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Ciça Moreira, promessa do rock brasileiro, lança terceiro álbum ‘SÍNDRØME’
A vocalista de rock Ciça Moreira lançou seu terceiro álbum de estúdio, SÍNDRØME. Aos 17 anos, a também compositora está no mundo da música desde os seus 6 anos, e aos 13, foi participante do Canta Comigo Teen. O lançamento, que mistura influências de dubstep, trap, punk pop e metalcore, representa uma evolução na carreira de Moreira. Além de já ter participado do GOV BALL, o maior festival de Nova York, a artista também já fez parcerias com artistas como Badauí (CPM22), Bruno Sutter (Massacration), Leela e Ivan Sader. SÍNDRØME já está disponível em todas as plataformas de streaming e pode ser conferido no player abaixo: LEIA TAMBÉM: Ciça Moreira atualiza grito contra violência doméstica em versão de “Camila, Camila” Via: WikiMetal

Batushka anuncia mudança de nome para Patriarkh
O Batushka, banda polonesa de black metal, em sua versão com o vocalista Bartłomiej “Варфоломей” Krysiuk, anunciou através de suas redes sociais a mudança de seu nome para Patriarkh, após Krysiuk perder o processo movido contra ele pelo fundador do Batushka, Krzysztof “Derph” Drabikowski, sob os direitos de usar o nome, e das últimas postagens da banda anunciado o “fim de uma era”. Na publicação (via Metal Injection) o Batushka esclareceu as mudanças e como a história seguirá nos próximos meses: “Queridos peregrinos, fãs e amigos!” escreveu Krysiuk. “Como vocês devem ter notado nas últimas semanas, temos divulgado nossos últimos shows em várias partes do mundo. Chegou o momento para o qual nos temos preparado nas últimas semanas – um momento de MUDANÇAS FINAIS.” “Nos últimos dois anos, temos trabalhado em novas músicas, em um novo álbum e em um novo palco. Isso nos custou muitos sacrifícios e esforços. Junto com o novo palco musical, decidimos abraçar um novo capítulo da banda com um nome completamente novo. Este também é o momento perfeito para que toda a sua atenção se concentre em nossa música e no que temos a dizer através dela, em vez de lutas legais ou pessoais que atormentam nossas mentes como um câncer.” “Agora que vemos o quão importante é para muitas pessoas desacreditarem o nosso trabalho árduo e desviarem a atenção do que realmente importa, a nossa MÚSICA, decidimos levantar este fardo para não anular os nossos esforços. Queremos nos dissociar completamente de tudo isso, mudar completamente o nome da banda e começar um novo capítulo para nós mesmos como indivíduos e para a banda.” “Por outro lado, apreciamos quantas pessoas nos valorizam, os fãs dedicados que temos em todo o mundo, e o quanto devemos a vocês. Portanto, queremos enterrar todas as emoções negativas, disputas e dramas junto com o antigo nome Batushka.” “Com nova música e um novo nome, pretendemos definir uma nova direção e começar uma nova história. Uma história que esperamos que vocês se juntem a nós para construirmos juntos em todo o mundo porque sem vocês, nossos Peregrinos, não faz sentido!” “A mudança não vai acontecer de um dia para o outro, esta fase vai durar até ao final do ano. Entretanto, preparem-se para uma nova música, uma nova imagem e uma nova qualidade de atuações que queremos apresentar junto com a nova música.” “O dia 13 de dezembro será uma data simbólica. Em Melbourne, na Austrália, acontecerá o último concerto de despedida do Batushka, e enterraremos coletivamente este palco durante a última liturgia.” “Logo após o ano novo, com a nova publicação, nascerá PATRIARKH. O patriarca, juntamente com a nova aliança, iniciará o seu reinado e enviará o seu Profeta ao mundo! Antecipe a bênção do seu novo Patriarca e das novas Grandes Ortodoxias!” Separação da formação original e processos Drabikowski e Krysiuk se separaram em 2018, com o fundador e guitarrista seguindo com o nome Batushka, porém em 2019 a versão da banda com Krysiuk assinou com o Metal Blade Records e lançou Hospodi. Depois de um tempo, eles assinaram com a Napalm Records, lançando mais discos e fazendo diversas turnês pelo mundo todo. Drabikowski continuou como Батюшка e lançou mais um álbum, Панихида, também em 2019, tudo isso enquanto a batalha judicial acontecia nos bastidores para determinar quem poderia ficar com o nome. Em junho deste ano foi decidido que Drabikowski é o dono do nome e que Krysiuk não pode continuar como Batushka sem a permissão de Drabikowski. Como Krysiuk observou em uma declaração, ele e sua banda planejaram apelar da decisão, mas agora, aparentemente, Drabikowski ficará com o Batushka e Krysiuk ficará com o Patriarkh, que iniciará suas atividades em 2025. LEIA TAMBÉM: Behemoth anuncia lançamento de show comemorativo ‘XXX Ov Blasphemy’ Via: WikiMetal

Edu Falaschi estará em Curitiba para turnê do ‘DVD Rebirth – Live in São Paulo’
Edu Falaschi, eleito cinco vezes seguidas como um dos cinco melhores vocalistas de metal do mundo, fará uma apresentação única em Curitiba, trazendo toda sua potência vocal. Ao longo de sua carreira, Falaschi já vendeu mais de um milhão de discos, lançou 15 álbuns e realizou várias turnês mundiais. Ex-vocalista do Angra, ele também é conhecido por sua carreira solo e pelos projetos Almah, Kamelot e Mitrium. Em Curitiba, Falaschi apresentará o show de revival dos 20 anos do DVD Rebirth – Live In São Paulo. Após uma mudança de datas, de 24 de maio para 20 de setembro, finalmente o show irá acontecer no CWB Hall em Curitiba. A turnê comemorativa passará por aproximadamente 22 cidades brasileiras em 2024. Há 20 anos, o DVD Rebirth World Tour: Live in São Paulo marcou uma geração, trazendo músicas que se tornaram trilha sonora de muitas vidas. Edu Falaschi agora revive esse momento especial, apresentando o repertório completo do DVD, incluindo clássicos como “Carry On”, “Nothing To Say” e “Make Believe”, que ele não interpreta há mais de 12 anos. Esta turnê promete ser única, com Falaschi acompanhado por sua banda, oferecendo uma experiência nostálgica e emocionante ao público brasileiro. Os ingressos para o show no CWB Hall em Curitiba estão à venda a partir de R$ 120 a meia-entrada no setor pista, mais taxa. Confira aqui no site da Bilheto para adquirir os ingressos. LEIA TAMBÉM: “Pegasus Fantasy” ganha versão definitiva gravada por Edu Falaschi Via: WikiMetal

