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Operation: Mindcrime, do Queensrÿche, é o álbum perfeito para Bruce Dickinson
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06/06/2024

Operation: Mindcrime, do Queensrÿche, é o álbum perfeito para Bruce Dickinson

Todo mundo tem um álbum que considera perfeito! Os critérios são subjetivos, não precisam passar pelo crivo técnico; na verdade, tem mais a ver com as questões emocionais do que qualquer outra coisa. E mesmo os músicos que jogam no campo musical profissional tem as preferências. Bruce Dickinson, frontman do Iron Maiden, por exemplo, disse, em conversa com o Qobuz, que o álbum o qual considera perfeito é Operation: Mindcrime terceiro registro de estúdio do Queensrÿche, lançado em maio de 1988. “Para mim, esse foi um daqueles discos únicos”, começou Bruce. “Outras pessoas já tentaram fazer coisas parecidas, mas o Mindcrime é simplesmente perfeito e muito inteligente”, avaliou o cantor britânico. “E o mais estranho desse disco é que a maior parte foi escrita por um guitarrista”, destacou. “E depois ele simplesmente saiu e desapareceu”, acrescentou Dickinson. Nota: Operation: Mindcrime foi composto majoritariamente pelo guitarrista Chris DeGarmo, que permaneceu no Queensrÿche até 1997, ou seja, ele não saiu do grupo assim que o disco saiu, como dá a entender a fala de Bruce. Operation: Mindcrime O álbum, que fez bonito as paradas de sucesso em todo globo, chegou com os dois pés na porta ao som de Revolution Calling, The Mission, Breaking the Silence, I Don’t Believe in Love e Eyes of a Stranger. Só nos Estados Unidos, a obra foi certificada como platina, isto é, vendeu mais de um milhão de cópias e ajudou a emplacar o nome Queensrÿche como uma potência do prog metal. Via: Rockbizz

David Draiman xinga Roger Waters de monstro, covarde e hipócrita
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06/06/2024

David Draiman xinga Roger Waters de monstro, covarde e hipócrita

O ex-baixista e principal compositor do Pink Floyd, Roger Waters, provoca as mais diferentes paixões nas pessoas: de amor incondicional até o ódio desvairado. Quem está no campo da raiva e não tece nenhuma palavra amistosa ao músico britânico é o vocalista do Disturbed, David Draiman. Recentemente, David Draiman concedeu uma entrevista ao canal Linda Advocate e não poupou xingamentos ao músico britânico como monstro, covarde e hipócrita. “Ele é uma figura, é uma aberração iludida. Ele é um antissemita em sua essência mais podre. É só perguntar a David Gilmour [ex-companheiro de Waters no Pink Floyd] e sua esposa, eles irão te confirmar isso. Ele tem sido assim durante toda a sua vida e sua carreira. Isso não é uma novidade. Ele é um covarde, um defensor de ditadores e regimes ditatoriais em todo o mundo. Ele faz apologia a Putin e qualquer pessoa que esteja do lado errado da história. Ele também é um aspirante a socialista iludido”. Draiman continuou: “Tudo o que ele escreveu, tudo o que ele professou acreditar, era assim – até mesmo um maníaco pode criar uma grande arte, e é difícil argumentar contra o nível de arte de uma obra como The Wall. Eu já estava enlouquecendo com ele anos atrás, quando ele voava em volta de um porco em seus estádios com a estrela de David nele. O cara é um valentão. E ele nem ousaria se envolver comigo. Porque não se trata de lógica, raciocínio, fatos e realidade para pessoas como ele. É tudo uma questão de narrativa. É tudo sobre a sua narrativa antissemita alimentada pelo ódio e rancor, que eles continuam a alimentar esta narrativa de demonização do nosso povo do Estado de Israel, da sua incapacidade de aceitar o facto de que existimos. Ele é um monstro”. A fala de David Draiman pode ser conferida aqui: Via: Rockbizz

Suicidal Tendencies estreia nova formação em turnê pelo Brasil
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05/06/2024

Suicidal Tendencies estreia nova formação em turnê pelo Brasil

Suicidal Tendencies desembarca no Brasil com a turnê Nós Somos Família. Um dos maiores nomes do hardcore/crossover se apresentará no dia 12 de julho no Rio de Janeiro, dia 13 de julho em São Paulo no Esquenta Rockfun Fest (ingressos esgotados), dia 14 de julho em Curitiba, dia 16 de julho em Florianópolis, e no dia 17 de julho em Belo Horizonte. A turnê marca a estreia da nova formação que conta com o icônico Mike Muir nos vocais, Jay Weinberg (ex-Slipknot) na bateria e Tye Trujillo (filho de Robert Trujillo, baixista original do Suicidal Tendencies, hoje no Metallica) no baixo. A turnê tem passagem exclusiva somente pelo Brasil a pedido do grupo e nas palavras do próprio Muir para “retribuir o carinho do público brasileiro ao longo dos anos”. Para promover os shows, Mike Muir convocou um time de músicos e atletas brasileiros para gravar o single “Nós Somos Família”. Com lançamento previsto para a primeira quinzena de junho, a faixa conta com a participação de Badauí (CPM22), B Negão (Planet Hemp), João Gordo, Rodrigo Lima (Dead Fish), Supla, Fernanda (Crypta), Marcão Britto e Thiago Castanho (Charlie Brown Jr), os campeões mundiais de skate Sandro Dias e Pedro Barros, e diversos outros músicos da cena underground/alternativa nacional. SERVIÇO Rio de JaneiroData: 12 de Julho de 2024 (sexta-feira)Local: Sacadura 154Endereço: R. Sacadura Cabral, 154 – Saúde, Rio de Janeiro – SP, 20081-262Abertura da Casa: 20hClassificação Etária: 16 anosIngressos: a partir de R$130,00Os ingressos estão disponíveis aqui São PauloData: 13 de Julho de 2024 (sábado)Evento: Esquenta Rockfun Fest Local: Centro Esportivo TietêEndereço: Av. Santos Dumont, 843 – Luz, São Paulo – SP, 01101-000Abertura dos Portões: 10hClassificação Etária: 16 anosIngressos: Esgotados CuritibaData: 14 de Julho de 2024 (domingo)Local: Tork n’ RollEndereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba – PR, 82590-300Abertura da Casa: 18hClassificação Etária: 16 anosIngressos: a partir de R$140,00Os ingressos estão disponíveis aqui FlorianópolisData: 16 de Julho de 2024 (terça-feira)Local: John Bull FloripaEndereço: Av. das Rendeiras, 1046 – Lagoa da Conceição, Florianópolis – SC, 88062-400Abertura da Casa: 20hClassificação Etária: 18 anos Ingressos: a partir de R$120,00Os ingressos estão disponíveis aqui Belo HorizonteData: 17 de Julho de 2024 (quarta-feira)Local: Mister RockEndereço: Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte – MG, 30410-620Abertura da Casa: 18hClassificação Etária: 16 anosIngressos: a partir de R$140,00Os ingressos estão disponíveis aqui LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg é o novo baterista do Suicidal Tendencies: “Grande honra e privilégio” Via: WikiMetal

