Entrevistas

KISS vai celebrar os 30 anos do MTV Unplugged com relançamento em vinil duplo
O KISS vai celebrar os 30 anos do MTV Unplugged com relançamento em vinil duplo e picture disc duplo de luxo. A versão picture disc vem embalada em uma capa dupla premium inédita, revestida em papel prateado metalizado, com fotos inéditas e um pôster dupla face totalmente novo. O produto é super limitado com apenas mil unidades no mundo todo e disponível exclusivamente na loja online do KISS. Track listing de KISS – MTV Unplugged: LP 1 – Lado A:“Comin’ Home”“Plaster Caster”“Goin’ Blind”“Do You Love Me” LP 1 – Lado B:“Domino“Sure Know Something”“A World Without Heroes”“Rock Bottom” LP 2 – Lado C:“See You Tonite”“I Still Love You”“Every Time I Look At You”“2,000 Man” LP 2 – Lado D:“Beth”“Nothin’ To Lose”“Rock And Roll All Nite”“Got To Choose” O show, que aconteceu em 09 de agosto de 1995, foi a primeira vez desde 1979 que a formação original do grupo – Paul Stanley (vocal e violão), Gene Simmons (baixo e vocal), Ace Frehley (violão e vocal) e Peter Criss (bateria e vocal) – se reuniram e se apresentaram juntos sem maquiagem. Além dos quatro membros originais da banda mais quente do mundo, o espetáculo teve a participação do virtuoso Bruce Kulick (Alice Cooper, Grand Funk Railroad) e do baterista Eric Singer (Black Sabbath, Badlands, Alice Cooper). O MTV Unplugged do KISS, que saiu originalmente em CD no dia 12 de março de 1996, alcançou a décima quinta posição da Billboard 200. O trabalho alcançou o disco de ouro nos Estados Unidos por vender mais de 500 mil unidades. Via: RockBizz

Sepultura convida Alissa White-Gluz, Crypta e mais em show no Hellfest
O Sepultura fez a sua última apresentação da carreira no Hellfest, nesta sexta-feira, 19, em Clisson, França, onde protagonizou um dos momentos mais comentados do festival. A banda recebeu convidados especiais durante a música “Kaiowas”, faixa instrumental presente no álbum Chaos A.D. (1993), e conta com participação de convidados durante os shows da turnê. Para a performance, a banda contou com a participação da vocalista Alissa White-Gluz, ex-Arch Enemy, do baterista Dirk Verbeuren, do Megadeth, Frédéric Leclercq, baixista do Kreator e das musicistas brasileiras Fernanda Lira, Luana Dameto e Tainá Bergamaschi, integrantes da Crypta. O momento mostra a influência internacional do Sepultura. Mesmo em sua turnê de despedida, a banda segue reunindo nomes importantes da música pesada e criando apresentações especiais ao redor do mundo. O Hellfest 2026 ocorre em Clisson, na França, entre os dias 18 e 21 de junho, com atrações como Iron Maiden, Megadeth, The Pretty Reckless, Accept, The Hives, Carcass, Anthrax e mais. A maioria dos shows será transmitida ao vivo pelo canal Arte Concert. Último show do Sepultura no Brasil O histórico show de despedida do Sepultura acontecerá em São Paulo, na Mercado Livre Arena Pacaembu, no dia 07 de novembro. Os ingressos já estão à venda por meio do site da Ticketmaster. Entre as atrações internacionais já confirmadas está o supergrupo Metal Allegiance, formado por Mike Portnoy, do Dream Theater, Alex Skolnick e Chuck Billy, da lendária Testament, além de Phil Demmel, ex-Machine Head, Troy Sanders, do Mastodon, e o baixista e idealizador do projeto, Mark Menghi. A programação também contará com as participações confirmadas do Krisiun, um dos maiores nomes do death metal mundial, além da banda americana de thrash metal Sacred Reich. Demais convidados serão anunciados em breve. Ex-integrantes e músicos que fizeram parte da trajetória do Sepultura ao longo das décadas também serão convidados para esta despedida definitiva, como Jean Dolabella e Jairo Guedz, integrante da formação original da banda. LEIA TAMBÉM: Noel Gallagher torce para Brasil e Argentina na final da Copa do Mundo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rachel Bolan descarta volta de Sebastian Bach ao Skid Row: “Não vai acontecer”
Rachel Bolan, baixista e membro fundador do Skid Row, encerrou as especulações sobre uma possível volta do ex-vocalista Sebastian Bach ao grupo. Segundo o músico, a reunião com o cantor “não vai acontecer”. Em entrevista ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da rádio SiriusXM, Bolan respondeu de forma categórica sobre os pedidos constantes dos fãs para que a formação clássica da banda retorne. Segundo ele, a fase atual do grupo é boa, e todos “estão ótimos”. “É o que é. As pessoas podem gostar da gente ou não. Eu realmente não estou nem aí. Eu quero que as pessoas estejam em nossos shows. Nós estamos nos saindo bem. Estamos nos saindo ótimos”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Questionado sobre a insistência de parte do público em relação ao retorno de Bach, Bolan definiu a situação como algo que já não faz parte dos planos do Skid Row. “Não entendo muito essa coisa de reunião, a menos que precisemos procurar um