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King Diamond revela mais detalhes de seu novo álbum
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14/05/2025

King Diamond revela mais detalhes de seu novo álbum

King Diamond falou sobre como está o desenvolvimento do novo álbum de sua banda homônima. O disco já passou por diversos adiamentos, e ainda não possui uma data definida para lançamento. À Fistful Of Metal [via Blabbermouth], King explicou o atraso do material, que originalmente iria se chamar The Institute, mas que agora terá outro nome. “Bem, para começar, o nome original que escolhemos era The Institute. No entanto, desde o início da turnê pelos EUA, mudou para St Lucifer’s Hospital 1920 [mesmo nome da tour]. É bem possível que haja uma faixa no álbum chamada ‘The Institute’. Deveríamos lançar este ano, e na verdade ele deveria estar completamente finalizado antes dos shows recentes. Mas eu quero ter certeza de que é o melhor material que já lancei.” No entanto, o vocalista prometeu uma nova música ainda para este ano, chamada “Lobotomy”. Segundo ele, a banda está se preparando para a gravação de seu clipe. Diamond também comentou que existem mais músicas prontas, “Outras músicas que já estão prontas são uma faixa de introdução chamada “Under The Surface’, “The Institute”, “The Nun”, “Faceless” e, claro, “Spider Lilly” [que foi o primeiro single a ser lançado]. Há outra faixa, que não tenho certeza se estará no álbum ainda, chamada ‘Deep In The Darkness 1920.’” O dinamarquês adicionou que seu parceiro de longa data, o guitarrista Andy LaRocque vem trabalhando em pelo menos cinco faixas. Uma delas tem um “refrão monstruoso” e a ideia da banda é grava-la com um coral. King Diamond também revelou que seu novo álbum deverá fazer parte de uma trilogia, e que ele já possui os três títulos definidos. LEIA TAMBÉM: King Diamond responde comentário sobre Ghost ter copiado a estética de Mercyful Fate Via: WikiMetal

Papangu: Álbum de estreia ‘Holoceno’ ganha edição física nacional
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14/05/2025

Papangu: Álbum de estreia ‘Holoceno’ ganha edição física nacional

Papangu – que integrou a lineup do Knotfest Brasil 2024 -, anunciou na última sexta-feira, 9, que seu disco de estreia Holoceno, ganhará sua primeira edição oficial no Brasil. Lançado originalmente em 2021 e aclamado por público e crítica no Brasil e no exterior, a tão aguardada reedição do álbum de estreia conta com edições físicas especiais, bem como, três faixas ao vivo, disponíveis em formato digital. Holoceno ganhará edições em vinil de 180g vermelho marmorizado, CD digipack e fita cassete, com lançamento exclusivo da gravadora Taioba Music. A pré-venda já está disponível no site da Taioba Music. Gravado entre João Pessoa e Oslo entre 2019 e 2020, o álbum conta com participações do baterista norueguês Torstein Lofthus (Elephant9, SHINING), o saxofonista Benjamin Mekki Widerøe (Seven Impale), além dos músicos paraibanos Uaná Barreto e Luís Souto Maior. A gravação da bateria ocorreu na Noruega e foi mixada por Jørgen Smådal Larsen, com masterização de James Plotkin. A banda brasileira de rock progressivo é conhecida, não apenas, pela sua costura de sludge metal, rock progressivo, stoner e zeuhl, como ritmos brasileiros. Evocando nomes como Mastodon, King Crimson, Magma e a psicodelia regional dos anos 70.Atualmente, Papangu se prepara para a primeira turnê europeia, prevista para agosto. Em setembro, o grupo entra em estúdio em Berlim para gravar o seu terceiro álbum. View this post on Instagram A post shared by Papangu (@papangu.br) LEIA TAMBÉM: Papangu faz show no A Porta Maldita, em São Paulo; confira fotos Via: WikiMetal

Matt Heafy (Trivium) explica por que o Bullet For My Valentine desistiu da turnê conjunta: “Às vezes os planos mudam e isso causa desentendimentos”
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14/05/2025

Matt Heafy (Trivium) explica por que o Bullet For My Valentine desistiu da turnê conjunta: “Às vezes os planos mudam e isso causa desentendimentos”

Matt Heafy, líder do Trivium, explicou por que o Bullet For My Valentine desistiu abruptamente de sua turnê conjunta. As duas bandas estavam em turnê juntas para celebrar os 20 anos de lançamento de seus respectivos álbuns, The Poison e Ascendancy. Quando estavam prestes a concluir a etapa norte-americana da turnê, antes de embarcarem para a Austrália e América do Sul, o BFMV desistiu da jornada e vários shows foram inesperadamente cancelados. Os detalhes sobre os cancelamentos não estavam claros, embora o baixista do Trivium, Paolo Gregoletto, tenha dito logo em seguida em uma transmissão ao vivo que o vocalista do BFMV, Matt Tuck, havia desistido da turnê mais cedo porque “não queria”. Ele também compartilhou que a decisão foi tomada porque ele é “o único que toma as decisões da banda e não tem respeito por nós ou por nossa equipe”. Agora, Heafy também compartilhou uma atualização com os fãs, explicando que a decisão foi inesperada, mas não azedou o relacionamento entre as duas bandas. “A turnê tem sido incrível… Vocês viram em nossos rostos, viram as fotos, viram os vídeos”, ele compartilhou. “Havia um plano inicial e esse plano mudou. Vocês nos conhecem, tocaremos com prazer em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer lugar, [mas] eles têm outros planos para gravar um disco, então eu respeito isso”. “Acho que definitivamente precisamos, todos nós, nos afastar das coisas negativas. Às vezes, os planos mudam e isso causa dores de cabeça e desentendimentos. É como tudo na vida, é como um relacionamento [ou] com a família [ou] com os colegas de trabalho. Vamos nos afastar de tudo isso e manter a classe. Manter a amizade”, continuou. O músico continuou agradecendo às equipes do Trivium, BFMV e todas as bandas de apoio pelo trabalho na turnê, e acrescentou que “sempre protegerá” a equipe do Trivium e “pensará no bem-estar e na renda deles”. Heafy então reiterou que não guarda ressentimentos contra Tuck e companhia, dizendo: “Esta foi a melhor dupla de co-headliners que já vi na minha vida… Ainda pode ser algo mágico. Essa magia não se foi. Muito obrigado à banda Bullet. Sou fã deles desde os 18 anos… Não vamos trazer nenhuma [negatividade] de volta, vamos terminar isso com uma nota positiva. Desejo a eles tudo de melhor no mundo e mal posso esperar para comprar o novo disco deles quando for lançado”. Via: Rockbizz

