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Dave Grohl faz primeira performance pública após polêmicas
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25/04/2025

Dave Grohl faz primeira performance pública após polêmicas

Dave Grohl, o lendário vocalista do Foo Fighters, surpreendeu o público ao fazer uma aparição inesperada no festival Coachella, realizado no último sábado, 19 de abril. Dave subiu ao palco ao lado da Filarmônica de Los Angeles, sob a regência do maestro Gustavo Dudamel. A apresentação contou com participações de diversos artistas, como Natasha Bedingfield, Paco Amoroso e Ca7riel, mas foi a presença de Dave que ganhou a atenção do público. Com sua icônica guitarra azul ,o vocalista levantou a plateia com uma performance poderosa de “The Sky Is a Neighborhood”, seguida pela clássica “Everlong”. Essa performance marcou a primeira vez que Dave interpretou canções do Foo Fighters em público desde as recentes polêmicas envolvendo sua vida pessoal. Apesar de não ter se apresentado com a banda nos últimos tempos, Dave Grohl reuniu-se com os membros remanescentes do Nirvana, Krist Novoselic e Pat Smear, para dois eventos especiais: o show beneficente FireAid LA, em janeiro, e o SNL50: The Homecoming Concert, em fevereiro. LEIA TAMBÉM: Dave Grohl revela que tem gravado material com membros remanescentes do Nirvana Via: WikiMetal

Iron Maiden: “Nós nunca fomos os queridinhos da grande mídia”, analisa Bruce Dickinson
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24/04/2025

Iron Maiden: “Nós nunca fomos os queridinhos da grande mídia”, analisa Bruce Dickinson

Ao longo de sua história de mais de cinquenta anos, o heavy metal sempre foi um estilo deixado de lado pela grande mídia. Este tipo de imprensa adora afirmar que o gênero musical é um dos vilões dos cidadãos de bem. Vale lembrar os absurdos que o jornalista Arnaldo Jabor falou quando o saudoso guitarrista Dimebag Darrell foi covardemente morto no palco em 2004. Foi um show de desinformação e preconceito. O frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, conversando com o comunicador Ryan J. Downey, em uma palestra no Musicians Institute’s MI Conversation Series, analisou que o Iron Maiden nunca foi o queridinho da grande mídia. Bruce explicou: “O Maiden sempre foi maior do que a soma de qualquer parte individual, que é mais ou menos como deveria ser, na verdade, quando se trata de uma banda. Além disso, estamos na posição única de nunca termos precisado da grande mídia”. O cantor completou em tom orgulhoso: “Bem, nós nunca fomos os queridinhos da grande mídia, na verdade. Chegamos onde estamos agora, ficando cada vez maiores e maiores sem ninguém prestar atenção em nós”. E por falar em Iron Maiden, o sexteto vai começar no dia 27 de maio em Budapest, Hungria, a Run For Your Lives Tour, a qual contemplará canções entre os álbuns Iron Maiden e Fear of the Dark, ou seja, o período mais querido pela maioria dos fãs da Donzela de Ferro. Via: Rockbizz

Edy Star, músico do glam rock nacional, morre aos 87 anos
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24/04/2025

Edy Star, músico do glam rock nacional, morre aos 87 anos

Edy Star, músico ícone do glam rock brasileiro, morreu nesta quinta-feira, 24 de abril, aos 87 anos. O músico músico baiano estava internado no Complexo Hospitalar Heliópolis, em São Paulo, após sofrer um acidente doméstico há quase uma semana. A informação foi divulgada nas redes sociais do músico através de seu amigo e biógrafo Ricardo Santhiago: “É com imensa tristeza que comunicamos o falecimento de Edy Star, no início da madrugada de hoje, 24 de abril. Ele chegou ao hospital em estado gravíssimo, foi submetido à diálise, mas enfrentava complicações mais severas.Edy viveu como quis — com arte, coragem e liberdade — e sempre merecerá nosso aplauso. Agradecemos profundamente todas as manifestações de carinho, solidariedade e mobilização nos últimos dias. Em breve, informaremos os detalhes sobre o funeral. Edy Star: uma vida de coragem!1938–2025” Edy Star orgulhava-se de ter sido o primeiro artista brasileiro a se assumir publicamente como LGBTQIAP+, também foi um pioneiro do teatro e da música popular no estado. Seu trabalho mais conhecido é o disco Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 (1971), que gravou ao lado de Raul Seixas, Sérgio Sampaio e Miriam Batucada. Também participou da montagem brasileira de The Rocky Horror Show e lançou seu álbum solo Sweet Edy em em 1974. View this post on Instagram A post shared by Ricardo Santhiago (@ricardosanthiago) LEIA TAMBÉM: ‘Stay Hungry’ do Twisted Sister é o glam metal que ficou tatuado na nossa mente pedindo por mais rock! Via: WikiMetal

Metaleiros se casam em mosh de show do Cannibal Corpse: “Isso não poderia ter sido mais perfeito”
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24/04/2025

Metaleiros se casam em mosh de show do Cannibal Corpse: “Isso não poderia ter sido mais perfeito”

Um casal de metaleiros se casou no mosh de um show do Cannibal Corpse em Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Unidos, enquanto a banda tocava Unleashing The Bloodthirsty. Mais ou menos na metade da apresentação, que aconteceu no dia 22 de abril, o casal Erica e Christopher trocaram seus votos em uma cerimônia meio do mosh. Compartilhando a notícia no Facebook após o show, Erica escreveu: “Bem, nós conseguimos! Ontem à noite, durante o show [do Cannibal Corpse] em Pittsburgh, dissemos ‘sim’ no mosh!”. “Um grande obrigado a todos que, consciente ou inconscientemente, ajudaram a tornar isso possível! Não existe comunidade mais unida do que a comunidade do metal!! A quantidade de apoio e carinho foi incrível!”, ela acrescentou. “Isso não poderia ter sido mais perfeito”. Veja o vídeo do casamento abaixo: Via: Rockbizz

Savatage retorna em grande estilo ao lado do Opeth a São Paulo
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24/04/2025

