Entrevistas

Rise Against: Entrevista exclusiva com o baixista Joe Principe
Rise Against, banda formada em Chicago, Illinois, em 1999, vem ao Brasil em março, para participar da super turnê do The Offspring, denominada Punk Is Coming, que vai contar com várias bandas do punk rock mundial. Além disso, o Rise Against retorna com seu primeiro lançamento em três anos. Com o single “Nod”, que é um grito de guerra e um chamado à ação, alimentado pela compaixão, camaradagem e o desejo coletivo de mudança. Aproveitando a passagem da banda pelo Brasil, Joe Principe, baixista e também um dos fundadores da banda, conversou com exclusividade ao Wikimetal. Na entrevista, o músico falou a respeito de sua vinda ao país, suas convicções políticas e sociais, do lançamento de “Nod” e também deu alguns conselhos às novas gerações. Confira aqui a entrevista na íntegra; Turnê com o The Offspring Wikimetal: Como surgiu a ideia de vocês fazerem parte dessa turnê que vem ao Brasil em março, ao lado de Sublime with Rome, The Damned, The Warning, Amyl and The Sniffers e outros? E como isso aconteceu? Joe Principe (Rise Against): Fomos procurados pelo promotor, e pareceu muito divertido, ainda mais porque envolve várias bandas que amamos. Apesar de acabarmos de voltar de nossa turnê pela Europa há cerca de uma semana e, amanhã, já voamos para o Brasil. Ao recebermos o convite, pensamos: “Por que não?” Vai ser muito divertido. WM: Como o Rise Against se sente em relação à recepção do público brasileiro, que é conhecido por ser muito apaixonado por música e por levar à serio as questões políticas e sociais – especialmente depois dos shows que vocês fizeram aqui em 2023? Se não me engano, vocês tocaram no Lollapalooza e também tiveram um show solo, certo? JP: Sim, acho que fizemos dois shows no Brasil, adoramos tocar no país. Os fãs brasileiros são sempre muito apaixonados. Gosto de tocar para plateias que cantam junto, dançam, se divertem e realmente interagem. Sempre tivemos essa sensação quando tocamos aí. Então é ótimo voltar agora para um festival tão grande de punk rock. O Lollapalooza foi incrível, mas nos sentimos um pouco fora de contexto. Desta vez, tocaremos com várias bandas que combinam bem conosco. Vai ser bom rever todo mundo, se reconectar com nosso público e nos divertir muito. Sempre é ótimo tocar aí! Rise Against e seu novo lançamento “Nod” WM: Agora, tenho algumas perguntas sobre o novo álbum, a primeira é sobre o significado por trás do título “Nod”. Como essa música reflete o momento atual da banda, especialmente depois de três anos sem lançar material novo? JP: A música “Nod” fala sobre fazer parte da sua cena local de punk rock, encontrar um lugar para se encaixar e descobrir pessoas com ideias parecidas. Você ganha esse senso de família – um laço não declarado – quando vai a um show de punk e sabe que está entre pessoas que estão lá pelos mesmos motivos. Essa é a essência da letra. Também trata de lembrar nossas raízes – como entramos no punk rock – e por que é importante saber de onde viemos musicalmente. Depois de três anos sem lançar nada novo, achamos importante trazer algo fresco. Gravar “Nod” – e as músicas que virão depois – foi um processo diferente para nós. Trabalhamos com uma produtora diferente (Catherine Marks, de Londres) e gravamos muito do material ao vivo, algo que não costumávamos fazer. É tudo bem cru – quatro caras em um estúdio, tocando sem pensar demais. Acho que por isso “Nod” soa diferente dos nossos trabalhos anteriores. Queríamos capturar essa energia mais crua. A postura do Rise Against WM: Em que ponto da carreira do Rise Against vocês sentiram a necessidade de fazer um chamado explícito para que as pessoas fossem além de apenas reagir a situações negativas e começassem a agir? JP: Desde o início, a essência da banda sempre foi responder a coisas negativas no mundo. Isso faz parte do coração da cena punk rock – encorajamos as pessoas a usarem suas vozes, com respeito, mas sem timidez. Eu cresci muito quieto, com medo de falar. Quando descobri o punk rock e a comunidade do skate, eles me ensinaram a importância de usar a voz – de falar quando algo não está certo. É assim que educo meus filhos agora. Se você fala o que pensa, fez a sua parte. Se não fizer isso, acaba se sentindo excluído ou frustrado. É um passo além de apenas reagir. Do Underground ao Mainstream WM: O que motivou a banda a assinar com uma grande gravadora sem abrir mão de seu posicionamento político ou controle criativo? JP: Quando as grandes gravadoras nos procuraram pela primeira vez, nosso foco principal era manter o controle criativo, mesmo que isso significasse ganhar menos dinheiro. Essa era a prioridade. Assinamos originalmente com a DreamWorks, que depois virou Geffen, e eles basicamente nos deixaram em paz para fazer nossos álbuns. Nunca tivemos que pedir aprovação para nada; somente compomos as músicas e as entregamos. Isso funcionou e continua funcionando até hoje, pois nunca fomos dispensados por uma gravadora e ainda estamos aqui. Nós nos consideramos com sorte de ter feito tudo dessa forma. Mensagem aos fãs brasileiros WM: Que conselho vocês dariam para novas bandas de punk rock que querem manter uma postura ativista, mesmo sofrendo pressão para assinar com grandes gravadoras? JP: Por mais clichê que pareça, você precisa permanecer fiel ao que te faz feliz e a quem você é como músico e banda. Não deixe ninguém te convencer a fazer algo que te deixe desconfortável. Se não parece certo, é um sinal de alerta – seja a proposta de contrato com uma gravadora ou um show que não combina com seus valores. Seu coração é um guia muito bom. Se algo parecer errado, se afaste. WM: Poderia deixar uma mensagem para os fãs que estarão nos shows no Brasil em março? JP: Muito obrigado a todos os fãs no Brasil que nos apoiam há tanto tempo. Espero que todos apareçam,