Trivium e Bullet For My Valentine se pronunciam sobre fim antecipado de turnê
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14/05/2025

Trivium e Bullet For My Valentine se pronunciam sobre fim antecipado de turnê

Trivium e Bullet For My Valentine cancelaram de forma inesperada a turnê mundial que marcaria os 20 anos dos álbuns Ascendancy e The Poison. A série de shows prometia alcançar diversos países, mas acabou acontecendo apenas no Reino Unido e na América do Norte. Durante o fim de semana, o Trivium passou a divulgar os shows restantes nos EUA como uma turnê de despedida. Essa mudança ocorreu logo após o baixista Paolo Gregoletto afirmar, em uma live, que o vocalista Matt Tuck decidiu encerrar os compromissos da turnê (via Metal Injection). Bullet For My Valentine confirma foco em novo álbum Pouco depois, o Bullet For My Valentine confirmou a decisão. A banda explicou que vai priorizar a gravação do próximo álbum e já começou a planejar as turnês de 2026 e 2027. Com isso, o grupo pretende se concentrar totalmente na próxima fase da carreira. Matt Heafy pede calma e elogia parceria entre as bandas Enquanto isso, o vocalista do Trivium, Matt Heafy, se pronunciou para acalmar os fãs. Ele reconheceu que houve um conflito de agendas, mas reforçou o respeito entre as bandas. Além disso, Heafy destacou que os shows realizados superaram as expectativas e agradeceu ao público e às equipes envolvidas. Apesar do encerramento prematuro da turnê, o Trivium e o Bullet For My Valentine garantem que pretendem voltar à estrada em breve. Novos projetos e datas futuras já estão em discussão, mantendo viva a conexão com os fãs. LEIA TAMBÉM: Matt Heafy do Trivium relembra polêmica com Iron Maiden no Ozzfest Via: WikiMetal

Oasis: Empresário afirma que turnê será a última
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14/05/2025

Oasis: Empresário afirma que turnê será a última

Oasis tem a mais aguardada turnê de reunião da década e ela está para começar — mas os fãs que sonham com um retorno definitivo da banda podem acabar frustrados. Segundo o empresário Alex McKinlay, os irmãos Liam e Noel Gallagher não têm planos além dos shows já marcados. Um novo álbum também está fora de cogitação. Em entrevista à Music Week (via Igor Miranda), McKinlay deixou claro que a turnê Oasis Live ‘25 será uma celebração pontual. “Essa é definitivamente a última vez”, afirmou, mencionando que Noel já havia se posicionado da mesma forma anteriormente. O objetivo, segundo ele, é oferecer uma oportunidade única para os fãs que nunca viram o Oasis ao vivo. Apesar das brincadeiras recentes de Liam nas redes sociais sobre novas músicas, McKinlay garantiu que nenhuma composição inédita está em produção — e que essas faixas mencionadas nunca existiram de fato. O empresário também revelou que a equipe da banda ficou surpresa com a recepção do público fora do Reino Unido. As vendas internacionais superaram expectativas. “Foi como um salto no escuro”, contou. “A reação foi fenomenal, parecia que finalmente havia uma boa notícia em meio a tantas coisas sem sentido no mundo.” Turnê de reunião do Oasis A Oasis Live ‘25 será a primeira turnê mundial da banda desde a separação em 2009. Com 41 apresentações confirmadas, o grupo passará por Europa, América do Norte, Ásia, Oceania e América do Sul. No Brasil, o Oasis tocará no estádio Morumbis, em São Paulo, nos dias 22 e 23 de novembro de 2025. Os ingressos para as duas datas estão esgotados. LEIA MAIS: Oasis inicia ensaios para a turnê ‘Live ’25’ com Liam e Noel animados Via: WikiMetal

Jim Root, do Slipknot, comenta sobre a produção de novas músicas da banda
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14/05/2025

Jim Root, do Slipknot, comenta sobre a produção de novas músicas da banda

Jim Root, guitarrista do Slipknot, falou sobre novas composições da banda, o impacto do novo baterista, Eloy Casagrande, na rotina de shows e como a pandemia influenciou o trabalho deles. Em uma entrevista ao canal Guitar Interactive, Jim Root disse que no momento o grupo está focado nas turnês e por conta disso, não estão dando tanta atenção para novas músicas [transcrição via Blabbermouth]: “Temos feito tantas turnês desde que Eloy chegou, que minha inspiração é quase zero.” O guitarrista confirma que já há um material iniciado e comenta sobre: “Há diversas músicas escritas durante a pandemia, mas não estou interessado nelas. Acho que todos os outros membros também entendem isso, sinto que eles tão tipo ‘vamos nos desfazer de tudo isso e recomeçar do zero’.” O Slipknot anunciou um ano atrás “Long May You Die”, uma nova música gravada nas primeiras sessões do baterista Eloy Casagrande com a banda. Durante entrevista para a Veja São Paulo, Eloy comentou sobre sobre novos materiais: “Estou me familiarizando com o funcionamento da banda. Ainda não está claro como as coisas funcionam a respeito de novos álbuns e músicas. Nós escrevemos algumas coisas, mas por enquanto elas estão arquivadas.” LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne deixa o estilo de vida de ‘rockstar’ para trás Via: WikiMetal

Entrevista: Machine Girl fala sobre passagem pelo Brasil e fascinação por DJs de “baile funk”
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14/05/2025

Entrevista: Machine Girl fala sobre passagem pelo Brasil e fascinação por DJs de “baile funk”

