Entrevistas

Rudy Sarzo perdeu a alegria de fazer música após a morte de Randy Rhoads
Em uma nova entrevista com o VRP Rocks, Rudy Sarzo, baixista do Quiet Riot, disse que lutou para encontrar alegria na música após a morte do guitarrista Randy Rhoads. “As gravadoras simplesmente não se importavam conosco”, disse Sarzo sobre sua saída do Quiet Riot. “Eles nos chamavam de dinossauros. Então, foi apenas uma decisão de carreira. Não foi por causa de conflitos pessoais com ninguém da banda, de forma alguma”. E continuou: “Então, Randy saiu e se juntou ao Ozzy. E enquanto isso, Kevin DuBrow montou sua própria banda porque naquela época Quiet Riot, o nome, não estava sendo usado. Não havia Quiet Riot. Era DuBrow”. “Na verdade, não se tornou Quiet Riot até eu voltar para o grupo e Kevin disse: ‘Ok, agora temos dois caras do Quiet Riot. Vamos chamar de Quiet Riot’. Então, sim, e a razão pela qual fiz isso foi porque, quando Randy faleceu, perdi a integridade musical do Quiet Riot”, explicou Sarzo. O músico também observou: “Randy foi o arquiteto do catalisador para isso. Perdi isso quando ele morreu e simplesmente perdi a alegria de fazer música. Eu precisava encontrar isso de novo. Eu precisava encontrar meu lar”. De março de 1981 a setembro de 1982, Rudy Sarzo se tornou famoso como baixista de Ozzy Osbourne, juntando-se à banda por recomendação de Rhoads. Seu trabalho está nos álbuns ao vivo Speak of the Devil e Tribute. Via: RockBizz

David Ellefson conta o que aprendeu em sua carreira na cena heavy metal
Em uma pequena conversa com o canal inglês UpAndComingTV, o baixista David Ellefson (Dieth, Kings Of Thrash, The Lucid, ex-Megadeth) contou o que aprendeu em sua carreira na cena heavy metal. David disse: “Em primeiro lugar, você tem que se alegrar e curtir o que está fazendo. Fazer música é um dom! Mesmo em uma banda, há dons diferentes. Dica aos baixistas, não tentem ser os bateristas. Fique em seu quadrado! Caso você seja um bom número um, contrate um número dois e três que sejam melhores que você. Não tenha medo de ter pessoas ao seu redor que sejam melhores do que você, porque elas só vão te elevar. Como dizem: quando a água sobe, todos os barcos sobem. Então, para mim, eu gosto de trabalhar com as melhores pessoas que eu puder”. O baixista acrescentou: “Não se oriente pelo fator nome. Algumas pessoas são muito qualificadas, mas não tiveram uma chance de mostrar suas qualidades. Além do mais, aprendemos conforme passamos pelo processo e não há nada que substitua a experiência. Seja muito grato por poder tocar sua música e viajar pelo mundo para fazer seu trabalho, e seja uma pessoa humilde”. Veja a fala de David Ellefson aqui: Via: RockBizz

