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16ª edição do In-Edit Brasil traz mais de 60 filmes de diversos países
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11/06/2024

16ª edição do In-Edit Brasil traz mais de 60 filmes de diversos países

O In-Edit Brasil Festival (Internacional do Documentário Musical) celebra sua 16ª edição com mais de 60 títulos em exibição. Confira a programação completa clicando aqui e veja no fim da matéria como adquirir seu ingresso. O evento acontece de 12 a 23 de junho em São Paulo, no CineSesc, Cinemateca Brasileira, Spcine Olido, Spcine Paulo Emílio (CCSP), Cine Bijou, Cine Matilha, Cineclube Cortina e inclui ainda três salas periféricas do Circuito Spcine, no CEU Meninos, CEU Perus e CFC Cidade Tiradentes. Todas as sessões e atividades são gratuitas, exceto no CineSesc, onde haverá sessões gratuitas e ingresso no valor único de R$10. Parte da programação estará disponível, também de forma gratuita, nas plataformas digitais Sesc Digital, Itaú Cultural Play e Spcine Play. O festival traz uma seleção de documentários nacionais e internacionais entre longas e curtas, incluindo lançamentos e alguns clássicos em versões restauradas. Além dos tradicionais Panoramas Brasileiro e Panorama Mundial, o festival promove este ano o Especial “Música e Máquinas”, com uma série de filmes e atividades que apresentam criadores de música e dispositivos musicais eletrônicos, e conclui a programação de filmes com a Mostra Flashback, dedicada ao resgate de títulos históricos nunca exibidos pelo festival. O evento apresenta também uma variada Programação Paralela que inclui encontros, master classes, debates, apresentações musicais exclusivas, sessões comentadas, a tradicional Feira de Vinil e, pela primeira vez, uma Feira de Livros, com centenas de títulos sobre música e cinema a preços especiais. A cerimônia de abertura acontece no dia 12 de junho, quarta-feira, às 20h30, no CineSesc, em sessão gratuita para público e convidados, com a estreia nacional do documentário Devo, de Chris Smith, sobre a banda formada em 1973. View this post on Instagram A post shared by In-Edit Brasil (@ineditbrasil) Via: WikiMetal

Discharge toca em São Paulo com Midnight, Havok e Manger Cadavre?
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11/06/2024

Discharge toca em São Paulo com Midnight, Havok e Manger Cadavre?

Discharge retorna à América Latina em junho deste ano – são datas remarcadas da turnê que aconteceria em novembro de 2023. No Brasil, o único show acontece em São Paulo no dia 21/06, no Carioca Club, com mais três bandas convidadas, duas delas internacionais: Havok (thrash metal, EUA), Midnight (black/speed metal, EUA) e a Manger Cadavre? (de São José dos Campos/SP). Os ingressos estão à venda no site oficial do Clube do Ingresso e os ingressos antes adquiridos em outra ticketeira ainda estão valendo. A realização é da Gig Music e Carioca Club em parceria com a Dreamers Entertainment e Route One Booking. Nesta terceira passagem pelo Brasil, o Discharge teve seu mais recente álbum, End of Days, lançado em 2016 e alcançou o 10º lugar no The Official UK Rock Charts. Bandas convidadas A Havok, de Denver, Colorado, surgiu em 2004 com um estilo agressivo que evocou lendas do thrash metal da Bay Area como Exodus, Metallica e Testament. O álbum mais recente é V, de 2020. O Midnight, de Cleveland, tem destruído o metal/punk underground desde 2002 com seu som ríspido. A obra mais recente do Midnight, Rebirth By Blasphemy, soa mais completa e estridente do que nunca. A Manger Cadavre? é uma banda de death crust de São José dos Campos, interior de São Paulo. Tendo se apresentado em grandes festivais nacionais como Setembro Negro, Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, Virada Cultural Paulista entre outros, a banda atualmente está em turnê de lançamento do disco Imperialismo. SERVIÇO Discharge em São PauloData: 21 de junho de 2024 (sexta-feira)Horário: 19h (portas) | Início: 20hLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – São Paulo/SPVendas: https://www.clubedoingresso.com/evento/discharge-saopauloIngresso:Pista: R$ 150,00 (1º lote, meia-entrada e meia-entrada solidária); R$ 300 (inteira, 1º lote)Camarote: R$ 200,00 (1º lote) Ingressos meia ou promocional: mediante à apresentação da carteira de estudante ou a doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) ou um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show. Classificação: 16 anos Via: WikiMetal

Bon Jovi toca de surpresa na inauguração do bar de Jon Bon Jovi em Nashville; assista
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11/06/2024

Bon Jovi toca de surpresa na inauguração do bar de Jon Bon Jovi em Nashville; assista

O Bon Jovi surpreendeu os fãs com um show de cinco músicas na inauguração do bar do vocalista Jon Bon Jovi em Nashville, Estados Unidos. O JBJ’s Nashville, um restaurante e bar de cinco andares com duas coberturas ao ar livre, abriu no último sábado (08 de junho). A banda começou com Blood on Blood, do álbum New Jersey de 1988, e seguiu com We Weren’t Born to Follow, o mega-hit You Give Love a Bad Name e Born to Be My Baby. O set terminou com Legendary, faixa do novo álbum Forever. Esta foi uma apresentação rara para a banda, já que os problemas nas cordas vocais do cantor impediram o Bon Jovi de fazer turnê nos últimos dois anos. Em uma entrevista recente ao The Guardian, Jon Bon Jovi confirmou que ainda não está pronto para uma turnê completa, dizendo: “É um trabalho em andamento. Não existe milagre. Eu só queria que houvesse um maldito interruptor de luz. Sou mais do que capaz de cantar de novo. A questão agora é: posso fazer duas horas e meia por noite, quatro noites por semana? A resposta é não”. Veja vídeos filmados por fãs abaixo: Via: Rockbizz

Dallas Green fala sobre City and Colour, Alexisonfire e shows no Brasil
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11/06/2024

