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Igor Cavalera explica o uso de imagens demoníacas no início do metal brasileiro
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08/05/2025

Igor Cavalera explica o uso de imagens demoníacas no início do metal brasileiro

Igor Cavalera explica em podcast alemão os motivos que levaram o uso de imagens satânicas no início do metal extremo no Brasil. A questão estava ligada diretamente em “atacar a igreja” e um “ato de rebelião”. Durante a conversa com o White Centipede Noise no WCN Studios, o baterista falou sobre a forte presença da temática demoníaca nas primeiras bandas da cena na década de 1980, como o próprio Sepultura, o Sarcófago, Vulcano e Holocausto. O tema entra em contraste com a predominância da igreja católica no país. Segundo o músico, o uso dessas referências não eram uma adoração ao diabo, mas sim, ir contra a igreja. “Para nós, explicar a primeira onda de black metal que tivemos no Brasil não era realmente sobre adorar Satanás, mas sim sobre atacar a igreja, o que é uma grande diferença. Para nós, era muito mais político”,( via Blabbermouth) explicou Igor. Ele prosseguiu detalhando a visão crítica que as bandas tinham do papel da instituição religiosa na sociedade. “Porque a igreja está controlando tudo na América do Sul, e eles estão envolvidos na política, e como todos sabemos, eles são a coisa mais maligna. Eles entraram e realmente estupraram a terra com a colonização e tudo mais. Então, para nós, ir contra a igreja, foi um ato de rebelião. E para nós também fazia mais sentido atacar isso do que apenas atacar o governo em geral, porque eles são a mesma coisa na nossa visão. Então, quando você teve o Sex Pistols indo contra a rainha, para nós, nossa forma de agressão era tipo, ‘Não, vamos destruir a igreja’. Porque eles estão todos conectados.” Assista à participação de Igor Cavalera no podcast White Centipede Noise: Igor Cavalera fala sobre sua percepção Apesar de suas preferências pessoais em temas sombrios, Cavalera afirma que a banda não era formada por “adoradores de Satanás”. Em sua visão, tanto o bem quanto o mal, conhecidos popularmente, foram invenções da própria igreja. “Então, para nós, adorar isso, era quase tipo, ‘Ah, como é que vocês não aceitam Jesus, mas aceitam aquele, que é meio que — eles são o yin-yang.’” Igor também conectou a agressividade e temática com a sonoridade extrema que caracterizou o metal brasileiro da época: “Então foi daí que surgiu o movimento. Era sobre essa agressividade. E então, claro, musicalmente, era uma forma extrema de mostrar como queríamos nos rebelar.” Ele contrastou a abordagem das bandas brasileiras com o metal europeu e americano, que frequentemente abordava temas como dragões e castelos, considerados distantes da realidade brasileira. “Eles falavam sobre dragões e destruição de castelos. E nós pensávamos: ‘Essa não é a nossa realidade’. Então, acho que foi aí que começou.” LEIA TAMBÉM: Max e Igor Cavalera revivem era clássica do Sepultura com turnê e nova música Via: WikiMetal

“Tenho a ideia de fazer um projeto de reggae com Derrick Green”, revela Andreas Kisser (Sepultura)
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08/05/2025

“Tenho a ideia de fazer um projeto de reggae com Derrick Green”, revela Andreas Kisser (Sepultura)

O Sepultura vai encerrar as atividades em 2026, quando será o ponto final da Celebrating Life Through Death Tour. Ainda é um mistério o que os músicos – Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) – irão fazer após os compromissos do conjunto. Andreas, contudo, já deu uma pista do que pensa fazer. Em conversa com o apresentador Jarek Szubrycht, do canal Mystic Festival, ele comentou que tem a ideia de fazer um projeto de reggae com Derrick Green. “Tenho a ideia de fazer um projeto de reggae com o Derrick [Green] Quem sabe? [Risos] Gosto de manter as opções abertas. É um pouco assustador, mas, ao mesmo tempo, é muito emocionante sentir essa liberdade que podemos realmente expressar e ver o que acontece. Acho que é por isso que estamos parando: sair da zona de conforto, para nos distanciarmos disso e ter um ar diferente para respirar artisticamente”. Veja a entrevista na íntegra no tocador a seguir: Neste mês, o itinerário da Celebrating Life Through Death Tour é o seguinte: 23 – Porão do Rock – Brasília/DF29 – Ópera de Arame – Curitiba/PR30 – Arena Opus – Florianópolis/SC31 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre/RS Em junho, os caras vão para o Velho Continente para dar vida a uma agenda de mais de dez datas; veja o passo a passo aqui. Via: Rockbizz

Brad Arnold, do 3 Doors Down, é diagnosticado com câncer em estágio 4
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07/05/2025

Brad Arnold, do 3 Doors Down, é diagnosticado com câncer em estágio 4

Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, revelou na tarde desta quarta-feira, 7, que está lutando contra um carcinoma renal de células claras, ou ccRCC, um tipo de câncer renal. O vocalista, e único membro da formação original da banda, revelou a notícia em uma publicação emocionante nas redes sociais [transcrição via Blabbermouth]: “Espero que estejam tendo um ótimo dia hoje. Tenho uma notícia não tão boa para vocês. Então, eu estava doente há algumas semanas e depois fui ao hospital, fiz um check-up e recebi o diagnóstico de carcinoma renal de células claras que havia metastatizado para o meu pulmão. E está em estágio quatro, e isso não é nada bom”. “Mas sabe de uma coisa? Servimos a um Deus poderoso, e ele pode superar qualquer coisa. Então, não tenho medo. Sinceramente, não tenho medo nenhum disso. Mas isso vai nos forçar a cancelar nossa turnê neste verão. E pedimos desculpas por isso. Eu adoraria que vocês me elevassem em oração sempre que pudessem. Acho que talvez seja hora de eu ouvir ‘It’s Not My Time’ um pouco [música do 3 Doors DOwn lançado em 2008]. Muito obrigada, pessoal. Deus ama vocês. Nós amamos vocês. Até mais.” Com o resultado do diagnóstico de Arnold, o 3 Doors Down cancelou todas as datas de sua turnê já estavam anunciada, incluindo shows principais, festivais e datas como banda de abertura para o Creed. View this post on Instagram A post shared by 3 Doors Down (@3doorsdown) LEIA TAMBÉM: 3 Doors Down: Médico é inocentado de overdose que causou a morte do guitarrista Matt Roberts Via: WikiMetal

Within Temptation lança documentário ‘The Invisible Force’
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07/05/2025

Within Temptation lança documentário ‘The Invisible Force’