David Draiman (Disturbed) relembra convite para substituir Ozzy Osbourne no Ozzfest
Em entrevista para o programa de rádio da KLOS, Whiplash, David Draiman relembrou o convite feito por Sharon Osbourne para substituir Ozzy no festival Ozzfest. “Eu acho que uma das vezes que definitivamente ficou na minha mente que me ensinou que às vezes você só precisa encontrar a força para seguir em frente foi um Ozzfest em particular – eu acho que foi o nosso terceiro – e Ozzy não estava se sentindo muito bem naquele dia. Ele estava tendo um pouco de dificuldade”, disse o vocalista do Disturbed. E continuou: “E eu lembro de Zakk [Wylde, guitarrista de Ozzy] e Sharon [Osbourne] vindo até mim, me perguntando se eu estaria disposto a assumir o set. E eu disse, ‘Não. Eles querem Ozzy. Eles não me querem’. Eu disse a ela, ‘Eu não ensaiei. Eu não sei todas as músicas de cor”. E ela falou, ‘Tem um maldito teleprompter no palco. Apenas leia as palavras’. Mas não era tão simples assim”. “E então Ozzy voltou para sua pequena área vocal, sua pequena área coberta, e ele estava gargarejando e usando um spray e tentando limpar sua voz. E ele levou mais alguns minutos e então começou a cantarolar. Era como se ele tivesse empurrado qualquer sapo que estivesse em sua garganta, e seu rosto se iluminou, e a energia mudou imediatamente. E ele acabou não só terminando o set, mas acho que tocando mais 15 ou 20 minutos e isso foi inspirador”, completou. Abordando o fato de que o Disturbed participará do show de reunião do Black Sabbath com a formação original em 5 de julho no Villa Park em Birmingham, Reino Unido, Draiman disse: “O cara passou por tanta coisa. O cara fez tanto, e entre Ozzy, Sabbath, você está falando sobre o frontman mais seminal e a banda mais seminal de hard rock e heavy metal que existe. Eu não poderia estar mais honrado [em participar do show]”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Black Sabbath: Confira três versões da subestimada Headless Cross
Quando se fala em Black Sabbath, os fãs dão bastante ênfase nas duas primeiras fases da banda, que são com os vocalistas Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio, respectivamente. Porém, a partir de 1983, com o álbum Born Again, o conjunto experimentou um entra e sai incessante na posição de frontman. Ian Gillan, Glenn Hughes, Ray Gillen e Tony Martin foram alguns dos cantores que trabalharam com o Sabbath ao longo dos anos 1980. Martin foi quem mais vingou e gravou cinco discos entre os anos de 1987 e 1995 – a saber The Eternal Idol (1987), Headless Cross (1989), Tyr (1990), Cross Purposes (1994) e Forbidden (1995). Mesmo assim, Tony, infelizmente, não figura nas listas dos preferidos frontmen do metal, além disto, há quem torça o nariz para seus trabalhos ao lado do Black Sabbath. Mas como toda regra tem a sua exceção, existe uma galera que está dando a merecida atenção a fase Tony Martin a ponto de fazer algumas performances de tirar o chapéu. Laura Guldemond, cantora do Burning Witches; Tommy Johansson, ex-guitarrista do Sabaton e atual líder do Majestica, e Erik Grönwall, ex-frontman do Skid Row, fizeram as suas versões para a subestimada Headless Cross, faixa-título do décimo quarto trabalho de estúdio dos pais do heavy metal. Confira nos players abaixo as três versões de Headless Cross e veja qual mais lhe agrada: Via: RockBizz

Epica libera vídeo de Sirens – Of Blood And Water com participação de Charlotte Wessels e Myrkur
O Epica liberou o vídeo de Sirens – Of Blood And Water com participação de Charlotte Wessels e Myrkur. O material audiovisual foi registrado no show The Symphonic Synergy, que aconteceu no AFAS Live em setembro de 2024. Veja: E por falar no Epica, a banda holandesa de symphonic metal lançará o seu novo trabalho de estúdio, o nono de sua carreira, que leva o nome de Aspiral, no dia 11 de abril de 2025 pela Nuclear Blast. Aspiral teve a produção e mixagem de Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras do After Forever, Blind Guardian, Powerwolf, entre outros. O título do álbum tem a inspiração em uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século XX e fundador do classicismo retorcido. A obra simboliza renovação e inspiração – palavras-chave que definem o Epica em 2025. No trabalho de Szukalski, cada detalhe traz mais do que se imagina à primeira vista. o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: Cross the DivideArcanaDarkness Dies in Light – A New Age Dawns: Part VIIObsidian HeartFight to Survive – The Overview EffectMetanoia – A New Age Dawns: Part VIIIT.I.M.E.ApparitionEye of the StormThe Grand Saga of Existence – A New Age Dawns: Part IXAspiral Via: RockBizz

Slayer voltará ao Reino Unido após seis anos longe dos fãs ingleses
Depois de confirmar show no Canadá, o Slayer voltará ao Reino Unido após seis anos longe dos fãs ingleses. O quarteto thrash metal tem encontro com o público gringo no dia 03 de julho no Blackweir Fields, em Cardiff, e no dia 06 de julho no Finsbury Park, na cidade de Londres. O Slayer também participará da derradeira apresentação do Black Sabbath, que acontecerá em 05 de julho no Villa Park, em Birmingham. Vale acrescentar que os concertos de Cardiff e Londres terão a presença de Amon Amarth, Anthrax, Mastodon, Hatebreed e Neckbreakker. O Slayer encerrou as atividades em 2019 depois de mais de quarenta anos de carreira. Depois de cinco anos de aposentadoria, a banda voltou aos palcos em 2024 para dois shows, que aconteceram nos Estados Unidos: no dia 22 de setembro no Riot Fest e no dia 10 de outubro no Aftershock. Desde então, o quarteto – Tom Araya (vocal e baixo), Kerry King (guitarra), Paul Bostaph (bateria) e Gary Holt (guitarra) – estão fazendo shows esporádicos. Via: RockBizz

Por que o baixista do System Of A Down cancelou uma colaboração com Jonathan Davis do Korn
Shavo Odadjian, baixista do System Of A Down, explicou por que o vocalista do Korn, Jonathan Davis, não fez a colaboração esperada no seu projeto Seven Hours After Violet. Em abril de 2023, Odadjian disse que Davis apareceria em uma música do álbum de estreia da banda. No entanto, quando o Seven Hours After Violet foi lançado em outubro, o cantor não estava lá. Agora, em entrevista com a KOMP, o baixista disse que a faixa que ele esperava que Davis participasse eventualmente se tornou Paradise, o single de estreia do Seven Hours After Violet. “Morgoth [guitarrista do Seven Hours After Violet] tinha um refrão que ele cantou para [Davis] um tempo atrás”, ele explicou. “Porque ele produz muitas bandas e trabalhou com Jonathan Davis. E disse, ‘Vamos escrever uma música sobre isso e depois tocar para ele e ver se ele curte’. E simplesmente não deu certo”. Embora Odadjian não tenha explicado diretamente por que a participação de Davis foi cancelada, ele observou que, se fosse colaborar com o cantor, tentaria algo novo: “Quero que ele trabalhe nisso conosco, não apenas tenha uma parte que ele fez há 10 anos e tenha isso regurgitado”. E acrescentou, “Então foi isso. Não foi nada com ele. Ele é incrível. Somos amigos. Eu amo Jonathan. Então é, tipo, podemos trabalhar juntos a qualquer dia, a qualquer hora. E faremos”. Odadjian também revelou que Seven Hours After Violet foi inicialmente planejado para apresentar um cantor diferente em cada música. O conceito acabou sendo rejeitado e a banda tem Taylor Barber como vocalista em tempo integral. “Mas na época em que anunciei que [Davis apareceria no álbum], estávamos fazendo aquela música e ainda seria um disco cheio de participações”, continuou o baixista. “Não teríamos nosso próprio vocalista, não teríamos nossa própria banda. Seria um álbum da minha música com vocalistas de destaque de todo o planeta”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Últimos anos de Paul Di’Anno serão relatados no livro To Hell And Back With The Beast (And Mini Beast)
Os últimos anos do saudoso Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, serão relatados no livro To Hell And Back With The Beast (And Mini Beast), cujo o lançamento está previsto para o dia 19 de maio. Na sequência de 666 Days With The Beast, o qual saiu em dezembro de 2024, a obra, que é de autoria do jornalista Stjepan Juras, mergulha no período mais turbulento de toda a carreira de Paul, relatando os eventos que quase levaram ao cancelamento dos shows nas cidades de Birmingham e Glasgow. No livro, Juras descreve tanto o triunfo quanto o desastre, incluindo histórias que, pela primeira vez, revelarão detalhes completamente transparentes sobre o que aconteceu nos bastidores e o imenso esforço que foi necessário para colocar o cantor em turnê. To Hell And Back With The Beast (And Mini Beast) está saindo pelo valor de 58 euros [cerca de 365 reais na cotação da moeda estrangeira] e pode ser adquirido aqui. Cabe destacar que cada exemplar é assinado pelo próprio autor. Paul Di’Anno faleceu no dia 21 de outubro de 2024, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. Via: RockBizz