Savatage retorna em grande estilo ao lado do Opeth a São Paulo

Apenas dois dias após uma performance avassaladora no Monsters of Rock, o Savatage retornou a São Paulo, na segunda-feira, 21, para um show memorável no Espaço Unimed. A lendária banda de metal progressivo, conhecida por sua habilidade de mesclar peso e melodia com narrativas épicas, apresentou uma performance que ficará marcada na memória dos fãs brasileiros. O público, ainda eufórico com a energia do festival, compareceu ao local com grande expectativa, ansioso por um repertório mais extenso, que prometia revisitar os maiores clássicos da carreira da banda. A abertura ficou por conta do Opeth, que entregou uma experiência sonora intensa, equilibrando peso, melodia e emoção, e conquistando tanto os fãs de longa data quanto aqueles que os viam pela primeira vez. A formação atual do Opeth, composta por Mikael Åkerfeldt (vocais e guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martín Méndez (baixo), Joakim Svalberg (teclados) e Sami Karppinen (bateria), demonstrou uma sintonia impecável no palco. Mikael, como de costume, foi o centro das atenções, alternando entre vocais guturais e limpos com naturalidade, além de interagir com o público com seu carisma característico e comentários bem-humorados entre as músicas. A banda, que já passou por diversas fases sonoras, apresentou um repertório que equilibrou sua vertente mais pesada com momentos introspectivos, agradando a todos os gostos dentro de sua vasta discografia. O show teve início com a morna “§1” seguida pela poderosa “Master’s Apprentices”, do álbum Deliverance (2002), que imediatamente empolgou o público com seus riffs pesados e transições complexas. Logo a seguir, “The Leper Affinity”, do clássico Blackwater Park (2001), manteve o clima intenso, com sua introdução sombria e os vocais viscerais de Åkerfeldt. Essas duas faixas iniciais demonstraram que o Opeth estava ali para afirmar sua relevância como uma das bandas mais influentes do gênero, sendo calorosamente recebido pelo público paulistano. Após esse início impactante, a cadenciada “§7” do álbum Last Will And Testament (2024) trouxe todo experimentalismo característico da banda. Eles reduziram o ritmo com “In My Time of Need”, do álbum Damnation (2003), uma balada melancólica que evidenciou a versatilidade de Mikael como vocalista e a sensibilidade da banda para criar atmosferas emocionantes. Esse momento de introspecção foi seguido por “Ghost of Perdition”, do álbum homônimo de 2005, que retomou o peso e a complexidade, com destaque para os teclados de Svalberg, que enriqueceram a densidade sonora da composição. O encore contou com dois grandes momentos: “Sorceress”, faixa-título do álbum de 2016, trouxe uma sonoridade com influências do rock progressivo dos anos 1970, revelando a fase mais recente e experimental da banda. Em seguida, encerraram com “Deliverance”, uma épica de mais de 13 minutos que sintetiza perfeitamente a essência do Opeth: peso, técnica e emoção. Mesmo com um som mais introspectivo e sombrio em comparação à atração principal, o Opeth conquistou o público com sua execução precisa e envolvente. O Savatage subiu ao palco com uma formação que mesclava veteranos e novos talentos, mantendo viva a essência da banda. O line-up contou com Zak Stevens (vocais), Chris Caffery (guitarra), Johnny Lee Middleton (baixo), Jeff Plate (bateria) e Al Pitrelli (guitarra). Sem a presença do fundador Jon Oliva (teclados e voz), a banda contou com dois tecladistas, Paulo Cuevas e Shawn McNair, para preencher essa lacuna. A química entre os músicos foi evidente, honrando o legado do grupo, especialmente de Criss Oliva, enquanto injetavam nova energia nas execuções. O show iniciou-se com a instrumental “The Ocean”, incluindo um trecho de “City Beneath the Surface”, preparando o público para uma noite emocionante. Em seguida, “Welcome” e “Jesus Saves” elevaram a energia da plateia, com Zak Stevens mostrando domínio vocal e presença de palco. Um momento inusitado ocorreu quando a banda anunciou equivocadamente “Sirens” como “The Wake of Magellan”, o que gerou risos e uma descontraída interação com o público, reforçando o carisma do grupo. O setlist funcionou como uma viagem pela discografia do Savatage, com destaque para faixas como “Strange Wings” e “Gutter Ballet”, que despertaram nostalgia e emoção entre os fãs mais antigos. Músicas como “Dead Winter Dead” e “The Storm” — esta última com introdução estendida por Pitrelli — evidenciaram o virtuosismo técnico da banda. Já “Chance” prestou homenagem a várias nações, sendo finalizada com a exibição da bandeira brasileira no telão, arrancando aplausos entusiasmados. As faixas “Edge of Thorns” e “The Hourglass” mantiveram a intensidade, comprovando que o Savatage ainda possui grande impacto ao vivo. Um dos pontos altos da apresentação foi a execução de “Believe”, com Jon Oliva aparecendo no telão ao piano e assumindo os vocais iniciais. A entrada da banda após o refrão criou um momento de profunda emoção, especialmente durante o solo, que homenageou o saudoso Criss Oliva. O público, comovido, cantou em uníssono, transformando a música em um verdadeiro hino de celebração e memória. O encore trouxe a potente “Power of the Night”, com Zak Stevens vestindo uma camiseta da seleção brasileira de futebol — um gesto que cativou o público. Encerrando a noite, “Hall of the Mountain King” foi executada com energia explosiva, encerrando uma noite memorável. A apresentação no Espaço Unimed não foi apenas uma repetição do Monsters of Rock, mas sim uma entrega completa que proporcionou uma experiência íntima e especial, reforçando o forte vínculo entre o Savatage e seu público brasileiro. Uma performance grandiosa que comprova que a banda está em plena forma para seguir honrando seu legado. Confira as fotos de Wellington Penilha: Via: WikiMetal

Nasi pede desculpa aos colegas de trabalho pelas perdas financeiras que causou ao Ira!
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24/04/2025

Nasi pede desculpa aos colegas de trabalho pelas perdas financeiras que causou ao Ira!

