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Eric Clapton ensina o que é tocar guitarra em show em São Paulo
Trazendo o bom rock clássico, cheio de melodia, riffs e solos de guitarra memoráveis, Eric Clapton encerrou a sua passagem pelo Brasil na noite do último domingo, 29. O guitarrista realizou seu segundo show em São Paulo no Allianz Parque, em uma noite com seus ingressos completamente esgotados. A apresentação de abertura ficou a cargo de Gary Clark Jr., que entregou uma performance de altíssimo nível e perfeitamente alinhada. Com uma banda bastante integrada, tudo funciona bem para que o guitarrista possa demonstrar sua técnica e talento, de maneira melódica e ritmada. É um show que agrada a qualquer fã de guitarra. Elementos bem trabalhados e músicas bem compostas, são duas das características que melhor descrevem o que é um show do artista. E isso refletia diretamente no público, que após as músicas, aplaudia em peso, com o músico obtendo uma excelente recepção até mesmo daqueles que talvez não conhecessem sua carreira. Um elemento que agrega muito às performances ao vivo do guitarrista são os coros de vozes realizados, que se misturam perfeitamente a de Gary Clark Jr. – que por sua vez, é dono de uma voz suave, que carrega emoção e melodia. A forma como o setlist é montado, trazendo desde baladas até músicas mais agitadas, funciona de maneira perfeita. As músicas possuem um groove único, são dançantes e entretém a qualquer um. É um show leve, sem detalhes muito rebuscados, – ainda que repleto de habilidade – e é justamente isso que o torna tão acima da média. O destaque, definitivamente, vai para as músicas mais tranquilas e lentas, mas que ainda assim, possuem uma potência e presença única, e talvez o melhor exemplo disso, seja a faixa “Habits”. Belíssima do início ao fim, ela foi a responsável por finalizar o primeiro show da noite, de maneira especial. Eric Clapton era muito esperada pelo público, recebido com muitos aplausos logo que apareceu no palco. “Sunshine Of Your Love”, cover do Cream, foi a primeira música de seu setlist, empolgando o público, que cantou em alto e bom som o refrão. Acompanhado por uma banda que funcionava muito bem, há um destaque em especial para o teclado, como observado na faixa “Key to the Highway”, originalmente de Charles Segar. O show do guitarrista foi marcado por covers, sendo estas, as que integraram a maior parte do setlist. Mesmo que com pouca movimentação no palco por sua parte, o músico compensa com habilidade, que verdadeiramente impressiona e demonstra o porquê de ele ser um dos maiores guitarristas da história da música. Mas não é apenas sua guitarra que vale ser destacada. A voz de Clapton é fundamental em sua carreira e, mesmo que não tenha nenhum grande diferencial, ela complementa as músicas, exercendo seu papel. “I’m Your Hoochie Coochie Man” evidencia isso, de maneira que não é uma música com vocais complicados, possibilitando sua guitarra se destacar e assumir todo o papel principal. Desde as músicas até o palco, tudo foi pensado de maneira a ser o mais convidativo e agradável aos fãs. A ambientação criada trazia uma sensação de conforto, sem telões atrás dos músicos, com uma iluminação quente e elementos que simulavam postes de luz. Isso combinou de maneira perfeita com “Badge” que traz em sua segunda parte uma explosão sonora, mais uma vez, rica em teclados e harmonias. A seguir, o show tomou uma forma diferente. De maneira acústica, Eric Clapton pegou seu violão e performou a suave “Kind Hearted Woman Blues”. “Running On Faith”, “Change The World”, – em uma belíssima versão, diga-se de passagem – “Nobody Knows You When You’re Down and Out”, “Lonely Stranger”, “Believe In Life” seguiram com o músico no violão. Provavelmente o momento mais aguardado em qualquer um de seus shows é quando ele toca “Tears In Heaven”. Dona de uma letra tocante, e uma história ainda mais, a faixa foi capaz de iluminar o Allianz Parque com lanternas, emocionando o público e finalizando a sessão acústica do show. Ao pegar uma guitarra da bandeira da Palestina, “Before You Accuse Me” foi escolhida como a faixa para encerrar o show, que por sua vez, foi veloz, sem muitas pausas, com as músicas sendo tocadas uma seguida da outra e poucas falas no meio delas. Do início ao fim, a performance seguiu um padrão, que foi a alta qualidade. Sem momentos ruins, o guitarrista e sua banda entregaram uma noite de alto nível. Os solos, executados de maneira perfeita, talvez tenham sido um dos pontos mais altos, repletos de precisão. Em um show alegre e que demonstra todo o talento de Eric Clapton, o guitarrista verdadeiramente deixa sua marca em um show tão memorável. Nossa colaboradora Leca Suzuki também esteve presente e registrou a noite com fotos exclusivas. Confira nossa galeria abaixo: LEIA TAMBÉM: Eric Clapton e Gary Clark Jr. mostram maestria em Curitiba Via: WikiMetal

Darryl Jones revela química do Rolling Stones: “Mick dita, Keith liberta”
Em nova entrevista à revista inglesa Bass Player, o baixista Darryl Jones revelou a química do Rolling Stones. De acordo com o músico, o esquema na banda funciona a base do Mick dita, Keith liberta. “A primeira coisa que acontece é que, quando Mick e Keith se juntam, eles criam riffs e ideias diferentes. Keith uma vez me disse que às vezes ele toca uma música antiga no piano, como algo de Hoagy Carmichael ou uma música de blues, as suas mãos caem em lugares diferentes. E é assim que ele cria uma música”. Jones continuou: “Keith é bem mais livre. Ele coloca a ideia e deixa você desenvolvê-la de uma forma que seja mais orgânica para você. Eu sei que Keith não toca a tônica da nota, ele prefere tocar uma terça menor para tornar as coisas mais interessantes, ou seja, é um jeito mais livre”. Darryl concluiu: “Mick tem uma ideia melhor do que está procurando. Então, com ele no comando, tentamos um monte de coisas diferentes. Tentamos colcheias, tentamos dobras de guitarra e tudo mais até que possamos chegar a algo que o satisfaça”. No ano de 1993, Darryl Jones entrou no Rolling Stones depois que o baixista Bill Wyman se aposentou. Desde então, ele vem excursionando e gravando com a banda britânica. Via: Rockbizz