Alicia Taylor, esposa de Corey Taylor, sai em defesa de Emily Armstrong (Linkin Park)
Alicia Taylor, esposa de Corey Taylor, saiu em defesa de Emily Armstrong, a nova cantora do Linkin Park. A moça vem recebendo uma avalanche de “hate” por estar substituindo Chester Bennington no grupo. Pelas redes sociais, Alicia respondeu alguns comentários maldosos do público, os quais afirmam que Emily tem ligação com a Igreja da Cientologia, por isso é digna de todo ódio e desprezo que vem recebendo nos últimos dias. Alicia escreveu: “Há alguns casos em que as pessoas foram criadas dentro disso quando crianças e não tiveram escolha, e podem não saber de nada além disso. Você vê algumas dessas pessoas conseguindo sair, mas outras sofreram lavagem cerebral. Não tenho certeza se essa é a situação aqui, mas é triste”. “Além do mais, é sempre bom dar às pessoas a chance de mudar seus caminhos para melhor e ver como elas vão daqui em diante”, completou. Nota: As postagens de Alicia Taylor foram feitas no X (antigo Twitter), por isso, devido a determinação do Ministro Alexandre de Moraes de paralisar as atividades da plataforma em nossa país, não há como compartilharmos o material em nossa publicação. A volta Na semana passada, o Linkin Park anunciou a nova vocalista da banda, Emily Armstrong (Dead Sara), e o novo baterista Colin Brittain (compositor/produtor de G Flip, Illenium, One OK Rock) – completam a formação Mike Shinoda (vocal), Brad Delson (guitarra), Dave Farrell (baixo) e Joe Hahn (DJ). O chegada de Emily veio com o lançamento da primeira música inédita em sete anos, chamada The Emptiness Machine, e com o anúncio de seis shows em arenas nas cidades de Los Angeles, Nova York, Hamburgo, Londres, Seul e Bogotá, como parte da From Zero World Tour. Achou pouca novidade? Sem problemas, pois o grupo também confirmou a chegada do primeiro álbum desde 2017. intitulado From Zero, o disco tem previsão de sair no dia 15 de novembro. Track listing de From Zero: From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: Rockbizz

Slash anuncia álbum temático do evento Halloween Horror Nights
Aproveitando o início do evento “Halloween Horror Nights” no último dia 5 de setembro, o lendário guitarrista Slash anunciou o lançamento de um álbum temático do seu projeto com o evento anual da Universal Studios Hollywood. Desde 2018 o músico tem sido responsável pela trilha sonora das casas mal-assombradas desse que é um dos maiores eventos de halloween dos Estados Unidos. Lançado pela Records LLC/Deko Entertainment, Slash – Music of Universal Studios – Halloween Horror Nights é uma edição limitada em vinil que conta com uma compilação de 11 faixas originais compostas e interpretadas pelo próprio Slash nos últimos anos ao lado de Stacey Quinealty, responsável por vocais e alguns instrumentos. São 300 cópias autografadas pelo guitarrista que estarão disponíveis nas lojas da Universal Studios Hollywood durante o evento que ocorre até o dia 3 de novembro. Outras 100 edições foram vendidas online pelo site da Deko Entertainment mas esgotaram rapidamente. Music of Universal Studios Hollywood – Halloween Horror Nights Tracklist: SIDE A01. “Universal Monsters Rising” (Universal Monsters 2018)02. “Live Again” 3:15 (Universal Monsters: The Bride of Frankenstein Lives 2021)03. “The Monster Reborn” 3:07 (Universal Monsters: The Bride of Frankenstein Lives 2021)04. “The Gypsy Theme” 3:17 (Universal Monsters: The Bride of Frankenstein Lives 2021)05. “Sweet Licks” 4:16 (Clowns 3D 2014)06. “Dracula’s Brides” 2:50 (Universal Monsters: The Bride of Frankenstein Lives 2021) SIDE B01. “Danse of the Dead” 4:23 (Universal Monsters 2018)02. “Kharis the Mummy” 3:58 (Universal Monsters: Legends Collide 2022)03. “Silent Screams” 5:14 (Universal Monsters: Unmasked 2023)04. “We Belong Dead” 4:46 (Universal Monsters 2018)05. “The Final Scare” 1:52 (Universal Monsters 2018) Via: WikiMetal

Matt Heafy (Trivium) reclama de bullying sofrido pelos seus ídolos do metal
O frontman do Trivium, Matt Heafy, concedeu uma entrevista ao podcast Nik Nocturnal e reclamou de bullying sofrido pelos seus ídolos do metal no comecinho de carreira. O músico também falou que foi muito xingado pelos fãs de outras bandas. Cabe relembrar que a imprensa internacional, por volta de 2005 e 2006, colocaram uma responsabilidade enorme nas costas do Trivium, a ponto de classificá-los de o novo Metallica, o que pegou mal entre os fãs mais puristas e colaborou para o ranço. “Eu costumava sofrer bullying de bandas as quais cresci ouvindo; grupos os quais eu tinha os seus pôsteres nas paredes de meu quarto”, declarou Matt. “Lembro que houve um show em que a minha voz chiou. Eu tive que passar pelo camarim deles para ir para o nosso camarim, eles ficaram fazendo uns gritinhos na minha cara, apontando para mim e rindo”, recordou. “Na época, eu tinha uns dezoito ou dezenove anos”, ressaltou. “Como eu disse, eu cresci amando essa banda, mas não vou citá-los, não vou dizer qual é a banda que fez isso comigo”, completou o músico. Heafy também falou sobre as difíceis plateias que enfrentou no inicio de carreira. Ele comentou: “Uma das primeiras vezes que tocamos em São Francisco foi no Slim’s. Durante todo o nosso set, o público estava nos vaiando e cuspindo em nós. Isso durou o nosso show inteiro. Foi bem difícil”. Eis o bate-papo completo aqui: Apesar das dificuldades, o Trivium vingou e se firmou como uma das maiores bandas da cena heavy metal nascida nos anos 2000. Hoje em dia, o quarteto possui dez álbuns de estúdio no mercado e já vendeu mais de um milhão de cópias ao redor do globo. Via: Rockbizz