Recentemente, pelas redes sociais, o vocalista Nasi pediu desculpa aos colegas de trabalho pelas perdas financeiras que causou ao Ira!. Para quem não sabe, o cantor botou alguns bolsonaristas para correr de um show do grupo em Contagem, o qual rolou no dia 29 de março. A repercussão do episódio foi ruim para a banda paulistana, já que apresentações nas cidades de Jaraguá do Sul (SC), Blumenau (SC), Caxias do Sul (RS) e Pelotas (RS) caíram por terra, o que lhe perder dinheiro. Além disso, há o imenso desgaste de imagem e marca para o conjunto, visto que se meter em polêmicas nunca é bom para nenhuma empresa. No vídeo, Nasi disse: “Me desculpo com meus companheiros, que um ato meu que eu não sabia que ia dar nesse quiproquó todo, fizesse com que eles tivessem perdas, mas a gente vai recuperar, como já está recuperando”. Em sua manifestação, Marcos Valadão Ridolfi cedeu mais detalhes do episódio que aconteceu em Contagem e ressaltou que respeita as pessoas conservadoras, liberais e de direita democrática. Ele também enalteceu que a democracia é o nosso limite como sociedade. Veja a fala completa de Nasi logo abaixo: SENTIU NO BOLSO : Nasi, da banda Ira!, diz respeitar conservadores após polêmica em show. Cantor, que se manifestou contra a anistia do 8 de janeiro, gravou pronunciamento se desculpando no qual lembra o episódio pic.twitter.com/KQ5LaoX5zF — Piuigiron (@virais_video) April 23, 2025 Torcemos para que todos os problemas sejam resolvidos e a banda volte a trazer alegria ao público com a turnê que comemora os vinte anos de seu acústico MTV. Via: Rockbizz

Faith No More: Mike Patton não quer mais tocar com a banda
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24/04/2025

Faith No More: Mike Patton não quer mais tocar com a banda

Faith No More se reuniu em 2009, mas sua última apresentação com Mike Patton foi há quase 10 anos. Desde então, a situação atual da banda é um mistério. Há três anos e meio a banda cancelou todas as apresentações previamente anunciadas para o outono de 2021, dizendo que o vocalista Mike Patton não conseguiu se apresentar como esperado devido a problemas de saúde mental, parcialmente agravados pela pandemia. Em entrevista ao Let There Be Talk, o baterista Mike Bordin, comentou sobre a situação atual da banda. Questionado sobre os shows que aconteceriam em 2021, o baterista disse [transcrito via Blabbermouth]: “Tudo o que posso dizer é, e acho que quero que isso fique registrado. Mas estávamos ensaiando há seis meses para essas datas. Estávamos ensaiando instrumentalmente e soamos incrivelmente fenomenais”.“Estávamos prontos, preparados […] 36 horas antes de estarmos no palco, e Mike Patton não apareceu para o ensaio, o único ensaio que faríamos. E fomos vê-lo e ver o que estava acontecendo. E ficou muito claro que ele não tinha condições físicas de fazer isso naquele momento”. Meses depois, Patton se apresentou com sua banda Mr. Bungle, após Faith No More ter cancelado 75 show e apoiado o vocalista após seus problemas de saúde. “Na minha opinião, minha posição, minha declaração sobre isso é que ele passou de incapaz de fazer os shows para claramente não querer fazer shows conosco. E isso é pesado. Essa é uma grande diferença. Essa é uma grande diferença. E realmente não tivemos muito diálogo sobre isso”, concluiu Mike Bordin. LEIA TAMBÉM: Faith No More, Rush e Yngwie Malmsteen: CDs ganham novas edições no Brasil Via: WikiMetal

Alice Cooper se reúne com banda original após 51 anos para lançar novo álbum
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22/04/2025

Alice Cooper se reúne com banda original após 51 anos para lançar novo álbum

Alice Cooper irá se reunir com a formação original para lançar o novo álbum, The Revenge Of Alice Cooper. O primeiro single “Black Mamba” será lançado hoje à noite, 22 de abril, em seu programa de rádio Alice’s Attic . Este é o primeiro disco com a formação original desde Muscle of Love, de 1973. O álbum será lançado pela earMusic em 25 de julho, e produzido por Bob Ezrin, que trabalhou nos clássicos da banda no início dos anos 70, Love It to Death , Killer , School’s Out e Billion Dollar Babies. Em entrevista à Billboard, Cooper disse: “Era como se este fosse o nosso próximo álbum depois de Muscle of Love…Não é engraçado depois de 50 anos? De repente, tudo se encaixa.” A banda é formada pelos os membros originais, o vocalista Alice Cooper, o guitarrista Michael Bruce, o baixista Dennis Dunaway e o baterista Neil Smith. O álbum também inclui uma participação especial do guitarrista do Glen Buxton, morto em 1997 aos 49 anos. A música “What Happened To You” foi criada a partir do riff de uma antiga fita demo que Dunaway e Buxton fizeram juntos. Alice Cooper no Brasil Alice Cooper retorna ao Brasil pela primeira vez em 8 anos, prometendo uma noite catártica cheia de clássicos e performances teatrais. O artista se apresenta dia 14 de junho no festival Best of Blues and Rock, na plateia externa do Auditório Ibirapuera. Os ingressos do evento estão disponíveis no site oficial da Eventim. A relação de Cooper com o público brasileiro é muito especial desde sua performance por aqui em 1974, que ficou conhecida como “o primeiro grande show de rock no Brasil”. View this post on Instagram A post shared by Alice Cooper (@alicecooper) LEIA TAMBÉM: Quiz: Teste seus conhecimentos sobre o Best of Blues and Rock 2025 Via: WikiMetal

Rob Halford (Judas Priest) ataca de frangão nos bastidores de show em São Paulo
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22/04/2025

Rob Halford (Judas Priest) ataca de frangão nos bastidores de show em São Paulo

Páscoa com coelhos fofinhos está mais do que manjado, o novo símbolo da data cristã é um big frango, pele menos se depender do Metal God. Brincadeiras à parte, mas Rob Halford (Judas Priest) atacou de frangão nos bastidores de show em São Paulo. O brincadeira rolou no camarim do Vibra Hall, em São Paulo, quando o quinteto fazia o seu último concerto em território brasileiro. A gozação foi compartilhada pela banda em sua conta oficial no Instagram. Veja: Em outro vídeo, a banda mostrou o público brasileiro que prestigiou o festival Monsters of Rock, que rolou no último sábado, 19, no Allianz Parque. Veja: O Judas Priest vai seguir com a Shield of Pain Tour pela América Latina, com apresentações Chile, Argentina e Colômbia. Em maio os caras não têm muito trabalho, no entanto, em junho, a banda iniciará uma grande turnê pela Europa, que se estenderá até o final de julho. É importante lembrar que a nova tour do Judas Priest é em divulgação ao seu disco Invincible Shield, que é o seu décimo nono registro de estúdio, o qual saiu em março de 2024. Track listing de Invincible Shield: 01. Panic Attack02. The Serpent And The King03. Invincible Shield04. Devil In Disguise05. Gates Of Hell06. Crown Of Horns07. As God Is My Witness08. Trial By Fire09. Escape From Reality10. Sons Of Thunder11. Giants In The Sky Via: Rockbizz

Mikkey Dee e Richie Faulkner tocam com banda cover em São Paulo
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22/04/2025