Rock in Rio 2024: Faltando 100 dias para a abertura dos portões, as obras na Cidade do Rock já começaram
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05/06/2024

Rock in Rio 2024: Faltando 100 dias para a abertura dos portões, as obras na Cidade do Rock já começaram

O Rio de Janeiro já está vibrando a energia do Rock in Rio. Exatos 100 dias separam os fãs da maior e melhor edição de todos os tempos. Até este momento, 31 países e todos os estados brasileiros já disseram “EU VOU”, e a Cidade Maravilhosa, berço da primeira e histórica edição do festival e que colocou o país na rota internacional do show business, já está se preparando e se vestindo de Rock in Rio. No Parque Olímpico, as obras que vão compor e dar forma a mágica e icônica Cidade do Rock começaram. Todos se preparam para receber os 700 mil fãs que farão parte desta festa com 500 horas de experiências e mais de 750 artistas nos sete palcos. Com quatro dias já esgotados, festival coleciona grandes números das vendas de ingresso e os fãs que não querem ficar de fora da histórica edição de 40 anos do festival ainda podem adquirir suas entradas para os últimos três dias disponíveis, quando Avenged Sevenfold e Ed Sheeran são headliners, além do inédito Dia Brasil, que traz o maior encontro da música brasileira. O Rock in Rio acontecerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Via: Rockbizz

The Obsessed se apresenta pela primeira vez no Brasil
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05/06/2024

The Obsessed se apresenta pela primeira vez no Brasil

The Obsessed faz a aguardada estreia no Brasil este mês. A veterana banda norte-americana se apresenta dia 21 em Belo Horizonte, no Caverna Rock Pub, e no dia 22 em São Paulo, no City Lights, em Pinheiros. Os ingressos já estão disponíveis através do site oficial do Ingresse. Dois grandes nomes da cena nacional foram convidados para abrir o show. A banda de stoner doom mineira Pesta e a experiente banda de heavy metal, de Curitiba, Espectro. The Obsessed foi formada ainda na década de 1970 pelo lendário guitarrista e vocalista Scott ‘Wino’ Weinrich, que depois fez fama com o Saint Vitus, outro ícone da cena stoner/doom. SERVIÇOSÃO PAULOBandas convidadas: Pesta e EspectroData: 22 de junho de 2024 (sábado)Horário: 19h (portas)Local: City LightsEndereço: rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros, São Paulo/SPIngressos: https://www.ingresse.com/the-obsessed/Pista 1º lote:R$150,00 – Meia Estudante/e Meia Social (Mediante 1 quilo de Alimento)R$300,00 – Inteira Camarote 1º lote:R$200,00 – Meia Estudante/e Meia Social (Mediante 1 quilo de Alimento)R$400,00 – Inteira BELO HORIZONTEBanda convidada: PestaData: 21 de junho de 2024 (sexta-feira)Horário: 20h (portas)Local: Caverna Rock PubEndereço: Rua dos Tupis, 1448 – Barro Preto, Belo Horizonte – MGIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/theobsessed-belohorizontePista 1º lote:R$100,00 – Meia Estudante/e Meia Social (Mediante 1 quilo de Alimento)R$200,00 – Inteira LEIA TAMBÉM: Possessed e Venom Inc. se apresentam no ‘Kool Metal Fest’ em São Paulo Via: WikiMetal

Bring Me The Horizon lança clipe de “Top 10 staTues tHat CriEd bloOd”
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05/06/2024

Bring Me The Horizon lança clipe de “Top 10 staTues tHat CriEd bloOd”

Bring Me The Horizon lançou um clipe para a faixa “Top 10 staTues tHat CriEd bloOd” do mais recente álbum POST HUMAN: NeX GEn, lançado no dia 24 de maio. Ao falar do significado por trás deste single, o vocalista Oli Sykes comentou: “Essa música mergulha mais fundo no mundo do Post Human. O vídeo continua a exploração do que significa ser humano em uma era em que a tecnologia pode alterar nossa própria natureza e dá aos fãs de olhos atentos mais conhecimento para mergulhar e discutir sobre sua busca para descobrir toda a sabedoria pós-humana”. POST HUMAN: NeX GEn domina o Spotify com mais de 70 milhões de reproduções, consagrando o BMTH como banda de rock mais transmitida do mundo (via NME). Com o lançamento físico do álbum agendado para 27 de setembro pela Sony/RCA, NeX GEn marca a última produção da banda com o tecladista e percussionista Jordan Fish, após sua saída repentina em 2023. POST HUMAN: NeX GEn O aguardado álbum POST HUMAN: NeX GEn finalmente chegou às plataformas digitais no dia 24 de maio. Ainda que, a intenção seja entregar uma sequência de álbuns POST HUMAN, o vocalista Oli Sykes disse que todo o conceito se tornou maior do que o imaginado. Bring Me The Horizon tem show marcado no Brasil dia 30 de novembro no Allianz Parque e conta com três bandas de abertura: Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. LEIA TAMBÉM: Oli Sykes se junta ao escritor de mangás Junji Ito para nova coleção de roupas Via: WikiMetal

Vote aqui: Qual é o melhor álbum do Bring Me The Horizon?
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05/06/2024

Vote aqui: Qual é o melhor álbum do Bring Me The Horizon?

