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Randy Blythe, do Lamb of God faz críticas ao Grammy Awards
Randy Blythe, vocalista do Lamb of God fez fortes críticas ao Grammy Awards e o tratamento que o metal recebe no evento. Ao The Jasta Show, apresentado pelo vocalista do Hatebreed Jamey Jasta, Blythe foi questionado se assistiu a edição de 2025 da premiação. O vocalista respondeu que não, mas que ficou feliz pela vitória do Gojira na categoria de “Melhor Performance de Metal”. Ele também disse ser um “apoiador de longa data” dos franceses, mas que “nunca assiste o Grammy”. (via Blabbermouth) “Estou muito orgulhoso por terem conseguido isso, e não estou tentando rebaixar a conquista ou algo assim, mas o Grammy não significa nada para mim. Tenho cinco indicações.” Randy também falou sobre processo de votação do Grammy, mencionando que muitos dos membros da The Recording Academy não possuem o conhecimento necessário sobre metal para fazer uma avaliação justa. Ele revelou que, para votar, os membros precisam escolher todas as categorias, não apenas aquelas em são especializados. “Metade das vezes, um membro da Academia, que faz parte da indústria fonográfica, ou seja lá o que for, chega a seu secretário e diz, ‘Preencha isso’. Não é uma avaliação de coleguismo”. Mesmo com suas indicações, ele afirmou que nunca mais foi convidado ao evento, já que leiloou suas medalhas de indicado para a caridade. “Para citar o Flavor Flav, quem se importa com um maldito Grammy? Eu não me importo. Eu não ligo para prêmios e não preciso de um biscoito” Vocalista já havia boicotado Grammy em 2007 Randy Blythe, além de ter feito suas críticas mais recentes contra o Grammy, ficou em “greve” contra o evento no ano de 2007. Naquele ano, o Lamb of God concorreu a “Melhor Performance de Metal” por “Redneck”. Na época Chris Adler, o então baterista da banda, havia falado ao TimesDispatch que o vocalista estava boicotando por conta própria. Adler também havia citado que Blythe “chamava a banda de vendida” nos ensaios e que na cabeça de Randy “ele estava sendo fiel às raízes do rock” ao realizar seu boicote. LEIA TAMBÉM: System of a Down terá mudanças “drásticas” em setlists de cada show Via: WikiMetal

Torture Squad estreia videoclipe da faixa Find My Way
O Torture Squad estreou o videoclipe da faixa Find My Way, canção presente no álbum Devilish, que saiu em setembro de 2023 pelo selo italiano Time to Kill. O material audiovisual possui cenas gravadas em casas de shows como Morrison Rock Bar, Manifesto Rock Bar, House of Legends e Red Star Studios. Veja: “Musicalmente a ideia era compor algo inspirado na In The Air Tonight, do Phil Collins. Ter uma música cuja a pulsação fosse outra coisa sem ser a bateria, e o fato da Mayara cantar limpo também ajudou muito a respeitar a ideia de ir para esse lado”, explicou a banda em nota. A inspiração para a letra vem de toda a experiência que a banda teve nas pirâmides de Teotihuacan, no México. “Um lugar simplesmente mágico, que fez a gente ficar arrepiado do começo ao fim da visita naquele lugar. Além disso, fez a nossa mente flutuar, culminando na letra de Find My Way”. A banda finalizou: “Toda ideia de ritmo, melodia e letra saiu na casa do Adan Moreno, promotor mexicano que fez a turnê do Torture Squad em 2019, mas que infelizmente morreu anos depois de Covid, por isso colocamos um In Memorian no final do clipe prestando um tributo do fundo de nossos corações a ele e aos grandes amigos Cristiano Fusco, Vinicius Neves e Airton Diniz que se foram recentemente”. Torture Squad irá irá anunciar mais datas da turnê europeia! Vale lembrar que o quarteto tocará no Wacken Open Air, que é o maior festival de heavy metal do mundo, que acontece na Alemanha em meados do ano. Via: Rockbizz

Deep Purple tira do fundo do baú performance de Wring That Neck na TV francesa
O Deep Purple tirou do fundo do baú a performance de Wring That Neck na TV francesa. O vídeo foi gravado no dia 14 de novembro de 1970 no programa Chorus, época em que a banda estava fazendo a promoção de seu quarto álbum, o In Rock. Apesar disso, Wring That Neck saiu originalmente no segundo full length do quinteto, The Book of Taliesyn, o qual fora originalmente lançado em outubro de 1968 pela gravadora Polydor e Harvest Records. Curta no player abaixo a performance de Wring That Neck: Purple & Brasil E por falar em Deep Purple, o veterano conjunto virá ao Brasil em junho para se apresentar no festival Best Of Blues And Rock, que ocorrerá no Parque Ibirapuera em São Paulo. Os ingressos já estão à venda pela Eventim. Alive n’ kickin Em 19 de julho de 2014, o Deep Purple lançou o seu novo petardo sonoro, o vigésimo terceiro de sua carreira, chamado =1. O disco foi o primeiro trabalho do grupo com o guitarrista Simon McBride, que entrou na banda em 2022 substituindo o membro de longa data Steve Morse, que saiu por motivos pessoais. A banda alcançou a décima segunda posição das paradas de sucesso com o álbum =1 e desbancou nomes como Dua Lipa, Taylor Swift, Post Malone, Oasis, Ed Sheeran, entre muitos outros. Track listing de =1: 01. Show Me02. A Bit On The Side03. Sharp Shooter04. Portable Door05. Old-Fangled Thing06. If I Were You07. Pictures Of You08. I’m Saying Nothin’09. Lazy Sod10. Now You’re Talkin’11. No Money To Burn12. I’ll Catch You13. Bleeding Obvious Via: Rockbizz

