chave da nossa gravação: nós mantivemos tudo muito sujo e cru. Nós não limpamos e tornamos tudo super pop. Nós o mantivemos brutal, como os originais”. A entrevista pode ser lida na íntegra neste link. Via: Rockbizz

Tellus Terror abraça o black/death metal sinfônico em seu segundo disco ‘DEATHinitive Love AtmosFEAR’
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27/05/2024

Tellus Terror abraça o black/death metal sinfônico em seu segundo disco ‘DEATHinitive Love AtmosFEAR’

Com uma grande quantidade de lançamentos nos últimos tempos, muitas coisas acabam passando despercebidas, ainda mais se tratando de material de qualidade. O metal nacional, algumas vezes, fica em segundo plano já que muito do que chega aos ouvintes vem de fora do país, porém, estou aqui para desfazer esse erro e destacar um disco que merece estar entre os melhores do ano em qualquer lista feita: DEATHinitive Love AtmosFEAR, novo álbum do Tellus Terror, lançado via Xaninho Discos. O sexteto vindo de Niterói, RJ, pratica um death/ black metal sinfônico com fortes influências de Cradle of Filth, Dimmu Borgir e Mystic Circle, e lançou seu segundo disco em janeiro de 2024, 10 anos depois de EZ Life DV8. Gravado no Tellus Studio, a banda trabalhou com Caio Mendonça (ex-guitarrista do LAC e Ereboros, e que trabalhou com Forceps, LAC, Ereboros, Grave Desecrator e Slowphobia) que produziu e cuidou da mixagem e masterização. Nesse período o som do grupo mudou, já que no primeiro disco haviam mais partes experimentais, e nesse novo disco o som é mais direto, abraçando o lado sombrio e criando uma barreira de som potente, sólida e com muita técnica. O disco abre com “Amborella’s Child”, uma faixa poderosa, com os vocais de Felipe Borges alternando entre os rasgados e os guturais com uma naturalidade impressionante. Aqui é possível notar a influência de Dimmu Borgir que havia comentado, já que os teclados criam uma ambientação profunda e expansiva, aliado a um trabalho de bateria que dita o ritmo da música. Na sequência, “Absolute Zero” começa com uma explosão de blast beats de Rafael Lobato e riffs de guitarra da dupla Leandro Pinheiro e Victor Magalhães, aliados aos vocais monstruosos de Felipe, que tem um toque de Glenn Benton (vocalista, Deicide) que tem os vocais duplicados, com o gutural e o rasgado acontecendo ao mesmo tempo, além de um solo de guitarra cheio de inspiração e melodia. “Darkest Rubicon” é um arrasa-quarteirão, cheia de riffs de black metal que alternam entre a velocidade e um refrão mais cadenciado. Nessa faixa temos um destaque maior dos teclados de Alexandre Silveira, que além da atmosfera incrível criada, tem algumas passagens aliadas aos vocais de um coral, e conta com mais um solo de guitarra de derreter a face. Usando um apelo diferente no black/ death metal, “Psyclone Darxide” traz um som simples aliado a uma cozinha mais refinada, onde o baixo de Marcelo Val e a bateria se destacam, enquanto “Cry Me a River” traz um trabalho técnico mais intrincado (novamente, ótimos riffs de guitarra podem ser ouvidos). “Shattered Murono Heart” chega com ótimos ganchos sombrios e melódicos, com um ótimo refrão e mais um trabalho vocal excelente, que mostra a versatilidade e domínio sobre o estilo que Felipe possui, aliado também a mais um ótimo trabalho de teclado. “Abyssphere” traz novamente o lado black metal a tona, com os vocais levando o ouvindo direto para o que Dani Filth faz no Cradle of Filth, assim como ótimos riffs de guitarra. E mesmo com a nova roupagem musical da banda, “Brain Technology, Pt.2 (…and Humanity Have Feelings No More…)” estabelece uma ligação entre o passado e o presente do som que fazem, com contrastes entre gritos e grunhidos de vozes femininas mais suaves (cortesia de Bertha Maria Marzall, que participa da faixa). “Sickroom Bed” chega com peso e groove, com o lado mais death metal ganhando destaque, tanto pelos instrumentos quanto pelos vocais guturais. A faixa-título evoca novamente o Dimmu Borgir, com os vocais se assemelhando muito ao trabalho feito por Shagrath, além de mais uma enxurrada de blast beats, e um ritmo feito para bater a cabeça. “Lone Sky Universum” possui uma melodia linda, com os vocais femininos mais suaves encaixando perfeitamente na música, em contraste com os grunhidos e guturais de Felipe, e um ritmo mais doom/ gothic metal, o que faz desta um respiro para toda a insanidade apresentada até agora, porém sem deixar de lado a técnica e a força da banda. O disco encerra com “Empty Nails”, uma faixa com um som mais acessível, não sendo tão extrema quanto as antecessoras, possuindo um belo trabalho de teclado, riffs mais simples e uma atmosfera hipnotizante.Mesmo com uma espera de 10 anos, os fãs do Tellus Terror têm muito a celebrar com o lançamento de DEATHinitive Love AtmosFEAR. O disco traz uma banda certa de seu som, afiada e com vontade, que mesmo tendo mudado seu som (eu diria evoluído), mostrou que está pronta para sair do underground e dominar o gênero, tanto dentro quanto fora do país. LEIA TAMBÉM: Geddy Lee e Alex Lifeson do Rush se reúnem em show tributo Via: WikiMetal