cantor, e então algumas pessoas, como os ‘guerreiros da internet’, me dizem exatamente o que eu deveria estar fazendo. […] Para nós, isso já é uma questão resolvida. Não vai acontecer”, seguiu. Skid Row definirá novo vocalista em competição global Após a saída de Erik Grönwall, em março de 2024, para priorizar sua saúde, o Skid Row iniciou uma parceria com a empresa de áudio norte-americana Sweetwater para realizar uma audição global em busca de seu novo cantor. “A campanha foi surpreendente. Passamos pelas avaliações dos vídeos, cerca de 400. Tem muita gente talentosa por aí. O que fazemos é reunir grupos de quatro ou cinco pessoas, levá-los para Nova Jersey e testá-los ao vivo em uma sala de ensaio. É diferente da situação de estúdio, onde tudo é editado”, explicou. “Prometemos uns aos outros que faríamos isso com calma. O Skid Row lança álbuns a cada oito anos, então estamos ouvindo cada pessoa que submete algo. Estamos seguindo em frente e fazendo as coisas do nosso jeito”, finalizou. LEIA TAMBÉM: Sebastian Bach apoia Lzzy Hale no Skid Row: “Odeio aqueles caras, mas ela é foda” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Noel Gallagher torce para Brasil e Argentina na final da Copa do Mundo
Notícias Noel Gallagher, fã declarado de futebol, revelou que quer ver a final com Brasil e Argentina na Copa do Mundo de 2026. Durante participação do programa talkSPORT Breakfast, o músico comentou sobre a possibilidade de o Brasil chegar à decisão do Mundial e revelou não estar muito confiante na seleção do seu país natal. “A Inglaterra fará o que sempre faz, chegará às quartas de final e enfrentará um adversário de nível igual ou um pouco melhor, e o mundo inteiro irá se comover. Não acho que a Inglaterra vencerá… Vou à final, então espero que seja Brasil x Argentina”, disse o vocalista do Oasis [via TMDQA!]. Na rodada de abertura, o Brasil ficou no empate em 1 a 1 com o Marrocos. Já a Argentina fez sua estreia diante da Argélia na última terça-feira, 16. A Inglaterra venceu o jogo contra a Croácia na Copa do Mundo por 4 x 2 na última quarta-feira, 17, com direito a jogadores e torcedores cantando “Wonderwall”, clássico do Oasis. O próximo confronto do Brasil será contra o Haiti, pela segunda rodada da Copa do Mundo, nesta sexta-feira, 19, às 21h30 (horário de Brasília). LEIA TAMBÉM: Seleção e torcida da Inglaterra cantam “Wonderwall” após vitória na Copa do Mundo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Nita Strauss foi cotada para ser guitarrista de Michael Jackson
Nita Strauss foi guitarrista de Jermaine Jackson, irmão de Michael, durante uma turnê pela África, em 2010, mas originalmente, o convite era para tocar com Michael Jackson. Em entrevista à Metal Hammer, Nita contou que conheceu Jermaine quando ainda buscava espaço na indústria musical. “O Kill Slowly [banda que Nita formou no início de sua carreira] tinha gravado algo que foi produzido por um cara chamado Michael Prince, que trabalhou com Michael Jackson por muitos e muitos anos. Em certo momento, ele me ligou e disse: ‘Você teria interesse em fazer um teste para o Michael Jackson?’. Eu respondi: ‘Meu Deus, sim!’ O teste nunca aconteceu, mas depois ele ligou e disse que Jermaine queria fazer alguns shows em homenagem ao irmão dele depois que ele morreu, e perguntou se eu queria participar. Lembro-me de ter chegado ao aeroporto do Senegal, ouvindo meu iPod Nano. O cara ao meu lado perguntou: ‘Você está ouvindo ‘Africa’, do Toto?’ Eu fiquei completamente emocionado” Hoje consolidada como uma das guitarristas mais conhecidas do rock e do metal, Nita vê aquele encontro como um dos episódios que contribuíram para sua formação profissional. “Aprendi muito sobre como tocar funk e também tive a oportunidade de trabalhar indiretamente com Tito e Randy [Jackson], que foram ótimos. E estávamos tocando nesses enormes estádios de futebol, em lugares como Gâmbia e Senegal, onde não era seguro sair sem acompanhante. Foi uma experiência realmente reveladora em todos os sentidos. Mas essa é a coisa incrível sobre este trabalho. Você tem a oportunidade de aprender a cada passo”, disse Strauss à Rolling Stone em uma entrevista de 2015. LEIA TAMBÉM: Nita Strauss critica fãs conservadores do rock/metal: “está cheio de bebês chorões” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Riviera Gaz anuncia novo álbum; projeto une integrantes do Sonic Youth, Forgotten Boys e banda de Pitty