O Bring Me The Horizon virá ao Brasil para um show único em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 30 de novembro – compre aqui seu ingresso. Este será, até o momento, a única apresentação da banda no país. O show será acompanhado das bandas Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. Para celebrar e se preparar para a vinda do grupo britânico ao Brasil, o Wikimetal quer saber: qual é o melhor álbum da banda? Vote na enquete logo abaixo. O resultado será divulgado em breve. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. Bring Me The Horizon no Brasil O show será o maior da carreira da banda britânica como atração principal e já teve praticamente todos os ingressos vendidos em menos de uma semana. Os ingressos estão à venda no site oficial da Eventim e na bilheteria do estádio. Confira todos os detalhes da apresentação no fim desta matéria. O show faz parte do Post Human, projeto que começou em 2020 com Post Human: Horror Survival e teve sua continuação no último 24 de maio com o álbum POST HUMAN: NeX GEn. O álbum está dominando o Spotify com mais de 70 milhões de reproduções, consagrando o BMTH como banda de rock mais transmitida do mundo (via NME). View this post on Instagram A post shared by ʙʀɪɴɢ ᴍᴇ ᴛʜᴇ ʜᴏʀɪᴢᴏɴ (@bringmethehorizon) SERVIÇOData: 30/11/2024Horário: A ser informado próximo do eventoAbertura dos Portões: 13hLocal: ALLIANZ PARQUEEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. SETORES E PREÇOSCADEIRA SUPERIOR R$125,00 (meia) | R$250,00 (inteira)PISTA R$195,00 (meia) | R$390,00 (inteira)CADEIRA INFERIOR R$245,00 (meia) | R$490,00 (inteira)PISTA PREMIUM R$395,00 (meia) | R$790,00 (inteira) Venda Geral: 30/04 às 12h no site | 13h na Bilheteria Limite de Ingressos: 6 | Limite de Meia: 2Parcelamento em 10x com juros no site | Não teremos parcelamento na bilheteria. BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOALLIANZ PARQUE – Bilheteria B (Apenas na Abertura)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. ALLIANZ PARQUE – Bilheteria A (Após a Abertura)Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. Via: WikiMetal

Bring Me The Horizon: Oli Sykes fala sobre saída de Jordan Fish em nova entrevista
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05/06/2024

Bring Me The Horizon: Oli Sykes fala sobre saída de Jordan Fish em nova entrevista

Em uma entrevista recente a Revolver, o vocalista do Bring Me The Horizon, Oli Sykes, comentou a respeito da saída do tecladista Jordan Fish da banda em dezembro. Sykes mencionou (via Loudwire) que isso foi um dos principais motivos para o atraso no lançamento do novo álbum, Post Human: NeX GEn, que aconteceu no último dia 24. “O principal motivo do adiamento foi por motivos pessoais dentro da banda, e estava diretamente ligado à saída de Jordan. As coisas não estavam bem no ano passado, como uma unidade, e a composição sofreu por causa disso”, argumentou o vocalista. Sykes ainda mencionou que com Fish na banda, o Bring Me The Horizon deixou de lado o uso de instrumentos na hora de compor as músicas, devido a experiência do tecladista no uso de computadores e produção. Sykes e Fish acabaram se tornando a força por trás da banda, o que acabou afastando os outros integrantes. Só recentemente, quando lançaram a faixa “Kool-Aid”, sendo a primeira desde a saída de Fish, a banda voltou a compor utilizando riffs de guitarra. “Eu e Jordan éramos como uma força. Viramos o ‘Oli and Jordan Show’ sem realmente perceber.” “Desde que saí da reabilitação, pouco antes de Sempiternal (2013), eu realmente tive que focar em alguma coisa, e acho que foi música. Fiquei viciado em escrever e em aprender a cantar e produzir, e Jordan foi meu parceiro nesse tipo de busca. Nós escrevemos o tempo todo, eu não percebi o quanto afastamos os outros caras.” O frontman ainda comentou que não falou com Jordan Fish desde o rompimento dele com a banda, e que ainda levará um tempo para que as feridas se curem. “Não vou mentir e dizer: ‘Oh, foi amigável e todos nós terminamos em bons termos e outras coisas.’ No final das contas, é como qualquer rompimento… mas não há nenhuma história interessante nem nada. Ao mesmo tempo, haverá algumas feridas em ambos os lados que vão demorar um pouco mais para cicatrizar [antes de voltar] a falar sobre os termos de comunicação novamente.” LEIA TAMBÉM: Bring Me The Horizon conquista posto de banda de rock mais transmitida do mundo Via: WikiMetal

Possessed e Venom Inc. se apresentam no ‘Kool Metal Fest’ em São Paulo
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05/06/2024

Possessed e Venom Inc. se apresentam no ‘Kool Metal Fest’ em São Paulo

Possessed e Venom Inc. farão parte do lineup da próxima edição do Kool Metal Fest, que acontece neste domingo, 9, a partir das 14h, no Vip Station em São Paulo. Os ingressos ainda estão disponíveis através do site do Clube do Ingresso. A lenda do death metal mundial, Possessed é liderada pelo vocalista Jeff Becerra, e promete um setlist de clássicos com toda a autenticidade do estilo. Já o Venom Inc. conta com os membros originais Mantas e Tony Dolan, relembrando o pioneirismo do black metal. O festival, que celebra 20 anos de existência, também anunciou no lineup os chilenos Necrodemon e as bandas brasileiras Vulcano, Velho e Cemitério. Esta edição ainda terá sets de 3 DJs: Mari Cave, Bebê do Abismo e Pati Death. SERVIÇOKool Metal FestData: 09 de Junho de 2024Local: Vip StationLineup: Possessed, Venom Inc, Necrodemon, Vulcano, Velho e CemitérioEndereço: R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo – SPAbertura da casa: 14h | Término 22hClassificação: 18 anosIngressos:Pista 1º lote R$ 150,00 (meia/solidário)Camarote 1º Lote R$ 250,00 (meia/solidário)Ingressos Online através do Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Kool Metal Fest 2024 resiste ao carnaval Via: WikiMetal

Zakk Wylde: a história por trás de um dos maiores guitarristas do metal
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04/06/2024

