Entrevistas

Sharon Osbourne descreve a indústria do K-pop como “destruidora de almas”
Sharon Osbourne mirou na indústria do K-pop, a chamando de “destruidora de almas”. A empresária e esposa de Ozzy Osbourne foi a mais recente convidada do The Magnificent Others com Billy Corgan, o novo podcast do vocalista do Smashing Pumpkins. No episódio lançado ontem (19), Corgan relembrou com Osbourne uma reunião de gravadora da qual ele participou e como ele perdeu a paciência quando lhe sugeriram mudar a direção da banda para atrair o público. “Eles estão tentando serrar as arestas dos verdadeiros esquisitos e dos verdadeiros únicos”, observou Corgan, ao que Osbourne respondeu: “Bem, olhe para isso agora com todas as bandas coreanas que surgem, e todo esse K-pop”. Corgan perguntou a Osbourne se ela sabe como o K-pop é feito e ela respondeu: “Então eles têm essas salas e, literalmente, em uma sala, eles apenas escrevem refrões”. E continuou: “Eles não tentam escrever uma música, eles apenas escrevem refrões. E em outra sala, eles têm jovens que são realmente boas em escrever pontes. E em outra sala, eles têm jovens que são realmente boas em escrever versos”. Uma vez que terminam, Corgan acrescentou, eles “empilham as coisas” e escolhem o que combinaria. “É apenas uma fábrica”, ele comentou. Osbourne concordou, acrescentando: “É uma fábrica completa, e eles cortam esses jovens para fazê-los parecer mais ocidentais. E, assim que envelhecem, [eles] saem! Um mais novo entra, e isso destrói a alma. Destrói a alma totalmente”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Smith/Kotzen mostra o brilho do novo disco com o clipe de Black Light
O Smith/Kotzen, banda liderada pelos guitarristas Adrian Smith (Iron Maiden) e Richie Kotzen (ex-Mr. Big, ex-Poison), mostrou o brilho do novo disco, Black Light/White Noise, com o clipe de Black Light. Veja: Black Light/White Noise, que sairá no dia 04 de abril, será o segundo trabalho do grupo, que promete manter o misto e a harmonia entre as nuances sonoras modernas e o hard rock clássico. O disco estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (cinza com preto), box set e digital (download e streaming). Track listing de Black Light/White Noise: 1. Muddy Water2. White Noise3. Black Light4. Darkside5. Life Unchained6. Blindsided7. Wraith8. Heavy Weather9. Outlaw10. Beyond The Pale Via: RockBizz

Estudo mostra influência que músicas podem ter em padrões cardíacos
Notícias Recentemente, um estudo feito pela Universidade Autônoma do Estado do México revelou a influência que as músicas podem ter em padrões cardíacos de formas diferentes. A pesquisa verificou a variação dos batimentos cardíacos a partir da reprodução de duas músicas clássicas. O método utilizado pelos pesquisadores foi análise de quantificação de recorrência não linear, que observou as oscilações nos padrões cardíacos antes e depois da reprodução das mesmas. O Dr. José Javier Reyes-Lagos, coautor do estudo, explica: “Para verificar se variações rítmicas ou culturais provocam respostas cardíacas distintas, pretendemos aumentar o tamanho da nossa amostra e expandir nossa investigação para incluir uma variedade de estilos musicais além das peças clássicas.” (via 89FM). No estudo, foi possível notar a influência das músicas em padrões cardíacos em duas faixas The Swan” e “Arpa de Oro”. Ambas tiveram resultados satisfatórios, mas “Arpa de Oro” se destacou pois teve uma variação maior. O professor da universidade, Eric Alonso Abarca-Castro também comentou: “Ao contrastar ‘The Swan’ com ‘Arpa de Oro’, notamos algumas diferenças significativas. Em particular, a segunda peça pareceu ter um impacto mais forte em algumas medidas, indicando que produzia padrões cardíacos mais previsíveis e regulares. Fatores como características rítmicas, estrutura melódica ou familiaridade cultural podem estar ligados a essa diferenciação.” LEIA TAMBÉM: Enquete: qual banda você gostaria que retornasse? Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Layne Staley terá seus diários perdidos convertidos em um livro inédito
Layne Staley, finado vocalista do Alice in Chains, terá diários perdidos com material inédito, convertidos em um livro chamado This Angry Pen: The Lost Journals of Layne Staley. O livro será lançado no dia 11 de novembro de 2025. This Angry Pen: The Lost Journals of Layne Staley englobará poesias nunca antes vistas. Serão letras manuscritas cruas, rabiscos íntimos e notas sinceras de Staley. O lançamento trará também fotografias raras e homenagens feitas por fãs. O livro contém 176 páginas e será lançado pela Weldon Owen Publishing e distribuído pela Simon & Schuster. O site da Simon & Schuster traz a descrição oficial do livro (via Consequence): “Entre no mundo de Layne Staley como nunca antes. Pela primeira vez, esta impressionante coleção revela o lado profundamente pessoal e criativo do lendário vocalista do Alice in Chains. Através de uma poesia nunca antes vista, letras manuscritas cruas, rabiscos íntimos e notas sinceras. Os pensamentos e emoções de Layne ganham vida, oferecendo um vislumbre da mente de um gênio musical que definiu uma geração.” “Descubra sua impressionante obra de arte original, onde cada linha conta sua própria história. E explore fotos raras e sinceras que capturam os altos e baixos de sua jornada. Experimente o amor e a admiração dos fãs cujas vidas ele tocou, lindamente expressas através da arte de fãs evocativa que honra seu legado”. O legado de Layne Staley Layne Staley morreu em 5 de abril de 2002 de uma mistura de heroína e cocaína, conhecida como speedball. O artista deixou para trás uma discografia com Alice in Chains, que inclui os registros: Facelift (1990), Dirt (1992), Jar of Flies (1994), Alice in Chains (1995) e Unplugged (1996). Segundo uma publicação no Facebook do perfil Nehi Stripes Seattle, Nancy McCallum, a mãe de Staley, autorizou This Angry Pen: The Lost Journals of Layne Staley e o perfil ainda repercutiu uma suposta capa do livro. O livro já está em pré-venda no site oficial da distribuidora Simon & Schuster com preço de 40 dólares, o equivalente a 228 reais na cotação atual. LEIA TAMBÉM: Alice In Chains: ‘Jar Of Flies’ ganha edição de 30 anos Oscar von Fisch Oscar von Fisch é colecionador, músico, locutor e redator. Apaixonado pelo Rock N’ Roll, tem um extenso acervo de álbuns em vinil, CD e fita K7 e, atualmente, é o líder do grupo Hypnoize. von Fisch é colaborador na Wikimetal desde 2024. Via: Wiki Metal