Frances Bean Cobain, filha de Courtney Love e Kurt Cobain, anuncia nascimento do primeiro filho
Frances Bean Cobain acaba de anunciar, através de suas redes sociais, o nascimento de seu primeiro filho. Em uma nova postagem, a filha de Courtney Love e do saudoso Kurt Cobain revelou que deu à luz um menino no dia 17 de setembro. Junto com o pai do bebê, Riley Hawk, filho do ex-skatista profissional Tony Hawk, ela compartilhou uma foto e o nome do seu primogênito, Ronin Walker Cobain Hawk, acrescentando: “Bem-vindo ao mundo filho mais lindo do mundo. Nós te amamos mais do que tudo”. Veja abaixo: Frances revelou seu relacionamento com Riley Hawk pela primeira vez em 2022, compartilhando fotos dele no Instagram. Os dois se casaram em outubro de 2023 e o vocalista do R.E.M. Michael Stipe – que é o padrinho de Frances – foi o cerimonialista. Via: Rockbizz

Linkin Park: “Emily Armstrong sofreu lavagem cerebral”, diz filho de Chester Bennington
A volta do Linkin Park está gerando toda sorte de emoções nas pessoas: há quem esteja pulando de felicidade e há quem esteja bufando de raiva. Durante participação no canal Stefs Rock Show, o filho do vocalista Chester Bennington, Jaime Bennington, provou mais uma vez que está no time de quem não curtiu a volta do grupo. Na conversa, o rapaz chegou a afirmar que a nova vocalista do grupo, Emily Armstrong, sofreu lavagem cerebral por ter sido criada sob bases da Cientologia. Ele também comentou que a indústria musical funciona como um culto sombrio. Jaime disse: “Ela vem de uma vida privilegiada! Ela pode ser uma vítima de sua vida, o que na verdade ela é, pois foi uma criança criada como membro da Cientologia. Você é uma vítima, quer queira ou não, porque lavagem cerebral é lavagem cerebral. Mesmo que você goste, lavagem cerebral ainda é lavagem cerebral. Um culto ainda é um culto. Eu sei disso, porque eu escapei do meu”. Ele completou: “Eu considero o Linkin Park parte de um culto. Eu considero toda essa indústria um culto. Eu consegui escapar disso! É por isso que estou trabalhando do outro lado da coisa. Eu amava Hollywood e adorava estar no jornalismo de rock e no rádio, mas eu sentia que era um lugar perigoso, meio sombrio e maligno. Hollywood não é para mim”. Jaime acusa Mike Shinoda de trair seu pai e de apagar o legado de Chester. Ele acha também que Shinoda não considerou como a contratação de Emily afetaria os fãs do grupo. A volta No dia 05 de setembro, o Linkin Park anunciou o seu retorno aos palcos com a vocalista Emily Armstrong (Dead Sara) e com o baterista Colin Brittain (compositor/produtor de G Flip, Illenium, One OK Rock) – completam a formação Mike Shinoda, Brad Delson, Phoenix e Joe Hahn. Desde então, a banda vem fazendo shows, lançou música e revelou detalhes sobre seu novo álbum de estúdio, From Zero. Emily & Cientologia Algumas pessoas criticam a cantora por seu envolvimento com a Igreja da Cientologia, a qual prega o aprimoramento pessoal por meio da Dianética, que consiste em várias práticas e técnicas para identificar e reduzir imagens mentais negativas Via: Rockbizz

Iron Maiden: Produto mais caro à venda na web passa de 48 mil reais
Memorabilia e itens raros de bandas de rock e metal valem uma fortuna! Tour book, camiseta, munhequeira, jaqueta, palheta, pele de bateria, baqueta e tudo mais relacionado aos grupos podem custar mais do que um carro em sites nacionais e internacionais. A Loudwire fez um belo trabalho de curadoria e listou os trinta produtos mais caros voltados ao universo do Iron Maiden, que estão à venda no eBay. Temos um ganhador? Claro! O item mais salgado é o itinerário da tour de 1979, giro que durou entre os meses de outubro e dezembro do citado ano. O valor pedido pelo produto está atualmente na casa de $8 958,25 – pouco mais de 48 mil reais. Veja uma foto do objeto: Na lista feita pelo site há uma guitarra Gibson Studio Les Paul 1992 autografada pelo Dave Murray, a qual estão pedindo a “bagatela” de 12 mil dólares – cerca de 65 mil reais. Contudo, o produto não é genuinamente do mundo Iron Maiden, visto que se trata apenas de uma guitarra de marca cara e com uma assinatura. Portanto, o trono de item mais caro da Donzela de Ferro à venda na web ainda continua no poder do itinerário da tour de 1979. E aí, vai arrematar e levar para casa? Via: Rockbizz

Iron Maiden encerra perna japonesa da The Future Past Tour; veja vídeo
Horas atrás, em Kanagawa, o Iron Maiden encerrou a perna japonesa da The Future Past Tour. O giro se atém nos álbuns Somewhere in Time (1986) e Senjutsu (2021), o que é uma forma de unir o passado e o presente do grupo. Como uma forma de agradecimento aos fãs que compareceram em peso nas apresentações, a banda liberou um vídeo em que mostra alguns trechos dos espetáculos e a felicidade do público nipônico em vê-la. O Maiden apresenta o seguinte repertório na The Future Past Tour: Caught Somewhere in Time, Stranger in a Strange Land, The Writing on the Wall, Days of Future Past, The Time Machine, The Prisoner, Death of the Celts, Can I Play With Madness?, Heaven Can Wait, Alexander the Great, Fear of the Dark, Iron Maiden, Hell on Earth, The Trooper e Wasted Years. A pomposa turnê vai se estender até o dia 07 de dezembro, com o derradeiro show na cidade de São Paulo. Confira o itinerário completo da turnê: Outubro– Dia 04 em San Diego CA, USA– Dia 05 em Las Vegas NV, USA– Dia 08 em Los Angeles CA, USA– Dia 09 em Phoenix AZ, USA– Dia 12 em Sacramento CA, USA– Dia 14 em Portland OR, USA– Dia 16 em Tacoma WA, USA– Dia 18 em Salt Lake City UT, USA– Dia 19 em Denver CO, USA– Dia 22 em St. Paul MN, USA– Dia 24 em Rosemont IL, USA– Dia 26 em Toronto ON, Canadá– Dia 27 em Quebec QC, Canadá– Dia 30 em Montreal QC, Canadá Novembro:– Dia 01 em Philadelphia PA, USA– Dia 02 em Brooklyn NY, USA– Dia 06 em Worcester MA, USA– Dia 08 em Pittsburgh PA, USA– Dia 09 em Newark NJ, USA– Dia 12 em Baltimore MD, USA– Dia 14 em Charlotte NC, USA– Dia 16 em Fort Worth TX, USA– Dia 17 em San Antonio TX, USA– Dia 20 em México City, México– Dia 24 em Bogotá, Colômbia– Dia 27 em Santiago, Chile– Dia 28 em Santiago, Chile Dezembro:– Dia 01 em Buenos Aires, Argentina– Dia 02 em Buenos Aires, Argentina– Dia 06 em São Paulo, Brasil– Dia 07 em São Paulo, Brasil Via: Rockbizz