Zakk Wylde: a história por trás de um dos maiores guitarristas do metal

Jeffrey Phillip Wielandt nasceu no dia 14 de janeiro de 1967. Mundialmente conhecido como Zakk Wylde, o guitarrista foi o responsável por dar vida a uma série de músicas de diferentes grupos e projetos. Natural de Bayonne, Nova Jersey, o músico iniciou cedo sua história dentro do mundo da música. Seu primeiro contato com a guitarra, instrumento que viria a dominar, aconteceu aos oito anos de idade. No início, ele tocava em locais pequenos com bandas nada conhecidas e seu primeiro grande trabalho, e que viria também a ser um de seus principais, aconteceu em 1987. Ele passou a fazer parte da banda de apoio de Ozzy Osbourne, mas foram poucos os anos em que Wylde participou do grupo entre o final da década de 1980 e 1990, uma vez que o Madman anunciou sua que queria se aposentar pouco tempo depois. Neste meio tempo, o projeto de curta duração, Pride & Glory, tomou forma e trazia em seu line-up o atual baixista do Megadeth, James LoMenzo e o baterista Greg D’Angelo, ambos da banda de hard rock White Lion. Em 1994, lançaram seu único álbum, auto-intitulado, com a banda se desfazendo no mesmo ano. O encerramento da carreira de Osbourne não aconteceu, e em 1995, fez parte o álbum Ozzmosis, mas é necessário admitir que o trabalho de maior sucesso fruto da colaboração Wylde e Osbourne é o registro No More Tears, lançado em 1992. Após este lançamento, Joe Holmes passou a assumir o cargo anteriormente de Wylde. Foi apenas em 2007 que o mesmo voltou a ser creditado nos trabalhos do Príncipe das Trevas, desta vez, com o álbum Black Rain. Seu trabalho mais recente com o vocalista é Patient Number 9, de 2022. O guitarrista também chegou perto de integrar o Guns N’ Roses. O cenário para a banda não era dos melhores, com brigas entre os integrantes e trocas de membros. Em 1995, ele recebeu um telefonem de Axl Rose convidando-o para tocar com eles e fazer alguns ensaios, mas a oportunidade acabou por não se concretizar. Mudando por completo com relação a o que vinha fazendo enquanto trabalhava com Ozzy Osbourne, ele lançou, em 1996, seu trabalho solo, intitulado Book Of Shadows. O período em que esteve fora da banda de apoio de Ozzy Osbourne não foi desperdiçado. Zakk Wylde, em 1999, fundou outro de seus principais trabalhos, o Black Label Society, banda esta que está na ativa há mais de vinte anos. Atualmente contando com seu líder nos vocais, guitarra e piano, John (JD) DeServio no baixo, Jeff Fabb na bateria e Dario Lorina na guitarra rítmica, o grupo tem uma vasta discografia. Em 2022, o Pantera anunciou uma turnê de reunião em tributo à Vinnie Paul e Dimebag Darrell. Mesmo que não tenha sido a primeira opção a ser considerada para ocupar a vaga, Zakk Wylde tornou-se o guitarrista do projeto, com quem veio ao Brasil no mesmo ano, para a primeira edição do Knotfest Brasil. Além dele, a banda é, atualmente, formada por Philip Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo) e Charlie Benante (bateria). Ele ainda afirmou que não planejam gravar novas músicas. Sobre o tema, o guitarrista explicou em uma entrevista à Loudwire: “Obviamente, se algum dia fizéssemos alguma coisa, seria com um nome diferente, você sabe o que quero dizer. Como Jimmy Page tocando com Paul Rodgers, são The Firm. Eles não vão sair como o Led Zeppelin.” Em junho de 2024, o guitarrista volta ao Brasil para performances no festival Best Of Blues And Rock. Com edições no Rio de Janeiro, em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, os ingressos já estão disponíveis no site da Eventim. Ele traz seu projeto Zakk Sabbath, que conta com músicas cover do Black Sabbath, e tem Rob “Blasko” Nicholson no baixo e Joey Castillo na bateria. Atualmente, o grupo conta com dois álbuns em sua discografia, Vertigo, de 2020 e Doomed Forever Forever Doomed, lançado em 2024. Zakk Wylde é reconhecidamente um dos maiores músicos dentro da história do metal, marcando a história da música para sempre. LEIA TAMBÉM: Entrevista Zakk Wylde: inteligência artificial na música, Zakk Sabbath e Brasil Via: WikiMetal

Knotfest Brasil emite comunicado oficial sobre o lineup do festival
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04/06/2024

Knotfest Brasil emite comunicado oficial sobre o lineup do festival

O perfil oficial do Knotfest, Knotfest Brasil e da produtora do evento 30e, emitiu um comunicado oficial sobre o anúncio do lineup do festival neste ano. “Entendemos e compartilhamos sua expectativa pelo KNOTFEST BRASIL 2024. Nossa equipe tem trabalhado sem parar nos bastidores para selecionar um lineup inesquecível que trará a você a melhor experiência possível em um festival de rock e metal. O lineup oficial será revelado no final deste mês, com o Slipknot realizando dois shows especiais sobre seus 25 anos, além de muitos outros artistas. Agradecemos sua paciência e entusiasmo enquanto finalizamos os detalhes. Obrigado pelo seu apoio e compreensão contínuos. Fique atento!” Os ingressos estão disponíveis aqui. Confira o post oficial: View this post on Instagram A post shared by KNOTFEST (@knotfest) LEIA TAMBÉM: Você conhece tudo sobre o festival do Slipknot? Teste aqui! Via: WikiMetal

Zoltan Bathory explica a complexidade de fazer turnê: “um erro pode acabar com o show”
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04/06/2024

Zoltan Bathory explica a complexidade de fazer turnê: “um erro pode acabar com o show”

Tirar uma turnê do papel é algo bastante complexo e que envolve muito planejamento e volumes consideráveis de dinheiro. Uma turnê de nomes como Metallica e Five Finger Death Punch, que são empresas de grande porte, a mão de obra é ainda mais acentuada, pois envolve mais pessoas e mais produção. O líder e guitarrista do 5 Finger, Zoltan Bathory, explicou ao canal Rock Antenne a complexidade de fazer turnê. De acordo com Zoltan, um erro pode acabar com o show. “O planejamento da turnê que fizemos com o Metallica, por exemplo, começou dois anos antes dos shows. São muitas coisas para serem resolvidas, já que a gente move uma cidade inteira ao redor do mundo, com caminhões e centenas de pessoas. É uma grande produção movendo-se ao redor do mundo, então a logística não pode falhar. Nada pode falhar! Um erro pode acabar com o show. Então essas coisas precisam ser planejadas e isso leva tempo. Normalmente, levamos cerca de um ano, talvez 18 meses, para vermos o que faremos nos próximos 18 meses. Esse é o cronograma. Além disso, demanda muito esforço de todos os envolvidos”. E por falar em turnê, o Five Finger Death Punch continua na estrada divulgando o seu mais novo álbum de estúdio, o nono de sua carreira, chamado AfterLife, lançado em agosto de 2022 via Better Noise. Via: Rockbizz

Quando o Metallica conquistou as massas pela primeira vez com ‘Master Of Puppets’
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04/06/2024

Quando o Metallica conquistou as massas pela primeira vez com ‘Master Of Puppets’

