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Slipknot: Clown comenta sobre a pior lesão que teve em palco
Clown, fundador e percussionista do Slipknot partilha detalhes da sua pior lesão em palco numa entrevista recente com o Vulture. O artista admite ter sofrido várias lesões, porém a pior foi quando “rompi o bíceps a meio em palco enquanto batia num barril com um taco.”, afirma. Shawn Crahan, nome verdadeiro do músico, dá uma breve explicação do funcionamento do bíceps “são basicamente dois fios, um em cada lado, que sustenta o músculo”, os comparando com “elásticos que se conectam ao ombro” “Eu rompi esses dois caralhos. O meu bíceps estava, na verdade, no meu antebraço. Tipo, só caiu e a minha pele caiu junto.”, continua o percussionista. “As pessoas vomitavam quando viam.” Crahan posteriormente fez uma cirurgia onde perdeu “25% desse braço.”, continua contando uma história relatando que quando tentava pegar algo na prateleira de cima da geladeira e pensava que o tinha conseguido, “o que quer que fosse, caía.” Em 2021 Clown havia rompido tendão do bíceps e passado por cirurgia durante uma performance no Knotfest Los Angeles. Turnê europeia 2025 do Slipknot Recentemente o Slipknot anunciou uma turnê europeia para 2025, que irá começar no dia 4 de junho, no Sweden Rock Festival, em Sölvesborg, Suécia.A partir daí, a banda irá tocar na Alemanha, Áustria, Itália, Dinamarca, entre outros, terminando a turnê no Barcelona Rock Festival e no Resurrection Fest, em Viveiro, Espanha. View this post on Instagram A post shared by Slipknot (@slipknot) LEIA TAMBÉM: Menina de 9 anos arrasa com cover de “Heretic Anthem” do Slipknot, assista aqui Via: WikiMetal

Nadja Peulen não ligava em ser considerada uma das mulheres mais gostosas do metal
O baixista Nadja Peulen (Coal Chamber) concedeu uma entrevista ao podcast do Knotfest e comentou que não ligava em ser considerada uma das mulheres mais gostosas do metal nos anos 1990 e 2000. A artista afirmou que via o “título” como um elogio. “Eu não ligava! Na verdade, acho que era um elogio”, disse Nadja. “Na maioria das vezes, nós, como mulheres, recebemos muita atenção, então, estar no palco sendo uma musicista ou atriz, amplifica a coisa toda”, explicou. “Às vezes, a coisa ficava meio embaraçosa, também”, pontuou. “Lembro que tive que anunciar o Slipknot no Kerrang! Awards em 2002 ou algo assim. Quando me anunciaram para subir no palco para apresentá-los, começaram a me chamar de gostosa e tal; foi bem embaraçoso”, lembrou. “No entanto, no final das contas, se trata de um elogio. Portanto, eu não me importo nem um pouco”, concluiu. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Rivalidade entre Jimmy Page e Robbie Williams dá indícios de retorno
A rivalidade entre Robbie Williams e Jimmy Page, do Led Zeppelin, pode reacender devido a planos para cortar uma árvore “infestada de fungos”. Williams recentemente pediu permissão ao Conselho de Kensington e Chelsea para derrubar a árvore de bordo que foi contaminada com o fungo do mel, o que trouxe objeções por parte dos seus vizinhos. “Não tem explicação para qual esta árvore deve ser derrubada, apenas uma série de fotos mostram que ela está parcialmente danificada.” diz a objeção, via Yahoo! News. “Não deveria haver um relatório escrito que acompanhe cada derrubada proposta e que ações podem ser tomadas antes do último recurso de derrubar esta árvore?” A permissão foi submetida pelo cirurgião de árvores Michael Goatly, do Putney Tree Specialists, em nome de Williams: “Árvore de bordo da Noruega – remover devido a decadência extensa na base (fungo do mel). Replantar com espécies TBC.” Ainda que Jimmy Page não esteja diretamente nomeado nas reclamações, os vizinhos já tinham entrado em conflito no passado, quando o guitarrista não queria que árvores fossem derrubadas perto de sua casa. Page protestou no passado quanto aos planos de Williams para construir um “super porão” com ginásio e piscina, alegando que as obras poderiam danificar a sua casa, no entanto foi-lhe dada permissão para prosseguir com o projeto. LEIA TAMBÉM: Jimmy Page explica como aprendeu a tocar guitarra Via: WikiMetal

Paul Di’Anno: Causa da morte do ex-vocalista do Iron Maiden é revelada
A causa da morte de Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, foi revelada nesta segunda-feira (11 de novembro). A seguinte mensagem foi publicada nas redes sociais do saudoso cantor: “Caros fãs e amigos, recebemos permissão da família de Paul para trazer a vocês a notícia da causa da morte dele, após os resultados da autópsia terem sido recebidos. Suas irmãs Cheryl e Michelle confirmaram o seguinte: ‘Basicamente, ele teve um rasgo na membrana ao redor do coração e o sangue entrou dentro da artéria aorta principal e isso fez o coração parar.’ A morte de Paul foi instantânea e, espero, indolor. Que ele descanse em paz”. E acrescentou: “Neste fim de semana, um show In Memoriam foi realizado no Underworld Camden, onde muitos fãs, amigos, colegas e familiares de Paul compareceram. Com um magnífico set musical, seus colegas músicos se despediram dignamente do amigo.” Paul Di’Anno faleceu no dia 21 de outubro, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. Ao lado do Iron Maiden, o artista registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Di’Anno era figura conhecida em nosso país, visto que sempre pintava por aqui com seus projetos musicais. Via: Rockbizz