Festa Nostalgia do Dubdogz agitou SP e agora agitará Rio, Curitiba e Porto Alegre!
Festa Nostalgia do Dubdogz: sold out em SP e agora rumo ao Rio, Curitiba e Porto Alegre! Se a estreia foi um sucesso? Foi um estouro! A Festa Nostalgia, projeto dos irmãos do Dubdogz, aterrissou em São Paulo e já mostrou a que veio. No dia 8 de fevereiro, o Varanda Estaiada virou uma verdadeira viagem no tempo, com um setlist recheado de clássicos da dance music dos anos 90 e 2000. Resultado? Ingressos esgotados em apenas 5 horas! 😱🔥 Com o público cantando a plenos pulmões e um visual digno de uma máquina do tempo, a festa confirmou que a galera AMA reviver essa era dourada das pistas. E a melhor parte? Agora a Nostalgia sai em turnê! Próximos destinos: Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Rio de Janeiro: vem aí a Carnival Edition! 🎭🔥 A primeira parada é no Clube Monte Líbano, no dia 7 de março, com uma edição especial de Carnaval! Kasinão já está confirmado no line-up, e outros nomes ainda serão revelados. Prepare-se para uma noite histórica que começa às 23h e só acaba quando o sol nascer! Curitiba: extended set e nostalgia garantida! 🎵 No dia 12 de abril, é a vez de Curitiba entrar no túnel do tempo! O Dubdogz promete um set ainda mais longo, recheado de remixes de hits pop e eletrônicos que marcaram gerações. Se você já dançou ao som de Summer Eletrohits, essa edição é pra você! 🎶💃 Porto Alegre: aquecendo o outono gaúcho! 🍂🔥 Também no dia 12 de abril, mas do outro lado do mapa, Porto Alegre recebe a Nostalgia com tudo! A cidade, que já vibrou com a Dogz Parade, agora vai sentir a energia dessa festa que mistura clássicos inesquecíveis com a vibe única do Dubdogz. De uma live na pandemia para um fenômeno nacional! 🚀 A Nostalgia nasceu lá em 2020, quando o Dubdogz começou a soltar sets temáticos em lives, incluindo uma edição icônica numa pista de patinação no gelo. Desde então, o projeto só cresceu! Passou pela Pistinha Secreta da Dogz Parade (quem lembra da Carreta Furacão?), ganhou palcos maiores e agora segue dominando o Brasil! Com mais de 5,5 milhões de ouvintes no Spotify e hits como Infinity e Alors on Danse, a dupla prova que nostalgia e música eletrônica combinam DEMAIS. Para encerrar, aspas de Marcos e Lucas, irmãos Dubdogz: “Foi muito natural, porque a gente cresceu ouvindo essas músicas, são sons que causam um sentimento muito especial, uma lembrança boa, feliz. Quando fizemos o set “Nostalgia” durante a pandemia, a gente se divertia muito, e muita gente se sentiu conectada, curtiu, queria mais, então a gente fez disso tudo uma festa”. “(O sold out e o sucesso) tudo uma grande doideira, fomos tendo ideias e as coisas foram acontecendo, se encaixando, criando corpo, fazendo sentido. Quando nos demos conta, tinha Carreta Furacão dançando no show, Cabeção da Malhação fazendo a introdução, Evandro Santo do Pânico na TV entrevistando a galera, gente com CyberShots, Motorola V3. A gente se sentiu de verdade nos anos 2000”. E aí, sua cidade vai ser a próxima parada? 👀🔥 Fique ligado nos canais oficiais do Dubdogz e já comece a contagem regressiva! ⏳🎶 Por Fabio Crejoinas CEO e Editor – Sempre Um Rock

Joe Bonamassa faz o chão tremer com clipe de Shake This Ground
O virtuoso guitarrista Joe Bonamassa (Black Country Communion) fez o chão tremer com clipe de Shake This Ground, faixa composta em parceria com James House, que é um veterano da música country norte-americana. Confira: Bonamassa está atualmente nos Estados Unidos promovendo o single e, claro, mostrando ao público os seus outros sucessos. Após as datas nos EUA, o guitar hero embarcará no cruzeiro Keeping The Blues Alive At Sea X, que acontecerá entre os dias 21 a 26 de março. Além de Joe, o festival flutuante contará com uma escalação de primeira linha, com estrelas do porte de Big Head Todd and the Monsters, Larkin Poe, Christone “Kingfish” Ingram, Samantha Fish e Joanne Shaw Taylor. Achou pouca novidade? Sem problemas, porque o blueseiro vai se reunir com Glenn Hughes (ex-Deep Purple), Jason Bonham (ex-Sammy Hagar, ex-Foreigner) e Derek Sherinian (ex-Dream Theater, ex-Sons Of Apollo) para colocar o Black Country Communion na ativa. Os caras farão uma longa turnê pela Europa e Reino Unido. E para mais informações sobre o passo a passo de Joe Bonamassa, acesse aqui. Via: Rockbizz