Riviera Gaz lança nesta quinta-feira, 18, “Monomania”, nova música do novo álbum Catacroma. O LP estará disponível em 20 de agosto em todas as plataformas de streaming do mundo e em vinil pela Vampire Blues. Seu segundo álbum abraça uma colaboração mais profunda e um extenso processo de mixagem e edição, expandindo o que começou como músicas de rock mais diretas em experiências cósmicas, estranhas e expansivas. Formada pelo guitarrista e vocalista Gustavo Riviera (líder da banda brasileira Forgotten Boys), pelo multi-instrumentista Paulo Kishimoto (Pitty) e pelo baterista Steve Shelley (Sonic Youth), a Riviera Gaz lançou o EP de estreia Pere Ubu em 2016, seguido pelo disco Connection em 2018. Agora, o trio começa um capítulo inédito com o novo single. A canção soa como uma trilha sonora de um road movie, com paisagens em constante transformação, cores mutáveis e um ritmo constante que conduz o ouvinte de horizontes terrenos a um futuro pós-industrial. O clipe já está disponível no YouTube. “‘Monomania’ é uma celebração à obsessão”, conta o vocalista e guitarrista Gustavo Riviera. “Traz um mundo onde desejos irracionais, sonhos impossíveis e fixações pessoais são incentivados. Dentro do território da obsessão, da mania, de um convite a se entregar aos seus ‘sonhos psicóticos’ e confiar no impossível”. “Monomania” é um lançamento ForMusic Records em parceria com a Revolver. Sobre Riviera Gaz Riviera Gaz é um trio multinacional formada pelo guitarrista e vocalista Gustavo Riviera (líder da banda brasileira Forgotten Boys), pelo multi-instrumentista Paulo Kishimoto (Pitty, Forgotten Boys) e pelo baterista Steve Shelley (Sonic Youth). Desde sua formação, em 2016, o grupo vem construindo uma consciência coletiva psicodélica onde riffs de fuzz, energia glam rock, experimentações de estúdio sem medo e grooves inspirados em Can, se fundem para criar novos e instáveis elementos sonoros. O EP de estreia da banda, Pere Ubu, foi lançado em 2016, seguido pelo primeiro álbum, Connection, em 2018. Essa primeira fase do grupo era crua, rítmica, punk e ao mesmo tempo contagiante, com músicas que combinavam o ataque visceral dos The Stooges com o núcleo melódico de grandes referências da composição pop e rock, como The Kinks e David Bowie. O trio excursionou pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Chile tocando em festivais e casas de show enquanto consolidava sua identidade sonora. LEIA TAMBÉM: Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Dave Mustaine revela sequelas mentais durante tratamento de câncer
Dave Mustaine, guitarrista e fundador do Megadeth, lançará em 08 de setembro, In My Darkest Hour, seu mais novo livro de memórias. A obra trará um relato profundo do músico sobre um dos momentos mais difíceis de sua vida: o diagnóstico de câncer na garganta em 2019 e as sequelas obtidas durante o tratamento. Em entrevista ao portal finlandês Chaoszine, Dave explicou como o livro abordará este período, que coincidiu durante o processo de produção e composição do álbum The Sick, The Dying… And The Dead!, lançado três anos depois, em 2022. “O livro é sobre a minha jornada contra o câncer, tendo que fazer o disco The Sick, The Dying… And The Dead! ao mesmo tempo. Porque eu fui diagnosticado bem quando estávamos começando o álbum, e você se depara com uma batalha de vida ou morte, e eu não sabia como iria sair dessa. Eu não quis parar de gravar caso fosse meu último disco, ou eu morresse. Então, sim, foi um período muito intenso”, comentou [transcrição via Blabbermouth]. Dave Mustaine teve sequelas mentais durante tratamento oncológico Questionado como foi revisitar essa fase para escrever a obra, o músico revelou que o maior desafio não foi o peso emocional, mas sim as sequelas do tratamento oncológico, causando a chamada nevoa cerebral (chemobrain), condição que causa lapsos de memória, dificuldade de concentração, desorientação e fadiga mental. “Tive muita dificuldade em lembrar de muitos detalhes. A quimioterapia tem um efeito terrível na sua memória. Tem até um nome, a síndrome é chamada de chemobrain. Quando passei pelo tratamento pela primeira vez, tive muita dificuldade em lembrar das coisas, e isso me afetou muito, porque minha sogra tinha acabado de falecer de Alzheimer. Eu sei que o Alzheimer e a demência estão desenfreados no mundo agora, e eu não queria acabar desse jeito. Ter problemas com a sua memória é algo assustador, cara. Seus músculos voluntários são uma coisa, mas os involuntários, como a respiração — quando você esquece de respirar, você morre”, detalhou. Dave Mustaine concluiu seu pensamento dizendo que livro foi escrito sob a perspectiva de sua “pessoa Dave” e de seu ponto de vista como músico, com o intuito de inspirar outras pessoas que estão enfrentando a doença. “Foi muito duro. Não sei se as pessoas vão ficar emocionadas com isso, mas espero que dê esperança para algumas pessoas que possam ser diagnosticadas com esse tipo de doença. É sempre bom saber que alguém passou pelo que você está passando e saiu vitoriosa”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Edguy anuncia show de despedida após uma década da última apresentação Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Jon Bon Jovi esta curado após cirurgia nas cordas vocais: “Nunca perdi a fé”