Kerry King no Megadeth: “teria sido uma banda bem diferente”
Kerry King, guitarrista do Slayer, em sessão de perguntas e respostas com os leitores da revista Metal Hammer, foi questionado sobre qual banda ele escolheria se pudesse ter feito parte de qualquer outro grupo. Em resposta, King disse: “eu quase entrei no Megadeth. Acho que se eu e o Dave Mustaine tivéssemos conseguido conviver juntos por quatro anos, teria sido uma banda bem diferente. Não estou dizendo que a teria tornado melhor, mas teria feito diferente.” Kerry King esteve por um breve período na banda, durante o ano de 1984, antes de decidir se concentrar no trabalho que estava realizando à frente do Slayer. Anteriormente, em entrevista concedida para a série Wikipedia: Fact Or Fiction? da Loudwire, o lendário guitarrista contou sobre seu envolvimento com o Megadeth, nos primórdios da sua formação, quando já havia tocado em suas cinco primeiras apresentações como segundo guitarrista. Na entrevista, Kerry revelou: “eu fui uma das pessoas sortudas — e não estou de forma alguma desmerecendo o Kirk Hammett; o Kirk é um amigo maravilhoso — mas eu tive a sorte de ver o Metallica com o Mustaine. E digo isso porque é algo raro de se poder dizer. Eu os vi tocando no Woodstock, e fiquei tão impressionado com a sua performance, ele estava simplesmente destruindo. E eu não consigo fazer isso até hoje. Fiquei simplesmente impressionado com a habilidade dele na guitarra”. Sobre o convite de Mustaine para se juntar à banda, o guitarrista comentou que foi a B.C. Rich, marca americana de guitarras, que soube que Dave estava interessado que King tocasse com o Megadeth. À época, Kerry já havia se juntado ao Slayer. A relação de Kerry King com Dave Mustaine Questionado sobre alguma experiência particularmente ruim lidando com Mustaine nos primeiros dias do Megadeth, Kerry respondeu: “ele era mais tranquilo naquela época. Acho que houve muitas drogas e outras coisas malucas entre aquele período que ajudaram a moldar quem ele é hoje. Eram bons tempos”. Especula-se que a relação entre os dois não é harmoniosa, segundo Kerry em razão da personalidade difícil de Dave, contribuindo para o afastamento dos músicos e a consequente falta de trabalhos e parcerias entre os dois. King, ao ser questionado, comentou sobre a performance do vocalista: “o estilo dele é definitivamente mais… eu não diria ‘intrincado,’ porque nós também temos partes intrincadas, mas ele escreve riffs com uma perspectiva bem diferente da minha. Mesmo depois de tocar com ele por vários meses, eu ainda não faria isso”. Ainda, destaca: “não sei como alguém consegue ficar no Megadeth mais que algumas horas. Dave é louco.” Sobre os ex-integrantes, Mustaine revelou ao Metal XS que, nos mais de 40 anos de banda, ao contrário do que as pessoas podem pensar, o vocalista e guitarrista mantém várias amizades, com exceção daqueles que ficaram “amargurados”. Durante a existência da banda, mais de 20 músicos passaram por sua formação, sendo Mustaine a única constante. Ainda que os músicos tenham feito as pazes, o mais próximo de parceria entre os dois aconteceu no ano de 2010. Na época, Megadeth e Slayer dividiam estrada para a The American Carnage Tour quando o guitarrista teve a oportunidade de subir ao palco em algumas ocasiões para tocar “Rattlehead”. LEIA TAMBÉM: Slayer diz que rompeu com produtor por contrato ofensivo Via: WikiMetal