Simple Minds tem compromisso marcado com os fãs brasileiros em maio
Notícia ótima para quem curte pop rock oitentista e noventista! O Simple Minds tem compromisso marcado com os fãs brasileiros em maio. Isso mesmo! O grupo escocês virá ao nosso país nos seguintes dias: 03 de maio no Qualistage, Rio de Janeiro, e no dia 04 de maio no Espaço das Américas, São Paulo. Os ingressos para as duas apresentações já estão à venda pela Eventim. Além dos shows em solo brasileiro, a perna latino-americana da Simple Minds Global Tour 2025 passará por Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina). Além dos hits imortais como Alive & Kicking, Don’t You (Forget About Me), Belfast Child, Mandela Day e All The Things She Said, a banda promete sons mais recentes de álbuns como Direction of the Heart (20222) e Walk Between Worlds (2018). O Simple Minds é formado por Jim Kerr (vocalista), Charlie Burchill (guitarrista) e uma seleção de colaboradores excepcionalmente talentosos como Ged Grimes (baixista), Sarah Brown (backing vocal), Gordy Goudie (guitarra), Erik Ljunggren (tecladista) e Cherisse Osei (baterista). Eles mantêm as atuais e vibrantes performances ao vivo, algo que vem acontecendo desde seu primeiro álbum Life in a Day, de 1979. Curta alguns sons para entrar no clima dos shows. Via: RockBizz

Sharon Osbourne cita seu maior erro na gestão da carreira de Ozzy Osbourne
Depois que Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward demitiram Ozzy Osbourne do Black Sabbath, o cantor ficou na pior e entregue a própria sorte em um quarto de hotel. A situação do vocalista era tão feia que ele apenas recebia a “visita” do entregador de pizza, do traficante que fazia o refil de suas drogas e das grupies que atendiam os seus desejos carnais. Seja por interesse ou amor verdadeiro, a mão que salvou o Príncipe das Trevas do abismo foi a de Sharon Arden, empresária de pouco brilho no mercado fonográfico, mas que se tornaria a poderosa Sharon Osbourne ainda no começo dos anos 1980. Ao longo das décadas, Sharon vem tomando conta da carreira de Ozzy com punhos de ferro, o que implica processar e até usar subterfúgios nada éticos para ganhar proveito de outros músicos e compositores. Durante entrevista ao podcast The Magnificent Others, que tem a apresentação de Billy Corgan, a empresária, no entanto, citou o seu maior erro na gestão da carreira de Ozzy Osbourne. “Ele recebeu uma oferta para participar do filme Piratas do Caribe”, contou Sharon. “Eu nunca disse isso a ninguém, mas eu rejeitei a oferta”, lamentou. “Tenho certeza que ele teria sido perfeito no filme”, finalizou. A empresária ainda informou que o papel de Ozzy seria o de Capitão Teague no Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, de 2007. Com o feedback negativo de Sharon, o papel acabou ficando com Keith Richards, guitarrista do The Rolling Stones. Curta a entrevista inteira no player abaixo: Via: RockBizz