Rock In Rio 40 Anos: festival recebe homenagem com espetáculo musical que narra sua trajetória
E lá se vão 40 anos de uma história mágica. No dia 11 de janeiro de 1985 nasceu a primeira edição do Rock in Rio, realizada na antiga Cidade do Rock, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A primeira edição do festival durou 10 dias, entre 11 e 20 de janeiro, com um total de 1 milhão e 380 mil espectadores. São 40 anos, 24 edições em quatro países e mais de 12 milhões de visitantes depois, o Rock in Rio, que se tornou o maior festival de música e entretenimento do mundo, antecipou as comemorações de seu aniversário em grande estilo em sua última edição, em setembro de 2024: foram sete dias marcantes, com mais de 750 artistas, 500 horas de experiência e uma emoção incalculável. Agora, na data oficial de seu aniversário, o festival recebe uma homenagem especial a altura de sua história. Hoje, acontece a estreia do Rock in Rio 40 anos – O Musical, que fica em cartaz até o dia 23 de fevereiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Esta é uma superprodução criada pela dupla Charles Möeller & Claudio Botelho e com trilha sonora e supervisão musical de Zé Ricardo, e que conta com um elenco de 30 atores, como Rodrigo Pandolfo, Malu Rodrigues, Beto Sargentelli, Bel Kutner, André Dias, Gottsha, Bruno Narchi, além de uma banda ao vivo com nove músicos liderados pelo maestro Marcelo Castro. “Costumo dizer que quando você está em busca da sua lenda pessoal, o universo conspira para te ajudar a realizar. Em 1984, vivíamos um momento histórico marcante, com o fim da ditadura e a força da juventude transformando o cenário cultural do país. Foi nesse contexto que começamos a idealizar o Rock in Rio de 1985, com o sonho de unir pessoas e criar um espaço de felicidade e liberdade. Quarenta anos depois, ver toda essa trajetória se transformar nesse grandioso espetáculo é emocionante, especialmente após o sucesso histórico da edição de 2024. Revisitar a Cidade do Rock e reviver esses momentos inesquecíveis e desafiadores, por meio de uma produção totalmente brasileira, é algo que me tocou profundamente e que certamente vai tocar o coração de todos”, afirmou Roberto Medina, presidente da Rock World, empresa responsável pela criação, organização e produção do Rock in Rio e The Town. Legado O Rock in Rio foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais, marcando um antes e depois no cenário do entretenimento mundial. Desde sua criação em 1984, idealizado por Roberto Medina, o festival tem atraído um grande público a cada edição e gerado impactos positivos nos países onde é realizado. Em 1985, na área de 250 mil m² em Jacarepaguá, mais de 1,38 milhão de pessoas participaram do espetáculo que apresentou 15 atrações nacionais e 16 internacionais no maior palco do planeta da época. Hoje, o festival é considerado o maior de música e entretenimento do mundo e foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado e Cidade do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 4.665 artistas de todo o mundo, em um evento que cresceu para Lisboa, Madrid e Las Vegas, sempre expandindo sua atuação e reforçando o propósito de construir um mundo melhor. Desde sua estreia, o Rock in Rio tem sido palco de apresentações inesquecíveis que impactaram gerações e afirmaram o evento como o maior do planeta. Entre os momentos mais memoráveis está o show do Queen, em 1985, quando Freddie Mercury conduziu o público em um comovente coro de Love of My Life, criando uma das cenas mais marcantes da música. Ney Matogrosso também se destacou, sendo o primeiro artista a subir no palco do festival. Em 1991, foi a vez do Guns N’ Roses, com Axl Rose e Slash dominando o palco do Maracanã. Dez anos depois, em 2001, o Red Hot Chili Peppers brilhou com hits como Californication e Under the Bridge, enquanto Cássia Eller tocou o coração dos presentes com uma performance inesquecível. A edição de 2011 trouxe um espetáculo memorável do Metallica, que consolidou ainda mais a conexão da banda com o público brasileiro. Em 2013, Beyoncé proporcionou uma performance grandiosa, mesclando dança e vocais impecáveis, encantando os fãs do evento. Já em 2015, Elton John comoveu todos com clássicos atemporais como Your Song e Rocket Man. Em 2017, o Aerosmith marcou a história do Palco Mundo, com Steven Tyler no comando. Em 2019, P!nk protagonizou um dos momentos mais emblemáticos ao surpreender a multidão voando sobre a Cidade do Rock em uma performance aérea emocionante que deixou todos encantados. Na edição seguinte, de 2022, Coldplay iluminou a plateia e apresentou hits como Fix You e Viva la Vida, deixando uma marca épica na trajetória do festival. No ano passado, ao antecipar as celebrações de 40 anos de história, o Rock in Rio mais uma vez reafirmou sua grandiosidade. Desde a abertura dos portões da Cidade do Rock, no dia 13 de setembro, até o último dia de festival, 22 de setembro, 730 mil pessoas marcaram presença, ávidas por colecionar momentos inesquecíveis. Além de shows de grandes nomes como Travis Scott, Imagine Dragons, Ed Sheeran, Katy Perry e Shawn Mendes, a edição trouxe novidades como o inédito Dia Brasil, o Global Village, a Babilônia Feira Hype e o musical Sonhos, Lama e Rock and Roll. O legado de 2024, no entanto, foi sentido muito além da música: o setor hoteleiro carioca registrou 88% de ocupação nos dois finais de semana do festival, enquanto o comércio local faturou 24% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Ao todo, o impacto econômico foi de R$ 2,9 bilhões, gerando empregos e fortalecendo o mercado. Outro grande destaque, a comunicação do festival alcançou cerca de 200 milhões de brasileiros ao longo de um ano — número equivalente a 98% da população nacional, segundo o Censo Demográfico de 2022. Também como parte das comemorações, será reprisada a partir das 11h30 deste sábado, no Multishow, a série documental em

Hirax promete lançar Faster Than Death em fevereiro
Fãs das antigas de thrash metal já podem tirar o colete do armário e prepararem uma grande festa, pois o Hirax promete lançar Faster Than Death em 28 de fevereiro via Armageddon Label. O lançamento do disco coincide com os quarenta anos do grupo. Faster Than Death marca a estreia em estúdio da nova formação Jose Gonzalez (baixo), Allan Chan (guitarra) e Emilio Marquez (bateria). E quem comenda a aula thrash metal é o veterano cantor Katon W. De Pena. Curta uma prévia de Faster Than Death com o videoclipe da faixa Relentless: Track listing de Faster Than Death: 01. Drill Into The Brain [1:04]02. Armageddon [2:56]03. Drowned Bodies [2:43]04. Faster Than Death [1:34]05. Psychiatric Ward [1:33]06. Relentless [2:24]07. Revenant [3:46]08. Warlord’s Command [2:36]09. Worlds End [3:12] Via: RockBizz

Cradle Of Filth: Marek Šmerda e Zoë Federoff juntam as escovas de dentes
Marek Šmerda e Zoë Federoff, guitarrista e tecladista do Cradle Of Filth, respectivamente, juntaram as escovas de dentes. A cerimônia do casamento aconteceu nesta quinta-feira, dia 09 de janeiro, em Tucson, Arizona, cidade natal da musicista. Alguns convidados compartilharam nas redes sociais registros do casório. Veja: E por falar em Cradle Of Filth, a banda britânica confirmou que seu novo álbum se chamará The Screaming Of The Valkyries e chegará ao mercado no começo de abril. The Screaming Of The Valkyries contou com a produção de Scott Atkins, profissional de bastante destaque na cena extrema, visto que já produziu nomes como Vader, Venom Prison e Benediction. O primeiro aperitivo do novo disco chegou em outubro de 2024, com o lançamento do single Malignant Perfection. Curta o videoclipe da canção no player abaixo: Via: RockBizz