Bruce Dickinson roubou bongô da escola para tentar ser o John Bonham
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27/05/2024

Bruce Dickinson roubou bongô da escola para tentar ser o John Bonham

A trajetória de vida de Bruce Dickinson é bem interessante, para dizer o mínimo. O jovem Air-Raid Siren era fã incondicional do Deep Purple, além disso, desejava tocar bateria como os ídolos John Bonham (Led Zeppelin) e Keith Moon (The Who). Apesar da vida ter reservado outros planos para ele, Bruce tentou se enveredar pelos caminhos da área percussiva. Como a grana era curta para ter uma bateria, Dickinson roubou um bongô da escola para tentar ser o John Bonham. O pequeno larápio contou a história em entrevista ao Big Issue. Ele disse: “Decidi ser o John Bonham dos bongôs! Mas depois percebi que sabia cantar! Eu tentei atuar e adorei; eu sabia que adorava me apresentar. Então, eu roubei alguns bongôs da sala de música para tentar ser baterista. Não deu certo, mas no processo descobri que sabia cantar. Além disso, vi que cantar e correr pelo palco parecia uma forma atuação. Isso me colocou no caminho certo, já que mantive a parte teatral, a parte progressiva, um pouco de Arthur Brown, um pouco da vibe do Deep Purple e, por fim, um pouco de Black Sabbath, assim tudo se encaixou”. E por falar em Bruce Dickinson, o cantor está em turnê pelo Reino Unido e Europa mostrando a força musical de seu novo álbum solo, The Mandrake Project. Via: Rockbizz

Geddy Lee e Alex Lifeson do Rush se reúnem em show tributo
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27/05/2024

Geddy Lee e Alex Lifeson do Rush se reúnem em show tributo

Na noite da última quinta feira, 23, Geddy Lee e Alex Lifeson se reuniram no palco do Massey Hall, em Toronto, em tributo ao cantor e compositor Gordon Lightfoot. Os eternos integrantes do Rush se juntaram à banda Blue Rodeo para tocar “The Way I Feel”, música original de Lightfoot. O evento Celebrating Gordon Lighfoot, homenagem ao renomado músico canadense que faleceu em maio de 2023 aos 84 anos, não contava previamente com Lee e Lifeson no lineup. No entanto, em entrevista ao The Canadian Press, Lee explicou o motivo de se envolver na ação ao lado do amigo. “Gordon Lightfoot foi um verdadeiro herói musical canadense para os músicos da minha geração – e para completar, ele era uma pessoa muito gentil”, afirmou. “Eu e Alex queríamos muito prestar homenagem”. Confira a performance abaixo: Encontros de Lee e Lifeson A recente aparição surpresa de Geddy Lee e Alex Lifeson marcou a primeira performance pública oficial da dupla desde setembro de 2022. Na ocasião, participaram de dois concertos tributo ao falecido baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins. Porém, Lifeson revelou à revista UCR no início deste mês que ele e o amigo começaram recentemente a tocar músicas do Rush juntos de forma casual. “Começamos há algumas semanas. Nos reunimos um dia por semana na casa dele. Escolhemos algumas músicas do Rush e começamos a tocá-las, mas parecemos uma banda tributo ao Rush muito, muito ruim”, relatou. Embora a notícia possa animar os fãs do Rush, o guitarrista foi claro ao dizer que não devem esperar uma reunião oficial da banda sem o baterista Neil Peart, que faleceu em 2020. Ele refletiu essa questão em entrevista à Classic Rock History. “Muitas pessoas ainda se lembram de nós, e há uma tristeza entre nossos fãs pelo fim da banda. Eles querem mais, mas não dá para voltar atrás. Não podemos simplesmente encontrar outro baterista, sair em turnê e criar novo material. Não seria o mesmo. Seria apenas uma jogada por dinheiro”, afirmou. LEIA TAMBÉM: Geddy Lee afirma que o seu melhor show não foi com o Rush; confira Via: WikiMetal