Machine Girl esteve no Brasil pela primeira vez no último dia 26 para um show único em São Paulo, no Hangar 110. A banda que mescla o hardcore à música eletrônica surgiu em 2012 inspirada por uma colagem de referências culturais móveis e amplas, originadas das culturas digitais. Conversamos com Matthew Stephenson sobre a passagem da banda pelo Brasil, seu interesse pelos DJs brasileiros e os temas que inspiraram o mais recente álbum MG Ultra. Confira na íntegra: Wikimetal: Olá, Matt. Prazer em conhecê-lo. É uma pena vocês estarem aqui nesse clima chuvoso. Matt Stephenson: Ah, mas é bacana. É muito legal estar aqui e eu amo como essa cidade é verde comparada a Nova Iorque, especificamente. WM: Isso é tão estranho de ouvir, porque São Paulo é uma das cidades mais cinzas que temos no Brasil. MS: Consigo ver isso também, mas nós estávamos caminhando e passamos por um parque perto do hotel. Eu sou de Nova Iorque, então ver algo que parece remotamente uma floresta ou uma selva ou qualquer coisa, mesmo que seja só em um quarteirão, é algo muito empolgante para mim, então é legal. WM: Entendo a sensação! Essa é a sua primeira vez no Brasil. Você tem algum contato com seus fãs brasileiros ou conhece algo sobre sua base de fãs aqui no Brasil? MS: Sendo totalmente honesto, o que nós vemos há muito tempo é o meme do “Come to Brazil”. Então eu estou ciente de que as pessoas pedem que a gente venha tocar aqui há um tempo. Fique surpreso quando percebi que só íamos para São Paulo, porque senti que talvez ir para o Rio ou algo assim fosse a cidade maior. Estou muito empolgado por estar aqui e estou animado para ver o que os fãs farão amanhã. Porque ir para o outro lado do mundo e encontrar fãs é sempre uma parte muito divertida da experiência. WM: Vocês vão tocar no Hangar 110, que é uma casa de show muito importante pras bandas de rock brasileiras. Eu, pessoalmente, sempre senti que a música hardcore e a música punk ganham mais vida nesses espaços menores. Você sente o mesmo sobre os shows do Machine Girl? MS: Sim, eu concordo. Eu acho que todos nós sentimos o mesmo: que os pequenos shows de punk mais íntimos geralmente são nossos favoritos e a energia é muito mais forte. Então é legal que essa vai ser a vibe amanhã. Os shows da Machine Girl são interessantes porque são algo entre um show hardcore e uma rave hardcore. Se as pessoas curtem isso aqui, então eu espero que amanhã seja assim e seja bem agitado. WM: Vocês vão tocar em outros países e cidades na América Latina. Entre elas, Santiago, no Chile, que é a quarta cidade no mundo que mais ouve Machine Girl no Spotify. Você tem familiaridade com algum aspecto da cultura do Chile ou até mesmo do Brasil? MS: Estou meio desatualizado e não tinha percebido que essa era uma das cidades que mais nos ouvia, o que é muito emocionante. Sobre a música brasileira moderna, eu não sou muito atualizada, mas muitas músicas da balada vêm do Brasil e entram nos Estados Unidos, como coisas de “baile funk” que eu ouço. Eu sigo muitos DJs no Instagram e eles aparecem nos meus reels [tocando] esse funk insano, super estourado, e os DJs detonam tudo fazendo remixes ao vivo, com os autofalantes fazendo a casa inteira tremer, junto com a câmera e as pessoas. Eu ouvi uma compilação de álbuns de baile funk do ano passado, e às vezes quando eu estava tocando como DJ eu colocava algumas dessas faixas, mas a mixagem é tão doida e tão alta que assustava o público às vezes e era difícil de tocar. Mas isso também é o que torna divertido para mim tocar. WM: Você acha que podemos esperar alguma influência brasileira em novas músicas do Machine Girl, eventualmente? MS: Quem sabe depois dessa viagem. WM: Você mencionou que a psicologia jungiana é um dos muitos temas que influenciaram o novo álbum MG Ultra. Quais são outras ideias ou conceitos que você tem estudado que influenciam sua música? MS: Ainda pesquiso muito sobre psicologia e adoro coisas esotéricas, como ler as interpretações das pessoas sobre tarô. Comprei um livro recentemente sobre o mito medieval do Rei Arthur e o Cálice Sagrado que é uma dissecação psicológica da busca pelo Cálice Sagrado e a busca das pessoas por algum sentido na vida. Também comprei recentemente um livro chamado O Livro dos Cinco Anéis, que é um livro escrito por um famoso samurai nos anos 1600. É um livro sobre o estudo das artes marciais, como a luta de espadas, basicamente, mas aplicando uma disciplina e o jeito que esse cara se prepara mentalmente e fisicamente para uma luta de espadas até a morte com alguém, como um duelo. Todo o processo de se preparar e como treinar e tal… A filosofia dele era que você podia aplicar isso para quase qualquer forma de arte ou habilidade que você queira perseguir na vida. É um livro simples, mas profundo. WM: Queria falar um pouco sobre a capa do álbum. Para mim, ela evoca esse sentimento muito certeiro e moderno de uma sociedade que está morrendo por dentro, mas cada vez mais afundada no consumismo e performando uma vida inteira para as redes sociais. Do seu ponto de vista como artista, como isso funciona para você e para a Machine Girl na indústria da música? Você acha que a Machine Girl conseguiu construir uma comunidade segura online, onde você não tem que estar constantemente tentando fazer da sua música um produto? MS: Sim, eu acho que nós fomos muito sortudos e organicamente construímos uma base de fãs, não através de marketing e coisas assim, mas apenas através de palavras orgânicas e pessoas criando suas próprias artes e vídeos e compartilhando a música entre si, o que eu acho que é o melhor jeito para música

Mastodon recruta o guitarrista Nick Johnston para a turnê de 2025
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14/05/2025

Mastodon recruta o guitarrista Nick Johnston para a turnê de 2025

O Mastodon recrutou o músico canadense Nick Johnston como guitarrista substituto para sua turnê norte-americana da primavera/verão de 2025, que começou no último dia 8 de maio no The Factory em Chesterfield, Missouri. Johnston assumiu o posto após a saída do guitarrista e fundador Brent Hinds no início deste ano. Quando o Mastodon se apresentou no festival Tool In The Sand em março, a banda contratou o youtuber e músico de estúdio Ben Eller para tocar como segundo guitarrista. Já com Johnston na formação, o Mastodon se apresentou no festival Sonic Temple no dia 9 de maio em Columbus, Ohio, antes de iniciar a The Infinite Arc, turnê pelos EUA com o Coheed and Cambria que teve início no dia 10 de maio em Salem, Virgínia e segue com várias datas já confirmadas até 8 de junho de 2025. Quem é o guitarrista Nick Johnston Vindo de Toronto, Nick Johnston é conhecido por seus trabalhos solo e colaborações em trabalhos de músicos como Paul Gilbert (Mr.Big). Com sua guitarra, Nick conseguiu esculpir seu próprio estilo em meio a um cenário repleto de guitarristas instrumentais. A inspiração eclética é evidente em seu som, que varia do blues ao progressivo, do jazz ao gypsy, abrangendo tudo o que há entre esses dois extremos. Embora seu estilo esteja em constante evolução, sua música é consistentemente detalhada e técnica. Em 2024 Johnston lançou seu sétimo álbum solo, Child Of Bliss. Novos rumos do Mastodon Desde 2000, Hinds atuou como guitarrista e vocalista do Mastodon, ao lado do baixista/vocalista Troy Sanders, do baterista Brann Dailor e do guitarrista Bill Kelliher. A formação permaneceu a mesma por 25 anos, gravando oito álbuns de estúdio, começando com Remission, de 2002, até o mais recente da banda, Hushed And Grim, de 2021. Kelliher falou à Guitar World, em março, sobre a saída de Hinds: “Foi uma jornada divertida e louca, com certeza. Conquistamos muitas coisas que eu jamais imaginaria, nem em um milhão de anos. Tivemos Grammys, turnês com nossos heróis, como Iron Maiden, Metallica, Motorhead e Tool. Eu aprecio tudo isso. Como num casamento, às vezes as pessoas se distanciam e se interessam por outras coisas”, explicou ele. “Desejamos tudo de bom para o Brent na busca dos seus sonhos”, completa Kelliher. (transcrição via Blabbermouth). Na mesma entrevista à Guitar World, Bill, falando sobre a química musical e pessoal entre os membros de longa data do Mastodon, disse: “Sabe, é incrível termos sobrevivido 25 anos juntos. Quer dizer, é como ser casado com três outros caras, viajando o mundo, tentando manter o rumo e tendo todos concordando” “O fato de termos conseguido fazer isso por tanto tempo, eu sinto que isso já é um feito. Você nunca poderia substituir nenhum de nós porque somos a soma de quatro partes. Isso não significa que não haja alguém por aí que tenha algo a oferecer em uma nova direção. Acho que vou deixar por isso mesmo, sabe? Foi uma decisão difícil que todos nós tivemos que tomar. É só que… era só a hora”, completa. Sobre a nova fase da banda e sem confirmar que Johnston ficará definitivamente no posto, Kelliher reafirma que o objetivo agora é focar nas próximas datas: “Continuamos muito inspirados e animados para encontrar com os fãs neste próximo capítulo do Mastodon. À medida que avançamos, todos os planos de turnê para 2025 permanecerão intactos. Estamos ansiosos para vê-los na estrada”, finaliza. LEIA TAMBÉM: Jéssica di Falchi confirma que não será guitarrista do Mastodon Via: WikiMetal