Joe Bonamassa confirma que sua coleção de guitarras foi salva dos incêndios florestais da Califórnia
Joe Bonamassa confirmou que sua coleção de guitarras vintage – uma das maiores do mundo – foi salva dos incêndios florestais de Los Angeles, Califórnia. A notícia de que sua coleção estava em risco surgiu ontem (09) depois que Bonamassa compartilhou uma foto nas redes sociais de um de seus museus Nerdville em meio aos incêndios florestais em andamento na cidade. “Não está mais em minhas mãos”, ele escreveu. “Um lugar muito difícil para ser curador. É o trabalho de uma vida inteira. Eu sabia que esse dia chegaria eventualmente, mas não hoje. Até agora, tudo bem esta noite, mas a situação é muito fluida. Um grande obrigado aos bombeiros e socorristas por darem tudo de si nos últimos dias. Fiquem seguros, Los Angeles. Estes são tempos incertos e sem precedentes”. Os incêndios começaram em Los Angeles na terça-feira (07 de janeiro). Em uma postagem anterior, o guitarrista compartilhou uma imagem do horizonte da cidade junto com a legenda: “É assim que parece quando sua cidade está queimando. É como se o céu estivesse machucado e maltratado. Estou com o coração partido por todos os angelinos que perderam suas casas durante a noite”. Agora, no entanto, Bonamassa confirmou que sua coleção foi salva dos incêndios em um vídeo compartilhado recentemente no Instagram. Na filmagem, o guitarrista agradeceu ao corpo de bombeiros de Los Angeles por impedir a propagação do fogo na área e acrescentou: “É importante saber que, por mais grato que eu seja por estar aqui, há muitas pessoas, milhares de pessoas agora que perderam suas casas”. “A perspectiva é tudo”, ele continuou. “Então meu coração realmente está com as pessoas que perderam tudo nos últimos dois dias porque estas foram 48 horas sem precedentes e inacreditáveis”. Via: RockBizz

The Hellacopters estreia clipe do som Do You Feel Normal
O sueco The Hellacopters estreou o clipe do som Do You Feel Normal, novo single do álbum Overdriver, o qual sairá em 31 de janeiro via Nuclear Blast. De acordo com a banda, o vídeo da canção foi filmado no histórico parque de diversões Gröna Lund em Estocolmo. O local faz parte da história da Suécia, visto que abriu suas portas pela primeira vez em 1883, ou seja, tem mais de cento e quarenta anos de tradição. Assista o clipe de Do You Feel Normal no player abaixo: Track listing de Overdriver: 01. Token Apologies02. Don’t Let Me Bring You Down03. (I Don’t Wanna Be) Just A Memory04. Wrong Face On05. Soldier On06. Doomsday Daydreams07. Faraway Looks08. Coming Down09. Do You Feel Normal10. The Stench11. Leave A Mark Via: RockBizz

Jethro Tull revela detalhes do novo álbum Curious Ruminant
O veterano Jethro Tull revelou detalhes do novo álbum Curious Ruminant, que sairá no dia 07 de março. O disco, que será o sucessor de RökFlöte, estará disponível em vários formatos como CD, CD digipack, vinil preto, vinil colorido (vermelho, prateado), boxset (com dois LPs e três CDs) e digital (download e streaming). Para os trabalhos de Curious Ruminant, Ian Anderson (vocal, flauta e violão) contou com o apoio de David Goodier (baixo), John O’Hara (piano, teclado e acordeom), Scott Hammond (bateria) e Jack Clark (guitarra). O álbum também teve os trabalhos de James Duncan (bateria), que é filho de Ian Anderson, e Andrew Giddings (piano e teclado), músico que integrou o JT entre os anos de 1991 e 2007. Como um aperitivo, o Jethro Tull liberou o videoclipe da faixa-título. Assista: Track listing de Curious Ruminant: 01. Puppet And The Puppet Master (04:04)02. Curious Ruminant (06:00)03. Dunsinane Hill (04:17)04. The Tipu House (03:31)05. Savannah Of Paddington Green (03:13)06. Stygian Hand (04:16)07. Over Jerusalem (05:55)08. Drink From The Same Well (16:42)09. Interim Sleep (02:33) Via: RockBizz

Steven Wilson divulga detalhes do novo álbum The Overview
Alô, alô fãs de rock progressivo! O britânico Steven Wilson divulgou detalhes do novo álbum The Overview, que chegará ao mercado em 14 de março pela Fiction Records. De acordo com o artista, o trabalho estará disponível em diversos formatos como CD, vinil, vinil colorido, Blu-ray, boxset e digital (download e streaming). Steven Wilson cuidou das composições, produção e mixagem de The Overview, que promete uma grande diversidade musical ao ouvinte, indo do rock n’ roll ao eletrônico. Os colaboradores do cantor foram Craig Blundell (bateria), Adam Holzman (teclado) e Randy McStine (guitarra). Conceito O disco se debruça em uma jornada de 42 minutos baseada no efeito de visão geral, por meio do qual os astronautas que veem a Terra do espaço passam por uma mudança cognitiva transformadora, na maioria das vezes experimentando uma maior apreciação por outras pessoas e pela Terra como um todo. No entanto, nem todas as experiências são positivas; alguns veem a Terra verdadeiramente como ela é: insignificante e perdida na vastidão do espaço, e a raça humana como uma espécie problemática. Como um reflexo disso, o álbum apresenta imagens e histórias da vida na Terra, tanto boas quanto ruins. Track listing de The Overview: “Objects Outlive Us” (23:17) – No Monkey’s Paw– The Buddha Of The Modern Age– Objects: Meanwhile *– The Cicerones– Ark– Cosmic Sons Of Toil– No Ghost On The Moor– Heat Death Of The Universe “The Overview” (18:27) – Perspective– A Beautiful Infinity I– Borrowed Atoms– A Beautiful Infinity II– Infinity Measured In Moments– Permanence Assista o teaser em promoção a The Overview: Via: RockBizz

Infected Rain libera show completo realizado no Barba Negra
O Infected Rain liberou um show completo realizado em Budapeste, capital da Hungria, que rolou no dia 08 de março de 2024. A apresentação, que aconteceu na casa Barba Negra, foi em divulgação ao álbum Time, que saiu em fevereiro do ano passado pela Napalm Records. O espetáculo contou com o seguinte repertório: The Realm of Chaos, Pandemonium, Vivarium, Fighter, Dying Light, Never To Returbn, Because I Let You e Sweet, Sweet Lies. Assista: O Infected Rain irá retomar as atividades da Motocultor Across Europe Tour nesta sexta-feira, dia 10 de janeiro, com show na Holanda. A turnê europeia se estenderá até meados de fevereiro. Para conhecer o passo a passo do grupo pelo Velho Continente, acesse aqui. Via: RockBizz