Slipknot: Eloy Casagrande mostra performance energética em Disasterpiece
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27/05/2024

Slipknot: Eloy Casagrande mostra performance energética em Disasterpiece

O virtuoso baterista brasileiro, Eloy Casagrande, mostrou uma performance energética em Disasterpiece, hit do Slipknot presente em seu segundo álbum de estúdio, Iowa, lançado no dia 28 de agosto de 2001 pela Roadrunner Records. Veja: Eloy Casagrande fez seu primeiro show com o Slipknot no dia 25 de abril no Pappy + Harriet’s em Pioneertown, Califórnia, Estados Unidos. Foi um show intimista com capacidade para 350 pessoas. A primeira grande apresentação do baterista foi no dia 27 de abril no festival Sick New World. Desde então, a banda mergulhou com tudo na Here Comes The Pain Tour, cujas as datas já confirmadas são as seguintes: – Dia 06 de agosto – Noblesville, IN – Ruoff Music Center *– Dia 07 de agosto – Burgettstown, PA – The Pavilion at Star Lake *– Dia 09 de agosto – Baltimore, MD – CFG Bank Arena *– Dia 10 de agosto – Camden, NJ – Freedom Mortgage Pavilion *– Dia 12 de agosto – New York, NY – Madison Square Garden *– Dia 14 de agosto – Gilford, NH – BankNH Pavilion *– Dia 15 de agosto – Mansfield, MA – Xfinity Center *– Dia 17 de agosto – Toronto, ON – Scotiabank Arena *– Dia 01 de setembro – Pryor, OK – Rocklahoma– Dia 07 de setembro – Auburn, WA – White River Amphitheatre #– Dia 08 de setembro – Ridgefield, WA – RV Inn Styles Resorts Amphitheater #– Dia 09 de setembro – Louisville, KY – Louder Than Life– Dia 11 de setembro – Nampa, ID – Ford Idaho Center Amphitheater #– Dia 13 de setembro – Inglewood, CA – Intuit Dome #– Dia 15 de setembro – Phoenix, AZ – Talking Stick Resort Amphitheatre #– Dia 17 de setembro – Austin, TX – Moody Center #– Dia 18 de setembro – Dallas, TX – Dos Equis Pavilion #– Dia 21 de setembro – Des Moines, IA – Knotfest Iowa at Waterworks Park #– Dia 11 de outubro – Sacramento, CA – Aftershock Festival– Dia 19 de outubro – São Paulo, BR – Knotfest Brasil– Dia 08 de novembro – Guadalajara, MX – Calle 2– Dia 09 de novembro – Mexico City, MX – Parque Bicentenario– Dia 05 de dezembro – Amsterdam, NL – Ziggo Dome– Dia 06 de dezembro – Dortmund, DE – Westfalehallen– Dia 08 de dezembro – Stuttgart, DE – Schleyerhalle– Dia 09 de dezembro – Leipzig, DE – Quarterback Immobilien Arena– Dia 11 de dezembro – Zürich, CH – Hallenstadion– Dia 12 de dezembro – Paris, FR – Accor Arena– Dia 14 de dezembro – Leeds, UK – First Direct Arena– Dia 15 de dezembro – Glasgow, UK – Ovo Hydro– Dia 17 de dezembro – Manchester, UK – Co-op Live– Dia 18 de dezembro – Birmingham, UK – Utilita Arena– Dia 20 de dezembro – London, UK – The O2– Dia 21 de dezembro – London, UK – The O2 * Com os convidados especiais Knocked Loose e Orbit Culture# Com os convidados especiais Knocked Loose e Vended Via: Rockbizz

Apocalyptica: Ouça versões de algumas músicas do Metallica com participações de James Hetfield e Robert Trujillo
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27/05/2024