“Brasil é um dos piores lugares para morrer”, afirma Andreas Kisser
Em nova entrevista ao canal francês Loud TV, o guitarrista Andreas Kisser falou sobre o quanto a morte de sua esposa, Patricia Perissinoto Kisser, em julho de 2022, após uma batalha contra o câncer de cólon, influenciou e acelerou a decisão de encerrar as atividades do Sepultura. “Influenciou muito, com toda certeza! A morte de Patricia foi há dois anos e meio e devido a um câncer. O processo foi muito doloroso, muito difícil, é claro, como podemos imaginar. No entanto, a experiência tem sido aberta para me conhecer e minha família, e ter novas oportunidades de falar sobre a vida por causa da morte”. O músico também destacou que o Brasil é um dos piores lugares para morrer. O músico usou a experiência que teve para falar sobre o assunto. “O Brasil é um dos piores lugares para morrer. Muitas pessoas são esquecidas pela sociedade, passando pelos mesmos problemas com câncer e doenças muito difíceis. Eu criei um movimento para inspirar e estimular as pessoas no Brasil a falarem sobre a morte, eutanásia, suicídio, suicídio assistido e cuidados paliativos. No Brasil, nós ainda estamos crescendo nesse aspecto. A minha esposa teve cuidados paliativos e coisas assim. Tivemos o privilégio de dar isso, por causa do seguro saúde. Mas a maioria das pessoas no Brasil não têm isso. Aprendi que a morte é meu maior professor. Estou aprendendo muito sobre a vida porque respeito a finitude. Não podemos controlar isso. Todos nós vamos morrer. Qualquer dispositivo eletrônico parará de funcionar. As coisas são assim. Não podemos escolher. O que podemos escolher é viver o momento. A intensidade do presente é muito mais intensa se você respeitar a finitude”. Assista a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Shows curtos e intensos marcam a estreia do Static-X e Dope no Brasil
A icônica banda de metal industrial Static-X, conhecida pelo som pesado e performances marcantes, fez sua estreia no Brasil em sua nova turnê, com o grupo americano Dope como convidado especial. A apresentação fez parte da turnê que as duas bandas vêm promovendo na América Latina. E finalmente chegou a São Paulo para um show único no país. O Dope abriu a noite com um set poderoso e direto. Iniciando com “Blood Money”, a banda já mostrou a que veio, trazendo batidas pesadas e riffs industriais, enquanto o público entrava no ritmo. Em seguida, “Bring It On” e “Bitch” elevaram a intensidade, com o vocalista Edsel Dope demonstrando carisma e uma presença marcante. Se “Debonaire” reacendeu o espírito dos anos 2000, a faixa “Die, Boom, Bang, Burn” colocou os fãs para cantar seu refrão, destacando a presença incrível dos vocais de Edsel. Com o show chegando ao fim, encerraram em clima de festa com o cover de “You Spin Me Round (Like a Record)”, tirando todo mundo do chão. O show do Dope em São Paulo foi uma explosão de energia, na qual a banda apresentou uma sequência de hits que incendiaram o público desde a primeira música. Apesar de um set de apenas 25 minutos, o Dope demonstrou vigor e consistência, mantendo o público energizado a cada música. A performance direta e sem rodeios da banda evidenciou o estilo cru que os fãs de metal industrial apreciam. Essa entrega espontânea e autêntica, especialmente através dos riffs e da intensidade vocal de Edsel, consolidou a presença da banda no palco, deixando a audiência pronta para o que viria a seguir. A vez do Static-X logo após o Dope Foi necessário quase uma hora para o Static-X subir ao palco do Terra SP, o que aumentou ainda mais a expectativa do público. Formada por Tony Campos (baixo), Koichi Fukuda (guitarra), Ken Jay (bateria) e o enigmático vocalista Xer0, com sua máscara imponente e olhos vermelhos, a banda abriu com “Hollow” e entregou o que os fãs queriam, trazendo batidas industriais pesadas e o vocal distinto de Xer0, que assumiu o legado de Wayne Static com uma intensidade digna do frontman original. A segunda música foi “Terminator Oscillator”, que tirou o público do chão com suas batidas eletrônicas. E ainda contou com a presença do mascote da banda no palco. A performance do vocalista se destacou, canalizando o espírito de Wayne de forma respeitosa, mas com uma abordagem própria que conquistou o público. A sequência com “Love Dump” e “Sweat of the Bud” transportou os fãs para os anos dourados da banda. E o público respondeu batendo cabeça e com um mosh no meio da pista. “Fix” e “Wisconsin Death Trip” foram momentos explosivos, com os fãs cantando cada verso e pulando ao som das batidas e riffs pesados. O público, claramente apaixonado por essas músicas clássicas, vivenciou uma experiência única, mergulhando em uma nostalgia repleta de emoção. A faixa “Bled for Days” trouxe um toque visceral ao show, enquanto “Black and White” criou uma conexão emocional que envolveu todos os presentes. Xer0 e o restante da banda se destacaram com uma execução técnica impecável, e a interação com o público foi incrível. Emoção e homenagem durante “Cold” Um dos momentos mais comoventes foi durante “Cold”, que foi dedicada ao falecido Wayne Static. Com sua imagem projetada nos telões, a homenagem tocou os corações dos fãs, com muitos visivelmente emocionados. A emoção tomou conta do Terra SP, e esse momento trouxe um peso emocional ao show, honrando o legado de Wayne e mostrando o quanto ele ainda é amado e respeitado pelos fãs. A banda encerrou com “Push It”, levando o público ao clímax da noite com uma performance intensa. A plateia respondeu com uma energia inigualável, cantando junto e agitando até o último segundo. O show foi intenso, porém curto, com duração de apenas 55 minutos. No mais, o Static-X continua carregando o legado da banda de forma digna e homenageando Wayne, entregando uma experiência imersiva e marcante que prova que ainda são uma força potente no cenário do metal industrial. LEIA TAMBÉM: Show do Linkin Park em São Paulo terá transmissão ao vivo Via: WikiMetal

Kiko Loureiro estreia o videoclipe de Point Of No Return
O guitarrista Kiko Loureiro estreou o videoclipe de Point Of No Return, faixa presente em seu novo álbum de estúdio, Theory of Mind, o qual mergulha nas interações entre humanos e inteligência artificial e aborda o conceito psicológico da Teoria da Mente, que é a capacidade de reconhecer e interpretar os estados mentais dos outros. Veja: O conceito de Theory of Mind não é novo. É um termo psicológico, desenvolvido inicialmente para descrever a habilidade humana única de reconhecer e interpretar os estados mentais dos outros. Usamos isso todos os dias, muitas vezes de forma inconsciente, para navegar no mundo social, para sentir empatia, para prever o que os outros podem sentir ou pensar. Isso se torna ainda mais profundo quando aplicado àqueles que vivem a vida de maneira diferente, para quem a Theory of Mind não é algo natural. Nessas pessoas, as lacunas no entendimento podem ser pontes para formas mais profundas de ver o mundo. Este álbum busca capturar essa complexidade – a luta, a beleza e o desconhecido que surgem ao interpretar as mentes dos outros. Gravado com Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria) e Maria Ilmoniemi (teclados), o álbum foi produzido por Adair Daufembach e contou com a mixagem e masterização de Jacob Hansen. Via: Rockbizz