Scorpions compartilha na íntegra show feito no Hellfest 2015
O Scorpions compartilhou na íntegra o show feito no Hellfest 2015. Na época, o grupo alemão estava divulgando o seu décimo oitavo registro de estúdio, Return to Forever, último a contar com o baterista James Kottak. O repertório da apresentação foi recheado com as seguintes canções: “Going Out with A Bang”“Make It Real”“The Zoo”“Coast To Coast”“Top Of The Bill / Steamrock Fever / Speedy’s Coming / Catch Your Train”“We Built This House”“Delicate Dance”“Always Somewhere / Eye Of The Storm / Send Me An Angel”“Wind Of Change”“Big City Nights”“Dynamite”– drum solo –“Crazy World”“Blackout”“Still Loving You”“Rock You Like A Hurricane” Assista no player a seguir o titã do hard rock germânico mostrando o seu poder no palco: E por falar em show do Scorpions, a banda vai celebrar os 60 anos fixando residência em Las Vegas. Até o momento, os alemães confirmaram cinco shows que irão acontecer em fevereiro e março de 2025. As apresentações terão o Buckcherry como ‘open act’. Veja o teaser da Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency: Via: Rockbizz

Gorilla Biscuits: política e PMA em noite histórica em São Paulo
Texto por Stephanie Souza É seguro dizer que a cena de hardcore nova-iorquina dos anos 90 não foi a mesma depois do Gorilla Biscuits. A banda, criada em 1986, por Anthony ‘Civ’ Civarrelli (vocal) e Artur Smilios (baixo) se tornou grande referência mundial, principalmente pela agressividade no som e suas mensagens, que permeiam desde o veganismo e o movimento straight edge até letras mais simples com uma pitada de humor e positividade. Além de Civ e Smilios, a formação da banda conta com Luke Abbey (baterista), Charlie Garriga (guitarra) e Walter Schreifels, lendário guitarrista que também fez parte de outra grande banda do cenário, o Youth of Today, e também membro formador do Quicksand. Mesmo com apenas dois álbuns de estúdio lançados em seus quase 40 anos de vida, as músicas do Gorilla Biscuits foram passadas de geração em geração, deixando um longo legado de representatividade excepcional. E agora, em 2024, a banda retornou ao Brasil 10 anos após sua última apresentação por aqui, em 2014. O show aconteceu na última sexta, 27, no Fabrique Club, na Barra Funda, em São Paulo. Numa espécie de mini festival, tivemos ainda outras cinco bandas antes da atração principal. À beira do início das eleições municipais, é importante mencionar que a noite foi marcada por muitas manifestações políticas, afinal, hardcore é político. A abertura da noite ficou por conta das bandas Freak Fur e Strong Reaction, que, por tocarem mais cedo, acabaram se apresentando para uma casa ainda vazia. Mas isso não foi problema: os shows foram robustos e mais do que competentes. Depois foi a vez do Good Intentions, um dos maiores nomes do hardcore straight edge do país. A banda, que existe desde 1999, decidiu dar adeus aos palcos esse ano, fazendo seu show de despedida nesta sexta-feira. A apresentação foi intensa e contou com participação ativa do público, que aquecia a casa em crowd surfs, rodas e muito two-step (também conhecido como hardcore dancing). Paura, veteranos de cena, subiram ao palco com muitos gritos e aplausos. Aqui o público já se via completamente entregue ao grande transe do hardcore. Corpos suados se empurravam em uma grande roda enquanto o vocalista, Fábio (aniversariante do dia, diga-se de passagem) conduzia o show com muita desenvoltura. Em discurso, aproveitou para reforçar a importância da valorização da música nacional e deixou um recado bastante provocante à direita brasileira. E então foi a vez do Values Here, nova banda de John Porcell, guitarrista do Shelter e do Youth of Today, com a vocalista espanhola Chui. Vale crítica, foi a única banda da noite com uma mulher em sua formação. A banda de punk hardcore adiciona um toque pop em seu som, o que (provavelmente) foi a causa do distanciamento entre os presentes. A roda diminuiu e em certo momento até deixou de existir, e só voltou a dar as caras quando apresentaram um cover de “7 Seconds”. Ainda assim, a banda fez apresentação consistente apesar da baixa aderência. Ao som dos trompetes clássicos de “New Direction”, as luzes se apagavam: Gorilla Biscuits finalmente tomava o palco do Fabrique. E o que se deu em seguida foi um ritual de expurgo em forma de empurrões, crowd surfs insanos e muitos gritos. 10 anos de espera unificavam os velhos e também novos fãs de GB e, assim, o público se tornou uma coisa só em questão de segundos. Durante os 50 minutos de set, não houve espaço pessoal e muito menos calmaria, a noite tomava formato histórico e se tornava exemplo empírico da potência e intensidade do hardcore. A setlist percorreu os dois únicos álbuns de estúdio da banda, além de alguns covers, como “Minor Threat” da banda Minor Threat, e “As One”, do Warzone. Civ aproveitou pequenas pausas entre as músicas para discorrer sobre veganismo e a necessidade de se unir como cena, não havendo espaço para diferenciação entre gênero, cor e religião. O destaque fica para Smilios que conduziu o show com maestria em suas linhas de baixo marcantes. Civ também é um show à parte, o vocalista tem uma energia de dar inveja e é um frontman nato. Em “Start Today”, última música do show, parte do público invadiu o palco em grande delírio coletivo. É o hardcore em seu estado mais primal. A música cria significados para a existência através de mensagens e representações situadas a partir do momento histórico em que estão sendo criadas, sendo assim, uma prática cultural em permanente construção. Em uma noite repleta de hardcore, tanto brasileiro quanto internacional, é interessante perceber que tais músicas, novas ou não, ainda colocam em circulação representações que permitem às pessoas verbalizarem seus conflitos, escolhas e reivindicações e ainda oferecem sensação de pertencimento. Via: WikiMetal