Dave Mustaine é legal nos primeiros vinte minutos; depois começa a aborrecer, segundo Kerry King
Muitos músicos da cena heavy metal têm a fama de brigões e intransigentes, o que faz com que as pessoas se afastem ou tenham o mínimo de contato possível. O CEO do Megadeth, Dave Mustaine, é um cara que se encaixa nesse perfil. O ruivo coleciona muitos casos de atritos com outros músicos e membros de equipes técnicas. Durante conversa com o podcast Lipps Service With Scott Lipps, Kerry King (Slayer) comentou que Dave Mustaine é legal nos primeiros vinte minutos; depois desse tempo, ele começa a aborrecer e deixar o ambiente desconfortável. “A primeira vez que vi o Metallica foi com Mustaine. Foi no Woodstock, onde costumávamos a frequentar. Lembro que fiquei de boca aberta vendo Mustaine tocar guitarra, pois ele tocava e nem olhava para os seus dedos. Na época, ele era um guitarrista muito bom”. King completou: “Meu relacionamento com Mustaine é legal! Mas Mustaine é um daqueles caras que não consegue evitar de aborrecer ou falar algo embaraçoso para alguém. Então, vai levar uns vinte minutos para que você saia fora antes que as coisas fiquem desconfortáveis”. Confira o bate-papo na íntegra aqui. E por falar em Kerry King, o primeiro álbum solo do barbudo, From Hell I Rise, saiu em maio de 2024 pela Reigning Phoenix Music. Para o trabalho, o músico contou com o apoio de Mark Osegueda (vocal, Death Angel), Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Kyle Sanders (baixo, Hellyeah) e Paul Bostaph (baterista, ex-Slayer). Track listing de From Hell I Rise: 01. Diablo02. Where I Reign03. Residue04. Idle Hands05. Trophies Of The Tyrant06. Crucifixation07. Tension08. Everything I Hate About You09. Toxic10. Two Fists11. Rage12. Shrapnel13. From Hell I Rise Via: RockBizz

Ragne Wahlquist, do Heavy Load, morre aos 69 anos
O vocalista e guitarrista Ragne Wahlquist, do Heavy Load, faleceu nesta terça-feira, 7, aos 69 anos. A razão do falecimento não foi informada. De acordo com a emissora sueca Sveriges Television (SVT), o músico trabalhava nas gravações do quinto álbum com Styrbjörn Wahlquist, baterista e irmão mais novo. Entretanto, as informações veiculadas na Suécia, afirmam que intenção do Heavy Load é finalizar o projeto sucessor de Riders of the Ancient Storm (2023) e seguir com a banda para manter a memória de Ragne viva. Ragne Wahlquist faria 70 anos no próximo dia 23 de janeiro. Pioneiro do heavy metal sueco Heavy Load foi fundado pelos irmãos Wahlquist: Ragne e Styrbjörn na década de 1970. E desde então, passou a ser considerada como a pioneira do heavy metal sueco e do viking metal mundial. Além do desejo de promover as raízes nórdicas, o álbum de estreia, Full Speed at High Level (1978) conseguiu impulsionar a cena na Suécia. Em seguida, foram lançados: Metal Conquest (1981), Death Or Glory (1982) e Stronger Than Evil (1983). Em 2023, os irmãos Wahlquist anunciaram uma reunião para celebrar o 40º aniversário da banda com a divulgação do então novo álbum: Riders of the Ancient Storm. O novo álbum que está em processo de gravação ainda não tem previsão de lançamento. LEIA TAMBÉM: Unleashed: Fredrik Lindgren, guitarrista original da banda, morre aos 53 anos Giselly Vitória Jornalista formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), além da música, ama futebol e k-dramas. Atualmente, tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’ e é colaboradora do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Nancy Wilson deixou show do Led Zeppelin por causa da postura sexy e provocativa de Robert Plant
Nos idos da década de 1970, a guitarrista do Heart, Nancy Wilson, deixou um show do Led Zeppelin por causa da postura sexy e provocativa de Robert Plant. Na época, ela e a irmã, Ann Wilson, eram jovens e estavam tendo contato com a turma experiente do rock n’ roll pela primeira vez. A musicista norte-americana falou sobre o assunto em recente conversa com os apresentadores Nick Millevoi e Jason Shadrick, do canal Premier Guitar. “Lá estava o Led Zeppelin, com Jimmy [Page – guitarra] e seu arco de violino fazendo sua mágica no echo plex, fingindo que estava invocando a música do ar com seu echo plex, que eram na verdade gravações em fitas”, lembrou. Nancy continuou: “O cantor era muito provocativo! Ele estava com a camisa bem aberta, estava com o peito aberto, calça jeans bem baixa e se movia de uma maneira super provocativa. Nós ficamos bastante chocadas”. “Éramos uma pequena banda folk na época. Éramos meninas do subúrbio, éramos garotas hippies sem nenhum tipo de esclarecimento. E eles eram muito barulhentos e provocativos”, pontuou. “Quando Robert Plant cantou a música Squeeze My Lemon, nós simplesmente decidimos sair fora do show. Nós estávamos chocadas pelo tom sexy e provocativo de sua performance”, finalizou Wilson. Assista a entrevista na íntegra no tocador a seguir: Via: RockBizz