Within Temptation lançou nesta terça-feira, 06 de maio, o documentário Whitin Temptation: The Invisible Force, exclusivo no YouTube da banda. A produção de 23 minutos acompanha com detalhes a viagem da vocalista Sharon Den Adel e seu marido, o guitarrista Robert Westerholt à Ucrânia em meio aos conflitos com a Rússia. A sinopse oficial [via Blabbermouth] diz que Den Adel “viaja a Kiev para encontrar os fãs e oferecer a eles esperança durante uma apresentação em uma zona de guerra”. “Durante a visita, ela conhece o BLIND8 — uma jovem banda ucraniana com um som cru e poderoso — e os convida para participar da próxima turnê europeia da banda. Mas participar da turnê se mostra um desafio: os membros do BLIND8 podem enfrentar o serviço militar obrigatório e deixar o país é incerto.” O documentário revela como a guerra não afeta apenas os habitantes da Ucrânia, mas também a energia criativa e moral de artistas ao redor do mundo. LEIA TAMBÉM: Summer Breeze 2024: Within Temptation encerra segundo dia do festival Via: WikiMetal

Joe Satriani, Steve Vai e Glenn Hughes lançam single “I Wanna Play My Guitar”
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07/05/2025

Joe Satriani, Steve Vai e Glenn Hughes lançam single “I Wanna Play My Guitar”

Joe Satriani, Steve Vai e Glenn Hughes lançaram “I Wanna Play My Guitar”, o single de estreia do projeto SatchVai Band. Satriani falou sobre o novo trabalho à Guitar Player: “Quando comecei a compor esta música, não fazia ideia da importância das contribuições de Glenn e Steve. O que eles trouxeram para a faixa fez tudo acontecer”. O supergrupo é formado por Joe Satriani e Steve Vai, o guitarrista base Pete Thorn o baixista Marco Mendoza e o baterista Kenny Aronoff, com a participação especial de Glenn Hughes nos vocais do single de estreia. Comemorando quase cinco décadas de amizade musical, Joe Satriani e Steve Vai fizeram sua primeira colaboração musical em março de 2024 com “The Sea Of Emotion, Pt. 1” SatchVai Band realizará uma pequena turnê pela Europa que começará em 13 de junho passando por Londres, Paris, Copenhague e Amsterdã, além de apresentações em grandes festivais de verão europeus, como Hellfest, Umbria Jazz Festival e Guitares en Scene Fest. LEIA TAMBÉM: Dirkschneider & The Old Gang lança single com videoclipe “Time To Listen” Via: WikiMetal

Parkway Drive libera o clipe do novo som Sacred
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07/05/2025

Parkway Drive libera o clipe do novo som Sacred

O Parkway Drive liberou o clipe do novo som Sacred. O petardo é o primeiro registro de estúdio dos australianos desde o álbum Darker Still, que saiu no dia 09 de setembro de 2020 pelos selos independentes Resist e Epitaph. Sobre a canção, o vocalista Winston McCall disse: “A missão de Sacred é bem simples: ser uma bola de demolição antológica de energia positiva. As nossas vidas e a forma como existimos no mundo têm sido empurradas cada vez mais para além das lentes e molduras da negatividade e da desesperança. Temos obsessão por tudo o que nos falta, tudo o que odiamos, todos a quem culpamos e a tudo o que nos reprime. Vendemos as partes únicas e mais preciosas de nós mesmos apenas para comprar de volta pedaços manufaturados de nós mesmos, a fim de nos sentirmos inteiros novamente. Sacred é a nossa identidade e o nosso tempo. Nunca perca de vista e nunca perca a esperança”. Curta o vídeo de Sacred no tocador abaixo: No finalzinho de junho, o Parkway Drive iniciará um giro pelos Estados Unidos em promoção a Summer of Love Tour. Os shows, que vão até o final de julho, cobrirão as costas leste e oeste do país. Após esta etapa, a banda fará concertos na Europa e Reino Unido. Via: Rockbizz

Bangers Open Air 2025 é uma celebração da história do heavy metal
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07/05/2025