Manger Cadavre? lança álbum conceitual ‘Como Nascem os Monstros’
Notícias A banda Manger Cadavre? acaba de lançar seu quarto álbum, Como Nascem os Monstros. Segundo uma declaração divulgada à imprensa, no trabalho, a banda fala sobre o medo como fonte primária de neuroses. Na esfera política, a banda explora sobre seu uso como fonte de persuasão para desmobilização de coletivos de resistência. Eles também abordam a influência das mídias sociais como ferramentas de manipulação. Por fim, o medo transforma-se em terror para aqueles que vivem em zonas de conflitos e guerras financiadas. “A ideia do disco é escancarar como a violência e a alienação são alimentadas dentro de uma sociedade cada vez mais intolerante. Os ‘monstros’ não surgem do nada, eles são moldados por discursos de ódio, por abusos de poder e pela naturalização da crueldade”, comenta a vocalista Nata Nachthexen. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Black Sabbath adiciona Guns N’ Roses, Tool e Rival Sons ao seu show de despedida
Guns N’ Roses, Tool e Rival Sons se juntam à lista de atrações estreladas do último show do Black Sabbath. Além das três bandas, também foram anunciados seis artistas adicionais: Jason Momoa (ator e anfitrião do evento) David Ellefson (ex-Megadeth) Mike Bordin (Faith No More) Vernon Reid (Living Colour) Whitfield Crane (Ugly Kid Joe) Andrew Watt (produtor musical) Vale ressaltar que o festival é beneficente e que todo o lucro obtido será destinado às instituições Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. Último show do Black Sabbath No início de fevereiro, o Black Sabbath anunciou o show Back to the Beginning, um megaevento de despedida com a formação original. O festival será realizado no dia 5 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além da reunião composta pelo vocalista Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e o baterista Bill Ward, o último espetáculo dos pioneiros do heavy metal vai contar com um elenco de peso, estrelado por grandes nomes da cena mundial. Juntamente com Black Sabbath, Ozzy (solo) e os recém-adicionados: Guns N’ Roses, Tool e Rival Sons, também fazem parte do megaevento: Metallica, Slayer, Pantera, Gojira, Halestorm, Alice in Chains, Lamb of God, Anthrax e Mastodon. E, somados aos artistas convidados divulgados recentemente como Jason Momoa e Vernon Reid, estão: Billy Corgan (Smashing Pumpkins) David Draiman (Disturbed) Duff McKagan Fred Durst (Limp Bizkit) Lzzy Hale Jake E. Lee Jonathan Davis (Korn) K.K. Downing Mike Bordin (Faith No More) Papa V Perpetua (Ghost) Rudy Sarzo Sammy Hagar Slash Sleep Token II (Sleep Token) Tom Morello Wolfgang Van Halen Apesar do encerramento triunfal da carreira, Ozzy Osbourne revelou que, devido aos problemas de saúde que enfrenta, não vai conseguir performar o show inteiro com a banda, mas sim pequenos trechos. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne diz que só irá fazer “pequenos trechos” do show de despedida do Black Sabbath Giselly Vitória Jornalista formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), além da música, ama futebol e k-dramas. Atualmente, tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’ e é colaboradora do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Ronnie Platt, vocalista do Kansas, revela diagnóstico de câncer
Ronnie Platt, vocalista do Kansas, revelou no início desta semana que foi diagnosticado com câncer de tireoide. O cantor escreveu nas redes sociais: “Antes que todos fiquem ansiosos, tem uma taxa de sobrevivência de 99% [e] não se espalhou”. “Está contido na minha tireoide [e] eu só preciso removê-lo. [Vou] passar por um tempo de reabilitação e estarei de volta em breve. Agradeço sinceramente os pensamentos positivos e as orações de todos. Tenho algumas pessoas absolutamente incríveis lutando por mim. Como me foi dito, isso é apenas um obstáculo no caminho e ficará para trás muito em breve”, completou. Como resultado da situação atual de Platt, o Kansas decidiu cancelar dois shows nos Estados Unidos: em Nova Orleans no dia 21 de fevereiro e em Lake Charles no dia 1º de março. “Nosso objetivo é voltar à estrada o mais rápido possível”, disse o gerente assistente da banda J.R. Rees à UCR. “Agora, estamos todos focados em apoiar Ronnie durante isso”. Platt está no Kansas há mais de uma década e gravou os dois álbuns de estúdio mais recentes da banda, The Prelude Implicit, de 2016, e The Absence of Presence, de 2020. Ele se juntou à banda em julho de 2014, depois que o cantor de longa data Steve Walsh anunciou sua saída no início daquele mês. Via: RockBizz