6 curiosidades sobre o Tool: Jiu Jitsu, ocultismo e mais
Tool foi confirmado como atração para o Lollapalooza Brasil de 2025. Essa é a primeira vez da banda na América do Sul. Mas seu líder, Maynard James Keenan, já esteve por aqui com duas outras bandas que ele faz parte, A Perfect Circle e Pusifier. Ambas fizeram show na edição do Lollapalooza de 2013. A banda que foi fundada nos anos 90 sempre cultivou uma aura de mistério e sofisticação. Ela é formada pelo vocalista Maynard James Keenan, Adam Jones na guitarra, Danny Carey na bateria e Justin Chancellor no baixo. Apesar dos longos hiatos, mantém uma base fiel de fãs. Ficaram treze anos sem lançar álbum, apenas em 2019 liberaram seu quinto disco, Fear Inoculum. Enquanto o show não chega por aqui, listamos algumas curiosidades sobre a banda. Jiu Jitsu A relação do Tool com o Brasil vai além da música. Maynard pratica Jiu Jitsu há anos, sendo seu mestre o brasileiro, Luís “Limão” Heredia. Recentemente conquistou a faixa preta no esporte e comemorou em post no Instagram. View this post on Instagram A post shared by MJ Keenan (@iamthebriefcase) As plataformas de streaming O Tool foi uma das últimas grandes bandas a colocar seu catálogo em plataformas de streaming. Até 2019, quem quisesse ouvir banda precisaria ter o CD ou vinil. Pouco antes do lançamento do seu quinto álbum, a banda disponibilizou seu catálogo. Na época, Maynard fez o bem humorado comunicado: “Nossa obsessão e sonho com um mundo onde o domínio do BetaMax e do Laser Disc terminou. É hora de seguirmos em frente. Mas não tenha medo. Há uma coisa totalmente nova que achamos que você realmente vai gostar. É chamado de downloads e streaming digitais. Preparem-se para o futuro, pessoal!” Além disso, as letras das músicas nunca estão presentes nos encartes. Pois acreditam que a leitura faz com que as pessoas pensem e eles esperam que elas apenas sintam sua música. Normalmente elas são liberadas online após algum tempo do lançamento do álbum. A sequência de fibonacci A letra da música “Lateralus” do disco com o mesmo nome, se mapeadas silabicamente, seguem o padrão numérico da famosa Sequência de Fibonacci. A sequência é uma série de números em que cada um é a soma dos dois números anteriores. Os números de Fibonacci são predominantes na natureza: nas pinhas, no arranjo das folhas, no centro de um girassol e em mais inúmeras outras. Mas os fãs levaram essa referência tão a sério que aplicaram a sequência de Fibonacci a todo o álbum, reorganizando as músicas em uma ordem diferente e o definindo como The Holy Gift. . Os efeitos sonoros Em várias de suas músicas o Tool utiliza sons pouco convencionais. Por exemplo, na faixa “Disgustipated”, o som ouvido é dos membros da banda destruindo pianos com uma marreta e tiros de espingarda. Já na “Mantra” o som vem de Maynard brincando com seu gato. As piadas de primeiro de abril A banda costuma fazer pegadinhas com seus fãs no dia primeiro de abril. Ainda nos anos 90, lançaram uma nota dizendo que a banda sofreu um acidente de ônibus na Austrália e cancelariam a turnê americana. Depois de alguns fãs entrarem em contato com as autoridades, a MTV lançou uma nota para avisar que todos estavam bem. Na época do lançamento de Lateralus, avisaram que Maynard apoś encontrar Jesus, não terminaria o álbum. A piada era uma referência a conversão de um ex-membro da banda Korn. E depois de alguns jornalistas noticiarem, explicaram a brincadeira. Por fim os fãs estão tão acostumados às brincadeiras que rebatizaram o dia para April Tool ‘s Day. A influência do ocultismo Todos os membros da banda tem atração pelo ocultismo, em diversas músicas e clipes se percebe essa influência. A estrela de sete lados e a árvore da vida frequentemente aparece em shows e na arte da capa de discos. Mas o baterista Danny Carey leva isso bem a sério, inclusive mantém uma coleção com livros e itens raros ligados ao Aleister Crowley. LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil anuncia line up da edição de 2025 com Tool, Sepultura e mais Via: WikiMetal

Sepultura agradece o carinho do público pelos três shows esgotados em São Paulo
Fazer um show sold-out não é para qualquer artista e banda, não! Tem que ter muita “bala na agulha” para dar conta de uma bronca dessa. Agora, imagina fazer três shows seguidos e esgotados. Pois é, o negócio fica ainda mais complicado. No entanto, na última sexta-feira, sábado e domingo, dias 6, 7 e 8 de setembro, o Sepultura fez três shows esgotados em São Paulo em promoção a Celebrating Life Through Death Tour e provou o quanto é diferenciada de alguns de seus pares nacionais. Pelas redes sociais, o grupo agradeceu o carinho do público. “São Paulo esgotado número 3! Assim foi a tour de despedida e acabou de uma forma animal! Não poderia ter sido melhor! Super obrigado aos amigos do Black Pantera pelo show de abertura que botou chamas no palco. Foi demais ver gerações reunidas na multidão, crianças com suas famílias passando a paixão por gerações. Estamos mais que gratos por todos que vieram não só ontem, mas em todos os shows da tour. Vocês fizeram ser inesquecível! Brasil, valeu demais por toda energia e bora repetir a dose ao longo deste ano”. Veja a postagem da banda e algumas fotos da apresentação de domingo: A Celebrating Life Through Death Tour já tem compromisso com o público norte-americano a partir do dia 17 de setembro. A perna de lá se estenderá até meados de outubro; depois disso, os cara irão para a Europa e Reino Unido. O quarteto só voltará ao Brasil no final de novembro. Para ficar por dentro de todo o itinerário do Sepultura, acesse aqui. Via: Rockbizz