Bangers Open Air 2025 é uma celebração da história do heavy metal

Aconteceu entre os dias 2, 3 e 4 de maio de 2025 a terceira edição do Bangers Open Air, antigo Summer Breeze, e o evento merece efusivos elogios e um relato do que foram estes três dias no Memorial da América Latina, em São Paulo. Confira a cobertura de nossos colaboradores Caio Botrel e Luhana Botinelly e as fotos exclusivas de Jéssica Marinho. O festival não apenas atraiu uma enorme quantidade de fãs brasileiros, mas também contou com um público considerável vindo de outros países, ávido para vivenciar a experiência única que o Bangers oferece. Metalheads de diversas partes do mundo convergiram para São Paulo, tornando o festival um verdadeiro ponto de encontro global para os amantes do gênero. O evento nasceu em 2023, inspirado no festival alemão, Summer Breeze, que inclusive contou com o apoio da organização e, desde a primeira edição, já surpreendeu com os nomes trazidos ao Brasil. Nesta edição quase inaugural, a estrutura montada para receber milhares de headbangers, percebe-se, foi cuidadosamente pensada em cada detalhe, com localização de fácil acesso até a disposição dos palcos e áreas de alimentação. Outro ponto que merece destaque é a extrema organização do processo de credenciamento para a imprensa. O acesso foi facilitado, com um processo ágil e sem complicações, permitindo que os jornalistas e profissionais da área se concentrassem em cobrir o evento da melhor forma possível. A excelência na organização foi tamanha que até mesmo um dos nomes mais exigentes do cenário heavy metal, tanto nacional quanto internacional, Aquiles Priester, não hesitou em tecer elogios durante o show de uma das maiores bandas da história do rock, W.A.S.P. O elogio de Priester já é o prelúdio da opinião de quem vos escreve. Senso de comunidade Uma iniciativa particularmente louvável do Bangers Open Air foi a abertura de espaço para bandas de menor alcance e popularidade, permitindo que o próprio público votasse para integrá-las à programação. Essa demonstração de apreço pela diversidade musical e pela participação dos fãs na construção do evento enriqueceu a experiência de modo particular. Repito: a organização demonstrou atenção aos mínimos detalhes, mas vale o destaque especial para a divulgação do festival. A atmosfera criada nos eventos de promoção pré-festival, as postagens interativas nas redes sociais e a divulgação cadenciada das bandas que comporiam o line-up geraram uma grande expectativa, alimentando a torcida do público pelo anúncio das suas bandas favoritas e criando um senso de comunidade antes mesmo dos portões se abrirem. A equipe do Wikimetal realizou a cobertura de cerca de 35 bandas durante os três dias de evento, e um dos destaques inegáveis foi a pontualidade. A entrada de cada banda nos palcos era rigorosamente cronometrada, e mesmo eventuais atrasos foram mínimos, raramente ultrapassando 5 ou 10 minutos. O cancelamento de três bandas Entretanto, o cancelamento de três bandas, especialmente por representarem um nicho do metal moderno, acabou se tornando o calcanhar de Aquiles desta edição. Essa ausência gerou uma certa insatisfação entre os fãs que não se identificam tanto com o eixo thrash-power metal que acabou predominando no line-up final. Vale lembrar que o foco do Bangers Open Air, desde suas edições anteriores, reside em trazer ao Brasil bandas renomadas dentro do cenário rock e heavy metal, mas que talvez não possuam o apelo massivo para figurar em festivais mais “comerciais” como o Rock in Rio. A grandiosidade de bandas como Kreator, Testament, Kamelot, Ensiferum e entre outros, é inegável, especialmente pela fidelidade de seu público, e é mérito do Bangers Open Air acolher esses ícones em um palco dedicado aos verdadeiros headbangers. Esta foi a primeira edição “flying-solo” do Bangers Open Air, e o aprendizado para a organização é um processo contínuo, identificando o que funciona e o que precisa ser aprimorado e aqui reside a certeza que a insatisfação do público deverá ser levada em consideração nas próximas edições. Dada a sua abertura ao gosto diversificado do público metal, a aposta é que a próxima edição, em abril de 2026, irá compensar as ausências sentidas este ano. Apesar desse ponto sensível, o festival, de forma geral, não decepcionou os fãs presentes. Decibéis ao Limite, ultrapassando a barreira do som Outro aspecto que merece um breve comentário diz respeito ao volume do som. Sabemos que os headbangers gostam de um som alto, mas em algumas apresentações, o volume extrapolou o limite do confortável, tornando, por vezes, incômodo permanecer próximo às caixas de som. Um exemplo notório foi a apresentação da banda Paradise Lost e também as bandas que se apresentaram no Waves Stage, onde, por se tratar de um ambiente fechado, a reverberação do som ecoava pelo auditório, dificultando, por vezes, até mesmo a distinção dos instrumentos. Contudo, esses são ajustes pontuais que certamente servirão de aprendizado para a próxima edição, que já é aguardada com a mesma ansiedade e carinho em abril de 2026. Bangers Open Air confirma edição para 2026 Atualmente, na humilde opinião de quem vos escreve, o Bangers Open Air ascende ao trono de melhor festival do gênero no país, ostentando com orgulho um troféu de organização exemplar em diversos aspectos cruciais para a experiência do público: acessibilidade para pessoas com deficiência, ambulatório médico, espaço dedicado às crianças, palco para bandas emergentes, área para autógrafos e fotos com os artistas, palco para as grandes atrações, uma variada e acessível oferta gastronômica, e um espaço de comércio e interação enriquecido por atividades paralelas, como a mini Horror Expo. Vale repetir a mensagem da Redação na despedida do festival. O silêncio da música e o apagar das luzes deixaram um gosto de saudade, em uma curiosa sinestesia. Aguardamos com grande expectativa a edição de 2026, nos despedindo de uma edição que, para esta equipe de imprensa e para incontáveis fãs que cruzaram o país, representou um dos momentos mais aguardados e bem aproveitados do ano. LEIA TAMBÉM: System of a Down: Saiba como foi o show em Curitiba Via: WikiMetal

Whitesnake, Loudness, Opeth e mais: CDs ganham novas edições no Brasil
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07/05/2025

Whitesnake, Loudness, Opeth e mais: CDs ganham novas edições no Brasil

A parceria entre Wikimetal e Oporto da Música está trazendo mensalmente ao mercado brasileiro uma variedade de discos clássicos de rock e metal que antes nunca tinham sido disponibilizados em CD ou eram difíceis de encontrar no país, vários deles em edição especial com slipcase. Veja abaixo os álbuns que já estão disponíveis nas principais lojas e online na Wikimetal Store: Whitesnake Slide It In, sexto projeto do Whitesnake, foi amplamente considerado um lançamento fundamental para a banda, pois marcou seu sucesso inicial nos Estados Unidos e lançou as bases para seu avanço no final da década dos anos 80. Notavelmente, foi o último disco a apresentar o logotipo original “snake”. A versão disponibilizada é a edição remasterizada de 2019. Loudness Loudness foi o primeiro grupo de metal japonês assinando um contrato de gravação fora de seu país natal no início dos anos oitenta. Lightning Strikes é o segundo trabalho cantado em inglês. Opeth Lançado em 2005, Ghost Reveries é o oitavo projeto do Opeth, sendo o primeiro desde ‘Still Life’ (1999) a não ser produzido por Steven Wilson. É também o primeiro a incluir o tecladista Per Wiberg como membro permanente e o último a incluir o baterista Martin Lopez e o guitarrista de longa data Peter Lindgren. Heritage (2011), por sua vez, tem um som mais de rock progressivo, algo que o grupo queria fazer há algum tempo, resultando em um forte contraste com o death metal progressivo dos nove discos anteriores. Satyricon O sexto álbum do Satyricon, Now, Diabolical (2006), evidencia a força da sonoridade sombria e impactante da banda norueguesa de black metal. Foghat Live é o trabalho mais vendido do Foghat, com mais de dois milhões de cópias vendidas e certificado como dupla platina nos Estados Unidos. Via: WikiMetal

Ready To Be Hated anuncia pré-venda de seu álbum de estreia com encarte que se transforma em jogo de tabuleiro
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07/05/2025

Ready To Be Hated anuncia pré-venda de seu álbum de estreia com encarte que se transforma em jogo de tabuleiro

Após disponibilizar alguns singles, videoclipes e fazer sua primeira apresentação ao vivo no Bangers Open Air, o supergrupo brasileiro Ready To Be Hated – formado por Luis Mariutti, Thiago Bianchi, Fernando Quesada e Rodrigo Oliveira – anunciou a pré-venda de seu álbum de estreia, The Game of Us. O álbum apresenta uma proposta única e inovadora: o encarte do CD se desdobra em um tabuleiro jogável, com regras, objetivos e 43 casas inspiradas em fatos da trajetória dos integrantes. Acompanhado de um design meticuloso e sombrio, o projeto convida o ouvinte a mergulhar – casa por casa, faixa por faixa – nos altos e baixos de vidas dedicadas à música, à superação e à resistência. A pré-venda de The Game of Us está disponível no site planetarock.com.br/ready-to-be-hated com direito a audição exclusiva do álbum em live privada no canal do Luis Mariutti. O debut do Ready To Be Hated retrata as alegrias e aflições vividas pelos seus integrantes, que se conectam aos sentimentos e vivências do ouvinte, colocando suas histórias pessoais em jogo, literalmente. Na capa, uma família se entretém jogando The Game of Us, alheia ao colapso do próprio mundo ao redor, criando uma metáfora visual que ressalta uma das críticas do álbum: a tendência de se apegar a distrações enquanto a realidade desmorona ao redor. Outro pilar central do disco é a ideia de que “o jogo diverte, mas a luta permanece invisível”, funcionando como uma extensão do discurso artístico da banda. Enquanto muitos se distraem julgando, opinando e consumindo a vida dos outros, inclusive dos artistas, ignoram as batalhas internas silenciosas que estes enfrentam para continuar criando e existindo. O disco expõe essa dualidade: o espetáculo visível e a dor oculta, ambos fundamentais para sustentação da arte. “The Game of Us não é apenas um disco para se ouvir, é uma experiência para se viver”, destaca Luis Mariutti. Tracklist de The Game of Us: 1 – The One2 – Something to Say3 – Forgettable4 – The Old Becomes the New5 – For the Truth!6 – The Game of Us7 – Searching for Answers8 – Us Against Them9 – The Great Gift of Life Confira o videoclipe de Something to Say abaixo: Via: Rockbizz