Eric Martin e Jeff Scott Soto incendeiam Belo Horizonte
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13/05/2025

Eric Martin e Jeff Scott Soto incendeiam Belo Horizonte

Eric Martin e Jeff Scott Soto trouxeram a Double Trouble Tour a Belo Horizonte, no último domingo, 11, em uma noite memorável para os fãs de hard rock e heavy metal. O evento organizado pela Numb Brasil Produções aconteceu no Mister Rock e contou com a participação da banda mineira Medjay, que teve o guitarrista Hugo Mariutti como convidado especial. Também subiu ao palco a banda Elektra, que, além de sua performance energética, serviu como banda de apoio para as atrações principais. Medjay e Hugo Mariutti abrem a noite Na nublada noite de domingo, a Medjay subiu ao palco pontualmente às 19h, onde apresentaram seu power metal que se destaca pela proposta temática inspirada na cultura egípcia. Com um repertório particularmente característico e uma presença de palco marcante, o grupo conquistou o público desde os primeiros acordes. Além de sua sonoridade consistente, os músicos apostaram também em um forte apelo teatral. O telão exibiu imagens e cenas que remetiam ao tema de cada música, criando uma atmosfera imersiva. A encenação foi complementada pelas bailarinas Camille Figueiredo e Iara Scarpelli, que trouxeram elementos da dança do ventre, reforçando o clima místico e cultural da banda. Imediatamente o público belo-horizontino mostrou grande apoio, cantando junto as músicas autorais de seus conterrâneos. Contudo, o grande destaque da apresentação veio com a entrada de Hugo Mariutti. Juntos, eles tocaram “Distant Thunder” e “Fairy Tale” do Shaman, emocionando a plateia – e para encerrar apresentaram a versão da abertura de Cavaleiros do Zodíaco, adaptada pela própria banda, que uniu nostalgia e peso em uma performance vibrante. Em seguida, foi a vez da banda Elektra subir ao palco. Com um hard rock vibrante e bem executado, a banda manteve o ritmo da noite em alta. Sua performance animada conquistou parte do público presente e preparou o terreno para o que estava por vir. Eric Martin empolga público com Mr. Big Sem pausa entre os sets, Eric Martin foi anunciado e entrou no palco com os músicos da Elektra como banda de apoio. O vocalista do Mr. Big foi ovacionado assim que pisou no palco. Com seu carisma característico, rapidamente criou uma sintonia com a plateia. Durante o show, ele alternou entre canções de sua carreira solo e os grandes sucessos do Mr. Big. O ponto alto ficou com as músicas “Shine”, “To Be With You” e “Wild World”, cantadas em uníssono pelos fãs. Jeff Scott Soto levanta a plateia com show eletrizante Logo depois foi a vez de Jeff Scott Soto subir ao palco e agitar a casa com um show eletrizante. Sua presença de palco impressionante e energia contagiante cativaram a plateia do início ao fim. Ao longo da apresentação, Jeff fez uma verdadeira viagem pela sua carreira. Assim como o set anterior, este incluiu grandes sucessos como “Separate Ways”, do Journey, e o potente medley “I Am a Viking / I’ll See the Light Tonight”, que relembraram sua passagem pelo Yngwie Malmsteen. Outro momento de destaque foi a performance de “Stand Up and Shout”, do filme Rockstar, que transformou o Mister Rock em um verdadeiro coro coletivo. Eric Martin e Jeff Scott Soto encerram a noite juntos Para encerrar a noite, Soto chamou Eric Martin de volta ao palco. Juntos, eles tocaram clássicos de suas carreiras, com grande sintonia. A química entre os dois é visível. Durante todo o show, se zoaram no palco, trocaram sorrisos e interagiram com o público de forma leve e espontânea. Enfim, o clima de celebração tomou conta, e a plateia respondeu com muita animação, cantando e vibrando a cada música. O ponto alto foi o encerramento com “Daddy, Brother, Lover, Little Boy”, clássico do Mr. Big, que fechou a noite com chave de ouro. Os fãs se despediram com entusiasmo, querendo que o show nunca terminasse. LEIA TAMBÉM: Eric Martin diz estar triste com o fim do Mr.Big Via: WikiMetal

“Tenho 60 anos; não quero conhecer gente nova”, declara Gary Holt (Exodus)
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13/05/2025

“Tenho 60 anos; não quero conhecer gente nova”, declara Gary Holt (Exodus)