Timo Tolkki vai celebrar seu legado no Stratovarius com turnê pelo Brasil em 2025
O guitarrista Timo Tolkki, ex-integrante e membro fundador do Stratovarius, anunciou uma turnê especial pelo Brasil para comemorar seus 40 anos de carreira na cena do power metal melódico. O músico, reconhecido por sua contribuição ao estilo que marcou os anos 90 e 2000, trará ao palco uma seleção de clássicos que definiram o gênero e conquistaram fãs ao redor do mundo. Com shows em cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Natal, Fortaleza e São Paulo, Tolkki promete reviver momentos memoráveis e incluir algumas surpresas para os fãs de longa data. “Estou muito ansioso para voltar ao Brasil e tocar novamente. Tenho ótimas memórias de todos os shows que já fiz aí e muitos amigos espalhados pelo país. O Brasil é um lugar muito especial para mim, não só pela sua diversidade, mas também pelo carinho que sempre recebo do público”. disse o músico. “Em 2009, depois de sair do Stratovarius, viajei por cerca de 10 cidades em uma jornada incrível”, lembrou Tolkki. Os ingressos para os shows já estão à venda, e a procura é alta devido ao apelo nostálgico e à qualidade técnica das apresentações de Tolkki. Com um repertório que inclui hinos do power metal melódico, como Black Diamond, Hunting High and Low e Forever, cada show promete uma imersão completa no universo musical que consagrou o Stratovarius e consolidou a influência de Timo Tolkki no gênero. A banda Visions, tributo brasileiro ao Stratovarius, foi fundada em 2018 pelo baixista Rick Reis e se destaca pela precisão e energia de suas performances. Já tendo acompanhado Timo Tolkki em turnês anteriores, o grupo paulista acumula reconhecimento em festivais e elogios de ícones do power metal. Em 2023, foi saudada pelo próprio Stratovarius após uma apresentação no festival Summer Breeze, consolidando sua reputação no cenário musical. Nesta nova turnê, a Visions será responsável por acompanhar Tolkki nas apresentações pelo Sul e Sudeste do Brasil, prometendo uma experiência única aos fãs. A formação da Visions conta com Sérgio Sgai (vocal), Joyce Natali (guitarra), Rick Reis (baixo), Luiz Seiji (teclados) e Rafael Ornelas (bateria). Já a banda Infinite, formada em dezembro de 2023 em Fortaleza, assume as apresentações no Nordeste e traz João Paulo (vocal, Fireline), Elias Vull (guitarra, Seven Keys, Trailblazers, Evernight), Lucas Vital (baixo, Trailblazers, Evernight, Fuck the System), Anderson Silva (teclados, Tempesty, Ragnarock) e Sidney Silva (bateria, Winterhearts, Arising Thunder). Ingressos: 28/03 Gravador Pub (Porto Alegre): https://bilheto.com.br. 29/03 Calabouço Rock Bar (Rio de Janeiro): https://www.clubedoingresso.com. 02/04 – Estelita (Recife): https://www.sympla.com.br. 04/04 – Whiskritório Pub (Natal): https://www.sympla.com.br. 05/04 – Haus Music by Breakdown Media – (Fortaleza): https://www.sympla.com.br. 06/04 Morriosson Rock Bar (São Paulo): https://www.clubedoingresso.com. Via: Rockbizz

Black Label Society deve lançar novo álbum no final de 2025, diz Zakk Wylde
Zakk Wylde, líder do Black Label Society, entrou em detalhes sobre o processo de composição e de gravação do próximo álbum da banda em entrevista no Lipps Service With Scott Lipps. Wylde fala sobre os futuros planos do Black Label Society (via Blabbermouth): “Estamos gravando um monte de coisas enquanto estamos em casa. Obviamente terá muita coisa para o próximo ano. Vamos fazer a turnê de celebração do Pantera em 2025 e haverão shows do Zakk Sabbath também. Então imaginaria que, talvez no final de 2025, começo de 2026, devemos lançar outro álbum do Black Label.” O guitarrista continua: “Eu acho que, se você perguntar a qualquer músico, eles dirão que, quando você está em estúdio, é um terreno fértil para inspiração porque tudo soa bem… Se você está sentado com um violão, ou está sentado atrás de um piano, ou você tem as grandes guitarras distorcidas, a bateria soa como canhões. Então tudo soa incrível. E é muito inspirador.” Confira a entrevista de Zakk Wylde ao Lipps Service com Scott Lipps: Black Label Society lança single “The Gallows” Em setembro, o Black Label Society disponibilizou o single “The Gallows” pela gravadora MNRK Heavy, antiga eOne Music. “The Gallows” é o trabalho mais recente do Black Label desde o resgitro Doom Crew Inc (2021). A faixa mostra a assinatura da banda com riffs esmagadores de Zakk Wylde, solo matador e a energia que os fãs esperam do BLS. O single captura uma atmosfera sombria e pensativa, enquanto emerge com uma intensidade renovada, assim, refletindo uma evolução do grupo. Confira o videoclipe de “The Gallows”: LEIA TAMBÉM: Zakk Sabbath e Hibria arrasam no Best of Blues and Rock Curitiba Via: WikiMetal