Quando Audioslave fez o primeiro show de rock americano em Cuba
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06/05/2025

Quando Audioslave fez o primeiro show de rock americano em Cuba

Há 20 anos, em 06 de maio de 2005, Audioslave realizava um feito histórico na carreira. O grupo foi a primeira banda americana de rock a tocar em Cuba. O show gratuito aconteceu na esplanada da Tribuna Anti-Imperialista José Martí, em Havana, Cuba, para um público de 70 mil pessoas. No repertório, 24 músicas, entre os sucessos “Cochise”, “I Am the Highway”, “Show Me How to Live” e “Like a Stone”, e covers de Soundgarden e do Rage Against The Machine. A barreira do governo americano para o show do Audioslave O fato é que esta apresentação marcou a primeira vez que uma banda de rock americana foi autorizada a tocar no país. A apresentação do grupo americano foi possível após uma colaboração entre o governo dos Estados Unidos e o Instituto Cubano de La Musica, pois naquela época, cidadãos dos EUA precisavam de autorizações especiais para entrarem no país latino. Na época, o governo americano era comandado por George W. Bush, e Cuba já havia dado uma abertura para autorizar o show, mas o problema principal era dinheiro, segundo entrevista do Chris Cornell à Folha de S.Paulo: “Eles implicaram com a questão dos gastos para o show na ilha, queriam saber para onde iria o dinheiro. Implicaram com o fato de tirar dinheiro dos EUA para Cuba [o que é proibido], com o fato de um vídeo feito em Cuba ser vendido comercialmente… tudo era um problema, não podíamos gastar mais do que US$ 70 ou algo assim por dia, uma quantia que mal dava para comer, porque eles não queriam que deixássemos dinheiro americano lá.” “Nossa ida à Cuba teve a ver com a música, pagamos para ir tocar em um lugar que não tem a chance de ver uma banda de rock como a nossa, basicamente porque nosso país não deixa ninguém ir para lá. Conseguimos romper isso e acho que fomos recebidos não como pessoas que concordam com a política cubana ou como representantes da política norte-americana, mas como músicos que foram lá mostrar suas canções”, afirma Cornell. O acontecimento rendeu o DVD Live in Cuba, com o show completo e um documentário com cenas da banda passeando em Cuba. Durante a apresentação, Cornell disse que aquele era o show mais longo do Audioslave em toda carreira. Formado no início dos anos 2000, o supergrupo Audioslave teve uma existência breve, formado pelo vocalista Chris Cornell, ex-Soundgarden, o guitarrista Tom Morello, o baixista Tim Commerford e o baterista Brad Wilk, egressos do Rage Against the Machine. LEIA TAMBÉM: Soundgarden entra para o Rock and Roll Hall Of Fame Via: WikiMetal

“Eu não vou largar o Sepultura para vender carros; vou continuar na música”, declara Andreas Kisser
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06/05/2025

“Eu não vou largar o Sepultura para vender carros; vou continuar na música”, declara Andreas Kisser

Em março de 2024, o Sepultura iniciou a Celebrating Life Through Death Tour, que é a sua derradeira turnê mundial. Para um giro tão importante, que irá se estender até o ano que vem, o quarteto está repassando a sua discografia em duas horas de apresentação, além disto, elevou o padrão de produção de seu palco, com imagens nos telões que refletem o teor lírico e musical de cada canção do set. O líder e guitarrista da banda, Andreas Kisser, conversou com o apresentador Jarek Szubrycht, do canal Mystic Festival, e falou sobre os seus planos após a tour final do grupo. Ele ainda declarou em tom de brincadeira que não irá largar o Sepultura para vender carros, ou seja, vai continuar na música. “Desde que entrei para o Sepultura em 1987, nós nunca paramos! Mesmo durante o lockdown, criamos um álbum. Quando mudamos de vocalista, empresário e tudo mais, estávamos sempre ensaiando, sempre trabalhando para o futuro e etc. E parece que é um bom momento para parar, porque ainda somos jovens o suficiente para termos motivação para começar algo do zero. Claro que eu estarei envolvido com música. É o que eu faço! É o que eu amo fazer. Não vou largar do Sepultura para vender carros ou algo assim. Vou continuar fazendo música. Ainda estudo música”. Kisser adicionou: “Eu não estou muito preocupado com o meu futuro pós-Sepultura. Gosto de aproveitar o momento presente. Os shows estão fantásticos. Estamos felizes! Tenho muitas opções diferentes. Quero fazer uma vídeo aula de violão. As opções estão abertas”. Eis o bate-papo na íntegra logo abaixo: Via: Rockbizz

Maestrick leva o metal progressivo a novo patamar com Espresso Della Vita: Lunare
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06/05/2025

Maestrick leva o metal progressivo a novo patamar com Espresso Della Vita: Lunare

Com participações especiais de Tom Englund (Evergrey), Roy Khan (Conception, ex-Kamelot), Jim Grey (Caligula’s Horse), Maracatu Movimento Baque Mulher, Giulia Nadruz e Coral Sharsheret, o Maestrick levou o metal progressivo a novo patamar com Espresso Della Vita: Lunare. Aclamada por sua ousadia e criatividade, a banda brasileira acabou de lançar seu novo álbum de estúdio pela gravadora italiana Frontiers Music Srl. A obra, que chegou ao streaming no dia 02 de maio, foi produzido, mixado e masterizado por Adair Daufembach. A capa foi de autoria da artista plástica Juh Leidl, colaboradora e amiga da banda desde o álbum Solare. Ouça o álbum Espresso Della Vita: Lunare: https://ffm.to/maestricklunare. Inspirado na literatura clássica e na complexidade da experiência humana, o álbum utiliza a metáfora de uma viagem de trem para representar as fases da vida. O protagonista, revelado no final como Dante, atravessa estações que simbolizam os altos e baixos emocionais de cada indivíduo – do inferno pessoal ao paraíso interior. “Lunare é o nosso álbum mais ousado e emocional. Ele reflete nossos medos, esperanças e contradições. É sobre o que nos torna humanos. Encerrar essa jornada foi como concluir um ciclo de autoconhecimento. Mal posso esperar para que as pessoas embarquem nesse trem com a gente”, explicou o vocalista Fábio Caldeira. Além de Fábio, o grupo tem os os trabalhos de Guilherme Carvalho (guitarra), Renato “Montanha” Somera (baixo) e Heitor Matos (bateria). Track listing de Espresso Della Vita: Lunare: A Very Weird BeginningUpside DownBoo!Ghost CasinoMad WitchesSunflower EyesThe RootDance of HadassahAgbaraLunar VortexEtherealThe Last Station (I A.M. Leaving) Via: Rockbizz