Epica: “Criar músicas novas é prioridade, porque sem elas não podemos fazer turnês”, diz Simone Simons
A banda de holandesa de symphonic metal, Epica, lançará o seu novo trabalho de estúdio, o nono de sua carreira, chamado Aspiral, em 11 de abril pela Nuclear Blast. E foi para falar sobre o novo disco que a frontwoman Simone Simons bateu um breve papo com o apresentador Darren Paltrowitz, do canal Paltrocast. De acordo com a cantora, criar músicas novas é prioridade, porque sem elas a banda não pode fazer turnês. “Não sentimos dificuldade em fazer o novo álbum, contudo, o processo de criação foi mais intenso porque fizemos muitas reuniões para criar e desenvolver as ideias, e esse processo foi junto com o nosso produtor”, explicou Simone. “Se compararmos com a maneira a qual trabalhávamos anteriormente, que era escrever enquanto estávamos na estrada, este álbum pareceu mais fluído e equilibrado”, destacou. “Aprendemos com os erros, então, reservamos mais tempo para fazer o disco”. “Fizemos muitas turnês em nossa carreira, mas também é importante que possamos colocar a quantidade certa de energia e foco na criação de novas músicas, porque isso definitivamente tem prioridade”, continuou. “Sem músicas, não podemos fazer turnês. Temos muitos álbuns agora, mas, com as músicas novas, é a maneira a qual fazemos as coisas funcionarem bem”, finalizou Simons. Aspiral teve a produção e mixagem de Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras do After Forever, Blind Guardian, Powerwolf, entre outros. O título do álbum tem a inspiração em uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século XX e fundador do classicismo retorcido. A obra simboliza renovação e inspiração – palavras-chave que definem o Epica em 2025. No trabalho de Szukalski, cada detalhe traz mais do que se imagina à primeira vista. o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Como prévia a Aspiral, a banda compartilhou o videoclipe da música Cross The Divide. Assista: Track listing de Aspiral: Cross the DivideArcanaDarkness Dies in Light – A New Age Dawns: Part VIIObsidian HeartFight to Survive – The Overview EffectMetanoia – A New Age Dawns: Part VIIIT.I.M.E.ApparitionEye of the StormThe Grand Saga of Existence – A New Age Dawns: Part IXAspiral Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Architects, Avantasia, Deafheaven e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Deafheaven, CABAL e mais; novo álbum do Architects e Avantasia; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Architects – The Sky, The Earth & All BetweenAvantasia – Here Be Dragons Via: WikiMetal

Tarja Turunen vai lançar o disco ao vivo Circus Life em maio
A cantora finlandesa Tarja Turunen vai lançar o disco ao vivo Circus Life em 16 de maio pela earMUSIC. O disco, que foi gravado em janeiro de 2020 na cidade de Bucareste, Romênia, abrange apenas a carreira solo de Tarja, ou seja, terá sons como I Walk Alone, Until My Last Breath, Innocence, Victim Of Ritual e Demons In You. Circus Life estará disponível nos seguintes formatos: 2CD+Blu-ray digipak, com as duas horas de show em áudio e vídeo, vinil triplo preto com livreto e Blu-ray. Um aperitivo do trabalho pode ser curtido com o vídeo de Shadow Play. Veja: Track listing de Circus Life: 01. Mystique Voyage02. 500 Letters03. Naiad04. Diva05. You And I06. Love To Hate07. Demons In You08. Never Enough09. Falling Awake10. I Feel Immortal11. I Walk Alone12. Victim Of Ritual13. Innocence14. Die Alive15. Tears In Rain16. Dead Promises17. Until My Last Breath18. Shadow Play Via: Rockbizz

Taylor Momsen lamenta a morte da amiga Michelle Trachtenberg: “Meu coração está no chão”
Pelas mídias sociais, a frontwoman do The Pretty Reckless, Taylor Momsen, lamentou a morte da amiga Michelle Trachtenberg. As duas artistas trabalharam juntas na série adolescente Gossip Girl, que foi ao ar entre 2007 e 2012. Taylor escreveu: “Em choque! Quando conheci essa garota há 17 anos, eu sabia que seríamos amigas. Ela era inteligente, ousada, sensível, engraçada e cheia de fogo. Ela era simplesmente incrível. Vou sentir falta das nossas ligações tarde da noite que ninguém deveria ouvir, a não ser nós. Ela sempre esteve ao meu lado para me apoiar, estivesse eu certa ou errada. Sentirei sua falta todos os dias, meu amor. Acho que realmente nos entendíamos e sou muito grata por ter tido uma amiga como você na minha vida por tanto tempo. Você foi uma verdadeira amiga para mim, o que é uma raridade neste mundo, e não acredito que não ouvirei sua voz novamente. Espero que você esteja detonando aí no céu por nós duas. Eu te amo muito, Michelle. O meu coração está no chão”. Momsen concluiu: “Ainda estou em choque, mas eu precisava homenageá-la. Ela merece mais do que isso. Eu sofro com todos os seus fãs ao redor do mundo, e meu coração está com sua família e entes queridos. Eu tenho muito a dizer, mas ela é a única a quem eu gostaria de dizer isso, meu amor a todos vocês”. Michelle Trachtenberg morreu nesta quarta-feira, dia 26 de fevereiro, aos 39 anos. A causa da morte ainda não foi revelada. As autoridades seguem investigando o caso. Algumas fontes próximas a Michelle ventilaram a informação que sua morte foi de causas naturais; as mesmas fontes também revelaram que Trachtenberg passou por um transplante de fígado meses atrás. A família e a equipe da atriz não confirmaram estas informações. Via: Rockbizz

KISS: filhos de Paul Stanley e Gene Simmons gravam 10 músicas juntos
Evan Stanley e Nick Simmons, filhos dos membros do KISS Paul Stanley e Gene Simmons respectivamente, acabam de revelar que gravaram 10 músicas juntos. No Instagram, Evan postou uma foto sua com Nick e a seguinte legenda: “Uma música se transformou em 10 bem rápido”. E seguiu com outra postagem dos dois tocando uma nova canção ao lado do cantor e guitarrista Jacob Bunton (Steven Adler, Mars Electric, Lynam), escrevendo: “Escrevi esta com nosso amigo Jacob ontem”. Paul Stanley comentou a publicação: “Mágico!!!!”, enquanto a irmã de Nick, Sophie Simmons, escreveu: “Queremos o álbum”. Evan, cantor e guitarrista de 30 anos, lidera a banda Amber Wild, que chegou a abrir os shows da turnê de despedida do KISS. Já Nick, 36 anos, é conhecido por aparecer no reality show Gene Simmons Family Jewels, da A&E, e também por criar uma série de histórias em quadrinhos chamada Incarnate. Embora ele não tenha um currículo longo quando se trata de música, Nick contribuiu com os vocais na música de 2004 de Gene Simmons, Carnival of Souls, e na música de 2010 do ex-guitarrista do KISS, Bruce Kulick, Hand to the King. Confira Evan Stanley e Nick Simmons se apresentando com Jacob Bunton abaixo: Via: Rockbizz