A história do Metallica já é bem conhecida pelo público. A banda surgiu ainda no começo dos anos 1980 fundada pelo guitarrista e vocalista James Hetfield e o baterista Lars Ulrich. Após uma considerável mudança de formações, tendo até Dave Mustaine (Megadeth) em seu primeiro lineup, a banda se consolida com a entrada de Kirk Hammett (ex-Exodus) na guitarra e o saudoso Cliff Burton (ex-Trauma) no baixo. Em 1983, com a demissão de Mustaine ainda recente (e repletos de composições deixadas pelo mesmo), a banda lança seu primeiro e aclamado disco Kill ‘Em All, um disco ainda cru, que mostra logo de primeira uma boa parte do potencial do jovem grupo para a cena pesada americana, trazendo muitas referências à Iron Maiden e Diamond Head. No ano seguinte, o grupo lança seu segundo (e muito aclamado) trabalho Ride The Lightning, primeiro a contar com a produção de Flemming Rasmussen, um disco violento, muito mais pesado que o anterior, trazendo muitas doses de Motörhead e Venom em seu som rápido, bruto e muito bem trabalhado. Ao longo da turnê de divulgação do disco, algumas músicas novas começaram a ser trabalhadas (algumas já sendo executadas ao vivo, como “Disposable Heroes”) para, em 1986, o grupo lançar aquele que seria o responsável por catapultar o Metallica ao grande público. Master Of Puppets também conta com a produção de Flemming e traz um disco praticamente irmão de seu antecessor, com a abertura acústica e melódica que deságua em uma explosão de riffs violentos e rápidos (“Fight Fire With Fire” e “Battery”), seguido de sua brilhante faixa título, uma terceira faixa cadenciada e construída completamente em cima de sua linha de baixo (“From Whom The Bell Tolls” e “The Thing That Should Not Be”) ou até mesmo sua complexa e, arrisco dizer, quase progressiva faixa instrumental (“The Call Of Ktulu” e “Orion”). O disco foi um sucesso, a banda alcança patamares muito além do que estavam acostumados e chegaram a fazer uma fatídica turnê europeia, abrindo para o icônico Madman Ozzy Osbourne. Eu digo fatídica pois fora nesta turnê, especificamente na Suécia, que um acidente envolvendo o ônibus da banda, graças a uma estrada congelada, viria a ceifar a vida do icônico Cliff Burton, que faleceu instantaneamente quando ele fora arremessado para fora da janela e o ônibus caiu sob seu corpo. A banda não teve tempo para se recuperar desse trauma (que quase levou ao fim do grupo) e poucos meses (e uma série de audições) depois, voltaram para a estrada com seu novo baixista, o jovem fã da banda Jason Newsted. O resto é história. Voltando ao Master Of Puppets, o disco é com certeza um dos mais aclamados da discografia do grupo. Seus 54 minutos mostram toda a pressão e capacidade que aquele lineup poderia oferecer, equilibrando perfeitamente a raiva e velocidade das influências de Lars e James com a maestria e melodias das referências de Cliff, que iam de Thin Lizzy e ZZ Top a grandes compositores clássicos. A faixa de abertura, a visceral “Battery”, vem nos mesmos moldes da abertura do disco anterior “Fight Fire With Fire”. Um início acústico e melódico que vai se tornando cada vez mais intenso, até chegar ao riff brutal de James que dá início a uma das faixas mais pesadas e rápidas (se não for a mais pesada) da sua carreira. A faixa título, grande responsável pela renovação do público do grupo após aparecer na série da Netflix Stranger Things nas mãos do personagem Eddie Munson, traz uma composição muito mais complexa que grande parte de seu catálogo até então (feito que seria repetido ao longo do disco) e repleta de camadas e passagens instrumentais que levam o ouvinte a uma viagem de melodia e peso. Em seguida, o poderoso riff de baixo de Cliff anuncia “The Thing That Should Not Be”, faixa novamente inspirada no autor americano H.P. Lovecraft (como “The Call Of Ktulu” no disco anterior) e que transita entre um riff forte e cadenciado e um verso etéreo, todo em cima da forte linha de baixo. “Welcome Home (Sanitarium)” respeita a teoria da conexão do disco com seu antecessor e, aos moldes de “Fade To Black”, traz uma “quase balada” cujo refrão traz uma forte dose de intensidade que prepara para o final rápido guiado pelo veloz solo de Kirk. Logo depois, vem “Disposable Heroes”, talvez uma das faixas mais velozes do disco (e, novamente, da banda), trazendo uma forte denúncia quanto as guerras que assolam o mundo (na época, estava forte o assunto da guerra fria e as sequelas do Vietnã ainda não se curaram totalmente – se é que um dia irão) e como os soldados são tratados como meros corpos a serem descartados para sanar conflitos de líderes mundiais. Próximo do fim do disco, depois de um show de violência e beleza, o ouvinte é agraciado com “Orion”, faixa favorita de Cliff (que fora tocada em seu funeral). Uma música instrumental que mostra toda a capacidade do saudoso baixista como compositor. Alguns até dizem ser uma música progressiva, dado a sua técnica de composição, nuances melódicas e diversos climas que se intercalam entre momentos pesados e cadenciados e momentos muito melódicos, calmos e etéreos, com destaque para as guitarras dobradas claramente trazidas das mais clássicas do Thin Lizzy (uma das favoritas de Cliff), Wishbone Ash e Iron Maiden (principal responsável por trazer Lars para o mundo da música). O encerramento com “Damage, inc.” faz jus ao nome. Realmente o disco foi uma palestra sobre destruição, um canhão sonoro que encerra o album com muita maestria e bota um ponto final na primeira (e muito aclamada) fase do grupo. Certamente não é exagero algum dizer que Master Of Puppets é um dos maiores discos não apenas do Metallica ou do metal, mas do rock como um todo e, por que não, da música. Um disco que foi capaz de trazer para o grande público a sonoridade do heavy metal e thrash metal de forma acessível, mesmo que repleta

“Religião é uma farsa; é uma merda de cachorro”, declara Kerry King
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04/06/2024

“Religião é uma farsa; é uma merda de cachorro”, declara Kerry King

Kerry King sempre teve uma postura ateísta e sempre foi um crítico ferrenho às religiões, principalmente ao cristianismo. Nas letras do Slayer, o músico colocava para fora toda a sua indignação e aversão ao espinhoso tema. Recentemente, conversando com o site Consequence, King falou sobre o assunto e declarou com todas as letras que religião é uma farsa. “Acho religião uma farsa! Quando eu estava na escola primária, os meus pais disseram que eu tinha que ir para a escola dominical, então fui ver qual era. Eu não sabia o que era igreja, e não foi isso que me causou ódio por ela, mas é apenas uma história divertida. Mas fui para essa escola dominical e, depois de uma semana, fui para a casa e disse que não queria mais fazer aquilo. Ou seja, até aquele garotinho sabia que era um monte de merda de cachorro”. Kerry acrescentou: “É como a política hoje em dia! O que é dito na imprensa desaparece em 48 horas. Todas as coisas e mentiras que Donald Trump fez como presidente desapareceram em poucas horas. É basicamente assim que é a religião! Você ouve falar de todos esses padres ao redor do mundo sendo condenados por agressão sexual ou conduta inadequada com menores, e um dia depois isso acabou. Mas eu me lembro dessa merda, e ela tem alimentado as minhas letras nos últimos 40 anos, então, agradeço a religião por me manter ocupado”. Em trabalhos como God Hates Us All, a crítica de Kerry King ficou ainda mais contundente em sons como God Send Death e New Faith. Via: Rockbizz