Jerry Cantrell, do Alice in Chains, anuncia show no Brasil em novembro
Pela primeira vez em toda sua carreira, Jerry Cantrell, guitarrista e vocalista do Alice In Chains, anunciou uma apresentação solo no Brasil, que acontecerá no dia 12 de novembro na Audio, São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 10 de setembro no site da Eventim. A história de Cantrell como artista solo e principal compositor, guitarrista e co-vocalista do Alice In Chains é altamente respeitada desde a formação da banda, no fim dos anos 1980. Boggy Depot, de 1998, seu primeiro trabalho solo, contou com a música Cut You In, indicada ao prêmio Billboard. O álbum seguinte, Degradation Trip Volumes 1 e 2 de 2002, foi escrito enquanto ele estava isolado nas montanhas Cascade, nos Estados Unidos, apenas com um gravador. Depois, para finalizá-lo no estúdio, o músico contou com a ajuda do baixista Robert Trujillo (Metallica) e do baterista Mike Bordin (Faith No More). Brighten, de 2021, foi aclamado pela crítica. A revista britânica de rock Kerrang! considerou o trabalho um “autorretrato vívido de uma das vozes mais distintas do hard rock”. O seu próximo lançamento será I Want Blood, que chega em outubro deste ano com toda a agressividade que seu título sugere – em uma tradução livre: “Eu Quero Sangue”. Trata-se de uma continuação do álbum solo mais bem avaliado da carreira de Cantrell – Brighten (2021) -, mas expande ainda mais sua paleta musical sem sacrificar nenhum de seus ganchos melódicos inescapavelmente contagiantes. Vilified, que abre o álbum, é uma declaração de missão, dando início a I Want Blood com atitude. Com mais de 30 milhões de álbuns vendidos e 11 indicações ao Grammy, Cantrell continua cuidadoso para garantir que a música que ele cria deixe seu ‘eu’ mais jovem e orgulhoso. O artista também já colaborou com outras lendas da música, como Metallica, Ozzy Osbourne, Danzig e Deftones e contribuiu para a trilha sonora das grandes franquias do cinema John Wick e Homem-Aranha. SERVIÇO: SÃO PAULOData: 12 de novembroHorário de abertura da casa: 19hLocal: Audio – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São PauloSetores e preços:Pista – R$200,00 (meia-entrada legal) | R$ 400,00 (inteira)Mezanino – R$225,00 (meia-entrada legal) | R$450,00 (inteira)Ingressos: http://eventim.com.br/jerrycantrellBilheteria oficial: Espaço Unimed – Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SPFuncionamento: Terça a Sábado – das 10h00 às 17h00 | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Via: Rockbizz

Por que o Linkin Park não mudou de nome para seu retorno, Mike Shinoda explica
Na semana passada, o Linkin Park anunciou seu retorno com a nova vocalista, Emily Armstrong, e o novo baterista, Colin Brittain. Apesar da ausência do falecido vocalista Chester Bennington, o grupo decidiu que não mudaria de nome e existe uma razão para isso. Durante uma entrevista com o Q101 de Chicago, Mike Shinoda admitiu que eles cogitaram a ideia de retornar sob um novo nome e até mesmo ter uma formação rotativa, com diferentes vocalistas. O grupo estava de mente aberta durante todo o processo, mas conforme a música ganhava vida, as perguntas eram respondidas para eles. “Conforme a música entrava em foco, nós pensamos, este é o álbum mais Linkin Park que poderíamos fazer. É tão Linkin Park que se o chamarmos de outra coisa, então somos idiotas porque seria falso”, disse o vocalista. Shinoda acrescentou que, quando os fãs ouvirem as outras músicas do novo álbum, eles entenderão a decisão da banda de não mudar o nome. Além disso, o título do trabalho, From Zero, se refere a um recomeço e também presta homenagem aos seus primórdios, quando o grupo se chamava Xero. Confira a entrevista abaixo: Via: Rockbizz

O que você achou da nova vocalista do Linkin Park, Emily Armstrong? – vote aqui
O Linkin Park anunciou seu retorno durante uma live no dia 05 de setembro. Lá, a banda a banda apresentou a nova vocalista, Emily Armstrong, do Dead Sara. Além da nova vocalista, os fãs ficaram surpresos que o baterista Rob Bourdon não estava presente, sendo substituído por Colin Brittain. O foco, porém, ficou em Armstrong que gerou as mais diversas reações do público. De uma brincadeira de ame ou odeie, comentários na internet estão reverberando até agora. O grupo também anunciou um álbum, From Zero, previsto para 15 de novembro, e divulgou um single, “The Emptiness Machine”, o que só gerou mais agitação entre os fãs. Com o retorno e essa nova fase do LP o Wikimetal quer saber especificamente dos leitores: O que você achou da nova vocalista do Link Park, Emily Armstrong? Vote logo abaixo e confira todos os detalhes do retorno da banda em seguida. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. A live O set, que durou cerca de 1h30, começou com o novo single da banda, “The Emptiness Machine”, e o anúncio do primeiro álbum da banda em sete anos. From Zero, com previsão para 15 de novembro, será o primeiro trabalho do LP sem Chester Bennington – que faleceu em 2017 – e com um novo vocal. Ouça o single no fim desta matéria. A banda também anunciou seis shows em arenas em Los Angeles, Nova York, Hamburgo, Londres, Seul e Bogotá, como parte da From Zero World Tour. As pré-vendas exclusivas para o fã-clube LP Underground começam já nesta sexta-feira, 6 de setembro, e as vendas gerais no dia seguinte, 07. Acesse o site oficial da banda para mais informações. Sobre a nova fase, Shinoda declara: “Antes do Linkin Park, o nome da nossa primeira banda era Xero. O título deste álbum refere-se tanto a esse início humilde quanto à jornada que estamos atualmente trilhando. Sonoramente e emocionalmente, é sobre o passado, o presente e o futuro, abraçando nosso som característico, mas de uma forma nova e cheia de vida. Foi feito com um profundo apreço por nossos novos e antigos colegas de banda, nossos amigos, nossa família e nossos fãs. Estamos orgulhosos do que o Linkin Park se tornou ao longo dos anos e empolgados com a jornada à frente”. O Linkin Park agora está composto por Mike Shinoda, Brad Delson, Phoenix, Joe Hahn, junto com os novos integrantes Emily Armstrong, como co-vocalista, e Colin Brittain (compositor/produtor de G Flip, Illenium, One OK Rock), como baterista. Quem é Emily Armstrong? Cantora, compositora e guitarrista, Emily é mais conhecida como vocalista do Dead Sara. Em 2002, começou a tocar com o guitarrista Siouxsie Medley, que ela conheceu por meio de um amigo em comum. Inicialmente conhecido como Epiphany, o Dead Sara contava com ela no vocal e no baixo. A banda fez turnê pela primeira vez em 2007 e, em 2010, fundaram seu próprio selo independente, Pocket Kid Records, e seu álbum de estreia intitulado, em 2012. O segundo álbum do Dead Sara, Pleasure to Meet You, e um EP de 4 músicas, Covers, também foram lançados pela Pocket Kid. Os covers incluíam duas versões de “Heart-Shaped Box” do Nirvana, “Killing in the Name” do Rage Against the Machine e “Ask the Angels” de Patti Smith. Em 2018, o EP Temporary Things Taking Up Space foi lançado pela Atlantic. Eles gravaram seu terceiro álbum, Ain’t It Tragic, durante a pandemia do COVID-19. Foi lançado pela Warner Records em 2021. Armstrong recebeu atenção significativa como cantora antes mesmo do lançamento do álbum de estreia de Dead Sara. Grace Slick disse que Armstrong era uma cantora que ela admirava em uma entrevista ao Wall Street Journal em 2011, e Courtney Love a convidou para cantar no álbum de 2010 do Hole, Nobody’s Daughter. Ela também gravou e tocou com artistas como The Offspring, Beck, Demi Lovato, Awolnation e Robby Krieger do Doors. Linkin Park – From Zero From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: WikiMetal