Don Airey compartilha a nova música Moon Rising; ouça
O lendário tecladista Don Airey, que tem passagens em bandas como Ozzy Osbourne, Black Sabbath, Jethro Tull e Rainbow, acaba de compartilhar a nova música Moon Rising. A faixa estará presente no próximo álbum solo do músico, intitulado Pushed To The Edge, que será lançado no dia 28 de março pela earMUSIC. Pushed To The Edge estará disponível em diferentes formatos como CD, CD Digipak, vinil preto duplo e digital (download e streaming). Para a nova aventura musical, Airey contou com as participações especiais de Carl Sentance (vocal – Nazareth), Mitchell Emms (vocal), Simon McBride (guitarra – Deep Purple), Jon Finnigan (bateria) e Dave Marks (baixo). Ouça Moon Rising abaixo: Track listing de Pushed To The Edge: 01. Tell Me02. The Keep On Running03. Moon Rising04. Rock The Melody05. Flame In The Water06. Out Of Focus07. Power Of Change08. Girl From Highland Park09. Godz Of War10. Edge If Reality11. Finnigan’s Awake Via: Rockbizz

System Of A Down no Brasil: ingressos para show em SP ainda estão disponíveis
System of a Down virá ao Brasil para cinco shows: Curitiba (06/05 no Estádio Couto Pereira), Rio de Janeiro (08/05 no Estádio Nilton Santos) e, por fim, em São Paulo (10/05, 11/05 no Allianz Parque e 14/05 no Autódromo de Interlagos). Os Ingressos para as apresentações esgotaram em pouco minutos, porém o show do dia 14/05 em São Paulo ainda tem ingressos à venda. Compre o seu no site oficial da Eventim. As apresentações contarão com a participação de AFI e Ego Kill Talent. Essa será a primeira vez da banda no Brasil em quase uma década. A última vinda do SOAD ao país foi em 2015, quando eles se apresentaram no Rock in Rio e fizeram um show em São Paulo. A vinda ao país faz parte da turnê sul-americana da banda, que também passa por Colômbia, Peru, Chile e Argentina. Essa será a primeira vez da banda no Brasil em quase uma década. A última vinda da banda ao país foi em 2015, quando eles se apresentaram no Rock in Rio e fizeram um show em São Paulo. View this post on Instagram A post shared by System Of A Down (@systemofadown) SERVIÇO Data: 14 de maioLocal: Autódromo de Interlagos – Av. Senador Teotônio Vilela, 261 – Cidade DutraHorário de abertura da casa: 14hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.Setores e preços:Pista – R$ 297,50 (meia-entrada legal) | R$ 595,00 (inteira)Pacote Vip – R$ 2.197,50 (meia-entrada legal) | R$ 2.495,00 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 13 de fevereiro, 12h Vendas online em:eventim.com.br/SystemofaDown Bilheteria oficial: Dia 13/02 – na abertura de vendas, Bilheteria B do Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – 10h às 17h).A partir do dia 14/02 na Bilheteria do Morumbis (Bilheteria 05 – próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866 – 10h às 17h). LEIA TAMBÉM: System of a Down terá mudanças “drásticas” em setlists de cada show Via: WikiMetal

Shaman: “Numerologia foi a segunda decepção que tive com Andre”, diz Ricardo Confessori
No começo da década de 2000, o heavy metal brasileiro era praticamente personificado na banda Shaman, a qual tinha em sua formação Andre Matos (vocal), Hugo Mariutti (guitarra), Luis Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria). Em pouco tempo de estrada, o quarteto alcançou sucesso estrondoso com o álbum Ritual, que conseguiu emplacar, inclusive, a canção Fairy Tale na novela O Beijo do Vampiro, da TV Globo. Foi a única vez que o metal brasileiro figurou em um folhetim. Contudo, o grupo não deitou apenas nos louros da vitória, pois precisou lidar com algumas decisões equivocadas, para dizer o mínimo. Uma delas foi a inserção de mais uma letra A em seu nome, ou seja, o grupo passou a se chamar Shaaman, o que foi algo bastante tolo. Durante entrevista ao apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, Ricardo Confessori explicou por que a banda replicou a vogal em seu nome. “Shaman com dois AAs foi por causa da numerologia do Andre! Ele quem veio com esse papo; ele encheu tanto com esse papo. Na época, o nosso empresário era da numerologia, e a ideia partiu dele. Ele levou o Andre para uma sessão de numerologia. Eles falaram que a gente tinha que mudar [o nome]”. O baterista completou: “Eu nunca acreditei nesse negócio! Essa daí foi a segunda decepção com o Andre; a primeira foi com o Homem do Rá. Numerologia não, né? Já chega o cara do rá. Ele falou que gente como Sandra de Sá e Iggor Cavalera eram adeptos da numerologia”. Veja a fala completa de Ricardo Confessori aqui: Caso queira relembrar e curtir a citada canção Fairy Tale, acesse este outro tocador: Via: Rockbizz