Mikkey Dee e Richie Faulkner tocam com banda cover em São Paulo

Mikkey Dee, baterista do Scorpions e Richie Faulkner, guitarrista do Judas Priest, tocaram com uma banda cover no Manifesto Bar, em São Paulo. Os músicos visitaram o famoso bar no Itam Bibi na véspera de se apresentarem no Monsters of Rock 2025, no Allianz Parque, em São Paulo, no último sábado, 19. A banda que estava se apresentando naquela noite era Lovehunter’s, um tributo ao Whitesnake. E com a presença dos artistas, a banda incluiu no setlist “Ace of Spades” e “Living After Midnight”. O próprio Manifesto Bar organizou o encontro, conforme divulgado em redes sociais. Além de Mikkey Dee e Richie Faulkner, o show contou ainda com a presença do tecladista Bruno Sá e Andy Sneap, guitarrista do Judas Priest. Confira registros abaixo: View this post on Instagram A post shared by 𝗠𝗮𝗻𝗶𝗳𝗲𝘀𝘁𝗼 𝗕𝗮𝗿 (@manifestobar) LEIA TAMBÉM: Judas Priest prova imortalidade em show em São Paulo e promete voltar ao Brasil Via: WikiMetal

Savatage retorna aos palcos pela primeira vez em 10 anos
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22/04/2025

Savatage retorna aos palcos pela primeira vez em 10 anos

Savatage fez a primeira apresentação ao vivo em 10 anos no último sábado, 19 de abril, no festival Monsters Of Rock 2025, no Allianz Parque, em São Paulo. A atual formação é composta por Johnny Lee Middleton no baixo, Chris Caffery na guitarra, Al Pitrelli na guitarra, Jeff Plate na bateria e Zak Stevens no vocal, além de dois novos tecladistas em turnê Paulo Cuevas e Shawn McNair. Jon Oliva , vocalista e tecladista fundador da banda não está com a banda em turnê. Em 2023, Oliva sofreu uma fratura na vértebra que o deixou dependente de uma cadeira de rodas. Além disso, ele foi diagnosticado com esclerose múltipla e doença de Ménière, condições que complicaram ainda mais sua saúde. Após ter realizado seu aguardado retorno no Monsters of Rock 2025, Savatage segue em turnê pelo Chile e em alguns festivais pela Europe. LEIA TAMBÉM: Judas Priest dá aula de como fazer heavy metal no Monsters of Rock 30 anos Via: WikiMetal

Savatage faz o primeiro show completo em mais de vinte anos; veja vídeos
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22/04/2025

Savatage faz o primeiro show completo em mais de vinte anos; veja vídeos

Depois de uma apresentação de sucesso no Monsters Of Rock, o Savatage fez o seu primeiro show completo em mais de vinte anos. O concerto aconteceu na última segunda-feira, dia 21 de abril, no Espaço Unimed, em São Paulo. Zak Stevens (vocal), Chris Caffery (guitarra), Al Pitrelli (guitarra), Johnny Lee Middleton (baixo), Jeff Plate (bateria) e os tecladistas Paulo Cuevas e Shawn McNair subiram no palco para tocar um repertório de vinte canções. O setlist do espetáculo contou com as seguintes músicas: 01. The Ocean02. Welcome03. Jesus Saves04. Sirens05. Another Way06. The Wake Of Magellan07. Strange Wings08. Taunting Cobras09. Turns To Me10. Dead Winter Dead11. The Storm12. Handful Of Rain13. Chance14. This Is The Time (1990)15. Gutter Ballet16. Edge Of Thorns17. The Hourglass18. Believe19. Power Of The Night20. Hall Of The Mountain King Alguns registros amadores podem ser curtidos nos players abaixo: O Savatage ainda fará shows na Argentina e Chile; após a turnê latino-americana, os caras vão tirar uns dias de folga para recarregar as bateristas e, posteriormente, iniciarão uma longa turnê pela Europa. Via: Rockbizz

AC/DC: ex-vocalista Dave Evans critica o rock atual e diz que “falta alma”
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22/04/2025

AC/DC: ex-vocalista Dave Evans critica o rock atual e diz que “falta alma”

Durante uma entrevista ao canal mexicano Rock111 e transcrito pela Loudwire, Dave Evans, primeiro vocalista do AC/DC, refletiu sobre o motivo de o rock ter perdido espaço para o pop e o rap, especialmente nos Estados Unidos. Segundo ele, o problema está na falta de exposição do gênero nos meios tradicionais. “As pessoas não escutam rock porque ninguém está tocando. Não está nas rádios”, afirmou Evans. “Se você mostra, elas gostam. Mas, sem exposição, como vão se interessar? O problema é simples: se não ouvem, não criam conexão. Além disso, o último grupo de rock que uma grande gravadora assinou surgiu há mais de 20 anos. E só pra deixar claro — não estou falando de metal, mas sim de rock de verdade.” Evans acredita que o cenário é diferente na América Latina, onde o rock ainda toca nas rádios e mantém viva sua base de fãs. Ele também criticou a forma como o metal atual se apresenta: “Rock and roll é atitude de verdade. Metal, não. Aquilo é encenação. Os caras pintam o rosto, fazem pose no palco e depois vão pra casa perguntar pra mãe o que tem pro jantar”, ironizou. Para ele, o rock moderno perdeu emoção e humanidade. Mesmo com boas técnicas e produções impecáveis, falta sentimento nas composições atuais. “Hoje em dia, tudo soa muito técnico e limpo demais. Por outro lado, quando você ouve Led Zeppelin ou Free, sente a música de verdade. Aquilo tem alma. Em contraste, o que falta atualmente é justamente isso: sentimento. Muitos músicos tocam rápido, dominam escalas e técnicas, mas não transmitem emoção. Como resultado, depois de duas ou três músicas, você já quer ir embora”, afirmou. Evans entrou para o AC/DC em 1973 e gravou os primeiros singles da banda, como “Can I Sit Next To You Girl” e “Baby, Please Don’t Go”. Ele saiu em 1974 e foi substituído por Bon Scott, que se tornaria a voz mais marcante da banda. LEIA TAMBÉM: Dave Evans, vocalista original do AC/DC, revela a história por trás do nome da banda Via: WikiMetal

Halestorm divulga o novo single Darkness Always Wins
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22/04/2025