“Extremamente desconfortável”, Glenn Hughes sobre introdução do Deep Purple no Hall Of Fame
Em 2016, o Deep Purple entrou para o Rock and Roll Hall Of Fame e junto com membros atuais, ex-membros também estiveram presentes na cerimônia. Foi o caso de Glenn Hughes, que integrou a banda de 1973 a 1976. Hughes lembrou detalhes daquele dia, em evento realizado em outubro passado, em Sydney, Austrália. O baixista também falou também sobre tratamento dado a ele pelos demais membros da banda. (via Blabbermouth). “Não houve clima familiar, não houve abraços, não houve apertos de mão, não houve, ‘Como você está, amigo?’ Nada disso. E foi extremamente desconfortável. Deixe-me dizer, foi desconfortável.” De acordo com Glenn, uma situação em específico na cerimônia o chateou a ponto de quase chorar. Foi quando ele foi cumprimentar Ian Gillan, e o vocalista não quis que Hughes chegasse perto. “Quando estávamos recebendo os prêmios, no final, estávamos todos de pé com esses incríveis prêmios – fui parabenizar Ian Gillan – e quando cheguei perto dele, ele colocou o braço assim [na frente dele], porque não queria que eu chegasse perto dele (…) Por que ele fez isso? Eu não sei.” Ele continuou: “Eu não fui o cara mais legal quando estava bêbado. Mas fazer isso com um membro da família enquanto eu estava agradecendo e parabenizando-o pelo prêmio… Ele não queria saber, não queria saber, Isso foi muito rude.” Hughes e seu relacionamento com os demais membros do Deep Purple Em junho passado, durante uma entrevista para a Guitar Interactive Magazine, Hughes havia sido perguntado se possuía contato com algum membro. O baixista afirmou contudo que a única exceção é David Coverdale. “Não. Nunca mais falarei com nenhum deles — simplesmente porque foram rudes. Tanto Roger [Glover] quanto Gillan foram rudes com David e eu.” “Não me importo com esses caras. Gillan foi rude comigo no palco ao aceitar o prêmio. Fui parabenizá-lo. Ele olhou para mim nos olhos como se eu não existisse. O cara tem um problema comigo. Ponto final.” LEIA TAMBÉM: Tony Iommi e Glenn Hughes irão se reunir em nova música Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

“Eu estava no limite; mandei eles se ferrarem e saí do Sepultura”, diz Max Cavalera
As demissões e as mudanças em formações de bandas fazem parte do jogo e são comuns, na verdade. Porém, em alguns casos, a coisa toda ganha contornos mais dramáticos do que o usual por envolver músicos importantes para os respectivos grupo. Alguns dos casos que mais chamaram a atenção foram os seguintes: Iron Maiden e Bruce Dickinson, Black Sabbath e Ozzy Osbourne, Judas Priest e Rob Halford, Angra e Andre Matos e Sepultura e Max Cavalera. Este último caso gera falatório até os dias de hoje, visto o melodrama que se deu na época, em meados dos anos 1990. Em 2018, numa conversa com a revista Metal Hammer, Max Cavalera comentou que estava no limite, com isso mandou os seus ex-colegas de trabalho se ferrarem e saiu do Sepultura. “O nosso último show foi fantástico, superenergético, cheio de energia. Nós tocamos muito bem”, contou Max se referindo à apresentação que aconteceu no Brixton Academy, em Londres, no dia 16 de dezembro de 1996. Apesar disso, o clima estava muito pesado entre os músicos. Andreas Kisser, Igor Cavalera e Paulo Júnior estavam determinados a finalizar a parceria de trabalho com Gloria Cavalera, esposa de Max e empresária do Sepultura. Sobre o desenrolar do último show do conjunto, Massimiliano Antônio Cavalera falou: “Não creio que tenha sido no vestiário. Foi na viagem de ônibus indo para o aeroporto. Provavelmente bebi um pouco, e já estava no limite, disse para eles se ferrarem e que estava fora da banda”. Ele completou: “Gloria tentou falar comigo! Ela falou para eu seguir com eles, mas eu não consegui. Eu simplesmente não consegui. Eu não sou esse tipo de pessoa. Não posso foder as pessoas assim. Gloria é uma pessoa incrível. Mas foi um absurdo. Eles ainda fizeram uma reunião para tentar me trazer de volta”. No final de 1996, o Sepultura e o Max Cavalera decidiram seguir caminhos opostos: o primeiro fechou parceria com o norte-americano Derrick Green, cantor com quem já gravou nove álbuns de estúdio. Já o segundo, Max Cavalera, criou o Soulfly, grupo que contabiliza doze discos na praça. O artista também participa de outros projetos de peso como Cavalera Conspiracy e o Killer Be Killed. Os dois lados seguem fazendo sucesso em suas respectivas carreiras. Via: RockBizz