Papa Roach lança clipe cinematográfico de Even If It Kills Me
O Papa Roach lançou o clipe cinematográfico de Even If It Kills Me. A canção, que é a primeira faixa inédita em três, saiu em janeiro para embalar a nova turnê da banda. O som também se destaca por ser um retorno às raízes do hard rock alternativo do conjunto. Veja: Even If It Kills Me segue a colaboração do Papa Roach com a cantora Carrie Underwood, Leave A Light On (Talk Away The Dark). A versão original da última música aparece no mais recente e 11º álbum do grupo, Ego Trip, de 2022. O grupo está atualmente em turnê pela América do Norte, com compromissos por lá até o final de julho. Após esta etapa da tour, o quarteto fará uma longa excursão pela Europa com shows na Alemanha, Holanda, Áustria e outros países. Via: Rockbizz

Graveyard: um bate-papo revelador com o baixista Truls Mörck
Graveyard é uma banda sueca que surgiu em 2006, na cidade de Gotemburgo, e atualmente sua formação conta com Joakim Nilsson, Jonatan Ramm, Truls Mörck e Oskar Bergenheim. A banda mescla hard rock clássico com blues e rock psicodélico. Também exibem riffs marcantes, vocais intensos e uma atmosfera vintage. Em sua trajetória, a banda lançou o álbum de estreia homônimo, em 2007, que firmou sua reputação. Em seguida, em 2011, com o disco Hisingen Blues liderou as paradas suecas e consolidou o grupo no rock contemporâneo. Posteriormente, em 2016, a banda entrou em hiato, mas retornou em 2017, com Oskar Bergenheim na bateria. Finalmente, em 2018, o Graveyard lançou o álbum Peace e, em 2023, o disco denominado somente 6, que reflete uma atmosfera mais introspectiva e sombria. Graveyard no Brasil A banda vem ao Brasil para três apresentações: Rio de Janeiro, no dia 14 de março, São Paulo, no dia 15 e por último em Belo Horizonte, no dia 16 de março de 2025. Os ingressos estão disponíveis no site da Xaninho Discos. Além disso, aproveitando a segunda vez da banda sueca no país, o Wikimetal conversou com o baixista da banda, Truls Mörck sobre inspirações, histórias marcantes, pós pandemia e também sobre os shows no Brasil. O simpático baixista também contou, com bom humor, algumas situações inusitadas de sua carreira no Graveyard. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: O Graveyard está na ativa há quase duas décadas. Como você avalia a trajetória desde a formação do grupo em 2006? Truls Mörck: Certa vez, li uma entrevista do Graveyard, de uma época em que eu ainda não estava na banda, e o entrevistador perguntou se havia alguma música que definisse o grupo. Acho que foi o antigo baterista quem respondeu “River Deep – Mountain High”. Na época, pensei que aquilo fazia muito sentido — e ainda acho que faz. Tem sido uma jornada cheia de altos e baixos, mas é incrível pensar em todo esse tempo e perceber que continuamos aqui, fazendo o que amamos. Sinto muito orgulho disso. As influências da banda WM: O que motivou vocês a criarem o Graveyard? Como surgiu a ideia de misturar hard rock, blues e folk music? TM: Bom, acho que tivemos sorte por estarmos em Gotemburgo, na Suécia, uma cidade relativamente pequena, onde desde cedo encontramos pessoas que gostavam do mesmo estilo de música.Era aquele som do final dos anos 60 e começo dos anos 70, rock and roll. Estávamos sempre tocando juntos, formando e pulando de uma banda para outra. Um álbum muito importante na formação do Graveyard foi Then Play On, do Fleetwood Mac. Claro que também nos influenciamos muito por bandas maiores, como Black Sabbath, Led Zeppelin e Pentagram. Mas algo que nos conectou foi o Fleetwood Mac e aquele blues meio psicodélico que eles faziam. O timbre da guitarra sempre foi fundamental para nós. Não usamos tanta distorção, mas conseguimos explorar bastante o som. A pandemia e o lockdown WM: Sobre o novo álbum, denominado somente 6, percebemos um som mais introspectivo, com mais influência do blues. O que inspirou essa mudança? Foi algo no estilo de vida? TM: Bom… não exatamente. Na verdade, o álbum anterior foi seguido por uma turnê muito intensa, quase dois anos sem parar. Nosso último show dessa turnê foi nos Estados Unidos, com o Opeth, no início de 2020. Terminamos a turnê no começo de março. Até então, vivíamos em constante movimento. Voltamos para casa e, poucos dias depois, veio o lockdown. Toda a nossa agenda foi cancelada de repente, e nos vimos sem ter o que fazer. Foi uma mudança brusca, de uma vida de viagens e shows para um silêncio total, isolados no interior. Isso nos levou a refletir bastante. Muitos sentimentos e pensamentos que estavam guardados vieram à tona. Quando se está sempre em movimento, não se tem tempo para pensar em muitas coisas, mas, no silêncio, tudo aparece.Então, faz sentido dizer que o álbum é mais introspectivo, porque foi justamente o que fizemos: olhar para dentro. Mas tivemos sorte. Na Suécia, onde moramos, a pandemia não nos afetou de forma tão drástica quanto em outros lugares, especialmente por vivermos em uma região com pouca gente.Ainda assim, esse silêncio forçado acabou influenciando o disco, e acho que dá para perceber isso no resultado final. WM: O período pós-pandemia foi muito difícil, como foi o processo de composição e gravação nesse contexto de tantas restrições e precauções? TM: Tivemos bastante sorte, pois não fomos muito afetados pessoalmente. Mas havia toda aquela incerteza, não sabíamos quando as turnês voltariam a acontecer. Será que faria sentido continuar? Será que tocaremos ao vivo de novo? Outra coisa que atrapalhou foram os constantes cancelamentos no estúdio. Alguém espirrava ou ficava meio doente, e pronto! “Todo mundo para casa, sessão cancelada.” Às vezes era porque um filho estava doente, ou alguém da família. Então, o processo foi bem longo. As performances ao vivo WM: E sobre os shows ao vivo? O Graveyard é conhecido por suas performances intensas. Como vocês preparam o setlist para cada show ou festival? TM: Depende muito do tempo que temos no palco. Se for um festival, às vezes só temos 50 minutos, então fazemos um set mais direto. Se for um show nosso, de 70 ou 90 minutos, dá para construir uma jornada diferente para o público. Geralmente, começamos com bastante energia e, depois, diminuímos o ritmo em algum momento para criar uma atmosfera mais introspectiva. Então, lá pelo final, voltamos a acelerar para encerrar com força. Gosto de pensar que os shows têm de ter essa dinâmica. Quando estamos em turnê, o setlist pode mudar de um dia para o outro, para sentirmos o que funciona melhor ou apenas por diversão. Algumas músicas são certeiras e nunca deixamos de tocar, mas, no geral, varia. WM: Falando em redes sociais, vocês gostam de interagir com os fãs? TM: Eu cuido do Instagram do Graveyard, então estou sempre por lá, postando e respondendo. No passado, não éramos tão ativos,