Timo Tolkki cancela apresentações no Brasil devido a problemas de saúde
Timo Tolkki, guitarrista finlandês e ex-integrante do Stratovarius, anunciou o cancelamento de sua turnê pela América Latina, que incluía seis shows no Brasil (via Igor Miranda). Além disso o músico enfrenta problemas sérios de saúde e não conseguiu cumprir os compromissos agendados. Em um comunicado oficial, Tolkki revelou que, em dezembro de 2024, recebeu o diagnóstico de psicose e passou por tratamento para controlar a condição. Além disso, ele sofre de diabetes tipo 2, o que prejudica sua mobilidade. Esses fatores acabaram afetando sua capacidade de se apresentar. Em seguida, no último dia 2 de março, o músico relatou um episódio preocupante. Ao tentar embarcar para o México, onde iniciaria a turnê, ele sofreu uma queda a caminho do portão de embarque, agravando suas dificuldades físicas. Diante desse cenário, optou por cancelar os shows. Tolkki também lamentou profundamente o cancelamento e pediu desculpas aos fãs latino-americanos. Segundo ele, a saúde é a prioridade no momento, e será necessário buscar recuperação antes de voltar aos palcos. Confira a postagem no Facebook oficial do músico. Conforme a assessoria da turnê TRM Press, os fãs que adquiriram ingressos para os shows no Brasil e em outros países, poderão solicitar o reembolso diretamente com as bilheterias em cada cidade. As apresentações ocorreriam nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Natal, Fortaleza e São Paulo. A notícia gerou comoção entre os admiradores do guitarrista, que expressaram apoio e desejos de melhora pelas redes sociais. Além disso, Timo Tolkki é reconhecido como um dos grandes nomes do power metal. Ele teve papel fundamental no crescimento do Stratovarius e influenciou diversas bandas do gênero ao longo das décadas. Agora, ele deve focar em seu tratamento para, possivelmente, retomar à carreira no futuro. LEIA TAMBÉM: Tony Belloto do Titãs revela diagnóstico de câncer no pâncreas Paula Butter Curitibana, frequentadora de shows de rock desde 1996, nacionais, internacionais e de bandas locais. Alguns registrados em minhas redes sociais, outros em ingressos físicos de uma época onde não existia QR Code. Apaixonada por rock e metal, livros, cinema, bons vinhos e amigos. Atualmente, engajada em conhecer e divulgar as bandas do metal brasileiro. Graduada em Design e Direito, pós graduada em Marketing e Sommelier. Via: Wiki Metal

Sixpence None The Richer, banda icônica dos anos 1990, anuncia shows no Brasil
Sixpence None the Richer, a icônica banda norte-americana finalmente chega ao Brasil para uma turnê inédita. O grupo faz cinco shows pelo país em junho, para comemoração de seus 25 anos de carreira. Os shows irão acontecer em junho de 2025. As cidades que irão receber a banda são: Belo Horizonte, no dia 10 de junho, Rio de Janeiro, em 11 de junho, Curitiba, no dia 13 de junho, São Paulo no dia 14 e por fim, Brasília no dia 15 de junho. Os ingressos já estão à venda em todas as cidades. Além disso, a turnê Latino-Americana também passa por Uruguai, Argentina, Chile, Panamá, Costa Rica e México. Confira a postagem oficial da banda no Instagram. Sixpence None The Richer e sua trajetória Formado em 1992, o grupo é liderado pela inconfundível voz de Leigh Nash. E foi no final dos anos de 1990 e início dos anos 2000, que o Sixpence None The Richer conquistou o público com seu som único. A mistura de pop, folk e rock alternativo define o estilo da banda. Em seu primeiro disco, The Fatherless and the Widow, que saiu em 1994, já chamou a atenção do público alternativo. No entanto, o sucesso no mainstream veio em 1997, com o lançamento do álbum autointitulado. Entre os grandes hits, destacam-se “Kiss Me”, presente em trilhas de filmes como Ela é Demais e Como Perder um Homem em Dez Dias, “There She Goes” e “Don’t Dream It’s Over”, que entraram na Billboard nos anos 1990, e também a música “Breathe Your Name”. Além disso, após dois hiatos, entre 2004 e 2007 e entre 2016 e 2023, o grupo voltou a fazer turnês e a lançar novos materiais. Mas já em 2024, lançou o EP Rosemary Hill, composto por seis faixas, que marca uma nova fase na carreira do Sixpence None The Richer. A turnê será realizada pela produtora Estética Torta. Por isso, promete uma grande festa para os fãs, com sucessos inesquecíveis e canções que marcaram gerações. Serviço: 10 de junho – Belo HorizonteLocal: Teatro Ney SoaresIngressos aqui 11 de junho – Rio de JaneiroLocal: Teatro Clara NunesIngressos aqui 13 de junho – CuritibaLocal: Teatro Bom JesusIngressos aqui 14 de junho – São PauloLocal: Carioca ClubIngressos aqui 15 de junho – BrasíliaLocal: Toinha Brasil ShowIngressos aqui Confira no Youtube oficial da banda, a versão ” Kiss Me ” – ” There She Goes “, para relembrar com nostalgia esses dois sucessos; LEIA TAMBÉM: Bush anuncia dois shows extras no Brasil, em celebração de 30 anos da banda Paula Butter Curitibana, frequentadora de shows de rock desde 1996, nacionais, internacionais e de bandas locais. Alguns registrados em minhas redes sociais, outros em ingressos físicos de uma época onde não existia QR Code. Apaixonada por rock e metal, livros, cinema, bons vinhos e amigos. Atualmente, engajada em conhecer e divulgar as bandas do metal brasileiro. Graduada em Design e Direito, pós graduada em Marketing e Sommelier. Via: Wiki Metal