Em meados de janeiro deste ano, o veterano Exodus anunciou a saída do frontman Steve “Zetro” Souza e a volta de Rob Dukes, o que deixou muitos fãs bastante felizes. Além do público, o retorno do cantor deixou o líder da banda, o guitarrista Gary Holt, bem contente, também. Em entrevista ao programa de rádio Full Metal Jackie, o thrasher comentou que não esperava essa mudança na formação do conjunto, no entanto, as coisas não estavam boas com Zetro. Bem, ninguém previu mudanças na formação. Nunca previmos isso na primeira vez que tivemos o Rob na banda, mas você chegava a uma espécie de encruzilhada em que sentíamos que as coisas não estavam indo como deveriam, com todos nós no mesmo compasso e felizes com as coisas”. Gary também falou que não queria alguém novo no Exodus. Ele até brincou que não deseja conhecer novas pessoas. “Quanto ao retorno do Rob, eu tenho 60 anos, ou seja, não quero conhecer gente nova [risos]. Não quero mesmo. E o Rob é um dos meus melhores amigos e conversamos o tempo todo. Eu não quero alguém com a metade da minha idade, abdômen definido e que ainda consiga pular de um praticável de bateria sem acabar com os joelhos. Não quero esse tipo de cara na banda! Prefiro colar com o meu amigo. E os vocais dele nessas músicas novas vão explodir a cabeça das pessoas. Está uma loucura”. Confira a entrevista completa no tocador a seguir: A primeira parceria entre Exodus e Rob Dukes aconteceu entre os anos de 2005 e 2014 e rendeu quatro trabalhos de estúdio: Shovel Headed Kill Machine (2005), The Atrocity Exhibition… Exhibit A (2007), Let There Be Blood (2008), regravação de Bonded By Blood e Exhibit B: The Human Condition (2010). Agora, Rob Dukes, que mora no Arizona, EUA, vai dividir seu tempo com o Exodus e o trabalho de mecânico restaurador de veículos. Via: Rockbizz

Brian Johnson, do AC/DC, viraliza ao cantar música do Toto em vídeo antigo
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13/05/2025

Brian Johnson, do AC/DC, viraliza ao cantar música do Toto em vídeo antigo

Um vídeo antigo de Brian Johnson, do vocalista do AC/DC, cantando “Hold the Line”, do TOTO, viralizou na internet nas últimas semanas, em especial no TikTok e no YouTube. Similarmente a um daqueles mashups feitos por IA, onde uma música conhecida é manipulada com vocais de artistas famosos – e muitas vezes improvável -, na verdade é real. Retirada de um show de reunião do Geordie, banda que Brian Johnson participou anteriormente, a filmagem é de 2001. Dois meses após o término da turnê Stiff Upper Lip do AC/DC, o vocalista fez uma curta turnê com o Geordie II, nome dado em homenagem ao Geordie. A banda da qual Johson fazia parte antes de se juntar ao AC/DC, em 1980, logo depois da morte de Bon Scott. Durante a turnê do Geordie II, eles fizeram seis shows pelo Reino Unido. Incluindo duas datas em sua cidade natal, Newcastle, para um público bem pequeno. Ao longo do repertório, a banda apresentou sucessos da carreira, incluindo faixas de seu álbum de estreia, Hope You Like It . Porém, além do cover de TOTO, já mencionado, Brian Johnson e banda apresentaram versões dos clássicos “Don’t Let Me Be Misunderstood” de Nina Simone, e “Rock And Roll” e “Black Dog” do Led Zeppelin. Formado em 1972, o Geordie era contava com músicos que tocavam em bares à noite. Incluindo Johnson, Vic Malcolm (guitarra), Tom Hill (baixo) e Brian Gibson (bateria). A banda tocava um hard rock com estética próxima ao glam rock da época. LEIA TAMBÉM: AC/DC: ex-vocalista Dave Evans critica o rock atual e diz que “falta alma” Via: WikiMetal

Buckcherry divulga o clipe da faixa Set It Free
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13/05/2025

Buckcherry divulga o clipe da faixa Set It Free

O Buckcherry divulgou o clipe da faixa Set It Free. A canção estará no track listing de seu novo álbum, Roar Like Thunder, o décimo primeiro registro de estúdio de sua carreira, que sairá no dia 13 de junho pela Earache Records e Sony. Veja: A gravação de Roar Like Thunder aconteceu no Sienna Studios em Nashville, Estados Unidos, sob os cuidados do produtor e compositor Marti Frederiksen (Aerosmith, Def Leppard, Sheryl Crow). As dez canções do álbum foram compostas pelo vocalista Josh Todd e pelo guitarrista Stevie Dacanay, com o apoio de Frederiksen. Track listing de Roar Like Thunder: 01. Roar Like Thunder02. When The Sun Goes Down03. Come On04. Talking Bout Sex05. Blackout06. I Go Boom07. Set It Free08. Hello Goodbye09. Machine Gun10. Let It Burn Via: Rockbizz

AC/DC: Confira documentário que mostra as origens da banda
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13/05/2025

AC/DC: Confira documentário que mostra as origens da banda

Os fãs de AC/DC ganharam mais um material sobre o grupo, desta vez um documentário que foca nas origens da banda, em Sydney. Produzido pelo cineasta e jornalista australiano Tom Compagnoni, Exploring AC/DC’s Forgotten Sydney: Lost Landmarks Of Rock History tem duração de 30 minutos. A obra faz um passeio pela cidade, mostrando os primeiros locais de ensaio, shows e a casa em Burwood. demolida em janeiro, onde Angus e Malcolm Young aprenderam a tocar guitarra e formariam o grupo, anos depois. Documentário faz um passeio completo pela história do AC/DC em Sydney Diz a sinopse oficial [via Blabbermouth]: “O AC/DC é uma das maiores bandas de rock de todos os tempos — e nasceu em Sydney. Embora a Prefeitura de Burwood tenha encomendado recentemente um mural fantástico em homenagem a Angus e Malcolm Young, no restante da cidade ainda não há estátuas, placas ou grandes homenagens ao legado do grupo. De fato, alguns dos marcos mais significativos ligados à sua história estão sendo negligenciados — ou até mesmo demolidos.” “Neste documentário, faço uma jornada pessoal por Sydney para descobrir os marcos esquecidos da história do AC/DC — desde seus primeiros ensaios em Newtown até os primeiros shows, sessões de gravação e o local de descanso final de Malcolm Young. Ao longo do caminho, reflito sobre como o tratamento dado por Sydney ao AC/DC se compara à forma como outras cidades celebram seus ícones do rock — especialmente Liverpool, no Reino Unido, que visitei recentemente em uma peregrinação pessoal aos marcos dos Beatles. “Seja você um fã incondicional do AC/DC ou simplesmente um apaixonado pela história da música, este mergulho profundo revela histórias, lugares e sons que merecem ser lembrados.” No momento, o AC/DC realiza uma turnê pelos EUA, já o documentário que foca nas origens da banda, está disponível no YouTube. LEIA TAMBÉM: AC/DC: show lendário de 1981 em Tóquio está disponível no YouTube Via: WikiMetal

Ex-vocalista do Iced Earth diz que “adoraria” voltar a tocar com Jon Schaffer
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13/05/2025