Da água pro vinho: Tracii Guns explica a mudança de personalidade de Axl Rose
O mundo conhece o Axl Rose como o frontman do Guns N’ Roses, como o rock star que já teve uma das vozes mais potentes da música pesada e como um cara intempestivo e de personalidade bastante volátil a ponto de cancelar ou atrasar apresentações sem nenhum traço de preocupação e arrependimento. Quem conviveu com Rose no comecinho da vida, como é o caso do guitarrista Tracii Guns, do L.A. Guns, sabe que o vocalista nem sempre foi um barril de TNT pronto para explodir a qualquer momento. Trocando uma ideia com o apresentador Scott Michael Nathan, Tracii Guns explicou a mudança de personalidade de Axl Rose. “Ele foi um ótimo colega de quarto! O interessante sobre Axl é que ele sabe o que está certo e o que está errado. Vamos começar por aí. Ele é inteligente, responsável, não tem medo de pedir ajuda quando precisa e está sempre pronto para ajudar. Axl é uma pessoa bastante firme! Nós tivemos uma grande amizade. Nós fomos inseparáveis por alguns anos. A coisa que mudou quando ele falou que tinha depressão maníaca. Ele chamava o problema dessa forma e falava que tinha que tomar remédios, mas que estava bem”. O guitarrista continuou: “Teve uma vez que ele estava com um amigo meu do ensino fundamental, com quem tomou um pouco de ecstasy, então, ficamos sem vê-lo por uma semana. Quando ele apareceu, ele era uma pessoa completamente diferente. Não o reconheci! E foi aí que o outro lado dele meio que entrou em ação. Foi aí que surgiu o mito Axl Rose, que é um cara barulhento e com opiniões bem firmes e bem sinceras. Acho que as pessoas se conectaram ao seu perfil. Na verdade, as pessoas se conectam ao seu perfil até os dias de hoje”. Guns acrescentou: “Ele é um cara muito sincero quando diz as coisas, mesmo que se arrependa e volte atrás pouco depois. Ele mesmo diz que os seres humanos crescem, amadurecem e seguem em frente. Mas, naquele momento, a mudança de personalidade dele me assustou pra caramba”. Eis a conversa na íntegra logo aqui: Via: Rockbizz

NDP Fest divulga lineup completo; confira aqui
Texto por Stephanie de Souza Com pouco mais de um ano de vida, a New Direction Productions estreou em 2024 trazendo turnês inesperadas e já bastante marcantes: Angel Du$t, Shelter, Joyce Manor, Gorilla Biscuits e Suicidal Tendencies são alguns dos nomes que causaram fervor na cena no último ano. Em 2025, a temporada começou com Glitterer e, no dia 9 de março, será a vez do festival que leva o nome da produtora: NDP Fest. Focado no metal e no hardcore, o evento, anunciado no ano passado, agora fecha seu lineup com chave de ouro. Zulu — uma das headliners do fest — vem fazendo barulho na cena hardcore de Los Angeles e se apresenta no país pela primeira vez. Já a lenda do hardcore/metal nova-iorquino, Earth Crisis, retorna após 16 anos. Para as representantes brasileiras temos as paulistas Point of No Return e Hardgainer, os mineiros do Black Pantera e as cariocas Clava e Klitoria. Com lineup imperdível, a NDP promete celebrar seu primeiro ano de vida em grande estilo. SERVIÇO Data: Domingo, 9 de março de 2025, 15h.Local: Espaço UsineEndereço: Rua Barra Funda, 973 — Barra Funda, São Paulo/SPIngressos aqui Via: WikiMetal

Billy Idol anuncia o novo álbum Dream Into It com participações de Avril Lavigne e Joan Jett
Billy Idol está pronto para lançar seu primeiro álbum completo de músicas inéditas em mais de uma década. Intitulado Dream Into It, o disco chegará em 25 de abril pela Dark Horse Records e contará com participações de Avril Lavigne, Joan Jett e Alison Mosshart (The Kills). Em antecipação ao novo trabalho, o cantor liberou o primeiro single, Still Dancing, junto com um clipe dirigido por Steven Sebring. Veja abaixo: “Still Dancing é realmente um reflexo de toda a minha jornada”, explicou Idol. “Do período punk rock até agora. E ainda estou olhando para o futuro, ainda vivendo a vida que me propus a viver”. “No início da música, relembro os primeiros anos em Londres, quando eu morava em ocupações ou em apartamentos de amigos, todos os meus pertences em um saco plástico”, continuou. “Todo mundo em casa ou no trabalho dizia que o que eu estava fazendo nunca aconteceria. Mas o punk rock me deu uma abertura”. “Como diz a música, houve muitos momentos ao longo do caminho em que fui autodestrutivo”, ele acrescentou. “Mas o que me ajudou foi essa crença inabalável na música que começou todos esses anos atrás. Esse foi o maior presente de todos”. Tracklist de Dream Into It: 01. Dream Into It02. 77 (feat. Avril Lavigne)03. Too Much Fun04. John Wayne (feat. Alison Mosshart)05. Wildside (feat. Joan Jett)06. People I Love07. Gimme The Weight08. I’m Your Hero09. Still Dancing Via: Rockbizz