Leprous fará show pela primeira vez em Belo Horizonte
Belo Horizonte se prepara para receber, pela primeira vez, um dos maiores nomes do rock progressivo mundial, Leprous. No dia 11 de março, a banda norueguesa se apresenta no Mister Rock. O grupo promete entregar uma noite inesquecível aos fãs da capital mineira. Com um repertório poderoso, que mistura clássicos de sua carreira com faixas de seu mais recente álbum Melodies of Atonement, a banda levará sua performance eletricamente intensa ao palco, criando uma atmosfera única e envolvente. Formado em 2001, o Leprous é composto por Einar Solberg (vocais e teclados), Tor Oddmund Suhrke (guitarra), Robin Ognedal (guitarra), Baard Kolstad (bateria) e Simen Børven (baixo). Reconhecido pela complexidade de suas composições e pela fusão de estilos que transitam entre o metal e as melodias mais introspectivas. A banda conquistou uma base de fãs apaixonada em todo o mundo. Seu som inconfundível mistura agressividade com delicadeza, tornando cada apresentação uma experiência única para os admiradores do gênero. Com sua entrega visceral e seu estilo audacioso, o Leprous tem tudo para fazer deste show uma das noites mais memoráveis do ano, tornando-se um marco na música de Belo Horizonte. Prepare-se para uma noite repleta de emoções, intensidade e, claro, muita música de qualidade. Além de Belo Horizonte, o Leprous também se apresentará em Curitiba, no Tork n’ Roll, no dia 12 de março de 2025. A passagem pelo Brasil termina em São Paulo, no Vip Station, no dia 13 de março de 2025. O show está sendo produzido pela Estética Torta e Talent Nation, garantindo uma produção de alta qualidade para proporcionar uma experiência inesquecível aos fãs. Leprous. Crédito: Reprodução/Instagram LEIA TAMBÉM: Avantasia desbrava novos horizontes com ‘Here be Dragons’ Caio Botrel Músico desde criança, tendo estudado piano, violão erudito e guitarra, tocou em bandas como o Final Disaster e atualmente tem um projeto chamado Black Crow Feather. Colaborou com sites e revistas de metal no Brasil e exterior como hobby. Formado em Direito, graduando em análise e desenvolvimento de sistemas e estudante de Contabilidade, sua paixão pelo rock e metal iniciou-se cedo, tendo as bandas Iron Maiden, Megadeth, Children Of Bodom, Angra, Mr. Big, Supertramp e Oasis como suas preferidas. Via: Wiki Metal

Tony Bellotto, guitarrista do Titãs, é diagnosticado com câncer
Tony Bellotto, guitarrista do Titãs, revelou nesta segunda-feira (03) que foi diagnosticado com câncer no pâncreas e que passará por uma cirurgia. O anúncio foi feito nas redes sociais da banda: “Durante um exame de rotina, Tony Bellotto foi diagnosticado com um tumor no pâncreas e passará por uma cirurgia. Tony fará uma pausa temporária dos palcos e os Titãs seguirão cumprindo sua agenda de shows acompanhados pelo músico Alexandre de Orio. Logo que se recupere, Tony retomará suas atividades profissionais. Os Titãs agradecem o carinho e o apoio de todos”. Além da nota oficial, o músico gravou um vídeo e lembrou de seu companheiro de banda Branco Mello, que foi diagnosticado com câncer na laringe em 2018. “Eu tô tranquilo e confiante, enfrentando tudo com coragem e dignidade”, disse Tony no vídeo. “Inspirado pelo nosso querido Branco Mello, que passou por tratamentos difíceis e agora está aí tocando, cantando e se divertindo nos shows”. Veja a publicação abaixo: Via: RockBizz

Nightwish estreia lyric video de The Weave
O Nightwish acaba de estrear o último lyric video do seu novo álbum, intitulado Yesterwynde, lançado em setembro do ano passado pela Nuclear Blast. Confira The Weave abaixo: É importante lembrar que Yesterwynde, que é o sucessor de Human. :II: Nature. (2020) e décimo registro de estúdio dos finlandeses, teve a produção e mixagem de Tuomas Holopainen, masterização de Mika Jussila e arte da capa de Pete Voutilainen. Yesterwynde está disponível em vários formatos como vinil, jewelcase, digipak, earbook e como parte de um box deluxe. Track listing de Yesterwynde: 01. Yesterwynde02. An Ocean Of Strange Islands03. The Antikythera Mechanism04. The Day Of…05. Perfume Of The Timeless06. Sway07. The Children Of ‘Ata08. Something Whispered Follow Me09. Spider Silk10. Hiraeth11. The Weave12. Lanternlight Hiato Apesar de colocar disco novo na praça, o Nightwish está na geladeira por conta de problemas internos. Para não piorar a situação, os músicos decidiram tirar um período sabático para deixar a poeira abaixar e resolver todas as pendências. Via: RockBizz

Slaughter to Prevail: 5 curiosidades sobre a banda de deathcore mais querida da atualidade
Slaughter to Prevail é uma das principais representantes do deathcore e do metal extremo. Formada em 2014, a banda acumulou fãs pelo mundo inteiro. De origem russa, na cidade de Yekaterinburg, a banda foi idealizada pelo emblemático vocalista, Alex Terrible. Influenciados pela fusão entre o death metal, black metal e hardcore, a banda russa é resultado de uma mescla de estilos. E o sucesso da banda se deve não apenas ao som brutal, mas por seu visual e presença de palco. A banda desembarca no Brasil pela primeira vez em março deste ano, trazendo dois shows que prometem ser inesquecíveis aos fãs. Mais detalhes no fim da matéria. Enquanto não chega o dia de assistir a estreia da banda em solo brasileiro, a Wikimetal listou algumas curiosidades. Maior Wall of Death da história é do Slaughter to Prevail Durante sua apresentação no Hellfest 2024, a banda Slaughter to Prevail protagonizou um dos maiores Walls of Death já vistos. Sob os comandos de Alex Terrible, os fãs realizaram um marco para a história do metal ao se dividirem ao meio e colidirem uns contra os outros. Embora não tenha tido a confirmação oficial sobre a extensão do mosh pit enquanto recorde mundial, o momento foi recebido pelos fãs como um dos maiores de todos os tempos. Problemas com a igreja e as acusações de práticas ocultistas Um dos marcos da história da banda envolve a Igreja Ortodoxa Russa. A igreja foi responsável por cancelar vários shows da banda, acusando suas músicas de possuírem conotações diabólicas (via Loudersound). Esse posicionamento gerou grande repercussão, especialmente nas redes sociais. Acabou funcionando como uma espécie de marketing involuntário para o grupo. A reação negativa da igreja fez com que a banda fosse ainda mais divulgada, contribuindo para seu crescimento expressivo na internet e aumentando sua base de fãs. A banda se tornou um símbolo de rebeldia e liberdade artística. A origem “cringe” das máscaras As icônicas máscaras do Slaughter to Prevail têm uma origem curiosa: foram criadas por Alex Terrible após ele voltar da academia. A ideia do vocalista que os membros usassem as máscaras surgiu com o intuito de transmitir uma imagem impactante que combinasse com o grupo. Mesmo assim, a sugestão não foi bem recebida por todos, que acharam a ideia “cringe” (via No Jumper). Apesar da rejeição, Alex insistiu, acreditando que o acessório ajudaria a reforçar a identidade da banda. A insistência resultou em um dos elementos mais marcantes do seu visual. Após o famoso episódio dos shows cancelados pela Igreja, a banda afirma que a escolha das máscaras não foi uma resposta aos ataques religiosos que sofreram, mas sim uma decisão estética, para criar uma atmosfera única e intensificar a presença de palco. Inspirado pelos passos das bandas Slipknot e Mushroomhead, as máscaras se tornaram uma parte essencial da sua identidade. Influências musicais do Slaughter to Prevail Alex Terrible já mencionou em várias entrevistas que a banda foi influenciada por nomes importantes do deathcore, como Suicide Silence, Bring Me the Horizon e Carnifex. Com o álbum Kostolom, lançado em 2019, a banda experimentou uma mudança de estilo ao incorporar elementos do nu metal com a grande influência do Slipknot. Essa transição foi muito bem recebida pelo público, trazendo uma sonoridade ainda mais diversificada e combinando o peso do deathcore com a agressividade e as atmosferas intensas do nu metal. A música mais escutada A banda possui vários sucessos que conquistaram vários fãs, dentre sucessos e hits que recheiam as redes sociais, porém, o título de mais escutada vai para ”Demolisher”. Considerada como o maior sucesso do Slaughter to Prevail, a música acumula mais de 90 milhões de plays nas plataformas digitais. A música de 2017 se tornou um verdadeiro hino dentro do cenário do metal extremo, ajudando a solidificar a banda russa como uma das principais forças no metal contemporâneo. Em contagem regressiva para sua estreia no Brasil, o Slaughter to Prevail está com apresentações marcadas e os ingressos podem ser adquiridos pelo Clube do Ingresso: – 27 de março em Curitiba/PR, na Tork n’ Roll.– 29 de março em São Paulo/SP, na Vip Station. LEIA TAMBÉM: Turnê de despedida do Cirith Ungol passará por São Paulo Luhana Botinelly Fã apaixonada por heavy metal, em especial thrash, death e power metal. Influenciada pelo bom gosto musical do pai, adora estudar música e arrisca dizer que aprende piano. Além de advogada que atua no ramo tributário, trabalha, feliz da vida, com a Wikimetal desde setembro de 2024. Via: Wiki Metal