Judas Priest celebra aniversário do álbum ‘Painkiller’ com turnê exclusiva
O Judas Priest anunciou que vai celebrar o 35º aniversário do álbum Painkiller com a turnê Shield Of Pain, exclusivamente pela Europa. A excursão será realizada nos meses de junho e julho de 2025. Nas redes sociais, a banda comunicou que a turnê terá repertório composto por músicas clássicas e também de raridades. “Este raro e único setlist incluirá clássicos amados e defenderá a fé no metal em uma experiência verdadeiramente memorável pela Europa neste verão”, garantiu a banda. View this post on Instagram A post shared by Judas Priest (@judaspriest) Além disso, o itinerário contará com 12 shows que percorrerá cidades da Alemanha, França, Itália, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Suécia e Suíça. Painkiller Lançado oficialmente em 1990, Painkiller foi o 12º álbum de estúdio do Priest. Com sonoridade pesada e veloz, o projeto consolidou a banda como referência do metal mundial. O disco foi o primeiro a ter a participação do baterista Scott Travis, após a saída de Dave Holland e o último com a primeira passagem de Rob Halford pela banda. Judas Priest no Brasil Judas Priest é uma das atrações confirmadas no festival Monsters of Rock, que acontece no Allianz Parque, em São Paulo, dia 19 de abril de 2025. Bem como os britânicos, o evento confirmou a presença de bandas clássicas do rock como Europe, Scorpions, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2025 anuncia lineup com Scorpions, Judas Priest, Europe, Queensrÿche e mais Via: WikiMetal

Queensrÿche espera entrar em estúdio em 2025 para gravar o próximo álbum
O Queensrÿche está com expectativas de entrar em estúdio para começar as gravações do próximo álbum do grupo em 2025. Em entrevista para o San Antonio Express News, Michael Wilton, guitarrista do Queensrÿche, falou sobre a possibilidade de uma continuação do último álbum da banda, Digital Noise Alliance (2022), (via Blabbermouth): “Sim, vamos ter que tentar melhorar o nosso trabalho após o sucesso do Digital Noise Alliance (2022). Nós estamos fazendo várias turnês, então, vamos ter que descobrir quando vamos fazer o próximo álbum. Temos compartilhado ideias de demos e estamos escrevendo na estrada e fazendo algo sempre que temos pausas em casa. Esperamos possivelmente entrar em estúdio no próximo ano em algum momento.” “Nós estamos sempre pensando sobre o que vamos fazer a seguir, mas as pessoas não compram mais CDs e discos. Então, você ganha a vida na estrada.” Atualmente, a banda está em turnê revisitando músicas do EP Queensrÿche (1983) e o álbum The Warning (1984) em sua totalidade como parte da The Origins Tour. O Queensrÿche é atração confirmada para a próxima edição do Monsters of Rock que acontecerá no dia 19 de abril de 2025 em São Paulo no Allianz Parque. Ingressos para o Monsters of Rock de 2025 se encontram em no site da Eventim. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2025 anuncia lineup com Scorpions, Judas Priest, Europe, Queensrÿche e mais Via: WikiMetal

Show do Linkin Park em São Paulo terá transmissão ao vivo
Multishow e Globoplay transmitirão ao vivo o primeiro show do Linkin Park no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação acontecerá no mesmo dia do lançamento do novo álbum da banda, From Zero. A transmissão terá seu inicio às 20h15, com a banda subindo ao palco 15 minutos depois. Além dos assinantes do canal pago, o show do Linkin Park estará liberado para não assinantes da plataforma de streaming. Será a primeira vinda ao país com a nova formação, que agora é liderada por Emily Armstrong (Dead Sara). View this post on Instagram A post shared by @multishow E vale lembrar que, além dos shows, a banda montou uma pop-up store na Galeria do Rock, em São Paulo, para a venda de produtos exclusivos. Além disso, o grupo também liberou inscrições para audições antecipadas do novo disco na cidade, que serão realizadas entre os dias 11 e 14 de novembro. LEIA TAMBÉM: Linkin Park: assista a apresentação da banda na cerimônia do Mundial de League Of Legends Via: WikiMetal

David Gilmour toca Dark and Velvet Nights em rara aparição na TV dos EUA
David Gilmour fez uma rara aparição na TV dos Estados Unidos no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon no dia 6 de novembro e tocou a faixa Dark and Velvet Nights. Retornando à televisão do país pela primeira vez em oito anos, o músico promoveu seu novo álbum, intitulado Luck and Strange. Sua aparição também coincide com uma série limitada de shows no Madison Square Garden, Nova York, até 10 de novembro. Além da performance de Dark and Velvet Nights, o ex-membro do Pink Floyd foi entrevistado por Fallon, onde ele discutiu o novo trabalho e esclareceu vários rumores. Confira os vídeos abaixo: Via: Rockbizz