Halestorm divulga o novo single Darkness Always Wins

O Halestorm acaba de divulgar seu novo single Darkness Always Wins. A faixa é a primeira a ser revelada do novo álbum da banda, ainda sem título, que será lançado pela Atlantic Records. “Darkness Always Wins não é uma canção de esperança, nem de desespero”, disse a vocalista Lzzy Hale. “É a realidade. A história se repete. O mal prevalece e os bons partem primeiro. Mas não estamos condenados enquanto persistirmos e mantivermos nossas chamas acesas. A guerra pode não ser vencida nesta vida. Mas nossa missão é passar a tocha para que aqueles que virão tenham uma luz para lutar”. Em uma publicação nas redes sociais, o guitarrista Joe Hottinger escreveu sobre o novo single: “Escrevemos isso em Savannah, Geórgia. Foi a primeira música que compusemos para o que viria a ser o álbum. Foi como uma sessão de testes… fomos até lá para ver como estava funcionando com [o produtor] Dave Cobb. Escrevemos e gravamos isso em dois dias em seu então novo estúdio. Foi o início de um lindo relacionamento que se transformou em um lindo álbum”. Ouça Darkness Always Wins abaixo: Via: Rockbizz

Esboço do logotipo original do Slipknot criado por Joey Jordison é revelado
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22/04/2025

Esboço do logotipo original do Slipknot criado por Joey Jordison é revelado

O esboço do logotipo original do Slipknot criado pelo ex-baterista Joey Jordison foi revelado no último domingo, 20. A conta do Instagram @joeyjordisonfamily, que, segundo a biografia, foi “criada pela família de Joey Jordison para celebrar sua vida e legado”, publicou o esboço nas redes sociais. Ao que parece, o design do logo da banda permanece praticamente inalterado desde o primeiro desenho. Joy Joridson também era ilustrador e designer antes de iniciar a carreira na música, tendo criado tanto o logotipo quanto o símbolo “tribal” do S. O ex-baterista morreu de causas não reveladas em 2021, aos 46 anos, e foi um dos membros fundadores do Slipknot e um dos principais compositores. Foi demitido da banda em 2013 e, após revelar em 2016 que convivia com a doença neurológica mielite transversa aguda. Em junho de 2023, o espólio do baterista moveu uma ação judicial contra a banda por alegar tentativa de lucrar sobre a morte do ex-membro e manter a posse indevida dos seus itens pessoais. O processo foi encerrado em setembro de 2024. View this post on Instagram A post shared by JOEY JORDISON FAMILY (@joeyjordisonfamily) LEIA TAMBÉM: Joey Jordison fala sobre amor pela música e relação com fãs em entrevista inédita Via: WikiMetal

Mark Jansen, do Epica, fala sobre reunião do After Forever
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22/04/2025

Mark Jansen, do Epica, fala sobre reunião do After Forever

Mark Jansen, guitarrista e vocalista do Epica, falou sobre a aguardada reunião do After Forever em entrevista ao FaceCulture [transcrito via Blabbermouth]. A banda se reúne para dois shows especiais de 25º aniversário nos dias 4 e 5 de outubro de 2025, no 013 Poppodium, em Tilburg, na Holanda. Sobre como a reunião foi viabilizada, Mark explicou: “O ego esteve envolvido em tudo quando fui tirado da banda. Meu ego foi ferido, mas depois conversamos e chegamos à conclusão de que todos tinham egos grandes demais. Mas é bom ver isso em si mesmo e perceber que todo mundo cresceu. Hoje somos pessoas diferentes, e agora, quando trabalhamos juntos, todos querem se divertir. É por isso que estou nessa. Queremos nos divertir, tocar essas músicas antigas e simplesmente curtir.” Questionado sobre a ausência da vocalista original, Floor Jansen, hoje no Nightwish, Mark foi direto: “Claro que a convidamos, mas ela disse: ‘Para mim, é um capítulo encerrado’. Só podemos respeitar isso.” Ainda assim, ele admite que a banda considerou desistir: “Pensamos: ‘Talvez não devêssemos fazer’. Mas se esperarmos para sempre, talvez nunca aconteça. E isso seria uma pena.” A formação que subirá ao palco contará com os membros originais Mark Jansen, Sander Gommans, Luuk van Gerven e André Borgman, além de Angel Wolf-Black do SheWolf nos vocais, Bas Maas (After Forever, Doro) na guitarra e Jeffrey Revet do Stream of Passion nos teclados. Sobre a relação com Sander Gommans, Mark disse que a essência permanece: “O humor continua o mesmo, mas hoje todos evoluíram. Se isso não tivesse acontecido, os velhos conflitos voltariam.” Apesar da empolgação, Mark reforça que os shows são planejados como algo pontual: “O plano é ser uma apresentação única. Mas, se acabar levando a algo mais, não vamos impedir. O Epica continua sendo minha prioridade.” Mark Jansen destaca a importância dos álbuns do After Forever Em comunicado publicado em outubro de 2024, Jansen destacou a importância dos dois primeiros álbuns do After Forever, Prison Of Desire (2000) e Decipher (2001), que ajudaram a moldar o metal sinfônico moderno. Agora, os fãs poderão reviver a energia desses trabalhos em uma celebração histórica. Mesmo sem Floor Jansen, que já declarou que não ficou feliz com o fim da banda e que “ainda ouve com alegria” os antigos trabalhos, a reunião promete ser um tributo à trajetória marcante do After Forever, que encerrou suas atividades em 2009 após cinco álbuns de estúdio. Apesar de não participar da reunião, Floor já havia expressado carinho pela banda em uma entrevista de 2018 ao FaceCulture: “Foi uma época muito especial. Fizemos uma música incrível, que acabou muito cedo. Ainda fico triste por não ter continuado, mas foi maravilhoso o que conseguimos fazer tão jovens. Ainda escuto nossas músicas com muita alegria e boas memórias.” Na mesma entrevista, ela admitiu que achava que a banda poderia ter ido além: “Sim, acho que sim. Eu não fiquei feliz com o fim. Não achei que fosse uma boa ideia. Acho que havia mais para fazermos.” O último álbum da banda, After Forever, foi lançado em abril de 2007 pela Nuclear Blast Records. A banda encerrou oficialmente suas atividades em 2009 após cinco discos que marcaram uma geração. LEIA TAMBÉM: Epica lança álbum ‘Aspiral’ e videoclipe de “Fight To Survive” Via: WikiMetal

Pink Floyd divulga vídeo da gravação do álbum The Dark Side Of The Moon
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21/04/2025