Notícias Após anos de incerteza sobre seu futuro nos palcos, Jon Bon Jovi afirmou que está totalmente recuperado da cirurgia realizada nas cordas vocais. O vocalista do Bon Jovi passou pelo procedimento em 2022, após descobrir que uma de suas cordas vocais estava atrofiando. Na época, ele chegou a considerar encerrar a carreira nos palcos para preservar o legado da banda. “Estou totalmente recuperado. Foi mais tempo do que eu jamais imaginei, mas tinha que ser da maneira certa. Nunca perdemos a fé”, revelou o cantor em entrevista à revista People. Jon acrescentou: “Meus companheiros de banda nunca duvidaram de mim e nunca procuraram emprego ou pensaram em se aposentar. Os sacrifícios que cada um deles fez para estar ao meu lado estão em um nível completamente diferente. Eles disseram: ‘Não, estamos com você’. Todos os dias de todos os ensaios, eles estavam lá comigo. Meu amor por eles só aumentou.” Bon Jovi fará seu retorno aos palcos com a turnê Forever Tour, que passará por Nova Iorque, Londres, Dublin e Edimburgo – começando em julho, no Madison Square Garden, e se encerrando no Wembley Stadium. Sobre o que os fãs podem esperar, o músico disse: “Não se trata de perfeição. Trata-se de excelência. É como se eu tivesse o dom de poder sustentar essa luz. O dom que recebo é estar no reflexo dessa luz quando ela atinge o público, e é para isso que tenho trabalhado — tenho me dedicado a encontrar a capacidade de sustentar essa luz. É como uma comunhão espiritual entre a banda, eu e o público”. LEIA TAMBÉM: Filme sobre Bon Jovi está em produção pela Universal Pictures Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Tom Morello rebate crítica músicos politizados: “Só porque ofende alguém?”
Tom Morello voltou a defender o envolvimento de artistas em debates políticos. O músico questionou a ideia de que cantores e instrumentistas deveriam evitar posicionamentos públicos sobre temas sociais e políticos. Em entrevista à revista alemã Metal Hammer, o guitarrista afirmou que críticas desse tipo costumam surgir quando as pessoas discordam da opinião expressada pelo artista. “Bem, quando as pessoas dizem que os músicos não devem se envolver em política, significa que elas discordam das suas posições políticas. No momento em que você compõe uma música que concorda com as opiniões políticas delas, de repente elas são todas a favor. Então, primeiro, é muita hipocrisia, mas segundo, eu também acho que, por que você deveria abrir mão da sua liberdade de expressão no seu trabalho? Só porque ofende alguém? Acho que o contrário é que é verdade. Acho que você prejudica a si mesmo e à sua época ao censurar quem você é no seu trabalho. Não só os músicos”, defendeu Morello [transcrição via Blabbermouth]. Ele continuou: “Nestes tempos perigosos, onde há tanta supressão de ideias e censura de livros e artistas sendo cancelados por suas opiniões políticas, que simplesmente por se manifestar… A coragem é contagiosa, e artistas defendendo suas crenças contra… Temos um presidente que irá pessoalmente atrás de você e enviará o Departamento de Justiça atrás de você se você se opuser ao seu regime, e isso tende a intimidar muitas pessoas, impedindo-as de expressar suas opiniões. Mas no segundo em que você se cala, é o segundo em que o autoritarismo vence, é o segundo em que o fascismo ganha mais alguns passos. E assim, cada ato artístico é um ato de resistência. Cada canção cantada é um farol de luz na escuridão crescente, e cada verdade dita é, com sorte, como um sino que toca para as pessoas que são as que vão desfazer essa loucura”. O músico destacou que separar completamente arte e política nem sempre é possível. Em muitos casos, canções, álbuns e apresentações refletem experiências pessoais e visões de mundo dos próprios artistas. Essa característica tornou-se uma marca registrada de sua carreira. Ao longo de décadas, Tom Morello construiu uma identidade artística ligada ao ativismo, tanto dentro quanto fora dos palcos. LEIA TAMBÉM: Tom Morello anuncia festival com Bruce Springsteen, Foo Fighters e mais Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta
Na cena europeia de rock contemporâneo, a banda alemã Stigma vem ganhando espaço. Formada em 2021 por Gerald Zinnegger (vocais e letra) e Markus Mantau (guitarra), o quarteto conta ainda com René Chlebnitschek (baixo) e Bernd Paptistella (bateria). O grupo combina elementos de ro

Morre Walter Parazaider, membro fundador do Chicago, aos 81 anos