Sting: “Russians” e o histórico de tensão entre EUA e Rússia
Sting, ex-The Police, lançou em 1985 seu primeiro álbum solo, The Dream of the Blue Turtles. Entre as 10 músicas, uma se destacou: “Russians”. A canção foi lançada em um período sensível, sendo uma crítica à política de destruição mútua assegurada entre Estados Unidos e, a então existente, União Soviética durante a Guerra Fria. Na música, Sting canta: “There is no monopoly of common sense / On either side of the political fence / We share the same biology / Regardless of ideology” (em tradução livre: “Não há monopólio do senso comum / Em ambos os lados da cerca política / Nós compartilhamos a mesma biologia / Independentemente de ideologia”.) Sting revelou, em 2010, que “tinha um amigo na universidade que inventou uma maneira de roubar o sinal de satélite da TV russa.” “Nós bebíamos algumas cervejas e subíamos uma pequena escada para assistir à televisão russa… Naquela hora da noite, só conseguíamos ver programas infantis, como Vila Sésamo”, contou o músico. Ele comentou também ter ficado impressionado com “o cuidado e a atenção que eles davam aos seus programas infantis.” Criação de “Russians” “Russians” traz uma melodia inspirada em O Tenente Kijé, obra do compositor russo Sergei Prokofiev. A introdução inclui um trecho do telejornal soviético Vremya, no qual o apresentador Igor Kirillov diz em russo: “(…) O primeiro-ministro britânico descreveu as conversas com o chefe da delegação, Mikhail Sergeyevich Gorbachev, como uma troca de opiniões construtiva, prática e amigável (…)” O trecho refere-se ao encontro de Gorbachev com Margaret Thatcher em 1984. O líder soviético na época era Konstantin Chernenko. Sons de fundo da missão Apollo-Soyuz também aparecem na faixa. A recepção da crítica a “Russians” foi positiva, com a Billboard descrevendo a faixa como “uma mensagem política/humanitária sóbria emoldurada em acordes crescentes e citações de Prokofiev”. “Russians” raramente aparece no repertório ao vivo de Sting, mas a música ganhou atenção novamente em 2022, quando ele lançou uma versão acústica durante a invasão russa na Ucrânia. Os lucros foram destinados à ajuda humanitária e médica para o povo ucraniano. Em 1994, Sting afirmou que “nunca pensou que [a música] seria relevante novamente”. No entanto, diante da “decisão sangrenta e equivocada de um homem de invadir um vizinho pacífico e não ameaçador”, o artista vê a canção como um apelo renovado à humanidade comum. Ouça a música logo abaixo e em seguida confira a letra completa em inglês e português. View this post on Instagram A post shared by STING (@theofficialsting) In Europe and AmericaThere’s a growing feeling of hysteriaConditioned to respond to all the threatsIn the rhetorical speeches of the Soviets Mister Khrushchev said: We will bury youI don’t subscribe to this point of viewIt would be such an ignorant thing to doIf the Russians love their children too How can I save my little boyFrom Oppenheimer’s deadly toy?There is no monopoly of common senseOn either side of the political fence We share the same biologyRegardless of ideologyBelieve me when I say to youI hope the Russians love their children too There is no historical precedentTo put the words in the mouth of the presidentThere’s no such thing as a winnable warIt’s a lie we don’t believe anymore Mister Reagan says: We will protect youI don’t subscribe to this point of viewBelieve me when I say to youI hope the Russians love their children too We share the same biologyRegardless of ideologyWhat might save us, me and youIs if the Russians love their children too Tradução Na Europa e na AméricaHá um crescente sentimento de histeriacondicionado a responder a todas as ameaçasNos discursos retóricos dos soviéticos senhor Krushchev disse: “Vamos enterrá-lo”Eu não concordo com o seu ponto de vistaSeria uma coisa tão ignorante que fazerSe os russos amam suas crianças também Como posso salvar o meu meninoDe brinquedo mortal Oppenheimer?Não há monopólio do senso comumEm ambos os lados da cerca política Nós compartilhamos a mesma biologiaIndependentemente de ideologiaAcredite em mim quando eu digo a vocêEspero que os russos amam suas crianças também Não há precedente históricoPara colocar as palavras na boca do presidente?Não há tal coisa como uma guerra pode ser vencidaÉ uma mentira que não acreditamos mais Senhor Reagan disse: “Ele vai te proteger”Eu não concordo com o seu ponto de vistaAcredite em mim quando eu digo a vocêEspero que os russos amam suas crianças também Nós compartilhamos a mesma biologiaIndependentemente de ideologiaO que pode nos salvar, eu e vocêé se os russos amam suas crianças também Via: WikiMetal

Robert Plant estrela comercial para trem de alta velocidade italiano; veja
Robert Plant estrelou um novo comercial para a linha de trem de alta velocidade italiana, Frecciarossa. Filmado para o serviço ferroviário Trenitalia da Itália, o vídeo mostra o cantor em um terminal em Roma, viajando em um trem e se apresentando com sua banda acústica, Saving Grace – cujo cover de Everybody’s Song, do Low, serve de trilha sonora do comercial. O ex-vocalista do Led Zeppelin também é visto tomando café no Freccia Lounge com a vocalista do Saving Grace, Suzy Dian, e conversando com ela em outro momento enquanto viaja em um dos vagões de trem da Classe Executiva do Frecciarossa. Veja o comercial abaixo: Via: Rockbizz