Andreas Kisser: “Ficamos muito surpresos com a decisão do Eloy de deixar o Sepultura”
Um dos assuntos mais comentados no mundo do metal em 2024, certamente foi a saída de Eloy Casagrande do Sepultura para se juntar ao Slipknot. Em entrevista para o Overdrive.Ie (via Blabbermouth), o guitarrista Andreas Kisser novamente abordou o assunto. Perguntado se a saída tem relação com a turnê de despedida do Sepultura, Kisser diz que não sabe, e que isso deve ser perguntado diretamente a Eloy. O guitarrista continuou dizendo que a banda “ficou muito surpresa” com a decisão do baterista. “Não tenho ideia, cara. Você deve perguntar a ele. Porque ficamos muito surpresos com a decisão dele.”, disse Kisser, afirmando que turnê estava sendo planejada há dois anos e com aprovação de Casagrande. “Estávamos trabalhando [na turnê de despedida] por dois anos — com ele — e três semanas antes do primeiro show, ele decidiu ir embora do nada. Foi muito estranho.” Andreas também afirmou que pouco antes da saída, a banda estava discutindo qual seria o setlist da turnê e detalhes envolvendo efeitos de palco. “E ele decidiu três semanas antes da primeira data que estávamos trabalhando por dois anos para acontecer, com a aprovação dele e tudo — estávamos discutindo o setlist e todos os efeitos e tudo — mas ele decidiu ir naquele momento e foi embora.” Kisser também falou sobre Greyson Nekrutman e Jay Weinberg “Greyson Nekrutman veio à minha mente imediatamente, porque o estávamos seguindo. Meu filho, Yohan, me mostrou seus vídeos, Derrick [Green] o viu tocando com o Suicidal Tendencies em Los Angeles e ele veio à minha mente imediatamente. Eu liguei para ele e 48 horas depois, estávamos juntos (Risos).” Sobre Jay Weinberg estar no Suicidal Tendencies, Eloy no Slipknot e Greyson no Sepultura, Andreas diz que é ótimo para sua banda, assim como para os demais bateristas. “Para nós, é ótimo. Acho que para Eloy, o Slipknot também é ótimo. E para Jay — talvez tenha sido melhor para todos.” LEIA TAMBÉM: Sepultura: Andreas Kisser cita influência na decisão de uma turnê de despedida Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Sepultura: “Não somos escravos de definições ou presos no passado”, afirma Andreas Kisser
Andreas Kisser, que tem a complexa missão de liderar o Sepultura, é um músico sem medo de se posicionar sobre quaisquer assuntos. Da finitude da vida ao mercado fonográfico, ele expõe de forma honesta as suas opiniões, além disso, ostenta rara maturidade em receber o ponto de visto antagônico ao seu sem pedras na mão. Trocando uma ideia com o jornalista Oran O’Beirne, do canal Overdrive – The Home Of Heavy, o artista brasileiro comentou que o ponto mais alto de sua carreira é o hoje. Ele defendeu sua opinião afirmando que o Sepultura não é escravo de definições, tampouco é um grupo preso ao passado. “Quando me perguntam qual é o ponto mais alto da minha carreira, eu sempre respondo que é o hoje. Estar aqui depois de tantas coisas que aconteceram em nossas carreiras, tecnologia, vidas pessoais, relacionamento com os fãs, formas de vender a nossa música e fazer turnês é incrível. Nós construímos um novo Sepultura a cada novo dia. Essa é a nossa forma trabalhar, esse é o nosso espírito. Nós encaramos de frente os nossos desafios e não somos escravos de definições do que o Sepultura deveria ser. Somos o que somos”. Andreas continuou: “Fazemos turnês tocando sons novos! Somos uma banda viva! Não fazemos turnês especiais celebrando este ou aquele disco. Não regravamos discos! Nós não estamos presos no nosso passado como numa espécie de paranoia. Estamos aqui vivendo o hoje, curtindo os novos elementos, as novas bandas, a nova música que está rolando. E o Sepultura é exatamente sobre isso: evolução. Esse é o espírito! E é por isso que o Sepultura está vivo e tão forte. Temos respeito pelo nosso presente e pelo o que temos em nossas mãos”. Confira a troca de ideia na íntegra no player a seguir: Via: RockBizz

Bon Jovi anuncia reedição de luxo do álbum Slippery When Wet
Bon Jovi anunciou que lançará uma reedição de luxo expandida do álbum de 1986, Slippery When Wet, no dia 28 de fevereiro pela Island/UMe. Slippery When Wet Deluxe Edition estará disponível em 2 CDs e digital, incluindo o álbum original e um disco bônus com uma versão acústica de Wanted Dead or Alive, remixes e gravações ao vivo inéditas da turnê Slippery When Wet de 1987. Slippery When Wet é o álbum mais bem-sucedido e mais vendido do Bon Jovi, tendo sido certificado 12 vezes como platina. O repertório apresenta três das principais canções da banda: Livin’ on a Prayer, You Give Love a Bad Name e a balada poderosa Wanted Dead or Alive. Além da edição de luxo, as faixas originais do álbum serão disponibilizadas em duas versões de vinil e cassete. Pré-venda em shop.bonjovi.com. Tracklist de Slippery When Wet Deluxe Edition: Disco 101. Let It Rock02. You Give Love a Bad Name03. Livin’ on a Prayer04. Social Disease05. Wanted Dead or Alive06. Raise Your Hands07. Without Love08. I’d Die for You09. Never Say Goodbye10. Wild in the Streets Disco 201. Wanted Dead or Alive (Acoustic Version)02. Livin’ on a Prayer (Thank You Goodnight Remix) *03. Raise Your Hands (Extended Obie O’Brien Mix) *04. Wild in the Streets (Live at Cincinnati Gardens, March 18, 1987) *05. Livin’ on a Prayer (Live at Cobo Arena Detroit, March 11, 1987) *06. Wanted Dead or Alive (Live at Cobo Arena Detroit, March 11, 1987) *07. Let It Rock (Live at Nassau Coliseum, August 9, 1987) ** inédito Via: RockBizz

8 artistas nacionais reconhecidos internacionalmente
Listas Recentemente o mundo voltou a olhar para o Brasil, quando a atriz Fernanda Torres tornou-se a primeira brasileira a vencer o Globo de Ouro, por seu papel em Ainda Estou Aqui (2024). Representando um marco definitivo na história de nosso país, isso nos faz questionar. Por que nossa cultura nem sempre é tão valorizada quanto a estadunidense ou europeia? O Brasil é um país rico em cultura e diversidade, com muita arte e que, por vezes, acaba passando despercebida quando comparada a de outros locais. Pensando nisso, elaborei uma lista com artistas e bandas brasileiras de rock metal reconhecidos internacionalmente. Sepultura Angra Crypta Nervosa Krisiun Rita Lee Andre Matos Ego Kill Talent LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2025: agenda de rock e heavy metal Bia Cardoso Fã de rock desde muito cedo, é estudante de jornalismo e trabalha, também, criando conteúdo para a internet. Já foi host de podcast e atualmente está completamente focada na área de jornalismo especializado. Apaixonada por música, é entusiasta, em especial, do hard rock e heavy metal. Via: Wiki Metal