Iron Maiden mostra os equipamentos de Adrian Smith usados na The Future Past Tour
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06/05/2025

Iron Maiden mostra os equipamentos de Adrian Smith usados na The Future Past Tour

O Iron Maiden mostrou os equipamentos de Adrian Smith usados na The Future Past Tour, que foi um giro mundial entre os anos de 2023 e 2024, o qual se ateve nos álbuns Somewhere in Time (1986) e Senjutsu (2021), o que foi uma forma de unir o passado e o presente do grupo. O encarregado de fornecer os detalhes foi o roadie Sean Brady, que é um parceiro de trabalho de Adrian há vinte anos. O guitar tech mostrou o principal instrumento de Smith, que é a Jackson SDXQ de cor verde, e a Gibson Les Paul Custom preta, que ganhou luz na execução de Time Machine. O set acústico também recebeu atenção do profissional, portanto, o violão que serviu para a introdução de The Writing on the Wall ganhou explicações e holofote de Brady. Assista o vídeo completo com todos os pormenores dos equipamentos usados por Adrian Smith na The Future Past Tour: A Donzela de Ferro vai voltar aos palcos no dia 27 de maio em Budapest, Hungria, com o pontapé inicial da Run For Your Lives World Tour, cujo o foco são em seus nove primeiros discos, isto é, entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992). Via: Rockbizz

Guns N’ Roses inicia nova turnê e estreia novo baterista
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06/05/2025

Guns N’ Roses inicia nova turnê e estreia novo baterista

Guns N’ Roses iniciou sua aguardada turnê mundial Because What You Want & What You Get Are Two Completely Different Things na última quinta-feira, 1 de Maio, no Songdo Moonlight Festival Park, em Incheon, Coreia do Sul. A banda, liderada por Axl Rose, entregou um setlist de 22 músicas, mantendo a essência de suas apresentações após uma pausa de um ano e meio. O início da nova turnê trouxe também a primeira apresentação de Isaac Carpenter, que substituiu o antigo baterista Frank Ferrer, que teve sua saída da banda em março deste ano após quase duas décadas como baterista do Guns N’ Roses. Guns N’ Roses altera o setlist Desde 2012, esta foi a primeira vez que a banda iniciou seus shows com a clássica “Welcome to the Jungle” ao invés da canção “It’s So Easy” que os fãs já estavam acostumados a ter como a abertura dos shows, fora isto, o set não teve mudanças significativas, ficando bem próximo ao dos shows em que a banda já seguia se apresentando. Além das músicas icônicas, o setlist contou com alguns covers. Neste show, a banda apresentou covers de “Knockin’ on Heaven’s Door”, de Bob Dylan, “Live and Let Die”, do Wings, “Wichita Lineman”, de Glen Campbell, e “Slither”, clássico do Velvet Revolver. Algumas canções como “Don’t Cry” e “Street of Dreams” também ficaram de fora do set. Com datas de turnê até 31 de julho, o Guns ainda não fez nenhum anúncio oficial sobre datas na América do Norte ou América do Sul. Guns N’ Roses Setlist 1. “Welcome to the Jungle”2. “Bad Obsession”3. “Mr. Brownstone”4. “Chinese Democracy”5. “Live and Let Die” (Wings cover)6. “Slither” (Velvet Revolver cover)7. “Perhaps”8. “Estranged”9. “Double Talkin’ Jive”10. “Coma”11. “Sorry”12. “Better”13. “Knockin’ on Heaven’s Door” (Bob Dylan cover)14. “It’s So Easy”15. “Rocket Queen”16. Slash guitar solo (“Pride & Joy” by Steve Ray Vaughan and Double Trouble)17. “Sweet Child O’ Mine”18. “November Rain”19. “Wichita Lineman” (Jimmy Webb cover)20. “Patience”21. “Nightrain”22. “Paradise City” LEIA TAMBÉM: Black Sabbath adiciona Guns N’ Roses, Tool e Rival Sons ao seu show de despedida Via: WikiMetal

“Meu filho mais novo falou que eu parecia o Donkey Kong quando estava tocando bateria”, diz Iggor Cavalera
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06/05/2025

“Meu filho mais novo falou que eu parecia o Donkey Kong quando estava tocando bateria”, diz Iggor Cavalera

Cada músico tem a sua forma de se expressar no palco: tem gente que fica com o foco no instrumento, há quem goste de correr para todos os lados e por aí vai. O baterista brasileiro, Iggor Cavalera, falou, durante entrevista ao canal Drumtalk, sobre o seu perfil de performance. O baterista até comentou que seu filho mais novo o chamou de Donkey Kong na primeira vez que o assistiu ao vivo. DK é um gorila forte e bastante conhecido aos fãs de jogos eletrônicos, pois o primeiro game da franquia saiu no comecinho dos anos 1980. O sucesso estrondoso do personagem foi na década de 90, com o console Nitendo e Super Nitendo. “Energia é uma parte muito importante da minha forma de tocar bateria”, começou Iggor. “Eu lembro que na primeira vez que o meu filho mais novo foi me ver tocar ao vivo, ele era pequeno, mas me falou que eu parecia o Donkey Kong quando estava tocando bateria”, contou aos risos. “Então, acho que sou um tipo de animal na bateria! Sou bastante primitivo”, destacou. “Expresso muito das minhas emoções pela minha bateria, o que inclui bater bem pesado e ser bastante agressivo em certas partes do show”, refletiu. “É como uma terapia para mim! Faço isso por uma hora e meia, e vou para cama bem leve, depois disso. A minha personalidade como baterista é muito mais focada na energia do que em qualquer outra coisa”, finalizou o músico. Confira o bate-papo na íntegra no tocador a seguir: Via: Rockbizz

Iggor Cavalera explica qual é a sua régua para medir o sucesso: “Não é ter uma Ferrari dourada”
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05/05/2025