Apocalyptica: Ouça versões de algumas músicas do Metallica com participações de James Hetfield e Robert Trujillo

Apocalyptica lançou recentemente singles das versões do Metallica, do novo álbum Apocalyptica Plays Metallica Vol. 2, previsto para ser lançado em 7 de junho de 2024. Dessa vez com participações mais do que especiais dos próprios integrantes do Metallica, o vocalista James Hetfield e o baixista Robert Trujillo. Em 1996, o então quarteto finlandês de violoncelistas fez um álbum só de versões de músicas do Metallica nos violoncelos. O projeto teve muito sucesso e foi muito elogiado, então o grupo decidiu mantê-lo com outras versões de músicas do metal mundial de diversas bandas, inclusive dos brasileiros do Sepultura. Dessa vez, eles refazem um tributo exclusivo ao Metallica, com participações especiais de dois integrantes da banda. Em “One”, onde James Hetfield declama a letra da música, a versão tem um tom sombrio e pesado na musicalidade bem propício a temática da letra. Já em “The Four Horsemen”, a participação de Robert Trujillo traz um peso a mais na canção. A linha de baixo com grooves característicos do baixista está bem encaixada com os violoncelos na música. Participação do Metallica no álbum do Apocalyptica A participação de Hetfield e Trujillo é motivo de muito orgulho para os integrantes do Apocalyptica. O grupo teve uma surpresa boa ao saber que eles tinham interesse nesse novo projeto. Eicca Toppinen, violoncelista e um dos fundadores da banda comentou: “Eu acho incrível que James quisesse fazer isso. Estávamos sempre pensando, ‘Seria ótimo algum dia fazer algo com o Metallica’. Acho que a empolgação para ele veio da abordagem diferente que estávamos adotando, às vezes as ideias mais malucas são o que entusiasma as pessoas e esse foi o nosso desafio.” O violoncelista principal e líder do Apocalyptica, Perttu Kivilaakso, acrescenta: “Usamos tudo ao nosso dispor para torná-lo mais bombástico possível. Tinha que ser épico. O resultado foi verdadeiramente cinematográfico, com James Hetfield narrando a história com aquelas letras poéticas. Foi poderoso e comovente”. Como fã devo dizer que foi inacreditável finalmente ouvir isso. Minhas mãos tremiam”. Kivilaakso, contou ao DJ Force X Podcast sobre como surgiu o envolvimento de Trujillo : “Este conceito de álbum esteve de certa forma, em nossas mentes durante toda a carreira. Sempre soubemos que ainda há um muitas músicas legais do Metallica que queríamos que um dia tocassem no nosso estilo. Então agora depois da pandemia e tudo mais, parecia o momento certo para voltar às raízes”. Ele continuou: “Nós sempre tivemos uma relação maravilhosa com o Metallica, eles sempre nos apoiaram enormemente, mas ainda assim nós os abordamos para perguntar se eles concordariam e se estaria tudo bem para eles se fizéssemos um álbum assim e essas conversas na verdade foi eventualmente, Rob até ofereceu que poderia tocar algo para nós. E é uma característica enorme e incrível claro ser tratado assim. E isso realmente mostra respeito também da parte deles, somos muito gratos por isso”. O novo álbum está previsto para ser lançado ainda esse ano em 07 de junho pela Throwdown Entertainment, que continuará o legado iniciado em 1996. Apocalyptica: Apocalyptica Plays Metallica Vol. 201. “Ride The Lightning”02. “St. Anger”03. “The Unforgiven II”04. “Blackened”05. “The Call Of Ktulu” (in memory of Cliff Burton)06. “The Four Horsemen” (feat. Rob Trujillo)07. “Holier Than Thou”08. “To Live Is To Die”09. “One” (feat. James Hetfield and Rob Trujillo)10. “One” (instrumental) Ouça e assista abaixo as versões disponibilizadas no canal da banda Youtube: LEIA TAMBÉM: Apocalyptica lança videoclipe para cover de “The Unforgiven II”, do Metallica Via: WikiMetal

Bruce Dickinson exalta o seu relacionamento com Leana Dolci: “Não somos maníacos”
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27/05/2024

Bruce Dickinson exalta o seu relacionamento com Leana Dolci: “Não somos maníacos”