Com Bolsonaro, o Brasil conservador saiu do armário, segundo Andreas Kisser (Sepultura)
O líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, concedeu uma pequena entrevista ao canal oficial da Folha de S.Paulo no YouTube. Na conversa, o músico comentou brevemente sobre o teor lírico da banda e sobre o panorama político e social do Brasil dos últimos anos. Andreas disse: “A influência política que a gente tem veio da própria música, dos punks, por exemplo. Principalmente da letra punk. Veio do Metallica de colocar uma crítica social, de falar sobre insanidade mental e sobre temas que são tão populares hoje entre os jovens”. Ele continuou: “Usamos o caso do Carandiru para falar sobre a brutalidade policial, intolerância em respeitar diferenças. São coisas que a gente vem lutando desde então. É uma luta que não acaba. É uma luta de inclusão, respeito e diversidade. Isso a gente sempre teve em nossas letras”. Kisser arrematou: “A gente passou por um processo dessa coisa de [Jair] Bolsonaro (ex-Presidente) e tudo, que muita gente saiu do armário. Esse Brasil conservador que sempre existiu, começou achar que pode ficar falando desse jeito de falar, de ser desrespeitoso, homofóbico, xenofóbico e etc”. Veja a fala completa de Andreas Kisser no tocador logo abaixo: Recentemente, o Sepultura anunciou shows em Salvador, Manaus, Recife e São Luís como parte Celebrating Life Through Death Tour. As novas datas da turnê são as seguintes: – Dia 05 de dezembro em Manaus – Studio5– Dia 07 de dezembro em São Luís – Ceprama– Dia 12 de dezembro em Salvador – Concha Acústica– Dia 14 de dezembro em Recife – Classic Hall Para ficar por dentro de todas as novidades sobre a banda, é só acessar o seu site oficial neste endereço. Via: Rockbizz

Brian May revela que sofreu um derrame e perdeu temporariamente o controle do braço
O lendário guitarrista do Queen, Brian May, revelou que sofreu um derrame na semana passada e perdeu temporariamente o controle do braço esquerdo. Nas redes sociais, May chamou o susto de “pequeno problema de saúde” e garantiu aos fãs que ainda pode tocar guitarra. “Estou aqui para trazer boas notícias – a boa notícia é que posso tocar guitarra depois dos eventos dos últimos dias”, disse May em um vídeo enquanto mexia os dedos da mão esquerda. “Digo isso porque estava em dúvida porque aquele pequeno problema de saúde que mencionei aconteceu há cerca de uma semana e eles chamaram de um pequeno derrame. Foi um pouco assustador, devo dizer”. May também disse que perdeu o controle do braço “do nada” por causa do derrame, mas elogiou os médicos por seus “cuidados fantásticos” e por fazê-lo se recuperar rapidamente. O guitarrista acrescentou que os médicos o aconselharam a não fazer “basicamente nada”, incluindo dirigir ou viajar de avião. “Estou de castigo”, ele disse. “Não tenho permissão para viajar de avião, o que vai me estressar. Mas estou bem”. Em 2020, May sofreu um ataque cardíaco resultando em intervenções para três artérias bloqueadas. Desde então, ele fez shows com o Queen e mais recentemente finalizou uma turnê pelo Japão. Confira a postagem de Brian May abaixo: Via: Rockbizz

Simon McBride se borrou de medo no primeiro show com o Deep Purple
Simon McBride é um músico com muitos anos de estrada e larga experiência. Mas isso não o livrou de se borrar de medo no primeiro show com o Deep Purple. A espetáculo rolou em maio de 2022 na Menora Mivtachim Arena em Telavive, Israel. Em longo bate-papo com a revista inglesa Classic Rock, o guitarrista contou um pouquinho como foi a experiência. “A merda bateu no ventilador”, começou Simon. “Eu tinha que subir no palco para tocar para quinze mil pessoas com o Deep Purple”, continuou. “Eu fiquei em pé na frente dessa grande plateia, e Ian Paice [bateria] começou a tocar, e eu ouvi um grito atrás de mim: ‘Simon! Simon! Comece a maldita música’. Era Don Airey [teclado] chamando a minha atenção”, contou o músico. “No entanto, depois disso, eu fui relaxando e comecei a pensar que tudo ia ficar bem”, finalizou McBride em tom de alívio. E por falar em Deep Purple, o lendário conjunto britânico virá ao Brasil neste mês para apresentar sons do =1, seu novo álbum, e hits de sua longa carreira. O shows vão rolar em São Paulo, em 13 de setembro, e na cidade do Rio de Janeiro, no Rock in Rio, dia 15 de setembro. O disco, que o vigésimo terceiro da carreira da banda, tem o diferencial de ser o primeiro com o guitarrista Simon McBride, que entrou na banda em 2022 substituindo o membro de longa data Steve Morse, que saiu por motivos pessoais. Track listing de =1: 01. Show Me02. A Bit On The Side03. Sharp Shooter04. Portable Door05. Old-Fangled Thing06. If I Were You07. Pictures Of You08. I’m Saying Nothin’09. Lazy Sod10. Now You’re Talkin’11. No Money To Burn12. I’ll Catch You13. Bleeding Obvious Via: Rockbizz

Alex Van Halen compartilha Unfinished, última música gravada com Eddie Van Halen
Alex Van Halen compartilhou um trecho de Unfinished, última música gravada com seu irmão, o saudoso guitarrista Eddie Van Halen. A gravação completa será incluída no audiolivro da nova biografia de Alex, intitulada Brothers, que tem lançamento previsto para 22 de outubro pela HarperCollins. Contada pelo aclamado escritor nova-iorquino Ariel Levy, Brothers é a carta de amor do baterista de 70 anos para seu irmão mais novo, o lendário guitarrista do Van Halen, Edward “Eddie” Van Halen, escrita enquanto ainda estava de luto por sua morte prematura. “Eu estive com ele desde o primeiro dia”, escreve Alex. “Compartilhamos a experiência de vir para este país e descobrir como nos encaixar. Compartilhamos um toca-discos, uma casa pequena, uma mãe e um pai e uma ética de trabalho”. “Mais tarde, compartilhamos um ônibus de turnê, o alcoolismo, a experiência de ficar famoso, de nos tornarmos pais e tios e de passar mais horas no estúdio do que fazendo qualquer outra coisa nesta vida. Compartilhamos uma compreensão profunda que a maioria das pessoas só pode esperar alcançar durante toda a vida”, completa. Alex Van Halen promete que Brothers irá “esclarecer a vida e a morte de Edward”. Ouça um trecho de Unfinished abaixo: Via: Rockbizz