Ex-vocalista do Iced Earth diz que “adoraria” voltar a tocar com Jon Schaffer

Recentemente o canal do YouTube The Metal Voice entrevistou o ex-vocalista do Iced Earth e atual Ashes of Ares, Matthew Barlow, que ficou conhecido em meados dos anos 90 quando se juntou ao Iced Earth. Como vocalista do Iced Earth, Barlow lançou 6 discos de estúdio e o icônico álbum ao vivo Alive in Athens – destaque para The Dark Saga, inspirado na história em quadrinhos Spawn: O Soldado do Inferno da Vertigo. Além de ser o vocalista do Ashes of Ares, Barlow também é tenente de polícia em Georgetown nos Estados Unidos. Jon Schaffer, guitarrista, membro fundador e principal compositor do Iced Earth teve envolvimento na invasão do capitólio em 6 de janeiro de 2021, quando apoiadores do então presidente Donald Trump invadiram o prédio para tentar impedir a certificação da vitória de Joe Biden. A violência resultou em cinco mortes, incluindo um policial, e deixou centenas de feridos. O episódio foi amplamente condenado como um ataque à democracia americana. Trump foi posteriormente acusado por seu papel em incitar o motim. Desde que Jon Shaffer reapareceu nas mídias sociais e podcasts pela internet, os fãs se perguntam se o guitarrista irá retomar seus trabalhos com a banda. Apesar de ser um agente da lei, Barlow evita criticar Schaffer publicamente. Em breve, ele embarca em uma turnê pela Europa para performar The Dark Saga (1996), álbum clássico do Iced Earth, na íntegra. Questionado sobre sua opinião sobre os atos do ex-companheiro de banda, o vocalista preferiu não entrar em questões políticas: “A gente não vive numa bolha – estamos cientes do que aconteceu. Mas, no fim das contas, acredito que os fãs se importam mesmo é com a música. E eu quero celebrar o Jon pelo artista incrível que ele é. Ele compôs canções fantásticas, e tive o privilégio de fazer parte disso. Fora isso, não vou discutir política. Estamos aqui pela música, pelo amor a ela, e espero que todos entendam isso.” Ele ainda completou: “Se o Jon quiser voltar a tocar essa música no futuro, eu adoraria participar. Mas, por enquanto, vamos focar em levar esse legado adiante, com o aval dele – o que, pra nós, é muito importante.” LEIA TAMBÉM: Jon Schaffer, do Iced Earth, é condenado a três anos de liberdade condicional Via: WikiMetal

Chris Adler revela mais detalhes de sua demissão do Lamb of God
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12/05/2025

Chris Adler revela mais detalhes de sua demissão do Lamb of God

Chris Adler, revelou mais detalhes de como aconteceu sua demissão do Lamb of God, em julho de 2019. Seu substituto foi Art Cruz. Ao Loaded Radio [via Blabbermouth], o baterista abriu o jogo sobre a saída e que segundo ele, foi algo “devastador”, uma vez que ele considerava a banda como “o trabalho de sua vida”. “Foi devastador para mim. Eu realmente considerava isso o trabalho da minha vida. Mas, do meu ponto de vista, entendo. Eu não era capaz de tocar as músicas que realmente precisávamos tocar.”, disse Adler, que descobriu estar fora do grupo por e-mail. “Descobri em um daqueles e-mails, tipo “o serviço não é mais necessário”, e isso acabou comigo, pois senti que era meu bebê, era meu projeto e eu coloquei minha vida nisso.” Chris Adler sofreu com outros problemas além da demissão Na mesma entrevista, ele também revelou que na mesma época da demissão, estava enfrentando a morte de sua mãe, um divórcio, e se recuperando de um acidente de moto. Adler também descobriu o diagnóstico de distonia do músico, que é uma condição neurológica responsável por movimentos involuntários e contrações musculares. A síndrome fez com que o músico tivesse problemas em seu pé direito. “Para qualquer pessoa que seja instrumentista, a distonia é como se fosse uma sentença de morte. É basicamente uma condição neurológica em que o nervo que controla a movimentação de qualquer parte específica do corpo se deteriora, fazendo o movimento se tornar impossível. Logo, isso acontece com pessoas que fazem o mesmo movimento por décadas.” LEIA TAMBÉM: Pink Floyd volta ao topo da parada de álbuns do Reino Unido Via: WikiMetal

“Fieldy”, baixista do Korn, não irá retornar à banda tão cedo
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12/05/2025

“Fieldy”, baixista do Korn, não irá retornar à banda tão cedo

Reginald “Fieldy” Arvizu, baixista original do Korn, disse que não irá retornar à banda tão cedo. Em 2021, o baixista e um dos fundadores da banda, disse que estava dando um hiato do Korn. Porém, revelou recentemente que não tem contato com seus companheiros de banda desde sua saída. “Fieldy” deu uma entrevista ao canal The Dr. Greenthumb Show, apresentado por B-Real, do Cypress Hill. O baixista respondeu se os fãs do Korn poderiam esperar que ele voltasse aos shows [transcrição via Metal Sucks]: “Não farei nenhum show, mas vamos ver o que o amanhã reserva. Nunca se sabe, mas por enquanto, não”. Desde a saída do baixista, a banda tem contado com Ra Díaz, do Suicidal Tendencies. Embora não esteja ativo no grupo, seu nome aparece nos créditos do disco Requiem, lançado em 2022. Em uma entrevista ao podcast Basement Talk, “Fieldy” respondeu sobre seu relacionamento com o Korn: “Sim, está tudo tranquilo. É legal ver que eles continuam firmes. No meu caso, só estou curtindo um momento mais sossegado.” LEIA TAMBÉM: Korn e Adidas formam parceria para lançamento de linha de tênis e roupas Via: WikiMetal

David Draiman, do Disturbed, pede namorada em casamento no palco durante show
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12/05/2025

David Draiman, do Disturbed, pede namorada em casamento no palco durante show

David Draiman, vocalista do Disturbed, pediu sua namorada em casamento, na noite de sexta-feira, 9 de maio. O pedido aconteceu no palco durante o show da banda no Golden 1 Center, em Sacramento, Califórnia, antes do início da penúltima música do setlist, “The Light”. O show faz parte da turnê The Sickness 25th Anniversary Tour David Draiman levou sua noiva Sarah Uli ao palco, em seguida, disse ao microfone [transcrição via Blabbermouth]: “Sarah, meu amor, você tornou minha vida muito melhor. Você é a luz na escuridão para mim. Eu te amo mais do que qualquer coisa que já amei neste mundo, e seria o ápice absoluto da minha vida e da minha existência”. Em seguida, retirou uma caixinha do bolso e a abriu antes de se ajoelhar. O vocalista continuou: “Sarah Uli, quer se casar comigo?”. Sarah rapidamente assentiu antes de David se levantar e colocar o anel da caixinha no dedo dela. David então se dirigiu à multidão: “Caso vocês não tenham ouvido, ela disse ‘sim’. Vá em frente e junte-se ao resto da sua família, querida”, disse ele à sua futura esposa. O vídeo do momento está disponível no instagram de David Draiman. View this post on Instagram A post shared by Golden 1 Center (@golden1center) LEIA TAMBÉM: Billie Joe Armstrong muda letra em show e incomoda vocalista do Disturbed Via: WikiMetal