Richie Kotzen libera lyric video de Nihilist
O fera das seis cordas, Richie Kotzen, liberou o lyric video de Nihilist, novo single de seu recente álbum Nomad, o qual saiu nesta última sexta, dia 27 de setembro, pela BMG nos formatos CD, vinil preto e digital (download e streaming). Curta o lyric video de Nihilist aqui: Todo o repertório de Nomad foi escrito, gravado e produzido por Richie Kotzen e contempla vários estilos como hard rock, soul, funk, jazz fusion e R&B. Track listing de Nomad: “Cheap Shots”“These Doors”**“Insomnia”“Nomad”*“Escape”“On The Table”“This Is A Test”“Nihilist” Tour Richie já está na estrada fazendo a promoção do álbum pelos Estados Unidos, com datas nas costas leste e oeste do país. O itinerário da turnê pode ser consultado neste link. Via: Rockbizz

“Tudo bem em ser rotulado como um babaca; eu sei quem eu sou”, diz Gene Simmons (KISS)
O milionário linguarudo do KISS, Gene Simmons, nunca teve medo de expressar as suas opiniões, por mais que sejam polêmicas, o que lhe dá bastante holofote e dores de cabeça. Em recente entrevista ao canal Really Famous With Kara Mayer Robinson, Gene foi questionado sobre como ele acredita que as pessoas o veem. Sem papas na lingua, Simmons disse que está tudo bem em ser rotulado como um babaca. “Tudo bem em ser rotulado ou visto como um babaca, porque sei quem sou”, disparou Gene. “Eu não tento impressionar você ou qualquer outra pessoa”, pontuou. “Eu sei quem eu sou”, continuou em tom assertivo. “E talvez essa seja a melhor coisa a fazer na vida: se sentir confortável em sua própria pele, porque nem Jesus agradou todo mundo”, completou. Veja a entrevista completa do assumido babaca, Gene Simmons, no player abaixo: Via: Rockbizz

Doug Aldrich: Cirurgia para retirada de câncer foi um sucesso, segundo Daniela Aldrich, esposa do músico
O guitarrista Doug Aldrich (The Dead Daisies, ex-Whitesnake, ex-Dio) foi diagnosticado com câncer na garganta e já passou por uma cirurgia para a retirada do tumor. Segundo Daniela Aldrich, esposa do músico, a operação foi um sucesso e Doug está no caminho para uma recuperação completa. Nas redes sociais, Daniela escreveu: “Quero reservar um momento para agradecer a cada um de vocês que enviaram orações, mensagens de texto e amor a Doug. Isso significou muito para ele sentir a demonstração de apoio. Suas mensagens levantaram o ânimo dele e fez uma grande diferença saber quantas pessoas se importam com ele. A cirurgia correu incrivelmente bem! Foram cinco longas horas e vários passos, mas Doug seguiu em frente como o lutador que ele é. Até a enfermeira o chamou de super-herói por sua força e determinação. Ele é a pessoa mais forte que eu conheço. Será um longo caminho pela frente, mas Doug é forte e muito amado. Estamos mais do que gratos por todos vocês que estão ao lado dele durante isso. Assim que puder, Doug compartilhará mais atualizações. Obrigado do fundo dos nossos corações”. Aldrich está na cena rock e metal há décadas e já mostrou seu talento em álbuns como Good To Be Bad (2008) e Forevermore (2011), ambos do Whitesnake, e nos trabalhos Make Some Noise (2016), Burn It Down” (2018), Holy Ground (2021), Radiance (2022) e Light ‘Em Up (2024) do The Dead Daisies. O RockBizz deseja a pronta e completa recuperação de Doug Aldrich. Via: Rockbizz

Lucifer no Brasil: confira horários e detalhes das apresentações
A banda Lucifer está prestes a iniciar a Satanic Panic Tour no Brasil. A turnê divulga o álbum Lucifer V e passará pelas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte em 05, 06 e 08 de outubro. Vale destacar que os shows contarão com bandas de abertura em todas as datas. Serão elas: NoSunnyDayz, Apnea, Nightprowler, WeeDevil, Tantum, Pesta e Space Grease. Abaixo é possível ver em quais cidades cada grupo vai tocar. A produtora Xaninho Discos, responsável pela turnê no Brasil, divulgou o cronograma completo das apresentações. Confira: 05/10 (Sábado) – Rio de Janeiro/RJ @Agyto17:00 – Portas17:30 – NoSunnyDayz18:20 – Apnea19:30 – LuciferIngressos: https://www.bilheto.com.br/comprar/2263/lucifer-rj 06/10 (Domingo) – São Paulo/SP @Fabrique Club15:00 – Portas15:30 – Nightprowler16:25 – WeeDevil17:20 – Tantum18:20 – Pesta19:20 – Space Grease20:30 – LuciferIngressos: https://www.bilheto.com.br/comprar/2266/lucifer-sp 08/10 (Terça) – Belo Horizonte/MG @Mister Rock18:00 – Portas18:30 – Tantum19:30 – Pesta20:30 – Space Grease21:30 – LuciferIngressos: https://www.bilheto.com.br/comprar/2265/lucifer-mg Johanna Sadonis, vocalista, concedeu uma entrevista ao programa Pegadas de Andreas Kisser, da 89FM, que irá ao ar às 21h do dia 29 de setembro, na rádio. A atração é comandada por Andreas Kisser e seu filho, Yohan Kisser. Para escutar, basta acessar o player ao vivo da rádio. Ela também conversou com o Wikimetal e falou sobre a vinda ao Brasil, aprendizados da carreira e até mesmo sobre o que sente em relação ao nome da banda. A estreia do grupo no país aconteceu em dezembro de 2022, com um show esgotado no Fabrique e uma data extra no La Iglesia. Formada em 2014, a banda traz um occult rock bastante interessante e carregado de influências dos anos 70, acompanhado por letras que abordam misticismo, morte e amor. Os integrantes do grupo são: Johanna Sadonis (vocal), Nicke Andersson (guitarra e bateria), Martin Nordin (guitarra), Linus Björklund (guitarra) e Harald Göthblad (baixo). Assista ao vídeo de “A Coffin Has No Silver Lining”: LEIA TAMBÉM: Lucifer mostra a que veio e lança seu quinto álbum de estúdio, ‘Lucifer V’ Via: WikiMetal