Barão Vermelho tocará no Rock in Rio na edição de 40 anos
Uma das únicas bandas – ao lado dos Paralamas do Sucesso – que estava na primeira edição do Rock in Rio, Barão Vermelho foi convidada para participar da edição comemorativa de 40 anos do festival. O Barão vai tocar no dia 15 de setembro na abertura do Palco Sunset, com a formação que está na estrada desde 2017, que é composta por Guto Goffi (bateria), Maurício Barros (teclado e vocal), Fernando Magalhães (guitarra, violão e vocal) e Rodrigo Suricato (vocal, guitarra e violão). É o show de lançamento da nova turnê. “Esse show tem a colaboração do artista e percussionista Japa System, residente em Portugal, conhecido por suas contribuições com o Baiana System. Percussionista criativo e especialista em Beats, acostumado a misturar e flertar com uma linguagem brasileira contemporânea. É a primeira vez que o Barão incorpora um percussionista desde que o Peninha se foi. Além dele, duas backing vocals que eventualmente fazem parte do show. É um show montado especificamente para o RIR antes de iniciarmos uma nova tour”, explicou Rodrigo Suricato. Mauricio Barros continuou: “É uma alegria participar do festival! Essa é a terceira vez com o Barão. Na primeira edição, em 85, ainda com o Cazuza, subi ao palco com apenas 20 anos. Sem dúvida, vai ser uma festa maravilhosa”. “Assisto ao Rock In Rio desde 1985, um festival lindo e renovador. É uma honra e alegria poder estar neste line up com o Barão Vermelho, e poder celebrar 42 anos de banda e boa música com o público do festival. Parabéns pela festa e entretenimento impecáveis. Que venham muitos mais”, Completou o guitarrista Fernando Magalhães. “Quarente anos do Rock in Rio significam que o rock resistiu esses 40 anos no Brasil e eu, que passei por tudo isso, me orgulho”, finalizou o batera Guto Goffi. O Barão Vermelho também prepara um novo single para ser lançado ainda este ano. Além disso fechou uma parceria com a empresa Sunor, que vai cuidar do merchandising e lançar vários produtos com a marca Barão Vermelho. Via: Rockbizz

Marillion anuncia nova edição deluxe de This Strange Engine
O Marillion anunciou que lançará uma nova edição deluxe de This Strange Engine no dia 22 de novembro pela Racket Records e earMusic. O álbum será lançado como uma versão de cinco discos (4 CDs e um Blu-ray) ou como um box de 5 LPs de 180 gramas. Ambos os conjuntos incluem uma versão do álbum de estúdio original recém-mixado e masterizado, uma gravação completa inédita da apresentação da banda em 1997 em Grand Rapids. O Blu-ray bônus, que está incluído no media book, contém o álbum em alta resolução, jam sessions e versões iniciais das faixas do disco, um documentário This Strange Engine, vídeo do show Live In Utrecht e vídeos promocionais da época do lançamento. A nova edição virá acompanhada por livretos ilustrados contendo fotos raras, novas artes, memorabilia e um ensaio que se aprofunda na história do álbum do escritor Rich Wilson. Pré-venda em https://marillion.lnk.to/ThisStrangeEnginePR. Originalmente lançado em 1997, o nono álbum do Marillion – quinto com Steve Hogarth – foi a primeira das três gravações que o Marillion fez com a Castle Communications, tendo sido descartado pela EMI em 1995. Ouça o remix de 2024 de Man Of A Thousand Faces abaixo: Via: Rockbizz

Angra: Hiato pode ser uma boa oportunidade de sair do atoleiro ou continuar a sete palmos do chão
A máquina do rock precisa estar perfeitamente azeitada para rodar em sua plenitude e conceber bons produtos, àqueles que passarão com os pés nas costas pelo implacável teste do tempo. No entanto, quando uma ou mais peças de tais engrenagens mostram desgastes, a coisa começa a desandar e o efeito é invariavelmente infeliz – às vezes é até catastrófico e sem um lampejo de resolução. A banda brasileira Angra, por exemplo, é o curioso caso em que nunca operou em plenitude, uma vez que problemas com empresário e formação e desastrosos planejamentos – para ficarmos apenas em 3 pontos – nortearam boa parte de sua carreira. Mesmo assim, aos trancos e barrancos, o quinteto criou obras maravilhosas como Angels Cry (1993), Holy Land (1996), Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004), os quais presentearam os fãs com muitos sons caprichados e em uma linguagem musical diferente das demais bandas de cena brasileira e internacional. Contudo, o que eram questões pontuais se tornaram atribulações crônicas e prejudicaram o funcionamento da máquina. Basta correr superficialmente os ouvidos em discos deploráveis como Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023) para constatar a pane criativa e o modo piloto automático o qual se chafurdou. A coisa é tão dramática que vale uma comparação grosseira, mas que ilustrará bem o ponto em que queremos chegar. A Crypta, que é uma banda formada em 2019, colocou no mercado seu segundo álbum, Shades of Sorrow, em agosto de 2023. O Angra, grupo com mais de trinta anos de estrada, ou seja, com mais experiência, lançou seu décimo álbum, o já citado Cycles of Pain, em novembro de 2023. A Crypta, apenas em 2024, fez três turnês europeias e uma norte-americana para promover o mais recente produto. Sem contar shows em festivais gringos como Resurrection Fest, Summer Breeze e Sweden Rock e apresentações pelo Brasil. Além do mais, há por vir uma tour pela América do Norte com o Hatebreed e outros. As meninas não param! Já o Angra pouco promoveu o seu novo produto no mercado internacional e doméstico, ou seja, muitas praças não foram contempladas pela então nova tour. A coisa ficou ainda mais confusa com shows acústicos no meio do caminho, o que passou a sensação de querer virar a página da série Cycles of Pain. Portanto, como uma banda essencialmente nova como a Crypta consegue tocar em “todos os lugares” e um conjunto veterano como o Angra fica a ver navios? É uma das provas que o negócio está colapsando e que decisões erradas no âmbito artístico e empresarial têm sido a tônica dos caras ao longo dos últimos anos. Recentemente, o quinteto anunciou a Temple of Shadows 20th Anniversary Tour, que é, como o nome já entrega, a celebração das duas décadas do seminal Temple of Shadows; depois disso, os rapazes entrarão em um hiato. A torcida é que a pausa nas atividades sirva para uma arrumação geral da máquina Angra! Do frontman ao atual estilo sonoro, que é no presente um pastiche borrado do insosso Dream Theater, tudo precisa de uma retifica. Fabio Lione pode ser o cara certo para o Rhapsody of Fire e para bandas que fazem turnês pela Terra Media, todavia, para o Angra, o gringo fica mais perdido do que uma freira em lua-de-mel. Portanto, os societários da empresa, caso desejem vingar no mercado fonográfico, deverão agir dedicadamente para que a banda possa ressurgir das cinzas, visto que, do jeito em que está, repousará a sete palmos do chão e sem um pingo de chance de redenção. Um adendo aos Angretes, que se melindram e choram desmedidamente com qualquer crítica ao grupo. O espaço aqui me concedido pela empresa RockBizz que tem como única incondicionalidade o apoio ao rock n’ roll e todas as suas quase infinitas vertentes, não aos músicos, aos rock stars, se preferirem, uma vez que queremos conservar, pois, o livre critério de crítica com a intenção de consolidar um ambiente autônomo à comunicação, isto é, sem as pressões de atores do mercado fonográfico e passando longe da complacência de alguns veículos de imprensa. Não promovemos ídolos, tampouco celebridades instantâneas e meramente comerciais para satisfazer uma parcela do público. Vamos criticar quando acharmos pertinente e vamos elogiar também se assim julgarmos cabível. Via: Rockbizz