Dallas Green fala sobre City and Colour, Alexisonfire e shows no Brasil

Entrevista por Pedro Tiepolo Dallas Green é um músico talentosíssimo. Cantor, compositor, guitarrista e produtor, ele carrega em seu currículo dois grandes projetos de gêneros completamente distintos. O primeiro, mais famoso para os fãs de hardcore, é Alexisonfire. O segundo, City and Colour, para os amantes de música alternativa, indie e um som mais acústico. Com o Alexisonfire, o músico veio ao Brasil em 2022 para se apresentar no Lollapalooza e solo no Lolla Party para divulgar o álbum Otherness, que foi lançado em seguida, em junho do mesmo ano. Já com seu projeto City and Colour, Dallas veio há seis anos e agora irá matar a saudade dos fãs brasileiros com dois shows no país: dia 14 de junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e no dia 16 de junho, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. As apresentações fazem parte da turnê que divulga o álbum The Love Still Held Me Near, lançado em março de 2023. Produzidas por Green e pelo membro e colaborador de longa data Matt Kelly, as 12 canções que compõem esse novo álbum seguem um período difícil da vida de Green, incluindo a trágica perda de seu melhor amigo em 2019. Às vésperas dos shows no Brasil, Green conversou com exclusividade com o Wikimetal e falou sobre seus dois projetos, inspirações, processo de composição e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Oi Dallas! Obrigado por tomar o tempo para conversar com a gente. O último álbum do City and Colour foi lançado ano passado, e você já está a mais de um ano na estrada com esse projeto. Como tem sido a experiência de tocar esse novo material, e como tem sido a recepção dos fãs? Dallas Green: Tem sido incrível. Antes do álbum sair, eu tinha uma certa… não quero chamar de preocupação. Mas tinha um sentimento, de saber que o que eu tinha escrito me ajudou a passar por um momento sombrio da minha vida, mas eu me perguntava se seria vulnerável demais para as pessoas se conectarem. Mas depois que foi lançado e eu percebi o quanto o álbum significou para pessoas que passaram por coisas similares nos últimos anos, começou a ficar claro pra mim que era como uma celebração. Tocar as músicas novas ao vivo tem sido muito catártico para mim pessoalmente, mas também vejo a reação das pessoas na plateia, e quando converso com elas depois do show. Tem sido realmente muito lindo. WM: Você fez esse álbum depois de um período trágico da sua vida pessoal. Foi estranho pra você subir no palco e ter que cantar essas músicas? DG: Eu lembro que nos primeiros shows nós começamos com a primeira música do álbum, pra tirar o band-aid de uma vez. Inicialmente, era um pouco estranho cantar, mas quando eu comecei a olhar pra plateia, eu conseguia ver alguém chorando, ou alguém muito emocionado. E me lembrou que a música é feita pra isso. É feita para conectar as pessoas e celebrar a vida. No último ano tocando essas músicas novas, a maior recompensa tem sido ver o quanto todo mundo está conectado. Isso me permitiu sentir que eu não estou cantando algo triste, eu estou cantando sobre encontrar alegria na escuridão. WM: No momento em que você estava escrevendo esse material, teve alguma hesitação em lançar essas músicas, que são tão vulneráveis e pessoais? Ou você sempre soube que precisava fazer esse álbum? DG: Eu sabia que eu precisava escrever sobre isso para mim mesmo. Acho que demorou um pouco pra perceber que ia ser tão positivo para mim, porque eu sempre fui bem aberto sobre o que eu estou cantando. Mas foi um nível diferente de tentar transformar esses sentimentos em música. Quando se está tentando escrever sobre perder alguém, você tenta fazer isso do jeito mais elegante possível. Você tenta honrar a memória de alguém em uma música, e de modo que ela ressoe com pessoas que não conheciam ela. Então foram muitas conversas internas, e com amigos. E quando as peças começaram a se encaixar, ficou claro que isso ia me ajudar muito, e se desse certo, ia ajudar outras pessoas também. WM: Muitas pessoas têm uma percepção de que os artistas criam sua melhor arte quando estão sofrendo, estão deprimidos ou passam por uma tragédia. Eu não acho que isso é tão verdade, e até pode ser uma ideia perigosa, mas estou curioso pra saber o que você pensa sobre isso. DG: Sim, eu entendo isso também. Eu acho que tiveram momentos na minha vida que senti isso, que o único jeito que eu conseguia criar era passando por algo difícil. Mas o que eu percebi é que a vida é assim, não importa o que. Você vai ter dias bons, e dias ruins. O sol nasce e tem luz, e em algum momento ele se põe e tem escuridão. E ao longo dos anos eu percebi que eu prefiro escrever sobre as partes desconfortáveis da vida. Não é como se eu fosse uma pessoa miserável e atormentada que só consegue sair da cama se eu escrever uma música sobre estar triste, longe disso. Eu só não quero escrever sobre o outro lado, pelo menos ainda não. Se eu estou tendo a melhor noite da minha vida com meus amigos e família, eu não tenho interesse em escrever uma música sobre isso. Então é assim que vejo isso, não acho que vivo uma vida de sofrimento, mas sou um humano que tem que lidar com o sofrimento de vez em quando. E simplesmente é isso que decido escrever sobre. WM: A sua outra banda, Alexisonfire, é completamente diferente, mas ao mesmo tempo tem essa mesma energia emocional e catártica. Como você vê os dois projetos e as diferentes influências? DG: Eu escrevo de um certo jeito meu, e eu sempre quero estar conectado emocionalmente com a música. Acho que a diferença com Alexisonfire é que nós escrevemos as músicas em conjunto, então acaba sendo um trabalho em

Alice Cooper lança “campanha presidencial” de 2024
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11/06/2024