Pixies apresenta as duas primeiras músicas com a nova baixista
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04/06/2024

Pixies apresenta as duas primeiras músicas com a nova baixista

Pixies acaba de lançar duas músicas, “You’re So Impatient”‘ e “Que Sera, Sera”. Essas são as primeiras gravações em estúdio com a nova baixista Emma Richardson. No dia 19 de julho, a banda lançará um compacto de 7 polegadas que já está em pré-venda. A música “You’re So Impatient” é nova e a própria banda a descreve como: “um ataque explosivo de zumbis de dois minutos e nove segundos no shopping”. Enquanto a outra música, “Que Sera, Sera”, é uma regravação. Em 2021 a banda gravou a mesma música para a série de televisão From. O lançamento desse single coincide com o início da turnê do grupo. A banda irá passar pelos Estados Unidos, Reino Unido, Europa e Nova Zelândia. Dessa vez as bandas que os acompanharão serão Modest Mouse e Cat Power. A nova baixista do Pixies No começo desse ano o Pixies anunciou a saída da baixista Paz Lenchantin. Ela fazia parte da banda desde 2014, como substituta da baixista Kim Shattuck. Assim sendo, a banda emitiu nota que diz: “Lenchantin saiu da banda para se concentrar em seus próprios projetos. Somos gratos pelas contribuições de Paz e desejamos a ela tudo de melhor no futuro.” No entanto, Paz disse à Rolling Stone que sua saída a pegou de surpresa. Ainda acrescentou: “eles têm um plano sólido elaborado, o que por sua vez me levou a seguir em frente em novos projetos que me entusiasmam.” Logo em seguida a banda anunciou Emma Richardson como sua substituta. Anteriormente a baixista tocava no grupo inglês Band of Skulls. Ouça as novas músicas do Pixies: LEIA TAMBÉM: Steve Albini, icônico produtor grunge de artistas como Nirvana e Pixies, morre aos 61 anos Via: WikiMetal

Sepultura fará turnê pelos Estados Unidos com Claustrofobia e Obituary
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04/06/2024

Sepultura fará turnê pelos Estados Unidos com Claustrofobia e Obituary

Boa nova aos fãs de thrash metal! O Sepultura fará turnê pelos Estados Unidos com Claustrofobia e Obituary. O giro, que será em divulgação a Celebrating Life Through Death Tour, terá, até o momento, vinte e uma apresentações. Pelas redes sociais, o guitarrista e líder do Sepultura, Andreas Kisser, escreveu: “Estamos muito entusiasmados em anunciar os shows norte-americanos da turnê de despedida, Celebrating Life Through Death. Estamos nos divertindo muito fazendo esses shows e comemorando 40 anos de história. Vamos dividir o palco com os nossos irmãos do Obituary, Agnostic Front e Claustrofobia”. As datas já confirmadas são: Via: Rockbizz

Sex Pistols ressurge com datas marcadas para agosto deste ano
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04/06/2024

Sex Pistols ressurge com datas marcadas para agosto deste ano

O lendário grupo de punk rock inglês The Sex Pistols, sem atividade desde 2008, retorna para o palco ao lado do cantor e tatuador Frank Carter. Os shows acontecerão nos dias 13 e 14 de agosto de 2024 e trarão a execução completa do Never Mind The Bollocks, primeiro e único álbum da banda. A banda se apresenta sem o frontman Johnny Rotten, que perdeu uma batalha judicial contra a banda em 2021. O cantor convidado, Frank Carter, já é amigo de longa data dos outros integrantes, Paul Cook, Glen Matlock e Steve Jones. Carter participou dos grupos Gallows, Pure Love e Frank Carter and the Rattlesnakes. “Isso tem sido uma alegria do começo ao fim. Quando o THE SEX PISTOLS liga, você atende. Estou muito animado por fazer parte disso”, citou Frank (via Blabbermouth). Bush Hall: um importante centro cultural Os artistas se reúnem em prol da arrecadação de fundos para o Bush Hall, casa de música histórica de Londres na Inglaterra localizada no bairro de Shepherd’s Bush. A casa existe desde 1904, quando era um salão de dança. Depois, transformou-se em refeitório na II Guerra Mundial, sala de bingo e local de ensaio para grandes nomes da música, como The Who, Cliff Richards e outros (via Bush Hall Site Oficial). Nos anos 80 e 90, a casa foi ainda um clube social e de sinuca, antes de passar por reformas com o objetivo de reabertura com propósito musical. Os atuais proprietários são Charlie Raworth e Emma Hutchinson e, em seu espaço, abrigam diferentes eventos. Mas o local é reconhecido pela música, contando com apresentações de nomes como R.E.M, Amy Winehouse, The Killers, além de ser espaço para novos artistas promissores. O espaço enfrenta aumento nos preços da região e diminuição na demanda de shows ao vivo. Com isso, corre o risco de fechar as portas, assim como outros estabelecimentos da região. “Vamos tocar músicas do Pistols porque eles precisam de apoio e de dinheiro. Achamos que seria uma ótima maneira de ajudar. Este é o meu local. Eu cresci em Shepherd’s Bush e ainda moro por aqui. Seria uma pena vê-lo desaparecer e queremos continuar”, disse Paul Cook (via Blabbermouth). A venda dos ingressos começam na próxima quarta, 5, através do site Live Nation. O lucro das vendas será revertido em doação para investimento nas instalações internas e no apoio à artistas e projetos já existentes do Bush Hall. Confira abaixo um post de Frank Carter com a divulgação do pôster dos shows, produzido pelo renomado artista Shepard Fairey. View this post on Instagram A post shared by Frank Carter (@frankcarter23) LEIA TAMBÉM: Sex Pistols: Glen Matlock acha que a banda poderia ter feito mais álbuns Via: WikiMetal

Carmine Appice diz que Black Sabbath não é uma banda de heavy metal: “Eles são heavy hard rock”
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04/06/2024

Carmine Appice diz que Black Sabbath não é uma banda de heavy metal: “Eles são heavy hard rock”