Nova vocalista do Linkin Park responde polêmica sobre suposta relação com Danny Masterson
Emily Armstrong, nova vocalista do Linkin Park – saiba mais sobre o retorno da banda no fim desta matéria – respondeu comentários polêmicos de sua associação com o ator Danny Masterson, que foi julgado culpado por estupro. Além disso, foi levantado que ela tem uma suposta relação com a Cientologia, religião controversa que há um tempo é alvo de denúncias de abuso físico e psicológico. Em 2013, segundo o Mirror, a cantora foi a um baile de gala da religião onde o músico Cedric Bixler-Zavala, vocalista do The Mars Volta e ex-adepto da Cientologia, também estava. Sobre Masterson, foi levantado que ela o apoiou quando ele foi condenado à prisão por estupro em 2022. Ele era seguidor da religião e foi acusado por mulheres que faziam parte do culto, inclusive de Christina Carnell Bixle, esposa de Cedric Bixler-Zavala. Em suas redes sociais, Emily respondeu às alegações: “Olá, eu sou Emily. Sou nova para muitos de vocês e queria esclarecer algo que aconteceu há algum tempo. Vários anos atrás, me pediram para apoiar alguém que eu considerava um amigo em uma audiência no tribunal e fui a uma audiência inicial como observadora. Logo depois, percebi que não deveria ter feito isso.” “Sempre tento ver o lado bom das pessoas e o julguei mal. Nunca mais falei com ele desde então. Detalhes inimagináveis surgiram e ele foi considerado culpado mais tarde. Para dizer o mais claramente possível: não tolero abuso ou violência contra mulheres e tenho empatia pelas vítimas desses crimes.” Retorno do Linkin Park Na última quinta-feira, 05, o Linkin Park anunciou seu retorno e apresentou a nova cantora da banda: Emily Armstrong, conhecida pelo Dead Sara. Outra mudança no lineup foi que o baterista Rob Bourdon foi substituído por Colin Brittain. O grupo também apresentou durante e uma live, que durou cerca de 1h30, o novo single da banda, “The Emptiness Machine”, e o anúncio do primeiro álbum da banda em sete anos. From Zero, com previsão para 15 de novembro, Esse será o primeiro trabalho do LP sem Chester Bennington – que faleceu em 2017 – e com um novo vocal. Ouça o single no fim desta matéria A banda anunciou seis shows em arenas em Los Angeles, Nova York, Hamburgo, Londres, Seul e Bogotá, como parte da From Zero World Tour. As pré-vendas exclusivas para o fã-clube LP Underground começam já nesta sexta-feira, 6 de setembro, e as vendas gerais no dia seguinte, 07. Acesse o site oficial da banda para mais informações. Na turnê, porém, o guitarrista Brad Delson não estará presente. “Sempre me senti profundamente conectado e orgulhoso das nossas performances ao vivo. Ao longo dos anos, percebi que prospero mais quando estou trabalhando ativamente com os meus colegas de banda nos bastidores – no estúdio, colaborando na nossa nova música e ajudando a construir o nosso show ao vivo”. Ele continuou: “Estou muito orgulhoso de tudo o que continuamos a criar juntos. Embora eu não vá atuar em turnê neste novo capítulo, estou super animado para apresentar Alex – o meu representante na estrada. Alex é um músico de classe mundial, um amigo gentil e atencioso, e temos a sorte dele passar a contribuir com o seu talento único para o nosso universo LP”. Linkin Park – From Zero From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: WikiMetal

Motörhead: Últimos singles sairão em novo box em CD e vinil
O Motörhead lançará um novo box em CD e vinil que reúne os singles da última era do grupo, entre os anos de 1995 a 2006. Intitulado We Take No Prisoners: The Singles: 1995 – 2006, o box de 9 LPs ou 2 CDs chegará no dia 25 de outubro. Algumas faixas presentes na coleção estão recebendo seu primeiro lançamento em vinil de 7 polegadas, já que após os anos 90 os singles foram lançados apenas em CD. Entre as inclusões notáveis está o cover de God Save The Queen, do Sex Pistols, e a semiacústica Whorehouse Blues. Várias edições de rádio e faixas raras ao vivo estão nos lados B, além de uma entrevista promocional com Lemmy e Mikkey Dee de 2004 (as edições em CD e digital são ligeiramente expandidas e apresentam as mesmas faixas do conjunto de vinil). Pré-venda em https://motorhead.lnk.to/prisonersID. Tracklist de We Take No Prisoners: The Singles 1995 – 2006 7″ Vinyl Box Set: Disc 1A. SacrificeB. Over Your Shoulder (Live)” Disc 2A. I Don’t Believe A Word(Single Edit)*B. Overnight Sensation (Live)” Disc 3A. Love For SaleB. Take The Blame Disc 4A. God Save The QueenB. One More Fucking Time Disc 5A. Shut Your MouthB. See Me Burning Disc 6A. Whorehouse BluesB. Killers Disc 7A. God Was Never On Your SideB. Trigger Disc 8A. R.A.M.O.N.E.S. (2006 version)B. R.A.M.O.N.E.S. (Live)” Disc 9:A/B: ‘Inferno’ Interview – Bel Age Hotel, California, April 2004 (w/ Mikkey Dee and Lemmy) Via: Rockbizz