Iggor Cavalera explica qual é a sua régua para medir o sucesso: “Não é ter uma Ferrari dourada”

Sucesso é algo suscetível a muitas interpretações, ou seja, o que é êxito para um indivíduo pode ser uma derrota para outra pessoa. Portanto, não existe um medidor para aferir com exatidão este tópico, e cabe a cada um mensurar os seus objetivos e conquistas. E foi o que o baterista brasileiro Iggor Cavalera (Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) fez em entrevista ao canal Drumtalk. Ele explicou qual é a sua régua para medir o sucesso e ponderou que não é ter uma Ferrari dourada ou uma Limosine. “Eu tenho que dizer que sucesso, na minha avaliação, é ser capaz de fazer algo que você ama por muito tempo. Ter sucesso até o ponto em que você se sinta confortável com o que faz e não sacrifique sua integridade como músico, como baterista, só para ganhar dinheiro. Então, isso é sucesso para mim. Ele continuou: “Não é ter uma Ferrari dourada! Não é ter limusines e tudo mais. É fazer algo que você ama e manter isso por alguns anos. É isso que tento mostrar aos meus filhos. E não importa em que campo você esteja trabalhando. Pode ser qualquer coisa, se você tiver essa paixão e gostar do que faz, você terá sucesso”. “Isso não significa que você é rico. Não significa que você é milionário. Significa apenas que você é bem-sucedido consigo mesmo. E é assim que eu avalio as coisas”, finalizou em tom assertivo. Eis o bate-papo na íntegra no player abaixo: Via: Rockbizz

Steven Tyler e Joe Perry se apresentam juntos  pela primeira vez desde o cancelamento da turnê do Aerosmith
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05/05/2025

Steven Tyler e Joe Perry se apresentam juntos pela primeira vez desde o cancelamento da turnê do Aerosmith

Steven Tyler e Joe Perry, vocalista e guitarrista do Aerosmith, se apresentaram juntos pela primeira vez desde que a turnê de despedida da banda, Peace Out…, abandonada em setembro de 2023. A dupla se apresentou em um evento privado em São Francisco, na semana passada, para a organização beneficente Tyler, Janie’s Fund, fundada por Tyler em 2015 para apoiar meninas vulneráveis ​​que sofreram abuso e negligência. O show contou também com Nuno Bettencourt, guitarrista do Extreme, Matt Sorum e ex -baterista do Guns N’ Roses, Matt Sorum. O supergrupo apresentou cinco clássicos do Aerosmith: “Toys in the Attic”, “Same Old Song and Dance”, “Sweet Emotion”, “Dream On” e “Walk This Way”. Aerosmith anunciou sua aposentadoria dos palcos em 2024. O grupo estava em turnê de despedida, desde setembro de 2023, mas precisou cancelar a maioria das datas após o vocalista Steven Tyler sofrer uma lesão nas cordas vocais durante um show. Steven Tyler retornou aos palcos em fevereiro desde ano, pela primeira vez, desde que a banda anunciou sua aposentadoria das turnês, em outro evento do Janie’s Fund em Hollywood. View this post on Instagram A post shared by Steven Tyler (@iamstevent) LEIA TAMBÉM: Aerosmith: Joe Perry não sabe se banda fará novo álbum Via: WikiMetal

Death Angel lança “Wrath (Bring Fire)”, nova música após seis anos
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05/05/2025

Death Angel lança “Wrath (Bring Fire)”, nova música após seis anos

Death Angel, banda de trash metal americana, lançou” Wrath (Bring Fire)” nova faixa após seis anos. O lançamento antecede a turnê europeia Summer Of Wrath, agendada para o verão de 2025. Além disso, Mark Osegueda, vocalista da banda, comentou sobre o processo criativo da nova música (via Blabbermouth): ” ‘Wrath (Bring Fire)‘ é a primeira música do Death Angel com a banda inteira a ser lançada desde o nosso álbum ‘Humanicide’, indicado ao Grammy em 2019. Esta música foi, no entanto, escrita durante a pandemia. Eu escrevi a letra e a melodia desta música em janeiro de 2021. Durante esse tempo, eu estava, como todos nós, preso em casa, perdido, com raiva e muito confuso. Eu também estava assistindo muito mais televisão do que o normal.” Contudo, o vocalista completa dizendo que muitos programas de televisão abordavam o tema medieval/fantasia. No entanto, esses tópicos eram novidade para ele. “Todos nós precisávamos de novas formas de escapismo do inferno mundial que estávamos passando. Dito isso, foi parcialmente o que inspirou estas letras. Uma fantasia antiga/medieval do fim da guerra mundial encontra minha abordagem real em disputas.” Confira “Wrath (Bring Fire)” no link abaixo: Death Angel celebra 35° aniversário do álbum Act III Além do novo single e da turnê, o Death Angel também se prepara para sua décima apresentação anual de Natal, onde planeja executar o álbum Act III na íntegra. Portanto, o álbum completa 35 anos. A apresentação está planejada para dia 18 de dezembro no The Fillmore, em São Francisco. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Steven Wilson, Death Angel, Puddle Of Mudd e mais Via: WikiMetal

Bangers Open Air confirma edição de 2026
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05/05/2025

Bangers Open Air confirma edição de 2026

Bangers Open Air está oficialmente confirmado para 2026. A produção do festival surpreendeu ao anunciar as datas da próxima edição. O Bangers Open Air 2026 acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, entre os dias 25 e 26 de abril. A organização do evento divulgou também que a venda dos blind tickets, os ingressos promocionais vendidos antes do line-up ser revelado, começa no próximo dia 6 de abril, às 14h através do site. A edição de 2025 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 2 e 4 de maio e entregou um festival memorável com atrações como Doro, Sabaton, Avantasia, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 03 e domingo, dia 04. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Steven Wilson, Death Angel, Puddle Of Mudd e mais Via: WikiMetal

Bangers Open Air: Confira as fotos do segundo dia do festival
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04/05/2025

Bangers Open Air: Confira as fotos do segundo dia do festival

O sábado, segundo dia do Bangers Open Air foi recheado de grandes bandas e apresentções que emocionaram o público. Destaque para os shows de Matanza Ritual, Lacrimosa, Kamelot, Powerwolf e claro, do headliner, Sabaton. Confira a cobertura de nossos colaboradores Caio Botrel e Luhana Botinelly e as fotos exclusivas de Jéssica Marinho. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2025: saiba como foi o warm up do festival Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2025: Sabaton entrega show histórico
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04/05/2025