O baterista Carmine Appice foi recentemente entrevistado no programa The Adventures Of Pipeman e concordou com o apresentador que observou que bandas como Quiet Riot não eram consideradas heavy metal de verdade no início dos anos 1980, no início do movimento thrash metal. “Até mesmo o Slayer. Eles não tinha aquela guitarra destrutiva”, disse Appice. “Todas aquelas bandas. Biohazard. Quero dizer, todas aquelas bandas – elas eram hard rock. E então, à medida que o movimento metal por si só avançava e todo mundo começou a ter aquelas guitarras destrutivas do Metallica e bumbos rápidos como Lars [Ulrich]. E acho que foi aí que tudo começou. Todas as coisas que estão acontecendo hoje começaram com o Metallica – na minha opinião, eu posso estar errado”. “Mas para mim, e todas as coisas anteriores a isso, incluindo o Black Sabbath, era hard rock”, ele acrescentou. “Quero dizer, nós fizemos shows com o Black Sabbath na época que lançamos o Cactus… Nós éramos rock blues e o Black Sabbath também”. Appice também disse que para ele que o clássico Paranoid era parecido com Communication Breakdown do Led Zeppelin mas, à medida que o tempo passava, o som do Sabbath ficava mais denso. E concluiu: “Essa é minha opinião. Todo mundo diz que o Sabbath é heavy metal – mas eles são heavy hard rock”. Carmine Appice tem mais de cinquenta anos de carreira e deixou sua marca artística em bandas como Vanilla Fudge, Cactus, Beck, Bogert & Appice e Rod Stewart, além de uma breve passagem na banda de Ozzy Osbourne no começo dos anos 80 e outros grupos. Via: Rockbizz

Paul McCartney viria ao Brasil em 2024, de acordo com jornalista
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04/06/2024

Paul McCartney viria ao Brasil em 2024, de acordo com jornalista

Na noite da última segunda-feira, 03, o jornalista José Norberto Flesch afirmou que Paul McCartney viria ao Brasil em 2024. A surpresa se dá pelo fato que o baixista esteve em solo brasileiro no final do ano passado, com a Got Back Tour, mas este intervalo curto, como disse o repórter, não é uma novidade pro músico. Sem muitos detalhes, ele não divulgou as datas exatas, mas é provável que seja em novembro ou dezembro. Confira o vídeo abaixo: LEIA TAMBÉM: Paul McCartney se torna o primeiro músico bilionário do Reino Unido Via: WikiMetal

Rock se tornou chato e estressante, declara Ritchie Blackmore
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03/06/2024

Rock se tornou chato e estressante, declara Ritchie Blackmore

O guitarrista Ritchie Blackmore se afastou do som do Deep Purple e formou o Blackmore’s Night no final dos anos 1990. Recentemente, ele compartilhou com a Guitar World que sua banda de folk-rock foi uma fuga do estresse de seu trabalho anterior. “O estresse vinha das viagens para fazer rock and roll, da tentativa contínua de criar melhorias diferentes de riffs pesados, o que pode ser chato. Eu estava ficando cansado de tocar o mesmo tipo de música: rock pesado”, disse Blackmore. E continuou: “Sempre me interessei por rock melódico – melodias em geral. Perto do final do Purple, era apenas alto por ser alto, então quando ouvi música renascentista – havia tantas melodias incríveis que me tocaram. Isso foi um grande alívio em muitos aspectos, então pulei do trem apenas para tocar algumas melodias de forma mais orgânica”. Ritchie Blackmore e sua esposa Candice Night lançaram o último álbum do Blackmore’s Night, intitulado Nature’s Light, em março de 2021. O grupo está se preparando para iniciar uma turnê pelos Estados Unidos no segundo semestre deste ano. A primeira parada é no Sherman Theatre em Stroudsburg, PA, no dia 22 de junho. Via: Rockbizz

Audience of Rain lança single impactante “The War Within”
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03/06/2024

Audience of Rain lança single impactante “The War Within”

Audience of Rain lançou no dia 12 de abril, o single “The War Within”, pela gravadora Affiant Records. A sintonia da direção de fotografia e da música no videoclipe consegue transmitir muito bem a mensagem da banda ao público. Audience of Rain é uma banda de rock moderno e intenso, proveniente da cidade de Akron, em Ohio, EUA. Suas inspirações são provenientes de suas raízes de hard rock, metal e metalcore para construir um som moderno com letras imaginativas, e ao mesmo tempo focadas no mundo real. Segundo a banda, seu objetivo é transmitir uma mensagem de união. Sendo que mesmo quando isolados, todos compartilhamos frustrações e medos, esperanças e sonhos comuns e, nesse sentido, nunca estamos abandonados ou sozinhos. Confira o making of do clipe abaixo. View this post on Instagram A post shared by 𝔄𝔲𝔡𝔦𝔢𝔫𝔠𝔢 𝔬𝔣 ℜ𝔞𝔦𝔫 (@audienceofrain) Como tudo começou A banda Audience Of Rain lançou seu primeiro álbum completo, Storm of the Century, em 2019, seguido por um cover de “Larger Than Life” dos Backstreet Boys. Em 2021, lançaram “Discord” com a participação de Jayden Panesso do Sylar, e o single “Earth/Decay”. Após assinarem com a Affiant Records, lançaram “Hell or High Time”, “Antivenom” e o cover de “Bye Bye Bye” também dos Backstreet Boys. Seu mais recente lançamento, “The War Within”, é um hino poderoso sobre perseverança, produzido por Danny Cullman e co-produzido por Chris Dawson. A banda já dividiu o palco com bandas como Nonpoint, Gemini Syndrome, Bobaflex e Saving Abel. Também já tocaram em grandes shows e festivais, como Ink In the Clink, agora conhecido como Inkcarceration Festival, Summit Music Festival 2021, Electric City Music Conference Scranton 2022, LAUNCH Music Conference 2023, Rock the Block Wilmington, Farm to Bottle Festival e CLE Mosh 2023. Via: WikiMetal

Metallica: James Hetfield teve crise de ansiedade antes da turnê de 2024
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03/06/2024