Richie Faulkner é a razão pela qual o Judas Priest segue na ativa, diz Ian Hill
Em 2011, o Judas Priest havia anunciado a Epitaph World Tour, que originalmente seria a turnê de despedida da lendária banda britânica dos palcos. A turnê foi concluída em 2012, mas 13 anos após sua conclusão, o grupo segue firme. Ian Hill, baixista da banda falou a rádio 104.5 The Pick, que a chegada do guitarrista Richie Faulkner deu ao Priest um gás para seguirem em frente. “Richie Faulkner. [Risos] Sim, ele veio, ele substituiu Ken [KK Downing], que foi fazer suas próprias coisas. Claro, a ideia toda era desacelerar um pouco e diminuir um pouco a carga de trabalho. Mas Richie chegou com entusiasmo sem limites e toda essa energia, e meio que contagiou o resto de nós. E aqui estamos nós, três álbuns, três turnês, quatro turnês depois — bem, cinco turnês depois, se você contar a turnê Epitaph [‘despedida’] [2011-2012] — e ainda estamos fortes. Quer dizer, estamos acelerando. Estamos amando. Estamos mesmo.” Após a chegada de Faulkner, foram lançados três discos, Redeemer of Souls (2014), Firepower (2018) e o mais recente Invincible Shield (2024), cuja turnê passará pelo Brasil em abril, para shows em Brasília e no Monsters of Rock, em São Paulo. LEIA TAMBÉM: Rob Halford comenta a falta que sente de Glenn Tipton no Judas Priest Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Jay Weinberg se prepara para lançar seu primeiro material solo em 2025
Jay Weinberg, anunciou seus planos para primeiro material solo em 2025. O baterista é conhecido por seu desempenho durante o tempo em que tocou no Slipknot e integra atualmente o Suicidal Tendencies. Weinberg, que passou por um ano movimentado após a sua saída do Slipknot, revelando também um novo capítulo de sua carreira solo, compartilhou com seus seguidores nas redes sociais suas ambições musicais para o ano presente. Embora continue com o Suicidal Tendencies, onde se juntou à banda após a saída de Greyson Nekrutman, o músico revelou que está empolgado para gravar novas músicas que tem escrito ao longo dos últimos anos. “Uma das minhas ambições para 2025 é gravar mais músicas no estúdio — começando com meu próprio material”. Confira a postagem original na íntegra: A preparação do material solo Jay compartilhou que o processo criativo dessas músicas remonta a 2017, quando formou um grupo para tocar o material em questão durante uma pausa nas turnês. “Foi incrível e um grande desafio criativo. Não voltei a essas músicas desde então, até recentemente sentir inspiração para pegar a guitarra de volta e tocar essas coisas novamente”, explicou, destacando que o retorno ao trabalho com esse material tem sido uma experiência gratificante. Portanto, mesmo com compromissos da banda, Weinberg está ansioso para passar um tempo no estúdio, dedicando-se à gravação de suas músicas solo. “Estou ansioso para que você as ouça. Quando estiverem prontas, você saberá”, concluiu o baterista. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Jay Weinberg comenta sobre novo single com artistas brasileiros e turnê ‘Nós Somos Família’ Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Jim Root diz se o Slipknot é uma banda pop ou não
O grandalhão Jim Root, guitarrista e uma das mentes criativas do Slipknot, concedeu uma entrevista ao canal Andertons Music Co para fornecer detalhes sobre sua forma de compor, equipamentos e técnicas nas seis cordas. Jim Root também disse se o Slipknot é uma banda pop ou não. Vale lembrar que o som do noneto não é do tipo de embalar o churrasco da família nos finais de semana. “É muito importante não colocar limites no que você pode fazer de forma criativa! Por estar em um gênero, eu acho que muitos puristas e metaleiros não gostam dessa ideia. Muitas pessoas dirão que não somos uma banda de metal, e eu não discordaria delas. No entanto, quando você ouve um pouco do death metal norueguês, ou algumas das primeiras coisas, do final dos anos 80 e início dos anos 90, nós definitivamente não somos tão pesados assim”. Jim comentou que a definição de ‘heavy’ pode variar e mencionou que chamar o Slipknot de uma banda ‘pop’ também não seria muito estranho. “Eu participei de um podcast há um tempo atrás, e o cara me perguntou se somos uma banda pop. Eu também não poderia discordar disso. Para mim, o pop e o rock n’ roll clássico são alguns dos estilos que têm mais impacto e que mais significam. Eles deixam os vocalistas fazerem o que precisam fazer”. Assista a entrevista na íntegra logo aqui: O Slipknot irá retomar as atividades ao vivo no final de fevereiro, quando ocorrerá o Knotfest Austrália, que terá shows de A Day to Remember, Babymetal, Polaris, Hatebreed e outros. A tour ainda passará pela Nova Zelândia. Ainda para este ano, os mascarados têm compromissos com os fãs do Velho Continente. Para saber o itinerário completo da Here Comes The Pain Tour, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Shows no Brasil em 2025: agenda de rock e heavy metal
Os fãs brasileiros de heavy metal e rock and roll estão nas nuvens com as recentes turnês passando pelo país. Mas às vezes é difícil acompanhar todas as bandas que estão planejando vir ao Brasil e por isso o Wikimetal preparou essa agenda com todas as turnês confirmadas por aqui. Confira a lista completa – e em constante atualização. Arena Of RockBrasília (16/04/2025) – Arena Mané Garrincha – Bilheteria Digital Bangers Open AirSão Paulo (02, 03 e 04 de maio) – Memorial da América Latina – Clube do Ingresso Best Of Blues and RockSão Paulo (07 e 08 de junho) – Auditório do Parque Ibirapuera – Eventim EpicaPorto Alegre (06/11/2025) – Bar Opinião – FastixCuritiba (07/11/2025) – Ópera Arame – FastixBelo Horizonte (09/11/2025) – Teatro BeFly – FastixBrasília (11/09/2025) – Toinha – FastixRio de Janeiro (13/09/2025) – Sacadura 154 – FastixSão Paulo (14/09/2025) – Terra SP – Fastix IncubusCuritiba (08/04/2025) – Live Curitiba – Tickets For FunSão Paulo (10/04/2025) – Espaço Unimed – Tickets For Fun Kiko Loureiro + Marty FriedmanRecife (30/05/2025) – Clube Internacional – MeapleFortaleza (31/05/2025) – Armazém – MeapleBelém (01/06/2025) – Music Park – MeapleBelo Horizonte (04/06/2025) – Mister Rock – MeapleRio de Janeiro (06/06/2025) – Sacadura 154 – Show PassSão Paulo (07/06/2025) – Tokio Marine Hall – TicketmasterCuritiba (08/06/2025) – Ópera de Arame – Bilheto Lacuna CoilSão Paulo (15/03/2025) – Carioca Club – Clube do IngressoCuritiba (16/03/2025) – Tork N’ Roll – Clube do IngressoBelo Horizonte (18/03/2025) – Mr. Rock – Clube do IngressoBrasília (19/03/2025) – Lourdes Musical Hall – Clube do Ingresso Marky Ramone’ BlitzkriegCuritiba (01/04/2025) – Tork N’ Roll – Clube do IngressoBrasília (03/04/2025) – Toinha Brasil Show – Clube do IngressoBelo Horizonte (04/04/2025) – Mister Rock – Clube do IngressoSão Paulo (05/04/2025) – Carioca Club Pinheiros – Clube do IngressoSuzano (06/04/2025) – Magic City – Magic City Monsters Of RockSão Paulo (19/04/2025) – Allianz Parque – Eventim OasisSão Paulo (22/11/2025) – Morumbis – TicketmasterSão Paulo (22/11/2025) – Morumbis – Ticketmaster Pierce The VeilCuritiba (14/12/2025) – Live Curitiba – TicketmasterSão Paulo (16/12/2025) – Espaço Unimed – Ticketmaster SaxonBelo Horizonte (04/05/2025) – Mister Rock – BilhetoPorto Alegre (06/05/205) – Opinião – Sympla ScorpionsRio de Janeiro (21/04/2025) – Qualistage – Eventim Slaughter To PrevailCuritiba (27/03/2025) – Tork N’ Roll – Clube do IngressoSão Paulo (29/03/2025) – VIP Station – Clube do Ingresso StingRio de Janeiro (14/02/2025) – Farmasi Arena – TicketmasterSão Paulo (16/02/2025) – Allianz Parque – TicketmasterCuritiba (18/02/2025) – Pedreira Paulo Leminski – Ticketmaster Stone Temple PilotsSão Paulo (22/05/2025) – Terra SP – MeapleBrasília (24/05/2025) – Estacionamento Mane Garrincha – Porão do Rock System Of A DownCuritiba (06/05/2025) – Estádio Couto Pereira – EventimRio de Janeiro (08/05/2025) – Estádio Nilton Santos – EventimSão Paulo (10/05/2025) – Allianz Parque – EventimSão Paulo (11/05/2025) – Allianz Parque – Eventim Tarja Turunen & Marko HietalaCuritiba (18/05/2025) – Ópera de Arame – BilhetoBelo Horizonte (20/05/2025) – Mister Rock – Ingressos Fansociety Porto Alegre (22/05/2025) – Auditório Araújo Vianna – SymplaSão Paulo (24/05/2025) – Tokio Marine Hall – Eventim The CultRio de Janeiro (22/02/2025) – Viva Rio – FasTixSão Paulo (23/02/2025) – Vibra São Paulo – Clube do IngressoCuritiba (25/02/2025) – Live Curitiba – Clube do Ingresso The OffspringBelo Horizonte (05/03/2025) – BeFly Hall – EventimRio de Janeiro (06/03/2025) – Farmasi Arena – EventimSão Paulo (08/03/2025) – Allianz Parque – EventimCuritiba (09/03/2025) – Pedreira Paulo Leminski – EventimPorto Alegre (11/03/2025) – Pepsi On Stage – Eventim Uriah HeepRio de Janeiro (09/04/2025) – Teatro Clara Nunes – MeaplePorto Alegre (10/04/2025) – Opinião – SymplaSão Paulo (11/04/2025) – Tokio Marine Hall – TicketmasterCuritiba (12/04/2025) – Ópera de Arame – MeapleBelo Horizonte (13/04/2025) – Mister Rock – Meaple Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Categorias: Listas Notícias Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Facebook Instagram Twitter Via: Wiki Metal