Joey Molland, guitarrista do Badfinger, morre aos 77 anos
Joey Molland, guitarrista do Badfinger, morreu no sábado (01 de março) aos 77 anos. A notícia foi confirmada nas redes sociais da banda: “Obrigado, Joey… por manter a música da banda viva por tanto tempo e por ser um amigo de todos nós”. A causa da morte não foi revelada, embora Joey tenha lidado com uma pneumonia nos últimos meses. Molland se juntou ao Badfinger em 1970, meses depois de lançarem seu segundo álbum, Magic Christian Music. O primeiro disco do guitarrista com o grupo foi No Dice, de 1970, produzido pelo empresário dos Beatles, Mal Evans. O disco incluía duas das faixas mais conhecidas da banda: No Matter What e Without You, esta última foi imortalizada em versões cover por Harry Nilsson e Mariah Carey. A formação de Molland, o guitarrista/vocalista Pete Ham, o baixista Tom Evans e o baterista Mike Gibbins permaneceram juntos até 1974, tendo suas músicas regularmente produzidas por George Harrison. O grupo também teve outros singles de sucesso como Day After Day e Baby Blue. Via: RockBizz

Rich Robinson gostaria que Jimmy Page introduzisse o The Black Crowes no Rock And Roll Hall Of Fame
Durante entrevista no The State Of Amorica: A Black Crowes Podcast, o guitarrista Rich Robinson foi questionado sobre quem ele gostaria que introduzisse o The Black Crowes no Rock And Roll Hall Of Fame, caso sua banda receba uma indicação este ano. Ele respondeu: “Nós meio que conversamos sobre isso. Eu não sei. Quer dizer, eu adoraria que Jimmy [Page] nos introduzisse. Jimmy é um amigo de longa data, um mentor e uma pessoa incrível para ser introduzido. Mas não sabemos de nada. Isso seria legal. Ou Steven Tyler também”. E continuou: “O Aerosmith sempre nos apoiou muito, no começo. Me lembro de quando lançamos Shake Your Money Maker, Brad Whitford [o guitarrista do Aerosmith] estava usando uma de nossas camisetas no vídeo que saiu, o que foi muito importante para nós. E então fizemos aquela turnê do Aerosmith. E eles são pessoas muito positivas e solidárias”. O The Black Crowes está entre os indicados para o Rock And Roll Hall Of Fame deste ano. Para ser elegível para uma indicação, o artista ou banda deve ter lançado sua primeira gravação comercial pelo menos 25 anos antes do ano da indicação. Os indicados são votados por mais de 1.200 artistas, historiadores e participantes da indústria musical. Os critérios de seleção incluem o impacto de um artista sobre outros músicos, o escopo e a longevidade de seu trabalho, inovação e excelência em técnica. Via: RockBizz

Ronnie Radke acusa Eddie Trunk de acobertar crimes de rock stars
O vocalista do Falling In Reverse, Ronnie Radke, acusou o radialista Eddie Trunk de acobertar crimes de rock stars. O cantor publicou um vídeo em sua conta oficial no Instagram no qual detona o comunicador por ser complacente com delitos feitos por músicos contra menores de idade. Na publicação, Ronnie disse: “Esta mensagem é para toda a comunidade do rock, da rádio SiriusXM, do Monsters Of Rock Cruise e qualquer pessoa associada a Eddie Trunk. Eddie Trunk é cúmplice de um de seus amigos. O cara transou com uma garota de 17 anos quando ele tinha 54 anos. Ele sabia disso! E ele tem várias pessoas ao seu redor que fariam sexo com menores, mas ele faz vista grossa para isso. Eu não tenho provas de que o próprio Eddie Trunk é um pedófilo. No entanto, eu sei com 100 por cento de certeza que Eddie Trunk sabia que seus amigos transavam com menores de idade”. Radke continuou: “Se membros da minha banda, amigos ou membros da minha equipe saíssem com garotas de dezesseis ou dezessete anos, eu demitiria na hora. Nós não fazemos isso. E para as empresas que contratam este cara, vocês são cumplices dos crimes, também”. “Eu tenho as capturas de tela para provar isso, além do mais, há muitas pessoas se apresentando e falando que Eddie Trunk é cúmplice de seus amigos pedófilos. Não estou dizendo que Eddie Trunk é um pedófilo, mas tenho a sensação de que ele pode ser um”, concluiu. Apesar das gravíssimas acusações, Ronnie Radke não apresentou nenhuma prova em relação à denúncia que fez em sua postagem. Até o momento, Eddie Trunk não se manifestou sobre o post do músico. Vale lembrar que a relação entre o cantor e o radialista é na base de farpas há algum tempo. Eddie criticou e curtiu com a cara de Ronnie porque ele cancelou um show devido a laptop sumido; desde então, eles vivem em pé de guerra. Via: RockBizz