Apple Music AI: Como o iPhone usa inteligência artificial para recomendar músicas
A experiência musical no iPhone evoluiu de forma surpreendente nos últimos anos, e grande parte disso se deve ao avanço da inteligência artificial (IA). O Apple Music, um dos serviços de streaming mais populares do mundo, não é apenas uma vasta biblioteca de músicas; ele é uma plataforma que aprende, se adapta e personaliza o conteúdo para cada usuário. Mas como exatamente o iPhone usa Music AI para recomendar músicas de forma tão precisa? Vamos explorar essa tecnologia que transforma a maneira como ouvimos música. O Que é Music AI? Antes de tudo, é importante entender o conceito. Music AI refere-se ao uso de algoritmos de inteligência artificial para analisar, interpretar e prever preferências musicais. Esses sistemas não funcionam com suposições aleatórias; eles se baseiam em dados concretos, coletando informações sobre o comportamento do usuário. Isso inclui o que você ouve, com que frequência, em quais momentos do dia, e até mesmo quais músicas você pula após poucos segundos. Por exemplo, se você escuta muito rock clássico durante a semana, mas opta por jazz suave aos domingos de manhã, o Apple Music começa a identificar esses padrões. A IA faz conexões que, muitas vezes, passam despercebidas até pelo próprio usuário. O Papel da IA no Apple Music O Apple Music utiliza uma combinação de machine learning e processamento de linguagem natural (NLP) para entender o contexto das suas preferências. O algoritmo analisa bilhões de pontos de dados, não apenas da sua conta, mas de usuários ao redor do mundo. Isso cria um ecossistema de aprendizado contínuo. Análise de Comportamento: O sistema avalia como você interage com as músicas. Você adiciona faixas a playlists? Repete certas músicas várias vezes? Essas ações são sinais importantes para a IA. Contexto Temporal: A IA considera o horário e o dia da semana para sugerir músicas que se alinham com seu estado de espírito. Manhãs agitadas podem inspirar playlists mais enérgicas, enquanto noites tranquilas pedem algo mais suave. Feedback Implícito: Mesmo sem clicar em “curtir” ou “não curtir”, suas ações — como pular faixas rapidamente — fornecem feedback valioso. Observe que a IA é usada principalmente para criar recomendações mais personalizadas, não para proteger seus dados. Se você valoriza privacidade e segurança, você também deve usar uma VPN para iOS. Com a ajuda de VPN para iPhone, você pode evitar ataques de hackers ou vazamento de dados do seu smartphone. Você também poderá conectar vários outros dispositivos à sua conta, já que muitos provedores oferecem aplicativos VPN para a maioria das plataformas. Algoritmos Por Trás da Recomendação Existem diferentes tipos de algoritmos que alimentam o sistema de recomendação do Apple Music: Filtragem Colaborativa: Baseia-se em padrões de comportamento de usuários semelhantes. Se você e outra pessoa têm gostos parecidos, a IA pode sugerir músicas que essa pessoa ouviu, mas que você ainda não conhece. Filtragem Baseada em Conteúdo: Analisa as características da própria música — ritmo, tonalidade, gênero — para identificar faixas que possam agradar. Se você gosta de músicas com batidas fortes e vocais melódicos, o sistema buscará outras faixas com atributos similares. Modelos de Deep Learning: O Apple Music usa redes neurais para processar grandes volumes de dados e identificar conexões complexas. Esse tipo de IA consegue prever preferências mesmo quando o padrão de comportamento não é óbvio. A Personalização na Prática Quem usa o Apple Music já deve ter notado a presença das playlists “Feito para Você” ou “Mix da Semana”. Esses recursos são exemplos claros de como a IA trabalha nos bastidores. A cada segunda-feira, uma nova seleção aparece, adaptada com base no que você ouviu recentemente. Mas não para por aí. Além das playlists automáticas, o Apple Music sugere álbuns, artistas e até rádios ao vivo que se alinham ao seu gosto. O interessante é que o sistema continua evoluindo. Ou seja, quanto mais você usa o app, mais precisas se tornam as recomendações. O Impacto da IA no Consumo de Música A inteligência artificial não apenas personaliza a experiência; ela também influencia o mercado da música. Artistas que antes tinham dificuldade em alcançar um público amplo agora podem ser descobertos por meio dessas recomendações automatizadas. O algoritmo não discrimina artistas famosos ou iniciantes — ele foca no que é relevante para o ouvinte.Segundo um relatório da IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), mais de 60% das descobertas musicais em plataformas de streaming acontecem por meio de recomendações baseadas em IA. Isso transforma a dinâmica da indústria, onde o talento pode superar as barreiras do marketing tradicional. Privacidade e Uso de Dados Um ponto sensível nessa discussão é a privacidade. O Apple Music afirma que sua tecnologia de IA é projetada com foco na segurança dos dados do usuário. A maioria dos processos de personalização acontece diretamente no dispositivo, reduzindo o envio de informações para servidores externos. Isso é possível graças ao chamado aprendizado federado, uma técnica que permite treinar modelos de IA localmente, preservando a privacidade. Apesar disso, é sempre bom lembrar que qualquer serviço baseado em dados depende da coleta de informações de uso. O equilíbrio entre personalização e privacidade continua sendo um desafio para as empresas de tecnologia. O Futuro da Music AI no iPhone O que podemos esperar nos próximos anos? A tendência é que o Apple Music continue aprimorando suas capacidades de IA. Recursos como recomendações baseadas em emoções — detectadas por meio de sensores biométricos do iPhone ou do Apple Watch — estão em desenvolvimento. Imagine o seu iPhone identificando seu humor e criando uma trilha sonora personalizada para o seu dia.Além disso, com o avanço da realidade aumentada (AR) e da realidade virtual (VR), a experiência musical pode se tornar ainda mais imersiva. O Apple Music poderá recomendar não apenas músicas, mas experiências sonoras completas, adaptadas ao seu ambiente e estado emocional. Conclusão A inteligência artificial já é uma parte fundamental da forma como descobrimos novas músicas no Apple Music. O uso de algoritmos sofisticados permite que o iPhone ofereça recomendações que parecem quase “mágicas”, mas que na verdade são o resultado