Damiano David, vocalista do Måneskin, anuncia carreira solo com single
O vocalista da banda italiana Måneskin, Damiano David, anunciou em suas redes sociais o lançamento de seu projeto solo com o single “Silverlines”, que chegará nas plataformas nesta sexta-feira, 27. A faixa solo, que será lançada por David, é uma colaboração com o compositor, produtor e cantor inglês Labrinth, que foi encarregado de toda a produção do single e estética da nova fase de sua carreira. Com uma série de postagens em suas redes sociais, o cantor surpreendeu os fãs ao anunciar o projeto em carreira solo. Para David, o novo marco em sua carreira indica uma abordagem mais íntima que não poderia ser explorada à frente da famosa banda de hard rock italiana (via RollingStone). “Eu dei a volta ao mundo para encontrar a minha voz para acabar onde tudo começou. Meu nome é Damiano David e hoje é o primeiro dia da minha vida”, declarou o italiano. Suspeitas sobre o fim do Måneskin Após o anúncio da carreira solo de David, a especulação por parte dos fãs sobre uma eventual paralisação das atividades da banda aumentou. Os boatos iniciaram quando Victoria de Angelis, baixista do Måneskin, lançou seu projeto musical paralelo, contando com a cantora brasileira Anitta. Em dezembro de 2023, Damiano deu indícios de seu interesse em seguir com o projeto solo. Em entrevista concedida ao podcast The Allison Hagendorf Show, o cantor declarou que sair em carreira solo poderia ser algo saudável para ele e para o grupo. Ainda, agradecido, fez reverência aos colegas: “Tudo foi graças à banda. Esse é o meu alicerce e de onde venho. São três pessoas que sempre me apoiaram. Se eu me ferrar, eles vão me salvar” (via RadioRock). Em entrevista concedida à NME, questionado sobre o futuro do Måneskin, Damiano afirma que nada irá mudar: “vamos apenas trabalhar em outras coisas”. De Angelis também aproveitou para reforçar: “Nós acabamos de finalizar uma turnê e será incrível agora termos um momento de relaxamento. Mas, claro, não iremos acabar.” LEIA TAMBÉM: Para Mick Jagger, Maneskin é “a maior banda de rock do mundo” hoje em dia. Via: WikiMetal

Nervosa escapa de furacão e retoma turnê pelos Estados Unidos
Dias atrás, a Nervosa precisou cancelar uma apresentação na Flórida, devido a furacão e as fortes tempestades de verão. As autoridades locais chegaram, inclusive, a aconselhar as pessoas ficarem abrigadas em suas casas ou em locais seguros e evitassem locais públicos até que as tormentas passassem. Agora, a ótima novidade é que a Nervosa conseguiu escapar do furacão e retomou a turnê pelos Estados Unidos, que é em promoção ao seu novo álbum Jailbreak (2023). Pelas redes sociais, a banda emitiu a seguinte nota: “Ótimas notícias! Finalmente conseguimos escapar do furacão e estamos de volta aos trilhos com nossa turnê, retornando à rota planejada. Um grande obrigado a todos que nos ajudaram a passar por isso, nós não poderíamos ter feito isso sem vocês. Já arrasamos em 24 shows, e ainda temos mais 15 pela frente! Fiquem ligados para mais emoção”. Veja a postagem da banda com as próximas datas da tour: Via: Rockbizz

Paul Stanley comenta o planejamento de shows virtuais do Kiss
Em entrevista ao podcast Behind the Setlist, Paul Stanley comentou o que está sendo planejado para os futuros shows virtuais do Kiss, protagonizados por versões digitais dos membros da banda. Em abril de 2024, foi anunciada a venda do catálogo, marca e propriedade intelectual do grupo para a empresa sueca Pophouse, cujo foco é investimento e construção de marca para músicos a longo prazo. Basicamente, a proposta é manter seus legados vivos de maneiras inovadoras, vide o próspero show ABBA Voyage – criação da companhia. Para o podcast, Paul Stanley disse que a colaboração é “revolucionária”. Afinal, a banda queria encontrar parceiros que compreendessem o escopo e a grandeza, tanto da obra musical como dos personagens criados pelo conjunto, e a Pophouse cumpriu esses requisitos. Paul Stanley diz que “será uma experiência imperdível” Os shows virtuais estão agendados para estrear em 2027, em Las Vegas. O vocalista ainda criou expectativa para o que vem pela frente: “O concerto do ABBA é feito com uma tecnologia antiga, uma vez que ela evolui de forma exponencial. Quando o nosso show for apresentado, será uma tecnologia nova. Vamos trabalhar com a ILM (Industrial Light & Magic), companhia de George Lucas, e criar algo que não é bem um concerto.” Ainda sobre a tecnologia envolvida, o co-fundador do Kiss falou que não será uma estrutura simples, ou de fácil transporte: “Será necessário uma instalação, e basicamente, um prédio deverá ser construído ao redor dela.” Paul Stanley acrescenta que não será uma apresentação feita por hologramas, ou uma simulação: “Isso seria entediante”. Além disso, ainda não foi definido se uma banda ao vivo participará do show, mas esse e outros detalhes serão discutidos em um futuro próximo. Ele ainda conta que uma experiência imersiva está sendo criada, que fãs vão amar e que tanto pessoas que não tiveram contato com a banda, quanto as que talvez não gostem muito de alguns aspectos dela, terão que ver. “Será uma experiência imperdível, além de tudo que qualquer pessoa já imaginou”, completa. O podcast na íntegra pode ser escutado aqui: LEIA TAMBÉM: Kiss: leitores do Wikimetal não aprovam shows com avatares dos integrantes Via: WikiMetal