Walter Parazaider, saxofonista e membro fundador do Chicago, morreu nesta quarta-feira, 17, aos 81 anos. De acordo com o TMZ, o músico estava internado em cuidados paliativos. Diagnosticado com Alzheimer há 6 anos, não resistiu à doença. Sua esposa, JacLynn, informou: “Ele lutou bravamente contra o Alzheimer e, infelizmente, tudo terminou esta noite. Sentiremos muita falta dele… Estivemos casados por 59 anos e tivemos 59 anos maravilhosos.” A banda emitiu um comunicado por meio das redes sociais, relembrando brevemente o papel do músico no Chicago: “Chicago está de coração partido ao compartilhar a triste notícia do falecimento de Walter Parazaider nesta manhã. Estendemos nossas mais profundas condolências à sua família, amigos e aos inúmeros fãs de Chicago que estão de luto por sua perda. Uma banda de rock and roll com metais foi ideia de Walt. Ele formou a banda e eles ensaiavam no porão da casa de sua mãe. Foi ele também quem se empenhou em conseguir shows para a jovem e desconhecida banda, tocando covers dos maiores sucessos do momento em bares locais em Chicago e arredores. Seremos eternamente gratos por suas contribuições. Talvez seu maior dom tenha sido unir as pessoas. Essa música incrível talvez nunca tivesse sido ouvida se não fosse pela visão de Walt. Conhecido principalmente por ser um dos fundadores do Chicago, grupo criado em 1967 sob o nome The Big Thing, Walter Parazaider atuou ao lado de Lee Loughnane e James Pankow. Permaneceu na formação até sua aposentadoria, em 2016, participando de clássicos como “25 or 6 to 4”, “Saturday in the Park” e “If You Leave Me Now”. LEIA TAMBÉM: Faith No More confirma volta aos palcos: “Fazer do jeito certo” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Bailarina faz performance ao som da versão do Angra para Mama (Genesis)
A bailarina taiwanesa Anna Chuang fez uma performance ao som da versão do Angra para Mama. O som está presente no álbum Hunters and Prey, de 2002, o qual conta com versões acústicas de Rebirth e Heroes of Sand, com a faixa em português, Caça e Caçador e com a versão de Mama, do Genesis. Vale lembrar que a versão original da música saiu em 1983, no álbum autointitulado do grupo inglês. O disco vendeu mais de cinco milhões de cópias e alcançou altas posições nas paradas de sucesso como Billboard por conta dos singles Mama, That’s All, Home by the Sea, Illegal Alien e Taking It All Too Hard. Voltando ao Angra, o grupo brasileiro compartilhou a performance de Anna Chuang em suas redes sociais. Na legenda da publicação, a banda escreveu: “Recebemos com muita honra essa homenagem maravilhosa da Anna Chuang, diretora artística da Taiwan Ballet Company com um solo de ballet contemporâneo para a nossa versão da música Mama, do álbum Hunters and Prey, originalmente composta pelo Genesis”. Veja: Via: RockBizz

Entrevista LVCAS: De fenômeno do YouTube ao Palco Supernova do Rock in Rio 2026
Mesclando nu metal, metalcore melódico e trap metal, LVCAS se tornou nos últimos anos um dos nomes para se observar da nova geração na música pesada. Conhecido pelo seu trabalho com o Canal Inutilismo no YouTube – que gerou o apelido Lucas Inutilismo, pelo qual ficou conhec

Faith No More anuncia turnê mundial em parceria com produtora brasileira
A produtora brasileira 30e anuncia um global deal com o Faith No More, lendário grupo norte-americano reconhecido por redefinir os limites do rock e da música contemporânea com sua genialidade. Trata-se de um acordo de longo prazo que confere à empresa brasileira o papel de núcleo estratégico e operacional para realizar as próximas circulações mundiais da banda, englobando desde a concepção de turnês pelos cinco continentes até o desenvolvimento de marcas e novas experiências para os fãs. O Faith No More é representado mundialmente pela WME, que teve papel fundamental na construção deste acordo. O Faith No More comentou: “A 30e é uma empresa que quer desafiar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso. A abordagem deles não soa como a engrenagem de sempre; parece vir de outro lugar, com outro tipo de energia, e estamos dispostos a apoiar esse movimento.” “O Faith No More sempre foi sinônimo de ruptura. Eles moldaram gerações inteiras justamente por se recusarem a jogar sob as regras óbvias do mercado, e é esse mesmo espírito audacioso que move a 30e”, destaca Pepeu Correa, CEO da 30e. “Este acordo busca construir, de forma conjunta, uma plataforma de experiências globais que respeite o DNA transgressor da banda e apresente a nossa visão de entretenimento para o mundo”, complementa. “A banda nunca seguiu um caminho convencional, e é exatamente por isso que essa parceria com a 30e faz sentido”, afirma Tim Moss, empresário do Faith No More. “Eles trazem uma nova perspectiva, profundidade estratégica real e uma ambição global alinhada à visão da banda. O mais importante é que eles entendem como construir algo relevante em torno do Faith No More sem comprometer aquilo que torna a banda única.” Este é o segundo acordo global da 30e nesses moldes. No início deste ano, a empresa de entretenimento ao vivo também anunciou um acordo estratégico de longo prazo com o System Of A Down, uma das bandas mais influentes do mundo. LEIA TAMBÉM: Como Roddy Bottum, do Faith No More, virou milionário com ações da Apple Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Deep Purple descarta aposentadoria: “Vamos apenas ser nós mesmos”