Alice Cooper lança “campanha presidencial” de 2024

Alice Cooper está se preparando para a eleição presidencial de 2024 da única maneira que sabe – concorrendo à presidência, algo que ele tem feito a cada quatro anos como sátira desde que lançou a música Elected em 1972. Vale lembrar que a faixa está no repertório do sexto álbum de estúdio do cantor, Billion Dollar Babies, lançado em 1973. O mestre do shock rock compartilhou um novo vídeo de sua “campanha presidencial”, dizendo: “Bem, eu sou Alice Cooper e sou um homem problemático para tempos problemáticos. Eu deveria me encaixar perfeitamente”. Visite AliceForPresident.com para fazer parte do Wild Party e ficar por dentro da campanha de Alice Cooper. Assista o vídeo abaixo: Via: Rockbizz

Promoção Matanza e Massacration: valendo 01 par de ingressos para show em São Paulo
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11/06/2024

Promoção Matanza e Massacration: valendo 01 par de ingressos para show em São Paulo

Matanza Ritual e Massacration estão reunidos na turnê Mata e Amassa – The Crazy World Tour, que passará ao redor do Brasil em 2024. No dia 22 de junho, as duas bandas fazem uma parada em São Paulo, para um show memorável na Audio. Para você não ficar de fora dessa, o Wikimetal em parceria com a Audio está sorteando 01 par de ingressos para a melhor resposta à pergunta do nosso Instagram. Confira o regulamento aqui no site e participe lá: View this post on Instagram A post shared by Wikimetal (@wikimetalbr) Regulamento do Concurso Cultural: Promoção Matanza e Massacration valendo 01 par de ingressos para o show em São Paulo FORMUSIC PORTAL DE INTERNET E SERVIÇOS ARTÍSTICOS LTDA-ME (“FORMUSIC”), estabelecida na Rua Bernardino de Campos, 277 – Centro na cidade de Indaiatuba/SP, inscrita no CNPJ sob n. 15.565.819/0001-73, promove o presente Concurso Cultural com o objetivo de oferecer entretenimento e estimular a criatividade dos participantes. 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Estão habilitadas a participar do Concurso todas as pessoas físicas e maiores de 18 anos domiciliadas no Brasil, excluídos os prepostos com função de gestão, sócios, diretores, executivos e funcionários da WIKIMETAL. Além destas, não podem participar deste Concurso qualquer pessoa ou funcionário de organização que esteja, direta ou indiretamente, envolvida em qualquer aspecto deste Concurso. 2. PERÍODO DE VIGÊNCIA 2.1 O Concurso terá início no dia 11/06/2024 e término às 12h do dia 18/06/2024, podendo ser prorrogado a exclusivo critério da WIKIMETAL. 3. DIVULGAÇÃO 3.1 O concurso e suas dinâmicas serão divulgados nas Redes Sociais (Facebook/Twitter/Instagram) e páginas de internet oficial da WIKIMETAL. 4. DINÂMICA DO CONCURSO 4.1 Para participar do concurso os participantes deverão obrigatoriamente, durante o período de vigência, criar uma frase respondendo “Por que você quer ir ao show da Mata e Amassa Tour e quem quer levar com você?” nos comentários do post oficial no Instagram. O comentário deve ser feito dentro do limite de caracteres estabelecido pela plataforma e relacionado com o tema deste concurso. 4.2 A frase ou texto deverá ser totalmente original e aderente ao tema do Concurso. 4.3 O conteúdo do material é de única e exclusiva responsabilidade do participante, que deverá respeitar as leis brasileiras. A frase que contiver citação de criações já existentes não será desclassificada, mas o julgamento seguirá os critérios indicados no item 5.1 deste Regulamento. 4.4 Todas as participações serão moderadas para a verificação do cumprimento dos termos deste regulamento. As frases ou textos considerados inadequados estarão sujeitos a serem retirados do concurso sem necessidade de qualquer comunicação ao participante. Em caso de envio reincidente de frases ou textos inadequados, o participante está sujeito ao cancelamento de sua participação no concurso. 4.5 As frases ou textos enviados têm como finalidade a promoção de contexto cultural. Ao enviá-los, o participante estará de acordo com os termos legais para cessão dos direitos autorais nelas contidas, sendo permitido ao WIKIMETAL utilizar nas Redes Sociais e Site Oficial (e qualquer outro comunicação) durante o prazo de 05 (cinco) anos em todo território nacional, sem que caiba qualquer contraprestação pecuniária ao participante. 5. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 5.1 As frases ou textos serão julgados pela Comissão de Concurso, com base na (i) Criatividade; (ii) Originalidade; (iii) Adequação ao tema do Concurso. 5.2 As frases ou textos deverão ser elaborados pelo próprio participante e devem estar de acordo com o tema do concurso. Os participantes deverão possuir todos os direitos autorais do material que enviarem à WIKIMETAL. 5.3 Qualquer participação que, a critério da Comissão do Concurso, seja considerada inapropriada, será automaticamente desclassificada sem aviso ao participante. A WIKIMETAL não se responsabiliza por participações enviadas que contenham direitos de terceiros. 5.4 A Comissão julgadora terá autoridade absoluta e discrição na seleção dos ganhadores, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. Os participantes renunciam expressamente, ao aceitar as regras deste concurso pela sua participação, a qualquer questionamento sobre critérios adotados, prevalecendo sempre o critério da Comissão julgadora da WIKIMETAL. 5.5 Caso mais de um participante envie uma frase ou texto idênticos, o desempate entre estes será feito tomando-se por base a data e hora do envio do comentário. 6. PRÊMIOS, DIVULGAÇÃO E FORMA DE ENTREGA 6.1 O(s) ganhador(es) do concurso serão premiados com 01 par de ingressos para o show do Matanza e Massacration (Mata e Amassa Tour) em São Paulo, na Audio, no dia 22 de junho (sábado). Os prêmios oferecidos são intransferíveis e não poderão ser trocados por dinheiro. Não será permitida substituição de prêmio algum, exceto nos casos em que a mesma se fizer necessária por motivos justificáveis ou alheios à vontade da WIKIMETAL. 6.2 A apuração dos vencedores do Concurso Cultural será feita pela Comissão do Concurso na sede da WIKIMETAL e o resultado final será divulgado a partir do dia 18/06/2024 através do Instagram da WIKIMETAL, exclusivamente. 6.3 O(s) ganhadores serão informados pela WIKIMETAL, a qual passará orientações para recebimento do prêmio. 7. PERDA DO DIREITO AO PRÊMIO 7.1 O(s) participante(s) ganhador(es) que não retirar(em) o prêmio no prazo estipulado neste regulamento perderá(ão) perderão o direito de receber o prêmio, cabendo à WIKIMETAL, a seu exclusivo critério, atribuir o prêmio à outro participante. 7.2 O(s) participante(s) declaram que são conhecedores das características do prêmio e que a retirada intempestiva não permitirá que o mesmo usufrua do prêmio em razão de sua natureza. 8. DESCLASSIFICAÇÃO 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso Cultural os participantes que: a. Deixarem de cumprir qualquer condição do regulamento; b. Praticarem ato ilegal, ilícito ou que atentem contra os objetivos e regras do Concurso; c. Enviarem frases que contenham contexto sobre bebidas alcoólicas, cigarro, drogas, nudez, pornografia (inclusive infantil), sejam contra a lei, imputem prática de crime, atentem contra a moral, bons costumes ou que tenham conotação ofensiva à terceiros; d. Utilizarem sistemas, softwares e outras ferramentas ou métodos automáticos, repetitivos ou programados que criem condições de envio de frases [relatos], navegação, participação ou votação consideradas pela Comissão do Concurso como práticas irregulares, desleais ou que atentem contra os objetivos recreativos deste Concurso. A Comissão do Concurso poderá, a seu