Disturbed: David Draiman pede a namorada, Sarah Uli, em casamento em show em Sacramento
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12/05/2025

Disturbed: David Draiman pede a namorada, Sarah Uli, em casamento em show em Sacramento

Quem diz que os metaleiros não amam está completamente enganado! E um bom exemplo de que o amor está no ar na cena pesada aconteceu na semana passada, quando o vocalista do Disturbed, David Draiman, pediu a sua namorada, a modelo Sarah Uli, em casamento em show em Sacramento, Califórnia. Após a execução da canção The Sound of Silence, que é um cover da dupla Simon & Garfunkel, David chamou a moça ao palco, ajoelhou e lhe pediu em casamento. É claro que a emoção tomou conta do casal e até mesmo do público. Como nada passa sem registro dos fãs, veja o momento especial para o casal no player abaixo: Pelas redes sociais, o vocalista também comemorou postando várias fotos e vídeos. Confira: Via: Rockbizz

Pink Floyd volta ao topo da parada de álbuns do Reino Unido
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12/05/2025

Pink Floyd volta ao topo da parada de álbuns do Reino Unido

Pink Floyd retornou ao topo da parada do Reuni Unido com o relançamento do álbum Pink Floyd at Pompeii – MCMLXXII. Este é o primeiro disco a alcançar o primeiro lugar nas paradas desde The Endless River, de 2014 A banda britânica prova sua relevância após décadas de seu auge, conquistando seu sétimo álbum número 1 na parada oficial do Reino Unido. Pink Floyd at Pompeii – MCMLXXII captura um dos shows mais impressionantes do rock, documentado pelo diretor Adrian Maben. A produtora restaurou o filme em qualidade 4K e relançou-o nos cinemas, inclusive em formato Imax. Esta é a primeira versão independente, com uma nova mixagem de som comandada pelo músico de rock progressivo Steven Wilson. Anteriormente, o show foi incluído como parte de um box do Pink Floyd. Em 1971, a banda filmou o material histórico no lendário Anfiteatro Romano de Pompéia, na Itália. A antiga cidade romana destruída pela erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C. De acordo com o Offial Charts, a banda agora empata com nomes como George Michael e Muse na lista dos artistas com mais álbuns número 1 no Reino Unido. Outros álbuns que chegaram ao topo das paradas foram Atom Heart Mother (1970), Wish You Were Here (1975), The Final Cut (1983), The Division Bell (1994) e Pulse (1995). View this post on Instagram A post shared by Pink Floyd (@pinkfloyd) LEIA TAMBÉM: Pink Floyd não deve se reunir, segundo David Gilmour Via: WikiMetal

Peter Frampton participa de show de Pearl Jam
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12/05/2025

Peter Frampton participa de show de Pearl Jam

O Pearl Jam protagonizou um momento inesquecível para os fãs de rock na última quinta-feira, 08, durante o show na Bridgestone Arena, em Nashville. A banda surpreendeu o público ao chamar ao palco o lendário Peter Frampton para uma participação especial em “Black”, um dos maiores clássicos da carreira do grupo de Seattle [conforme transcrição via A Radio Rock]. A colaboração ainda ganhou um trecho de “Do You Feel Like We Do”, hit emblemático da carreira solo de Frampton, criando um encontro emocionante entre diferentes gerações do rock. Antes da apresentação, Eddie Vedder fez questão de enaltecer o convidado: “Esse cara é uma das razões pelas quais amamos discos ao vivo… além disso, ele é um ser humano incrível.” A conexão entre Frampton e o Pearl Jam já vem de longa data. Em 2006, o guitarrista gravou com Mike McCready e Matt Cameron no álbum Fingerprints, que conquistou o Grammy de Melhor Álbum Pop Instrumental. Atualmente, Frampton trabalha em um novo disco ao lado do filho, Julian Frampton. Com a recente aparição ao lado do Pearl Jam, os fãs já especulam: será que uma nova colaboração está a caminho? LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine se irrita com Peter Frampton após fala sobre o Megadeth Via: WikiMetal

6 motivos para assistir ao show de Tim “Ripper” Owens no Brasil
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12/05/2025