System of a Down terá mudanças “drásticas” em setlists de cada show
System of a Down tem mais planos para sua turnê de 2025. A banda quer transformar cada show único, com repertórios que sofrerão mudanças “drásticas” a cada apresentação. O baixista Shavo Odadjian revelou em uma entrevista ao SNSMix.com que os fãs podem esperar “muita música e muita paixão” nessas performances, que ele descreve como um evento raro e especial. “Teremos mais shows este ano do que nos últimos sete anos juntos”, disse Odadjian, aumentando a expectativa que a banda trará aos palcos. Inspirando-se na turnê M72 do Metallica, o System of a Down promete inovar ao alterar completamente os setlists entre os shows. “Provavelmente mudaremos a configuração drasticamente entre cada um, então se você for aos dois shows, ouvirá músicas diferentes”, confirmou o baixista. “Vamos tocar sets de duas horas. Temos mais de 70 músicas, mas tocaremos 30 delas — talvez 27 a 30 músicas — e vamos misturar e combinar. Vamos ensaiar muito para que possamos saber muito e então podemos trocar as músicas entre os sets o tempo todo, não tocar a mesma coisa repetidamente.” Apesar dos desafios anteriores em relação à agenda de turnês, Odadjian expressou seu entusiasmo em realizar mais shows. Assista a entrevista completa do baixista Shavo Odadjian: LEIA TAMBÉM: System of a Down anuncia show extra em São Paulo Via: WikiMetal

Slayer anuncia primeiro show em seis anos no Canadá
A lenda do thrash metal Slayer anunciou que fará seu primeiro show em seis anos no Canadá. A apresentação irá acontecer na edição de 2025 do Festival D’été De Québec no dia 11 de julho no Plains of Abraham na Cidade de Quebec. “O FEQ é mais do que apenas um festival; é um tesouro compartilhado que construímos por 57 anos e que continuará a crescer”, disse Nicolas Racine, presidente e CEO dos produtores de festivais BLEUFEU, em um comunicado. Um dos maiores e mais antigos eventos musicais do Canadá, o FEQ 2025 acontecerá entre os dias 03 e 13 de julho e contará com bandas como Def Leppard, Extreme, Mastodon e mais. SLAYER returns to Canada for their first Canadian show since the final tour in 2019 with a performance at the @festivaleteqc on July 11, 2025 in Quebec City. Passes on sale now at https://t.co/ZAEv8SOQwM#feq pic.twitter.com/hWalVqWFqm — Slayer (@Slayer) February 26, 2025 Vale lembrar que o Slayer encerrou as atividades em 2019 depois de mais de quarenta anos de carreira. Depois de cinco anos de aposentadoria, em 2024 o grupo voltou aos palcos para dois shows, que aconteceram nos Estados Unidos: no dia 22 de setembro no Riot Fest e no dia 10 de outubro no Aftershock. Via: Rockbizz

Atreyu: Brandon Saller fala sobre vinda ao Brasil, 25 anos da banda e mais
O Atreyu, banda norte-americana que mescla metalcore e hard rock, anunciou que fará uma apresentação única no Brasil no dia 20 de março de 2025, no Carioca Club, em São Paulo. Esse será o primeiro show da banda no país. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. A turnê, intitulada 25 Years in the Making, celebra os 25 anos de carreira da banda e também passará pela primeira vez por Argentina, México, Colômbia e Chile. O Wikimetal conversou com o vocalista Brandon Saller sobre a vinda ao Brasil, os 25 anos da banda e mais. Ao falar sobre a estreia no Brasil, ele comentou que o grupo queria muito vir à América Latina. “Especificamente ao Brasil (…) então é meio louco que tenha demorado tanto, mas estamos muito animados por finalmente irmos até aí.” “Sempre ouvimos histórias e lendas sobre como as pessoas são apaixonadas, como os shows são insanos e como o público é enlouquecido. Estamos ansiosos para ver tudo isso de perto, sabe?” Embora seja a primeira vez que o Atreyu se apresenta no Brasil, a banda está na estrada há 25 anos e já lançou nove álbuns de estúdio, sendo o mais recente The Beautiful Dark of Life (2023). O Atreyu se tornou referência no gênero pela flexibilidade e criatividade em seu som. Sempre mantendo o metalcore como essência, o grupo experimenta fusões com outros estilos, sem se preocupar com o que outras bandas estão fazendo. Esse, segundo Saller, é o segredo do sucesso. “Sempre tentamos manter o foco ao máximo e não prestar tanta atenção no que os outros estão fazendo. O importante é criar e seguir o caminho que sentimos ser o certo.” A mistura sonora do Atreyu ficou ainda mais evidente no penúltimo álbum, Baptize (2021). O disco contou com colaborações de artistas como Jacoby Shaddix, do Papa Roach, Matt Heafy, do Trivium, e Travis Barker, do blink-182. “Acho que as colaborações em Baptize, especificamente, tornaram as músicas milhões de vezes melhores”, disse Saller. Ele ainda comentou sobre a colaboração com Jacoby na música “Untouchable”, que quase não entrou no álbum. “Essas colaborações podem mudar drasticamente a energia de uma música. No fim, você traz novas influências para o processo criativo. Quando você está em uma banda, normalmente são quatro ou cinco pessoas, e essas mentes criam toda a música e tomam as decisões. Mas, quando você traz uma nova energia, seja contribuindo na composição, nos vocais ou de qualquer outra forma, você adiciona uma nova perspectiva criativa, e isso pode mudar completamente as possibilidades do que pode acontecer.” Brandon também acredita que a chegada de uma nova energia pode gerar inúmeras possibilidades. “Há algo de novo nesse processo, mas também traz um pouco da energia dos nossos primeiros dias.” É essa a energia que a banda tenta levar aos palcos. Saller contou que a setlist será pensada especialmente para cada cidade. “Hoje temos como descobrir quem houve o que e vamos usar isso”, ele disse ao adicionar que a setlist contará com músicas mais clássicas da banda, mas também as mais recentes. Os ingressos estão disponíveis no site do Clube do Ingresso. SERVIÇO Data: 20 de Março de 2025 – Quinta-feiraAbertura: 19hLocal: Carioca Club PinheirosEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SPClassificação: +18 Ingressos: 1º Lote – Pista – Meia-entrada: R$ 190,001º Lote – Pista – Solidário (doe 1 Kg de alimento não perecível): R$ 190,001º Lote – Pista – Inteira: R$ 380,00 1º Lote – Camarote – Meia-entrada: R$ 270,001º Lote – Camarote – Solidário (doe 1 Kg de alimento não perecível): R$ 270,001º Lote – Camarote – Inteira: R$ 540,00 LEIA TAMBÉM: Atreyu e Iron Maiden: “Um dos shows mais difíceis que já tivemos que fazer” Via: WikiMetal