Bangers Open Air 2025: Sabaton entrega show histórico

O Bangers Open Air 2025 teve seu ponto alto na noite deste sábado, 3 de maio, com o aguardado show do Sabaton. Os suecos subiram pontualmente às 20h15 no Hot Stage, liderando uma multidão ansiosa e empolgada. Com uma performance intensa, precisa e carregada de carisma, a banda consolidou ainda mais sua posição entre os grandes nomes do metal contemporâneo. Confira a cobertura de nossos colaboradores Caio Botrel e Luhana Botinelly e as fotos exclusivas de Jéssica Marinho. O show começou com a clássica “Ghost Division”, que teve um impacto imediato, com o público respondendo com total entrega logo nos primeiros minutos. Na terceira faixa, aconteceram alguns problemas técnicos: as luzes do palco se apagaram brevemente, e os telões ficaram com iluminação fraca. No entanto, a situação foi rapidamente resolvida, sem que isso afetasse o ritmo da apresentação. Uma das grandes surpresas da noite foi a execução de “Carolus Rex”, do álbum homônimo de 2012, na versão sueca! A faixa, um dos maiores hinos do Sabaton, conquistou ainda mais o público, que cantou junto, celebrando a coragem e o poder das letras históricas da banda. Entre os momentos mais marcantes da apresentação, destaque para a execução de “Smoking Snakes”, música que homenageia os pracinhas brasileiros que lutaram na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A resposta do público foi imediata, com vários sinalizadores nas cores verde e amarela acesos na plateia, reforçando o vínculo emocional e histórico que a banda cultivou com os fãs brasileiros ao longo dos anos. Outro momento notável foi o grande coro da plateia que introduziu “Swedish Pagans”. Quando as primeiras notas da música foram tocadas pelo Thobbe Englund – conforme tradição, foi possível ouvir todo o Memorial da América Latina cantando em uníssono. Era visível o sorriso no rosto dos músicos, que não esconderam a satisfação ao ver toda a plateia cantando a letra da música com tanta energia e entusiasmo. Essa conexão entre banda e público foi um dos pontos altos da noite. É fácil perceber que a amizade entre os músicos é genuína. Eles brincam e riem entre si o tempo todo, criando uma conexão natural e espontânea com o público. A cada piada ou interação descontraída no palco, risadas ecoavam pela plateia, criando um clima leve e positivo. Esse espírito de camaradagem atingiu seu ápice quando a produção entregou uma guitarra da Hello Kitty para Joakim Brodén. Ele, rindo, comentou: “Não foi essa guitarra que eu pedi para trazer na mala lá na Suécia!”, ao que Thobbe respondeu: “Não! Essa é a guitarra que nós trouxemos para você usar… bonita, né?”. Todos caíram na gargalhada. Outro momento divertido aconteceu entre os guitarristas Thobbe e Chris Rörland, que dividiram o público ao meio e iniciaram uma “batalha” para ver quem conseguia fazer mais barulho. A brincadeira acabou quando Joakim, com seu bom humor característico, disse que, sendo o vocalista, o público dele era “todo ele”, e assim, ele venceu a disputa. O baixista Pär Sundström também assumiu o microfone por alguns minutos para expressar a surpresa da banda com a recepção calorosa. Contou que o Sabaton estava há seis meses sem se apresentar ao vivo e que, após deixar um inverno rigoroso na Suécia, desembarcaram no calor do Brasil. A energia da plateia fez a banda relembrar o quanto é gratificante estar no palco. Em seguida, Pär pediu que todos acendessem as lanternas dos celulares e, com uma pitada de humor, comentou: “Bom, lá na Suécia está frio… aqui está quente. Mas a gente estava pensando: como poderíamos tocar essa música no calor brasileiro? Bom, vocês estão me lembrando uma árvore de Natal com essas luzes!”. A fala arrancou risos e aplausos, servindo como introdução perfeita para “Christmas Truce”. A última vinda do Sabaton ao Brasil havia sido em 2019, e a longa espera valeu a pena. Em entrevista recente à Wikimetal, o guitarrista Thobbe afirmou que a banda estava preparando uma noite mágica para o Bangers Open Air, prometendo que ninguém — nem o público, nem os próprios músicos — sairiam desapontados. A promessa foi cumprida com louvor. O Bangers Open Air 2025 acertou ao escalar um headliner digno para a noite de sábado, pois o show do Sabaton foi definitivamente um dos melhores do festival, com a energia certa para o encerramento perfeito de um dia incrível. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2025: saiba como foi o warm up do festival Via: WikiMetal

Possessed: Jeff Becerra presta homenagem ao falecido guitarrista Brian Montana
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03/05/2025

Possessed: Jeff Becerra presta homenagem ao falecido guitarrista Brian Montana

Jeff Becerra, vocalista/baixista do Possessed, prestou uma homenagem ao ex-guitarrista da banda, Brian Montana, morto na segunda-feira (28 de abril) durante um tiroteio com a polícia nos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (02 de maio), através das redes sociais da banda, Becerra escreveu: “Eu simplesmente sinto que as pessoas deveriam saber que Brian Montana era um cara muito legal. Ele era jovial e um cavalheiro. Ele gostava de artes marciais e era um excelente guitarrista”. “Brian estava sempre contando piadas e era uma boa pessoa. Embora não nos falássemos com frequência e apenas um telefonema aqui e ali”, ele acrescentou. “O Brian que eu conheço é de quando ainda éramos jovens, no início do Possessed. Ele não era nada parecido com o que estou vendo sendo escrito sobre ele. Na verdade, acho que esse é um dos motivos que o levaram a deixar o Possessed. Ele simplesmente não estava disposto a ser tão sombrio quanto queríamos que ele fosse naquela época. Queríamos aquela imagem maligna, e Brian era tão despreocupado, até mesmo bobo no bom sentido”. Jeff continuou: “Ele obviamente estava passando por algumas dificuldades e acho que este é o momento de sermos respeitosos com a família e os amigos de Montana, pois este é um momento trágico para eles. Tenho certeza de que há muito mais nesta história, mas cabe à família de Brian contar ou não. Sei que ainda sinto que esta é uma grande perda e estou profundamente triste”. Brian Montana foi membro do Possessed de 1983 a 1984. Embora não tenha tocado em nenhum álbum de estúdio, sua participação pode ser ouvida na demo Death Metal de 1984. Após sair do grupo, Montana tornou-se membro da banda Abnormal, que teve vida curta, aparecendo em sua única demo, Demon-Stration. Via: Rockbizz

Bangers Open Air 2025: saiba como foi o warm up do festival
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03/05/2025