Roger Daltrey (The Who) está indignado com os fãs que procuram setlists antes de irem aos shows
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11/06/2024

Roger Daltrey (The Who) está indignado com os fãs que procuram setlists antes de irem aos shows

Em uma entrevista recente à Billboard, Roger Daltrey expressou sua indignação com os fãs que procuram setlists antes de irem aos shows. De acordo com o vocalista do The Who, a internet arruinou as apresentações ao vivo. “Não vou falar sobre músicas”, disse Daltrey na entrevista. “Muitas pessoas revelam as músicas. Não há mais surpresas nos shows hoje em dia, porque todo mundo quer ver o setlist. Estou cansado disso. A internet arruinou os shows ao vivo para mim”. E acrescentou: “Quem quer saber o que vem a seguir? As pessoas esquecem das surpresas. Eu não aguento”. Mesmo sem querer revelar o setlist dos próximos shows, Daltrey disse que Won’t Get Fooled Again entrará no repertório. No entanto, ele não fará o grito icônico da música: “Eu faço esse grito há 55 anos e já estou farto dele. Eu nem quero tentar agora; é brutal para as cordas vocais”. Roger Daltrey tem shows marcados para este mês na América do Norte com sua turnê solo que contará com clássicos do The Who, músicas de sua carreira solo, raridades e outras surpresas. Confira as data em www.thewho.com. Via: Rockbizz

“Pegasus Fantasy” ganha versão definitiva gravada por Edu Falaschi
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11/06/2024

“Pegasus Fantasy” ganha versão definitiva gravada por Edu Falaschi

Depois de anos de espera, finalmente Edu Falaschi gravou uma versão de estúdio de “Pegasus Fantasy”. A música tema do anime Cavaleiros do Zodíaco é um pedido antigo dos fãs que lembram da voz de Edu na abertura. Além disso, o lançamento conta com videoclipe com imagens da gravação no estúdio e que celebra os 30 anos do anime no Brasil. A interpretação de Edu tem a companhia de Roberto Barros, nas guitarras, os teclados de Fábio Laguna, Raphael Dafras no baixo e Jean Gardinalli na bateria. A produção ficou por conta do Tito Falaschi e a arte foi feita pelo Carlos Fides. A nova versão aposta na nostalgia dos fãs que viam os desenhos nos anos 2000 e espera agradar novos ouvintes. Sobre os motivos da escolha música Edu Falaschi comentou: “Há muitos anos recebo pedidos para que eu gravasse novamente a ‘Pegasus Fantasy’ em estúdio com uma gravação atual, revigorada e que estivesse disponível em todas as plataformas digitais, para enfim todos poderem escutar esse hino com qualidade e na voz e interpretação do vocalista original, como os fãs conheceram no início dos anos 2000. Agora, muitos anos depois, consegui deixar da maneira que sempre quis. Recriar ‘Pegasus Fantasy’ em uma versão metal e na minha pegada de composição foi incrível.” Edu Falaschi apresenta a versão definitiva de “Pegasus Fantasy” na turnê ‘Rebirth Live in SP 20 anos’ Atualmente, Edu Falaschi percorre o Brasil em uma turnê para celebrar o DVD Rebirth Live in SP 20 anos. A banda conta com um ônibus próprio, batizado de Trovão Azul por Edu. O ônibus transportará mais de uma tonelada de equipamento para a realização do show. Ao vivo durante essa turnê Falaschi e banda apresentarão a versão nova de “Pegasus Fantasy”. LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi anuncia campanha de doação de violão Takamine em ajuda ao Sul Via: WikiMetal

Dieth, nova banda de David Ellefson, fará shows no Brasil em setembro
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11/06/2024

Dieth, nova banda de David Ellefson, fará shows no Brasil em setembro

O Dieth, nova banda de David Ellefson (ex-Megadeth), Guilherme Miranda (ex-Entombed A.D.) e Michal Lysejko (ex-Decapitated), fará dois shows no Brasil em setembro. O grupo de death metal se apresentará no dia 20 de setembro no Vip Station, São Paulo, e no dia 22 de setembro no Sebas Rock Bar, Curitiba. Os ingressos já estão à venda em https://meaple.com.br/dieth. Além do Brasil, a turnê também passará pela Argentina, Colômbia, Chile e México. Confira todas as datas abaixo: 20/09 – São Paulo/SP Brasil22/09 – Curitiba/PR Brasil24/09 – Buenos Aires/Argentina25/09 – Santiago/Chile26/09 – Bogotá/Colômbia27/09 – Cidade do México/México Via: Rockbizz

Halestorm e I Prevail se unem em “Can U See Me In The Dark?”
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11/06/2024

Halestorm e I Prevail se unem em “Can U See Me In The Dark?”