Megadeth: Dave Mustaine explica por que voltou a tocar The Conjuring ao vivo
Em uma entrevista para o podcast Steve-O’s Wild Ride!, Dave Mustaine explicou por que voltou a tocar The Conjuring ao vivo. Segundo o líder do Megadeth, a relutância em tocar a música de 1986 é, em grande parte, devido às suas crenças cristãs, já que a faixa do clássico álbum Peace Sells… But Who’s Buying? fala sobre magia negra e apresenta instruções para feitiços. Abordando o fato de que ele finalmente decidiu tocar The Conjuring ao vivo novamente em junho de 2018, após 17 anos sem tocá-la, durante um show em Plzeň, República Tcheca, Dave disse: “Eu não tinha certeza sobre quais efeitos a letra teria em nossos fãs jovens. E eu não queria enganar ninguém. Eu queria ter certeza de que se eu estivesse cantando algo e eles dessem qualquer tipo de importância, eu não estaria inadvertidamente tomando uma decisão por eles e eles estivessem dizendo algo que possivelmente os machucaria de alguma forma”. E acrescentou: “[Mas] a estrutura da música não tinha o que eu pensava que tinha. Não há nada enganoso lá, e depois de uma avaliação extensa, muita reflexão e oração, eu percebi que está tudo bem fazer isso agora”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Ted Nugent festeja vitória de Donald Trump: “Aleluia e Deus abençoe a América”
Artistas norte-americanos do rock n’ roll ao rap, do country ao pop, apoiaram a candidatura do republicano Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. O suporte deu resultado, pois o político conservador saiu vencedor da disputa e comandará a Casa Branca pelos próximos quatro anos. Um dos maiores entusiastas ao republicano foi – e é – o guitarrista Ted Nugent, que há muitos anos, quiçá décadas, vem rendido mais notícia pelos disparates que profere aos quatro ventos do que pela música que cria e técnica nas seis cordas. Agora, pelas redes sociais, Ted Nugent festejou a vitória de Donald Trump. Na legenda da postagem, Nugent pediu para que Deus abençoe a América. “Deus abençoe a América”, disparou Ted, que logo emendou um “aleluia” em tom júbilo. O músico ainda completou: “Parabéns a nós, o povo, e o 47º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump”. A postagem do Nugent é completada com várias fotos de Trump e hashtags protecionistas. Veja: Ted Nugent é abertamente um apoiador do tolo combo de Deus, pátria e família, ou seja, da trinca da extrema-direita. O músico já criticou muitas minorias como a comunidade LGBTQ+ e imigrantes latinos, negros e veganos. Além disso, ele já praticou transfobia, o que rendeu shows cancelados. Via: Rockbizz

Andreas Kisser fala sobre a separação problemática de Max Cavalera
Andreas Kisser concedeu uma entrevista ao canal alemão Moshpit Passion e falou sobre a separação problemática de Max Cavalera. Cabe recordar que, basicamente, o frontman deixou o Sepultura em 1996, quando discordou dos rumos empresariais que a banda queria tomar, os quais não contemplariam a sua esposa, Gloria Cavalera. Andreas disse: “Não nos importamos com quem está certo ou errado. Nunca chegaremos a esse ponto. Temos diferentes pontos de vista e diferentes perspectivas sobre os mesmos eventos históricos e coisas assim”. Kisser completou informando que quer focar no momento presente e se divertir com a derradeira turnê do Sepultura, que se chama Celebrating Life Through Death. “Vamos curtir, vamos nos divertir pelos fãs e por nós mesmos. Vamos fechar esses incríveis 43 ou 44 anos em paz conosco mesmos”. O guitarrista finalizou sua fala dando a entender que criará outras aventuras musicais com o fim do grupo. “Depois, vamos buscar algo diferente. Pelo menos no meu ponto de vista, eu gostaria de continuar com a música e tudo mais, mas talvez fazendo algo diferente”. Assista a entrevista completa no player logo abaixo: Atualmente, o Sepultura está na Europa para mostrar o poderio sonoro da Celebrating Life Through Death Tour. O grupo ficará no Velho Continente até o fim deste mês; despois desta etapa, o quarteto voltará ao Brasil para mais uma perna da tour no país. Via: Rockbizz

Geoff Tate, ex-Queensrÿche, está trabalhando no ‘Operation: Mindcrime III’
Ex-Queensrÿche, Geoff Tate, está trabalhando no “último capítulo da série Operation: Mindcrime.” O vocalista falou sobre o projeto em um recente podcast, o comparando com o começo do Queensrÿche. Tendo se separado da banda em 2012, o álbum seria lançado em seu nome. Como transcrito pelo Blabbermouth, as novas músicas são “super pesadas e, algumas delas, são incrivelmente técnicas.” “São como álgebra”, adiciona; e, em um tom jocoso, Geoff diz que “você precisa de uma calculadora enquanto escuta a música” e que algumas “são bastante emocionais.” O artista confirma que será o “último capítulo da série Mindcrime”, demonstra também a grande vontade que tem para que os fãs escutem e se deleitem com o álbum, dando uma breve descrição: “Segue com as explorações de Dr. X e Nikki e a Irmã Mary, e pega em um ponto particular da história e meio que faz um microscópio do que está acontecendo naquele tempo em particular com eles.” O Operation: Mindcrime original foi lançado em 1988 e aclamado pelas facetas políticas obscuras, um elemento que também estará presente nas letras do novo álbum. Quando questionado se o disco terá “pegadas políticas”, Geoff comenta: “É, eu acho que as pessoas vão conseguir detectar um pouco o que está acontecendo ao redor delas”, destacando as eleições presidenciais dos Estados Unidos como um fator de interesse. Geoff Tate irá fazer uma turnê pelos Estados Unidos, tocando o Operation: Mindcrime original na íntegra pela última vez. LEIA TAMBÉM: Geoff Tate, ex-Queensrÿche: “Eu acredito no Socialismo” Via: WikiMetal