Pink Floyd divulga vídeo da gravação do álbum The Dark Side Of The Moon

O Pink Floyd divulgou um novo vídeo, retirado do filme-concerto Pink Floyd at Pompeii – MCMLXXII, mostrando os membros da banda trabalhando no inovador álbum The Dark Side Of The Moon. Eles já haviam estabelecido há muito tempo a reputação de pioneiros no uso da tecnologia, tanto no palco quanto no estúdio. No vídeo, David Gilmour observou: “Não acho que o equipamento poderia assumir o controle. Dependemos muito dele – quer dizer, não conseguiríamos fazer o que fazemos sem ele”. “Ainda poderíamos fazer um show musical bom e divertido, suponho, sem ele. Mas tudo depende de como você os controla; se você os controla e não o contrário”, completou. Richard Wright refletiu: “Existe o perigo de nos tornarmos escravos do nosso próprio equipamento – e já fomos. Mas o que estamos tentando fazer é resolver tudo, para que não sejamos. É só uma questão de usar as ferramentas disponíveis”. Pink Floyd at Pompeii – MCMLXXII chega aos cinemas no dia 24 de abril. A nova restauração em 4K do clássico de 1972 utiliza as filmagens originais em 35 mm com áudio recém-mixado por Steven Wilson. Via: Rockbizz

Mike Portnoy admite que machucou os caras do Dream Theater com sua saída em 2010
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21/04/2025

Mike Portnoy admite que machucou os caras do Dream Theater com sua saída em 2010

Mike Portnoy foi um dos cofundadores do Dream Theater em 1985, mas, mesmo assim, o baterista decidiu deixar a banda em 2010 alegando diferenças pessoais e profissionais em relação aos seus colegas de trabalho. O tempo como sempre se encarregou de curar as feridas do passado, o que o fez retornar ao conjunto em 2023. A volta à banda já até rendeu um registro de estúdio, o décimo sexto do grupo, cujo título é Parasomnia. Trocando uma ideia com Tom Power, do programa CBC Radio One, Mike Portnoy admitiu que machucou os caras do Dream Theater com sua saída em 2010. Ele ainda ressaltou que foi muito egoísta com os caras. “O primeiro passo para voltar à banda foi consertar os relacionamentos pessoais com todos os outros quatro caras da banda. Eu sei que os magoei quando os deixei, e sempre me senti muito mal por isso”. Ele continuou: “Tomei uma decisão que foi essencialmente muito egoísta. Tínhamos acabado de tocar no Madison Square Garden com o Iron Maiden e, um mês depois, eu saí da banda. Era como se tudo estivesse a todo vapor naquele momento, mas tomei a decisão egoísta de sair”. “Mas eu adoro aquela expressão: ‘É melhor se arrepender de algo que você fez do que de algo que você não fez’. Eu estava assim naquela época! Se eu não seguisse meu coração e tentasse outras coisas, eu ia ficar imaginando mil coisas. Então eu precisava fazer isso. Mas conseguimos nos reconciliar e somos uma família novamente”, concluiu. Assista o bate-papo na íntegra no player a seguir: Via: Rockbizz

Gary Holt explica por que não toparia tocar guitarra no Metallica
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21/04/2025

Gary Holt explica por que não toparia tocar guitarra no Metallica

Durante recente entrevista ao programa The David Ellefson Show, que tem apresentação de David Ellefson, ex-baixista do Megadeth, Gary Holt explicou brevemente por que não toparia tocar guitarra no Metallica. “Naquela época de minha vida, nos anos 80, eu não toparia por que as mudanças me assustavam muito. Eu sempre estava feliz onde me sentia confortável. Então, eu provavelmente teria dito não a um convite deles”. Gart completou: “Na época, antes de gravarem Kill ‘Em All, se você entrasse, você estaria se juntando a uma ótima banda, mas estaria se juntando a uma banda que estava prestes a lançar um álbum independente e que tocava em casas noturnas. A gente não sabia que eles se tornariam uma das maiores bandas de metal do mundo. Se me tivessem perguntado e soubesse agora no futuro o que eles se tornariam, eu teria viajado no tempo e me matado para aceitar aquele emprego”. Assista o bate-papo completo aqui: Mesmo não tendo a carreira milionária dos caras do Metallica, Gary Holt teve êxito na cena thrash metal com o Exodus, banda que tem no currículo álbuns como Bonded by Blood (1985), Pleasures of the Flesh (1987) e Fabulous Disaster (1989). Via: Rockbizz

Judas Priest prova imortalidade em show em São Paulo e promete voltar ao Brasil
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21/04/2025

Judas Priest prova imortalidade em show em São Paulo e promete voltar ao Brasil

Judas Priest se apresentou no Vibra SP na noite de domingo, 20. A consagrada banda de heavy metal fez um side show, com abertura de Queensrÿche, em uma noite fria com uma performance quente, cheia de hits e fãs emocionados – como já era esperado quando se trata de Rob Halford e sua banda. As duas bandas haviam se apresentaram no festival Monsters of Rock 2025, na noite anterior, dia 19 de abril. Queensrÿche e o sucesso garantido A noite começou com Queensrÿche e a estreia do vocalista Todd La Torre no Brasil. Sem vir ao Brasil há 13 anos, a banda americana fez um show que todos os fãs gostam, entregando apenas os clássicos. Em um desfile de clássicos, tocaram apenas músicas da fase de Geoff Tate, ex-vocalista e membro fundador. Michael Wilton (guitarrista) e Eddie Jackson (baixista) são os únicos membros da formação original, e é isso que mantém a essência do Queensrÿche. Mas vale destacar a performance de La Torre, que consegue alcançar notas altas e tem um timbre vocal parecido com o de Geoff – isso pode ser bem recebido por fãs, mas também tira um pouco a originalidade e identidade do novo vocalista. O show foi grandioso, embora quase o mesmo apresentado na noite anterior no Monsters of Rock. Mas convenhamos, é sucesso garantido tocar os clássicos e dar aos fãs o que eles querem escutar. Foi hit atrás de hit, apesar da balada mais famosa estar de fora: “Silent Lucidity”. A poderosa instituição do Heavy Metal chamada Judas Priest Eram 21h quando a atração principal da noite, os inigualáveis ​​e indiscutíveis deuses do metal, Judas Priest, tomou conta da cidade de São Paulo, mais uma vez, com um dos shows mais intensos, que nenhum headbanger ousa colocar defeito. Também com o mesmo setlist da apresentação no Monsters of Rock 2025, Rob Halford e seus companheiros destilam a energia de jovens de 20 anos, apresentando a turnê em promoção do recente álbum Invincible Shield – décimo nono disco de estúdio.Scott Travis domina a bateria gigante como se fosse um jovem com seu brinquedo. Richie Faulkner, apesar de ser o mais novo, é um guitarrista que toca como se fizesse parte do Judas Priest dos anos 70. E o guitarrista Andy Sneap, que está substituindo Glenn Tipton nas turnês, carrega um currículo de peso, sendo produtor de diversos álbuns consagrados no metal. Ian Hill, único membro fundador da banda em atuação, parece tímido no palco mas é visível seu legado. E claro, a personificação do heavy metal, Rob Halford, aos 73 anos, é um ícone que muitos querem ver, até mesmo quem não conhece sua música, devido à sua personalidade e presença. Glenn Tipton, um dos membros fundadores, diagnosticado com Parkinson, não está mais em turnê, mas é lembrado com seus solos icônicos em uma representação no telão durante as canções “Victim of Changes” e “Painkiller”. Os deuses do metal sabem dosar bem o setlist, não deixando de fora os hits que todos querem ouvir, entregando uma mistura arrasadora de clássicos atemporais como “Breaking The Law”, “Love Bites”, “Turbo Lover” e “Painkiller”, e as canções do último álbum como “Invincible Shield” – precedida por Rob Halford nomeando todos os álbuns da carreira da banda -,“Crown of Horns” e “Panic Attack”, que abriu o espetáculo. Judas Priest faz aquele show previsível, sem grandes mudanças relevantes há anos, porém, continua inigualável e faz o público nunca se cansar de assistir. Quem não gosta de ver o icônico Rob Halford invadindo o palco com sua Harley-Davidson na clássica “Hell Bent for Leather”? Um show que já presenciamos dez vezes, e quando voltar, queremos estar lá de novo – afinal, a banda garantiu uma volta ao colocar no telão: The Priest Will Be Back. Confira as fotos de Wellington Penilha: LEIA TAMBÉM: Scorpions celebra legado de seis décadas em apresentação no Monsters of Rock 30 Anos Via: WikiMetal