Oasis deve vir ao Brasil com turnê de reunião em 2025, diz revista britânica
A turnê de reunião do Oasis foi um sucesso de venda de ingressos e, segundo a NME, a banda vai realizar mais shows pelo mundo em 2025. O portal menciona que shows nos Estados Unidos, América do Sul, Ásia e Austrália estão próximos de serem anunciados pelos irmãos Gallagher. Com anúncio marcado para a semana que vem, fontes próximas ao NME disseram as cidades onde Liam Gallagher e Noel Gallagher irão subir nos palcos juntos após 15 anos. São Paulo foi mencionada em lista onde constam 13 cidades: Toronto, Canadá Chicago, EUAEast Rutherford, New Jersey, EUA Boston, EUALos Angeles, EUA Mexico City, MéxicoSeoul, Coreia do SulTokyo, JapãoMelbourne, AustráliaSydney, AustráliaSão Paulo, Brasil Santiago, Chile Buenos Aires, Argentina A última vez que o Oasis se apresentou no Brasil foi em 2009 em turnê de divulgação do último trabalho do grupo Dig Out Your Soul passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Oasis no festival de Glastonbury 2025? Em agosto, os irmãos Gallagher anunciaram o retorno do Oasis com shows pelo Reino Unido e Irlanda no verão europeu de 2025. Em post oficial, a banda disse que não vão tocar em festivais e só vão se apresentar como headliners, dessa forma, acabando com o rumor que a reunião estaria no famoso festival de Glastonbury na Escócia . View this post on Instagram A post shared by Oasis (@oasis) LEIA TAMBÉM: Após anúncio de reunião, Oasis tem aumento grandioso no Spotify Via: WikiMetal

Tears For Fears explica uso de Inteligência Artificial em capa de novo disco
O Tears For Fears irá lançar em 25 de outubro seu novo álbum, Songs For a Nervous Planet, que terá 22 músicas, sendo 18 gravadas ao vivo e quatro novas de estúdio. O que mais repercutiu, entretanto, foi a capa do disco, que recebeu uma grande quantidade de críticas dos fãs que acusaram a banda de usar Inteligência Artificial para elaborar a arte. Diante disso, o grupo formado por Roland Orzabal e Curt Smith decidiu se manifestar e explicar o motivo de terem utilizado o recurso. Por meio das redes sociais da banda, os músicos disseram que a capa foi desenvolvida de forma conjunta com o artista Vitalie Burcovschi, mais conhecido como Surrealistly. Na publicação a banda diz: “A arte do álbum Songs For A Nervous Planet é uma colagem digital de mídia mista, com a IA sendo apenas uma das muitas ferramentas usadas no processo criativo. Queríamos uma arte vibrante que evocasse uma sensação de ficção científica, temas futuristas e uma fuga do que é conhecido”. “Os girassóis são um aceno alegre às imagens clássicas do Tears For Fears, enquanto a justaposição do astronauta é um link para nossa próxima música, ‘Astronaut’, e uma sensação de alienação e não pertencimento. Somos fãs do trabalho do Surrealistly há muito tempo e sabíamos que ele seria o artista perfeito para dar vida à nossa visão.”, continuou a banda. O comunicado encerra com Surrealistly dizendo que “colaborar com a banda para dar vida à visão deles foi incrível” e que “acredita que a arte final captura a essência poderosa da história deles”. View this post on Instagram A post shared by Tears For Fears (@tearsforfearsmusic) Banda não consegue convencer fãs Mesmo com o comunicado, os fãs ainda continuam dizendo que o uso de Inteligência Artificial na capa do disco pode não ter sido uma boa escolha. Um seguidor comentou que “Os músicos são assim: não usem IA para criar músicas. Músicos também são assim: usamos IA para a capa do nosso álbum.” Outro fã disse: “Eu amo vocês, mas isso é decepcionante. A IA rouba o trabalho de artistas de verdade. Certamente não deve ser difícil contratar um artista talentoso para criar essa imagem exata, mas com muito mais alma e originalidade?” LEIA TAMBÉM: Garbage anuncia 3 shows no Brasil com L7 em março Via: WikiMetal