Machine Head anuncia novo álbum ‘Unatoned’ e single “Unbound”
Notícias Machine Head anunciou detalhes de seu novo álbum de estúdio Unatoned, que possui data de lançamento para 25 de abril pela Nuclear Blast. Será o 11º trabalho da banda liderada pelo vocalista e guitarrista Robb Flynn. Informações sobre pré-venda e presave estão disponíveis aqui Conforme publicado no site da gravadora, Unatoned é um disco aperfeiçoado em sua forma mais afiada, forjado na disciplina criativa e na vontade de seguir em frente. O álbum apresenta melodias melancólicas e riffs contundentes. As faixas abordam temas como amor perdido e tristeza, com força estrondosa e confiança inegável. Depois de onze álbuns, o Machine Head continua tão feroz, relevante e imparável como sempre. (via Blabbermouth) Seth Siro Anton, é o artista responsável pela capa e já havia trabalhado anteriormente com a banda norte-americana. Flynn foi o responsável pela produção assim como Zack Ohren, que também atuou como engenheiro de som. A banda também lançou “Unbound”, que é o segundo single do disco. Em novembro, o Machine Head havia divulgado “These Scars Won’t Define Us” como primeiro material de divulgação de seu novo álbum que foi gravado entre julho de 2023 e dezembro de 2024 sendo o primeiro após a entrada do guitarrista Reece Alan Scruggs (ex–Havok) ao grupo. Machine Head – Unatoned Landscape Of ThornsAtomic RevelationsUnboundOutsiderNot Long For This WorldThese Scars Won’t Define UsDustmakerBonescraperAddicted To PainBleeding Me DryShards Of Shattered DreamsScorn LEIA TAMBÉM: Live Nation anuncia arena de shows em São Paulo para 20 mil pessoas Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Judas Priest, Queensrÿche, Savatage e Opeth farão show em São Paulo
O Monsters of Rock vai trazer mais dois shows em São Paulo. Judas Priest e Queensrÿche no dia 20 de abril; e Savatage e Opeth no dia 21 de abril. No dia 20 de abril (domingo) Judas Priest e Queensrÿche se apresentam na Vibra São Paulo. Em 21 de abril (segunda-feira) é a vez de Savatage e Opeth subirem ao palco do Espaço Unimed com shows completos. A venda dos ingressos vai começar em 21 de fevereiro, sexta-feira, no site oficial da Eventim. O festival Monsters of Rock acontece no dia 19 de abril de 2025, sábado, com shows das lendas do hard rock e do heavy metal Scorpions, Judas Priest, Europe, Savatage, Quensrÿche, Opeth e Stratovarius no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos estão à venda no site oficial da Eventim. Serviço: Judas Priest & Queensrÿche Data: 20 de abril (domingo)Local: Vibra São PauloEndereço Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – 04795-100Portas: 18hQueensryche: 20h – 21h Judas Priest: 21h30 – 23h15 Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira MeiaPista R$ 680,00 R$ 340,00Camarote 1 R$ 850,00 R$ 425,00Camarote 2 R$ 750,00 R$ 375,00Plateia Superior 1 R$ 400,00 R$ 200,00Plateia Superior 2 R$ 350,00 R$ 175,00Plateia Superior 3 R$ 300,00 R$ 150,00 Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h. Na internet: www.eventim.com.br/judaspriest Ponto de venda sem taxa de conveniência:BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇOEstádio Morumbi – Estádio Cícero Pompeu de ToledoMorumbis (Bilheteria 5, próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866). Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h (não funciona em feriados e emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas). ParcelamentoEm até 3x sem juros nas compras online e na bilheteria.Em até 10x com juros apenas online. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: * Sujeito a cobrança de taxa de serviço Serviço: Savatage & Opeth Data: 21 de abril (segunda-feira)Local: Espaço Unimed. Rua Tagipuru, 795 Barra Funda, São Paulo – 01156-000Portas: 17hOpeth: 19h30 – 21h Savatage: 21h30 – 23h Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira MeiaPista Premium R$ 620,00 R$ 310,00Pista R$ 350,00 R$ 175,00Mezanino R$ 650,00 R$ 325,00Camarote A R$ 750,00 R$ 375,00Camarote B R$ 700,00 R$ 350,00 Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h. Na internet: www.eventim.com.br/savatage&opeth Ponto de venda sem taxa de conveniência:BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇOEspaço UNIMEDEndereço: R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-000Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados. ParcelamentoEm até 3x sem juros nas compras online e na bilheteria.Em até 10x com juros apenas online. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: * Sujeito a cobrança de taxa de serviço LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock ganha loja oficial em comemoração aos 30 anos de festival Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Live Nation anuncia arena de shows em São Paulo para 20 mil pessoas
Notícias A Live Nation Entertainment, conhecida por promover festivais como o Rock In Rio, The Town e Lollapalooza, é uma das maiores empresas de entretenimento do mundo e anunciou uma nova arena de shows em São Paulo, com capacidade para 20 mil pessoas. O projeto será construído no complexo Cidade Center Norte e, com uma verba de aproximadamente R$1 bilhão, se propõe a transformar o cenário de eventos ao vivo em São Paulo, dando mais opções e abrindo novas portas para o entretenimento e cultura no país. O espaço será adequado para grandes apresentações e visa ser uma das principais arenas de shows da América Latina, visto que a Live Nation já trouxe artistas de grande nome como o Bruno Mars, Coldplay e Shakira. LEIA TAMBÉM: Quem é Giovanna Moraes, atração do Lollapalooza Brasil 2025? Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência, Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof. Via: Wiki Metal