Digão (Raimundos) briga com fã que lhe mostrou o dedo do meio
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21/04/2025

Digão (Raimundos) briga com fã que lhe mostrou o dedo do meio

Na última sexta-feira, dia 18 de abril, no Ceará, Fortaleza, Digão, líder e guitarrista do Raimundos, brigou com um fã que lhe mostrou o dedo do meio. O episódio rolou em um show solo do artista brasiliense. A confusão fez com que o músico parasse sua apresentação e pedisse para que a pessoa deixasse o recinto, pois estava todo mundo feliz e ninguém queria treta. O guitarrista também falou que devolveria o dinheiro para o homem, que ainda não teve a sua identidade revelada. Em alguns registros amadores feito pelo público, Rodrigo Aguiar Madeira Campos disse: “Vai embora, eu te dou o seu dinheiro. Aqui só tem gente feliz. Vocês gritaram sem anistia e eu respeitei, mas eu quero ser respeitado também”. De acordo com o guitarrista, o homem, no final das contas, foi colocado para fora da casa de show porque começou a arrumar confusão com os seguranças, também. Digão explicou que a pessoa foi expulsa por arrumar treta com os seguranças e não por se manifestar politicamente. Em duas postagens nas redes sociais, o guitarrista esclareceu o que ocorreu na noite da última sexta. Confira: Via: Rockbizz

Monsters of Rock Brasil comemora bodas de pérola em um casamento de 30 anos com os brasileiros
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20/04/2025

Monsters of Rock Brasil comemora bodas de pérola em um casamento de 30 anos com os brasileiros

O pontapé inicial do rock n’ roll foi na década de 1950 nos Estados Unidos. O estilo ganhou mais corpo, sofisticação e certo delineamento erudito quando aportou na Inglaterra. A partir daí, o estilo, bem como os seus rebentos como o heavy metal e hard rock, começou uma dominação mundial sem precedentes a ponto de se tornar o gênero mais popular do globo. Em nosso país, apesar de tolas manifestações contra aqui e acolá, o estilo encontrou domicílio, onde se mantém como uma potência cultural e mercadológica. A prova cabal disto foi a mais recente edição do Monsters of Rock Brasil, em comemoração aos seus trinta anos de relação com os fãs brasileiros, a qual aconteceu no último sábado, dia 19 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo. Levando ao pé da letra o nome do evento, a produção se incumbiu de colocar no palco alguns dos maiores nomes da música pesada. A seleção que entrou em campo na casa do Palmeiras foi composta por Judas Priest, Scorpions, Europe, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius. Obedecendo à risca o combinado com o público, o que é um ótimo sinal de respeito e profissionalismo, o festival iniciou a festa rock n’ roll pontualmente às 11h30 com o power metal dos finlandeses do Stratovarius. Ser a primeira atração de um evento de grande porte como este é uma tarefa ingrata e difícil, pois o público ainda está chegando e se ambientando com o rolê, então, a atenção da maioria das pessoas não está essencialmente no palco. Porém, os mais de trinta anos de estrada e o repertório robusto pesaram a favor do Stratovarius, o que garantiu respaldo da galera que já se encontrava no gargarejo. Ainda mostrando muita desenvoltura vocal, Timo Kotipelto esqueceu que é finlandês, isto é, indivíduo de personalidade mais comedida, e conduziu a plateia para uma prazerosa viagem à discografia do grupo. Com dez canções no repertório, dentre elas Eagleheart, Speed of Light, Paradise, Black Diamond e Hunting High and Low, a banda provou que o power metal europeu ainda tem estamina o suficiente para elevar a temperatura em eventos de grande porte. Foto: Divulgação Mercury Concerts Com o sarrafo já no alto, o Opeth deu as caras no palco às 12h55 para mostrar o seu prog metal quase cartesiano. Sabendo que destoava bastante do restante do line-up do fest, o frontman Mikael Åkerfeldt soube quebrar o gelo usando a simplicidade, deboche e a auto depreciação para arrancar risos e criar um elo com o público em geral. Estratégia esperta, a qual surtiu muito efeito e garantiram certa participação da plateia em temas como Ghost of Perdition, Sorceress e Deliverance. Rápida mudança de palco, o que se seguiu por toda programação e garantiu o cumprimento dos horários dos shows previamente informados aos fãs, o prog metal ainda se manteve na área com o Queensrÿche. Depois de treze anos longe dos brasileiros, Michael Wilton (guitarra) e Eddie Jackson (baixo) e cia voltaram para limpar o nome da banda, visto que na última apresentação, que aconteceu em 2012, foi um vexame só, com o ex-vocalista Geoff Tate brigando com seus colegas de trabalho em pleno palco. Portanto, o espetáculo no Monsters of Rock foi como um bem-vindo exorcismo a tal desonra à marca Queensrÿche. E valeu por cada segundo, visto que o quinteto entregou o suprassumo de sua discografia com Queen of the Reich, Operation: Mindcrime, Walk in the Shadows, I Don’t Believe in Love, The Mission, Empire e Eyes of a Stranger. Todd La Torre é um rouxinol do prog metal; é um cara com gogó privilegiado e boa movimentação no palco. O ponto fraco do concerto ficou na conta do guitarrista Mike Stone, que cometeu vários erros em solos e dobras memoráveis, além disso, sua guitarra ficou inaudível em vários momentos da performance. Sabemos que o tempo em festival é limitado, mas sacrificar a apresentação de Jet City Woman foi a reclamação comum dentre os fãs da banda. Mas, mesmo assim, o Queensrÿche fez um show muito bom, apagou a péssima lembrança de 2012 e ainda deixou um gosto de quero mais. O momento bastante esperado do dia chegou: a volta do Savatage aos palcos, depois de anos guardado na geladeira. E não pense que a banda chegou com cheiro e gosto de mofo, pois o esquema foi o oposto, isto é, chegou como uma banda renovada, segura e querendo provar novamente seu valor artístico. Embora o nervosismo de Zak Stevens (vocal), Chris Caffery (guitarra), Johnny Lee Middleton (baixo), Al Pitrelli (guitarra) e Jeff Plate (bateria) fosse aparente, o concerto foi redondo, com performances individuais impecáveis, som muito bem azeitado e imagens no telão em comum acordo com o teor lírico das canções. Do primeiro ao último acorde do espetáculo, os fãs participaram e fizeram valer a fama de plateia mais calorosa do mundo, o que deixou o clima leve e prazeroso a todos. Welcome, Sirens, Gutter Ballet e Hall of the Mountain King lavaram a alma de quem esperava por este show desde 1998, quando tocaram no Monsters daquele ano. Em Edge of Thorns, uma fã claramente desorientada invadiu o palco para atrapalhar o andamento da festa. No entanto, ela logo tomou o cartão vermelho e lhe deram chá de sumiço. Outro ponto que merece destaque, agora em tom positivo, foi a participação de Jon Oliva em Believe. Em comum sintonia com o vídeo do músico no telão, a banda tocou a canção que trouxe um caráter intimista ao evento. O hard rock sueco chegou com tudo na presença do experiente Europe, que não se intimidou com as atrações anteriores e logo tratou de mostrar as suas garras em hinos oitentistas como Rock the Night, Sign of the Times, Cherokee e The Final Countdown. Um show do Europe não tem errata, tampouco espaço para desânimo. Joey Tempest é um cantor acima da média e um mestre de cerimônias tarimbado, com experiência para fazer até os mortos dançarem, portanto, a performance do conjunto foi alegre e leve, ou seja, do