Metallica: James Hetfield teve crise de ansiedade antes da turnê de 2024

É difícil imaginar um artista do tamanho e da experiência de James Hetfield sofrer de ansiedade antes de uma turnê, todavia, o frontman do Metallica travou, recentemente, uma batalha contra o citado estresse psicológico. No novo episódio do podcast The Metallica Report, James falou sobre o seu drama: “Eu começo a duvidar de mim mesmo! Começo a pensar que estamos velhos e que não podemos mais fazer isso, ou seja, todas aquelas besteiras que todo mundo diz a si mesmo antes de entrar em algo que lhes interessa”. Hetfield continuou: “Tenho tido pesadelos sobre ser a única pessoa que se importa com o trabalho do Metallica. Nos pesadelos, eu estou nos shows, mas está todo mundo de brincadeira nos bastidores. Aí, eu começo a perguntar onde estão as minhas coisas, meus equipamentos, o repertório que vamos tocar e tal”. Papa Het finalizou em tom esperançoso: “Essas coisas aumentam a ansiedade, mas você não pode deixar que ela tome conta de você, você precisa de um equilíbrio entre ansiedade e fé. É assim que as coisas vão ficar bem”. Atualmente, o Metallica está divulgando a perna europeia da M72 World Tour 2024, com shows na Itália, Áustria, Finlândia, Dinamarca, Noruega, França, entre outros países. Para ficar antenado em cada passo do Metallica, acesse aqui. Via: Rockbizz

Porto Alegre ganha noite de blues e rock and roll em festival beneficente para Rio Grande do Sul
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03/06/2024

Porto Alegre ganha noite de blues e rock and roll em festival beneficente para Rio Grande do Sul

Texto por Patricia C. Figueiredo Após um mês inteiro de tragédias e sofrimento por conta das enchentes que atingiram quase 95% das cidades do Rio Grande do Sul, a produtora Abstratti organizou um festival beneficente em Porto Alegre que reuniu músicos gaúchos de diferentes vertentes em uma noite de muita música. Todo o valor dos ingressos foi destinado a ONG Sopão Solidário. O festival se deu na última sexta-feira, 31, no Plaza Hub, centro de eventos do Plaza São Rafael que comporta cerca de 200 pessoas. O palco baixo com uma bandeira do Rio Grande do Sul no canto e a iluminação simples dos holofotes completou o ambiente intimista e requintado. Apesar das cadeiras a disposição, muitos optaram por ocupar o espaço de pé, com mais liberdade para curtir o som. O músico Igor Assunção fez a abertura do festival com uma versão em voz e violão do Hino do Rio Grande do Sul. Em sua apresentação, a letra do hino foi alterada para “povo que não tem virtude, acaba por ser deixado.” A alteração da letra é um manifesto contra um trecho de cunho racista que consta na letra original. A noite começou com um pouco de folk. Juarez Maraz, vestido com uma jaqueta marrom caramelo com franjas nas mangas, contou com a companhia de King Jim, saxofonista da lendária banda gaúcha Garotos da Rua, para tocar “Harvest Moon” de Neil Young. Mell Costa chegou no palco com músicas autorais no estilo pop, e a cantora Roxy mandou super bem com um cover acústico de “Simply the Best” de Tina Turner e “Como Nossos Pais” de Elis Regina. Depois foi a vez do conhecido vocalista Jacques Maciel. Ainda em formato acústico, mandou as clássicas “Tardes de Outono” e “O inferno Vai Ter Que Esperar”, de sua banda Rosa Tattooada. O ator e cineasta Werner Schumann ficou conhecido por interpretar a figura histórica de Bento Gonçalves na minissérie A Casa das Sete Mulheres em 2004, mas ele também entende bastante de música. Com sua banda nova chamada Werner e o Bando, apresentaram o bom e velho rock and roll já plugado, tocando músicas autorais e também alguns covers. Segundo Schumann, a banda faz releituras em blues de grandes hits da música brasileira. Com isso, rolou a balada “Fuga” de Lúpicio Rodrigues e até uma dobradinha de Roberto Carlos, com “Negro Gato” e “Que Vá Tudo Pro Inferno”. Seguindo com o rock bem plugado, Fredi Chernobyl e Nando Endres da Comunidade Nin Jitsu apareceram com as icônicas “Foxy Lady” e “Voodoo Child” do lendário Jimi Hendrix. O trio Pata de Elefante também marcou presença. Esquentaram a noite fria acompanhados de King Jim que voltou ao palco com seu sax, e juntos tocaram grandes hits dos Garotos da Rua como “Eu Sei”, “Você é Tudo Que Eu Quero” e “Só Pra Te Dar Prazer”, esta última com a partipação de Fabrício Beck da banda Vera Loca. O Pata de Elefante também tocou algumas da suas faixas originais, a banda faz um som instrumental, um rock puro do mais tradicional com fortes elementos de blues. O som continuou na noite e o público foi chamado para de aproximar do palco. Marcelo Schmidt, músico e gestor do espaço Plaza Hub, ainda agitou o evento com “Pride and Joy” de Stevie Ray Voghan, “Misirlou” de Dick Dale e the Del Tones, e “Suspicious Minds” de Elvis Presley. O produtor Ricardo Finocchiaro também assumiu os vocais para cantar “Hoochie Coochie Man”, e Renato Osório (Atomic Elephant) e André Nascimento (Rock n Roll Train) também se juntaram aos músicos no palco antes de encerrar a noite e tocaram “Used to Love Her” do Guns and Roses e “Love Aint No Stranger” do Whitesnake. Foi uma noite com grandes covers e a presença de incríveis artistas gaúchos, reforçando a cena musical da região em meio ao momento doloroso que os gaúchos estão vivendo. Esperamos que a corrente de solidariedade continue pois os impactos desse desastre climático têm sido sentidos diretamente por aqueles que perderam muito ou até mesmo tudo nas enchentes, mas também por todo o povo gaúcho que vê sua terra passar por tamanho sofrimento. LEIA TAMBÉM: Grandes nomes do metal nacional se unem para festival beneficente para Rio Grande do Sul Via: WikiMetal

Robert Plant adora fazer versões descontruídas das músicas do Led Zeppelin
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03/06/2024

Robert Plant adora fazer versões descontruídas das músicas do Led Zeppelin

Mexer em sons clássicos pode ser uma armadilha mortal, visto que os fãs podem torcer o nariz na menor mudança de arranjo. Contudo, o vocalista Robert Plant adora fazer versões descontruídas das músicas do Led Zeppelin e parece não se preocupar com as opiniões alheias. Em conversa com o jornal USA Today, Plant explicou a sua atual abordagem artística: “Eu adoro fazer versões descontruídas das músicas, fico muito orgulhoso dessas versões, adoro poder mudá-las e dar uma visão exótica, com elementos mais dramáticos”. O lendário vocalista completou: “Às vezes, eu fico muito emocionado porque ouço essas músicas, e são todas lindas adaptações que eu nunca poderia ter sonhado”. Robert Plant já fez novos arranjos para hits como The Battle Of Evermore, Rock And Roll e When The Levee Breaks. Via: Rockbizz