Amyl and the Sniffers: “Quero mostrar que é possível ser feminina e uma figura de força ao mesmo tempo”
Noite quente de verão em São Paulo, e dia azul limpo para os australianos Amy Taylor e Bryce Wilson, da banda punk Amyl and the Sniffers quando conversamos essa semana sobre a primeira passagem deles pelo Brasil. A banda chega para apresentar não só o novo álbum Cartoon Darkness, mas também acompanhar a turnê Supercharged do Offspring, demonstrando a força do punk na música – e mais que isso – a força da presença feminina no gênero. Leia a entrevista completa abaixo: WIKIMETAL: Terceiro disco, Cartoon Darkness, completamente insano e muita força por trás desse disco. Não vou perder tempo e já te perguntar: como é o processo de escrever essas músicas? Bryce Wilson: Foi muito bom. Nós tivemos bastante tempo nesse álbum para gravar e pela primeira vez tivemos nosso próprio estúdio. Nosso último disco [Comfort to me] foi gravado num galpão, praticamente, então dessa vez foi bem mais confortável com o estúdio que nosso empresário construiu ele mesmo. WM: Precisamos muito de mais mulheres como você na cena punk – eu sinto que é um lugar de fala super forte. Como você enxerga seu lugar na música e na indústria? Amy Taylor: Eu acho importantíssimo que o punk tenha mais ocupação feminina. Não posso falar pela indústria, porque sinto que a gente fica bem fechado no nosso nicho, mesmo sabendo que fora o pop, é tudo bem dominado pelos homens. No punk mesmo eu acho que sou uma figura super feminina que carrega uma força mostrando que podemos fazer shows e turnês. WM: A gente sabe o quanto você se expressa no palco com o público, e é incrível ver o punk na superfície da indústria musical novamente. Como uma das maiores vozes femininas do punk hoje em dia, que mensagem você gostaria de dar pras garotas que estão começando a fazer música? Amy: Acho que dentro e fora da música eu quero mostrar pras pessoas – e para as garotas, principalmente – que nós não precisamos de permissões para fazer o que queremos. É tão difícil sermos nós mesmas sem pensar no julgamento externo, então eu sempre penso em mostrar quem eu sou de dentro pra fora pra que toda essa energia seja contagiante e libertadora. WM: Você comentou em uma entrevista que escreveu as letras sozinha para o Cartoon Darkness. Como você acha que isso afetou o resultado do álbum? Amy: Eu fiz essa parte sozinha porque eu queria me ouvir mais e não queria que os garotos ficassem tocando a mesma coisa toda hora. Deu pra cantar mais em vez de gritar, foi bem legal. WM: Vocês estão vindo para o Brasil em seguida do carnaval, que é uma festa que celebra a liberdade e a expressão dos corpos e das pessoas, e isso me lembra muito o som e a expressividade de vocês (como na música “U should not be doing that”). Vocês ouvem alguma coisa brasileira? Amy: Sim! Eu soube disso, e eu queria muito chegar antes para curtir um pouco do carnaval, mas vai ser uma correria. Talvez o Declan participe de alguma coisa, ele vai chegar um pouco antes para o carnaval. Nós não temos um artista ou banda brasileira específica, mas ouvimos bastante música latina no geral. Bryce: Mas acho que não dá pra perceber nas nossas músicas. (todos dão risada) Amy: Eu gosto muito de cumbia. (todos riem de novo) WM: Os clipes de vocês são sempre incríveis e super expressivos. Como funciona o processo criativo com os visuais? Ao mesmo tempo que parece um improviso e super livre, eu sempre fico pensando quantas vezes vocês gravaram as cenas de clipes. Amy: É tudo bem improvisado, mas com um roteiro básico com a visão do diretor [John Angus Stewart] sobre as nossas músicas. Mas é divertido, nós pegamos a ideia dele e só adicionamos esse nosso toque. WM: Vocês vão fazer turnê com o Offspring em não uma, mas 3 cidades do Brasil. Como está a expectativa pra esses shows? Amy: Nós ouvimos que o Brasil tem um público insano. Nosso guitarrista, Declan [Mehrtens] está especialmente animado para esses shows, então acho que vai ser bombástico. Sabemos que vocês têm uma energia especial com a música. Via: Wiki Metal

The Black Dahlila Murder adia turnê e acrescenta Gatecreeper às novas datas
Por meio das redes sociais do The Black Dahlila Murder, o vocalista Brian Eschbach justificou o adiamento da turnê latino-americana da banda, que aconteceria entre fevereiro e março, alegando motivos de saúde. As apresentações foram remarcadas para o início do mês de dezembro deste ano. “Gostaria de pedir desculpas aos nossos fãs latino-americanos pelo adiamento de nossos shows de fevereiro”, escreveu Brian. De acordo com o músico, o adiamento foi necessário após refletir sobre a vida. “Como todos sabem, foram quatro anos intensos no mundo e no The Black Dahlia Murder. Tudo isso me forçou a dar uma boa olhada no espelho, reavaliar minha abordagem à vida e me concentrar em minha saúde.” Além do reajuste das datas, Eschbach também revelou o nome da banda convidada para o itinerário que tem São Paulo como um dos trajetos: “Remarcamos para dezembro e, conosco, está o poderoso Gatecreeper”. The Black Dahlila Murder divulga novas datas da turnê pela América Latina. Créditos: Reprodução/Instagram Ao final do texto, o vocalista expressou gratidão a todos os que compreenderam a decisão. “Quero agradecer a meus amigos, familiares e colegas de banda por seu amor e apoio constantes.” The Black Dahlila Murder em São Paulo A apresentação que iria acontecer neste sábado, 1º de março, foi reagendada para o dia 14 de dezembro. O local que vai receber a banda continua o mesmo: Hangar 110. Os novos bilhetes estão no 2º lote e podem ser comprados diretamente do site Pixel Ticket. Os valores variam entre R$180 (meia-entrada) e R$360 (inteira). Possibilidade de reembolso Os fãs que compraram ingressos, e se sentiram lesados pelo adiamento da turnê, podem solicitar o reembolso até o dia 24 de abril. Após a data, o pedido não será mais possível. Quem adquiriu bilhetes online para o show em São Paulo, pode entrar em contato com o site Pixel Ticket. Os que têm interesse em permanecer com ingresso original terá que arcar com uma taxa adicional na entrada do show para realizar a troca do bilhete. LEIA TAMBÉM: The Black Dahlia Murder partilha clipe frenético de “Panic Hysteric” Giselly Vitória Jornalista, fotógrafa e amante do punk rock. Além da música, ama futebol e k-dramas. Tem um perfil independente chamado ‘Rock em Síntese’ e é colaboradora do Wikimetal desde setembro de 2024. Via: Wiki Metal