Halestorm e I Prevail estão se preparando para sair em turnê juntos pelos Estados Unidos e para celebrar o momento, lançaram “Can U See Me In The Dark?” Ao falar sobre a música, o vocalista Eric Vanlerberghe comentou: “Foi um desafio divertido misturar os sons do Halestorm e do I Prevail. Nós realmente nos concentramos em criar uma base musical que parecesse muito I PREVAIL e deixar Lzzy [Hale, vocalista do Halestorm] brilhar e fazer o que ela faz de melhor para misturar as duas identidades de nossas bandas em uma música enorme. Estou realmente ansioso por esta turnê e possivelmente tocar essa música ao vivo para todos.” Hale comentou que a canção foi escrita com o objetivo de mostrar aos fãs que “e vocês saibam que vocês são vistos e que não estão sozinhos brilhando em meio à miríade de alegria e dor da vida. Mal podemos esperar para vê-los neste verão.” LEIA TAMBÉM: Lzzy Hale afirmou que está escrevendo as melhores músicas do Halestorm Via: WikiMetal

Poppy brinca com pop-metal moderno em”New Way Out”
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11/06/2024

Poppy brinca com pop-metal moderno em”New Way Out”

Poppy lançou um single único intitulado “New Way Out”. A música vem antes de sua próxima turnê de apoio ao Thirty Seconds to Mars e segue seus recentes singles colaborativos com Bad Omens (“V.A.N”) e Knocked Loose (“Suffocate“). Mudando constantemente de gênero, Poppy trabalha com um som pop-metal moderno em “New Way Out” – uma música sobre “autocrescimento e como se afastar do limite”. O single, que você pode ouvir logo abaixo, foi produzido por Jordan Fish, que recentemente saiu do Bring Me The Horizon e está trabalhando com diversos nomes do metal como Architects, Spiritbox e mais recente, Poppy. Via: WikiMetal

Paul McCartney anuncia shows na América Latina e deixa Brasil de fora
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11/06/2024

Paul McCartney anuncia shows na América Latina e deixa Brasil de fora

Paul McCartney anunciou uma série de shows da turnê Got Back Tour na América Latina em outubro desse ano. O ex-Beatles passará por Uruguai, Argentina, Chile e Peru, deixando o Brasil de fora, por enquanto. Seu primeiro show de 2024 será realizado em 1º de outubro em Montevidéu, no Uruguai, onde ele cantou há 10 anos. Já em Buenos Aires, ele retorna após cinco anos e em Córdova, a espera foi de oito anos. Em Santiago, a espera também foi de cinco anos, cidade em que McCartney já se apresentou quatro vezes. No Peru, ele realiza a sua segunda visita, após uma década. Confira as datas já confirmadas: 1º de outubro : Estádio Centenário | Montevidéu, Uruguai5 de outubro: Estádio River Plate | Buenos Aires, Argentina11 de outubro: Estádio Monumental | Santiago, Chile23 de outubro: Mario Alberto Kempes | Córdova, Argentina27 de outubro: Estádio Nacional | Peru, Lima Os ingressos estarão à venda para o público geral a partir de sexta-feira, 14 de junho. Para mais informações sobre horários e datas, acesse o site oficial da turnê. View this post on Instagram A post shared by Paul McCartney (@paulmccartney) LEIA TAMBÉM: Paul McCartney se torna o primeiro músico bilionário do Reino Unido Via: WikiMetal

Kerry King cogitou usar os nomes Blood Reign e King’s Reign em carreira solo
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10/06/2024

Kerry King cogitou usar os nomes Blood Reign e King’s Reign em carreira solo

No dia 17 de maio pela Reigning Phoenix Music, o thrasher Kerry King (Slayer) colocou no mercado seu primeiro álbum solo, From Hell I Rise. A banda do guitarrista leva o seu nome, no entanto, esta não era a ideia inicial. Conversando com o canal do Sweden Rock Festival, Kerry King explicou a dificuldade de achar um bom e disponível nome para uma banda, além disso, comentou que cogitou usar os nomes Blood Reign e King’s Reign em carreira solo. “Eu odiei usar o meu nome, mas, todas as vezes em que eu criava um nome para a banda, ele já estava registrado ou usado por outro grupo. Eu até sugeri comprar um nome de uma destas bandas, mas os nossos advogados nos aconselharam a não seguir por este caminho, além do mais, chegou a hora de anunciar os festivais norte-americanos, então, tínhamos que escolher um nome. Todavia, nunca em um milhão de anos, eu quis usar o meu nome, mas aqui estamos”. King acrescentou: “O primeiro nome foi Blood Reign. Depois foi King’s Reign, o qual eu curti e a banda adorou. Mas, como eu fiquei falando que não queria nada a ver com o meu nome, nós descartamos. Contudo, no final das contas, ficou do jeito que tinha que ficar”. Veja a entrevista na íntegra logo abaixo: Via: Rockbizz

“Kiko teve culhão de deixar de ser um rock star para cuidar dos filhos”, diz Dave Mustaine
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10/06/2024

“Kiko teve culhão de deixar de ser um rock star para cuidar dos filhos”, diz Dave Mustaine

Em novembro do ano passado, o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro anunciou sua saída oficial do Megadeth para se dedicar à sua família e aos próprios projetos profissionais. Cabe relembrar que o músico carioca integrou a banda de Dave Mustaine entre os anos de 2015 e 2023 e deixou como legado os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). Em recente bate-papo com o apresentador Sakis Fragos, do podcast Rock Hard Greece, o líder do Megadeth falou sobre a saída de Kiko. “Bem, não foi realmente uma surpresa, porque começou a ficar claro que sua família iria precisar dele. E eu também sou pai, então vi e soube que sua esposa e suas crianças precisavam do pai. E Kiko é um bom marido, é um bom pai e precisava fazer o que era certo para ele e para sua família. E eu o aplaudo por fazer o que fez. Muitas pessoas não teriam culhão de deixar de ser um rock star para cuidar dos filhos”. A entrevista completa pode ser conferida a seguir: Via: Rockbizz