Bangers Open Air 2025: saiba como foi o warm up do festival

Hoje, São Paulo pulsou com o warm-up do tão aguardado Bangers Open Air. O festival acontecerá entre os dias 02, 03 e 04 de maio de 2025. As portas do festival foram abertas ao público por volta das 14h15. Logo em seguida, os presentes começaram a se aglomerar em frente ao Ice Stage, onde aconteceu o primeiro show do warm up. A entrada ocorreu de forma tranquila e bem organizada, o que contribuiu para um início de evento positivo e sem contratempos. Confira a cobertura de nossos colaboradores Caio Botrel e Luhana Botinelly e as fotos exclusivas de Jéssica Marinho. Kissin’ Dynamite – abertura do warm up O festival teve início pontualmente com o show dos alemães do Kissin’ Dynamite, que se apresentaram pela primeira vez no Brasil, no Ice Stage. Com uma performance extremamente enérgica, a banda conquistou o público logo nos primeiros minutos. Foi um início impressionante de festival, com os alemães surpreendendo positivamente pela intensidade e presença de palco. Foi marcante ver a plateia cantando e dançando ao som de todas as músicas, passando pelos clássicos dos primeiros álbuns até o mais recente Back With A Bang (2024). Os músicos estavam visivelmente animados, sorrindo com frequência e interagindo bastante com o público — que respondia com ainda mais empolgação. A apresentação eletrizante do Dogma A banda Dogma subiu ao palco por volta das 16h10 e entregou um show memorável ao público que estava ansioso pelo seu retorno. Um dos pontos marcantes da apresentação foi o público participativo. A presença de palco da banda foi um destaque à parte, cuja interação com a plateia foi repleta de carisma e teatralidade, traço marcante da banda que já é querida entre os brasileiros. O ponto alto da apresentação ficou por conta da inusitada e poderosa versão apresentada de “Like a Prayer”, da Madonna, que surpreendeu e empolgou a todos. Armored Saint – heavy metal californiano As lendas do heavy metal californiano, Armored Saint, iniciaram seu show também no Ice Stage, reunindo um público um pouco maior do que no início do festival. No entanto, a tarefa não foi fácil, já que o show anterior da Dogma foi um dos melhores do dia, conquistando grande parte da atenção do público. Embora o público não estivesse tão animado quanto nos shows anteriores, a banda, com sua vasta experiência, exalou energia do início ao fim. Foi um show tecnicamente impecável, com a performance dos músicos mantendo a qualidade que se espera de grandes nomes do metal. Pretty Maids – um show a parte Na sequência, o Pretty Maids trouxe seu poderoso hard rock ao palco. Apesar de o público se mostrar um pouco menos efusivo em comparação com a apresentação anterior, a banda dinamarquesa não se deixou abalar e entregou um show enérgico e cheio de carisma. Donos de vários sucessos do hard rock e grandes influenciadores de bandas como Blind Guardian, os músicos demonstraram profissionalismo e paixão e sustentaram um grande show. Doro Pesch, a majestade do Heavy Metal Inegavelmente, uma das grandes estrelas da noite foi a metal queen, Doro Pesch. A lendária cantora alemã conquistou o público com sua energia contagiante e carisma inigualável, protagonizando o que muitos consideraram o melhor show desta primeira noite. A interação com os fãs foi constante, o que criou uma atmosfera de celebração. Sem dúvida, um dos pontos altos da apresentação foi a emocionante homenagem ao Judas Priest, com uma interpretação poderosa de “Breaking the Law”, levando o público ao delírio. Além de tocar os vários clássicos da sua carreira, Doro fez questão de demonstrar diversas vezes o carinho que tem com o Brasil e o público que a recebeu com ânimo. Glenn Hughes – encerra o primeiro dia de festival Glenn Hughes, a lenda do rock britânico subiu ao palco em um dos seus últimos shows no Brasil. Embora o músico ainda tenha mais cinco datas programadas para novembro, a apresentação desta sexta-feira, 02, foi a última em território brasileiro em festivais. Logo após o fantástico show de Doro Pesch no Ice Stage, o público correu para a frente do Hot Stage, onde aguardou alguns minutos até que, de forma simples, os músicos da banda entraram. Por fim, Glenn Hughes subiu ao palco com seu baixo e, com a mesma simplicidade, deu início ao show. Era notável a emoção do público ao ver o inglês se apresentando com sua excelente banda no festival. Mesmo já cansados do dia, o público cantava as músicas a plenos pulmões, ainda animado e com muita energia. Tocando clássicos de sua carreira solo e do Deep Purple, Hughes mencionou que chegou ao Brasil hoje e que teria de retornar a Los Angeles no dia seguinte, mas fez questão de ressaltar a importância de São Paulo em sua carreira, deixando claro o carinho especial pela cidade. Com o fim deste primeiro dia, é inegável que o warm-up do Bangers Open Air deixou um gosto de quero mais. Com um público animado, que lotou o Memorial da América da Latina e entoou as várias canções, a energia para os próximos dias começará lá em cima. O festival continua amanhã, a partir das 12h, em São Paulo, e já promete ser épico. LEIA TAMBÉM: Biff Byford do Saxon fala ao Wikimetal sobre Bangers Open Air, fãs latino-americanos e mais Via: WikiMetal

O Sepultura não ficou segregado a um estilo de heavy metal, analisa Iggor Cavalera
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02/05/2025

O Sepultura não ficou segregado a um estilo de heavy metal, analisa Iggor Cavalera

Estabelecer uma carreira musical é algo trabalhoso e cheio de percalços pelo caminho. Tem banda que consegue o êxito em uma única fórmula musical como o AC/DC e Motörhead; no entanto, tem a galera de muda a cada disco ou de tempos em tempos como o Metallica e o Sepultura. O baterista brasileiro Iggor Cavalera analisou, durante entrevista ao canal White Centipede Noise, o que levou o Sepultura a se destacar no mercado fonográfico, que é bastante competitivo. Na conversa, ele também refletiu sobre a sua forma de tocar bateria. “Do jeito que eu tocava bateria no Sepultura, eu sempre tive na minha cabeça o impulso de experimentar. Sempre quis ir além para fazer as coisas de maneiras diferentes. Talvez seja por isso que o Sepultura se tornou um grande projeto. Foi porque estávamos com a mente mais aberta do que a maioria dos caras do metal”. Iggor concluiu: “O típico cara de metal sempre fica segregado a um estilo. Se você muda um pouco, ele fala que você se vendeu e tal. Mas eu sempre tive uma conexão em levar o som a novos patamares”. Eis a conversa na íntegra aqui: Basicamente, o Sepultura começou como uma banda de black metal, o que é fácil perceber em Morbid Visions (1986). O passo seguinte foi adicionar o death metal ao molho em Schizophrenia (1987) e Beneath the Remains (1989). Já em Arise (1991), o quarteto tratou de navegar pelos mares do groove metal, mas com um típico sabor brasileiro. A maturidade musical, contudo, se deu em Chaos A.D. (1993) e Roots (1996), a qual trouxe um DNA próprio. O resto, como dizem, é história. Via: Rockbizz