5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Zephyra, Lucid High e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: rock “Rather Be Alone” – Spitfire’s TearsPaís: França Para quem gosta de: death metal melódico “The Hardest Projection” – ZephyraPaís: Suécia Para quem gosta de: metal gótico “Toxic Love” – Cassandra’s WhispersPaís: Itália Para quem gosta de: metal moderno “Drown” – Lucid HighPaís: Reino Unido Para quem gosta de: hard rock “St. Elmo’s Fire (Man in Motion)” – Ferris McFoleyPaís: Suíça LEIA TAMBÉM: 6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Sayyadina, Inconvenience e mais Via: WikiMetal

Bruce Dickinson estava disposto a encontrar um substituto para o Iron Maiden após o câncer
Durante uma nova entrevista no podcast Rich Roll, o vocalista Bruce Dickinson revelou que estava disposto a encontrar um substituto para ele no Iron Maiden caso não conseguisse mais cantar após o diagnóstico de câncer na garganta em 2015. Falando sobre a importância de manter a integridade e a autenticidade na música do Iron Maiden, Bruce disse: “Quando tive câncer na garganta, eu pensava: ‘Vou superar isso e sobreviver’? A última coisa em minha mente era se voltaria a cantar? Na verdade, eu pensei: ‘Bem, chegaremos a esse estágio quando eu terminar o tratamento e começarmos a tentar cantar’”. “Eu estava bem preparado para aceitar que talvez eu não pudesse cantar com o Iron Maiden novamente”, completou. “Eu poderia cantar, eu poderia vocalizar, eu poderia cantar de uma maneira diferente, mas se eu não pudesse cantar do jeito que eu tenho que cantar com o Iron Maiden, eu os ajudaria a encontrar um ótimo substituto, porque a música é sacrossanta”, concluiu. Confira a entrevista na íntegra abaixo: Via: Rockbizz

Neurocientista explica por que nossos cérebros amam tanto shows
Se você já se perguntou o que realmente acontece com nossos cérebros durante shows que nos faz amar tanto música ao vivo, um neurocientista explicou o motivo em um vídeo nas redes sociais. Dr. Nas é um neurocientista especialista em pesquisa sobre demência. Ele tem mais de 250 mil seguidores no Instagram graças à riqueza de conhecimento relacionado ao cérebro que compartilha em suas postagens. Em um vídeo intitulado “A neurociência dos shows”, ele detalhou o fenômeno psicológico que acontece em nossos cérebros durante eventos de música ao vivo. Durante o vídeo, Dr. Nas compartilhou que a pesquisa de imagens cerebrais descobriu que o cérebro humano é mais sensível à música ao vivo do que à música gravada. “A música ao vivo ativará redes cerebrais inteiras envolvendo a experiência do prazer, o processamento de emoções e [reativação] de memórias do passado. Quanto maior a experiência cerebral, especialmente nas partes emocionais do seu cérebro, mais profundamente você será atingido por [se sentir] imerso na música”, ele explicou (via Loudwire). Dr. Nas elaborou ainda que nossos cérebros amam a imprevisibilidade, e a música ao vivo sempre oferece uma experiência auditiva ligeiramente diferente de algo gravado, que soa igual toda vez que você a ouve. “Nossos cérebros estão se adaptando e se envolvendo com a música a cada momento. Então, da próxima vez que você for a um show, lembre-se de que não são apenas seus ouvidos que estão ouvindo – é todo o seu cérebro se iluminando e sintonizando para criar uma experiência única”, disse. Veja o vídeo completo abaixo: Via: Rockbizz

Forgotten Boys apresenta álbum ‘Click Clack’ com show em São Paulo
O grupo paulista de rock Forgotten Boys realizará dois shows de lançamento do disco Click Clack em São Paulo. As apresentações acontecem nos dias 13 e 14 de novembro no Sesc Avenida Paulista. Os ingressos estão à venda no site oficial do Sesc. Click Clack é o primeiro álbum de inéditas desde 2011, quando receberam o prêmio de melhor banda pela APCA com Taste It, seu antecessor. Com foco na performance, a maioria das novas músicas é fruto de dois ou três takes ao vivo. Forgotten Boys em 25 anos de estrada já compartilhou o palco com nomes como Guns ‘N’ Roses, MC5, New York Dolls, Marky Ramone, entre muitos outros. Também excursionaram pelo Brasil, Argentina, Chile e Uruguai e se apresentaram nos mais importantes festivais alternativos brasileiros. A banda é atualmente formada por Gustavo Riviera (guitarra e voz), Zé Mazzei (baixo), Dionisio Dazul (guitarra) e Chuck Hipolitho (bateria). SERVIÇO: Forgotten Boys Datas: 13/11 (quarta-feira) e 14/11 (quinta-feira)Local: Sesc Avenida Paulista | Local: Térreo (Avenida Paulista, 119 | Bela Vista) Horário: 19h30 Duração: 80 minutos Classificação etária: 14 Ingressos: A partir de R$ 15,00 Via: WikiMetal