Fernanda Lira (Crypta) cita Eskröta e Surra como destaques do crossover brasileiro
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10/06/2024

Fernanda Lira (Crypta) cita Eskröta e Surra como destaques do crossover brasileiro

Recentemente, Fernanda Lira, vocalista, baixista e líder da Crypta, bateu um breve papo com revista inglesa Metal Hammer, mas, mesmo assim, deu tempo de citar as bandas Eskröta e Surra como destaques do crossover brasileiro. Fernanda falou: “Há duas bandas do Brasil que eu adoro: uma delas é a Eskröta, elas são feministas e fazem um crossover, adoro o som delas. A outra banda é o Surra, que é o meu grupo favorito de assistir ao vivo”. A artista ainda mencionou uma outra banda estrangeira como destaque em sua playlist. “Outra banda de crossover que é rápida e incrível é a Nakkeknaekker. Eles são da Dinamarca e são uma ótima banda ao vivo”. Atualmente, a Crypta, que é formada por Fernanda Lira (vocal e baixo), Tainá Bergamaschi (guitarra), Jéssica Di Falchi (guitarra) e Luana Dametto (bateria), segue divulgando o seu segundo álbum de estúdio, chamado Shades Of Sorrow, lançado em agosto de 2023 pela Napalm Records. A agenda das meninas está lotada com apresentações pelo Reino Unido, Europa e Estados Unidos, então, para ficar antenado em todos os passos do quarteto, acesse este link. Eskröta O trio, que é do interior de São Paulos, das cidades de Rio Claro e São Carlos, tem na formação Yasmin Amaral (vocal e guitarra), Tamy Leopoldo (baixo) e Jhon França (bateria). O trabalho de estúdio mais novo do grupo é Atenciosamente, Eskröta, lançado em 2023. Surra A trinca surgiu em 2012 e vem colendo, desde então, bons resultados a cada show realizado e disco lançado. O mais novo álbum dos caras é Falha Crítica, lançado neste ano (2024). Via: Rockbizz

Megadeth: Teemu Mäntysaari entende mais de metal do que Kiko Loureiro, segundo Dave Mustaine
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10/06/2024

Megadeth: Teemu Mäntysaari entende mais de metal do que Kiko Loureiro, segundo Dave Mustaine

O criador e presidente do Megadeth, Dave Mustaine, está todo animado com a nova aquisição de sua empresa, o guitarrista finlandês Teemu Mäntysaari, que é o substituto do brasileiro Kiko Loureiro, que decidiu deixar o grupo para se dedicar aos próprios projetos e à família. Em conversa com o podcast Rock Hard Greece, Mustaine não economizou elogios ao novo funcionário e destacou que Teemu entende mais de metal do que Kiko Loureiro e outros guitarristas que passaram pela sua banda. “Não tenho nada de negativo a dizer sobre qualquer uma das formações anteriores, no entanto, ele sabe mais sobre a banda e entende completamente o metal”, explicou Dave. “Ele entende isso mais do que muitas outras pessoas”, destacou. “Quando você é um cara do metal, você entende mais sobre as composições de metal do que alguém que conhece rock progressivo como Chris Broderick, alguém que conhece bossa nova como Kiko Loureiro, ou alguém que toca jazz como Glen Drover”, pontuou. “Mas todos esses caras têm os seus pontos fortes”, garantiu. Mustaine adicionou: “Muitas vezes pensei, embora nunca tenha dito isso, que quando alguém passar por mim, isso é tudo para a pessoa. Além disso, eles foram doutrinados no mundo dos grandes guitarristas, então, a partir desse momento, suas vidas vão mudar”. Eis a fala completa de Dave Mustaine neste player: O Megadeth anunciou recentemente a Destroy All Enemies Tour ao lado de Mudvayne e All That Remains. O giro, que começará em 2 de agosto na cidade de Arkansas, contará com mais de trinta datas e cobrirá as costas leste e oeste dos Estados Unidos. Confira o itinerário completo da turnê neste link. Via: Rockbizz

Tuomas Holopainen (Nightwish) cita One (Metallica) como sua música de metal favorita
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10/06/2024

Tuomas Holopainen (Nightwish) cita One (Metallica) como sua música de metal favorita

O tecladista e líder do Nightwish, Tuomas Holopainen, concedeu uma entrevista para o site alemão Rock Antenne e, ao longo do bate-papo, citou One, clássico do Metallica, como sua música de metal favorita de todos os tempos. “One, do Metallica, é a minha música de metal favorita”, começou Tuomas. “É uma composição com letra e videoclipe muito brilhantes”, explicou. “Foi nessa época que eu descobri o metal, então isso traz muitas memórias”, recordou. O músico completou: “Eu fui ver o Metallica e o Guns N’ Roses em Kansas City, Estados Unidos, em setembro de 1992. One foi a última música que eles tocaram antes do biss, e eu fiquei de boca aberta”. Holopainen concluiu: “Eu não acho que nós [Nightwish] estaríamos onde estamos no momento sem o Metallica. E há cerca de um ano, estávamos tocando em um festival na Bélgica, assim que encerrou o show, eu saí do palco e lá estava o James Hetfield [vocalista e guitarrista do Metallica] me dando um tapinha nas costas e tudo que eu pude dizer foi: ‘Puta merda’”. A breve entrevista pode ser conferida aqui: E para relembrar o clássico One, é só acessar este outro player: Via: Rockbizz

Jon Bon Jovi deseja que Lzzy Hale permaneça no Skid Row
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10/06/2024