Eric Clapton e Gary Clark Jr. mostram maestria em Curitiba
Eric Clapton, lenda viva do rock, chegou ao Brasil tendo a capital paranaense como primeira parada na noite de terça-feira, 24. A turnê de Clapton está com shows no país para comemoração de seus 60 anos de carreira, juntamente com o músico Gary Clark Jr. Após mais de uma década que o músico não vem ao Brasil, o show foi muito aguardado pelos curitibanos. A Ligga Arena ficou praticamente lotada, com várias ruas ao entorno fechadas. Eric é considerado um dos melhores guitarristas da história do rock, e, com um público tão devoto, nem o calor que fazia no local atrapalhou a diversão. Gary Clark Jr. conquista o público O show teve início por volta das 19h30 e contou com abertura de Gary Clark Jr. O guitarrista e cantor de blues do Texas começou seu setlist com músicas mais introspectivas e solos com uma mistura de groove, blues e rock. O público teve uma resposta positiva de início, mas a aglomeração em frente ao palco começou quando Clark realmente mostrou seu talento, executando as faixas “This Is Who We Are” e “What About the Children”. O público realmente foi surpreendido com os solos de guitarra hipnotizantes e vocais gingados de Gary. Adicionando uma mistura de blues, ele tornou impossível para os presentes não mexerem o corpo ao ritmo da música. Finalmente, vestido em um poncho estilo woodstock, o guitarrista fez questão de cumprimentar e agradecer ao público presente e ressaltar com orgulho sua origem texana. Eric Clapton, o grande momento da noite Após a pausa habitual, o local já lotado, e com todos muito ansiosos por finalmente ver o mestre da guitarra ao vivo, Eric Clapton e sua banda subiram ao palco pontualmente às 21 horas. Já com a canção “Sunshine Of Your Love” e com a execução de “Hoochie Coochie Man”, ele ganhou o coração dos presentes. Os que tinham dúvidas a respeito de suas atuais limitações enganaram-se. O ícone do rock e blues ainda dá show, principalmente nas guitarras. Nestes momentos os guitarristas presentes suspiraram com toda alma. Os músicos da banda de Clapton foram um show a parte, pura emoção e técnica unidas para dar corpo às composições do músico. No segundo momento do show, as guitarras elétricas dão lugar a um acústico, com “Kind hearted Woman Blues”, clássico de Robert Johnson, seguida pelos medalhões da noite. Um dos pontos fortes do show foi “Change The World” e “Tears In Heaven”, que arrancaram lágrimas de muitos. Inclusive o público era majoritariamente composto de pais, avós e filhos, formando um verdadeiro encontro de gerações. Logo em seguida, sem deixar a plateia esfriar, voltam as potências das cordas elétricas para dar sequência em alguns clássicos do blues, como “Old Love”, e uma das músicas mais aguardadas da noite, “Cocaine”, outro ponto alto da apresentação. Em um determinado momento, o músico troca a guitarra por uma com as cores da bandeira da Palestina, mostrando que não tem medo de continuar expressando suas convicções, e executando a música “Before You Accuse Me” com perfeição. No final, uma participação com Gary Clark Jr. para fechar com uma jam de blues, que levou todos aos anos 60. Foi um belo espetáculo de músicos talentosos de várias gerações, unidos para mostrar a todos o que realmente é música de verdade. Alguns pontos negativos do evento Na noite do show, Curitiba registrava uma média de 29 graus celsius, calor atípico para a cidade. A Ligga Arena permaneceu com o teto retrátil fechado, havia poucos pontos para adquirir água, ou, como chamaram, “pontos de hidratação”. Na metade do show, já haviam acabado muitas bebidas e os banheiros ficaram superlotados. Como o local estava muito cheio, a possibilidade de sair para comprar uma água significava permanecer por lá mesmo, perdendo o local escolhido para assistir ao show. A distribuição de água na grade era insuficiente, forçando muitos fãs mais velhos a abandonar o local. Outra curiosidade, foi a ausência de “Layla”, clássica música de Clapton escrita para Patty Boyle. A música aborda o caso de amor proibido dele com a ex-modelo e fotógrafa, que na época era esposa do guitarrista George Harrison. A história resultou no casamento de Eric e Patty, em 1979. Acredito que o local deu a sensação de uma prisão moderna, mas por outro lado facilitou a acústica do som. Eric Clapton merecia com certeza um céu para admirar e um ar para respirar. Confira as fotos do show tiradas por Vladimir Silverio – nossa equipe não teve acesso ao pit durante o show de Clapton: LEIA TAMBÉM: Eric Clapton anuncia três shows no Brasil em 2024 para celebrar 60 anos de carreira Via: WikiMetal

David Coverdale (Whitesnake) lança versão orquestrada de Time & Again
David Coverdale (Whitesnake, ex-Deep Purple) está voltando os olhos aos seus três álbuns solo – a saber: Whitesnake (1977), NorthWinds (1978) e Into The Light (2000) – e os relançará em versões remixadas, remasterizadas e revisitadas em um box chamado Into The Light: The Solo Albums. O material sairá em 25 de outubro pela Rhino Records em um box set de 6 CDs, que ainda terá um caprichado livreto de 60 páginas com fotos raras, notas detalhadas e uma nova entrevista com Coverdale. Além disso, a versão remixada de Into The Light também estará disponível separadamente em um vinil duplo embalado em uma capa gatefold. Sobre o lançamento do produto, Coverdale disse: “Os remixes são modernos e vêm de novas tecnologias para extrair o melhor deles. E é bastante emocionante revisitar e cuidar de quaisquer ‘problemas técnicos’ que tive com as faixas desses discos”. Como prévia ao lançamento do box set, David Coverdale lançou versão orquestrada de Time & Again. Assista: Track listing de Into The Light: The Solo Albums: CD1: Into The Light (Remix) “She Give Me”“River Song”“Don’t You Cry”“Love Is Blind”“Slave”“Cry For Love”“Living On Love”“Midnight Blue”“Too Many Tears”“Don’t Lie To Me”“All The Time In The World”“Wherever You May Go”“Yours For The Asking”“Let’s Talk It Over” CD2: Into The Light (remix adicional) “Love Is Blind” (versão da banda)“As Long As I Have You”“With All Of My Heart”“Wherever You May Go” (versão cordas)“Love Is Blind” (versão cordas) Demos & Unfinished Symphonies “Lust”“Oh No Not The Blues Again”“Into The Light Intro”“Into The Light”“You Make It Hard On Me”“Would You Be Happy”“Fooling Yourself”“Make The Best Of It”“Veda of Cassandra Blues”“I Can See The Light”“Another Fallen Angel”“Itchy Finger” Original Demos 1997 “Crazy ’Bout Cha” (Original Version of “Whipping Boy Blues”)“If You Want Me”“Lay Your Love On Me” (Original Version of “Lay Down Your Love”) CD3: NorthWinds (remix 2024) “Keep On Giving Me Love”“Sweet Mistreater”“NorthWinds”“Give Me Kindness”“Queen Of Hearts”“Only My Soul”“Time & Again” (versão cordas)“Say You Love Me”“Shame The Devil, Tell The Truth”“Breakdown”“Time & Again” (versão pianon)“Time & Again” (cordas) CD4: Whitesnake MCMLXXVII (remix 2024) “Lady”“Blindman”“Goldies Place”“Time On My Side”“Peace Lovin’ Man”“Sunny Days”“Hole In The Sky”“WhiteSnake”“Celebration” Young Lad’s Blues (DC’s 1968 Home Demos) “Sunny Days” (Original)“Love Me In The Morning”“I Will Love You”“Moment In Time”“It Would Be Nice”“There Was A Time”“Why?”“I Still Love You” CD5: Into The Light (Original Mix 2024 remasterizado) “She Give Me”“River Song”“Don’t You Cry”“Love Is Blind”“Slave”“Cry for Love”“Living On Love”“Midnight Blue”“Too Many Tears”“Don’t Lie To Me”“Wherever You May Go” CD6: Whitesnake (Original Mix 2024 remasterizado) “Lady”“Blindman”“Goldies Place”“Time On My Side”“Peace Lovin’ Man”“Sunny Days”“Hole In The Sky”“Celebration”“WhiteSnake” NorthWinds (Original Mix 2024 remasterizado) “Keep On Giving Me Love”“NorthWinds”“Give Me Kindness”“Time & Again”“Queen Of Hearts”“Only My Soul”“Say You Love Me”“Breakdown” Todas as faixas são inéditas, exceto CD2 faixa 8, CD5 & CD6. Via: Rockbizz