Enquete: qual banda você gostaria que retornasse?
Notícias Com a quantidade de retornos e reuniões de bandas como Linkin Park e Nirvana, é natural imaginar e sonhar com quais grupos gostaríamos de ver reunidos. Algumas bandas encerraram suas atividades após a perda de um integrante, enquanto outras seguiram novos caminhos. Mas, no fim, sempre há esperança de que um dia elas possam voltar. Pensando nisso, o Wikimetal reuniu algumas bandas que a equipe gostaria de ver de volta e agora quer saber a opinião dos leitores. Vote abaixo! Carregando … LEIA TAMBÉM: Oasis: Liam Gallagher planeja retiro espiritual antes da turnê de reunião Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Judas Priest anuncia show solo com abertura do Queensrÿche em São Paulo
O Judas Priest anunciou nesta terça-feira (18) que fará um show solo, com abertura do Queensrÿche, em São Paulo. A apresentação acontecerá no dia 20 de abril (domingo) na Vibra São Paulo, um dia após a participação das duas bandas na edição de 30 anos do festival Monsters of Rock. A venda dos ingressos terá início no dia 21 de fevereiro, sexta-feira, na plataforma eventim.com.br. Judas Priest O grupo mais influente do heavy metal de todos os tempos, Judas Priest é formado por Rob Halford (vocalista), Ian Hill (baixo), Andy Sneap (guitarra), Scott Travis (bateria) e Richie Faulkner (guitarra). O 19º álbum de estúdio Invincible Shield foi lançado de março de 2024 e a banda saiu em turnê nos Estados Unidos. Esse trabalho celebra os mais de 50 anos do Judas e 50 milhões de discos vendidos. O novo trabalho já bateu mais de 15 milhões de downloads e mostra toda a potência da banda, quem em 2022 entrou para o Rock and Roll Hall of Fame. Painkiller, Victim Of Changes, Breaking The Law, Electric Eye e Exciter são alguns dos sucessos, que os fãs de todas as idades sabem de cor, e poderão ter a oportunidade de ver nas apresentações em São Paulo. Além disso, vão conferir de perto a lenda Rob Halford, um dos maiores vocalistas de metal de todos os tempos, que recebeu o apelido de Deus do Metal, da mídia especializada. Rob costuma entrar no palco de modo triunfal, com sua Harley-Davidson antes de Hell Bent For Leather, sua marca registrada desde os anos 1970. Queensrÿche Queensrÿche surgiu em 1982, nos EUA, com o lançamento de EP Queensrÿche de quatro faixas. Eles rapidamente ganharam reconhecimento e iniciaram turnês internacionais com apresentações lotadas. O primeiro álbum, The Warning, foi lançado em 1984. Quatro anos depois veio Operation: Mindcrime, que se tornaria um dos 10 discos conceituais mais vendidos de todos os tempos. Já com Empire, em 1991, a banda foi indicada ao Grammy e ganhou o prêmio “Escolha do Espectador” da MTV, pelo hit número 1 nas paradas Silent Lucidity. Nessa jornada, foram dezenas de turnês mundiais, mais de 30 milhões de discos vendidos, onze discos de ouro e platina, e vários Top 10 do Hard Rock. Agora, Casey Grillo (bateria), Michael Wilton (guitarra), Todd La Torre (vocalista), Mike Stone (guitarrista) e Eddie Jackson (baixista) afirmam estar na melhor forma, “no meio de um ressurgimento criativo de cair o queixo”. SERVIÇO: Judas Priest & Queensrÿche Data: 20 de abril (domingo)Local: Vibra São PauloEndereço Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – 04795-100Portas: 18hQueensryche: 20h – 21hJudas Priest: 21h30 – 23h15Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Ingressos: Setor – Valor Inteira – Valor MeiaPista – R$ 680,00 – R$ 340,00Camarote 1 – R$ 850,00 – R$ 425,00Camarote 2 – R$ 750,00 – R$ 375,00Plateia Superior 1 – R$ 400,00 – R$ 200,00Plateia Superior 2 – R$ 350,00 – R$ 175,00Plateia Superior 3 – R$ 300,00 – R$ 150,00Observação: Os assentos de camarotes e plateia são numerados. Ingressos a venda a partir do dia 21 de fevereiro (sexta-feira) às 10h Na internet: www.eventim.com.br/judaspriest Ponto de venda sem taxa de conveniência:BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇOEstádio Morumbi – Estádio Cícero Pompeu de ToledoMorumbis (Bilheteria 5, próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866).Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h (não funciona em feriados e emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas). ParcelamentoEm até 3x sem juros nas compras online e na bilheteria.Em até 10x com juros apenas online. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:* Sujeito a cobrança de taxa de serviçohttps://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015 ATENÇÃOOs ingressos de estudantes estão limitados a 02 ingressos por CPFOs ingressos de idosos estão limitados a um ingresso por CPF NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM. Via: RockBizz

Elijah Hewson, do Inhaler, fala sobre os conselhos que recebeu de seu pai Bono
Elijah Hewson, vocalista do Inhaler, falou sobre os conselhos que recebeu de seu pai, Bono, e abordou a expectativa de que sua banda receberia mais oportunidades por ele ser filho de uma pessoa famosa. Em entrevista ao Daily Star Sunday (via NME), o jovem de 25 anos lembrou que os conselhos que recebeu do vocalista do U2 foram os mesmos que qualquer pai daria e que gostaria de ter recebido mais informações do ícone do rock. “Eu adoraria receber um pouco mais de conselhos, para ser honesto”, lembrou Elijah. “O melhor conselho que recebi dele foi o tipo de conselho que você receberia de um pai, que é: ‘Não deixe isso passar. Você tem que aproveitar este momento’”. Elijah também acrescentou que existe um lado bom e um lado ruim de ter um pai famoso – o último incluindo a presunção de que a banda simplesmente terá mais oportunidades sem precisar se esforçar. “Definitivamente há uma expectativa de fracasso das pessoas e uma expectativa de que receberíamos coisas”, explicou o cantor. “Embora houvesse vantagens com certeza, isso nos fez trabalhar muito duro porque não queríamos ser vistos como se estivéssemos nos aproveitando disso”, pontuou. “Vitórias como conseguir abrir shows de outros grupos, estávamos um pouco hesitantes em ir em frente porque haveria comentários como: ‘Ah, você só conseguiu porque é amigo de fulano ou cicrano’. Por outro lado, seria ridículo não aproveitar esta oportunidade. Ainda estamos aprendendo a navegar nisso”, acrescentou. “É uma posição única para se estar”, concluiu o jovem em tom enfático. O Inhaler compartilhou seu novo álbum, Open Wide, no início deste mês (7 de fevereiro) e criou entusiasmo para o disco ao lançar o single final Billy (Yeah Yeah Yeah) e também estourar uma versão do hit viral de Lola Young, Messy. Via: RockBizz