Jon Bon Jovi deseja que Lzzy Hale permaneça no Skid Row

Em uma recente entrevista para a Rock Sound, Jon Bon Jovi compartilhou seu desejo de ver Lzzy Hale se tornar a vocalista oficial do Skid Row. O vocalista respondeu entusiasmado quando mencionaram o nome de Hale (transcrito via Louder): “Ela deveria, por favor, se juntar ao Skid Row. Por favor, Lzzy Hale junte-se ao Skid Row. Junte as duas bandas, se necessário. Esta é a melhor coisa que aconteceu com Snake desde que ele me conheceu.” O cantor, é amigo pessoal de Dave Sabo, guitarrista do Skid Row, desde a infância, já que moravam no mesmo bairro. A amizade entre eles já dura mais de 40 anos. Depois que Erik Grönwall saiu em abril de 2024, Hale comandou quatro apresentações com a banda no final de maio e início de junho. Erik deixou temporariamente o Skid Row para cuidar de sua saúde. Em 2021, os médicos diagnosticaram Erik com leucemia linfoblástica aguda, mas ele recebeu alta algum tempo depois. Apesar de ter deixado uma impressão marcante durante o curto período como vocalista do Skid Row, chamando a atenção até mesmo de Bon Jovi, Lzzy Hale e os outros membros da banda afirmam que ela não ocupará o cargo permanentemente. Skid Row no Brasil A banda marcou presença no festival Summer Breeze Brasil em abril de 2023, ainda com Erik Grönwall na formação oficial. O sueco comandou os vocais em um show eletrizante do Skid Row. Pouco mais de um ano após a passagem dos músicos pelo Brasil, Erik anunciou sua saída após dois anos desde sua estreia na banda como vocalista oficial. Não foi emitido nenhum comunicado oficial sobre a permanencia ou saída de Hale do grupo. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana Via: WikiMetal

Bob Daisley defendeu Jake E. Lee e os dois acabaram demitidos da banda de Ozzy
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10/06/2024

Bob Daisley defendeu Jake E. Lee e os dois acabaram demitidos da banda de Ozzy

Bob Daisley é, sem dúvida alguma, um dos principais personagens do rock n’ roll e heavy metal no final dos anos 1970 e, nas décadas seguintes, 80 e 90. O músico australiano, 74 anos, tem o seu nome talhado em trabalhos de bandas como Black Sabbath, Rainbow, Gary Moore, Uriah Heep e Ozzy Osbourne. Ao lado do Madman, Bob alcançou o estrelato comercial ao colocar na praça discos do quilate de Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at the Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No Rest for the Wicked (1988) eNo More Tears (1991), ou seja, a nata da carreira do Príncipe das Trevas. Mesmo sendo de supra importância à carreira de Osbourne, Daisley foi desligado da banda do comedor de morcego várias vezes. Uma das dispensas aconteceu em meados dos anos 80, quando Bob defendeu Jake E. Lee e os dois acabaram demitidos da banda de Ozzy. Em conversa com o podcast Artists On Record, o baixista, compositor e letrista relembrou o citado caso. “A primeira vez que voltei para a banda de Ozzy, senti como se estivesse trabalhando para a banda que ajudei a criar. Foi assim que me senti, só que não foi uma sensação boa, mas, mesmo assim, adorei trabalhar com Ozzy”, explicou. “Randy [Rhoads] tinha morrido, e Lee já não estava mais na banda”, recordou. “Eu me lembro que, por um tempo, eles se livraram de mim e de Lee porque eu fiquei defendendo Lee”, pontuou. “Mas eu não o defendia por qualquer tipo de lealdade cega ou algo assim, eu simplesmente não concordei em demitir Lee. Eu não concordaria com isso apenas por princípio. Aí, eles acabaram se livrando de nós dois”, concluiu. Confira a entrevista neste tocador a seguir: Via: Rockbizz

O rock nunca poderá ser substituído, diz Brent Smith (Shinedown)
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09/06/2024

O rock nunca poderá ser substituído, diz Brent Smith (Shinedown)

O vocalista do Shinedown, Brent Smith, acha que o rock nunca poderá ser substituído e também nunca sairá de moda. Smith e o guitarrista Zach Myers foram entrevistados no podcast Rock Sugar Magic e o vocalista relembrou como Ice Cube, durante a introdução do N.W.A no Rock And Roll Hall Of Fame, disse que o rock and roll é um espírito que inclui a todos. Ele então explicou por que o rock nunca poderá ser substituído: “A beleza disso é que quando você reúne pessoas em um lugar, você nunca vai substituir a dinâmica da bateria, baixo, guitarra e vocais incríveis em uma música matadora. Simplesmente nunca sairá de moda”. Confira a entrevista completa abaixo: O Shinedown está se preparando para uma turnê pelos Estados Unidos marcada para começar em julho deste ano. Para saber todas as datas dos shows, acesse aqui. Via: Rockbizz

John Elliott tira sarro do álbum Lulu, do Metallica e Lou Reed: “Deviam ter parado de gravá-lo”
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09/06/2024

John Elliott tira sarro do álbum Lulu, do Metallica e Lou Reed: “Deviam ter parado de gravá-lo”

Gosto é algo subjetivo, cada indivíduo tem o seu e ponto final! Portanto, o que é bom para uma pessoa, pode ser um verdadeiro calvário para outra pessoa. Contudo, há certas obras musicais, por exemplo, que conseguem a façanha de serem unanimidades no que tange as críticas negativas. Nesta seleta lista de desqueridos está Lulu, obra musical criada pelos gigantes Metallica e Lou Reed, lançada em outubro de 2011. John Elliott, frontman do sueco Crashdïet, durante entrevista ao The Rockpit, tirou sarro do álbum Lulu ao afirmar que os músicos deviam ter parado de gravá-lo, isto é, abortado o projeto. “Aquele álbum do Metallica e Lou Reed. Bem, eu diria a eles, muito, muito gentilmente, e em salas separadas, que estaria tudo bem se eles simplesmente parassem a gravação do álbum e nunca mais voltassem a trabalhar nele”, disse John em tom de brincadeira. Leia na íntegra a fala e a entrevista com John Elliott aqui. Lulu nas paradas Apesar das críticas contundentes, o disco se saiu bem nas paradas de sucesso de vários países como Estados Unidos, Inglaterra e Suécia. Além disso, o álbum já vendeu mais de 280 mil cópias em todo mundo. Via: Rockbizz