Aposentadoria do Sepultura influenciou a saída de Eloy Casagrande? “Não faço ideia; você tem que perguntar a ele”, diz Andreas Kisser
A saída do baterista Eloy Casagrande do Sepultura vem rendendo muitos falatórios nos últimos meses, visto que o músico largou a banda na véspera de iniciar a derradeira turnê, a qual leva o nome de Celebrating Life Through Death. Em bate-papo com o apresentador Oran O’Beirne, do canal Overdrive – The Home Of Heavy, o líder e guitarrista do grupo, Andreas Kisser, falou sobre a saída do baterista. Questionado se a aposentadoria do Sepultura influenciou a saída de Eloy Casagrande? O guitar hero disse: “Não faço ideia; você tem que perguntar a ele”. Kisser continuou: “Ficamos muito surpresos com a decisão dele! Estávamos trabalhando na turnê de despedida do Sepultura há dois anos. Mas, três semanas antes do primeiro show, ele decidiu sair do nada. Foi muito estranho”. “Nós estávamos trabalhando há dois anos para fazer tudo acontecer, com a aprovação dele e tudo mais. Estávamos discutindo o setlist, os efeitos e tudo mais, mas ele decidiu ir embora”, lamentou o guitarrista. “Greyson Nekrutman veio à minha mente imediatamente, porque estávamos seguindo ele. Meu filho, Yohan, me mostrou alguns vídeos dele. Derrick [Green – vocal] já tinha o visto tocar em Los Angeles. Liguei para ele e, em cerca de 48 horas, estava tudo resolvido”, completou em tom alívio. Eis o bate-papo na íntegra logo abaixo: Via: RockBizz