Ozzy Osbourne diz que só irá fazer “pequenos trechos” do show de despedida do Black Sabbath
Ozzy Osbourne confirmou que irá apenas fazer “pequenos trechos e partes” no show de despedida do Black Sabbath, que irá se realizar no dia 5 de julho no Villa Park, estádio em Birmingham. O show, chamado Back To The Beginning, contará com várias outras bandas de grande renome como o Metallica, Slayer, Lamb Of God, Mastodon, Pantera, Anthrax, entre outros artistas. Ozzy falou no seu show no SiriusXM, Ozzy Speaks, que não planeia um set com o Black Sabbath, mas que fará “pequenos trechos e partes” com a banda e que está “fazendo o que pode, onde se sente confortável” (via Blabbermouth). O vocalista, durante o seu próprio programa, refletiu sobre a sua condição e disse que “apesar das minhas reclamações, ainda estou vivo”. Apontou também que tem “pessoas que não fizeram nem metade do que eu fiz e não conseguiram chegar lá”. O Príncipe das Trevas está bastante animado com o retorno, segundo o que a sua esposa Sharon Osbourne disse à revista The Sun: “O Ozzy está bastante feliz em voltar e muito emocional quanto a isto.”. Falando sobre a condição do marido, adiciona que a doença dele afetou as suas pernas, mas que sua voz está “tão boa como sempre” Sharon adicionou, enquanto falava com a BBC News, de acordo com o Blabbermouth, que “ele está bem. Está bastante excitado quanto a isto, estar com de novo com os rapazes e todos os seus amigos. É animador para todos.” A última performance do lineup original do Black Sabbath foi em 2005 e, desde então, a banda tocou junta em algumas reuniões, mas nunca com todos os membros originais. LEIA TAMBÉM: Geezer Butler fala sobre show de despedida do Black Sabbath Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência, Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof. Via: Wiki Metal

Blaze Bayley joga a real para quem quer vingar na indústria musical
O britânico Blaze Bayley sabe como poucos o quão complicado é se manter na cena musical. O cantor trabalhou duro para fazer o Wolfsbane atingir o patamar profissional; depois disso, ele se desdobrou para fazer jus ao título de frontman do Iron Maiden e, após demissão da banda, não vem poupando energia para entregar bons discos em sua carreira solo. Conversando com a Rock of Ages Radio, Blaze Bayley jogou a real para quem quer vingar na indústria musical. “A indústria musical está diferente de quando eu comecei. Quando eu comecei, você tinha que conseguir um contrato com uma gravadora. Você tinha que estar com uma empresa para fazer tudo. Agora, você pode ter o seu próprio equipamento de gravação, e nem é tão caro assim! Os estúdios são muito mais baratos. Mas eu diria para não parar de aprender seu instrumento. Essa é a chave. Você tem que ser ótimo em seu instrumento. A próxima coisa é ter músicas que realmente signifiquem algo, mesmo que seja só para você. Tem que ter uma música que faça sentido. Depois disso você deve aprender a se gravar bem. Assim como ser um virtuoso na guitarra, bateria ou qualquer instrumento, você precisa aprender a se gravar. Isso é possível praticando e estudando. É fundamental também aproveitar as mídias sociais”. Blaze arrematou: “É uma pergunta horrível, mas você de fazê-la a si mesmo: Por que alguém iria querer me ouvir em vez de assistir Netflix ou jogar PlayStation? Essa é uma pergunta difícil de responder. E eu tenho que me perguntar isso o tempo todo. E se você não consegue pensar em um motivo, é melhor inventar algo. A razão deve ser que suas músicas são muito boas ao vivo a ponto de apresentá-las na frente de cinco, cinquenta ou quinhentas pessoas, e prender a atenção de todo mundo. Você precisa tocar o coração das pessoas. Além do mais, você precisa estar preparado para se sacrificar, trabalhar duro e de forma inteligente”. Veja a fala completa de Blaze Bayley aqui: Blaze Bayley fará turnê em celebração aos 25 anos de Silicon Messiah, seu debute solo. A tour, que começará em abril, contará com a execução do disco na íntegra, sons de seu mais novo disco, Circle Of Stone, e canções da Donzela de Ferro. Via: RockBizz

Johnny Monster lança ‘Líquido Inflamável’; ouça aqui
Notícias O cantor e compositor paulista Johnny Monster lançou Líquido Inflamável, seu novo álbum de estúdio. O trabalho tem um peso que contrasta com a sonoridade folk de seu último álbum, A Nova Era Do Só Você, de 2023. O destaque agora são as guitarras intensas e efeitos atmosféricos, mas ainda com o foco na sensibilidade das composições e letras de Johnny. “Esse é de longe meu trabalho mais ousado, denso e arriscado. Não há concessões tanto no álbum todo”, conta Johnny em uma declaração divulgada à imprensa. “Letras abstratas, por vezes surrealistas, paisagens sonoras lisérgicas e longas. Se o artista deve refletir seu tempo, creio que esse disco possui todo o peso, solitude e incerteza do nosso presente.” O projeto foi realizado com o produtor Paulo Grassia, que também gravou boa parte dos instrumentos. Líquido Inflamável é um lançamento do selo ForMusic Records. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Paul McCartney apresenta medley com músicas do Abbey Road no SNL50; assista
Paul McCartney encerrou o especial SNL50, show em comemoração aos 50 anos do programa de TV norte-americano Saturday Night Live, no último domingo (16) com um medley com músicas do álbum Abbey Road dos Beatles. Para sua apresentação, McCartney tocou três músicas do icônico disco: Golden Slumbers, Carry That Weight e The End. McCartney deu início ao medley no piano com Golden Slumbers antes de seguir para Carry That Weight. Para encerrar o show, apropriadamente com The End, McCartney pegou sua guitarra enquanto o público aplaudia. Antes da apresentação de ontem à noite, o ex-Beatle havia se apresentado no programa quatro outras vezes: 1980, 1993, 2010 e 2012. O músico também fez participações especiais em episódios do SNL em 2006, 2013 e 2015. Assista abaixo: Paul McCartney en #SNL50 pic.twitter.com/y4q60pK5Qd — DanEs (@danes013) February 17, 2025 Via: RockBizz