Savatage retorna aos palcos após 10 anos no Monsters of Rock Brasil; veja vídeos e setlist
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20/04/2025

Savatage retorna aos palcos após 10 anos no Monsters of Rock Brasil; veja vídeos e setlist

O Savatage retornou aos palcos após 10 anos no Monsters of Rock Brasil, que aconteceu no sábado (19 de abril) no Allianz Parque, São Paulo. O festival também contou com shows do Scorpions, Judas Priest, Europe, Opeth, Queensrÿche e Stratovarius. A formação presente na apresentação contava com Johnny Lee Middleton no baixo, Chris Caffery na guitarra, Al Pitrelli na guitarra, Jeff Plate na bateria e Zak Stevens no vocal. O vocalista e tecladista fundador da banda, Jon Oliva, estava ausente porque em 2023 ele sofreu uma fratura na vértebra que o deixou dependente de uma cadeira de rodas. Além disso, Oliva foi diagnosticado com esclerose múltipla e doença de Ménière, condições que complicaram ainda mais sua saúde. Confira o setlist e vídeos do show do Savatage no Monsters of Rock Brasil abaixo: 01. The Ocean02. Welcome03. Jesus Saves04. The Wake Of Magellan05. Dead Winter Dead06. Handful Of Rain07. Chance08. Gutter Ballet09. Edge Of Thorns10. Believe11. Sirens12. Hall Of The Mountain King Via: Rockbizz

Pete Townshend nega demissão de Zak Starkey do The Who: “Assumo a responsabilidade por parte da confusão”
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19/04/2025

Pete Townshend nega demissão de Zak Starkey do The Who: “Assumo a responsabilidade por parte da confusão”

Pete Townshend confirmou que Zak Starkey não foi demitido do The Who, apesar das especulações recentes. No início desta semana, surgiram relatos de que o baterista – filho de Ringo Starr e membro do The Who desde 1996 – havia sido demitido como resultado de uma “decisão coletiva” após uma série de shows no Royal Albert Hall para o evento beneficente Teenage Cancer Trust. O próprio Starkey pareceu confirmar a notícia na quarta-feira (16), dizendo à Rolling Stone que estava “muito orgulhoso” dos seus quase trinta anos com o The Who e que “continua sendo o maior fã deles”. Ele acrescentou: “Depois de tocar essas músicas com a banda por tantas décadas, estou surpreso e triste que alguém tenha se incomodado com a minha apresentação naquela noite, mas o que posso fazer?” Agora, no entanto, o guitarrista Pete Townshend negou que Starkey tenha sido demitido, escrevendo no Instagram: “Notícia de última hora! Quem apoia o Zak!” Em uma declaração mais longa no site da banda, publicada neste sábado (19), Townshend esclareceu a situação, escrevendo: “Houve alguns problemas de comunicação, pessoais e particulares, de todos os lados, que precisavam ser resolvidos, e foram discutidos com alegria”. Referindo-se aos quatro shows no Royal Albert Hall em março, o músico acrescentou que ele e o vocalista Roger Daltrey informaram Starkey que queriam que ele “aprimorasse seu estilo de bateria mais recente para se adaptar à nossa formação sem orquestra”, o que, segundo ele, o baterista “concordou prontamente” em fazer. “Assumo a responsabilidade por parte da confusão”, continuou Townshend, dizendo que a banda é “uma família” e que a história “veio à tona muito rápido” esta semana e “ganhou muito oxigênio”. O guitarrista observou que sentiu que Starkey “cometeu alguns erros” durante os shows, pelos quais se desculpou. “Acabou. Seguimos em frente agora com otimismo e entusiasmo”. Confira a publicação abaixo: Via: Rockbizz