“Toxicity” do System Of A Down faz história e ultrapassa um bilhão de streams no Spotify
Na última semana, o System Of A Down conseguiu um feito para poucos: emplacou o aclamado “Toxicity” no Billions Club do Spotify. A faixa pertence ao segundo álbum de mesmo nome, lançado em 2001. Atualmente, o SOAD conta com duas faixas no clube, com “Chop Suey”, canção do mesmo álbum que ultrapassou a marca em abril de 2023. Nesta cobiçada playlist da plataforma, temos clássicos como “Bring Me To Life” do Evanescence, “My Girl” do The Temptations e “Paranoid” do Black Sabbath, entre outros. Essas canções que atingem a marca de um bilhão de plays na plataforma, são automaticamente incluídas na playlist Billions Club, que foi criada no ano de 2020 e tem todas as faixas que já bateram essa meta. E para comemorar, além da inclusão das faixas na playlist, a própria plataforma presenteia os artistas com uma placa. Confira a faixa “Toxicity”: Confira a playlist Billions Club no Spotify: LEIA TAMBÉM: Serj Tankian, comenta sobre o momento mais desagradável no palco com o System of a Down Via: WikiMetal

Spiritbox: Assista o videoclipe do single Soft Spine
O grupo canadense Spiritbox está muito feliz em divulgar o videoclipe do single Soft Spine, faixa visceral produzida pelo guitarrista Mike Stringer e Dan Braunstein (Dayseeker, Silent Planet, The Ghost Inside). Assista: O ano de 2024 está sendo monumental para o Spiritbox, com mais de 300 milhões de streams nos EUA e impressionantes 450.000 vendas de álbuns. A banda participou do festival Sick New World em Las Vegas e excursionou recentemente com a lenda do nu-metal Korn. Além disso, passou pelos clássicos Reading e Leeds Festival, na Inglaterra. No dia 30 de novembro, a banda se apresentará pela primeira vez no Brasil, junto do Bring Me The Horizon no Allianz Parque (São Paulo). Formada em 2017 por Courtney LaPlante e Mike Stringer, a banda alcançou destaque com o single Holy Roller em 2020, consolidando-se como um dos nomes mais promissores do gênero. Com seu álbum de estreia Eternal Blue (2021), que alcançou a 13ª posição na Billboard 200, o grupo redefiniu o metal, misturando djent, post-metal e influências pop. Desde então, o Spiritbox esgotou turnês, estampou capas de revistas importantes e ganhou prêmios como o Heavy Music Awards e dois JUNO. Em 2023, lançou o EP The Fear of Fear, com o single Jaded indicado ao Grammy. Via: Rockbizz

Ringo Starr cancela turnê nos EUA por problemas de saúde
Faltando apenas dois shows para concluir sua turnê pelos Estados Unidos, Ringo Starr comunicou a necessidade de cancelar os compromissos por problemas de saúde. O baterista tinha apresentações marcadas na Filadélfia, no dia 23 de setembro, e em Nova York, onde encerraria a bateria de shows da All Starr Band, no dia seguinte. Através da conta do Instagram de Ringo, um representante do músico britânico comunicou os fãs sobre o cancelamento e explicou que a decisão partiu de um conselho médico. “Ringo pegou um resfriado e, depois de consultar um médico, ele foi aconselhado a cancelar esses dois shows restantes e descansar. […] Como sempre, Ringo e os All Starrs enviam paz e amor aos seus fãs e esperam vê-los em breve.” A nota também aponta que haverá um reembolso automático para os titulares dos ingressos. Além disso, caso prefiram, os fãs podem ainda entrar em contato com o ponto de compra para conseguirem o dinheiro de volta. View this post on Instagram A post shared by Ringo Starr (@ringostarrmusic) LEIA TAMBÉM: “Beatles teriam feito menos discos, não fosse Paul McCartney” afirma Ringo Starr Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Linkin Park, Richie Kotzen, Serj Tankian e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Linkin Park, Supla, Stevie Nicks, Primal Scream e mais; novo álbum do The Black Dahlia Murder, Richie Kotzen; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Richie Kotzen – Nomad Para quem gosta de: hard rock The Black Dahlia Murder – ServitudePara quem gosta de: death metal melódico EPs:Serj tankian – FoundationsPara quem gosta de: metal Via: WikiMetal

Metallica: James Hetfield sente a influência de Cliff Burton em seu processo de composição
Em novo episódio do The Metallica Report, que é um podcast semanal com as notícias e novidades do universo Metallica, o frontman James Hetfield alegou que sente a influência de Cliff Burton em seu processo de composição. Papa Het falou: “Cliff ainda vive em todos nós! A maneira como ele vive em mim é como eu consigo canalizar sua presença. Eu o tenho tão presente que ainda peço sua ajuda. E eu também me pergunto: ‘Cliff iria gostar disso’? Isso, para mim, é um padrão muito alto. Nós já temos padrões altos para nós mesmos, mas, se eu conseguisse impressionar Cliff, seria um bom dia”. Confira o novo episódio do The Metallica Report logo a seguir: Em 1982, Cliff Burton assumiu o posto de baixista e mentor criativo no Metallica, dessa forma, o grupo conseguiu tirar da cartola o seu debute Kill ‘Em All (1983) e diferenciar-se, posteriormente, de seus contemporâneos ao lançar os clássicos Ride The Lightning (1984) e Master Of Puppets (1986). O curso do Metallica mudou no dia 27 de setembro de 1986, no condado de Dörarp, Suécia, no decorrer da perna europeia da Damage, Inc. Tour, quando o ônibus da banda derrapou na pista congelada e capotou; o baixista Cliff Burton foi lançado para fora do veículo que acabou o esmagando. Fisicamente James Hetfield (vocal e guitarra) e Kirk Hammett (guitarra) não sofreram nada; Lars Ulrich (bateria) quebrou apenas um dedo do pé. Mas os sofrimentos emocionais foram praticamente infinitos aos três músicos remanescentes e aos amigos e familiares do baixista. Via: Rockbizz