Paul McCartney apresenta medley dos Beatles em especial de 50 anos do Saturday Night Live
Notícias Paul McCartney encerrou o especial de 50 anos do Saturday Night Live com um medley dos Beatles. O icônico baixista escolheu músicas do clássico álbum Abbey Road (1969) para sua apresentação no programa. O especial, que foi ao ar em 16 de fevereiro, marcou a volta dele às apresentações musicais do programa humorístico após 13 anos. A última aconteceu em 2012 e o músico fez aparições esporádicas em 2013 e 2015. (via NME) Essa foi a quinta apresentação dele no programa, anteriormente Paul havia tocado em 1980, 1993, 2010 e 2012. O medley apresentado por Paul McCartney contou com três músicas do famoso álbum dos Beatles, sendo elas, “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End”. A apresentação teve Paul cantando as duas primeiras faixas no piano e teve um ótimo encerramento com ele tocando guitarra ao lado de sua banda e sendo acompanhado pelos aplausos da plateia. Confira abaixo a performance completa no especial: LEIA TAMBÉM: “Beatles teriam feito menos discos, não fosse Paul McCartney” afirma Ringo Starr Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

John Taylor (Duran Duran) acredita que os grupos musicais estão em extinção
John Taylor, baixista do Duran Duran, acredita que os grupos musicais são uma espécie em extinção. “[O] dia do grupo está quase acabando”, declarou o músico durante uma coletiva de imprensa no Festival de Sanremo, na Itália (via UCR). “Havia algum grupo no Grammy deste ano?” Uma olhada nos indicados ao Grammy deste ano certamente reforça a observação de Taylor. Embora as categorias de rock ainda apresentassem muitos grupos – como Metallica, Rolling Stones, Green Day e Gojira – as principais categorias foram dominadas por artistas solo como Beyoncé, Kendrick Lamar e Billie Eilish. Taylor também comentou que a mudança de grupos para artistas solo contrasta fortemente com o cenário musical quando o Duran Duran começou. “Crescemos nos anos 60 e 70 e vimos essa dinâmica se desenrolar no palco e no disco, onde você tem parceiros iguais trazendo algo especial para tudo o que fazem, e não encontramos uma maneira de melhorar isso”, ele explicou. “Há algo muito especial sobre nossa química”. Repercutindo as opiniões de seus companheiros de banda, o vocalista Simon Le Bon compartilhou o que manteve o Duran Duran unido por mais de 40 anos. “Primeiro de tudo, amamos a música que fazemos juntos. Ninguém mais faz música como nós”, ele observou. “Todos nós tentamos fazer as coisas sozinhos, e simplesmente não parece tão emocionante quanto quando nós quatro nos reunimos e trabalhamos”. “Nós fazemos um ao outro rir, e acho que isso é muito importante em um relacionamento longo. Quando estamos estressados, rimos o tempo todo, e isso mantém tudo leve e divertido. E a outra coisa é que dividimos todos os lucros igualmente”, completou. Via: RockBizz

Bruce Dickinson encara o frio parisiense para cantar Walk com o Pantera
O Pantera segue firme e forte com a sua turnê de reunião, a qual possui os membros da formação clássica Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo), ao lado de Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax), substituindo os saudosos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul. No momento, o quarteto está na Europa para cumprir a primeira perna da turnê por lá. Até aí nada demais, contudo, a apresentação desta noite na Adidas Arena, na capital francesa, foi especial, visto que o frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, encarou o frio parisiense para prestigiar o espetáculo e cantar Walk com o Pantera. O momento foi bastante especial para a banda e para o público, que adorou a surpresa. Veja alguns registros amadores da dobradinha Pantera e Bruce Dickinson abaixo: O grupo ainda tem compromissos com os fãs do Reino Unido antes de voltar para os Estados Unidos para outra bateria de shows. Consulte toda a agenda dos caras logo aqui. Via: RockBizz

Black Sabbath é o epítome do heavy metal, segundo Ian Anderson (Jethro Tull)
O CEO do Jethro Tull, Ian Anderson, concedeu uma entrevista ao programa Out Of The Box, da rádio norte-americana Q104.3, e lembrou brevemente como foi trabalhar com o guitarrista Tony Iommi e pontuou sobre a importância do Black Sabbath na cena musical. “Nós tocamos no Rock And Roll Circus, do The Rolling Stones, e Tony Iommi participou do show porque o nosso guitarrista Mick Abrahams tinha saído da banda. Ele ficou meio envergonhado pois precisou fingir que estava tocando ao vivo. O som da banda estava pré-gravado, só eu que estava cantando pra valer mesmo. Mas, no final das contas, Tony se divertiu muito tocando com a gente por alguns dias. Ele foi um cara ótimo. Somos bons amigos até hoje. Mas o lugar natural de Tony, dado seu estilo musical muito distinto, era o Black Sabbath, que se concretizou em um ou dois anos depois. O Black Sabbath se tornou cada vez mais uma força importante. Acho que eles são o epítome do que é o heavy metal. Foi com eles que tudo realmente começou”. Veja o bate-papo todinho aqui: Black Sabbath O pai do heavy metal fará seu derradeiro ato em 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O show reunirá a formação original da banda – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – pela última vez. J. Tull O novo álbum Curious Ruminant, que sairá no dia 07 de março, será o sucessor de RökFlöte e estará disponível em vários formatos como CD, CD digipack, vinil preto, vinil colorido (vermelho, prateado), boxset (com dois LPs e três CDs) e digital (download e streaming). Para os trabalhos de Curious Ruminant, Ian Anderson (vocal, flauta e violão) contou com o apoio de David Goodier (baixo), John O’Hara (piano, teclado e acordeom), Scott Hammond (bateria) e Jack Clark (guitarra). Via: RockBizz