Brad Delson confirma que não participará da nova turnê do Linkin Park
O guitarrista do Linkin Park, Brad Delson, confirmou que não se juntará à banda em sua próxima turnê mundial. No início desta semana, o Linkin Park anunciou seu retorno com novos integrantes – a vocalista Emily Armstrong (Dead Sara) e o baterista Colin Brittain -, além do novo álbum From Zero e uma curta turnê mundial de divulgação. Em um bate-papo com a Billboard sobre seu retorno, Mike Shinoda observou que o baterista fundador Rob Bourdon decidiu deixar a banda. Agora, o guitarrista fundador Brad Delson compartilhou que não participará da próxima turnê mundial do Linkin Park, mas continuará a trabalhar com o grupo nos bastidores, incluindo a criação de novas músicas. Em uma declaração no Instagram na sexta-feira (06), Delson agradeceu aos fãs por seu “apoio e amor” e compartilhou que estava “impressionado” com os novos membros Armstrong e Brittain “por seu talento, paixão e parceria”. “Sempre me senti profundamente conectado e orgulhoso de nossas apresentações ao vivo. Ao longo dos anos, percebi que prospero mais quando estou trabalhando ativamente com meus companheiros de banda nos bastidores – no estúdio, colaborando em nossas novas músicas e ajudando a construir nosso show ao vivo”, disse ele. Delson também revelou que o guitarrista Alex Feder, que se juntou ao Linkin Park durante o evento de transmissão ao vivo desta semana, assumiria seu papel nas futuras apresentações. “Estou muito orgulhoso de tudo que continuamos a criar juntos. Embora eu não vá me apresentar em turnê neste novo capítulo, estou super animado para apresentar Alex – meu belo representante na estrada. Alex é um músico de classe mundial, um amigo gentil e atencioso, e somos realmente sortudos por ele contribuir com seu talento único no universo LP”, completou. Via: Rockbizz

Megadeth não é um capítulo encerrado para David Ellefson: “Não fecho portas”
Megadeth não é um capítulo encerrado para David Ellefson! Em entrevista ao canal El Planeta Del Rock, o baixista ressaltou que não fecha portas, dessa forma, uma volta ao grupo não é uma carta fora do baralho. É importante relembrar que David Ellefson foi demitido do Megadeth em 2021, depois de vídeos íntimos seus terem vazados e o músico ser acusado de ter enviado esses registros a uma menor de idade. Ellefson falou: “Nunca é um capítulo encerrado! Ajudei a começar a banda, eu estava lá desde o começo, então, o meu coração e a minha alma estavam nisso. Você ouvirá isso nas músicas da banda para sempre. Esse estilo de vida, nosso estilo de vida e a nossa ética de trabalho me influenciaram para sempre, é parte de como eu ainda sigo em frente. Então, você não pode simplesmente pegar esse pedaço de sua vida e simplesmente tirá-lo e colocá-lo na prateleira. É parte de mim e eu sempre sou parte disso. Não estamos dividindo o palco juntos, não estamos fazendo isso agora, mas não fecho porta. Não foi a minha ideia não estar lá. Quem sabe possamos um show. Então, continuo seguindo em frente”. Veja a entrevista completa no player a seguir: Via: Rockbizz

Linkin Park: Brad Delson não sairá em turnê com a banda
Na última quinta-feira, 05, o Linkin Park anunciou seu retorno e apresentou a nova cantora da banda: Emily Armstrong, conhecida pelo Dead Sara. Outra mudança no lineup foi que o baterista Rob Bourdon foi substituído por Colin Brittain. O grupo também apresentou durante e uma live, que durou cerca de 1h30, o novo single da banda, “The Emptiness Machine”, e o anúncio do primeiro álbum da banda em sete anos. From Zero, com previsão para 15 de novembro, Esse será o primeiro trabalho do LP sem Chester Bennington – que faleceu em 2017 – e com um novo vocal. Ouça o single no fim desta matéria A banda anunciou seis shows em arenas em Los Angeles, Nova York, Hamburgo, Londres, Seul e Bogotá, como parte da From Zero World Tour. As pré-vendas exclusivas para o fã-clube LP Underground começam já nesta sexta-feira, 6 de setembro, e as vendas gerais no dia seguinte, 07. Acesse o site oficial da banda para mais informações. Na turnê, porém, o guitarrista Brad Delson não estará presente. “Sempre me senti profundamente conectado e orgulhoso das nossas performances ao vivo. Ao longo dos anos, percebi que prospero mais quando estou trabalhando ativamente com os meus colegas de banda nos bastidores – no estúdio, colaborando na nossa nova música e ajudando a construir o nosso show ao vivo”. Ele continuou: “Estou muito orgulhoso de tudo o que continuamos a criar juntos. Embora eu não vá atuar em turnê neste novo capítulo, estou super animado para apresentar Alex – o meu representante na estrada. Alex é um músico de classe mundial, um amigo gentil e atencioso, e temos a sorte dele passar a contribuir com o seu talento único para o nosso universo LP”. Linkin Park – From Zero From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: WikiMetal

Journey: “Eu sei que não sou Steve Perry”, afirma Arnel Pineda
O cantor Arnel Pineda comemorou seu 57º aniversário no dia 5 de setembro com uma postagem no Instagram agradecendo o Journey, sua família e fãs pelas mensagens positivas. Ele também respondeu àqueles que sempre o comparam ao ex-vocalista da banda, Steve Perry. “Aos fãs, eu agradeço por me receberem em suas vidas, apesar do fato de que eu não sou ele e ser muito difícil de desapegar de alguém tão belo quanto o Sr. Steve Perry, que é único”, afirmou Pineda. O vocalista continuou: “Eu o amo, para falar a verdade! Portanto, eu não tenho ressentimentos pelas pessoas que ainda não conseguem me aceitar na banda. Mas, de qualquer forma, está tudo bem. Só paz, paz e paz”. Perry foi o vocalista do Journey de 1977 a 1987, e depois de 1995 a 1998. O cantor gravou os álbuns Infinity (1978), Evolution (1979), Departure (1980), Dream, After Dream (1980), Escape (1981), Frontiers (1983), Raised on Radio (1986) e Trial by Fire (1996). Arnel Pineda assumiu o papel de vocalista do Journey em 2007. Com o artista filipino, a banda já lançou três álbuns de estúdio, sendo Freedom o mais novo, de 2022. Via: Rockbizz