Bangers Open Air: podcast oficial estreia nessa quinta, 27
Notícias O Bangers Open Air traz a nova temporada do seu podcast oficial alguns meses antes do festival. Cada capítulo trará um pouco das expectativas que os convidados do podcast possuem para este novo capítulo do festival na América Latina. Os episódios prometem envolver os ouvintes com gravações realizadas no Dharma Studios, em São Paulo, onde os convidados compartilharão suas histórias e experiências no mercado musical, envolvendo também o festival Bangers Open Air. O primeiro epsiódio contará com o jornalista e assessor de imprensa Ricardo Batalha e o empresário e dono da lendária loja de discos Woodstock, Walcir Chalas. Eles discutirão as dinâmicas do mercado musical. A terceira temporada traz Bruno Sutter como apresentador e tem estreia para essa quinta, 27, às 19h, em vídeo no YouTube e em áudio no Spotify, Amazon Music, Apple Podcasts e Deezer. O festival acontece nos dias 02 (Warm-Up), 03 e 04 de maio, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Garanta seus ingressos no site do Clube do Ingresso e confira no fim da matéria a grade de horários das atrações. LEIA TAMBÉM: Saxon é a atração mais esperada do Bangers Open Air 2025 pelos leitores do Wikimetal Erica Y Roumieh Jornalista musical há 8 anos, é editora do Wikimetal, onde une suas duas grandes paixões: música e escrita. Acredita que a música pesada merece estar em todos os lugares e busca tornar isso realidade. Slipknot, Evanescence e Bring Me The Horizon não podem faltar na sua playlist. Via: Wiki Metal

Garbage anuncia o novo álbum Let All That We Imagine Be The Light
O Garbage acaba de anunciar que lançará seu oitavo álbum de estúdio, intitulado Let All That We Imagine Be The Light, no dia 30 de maio. O disco foi gravado no Red Razor Sounds em Los Angeles, Estados Unidos, no estúdio de Butch Vig, Grunge Is Dead, e no quarto de Shirley Manson, e foi produzido pela banda e pelo engenheiro de longa data Billy Bush. Let All That We Imagine Be The Light é a continuação do aclamado pela crítica No Gods No Masters, de 2021, que alcançou a quinta posição nas paradas de álbuns do Reino Unido e levou a algumas das melhores avaliações da carreira da banda. Falando sobre o novo álbum, a vocalista Shirley Manson disse: “Ao começar a fazer este disco, eu estava determinada a encontrar um mundo mais esperançoso e edificante para mergulhar. O título do álbum, Let All That We Imagine Be The Light, é o descritor perfeito para este novo disco como um todo. Quando as coisas parecem sombrias, parece imperativo buscar forças que sejam leves, positivas e belas no mundo. Parece quase uma questão de vida ou morte. Uma estratégia de sobrevivência.” Tracklist de Let All That We Imagine Be The Light: 01. There’s No Future In Optimism02. Chinese Fire Horse03. Hold04. Have We Met (The Void)05. Sisyphus06. Radical07. Love To Give08. Get Out My Face AKA Bad Kitty09. R U Happy Now10. The Day That I Met God Via: RockBizz

Slaughter To Prevail no Brasil: Produtora lança enquete para escolha de artista convidado
Slaughter to Prevail finalmente vem ao Brasil para dois shows. O primeiro em Curitiba, dia 27 de março, e o segundo em São Paulo no dia 28. Para tornar a estreia da banda no Brasil mais interessante, a Xaninho Discos, juntamente com a Gosconcert, lançou uma enquete nas redes sociais para saber do público: “Quem deve ser o artista convidado?”. A enquete espalhou-se rapidamente pelo Brasil, mobilizando várias bandas de Curitiba e São Paulo para participarem como convidadas de uma das maiores bandas da atualidade. A ação publicitária para divulgação do show, promovida pelas organizadoras oficiais, estão ocorrendo em vários países onde o Slaughter To Prevail estará em turnê. Ainda não há informações mais precisas de como vão funcionar as votações ou escolhas, mas a iniciativa no país, promovida pela Xaninho Discos, está sendo muito bem recebida. As postagens já contam com quase dois mil fãs marcando suas bandas favoritas nos comentários. Confira a postagem oficial no Instagram da gosconcerts e xaninhodiscos: Serviço: Slaughter To Prevail em CuritibaQuinta, 27 de Março de 2025Abertura: 19:00Tork n Roll – Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba, PRIngressos aqui Slaughter To Prevail em São PauloSábado, 29 de Março de 2025Abertura: 19:00Vip Station – Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo, SPIngressos aqui LEIA TAMBÉM: Slaughter to Prevail: top 5 momentos mais esperados para os shows no Brasil Paula Butter Curitibana, frequentadora de shows de rock desde 1996, nacionais, internacionais e de bandas locais. Alguns registrados em minhas redes sociais, outros em ingressos físicos de uma época onde não existia QR Code. Apaixonada por rock e metal, livros, cinema, bons vinhos e amigos. Atualmente, engajada em conhecer e divulgar as bandas do metal brasileiro. Graduada em Design e Direito, pós graduada em Marketing e Sommelier. Via: Wiki Metal

MTV Unplugged: Catálogo passa a estar disponível na Paramount+
Notícias O clássico programa MTV Unplugged passou a ter seu catálogo disponível no serviço de streaming Paramount+. Inicialmente, o conteúdo está liberado para os Estados Unidos, mas a expectativa é que em breve, o material também esteja em mais regiões. No catálogo, mais de 50 episódios das temporadas 1-8 e 10-13 chegaram a plataforma. De acordo com nota enviada à imprensa, muitos deles “não estavam disponíveis há mais de 20 anos”. (via Consequence) Os episódios contam com os momentos mais icônicos do especial e shows de nomes como Nirvana, Alice in Chains, Pearl Jam, Paul McCartney, Bob Dylan e Oasis. Muitas dessas apresentações marcaram época e portanto, foram lançadas posteriormente como discos ao vivo. Além do MTV Unplugged, outros programas clássicos, como VHI Storytellers e CMT Crossroads também chegaram ao streaming. A lista completa dos episódios disponibilizados Aerosmith (1990)Alanis Morissette (1999)Alice in Chains (1996)Alicia Keys (2005)Allman Brothers (1990)Annie Lenox (1992)Arrested Development (1993)Babyface & Friends feat. Stevie Wonder, Eric Clapton e K-Ci & JoJo (1997)Bob Dylan (1994)Bryan Adams (1997)Chris Isaak (1995)Cranberries (1995)Crowded House/Tim Finn (1990)Dashboard Confessional (2002)Duran Duran (1993)Elton John (1990)Elvis Costello (1991)Eric Clapton (1992)Hall & Oates (1990)Hootie & the Blowfish (1996)Jewel (1997)John Mellencamp (1992)kd lang (1993)Kiss (1995)Korn (2007)Lenny Kravitz (1994)Live (1995)Mariah Carey (1992)Melissa Etheridge (1995)Neil Young (1990)Nirvana (1993)Oasis (1996)Paul McCartney (1991)Paul Simon (1992)Pearl Jam (1992)Queensryche (1992)REM (2001)Rod Stewart (1993)Seal (1996)Shakira (2001)Shawn Mendes (2017)Sheryl Crow (1995)Sinead O’Connor/The Church (1990)Smithereens/Graham Parker (1990)Soul Asylum (1993)Staind (2001)Sting (1991)Stone Temple Pilots (1994)The Wallflowers (1997)Tony Bennett (1994)Tori Amos (1996)Uptown Show com Jodeci, Father MC, Mary J. Blige, Christopher Williams e Heavy D (1993) LEIA TAMBÉM: Halestorm: Lzzy Hale e Joe Hottinger surpreendem fãs com show acústico Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal

Slaughter to Prevail: top 5 momentos mais esperados para os shows no Brasil
Texto por Rafael Andrade Em março de 2025, o Slaughter to Prevail fará sua aguardada estreia no Brasil, trazendo toda a brutalidade do deathcore para dois shows pesadíssimos: Dia 27 em Curitiba, e dia 29 São Paulo. Se você ainda está na dúvida, aqui estão cinco momentos que vão transformar esses shows em uma experiência simplesmente destruidora! Desde seu lançamento em 2023, o single “VIKING” se tornou um dos momentos mais brutais do set. Mas o destaque mesmo vem no final da música, quando Alex Terrible larga o microfone e solta um gutural monstruoso para encerrar o show. O som é tão absurdo que parece literalmente o rugido de um urso, o que não é surpresa vindo de um cara que já postou vídeos lutando com um na internet. Para completar, Alex ainda segue o ritmo do bumbo da bateria dando microfonadas na própria testa—às vezes até abrindo um corte e sangrando. Coisa leve. Se tem algo garantido em um show do Slaughter to Prevail, são os moshpits insanos. Mas a grande questão é: o quão épico será o Wall of Death? No ano passado, o Wikimetal esteve presente nos festivais Copenhell (Dinamarca) e Hellfest (França), onde testemunhou alguns dos maiores moshpits da história recente. No Copenhell, Alex abriu um Wall of Death no meio do público, ficou parado no centro e só deu o sinal de ataque quando o breakdown começou. Veja esse momento insano: TikTok. No Hellfest, a banda se desafiou a quebrar o recorde de maior Wall of Death do mundo, convocando os fãs pelo Instagram antes do show. O resultado foi uma cena cinematográfica: Clique aqui para conferir.. Após uma pausa nos shows desde setembro de 2024, o Slaughter to Prevail retorna aos palcos no Knotfest Australia no fim de fevereiro. Isso significa que os fãs brasileiros podem pegar a banda no início de uma nova fase da turnê—e com um setlist atualizado. Haverá músicas inéditas? Alguma surpresa inesperada? Descobriremos em breve! O Slaughter to Prevail não tem apenas um vocalista insano—todo o time contribui para a energia esmagadora do show. Além de Alex Terrible, um dos destaques é o guitarrista Jack Simmons, fundador da banda e responsável por muitos dos riffs brutais e breakdowns esmagadores que fazem os shows soarem como um verdadeiro apocalipse sonoro. Com sua presença intensa e técnica impecável, Simmons é um dos grandes nomes do deathcore atual. Os demais membros da banda também não ficam para trás. Mikhail Petrov (baixo), Dmitry Medvedev (guitarra) e Evgeny Novikov (bateria) fazem da apresentação um espetáculo onde cada músico parece estar possuído pelo peso das músicas, sem um segundo sequer de descanso no palco. Se ouvir Slaughter to Prevail ao vivo já é uma experiência brutal, imagina a banda mandando um cover de Rammstein? O cover de “Du Hast”, um dos maiores clássicos do Rammstein, se tornou um dos momentos mais “divertidos” e empolgantes dos shows recentes da banda. A combinação da ferocidade de Alex Terrible com os riffs pesadíssimos do Slaughter to Prevail faz essa versão soar ainda mais agressiva e destruidora que a original. SERVIÇO Slaughter To Prevail em CuritibaQuinta, 27 de Março de 2025Abertura: 19:00Tork n Roll – Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba, PRIngressos aqui Slaughter To Prevail em São PauloSábado, 29 de Março de 2025Abertura: 19:00Vip Station – Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo, SPIngressos aqui Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Saxon e o clássico ‘Denim and Leather’
O Saxon, ao gravar Denim and Leather, certamente criou um daqueles discos que merece estar em listas que elencam quais são os mais essenciais do heavy metal. Esse álbum é, sem dúvida, recomendado para quem deseja iniciar sua jornada dentro do mundo da música pesada. Lançado em 05 de outubro de 1981, o quarto álbum de estúdio dos britânicos chegou em um momento onde a New Wave Of The British Heavy Metal (NWOBHM) estava em pleno vapor. Bandas como Iron Maiden, Judas Priest e o próprio Saxon ganhavam notoriedade e espaço no cenário musical fora do Reino Unido, impulsionando ainda mais o movimento. O disco marcou o fim da formação clássica da banda que era composta por Biff Byford (vocais), Paul Quinn (guitarra), Graham Oliver (guitarra), Steve Dawson (baixo) e Pete Gill (bateria). Além disso, foi o último gravado por Gill, já que o baterista deixou o grupo devido a uma lesão. Para ocupar o seu lugar, Nigel Glocker entrou na banda, e permanece até hoje. A faixa de abertura é simplesmente “Princess of The Night”, que é amplamente considerada como o maior clássico da banda. Com um refrão icônico e riffs que empolgam todos os fãs, ela define a energia do álbum logo no início. Em “Never Surrender”, encontramos o heavy metal tradicional na sua essência mais pura. O riff é pesado e veloz, enquanto o refrão é incrivelmente pegajoso. Faixas como “Out of Control”, “Rough and Ready” e “Play it Loud” também são excelentes composições, que se integram com maestria à tracklist do álbum. Na sequência, temos mais um clássico, “And the Bands Played on”. A música é rápida, objetiva e faz uma bela homenagem ao Monsters of Rock de 1980. Por muitos anos, ela foi a canção de abertura dos shows do grupo. “Midnight Rider” é uma ótima lado B, que fala sobre a jornada da banda nos Estados Unidos na turnê de 1980. Embora a faixa tenha traços mais voltados ao hard rock, também podemos notar as influências tradicionais do heavy metal. “Fire in the Sky” lembra Motörhead em determinados momentos da faixa. Chegamos ao encerramento com a faixa título, que leva o nome do disco. “Denim and Leather” é uma homenagem a todos os fãs que iam aos shows vestindo calça jeans e jaquetas de couro. Além disso, a canção também descreve o crescimento da NWOBHM nos anos 80. Com um andamento mais cadenciado, o refrão é contagiante ao dizer que as vestimentas “reuniram a todos nós”. Denim and Leather é essencial para o gênero O disco é, sem dúvida, um clássico do heavy metal. O álbum apresenta guitarras dobradas, boas melodias e peso, sem contar o vocal poderoso de Biff Byford, que também merece seu destaque. Portanto, todo fã de música pesada e do Saxon, deve ter Denim and Leather em sua coleção. LEIA TAMBÉM: Novo álbum do Saxon deve sair no final de 2026, diz Biff Byford Vitor Melo Fã de Rock, Indie e Heavy Metal, especialmente de Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Possui formação em Mecatrônica, ama programar, mas sempre gostou de consumir conteúdos sobre música. É apaixonado por cachorros, especialmente buldogues, no qual sonha em ter um. Seus principais ídolos são Lewis Hamilton e Steve Harris. Via: Wiki Metal