Deep Purple não tem planos de aposentadoria após os shows de divulgação do novo álbum SPLAT!. O 24º álbum de estúdio da banda britânica e o primeiro desde =1, está previsto para o dia 03 de julho pela earMUSIC. Em entrevista ao site TotalRock, o tecladista Don Airey confirmou que a veterana banda britânica não tem planos de encerrar as atividades, mesmo após décadas de estrada e uma turnê de despedida anunciada anos atrás. “Fizemos a turnê de despedida em 2017 e, no final, Ian Paice [baterista] disse: ‘Bem, graças a Deus isso acabou. Podemos voltar a ser uma banda normal.’ E é isso que temos sido desde então — vamos gravar outro disco. Vamos sair em turnê. Fazer o que fazemos sem muita pompa. Vamos apenas ser nós mesmos e ver se conseguimos manter o público feliz. Logo saberemos se não conseguirmos” [transcrição via Blabbermouth]. Ele continuou: “A questão com o Deep Purple é que eles não parecem planejar a longo prazo. Eles planejam apenas a curto prazo para fazer o melhor possível. Se vamos fazer um álbum, vamos fazer um bom álbum. Quando fizermos um show, vamos fazer um bom show, não um show ruim. E é isso que nos mantém motivados”. O vocalista Ian Gillan já afirmou que não existe uma data definida para parar e que a agenda do grupo continua cheia com planos. Em entrevistas anteriores, o baterista Ian Paice explicou que a banda nunca discutiu um último show oficial. Para os músicos, o encerramento da carreira deve acontecer naturalmente, sem anúncios grandiosos ou turnês finais planejadas. A banda continuou ativa e voltará ao Brasil para um show único. O Deep Purple se apresenta no dia 05 de dezembro, no Suhai Music Hall, em São Paulo. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira, 07, a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim. LEIA TAMBÉM: Deep Purple lança “Arrogant Boy”, primeiro single do novo álbum Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rock For People 2026: Confira fotos de The Pretty Reckless, Trivium e mais
Notícias Situado na República Tcheca, o Rock For People é um dos maiores festivais internacionais que celebram o rock, o metal e as mais variadas vertentes da música pesada. A edição de 2026, que contou com 5 dias bastante intensos de 10 a 14 de junho, teve em sua line-up nomes gigantes das mais diversas variações do gênero, como Iron Maiden, Megadeth, Limp Bizkit, Gorillaz, Bring Me The Horizon e até um dia mais alternativo comandado pela cantora Halsey. Nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti esteve presente nos dois primeiros dias de festival, que contaram com The Pretty Reckless, Trivium, Thornhill e mais. Confira imagens na nossa galeria: The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (1) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (2) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (3) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (4) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (5) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (6) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (7) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (8) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (9) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (10) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (11) The Pretty Reckless no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (12) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (8) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (9) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (10) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (11) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (12) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (13) Trivium no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (14) Plot In You no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Plot In You no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Plot In You no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (8) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Thornhill no Rock For People 2026. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Robert Smith, do The Cure, faz participação em novo álbum de Olivia Rodrigo
Notícias Olivia Rodrigo lançou nesta sexta-feira, 12, seu novo e aguardado terceiro álbum de estúdio, you seem pretty sad for a girl so in love. Dentre as 13 faixas do álbum, uma colaboração chamou a atenção: a presença de Robert Smith, líder do The Cure em “what’s wrong with me”. No último dia 6 de junho, durante show da cantora no Primavera Sound Barcelona 2026, a música já havia sido tocada pela primeira vez. O novo disco de Olivia também conta com uma faixa intitulada “the cure“. A cantora, porém, já esclareceu que o título é uma coincidência e não uma homenagem direta ao grupo liderado por Smith. Robert Smith também participou de show da cantora no Glastonbury 2025 A estrela do pop rock convidou Robert Smith, na metade do show, para cantarem juntos dois clássicos do The Cure, “Friday I’m in Love” e “Just Like Heaven”. Olivia se dirigiu ao público para apresentar Robert dizendo: “Ele é talvez o melhor compositor que já saiu da Inglaterra. É uma lenda do Glastonbury e um herói pessoal meu. Por favor, recebam Robert Smith!”. Os dois cantaram e tocaram violão em uma pareceria que foi um sucesso e rendeu gritos emocionados do públicos, além de mobilizar as redes sociais com elogios. LEIA TAMBÉM: Mãe de Olivia Rodrigo trocou show da filha para ver apresentação do Korn Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Sob um rito de passagem, Shawn James lança seu oitavo álbum, ‘Passage’