Em novembro do ano passado (2023), o vocalista Bruce Dickinson juntou as escovas de dente com a instrutora de educação física francesa Leana Dolci, e está vivendo o seu melhor relacionamento, segundo o próprio cantor. Cabe relembrar que Bruce foi casado com Paddy Bowden, mulher com quem teve três filhos: Austin, Griffin e Kia. Paddy morreu em maio de 2020, mas o casal já não estava junto desde 2018 – a separação oficial saiu no em novembro de 2019. Já a primeira companheira do vocalista fora a Erica “Jane” Barnett – o casal ficou junto durante a década de 1980. Em conversa com o site Big Issue, Dickinson exaltou o seu relacionamento com Leana Dolci. De forma direta, Bruce disse: “Acabei de me casar pela terceira vez! Tudo o que posso falar sobre meu relacionamento agora é que é o mais calmo que já tive, e é ótimo”. O vocalista acrescentou: “Nos divertimos, rimos, mas não somos maníacos. Podemos estar na mesma sala e não sinto a necessidade de perguntar: ‘você está bem’? Estamos felizes apenas respirando o mesmo ar e casar não mudou isso”. Atualmente, o casal reside em Londres, Inglaterra, e em Paris, capital da França. Via: Rockbizz

100 músicas que mudaram o mundo do metal, segundo a Metal Hammer
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27/05/2024

100 músicas que mudaram o mundo do metal, segundo a Metal Hammer

A mais recente edição da revista Metal Hammer comemora as 100 músicas que transformaram o universo do metal. A publicação faz uma retrospectiva da evolução do gênero desde os anos 1970 até a década de 2010, explorando profundamente as canções que definiram seu som e estilo. A revista traça a jornada do metal, desde os primórdios de Black Sabbath até os sons contemporâneos de Sleep Token. Com uma seleção eclética que inclui lendas como Iron Maiden, Metallica, Babymetal, Korn, Napalm Death, Bad Brains, Alice In Chains, Jane’s Addiction, Refused e muitos outros, leva os leitores por cinco décadas de influências musicais e culturais. Outros destaques A edição ainda convida Bruce Dickinson, Blind Guardian, Apocalyptica, Rotting Christ e Exodus. Também apresenta uma visita ao estúdio com Orange Goblin e explica a história por trás de um vestido de noiva mofado de Hannah Greenwood, do Creeper. Além disso, detalha as experiências dos festivais Inferno, na Noruega, e Roadburn, na Holanda. Uma entrevista reveladora com Chris Harms, o frontman do Lord Of The Lost, também está presente na publicação. O músico compartilhou fatos de seu passado, incluindo até como ele “morreu” três vezes. É possível adquirir a revista aqui. LEIA TAMBÉM: Babymetal fica entre as 10 melhores bandas de metal da História segundo a Metal Hammer Via: WikiMetal

Black Sabbath lança videoclipe remasterizado de “Get A Grip”
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27/05/2024

Black Sabbath lança videoclipe remasterizado de “Get A Grip”

O clipe remasterizado de “Get A Grip”, música da lendária banda de metal Black Sabbath, chegou ao Youtube nesta sexta-feira, 24. Originalmente lançada como single promocional, a faixa pertence ao álbum Forbidden de 1995. Ela, agora, integra um novo single digital duplo da banda, ao lado de “Evil Eye” do disco Cross Purposes, de 1994. A ação visa comemorar o lançamento do box set Anno Domini 1989-1995, que homenageia a era de Tony Martin como vocalista do Black Sabbath e trará versões remasterizadas de seus álbuns. O músico se juntou ao Black Sabbath em 1987, deixando sua marca ao gravar os álbuns The Eternal Idol e Headless Cross. Sua participação foi interrompida em 1992 com o retorno de Ronnie James Dio. No entanto, Martin retornou à banda para uma segunda fase, colaborando nos discos Cross Purposes e Forbidden. O guitarrista Tony Iommi compartilhou sua visão do projeto em um vídeo postado recentemente. “Nunca fiquei feliz com o som da guitarra e Cozy [Powell] definitivamente nunca ficou feliz com o som da bateria. […]Eu simplesmente senti que, sem mudar nenhuma das músicas, havia uma oportunidade de voltar e trazer alguns sons e torná-los mais parecidos com o que as pessoas esperariam que o Sabbath soasse”, afirmou. O box set estará disponível a partir do dia 31 de maio. Além dos discos remasterizados, irá incluir um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Confira abaixo o clipe de Get A Grip: LEIA TAMBÉM: “Paranoid” do Black Sabbath ultrapassa a marca de 1 bilhão de streamings Via: WikiMetal