6 motivos para assistir ao show de Tim “Ripper” Owens no Brasil

Tim “Ripper” Owens retorna ao Brasil em 2025 para shows em onze cidades, passando pelas regiões sul, sudeste, nordeste e centro-oeste, com grandes chances de marcar mais alguma data por aí. “Ripper” é um dos vocalistas mais icônicos do heavy metal, conhecido por sua voz poderosa e por ter substituído o lendário Rob Halford no Judas Priest (1996–2003). Sua trajetória é marcada por desafios e conquistas, incluindo a inspiração para o filme Rock Star (2001), estrelado por Mark Wahlberg. Owens começou cantando em bandas de tributo ao Judas Priest até ser recrutado pela própria banda após a saída de Halford. Gravou dois álbuns de estúdio com o Priest: Jugulator (1997) e Demolition (2001), além de participar de turnês mundiais, do álbum ao vivo Live Meltdown e o DVD Live in London. Após o retorno de Halford, seguiu carreira no Iced Earth, Yngwie Malmsteen, Spirits of Fire e projetos solo. Além de shows solo, atualmente Tim Ripper participa de bandas como KK’s Priest (ao lado de K.K. Downing, ex-guitarrista do Judas Priest) e The Three Tremors, supergrupo com Sean Peck (Cage e Death Dealer) e Harry Conklin (Jag Panzer). Mantém uma agenda intensa de apresentações, revisitando clássicos do Priest e de sua carreira. Trabalha em novos álbuns e colaborações, mantendo sua marca registrada: vocais agressivos e performances eletrizantes. Agenda de shows no Brasil Curitiba – 08 de maio (Ingressos)Florianópolis – 10 de maio (Ingressos)São Paulo – 11 de maio (Ingressos)Londrina – 31 de maio (Ingressos)Recife – 1 de junho (Ingressos)Salvador – 6 de Junho (Ingressos)Goiânia – 7 de Junho (Ingressos)Limeira – 8 de Junho (Ingressos)Rio de Janeiro – 12 de Junho (Ingressos)Belo Horizonte – 15 de Junho (Ingressos) Separamos 6 motivos para você não perder a passagem do vocalista pelo Brasil. Voz poderosa e técnica impecável Owens é considerado um dos melhores vocalistas do metal, com agudos potentes e controle impressionante. Os anos passaram, mas ele continua com uma voz potente e uma técnica vocal em dia, algo que pode ser visto em vários vídeos de suas performances ao vivo com KK’s Priest, cantando músicas de alto nível do Judas Priest, como “Victim of Changes”. Repertório cheio de clássicos Além de apresentar faixas de seu projeto solo, Ripper expande seu setlist tocando de Judas Priest (“Burn in Hell”, “Blood Stained”) a Iced Earth (“When the Eagle Cries”), Yngwie Malmsteen e até covers de Iron Maiden e Black Sabbath, nunca se sabe o que esperar. A voz que desafiou o impossível Owens não apenas substituiu Halford – ele criou sua própria era no Judas Priest com álbuns cult como Jugulator. Seus agudos em “Cathedral Spires” são considerados bem difíceis, e ele ainda os executa perfeitamente ao vivo. Presença de palco eletrizante “Ripper” tem experiência de anos em grandes palcos, com energia contagiante. O vocalista mantém um alto nível de presença de palco, sempre interagindo com o público. Suas performances são sempre uma surpresa. Lenda viva do metal Sua história — que inspirou o filme Rock Star, de Stephen Herek — e seu legado fazem dele uma figura singular. Ripper, fã de Judas Priest desde a juventude, realizou o sonho de todo amante do rock: tornar-se membro da banda que sempre idolatrou. Ele pode te surpreender Cada show de Tim “Ripper” Owens é único. O músico já chamou fãs para cantar no palco, fez versões acústicas de clássicos e criou medleys improvisados. Suas apresentações são uma caixinha de surpresas. LEIA TAMBÉM: KK’s Priest anuncia segundo álbum e lança single “One More Shot At Glory” | Wikimetal Via: WikiMetal

Show do Metallica nos Estados Unidos causa pequeno terremoto
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12/05/2025

Show do Metallica nos Estados Unidos causa pequeno terremoto

O Metallica se apresentou no último dia 7 de maio em Blacksburg, estado de Virgínia, nos Estados Unidos e causou um pequeno terremoto na cidade. Conforme relatado pelo Observatório Sismológico da Virginia Tech, foi possível sentir tremores duas vezes durante o show da banda. Os dois picos principais foram durante uma introdução provocativa de “Enter Sandman”, e outro, mas em um grau muito maior, quando a banda realmente tocou a música. Mais de 60.000 pessoas estavam presentes, e seus pulos sincronizados durante a música teriam sido a causa dos tremores. Outro fato que ajudou é que a música foi a trilha sonora da entrada dos Hokies – time de futebol americano da Virginia. Então, já era esperado uma energia maior quando a banda tocasse essa música. O show faz parte da turnê M72 World Tour, que teve início na noite do último sábado, 19 de abril, no JMA Wireless Dome em Syracuse, Nova York. Atualmente, a turnê conta com shows de abertura do Pantera, Limp Bizkit, Suicidal Tendencies e Ice Nine Killse. Metallica vem promovendo o 72 Seasons, 11º álbum de estúdio da banda. Com duas noites de show em cada cidade, com setlists diferentes, sem repetir nenhuma música. LEIA TAMBÉM: Metallica divulga versão remasterizada de “Hero Of The Day” Via: WikiMetal

5 músicas que não podem faltar no show do Miss May I em São Paulo
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12/05/2025

5 músicas que não podem faltar no show do Miss May I em São Paulo

Prepare-se para uma noite de peso. Miss May I, um dos nomes mais respeitados do metalcore moderno, desembarca em São Paulo no dia 29 de maio, com show marcado no Citylights Music Hall. A banda promete uma apresentação intensa, cheia de energia e com um setlist que passeia por todas as fases da carreira. Formada em 2007 em Ohio (EUA), Miss May I ganhou destaque com seu som agressivo, técnico e melódico, combinando vocais guturais e limpos, riffs marcantes e letras poderosas. O grupo fez parte da nova onda do metalcore americano ao lado de nomes como August Burns Red e The Devil Wears Prada, conquistando uma base sólida de fãs ao redor do mundo. O grupo é composto por Levi Benton (vocais), Ryan Neff (baixo), B.J. Stead (guitarra), Justin Aufdemkampe (guitarra) e Jerod Boyd (bateria), um time entrosado que carrega mais de 15 anos de estrada para os palcos ao redor do mundo.Preparamos uma lista de 5 músicas que não podem faltar em qualquer show da banda. Se você curte um show intenso, cheio de breakdowns e moshs garantidos, esse é imperdível. SERVIÇOData: 29 de maioHorário: 19:00Local: CitylightsEndereço: Rua Padre Garcia Velho, 61 – São Paulo/SPIngressos: MISS MAY I em São Paulo | FasTix “Relentless Chaos“ “Hey Mister“ “Forgive And Forget“ “Shadows Inside“ “Deathless“ LEIA TAMBÉM: Alice in Chains cancela todos os shows de maio em razão da saúde de Sean Kinney Via: WikiMetal

Rock Star: Tommy Johansson encarna Chris “Izzy” Cole em cover de We All Die Young
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12/05/2025

Rock Star: Tommy Johansson encarna Chris “Izzy” Cole em cover de We All Die Young

O multi-instrumentista sueco Tommy Johansson encarnou Chris “Izzy” Cole, protagonista do filme Rock Star, de 2001, em cover de We All Die Young. A canção, que está na trilha sonora do longa, é de autoria da banda Steelheart, e saiu originalmente no repertório do álbum Wait, de 1996. Confira: Para curtir a versão original da canção, basta acessar este outro player: Além de seu canal no YouTube, Tommy Johansson se empenha em criar material para sua banda, Majestica, que lançou seu novo disco, Power Train, no dia 07 de fevereiro de 2025 pela Nuclear Blast. Power Train, que está disponível em CD, vinil colorido e digital (download e streaming), teve a produção da própria banda, mixagem de Jonas Kjellgren e arte da capa de Jan Yrlund/Darkgrove. Além de Tommy Johansson (guitarra, vocal), o Majestica conta com Petter Hjerpe (guitarra), Chris David (baixo) e Joel Kollberg (bateria). Track listing de Power Train: “Power Train”“No Pain, No Gain”“Battle Cry”“Megatrue”“My Epic Dragon”“Thunder Power”“A Story In The Night”“Go Higher”“Victorious”“Alliance Anthem” Via: Rockbizz