O cantor norte-americano de rock e blues Shawn James lançou nesta sexta-feira, 12, seu oitavo álbum de estúdio, Passage. O disco já está disponível para audição nas principais plataformas de streaming. Antecipado pelos singles “Icarus”, “My Juliet”, “It’s Alright” e “Tired of Trying”, o novo trabalho do músico surge como um verdadeiro rito de passagem após 14 anos de estrada, mesclando os elementos crus e nostálgicos de seu primeiro disco, Shadows (2012), com a experiência e o nível de produção alcançadas em The Dark and the Light (2019). Passage chega como um retrato sincero das emoções recentes do artista nos últimos dezoito meses. Entre faixas densas que abordam temas sensíveis e momentos de pura libertação sonora, o álbum entrega uma montanha-russa de sentimentos que viaja entre a exaustão mental e a solidão até chegar em momentos de aceitação, esperança e libertação. Em entrevista ao Wikimetal, Shawn James comentou sobre o novo disco: “Este álbum sou eu amadurecendo e olhando a vida de forma diferente com o conhecimento que tenho agora. Cada álbum é um retrato de onde estou naquele momento. Neste é a mesma coisa, é o progresso de onde cheguei […] Sinto que há muita emoção nostálgica de Shadows (2012), mas com a produção de The Dark and the Light (2019. São dois dos álbuns favoritos dos meus fãs. Sinto que eles ficarão muito felizes com a direção deste, porque ele presta respeito ao antigo e ao novo.” Shawn James no Brasil Além de lançar seu novo álbum, Shawn virá ao Brasil em agosto para realizar 3 shows: Porto Alegre (06, no Teatro Opinião), São Paulo (07, no Cine Joia) e em Curitiba (08, no Hard Rock Café). Informações sobre compra de ingressos aqui. Confira também os 3 motivos para não perder as apresentações no país. LEIA TAMBÉM: Shawn James reflete: “Não escrevo música para ser popular ou famosa” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Edu Falaschi lança álbum ‘MI’RAJ’, último capítulo de sua trilogia conceitual
Edu Falaschi lançou nesta sexta-feira, 12, seu novo álbum MI’RAJ, que encerra a trilogia fictícia e conceitual, com enredo desenvolvido com o artista e escritor Fábio Caldeira, obra iniciada com Vera Cruz (2021) e continuada com Eldorado (2023). O novo trabalho mergulha em temas como transcendência espiritual, identidade, fé, perdas, superação, intuição, vitórias e ascensão interior, ambientado no Oriente Médio do século XVI. O álbum reúne participações de peso. A faixa-título “MI’RAJ” conta com a cantora italiana Veronica Bordacchini, do Fleshgod Apocalypse. Outro destaque é “Circle of Dust”, que traz os vocais de Roy Khan (ex-Kamelot e Conception). Já a música “Intuição” marca o reencontro de Edu Falaschi com Rafael Bittencourt, do Angra, pela primeira vez desde o álbum Aqua (2010). A canção também representa um momento histórico na carreira de Edu: sua primeira composição inédita em português em cerca de duas décadas. O novo trabalho representa o desfecho definitivo da saga construída ao longo dos últimos anos, consolidando uma das fases mais ambiciosas de sua carreira solo. A mixagem e masterização ficarão a cargo do renomado produtor Dennis Ward, responsável pelo acabamento sonoro de Vera Cruz e Eldorado, além de trabalhos marcantes com Helloween, Unisonic, Angra, etc. O artista gráfico Carlos Fides criou a arte de capa de MI’RAJ com um conceito apresentando uma vidente como figura central, guardiã do Portal dos Doze Véus que guia Jorge em sua travessia pelo deserto rumo à descoberta interior e à ascensão espiritual. Em entrevista ao Wikimetal, Edu contou sobre o novo trabalho: “Eu estou bem contente, com sentimento de missão cumprida, porque não é fácil você desenvolver uma trilogia. Você tem que fazer as letras todas baseadas na história, então fica preso. Fica um pouco limitado a tudo o que você quer falar […] Então, é um momento de satisfação que estou vivendo. De missão cumprida, como eu te falei, e também de alegria por conseguir conquistar”. LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi fala sobre ‘Mi’raj’, faixa para Bruce Dickinson, Angra e mais Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Shawn James reflete: “Não escrevo música para ser popular ou famosa”