Journey: Sherrie Swafford rebaixava e criticava Steve Perry, segundo Jonathan Cain
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09/06/2024

Journey: Sherrie Swafford rebaixava e criticava Steve Perry, segundo Jonathan Cain

Uma das coisas que pode implodir a relação entre os músicos de rock e metal é a intromissão de gente de fora como namoradas, esposas e empresários. A história nos mostra que os Beatles, por exemplo, nunca mais foi a mesma banda depois que John Lennon começou a se relacionar com Yoko Ono. Outro caso emblemático de tal dinâmica aconteceu no campo do AOR, com Steve Perry, frontman do Journey, e a namorada Sherrie Swafford. Batendo um papo com o jornal WOUB, o tecladista do Journey, Jonathan Cain, relembrou a Raised on Radio Tour, de 1987, e destacou que Perry estava se divertindo e sentindo livre por que a companheira não o estava acompanhando na excursão, sendo assim, não havia ninguém o rebaixando e criticando. “Acho que ele se divertiu na turnê Raised on Radio em 87”, afirmou Cain. “E essa foi a última turnê, e ele realmente se divertiu”, destacou. “Foi a primeira vez em muitos anos que ele não estava na companhia de Sherrie dizendo que ele estava péssimo e todas aquelas coisas que ela fazia”, pontuou. “Ela dava muito trabalho, mas naquela turnê ele estava livre”, acrescentou. Intromissão no Journey Jonathan também recordou que Swafford se metia no dia a dia das responsabilidades do grupo, como aconteceu durante a gravação do videoclipe de Separate Ways (Worlds Apart). Sherrie ficou com ciúmes da modelo que iria aparecer no material audiovisual. De acordo com o músico, a modelo foi xingada por Swafford, além disso, ela falou que a moça do vídeo não precisava ser bonita. Fim do relacionamento Com as tensões aumentando a níveis estratosféricos, o relacionamento entre Steve Perry e Sherrie Swafford chegou fim, mas deixando marcas profundas em ambos os lados. A modelo nunca mais se casou, já o músico teve outros relacionamentos. Via: Rockbizz

Tommy Johansson faz cover de Highway To Hell, clássico do AC/DC
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09/06/2024

Tommy Johansson faz cover de Highway To Hell, clássico do AC/DC

O guitarrista e vocalista sueco Tommy Johansson (ex-Sabaton) é bastante ativo em suas redes sociais e abastece o seu canal oficial no YouTube com muitas homenagens às bandas e artista de rock n’ roll e heavy metal. Recentemente, Tommy Johansson fez um cover de Highway To Hell, clássico do AC/DC e que é a faixa-título do sexto álbum de estúdio do conjunto australiano. Confira: Além de AC/DC, Tommy já prestou tributo a nomes como Andre Matos, Helloween, Bon Jovi, Toto, Queen, Twisted Sister, entre outros. Para curtir estas e outras homenagens, acesse aqui. Via: Rockbizz

Serj Tankian compõe a trilha sonora de série documental da Netflix
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09/06/2024

Serj Tankian compõe a trilha sonora de série documental da Netflix

Serj Tankian, vocalista do System Of A Down, e Vincent Pedulla compuseram a música original para a série documental da Netflix Hitler e os Nazistas: O Mal em Julgamento. A série estreou no Brasil, no dia 5 de junho de 2024, e já é possível conferir a obra exclusivamente através da Netflix. Conforme o site Blabbermouth, a série tem direção de Joe Berlinger, conhecido também por “Paradise Lost”, “The Ted Bundy Tapes”, “Metallica: Some Kind Of Monster”. A relação entre o diretor e Tankian não é inédita. O cantor teve participações na série documental Madoff: The Monster Of Wall Street, bem como em Crime Scene: The Texas Killing Fields & The Time Square Killer. A minissérie em forma de documentário mostra a ascensão de Adolf Hitler e do regime nazista. Ela aborda os períodos desde antes da Primeira Guerra Mundial até o Julgamento de Nuremberg, passando pelo Holocausto. A série também explora o testemunho do jornalista William L. Shirer. Através da utilização de material de arquivo raro e recriações, a obra oferece uma nova perspectiva sobre os eventos e a compreensão do ambiente que permitiu a ascensão dos nazistas, destacando as conexões entre o ódio do passado e as ameaças atuais de autoritarismo e racismo. Serj Tankian compartilha a participação em seu Instagram: Em postagem no Instagram, Serj compartilhou os agradecimentos por fazer parte do projeto. Confira a seguir: View this post on Instagram A post shared by Serj Tankian (@serjtankian) Em tradução livre, o trecho do vocalista diz: “Foi realmente uma honra ser convidado pelo meu bom amigo Joe Berlinger para trabalhar na trilha sonora da próxima série da Netflix: ‘Hitler and the Nazis: Evil on Trial’.” “Eu e o co-compositor Vincent Pedulla fomos convidados por Joe para produzir músicas baseadas em composições e canções folclóricas judaicas culturalmente relevantes. Inclusive algumas delas escritas nos guetos e campos durante o Holocausto.” O cantor também adicionou no compartilhamento um trecho com a trilha sonora da película e relatou: “O que você está ouvindo agora é uma dessas composições com os toques finais, adicionados nas orquestras e arranjos.” O cantor finaliza: “Este foi um projeto muito significativo para participar e estou ansioso para a estreia da série.” Confira aqui o trailer oficial da série no Youtube da Netflix: LEIA TAMBÉM: Youtuber espanhol lança single em colaboração com Serj Tankian Via: WikiMetal