Nita Strauss lembra o pior show que fez na vida: “Quase todo mundo foi embora”
Nita Strauss é sem dúvida uma guitarrista de renome mundial! A loira possui dois álbuns solos no mercado, tem a sua própria linha de guitarra da Ibanez e tem o luxo de ser o braço direito de Alice Cooper. Não obstante, Nita já enfrentou a sua cota de perrengues ao longo da carreira. Durante entrevista à revista Guitar World, Strauss lembrou o pior show que fez na vida. De acordo com a moça, a apresentação aconteceu no Battle Of The Bands no Cobalt Café em San Fernando, Estados Unidos. Strauss também explicou que qualquer banda ou artista podia participar do evento desde que vendesse dez ingressos ao preço de dez dólares cada. “Nós não tínhamos um grande círculo de amigos, então vendemos um total de quatro ingressos, que foi um para a namorada do baterista, outro para o irmão de alguém e tal. Depois disso, ficamos empacados. Quem tem 60 dólares? Bem, meu pai veio nos salvar. Ele era um músico de turnê, portanto, sabia como as coisas funcionavam. Ele veio para a passagem de som e comprou os nossos últimos seis ingressos para que pudéssemos subir no palco e tocar. Estávamos muito animados, pois era um show de verdade, na frente de pessoas de verdade! Seria incrível. Só sabíamos tocar três músicas: duas originais e um cover de For Whom The Bell Tolls, do Metallica. Começamos a tocar, mas, por algum motivo, quase todo mundo no clube foi embora, incluindo uma das outras bandas e os juízes! Meu pai ficou por perto, assim como as outras quatro pessoas que compraram os nossos ingressos. Mas foi só isso”. Mesmo com experiência sendo bastante desafiadora, Nita comentou que ficou feliz por estar em um palco tocando. “Olhando para trás agora, posso dizer que foi o pior show que fiz em toda a minha vida, contudo, na época, fiquei extasiada. Eu estava completamente imersa e feliz de estar no palco, usando as minhas botas e tocando na frente de algumas pessoas. A banda inteira estava animada. Não nos importamos que quase todo mundo foi embora”. Nita está em turnê solo pelos Estados Unidos até a primeira metade de março. O giro é em promoção ao disco The Call of the Void, de 2023. Após a tour solo, Strauss retornará aos compromissos da tia Alice. Via: Rockbizz

Johnny Monster lança novo álbum: “Esse é de longe meu trabalho mais ousado, denso e arriscado”
O cantor e compositor paulista Johnny Monster lançou Líquido Inflamável, seu novo álbum de estúdio. O trabalho tem um peso que contrasta com a sonoridade folk de seu último álbum, A Nova Era Do Só Você, de 2023. O destaque agora são as guitarras intensas e efeitos atmosféricos, mas ainda com o foco na sensibilidade das composições e letras de Johnny. “Esse é de longe meu trabalho mais ousado, denso e arriscado. Não há concessões tanto no álbum todo”, conta Johnny em uma declaração divulgada à imprensa. “Letras abstratas, por vezes surrealistas, paisagens sonoras lisérgicas e longas. Se o artista deve refletir seu tempo, creio que esse disco possui todo o peso, solitude e incerteza do nosso presente.” O projeto foi realizado com o produtor Paulo Grassia, que também gravou boa parte dos instrumentos. Líquido Inflamável é um lançamento do selo ForMusic Records. LEIA TAMBÉM: Steven Wilson e a turnê ‘The Overview’ no Brasil Via: WikiMetal

Corey Taylor colabora com Bad Omens no cover de Dust In The Wind do Kansas; ouça
Corey Taylor, vocalista do Slipknot, em colaboração com a banda de metalcore Bad Omens, acaba de lançar o cover de Dust In The Wind, clássico do Kansas. A faixa, produzida, mixada e masterizada por Aaron Gilhuis, está presente na trilha sonora oficial do filme Queen Of The Ring, prevista para ser lançada no dia 7 de março pela Sumerian Records. Escrito e dirigido por Ash Avildsen, Queen Of The Ring é o aguardado filme biográfico que narra a jornada do ícone do wrestling Mildred Burke. O filme é estrelado por Emily Bett Rickards (Arrow) no papel de Burke, ao lado de atores como Josh Lucas, Walton Goggins, Gavin Casalegno, Tyler Posey e Deborah Ann Woll. Ouça o cover de Dust In The Wind abaixo: Via: Rockbizz