O cantor de rock e blues Shawn James lança nesta sexta-feira, 12, seu oitavo álbum de estúdio, Passage . Antecipado pelos singles “Icarus”, “My Juliet”, “It’s Alright” e “Tired of Trying” , o novo trabalho do cantor nort

Lançamentos de rock e metal da semana: Edu Falaschi, Bring Me The Horizon e mais
Notícias Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo de Edu Falaschi e Tarja, singles novos de Bring Me The Horizon e Imminence, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSEdu Falaschi – Mi’rajPara quem gosta de: metal, metal progressivo Sleeping With Sirens – An Ending In ItselfPara quem gosta de: post-hardcore Tarja – Frisson NoirPara quem gosta de: metal sinfônico Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Edu Falaschi fala sobre ‘Mi’raj’, faixa para Bruce Dickinson, Angra e mais
O ano de 2026 marca um capítulo especial para Edu Falaschi , que está celebrando 35 anos de carreira e lança nesta sexta-feira, 12, com exclusividade para o Brasil, Mi’raj , terceiro e último álbum de sua trilogia iniciada em 2021 com Vera Cruz e continuada em Eldorado (2023).&nb

Courtney LaPlante (Spiritbox) joga a real sobre como o dinheiro e a falta de talento andam juntos na indústria da música
Se foi o tem em que a maioria dos artistas que entravam em estúdio, independentemente do estilo musical, tinham talento. Nos tempos atuais, o mercado fonográfico mostra mais sedimento e lá no meio encontramos uma e outra pedra preciosa. Portanto, tem que ter tempo e paciência para encontrar, mas as gemas existem. Em conversa com a Spin Magazine, a vocalista Courtney LaPlante (Spiritbox) jogou a real sobre como o dinheiro e a falta de talento andam juntos na indústria da música. “Nós lançamos músicas todos os anos, o que não é típico para o nosso gênero. Nenhuma empresa investiu dinheiro em nós a ponto de nos dizer quando ou que tipo de música devemos lançar. Não nos sentimos pressionados a tomar decisões financeiras importantes, o que é realmente libertador. Quando eu comecei na música, não era legal se importar. E eu me importo muito. Me importo que você tenha uma experiência incrível no meu show. Me importo com o meu próprio orgulho de estarmos tocando bem e de sermos uma banda unida”. LaPlante completou sua reflexão: “Se tivéssemos crescido ricos, provavelmente já estaríamos em turnê em estádios […] Mas não temos o charme e o exagero das verdadeiras estrelas do rock de antigamente. Atingimos o máximo da nossa capacidade de produção sonora e do que as pessoas querem ouvir de nossa música. Elas querem ouvir autenticidade, performances reais, bateria de verdade e guitarra sem edição”. O mais novo álbum do Spiritbox é Tsunami Sea, que saiu em 07 de março de 2025 pela Pale Chord and Rise. O trabalho musical teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen. Via: RockBizz

Carmine Appice reafirma que Metallica é “a primeira banda de metal da história”
O veterano baterista Carmine Appice voltou a reafirmar sua posição de que considera o Metallica como a “primeira banda de heavy metal da história”. Em entrevista ao MetalSide, o músico declarou que tudo o que antecedeu a origem do quarteto californiano não passava de um “hard rock pesado”. Segundo ele, elementos como guitarras distorcidas, timbres graves e bumbos duplos foram responsáveis por dar origem ao metal. “Considero que o heavy metal começou com o Metallica. Antes de tudo isso, era hard rock. Aquelas guitarras distorcidas, aquele timbre grave e o bumbo duplo acompanhando a guitarra, foi isso que começou o heavy metal. Tudo antes disso — Mötley Crüe, Van Halen e Blue Murder — tudo era hard rock. Hard rock pesado. Mas, para mim, o metal vem da guitarra”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Em 2020, Appice já havia declarado o Metallica como “primeira banda de heavy metal da história” Em 2020, durante uma entrevista ao Sea Of Tranquility. Applice citou como a ascensão do grunge na início dos anos 1990 havia afastado bandas veteranas das rádios e da MTV, mas que o Metallica não havia sido afetado por ter uma sonoridade diferente delas. “Ninguém queria saber da gente, porque éramos todos dinossauros. O Black Sabbath não estava em alta. O Ozzy [Osbourne] também. Ninguém estava, exceto o Nirvana, Stone Temple Pilots, Pearl Jam e todos aqueles caras”, relembrou na época. “O Metallica não era como todas essas outras bandas. Eu considero o eles a banda que realmente criou o que você chamaria de heavy metal. Todas essas outras eram hard rock, não é metal. Aquele som do Metallica, de guitarra distorcida, isso, para mim, é o heavy metal, que depois se transformou em death metal, speed metal e todos os outros subgêneros. O primeiro álbum do Ozzy era hard rock. Mötley Crüe era hard rock. O heavy metal era aquele som de guitarra realmente distorcido”, complementou. LEIA TAMBÉM: Metallica bate recorde ao fazer o maior show em estádio da Alemanha Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal