Entrevistas

Irmão do baterista do Rush, Danny Peart morre da mesma causa que Neil Peart
Danny Peart, irmão de Neil Peart, falecido baterista do Rush, morreu na noite da última quinta-feira, 13. Danny faleceu após enfrentar uma batalha contra um câncer no cérebro chamado de glioblastoma. Neil, que morreu pouco mais de 5 anos atrás, veio a óbito pela mesma doença que acometeu o irmão. A irmã de Neil e Danny, Nancy Peart Burkholder, fez o anúncio através de um grupo dedicado aos familiares no Facebook. Ela aproveitou a notícia para abrir o coração sobre o falecido irmão: “Neste melancólico domingo, é com grande tristeza que compartilhamos que na noite desta última quinta-feira nós perdemos nosso terceiro homem Peart e segundo irmão, Danny, após uma batalha de um ano e meio contra o glioblastoma (câncer no cérebro). Danny compartilhou de nossos incríveis traços dos Peart, que todos os nossos homens carregaram, um verdadeiro cavalheiro com um coração gentil e um espírito generoso. Nós vamos plantar uma árvore no Lakeside Park ao lado da árvore de nosso pai e do pavilhão de Neil. E haverá um novo prêmio começando neste ano no torneio de golfe por ‘Esportividade’, porque esse era ele verdadeiramente. É irônico que sua equipe de golfe repetidamente chegava em segundo lugar!” Vida e carreira de Danny Peart Danny Peart nasceu em Port Dalhousie, Ontario, Canadá, e viveu boa parte da sua vida em Vancouver ao lado da esposa Janette Lindley e seus dois filhos, Max e Nick Peart. Apaixonado pela escrita, Danny se tornou membro da Liga Canadense de Poetas e publicou algumas coletâneas de poemas como Another Mountain To Climb (2017) e Stark Naked In A Laundromat, que carrega um prefácio concebido por Neil Peart. Além do talento para as poesias, Danny chegou a atuar como entregador de jornais para o Globe And Mail, personal trainer, gerente de peças de equipamentos agrícolas e barman. A admiração do irmão por Neil Peart Em 2023, durante sua participação no podcast Something For Nothing: A RUSH Fancast, dedicado a fãs da banda canadense, Danny desabafou sobre a sua admiração pelo irmão, morto três anos antes (via Blabbermouth): “A coisa legal sobre isso é que ele (Neil) será lembrado. Ele era o tipo de artista que era tão singular, tão talentoso, tão trabalhador. Então ele sempre será um dos 10 maiores bateristas ao vivo de todos os tempos. Eles vão discutir sobre o lugar dele (na lista), mas eu e você estaremos tão felizes, porque vimos Neil Peart tocar ao vivo. Nós o vimos fazer solos que nunca vimos nada como aquilo antes. E então as pessoas se lembrarão dele, certamente como um baterista de rock. E espero que ele seja lembrado como um escritor. Quase todos os seus livros ainda estão disponíveis”. LEIA TAMBÉM: Cinco coisas que você talvez não saiba sobre o Rush Lucas Peçanha Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduando em Jornalismo Cultural e de Entretenimento pelo Centro Universitário Belas Artes. Apaixonado por cultura pop e fã de hard rock e heavy metal, já assinou matérias para a Rolling Stone Brasil, Aventuras na História e Recreio. Atualmente, escreve para a Contigo! e é colaborador do Wikimetal. Via: Wiki Metal

Creed vem ao Brasil no final do ano, diz jornalista
Notícias Creed deve vir ao Brasil no final deste ano, segundo publicou o jornalista José Norberto Flesch. Nenhum anúncio foi feito oficialmente até o momento. Flesch postou um vídeo em seu canal no Youtube alertando os fãs: “Creed no Brasil! Ali no período de setembro/outubro. Logo saberemos mais”. Ao que tudo indica, a banda está em fase de negociações com a produtora para definir os detalhes da apresentação no Brasil. A banda, que estava fora de atividade desde 2012, retornou aos palcos no ano passado ao ser headliner do cruzeiro Summer Of ’99. No momento, a banda tem 25 datas agendadas para a América do Norte, de 25 de abril até 20 de agosto. Mais informações sobre shows do Creed no Brasil devem ser divulgadas oficialmente em breve. LEIA TAMBÉM: Creed retorna e anuncia primeiro show em mais de dez anos Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

“Guitarristas são pessoas muito estranhas; eles são muito inseguros”, diz Don Airey
Em uma nova entrevista com a Rock n’ Roll Grad School, Don Airey, que tocou com grandes nomes do rock e metal como Black Sabbath, Judas Priest, Ozzy Osbourne, Deep Purple e Whitesnake, falou sobre o papel de um tecladista em uma banda de rock, particularmente quando se trata de colaborar com guitarristas lendários como Ritchie Blackmore, Gary Moore e Randy Rhoads. Ele disse: “Parte do trabalho de ser um tecladista é fornecer apoio, especialmente no rock, ao guitarrista. Agora, os guitarristas são pessoas muito estranhas; eles são muito inseguros. Quanto mais talentosos eles são, mais excêntricos e inseguros de si mesmos [eles são], porque eles realmente não sabem como fazem o que fazem”. “Eu me lembro de uma história sobre Randy California, que estava em uma banda com [Jimi] Hendrix no começo”, Don continuou. “Ele disse: ‘Jimi, como você está conseguindo esses sons?’ E Jimi disse, ‘Não sei, cara’. Ele simplesmente não sabia. Quando você é um tecladista, você sabe como fazer. Então você só tem que assumir o controle da situação, até certo ponto, sem deixar o guitarrista saber e apenas fazê-lo se sentir confortável. E isso é parte da coisa”. “Estou muito orgulhoso de algumas faixas de apoio que fiz, para Ritchie e Randy e Gary Moore especialmente”, ele acrescentou. “Acho que realmente ajudei Gary a ficar feliz com o que ele estava fazendo, porque eu disse, ‘Bem, é assim que fazemos. Que tal fazer algo diferente no final?’ Você só tem que colaborar com eles e esperar que a mágica aconteça, e geralmente sempre acontece”. Quando um dos entrevistadores observou que ser um tecladista também significa, de certa forma, aprender a ser um líder de banda, Don, que atualmente está promovendo seu novo álbum solo, Pushed To The Edge, disse: “Existem duas artes de liderar. Você pode liderar por trás, que é o que eu faço, digamos, em uma situação de grupo como Rainbow, ou até mesmo com o Purple; você só precisa estar atrás, mas tentando empurrar as coisas para frente. Mas com essa situação, com Pushed To The Edge, eu realmente estava no comando e apenas tentando tirar o melhor das pessoas”. “Você não pode dizer às pessoas o que fazer; você só precisa fornecer o ambiente que desperte algo nelas – e em você também, você espera [risos]. Acima de tudo”, completou. Pushed To The Edge será lançado no dia 28 de março pela earMUSIC. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Wes Scantlin, do Puddle of Mudd, é preso sob acusação de violência doméstica
Notícias Wes Scantlin, vocalista do Puddle of Mudd, foi preso na última terça-feira, 11, por agressão doméstica e posse de drogas. Segundo o site TMZ, o cantor foi detido em Torrance, Califórnia, nos Estados Unidos e continua preso aguardando fiança fixada em US$ 90.000 – aproximadamente R$ 513 mil. Fontes policiais disseram ao TMZ que a polícia recebeu uma ligação para um apartamento por volta das 3 da manhã de terça-feira sobre uma briga (transcrição via TMZ). “Disseram-nos que quando os policiais chegaram, eles conversaram com Wes e sua namorada e determinaram que o casal teve uma discussão verbal que, em determinado momento, supostamente se tornou física”. Os policiais também encontraram drogas: “Nossas fontes dizem que a polícia viu marcas visíveis nos braços da mulher e Wes foi preso. Durante revista, fomos informados de que os policiais supostamente encontraram uma pequena quantidade de uma substância controlada”. Os representantes do artista ainda não se manifestaram. O próximo show do Puddle of Mudd está marcado para o dia 26 de abril, no Crawfish Music Festival, no Mississippi. O Puddle of Mudd foi formado em 1992, por Wes Scantlin, o único membro original que permanece na banda. O álbum de estreia, Come Clean, só foi lançado 10 anos depois e atingiu o nono lugar da parada Billboard 200 à época de lançamento. O disco vendeu mais de 5 milhões de cópias e conta com os hits “Control”, “Blurry”,”Drift & Die” e “She Hates Me”. LEIA TAMBÉM: Nirvana: banda Puddle of Mudd faz cover bizarro de “About a Girl”; assista Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Dayseeker e Rain City Drive fazem noite de post hardcore no Carioca Club, em São Paulo
Galeria de fotos As bandas Dayseeker e Rain City Drive proporcionaram uma noite memorável dedicada aos fãs de post hardcore em São Paulo. As duas bandas lotaram o Carioca Club, no bairro de Pinheiros, com um grupo de fãs apaixonados e enérgicos, na noite do último domingo, 16. Confira as imagens tiradas pela nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti: Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (8) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (9) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti (10) Dayseeker. Créditos Marcela Lorenzetti Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Rain City Drive. Créditos Marcela Lorenzetti (8) Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Alice Cooper apoia entrada do Iron Maiden no Rock and Roll Hall of Fame
Alice Cooper é mais um dos artistas a se mostrar favorável a introdução do Iron Maiden no Rock and Roll Hall of Fame. A lista de defensores da Donzela de Ferro já conta com nomes como Rob Halford e Tom Morello. Durante sessão de perguntas e respostas a bordo do Rock Legends Cruise em fevereiro, Cooper declarou qual banda ele faria esforços para que entrasse na instituição. Sua resposta: Iron Maiden (via Blabbermouth). “Vamos lá – Iron Maiden. Como você pode pensar em menosprezar eles!? A banda tem seu próprio exercito de fãs pelo mundo!”, declarou. O vocalista também defendeu a inclusão de Burt Bacharach, Segundo ele, o pianista escreveu “tantos sucessos quanto os Beatles e mesmo assim não está no Hall of Fame“. Cooper também comentou sobre a inclusão do Bad Company Na mesma sessão, Alice Cooper também falou sobre a entrada do Bad Company em 2025 na instituição. “No ramo, chamamos [o vocalista do Bad Company] Paul [Rodgers] de ‘a voz’, porque ele é simplesmente um dos melhores cantores que existem e um dos caras mais legais de todos os tempos. Ele teve alguns problemas físicos ultimamente, mas eu certamente votei nele.” Iron Maiden e o Rock and Roll Hall of Fame O Iron Maiden é elegível para fazer parte do Rock and Roll Hall of Fame desde 2005, ano em que o álbum de estreia da banda completou 25 anos de lançamento. Porém, a instituição nunca reconheceu o grupo, devido ao seu histórico de problemas com o heavy metal e suas subdivisões. O Maiden concorreu duas vezes, em 2011 e 2023. Diante disso, a banda nunca demonstrou interesse em se juntar à instituição. Tanto Steve Harris quanto Bruce Dickinson, baixista fundador e vocalista da banda, respectivamente, compartilham dessa opinião. LEIA TAMBÉM: Rock and Roll Hall Of Fame: confira os concorrentes de 2025 Vitor Melo Fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e agora redige matérias e resenhas sobre uma de suas maiores paixões, a música. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como suas referências Via: Wiki Metal

Fontaines D.C. cancela Lollapalooza Brasil e todas as apresentações na América Latina
Notícias A banda Fontaines D.C., uma das mais aguardadas pelo público do Lollapalooza Brasil, cancelou sua performance no festival e em todos os shows agendados na América Latina – incluindo performance extra em São Paulo. O grupo, que se encontrava na Cidade do México, cancelou o show marcado para terça-feira à noite, 18, e também os shows agendados no Chile, Argentina, Brasil e Colômbia ao longo das próximas semanas. O motivo do cancelamento se deve a uma hérnia de disco do vocalista Grian Chatten, que anunciou e lamentou os cancelamentos em postagem nas redes sociais. “Estive muito animado para tocar nesses lindos países durantes anos e é muito doloroso estar aqui na Cidade do México e não poder subir ao palco, mas fui avisado hoje que preciso de atenção médica urgente”, escreveu Chatten. Esta seria a primeira vez da banda no Brasil e em outros países da América Latina. Aqui, eles se apresentariam na sexta-feira de Lollapalooza, dia 26 de março, e na Audio em show à parte, no dia 28. LEIA TAMBÉM: Entrevista Fontaines D.C.: histórias por trás do recente álbum ‘Romance’ Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Smith/Kotzen realiza show acústico no Grammy Theater
O Smith/Kotzen, projeto formado pelos guitarristas Adrian Smith (Iron Maiden) e Ritchie Kotzen (Winery Dogs) realizou uma apresentação acústica no Grammy Theater, em Los Angeles. O evento aconteceu em 05 de março e também contou com uma sessão de perguntas e respostas mediada pelo vocalista Chris Jericho (Fozzy). O setlist teve faixas como “Scars”, “Solar Fire”, “Glory Road”, que integram o primeiro álbum da banda, que é autointitulado e teve seu lançamento em 2021. O novo disco Black Light/White Noise não ficou de fora, o single “White Noise” e as músicas “Outlaw” e “Wraith” tiveram suas respectivas estreias ao vivo. (via ScreamerMagazine) Na sessão de perguntas após o set acústico do Smith/Kotzen, os fãs presentes no Grammy Theater puderam perguntar sobre diversos temas aos músicos, onde falaram sobre suas referências, momentos especiais de suas carreiras, e outros temas. Um dos destaques ficou para a resposta que Smith deu ao revelar qual carro comprou com seu primeiro cheque de royalties. (via Blabbermouth) “Não sou muito fã de carros, mas comprei um Jaguar E-Type – um roadster, que era uma porcaria. Esqueci qual foi a turnê, porque foram algumas turnês antes de começarmos a ganhar dinheiro de verdade. [A gerência disse: ‘Bem, você está indo para casa. O que vocês querem? Estávamos na estrada há um ano ou mais e, para voltar à Inglaterra, era preciso ter um carro. Eu disse: ‘Qualquer tipo? Um roadster’, porque eu tinha um de brinquedo quando era criança. Eu não sabia nada sobre eles e não sabia que essas coisas precisavam de muito cuidado e atenção.” LEIA TAMBÉM: “Black Light”: Ouça a nova música de Smith/Kotzen que dá nome ao álbum Vitor Melo Fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e agora redige matérias e resenhas sobre uma de suas maiores paixões, a música. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como suas referências Via: Wiki Metal

Battle Beast libera o novo single Wings Of Light – Live In Helsinki 2023
O finlandês Battle Beast liberou o novo single Wings Of Light (Live In Helsinki 2023) para mostrar os atributos do álbum ao vivo Circus Of Doom – Live In Helsinki 2023, que sairá em 11 de abril pela Nuclear Blast. O baixista Eero Sipilä falou o seguinte sobre a faixa: ̶

Zakk Wylde diz que Pantera pode gravar músicas inéditas
O Pantera poderá gravar músicas inéditas pela primeira vez em muito tempo. Mas para isso acontecer, Zakk Wylde, atual guitarrista durante a turnê de reunião da banda, impõe uma condição especifica (via Whiplash). Ao Guitar Interactive, ele explicou: “Rita [Haney, ex-namorada de Dimebag Darrell] tem toneladas de fitas de gravações de Dime fazendo riffs e essas coisas. […] Se fossem, obviamente, riffs e ideias originais dele, sim, claro [que eu toparia gravar]. O Pantera é composto por aqueles quatro caras… Se fosse algo que Dime escreveu e que ele e Vinnie [Paul] estavam trabalhando, [eu toparia gravar].” Para reforçar sua tese, Wylde citou uma situação hipotética onde Eric Clapton tocaria músicas do Jimi Hendrix Experience. “Então, eu acho que seria algo como, digamos, se fosse Eric Clapton tocando com [o baterista do Jimi Hendrix Experience] Mitch [Mitchell] e [o baixista] Noel [Redding], porque se Eric saísse e fizesse o que estamos fazendo agora, fizesse uma celebração de Jimi Hendrix, e Mitch e Noel pedissem para Eric Clapton vir porque ele era amigo de Jimi e eles estivessem tipo, ‘Você sairia e cantaria e tocaria as coisas do Jimi?’” “São apenas Mitch e Noel. Se forem as ideias originais de Jimi, e eles vão gravá-las corretamente, tirar do pequeno gravador de uma fita cassete, sim, isso seria legal.” Por mais que ele tentasse explicar, seu pensamento soou confuso. uma vez que Redding e Mitchell já faleceram em 2003 e 2008, respectivamente. Anteriormente, Wylde havia se manifestado contra, mas aparentemente mudou de ideia em relação a isso. De qualquer forma, o Pantera segue sua turnê, e os fãs seguem na expectativa de músicas inéditas surgirem no futuro. LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson canta “Walk” durante show do Pantera Vitor Melo Fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e agora redige matérias e resenhas sobre uma de suas maiores paixões, a música. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como suas referências Via: Wiki Metal

Marcus, filho de Mikkey Dee, toca com Scorpions no México
O Scorpions realizou o primeiro show de 2025 no último sábado, 15. Após uma pausa de sete meses, a banda se apresentou na 25ª edição do festival Vive Latino, na Cidade do México. O show marcou a primeira apresentação do baterista Mikkey Dee após um diagnóstico de sepse, uma infecção sanguínea grave, que o deixou internado por três semanas. Marcus, filho de Mikkey, substituiu o pai em algumas das 16 músicas do setlist. O baterista usou as redes sociais para demostrar seu orgulho pelo filho, com um vídeo da performance de “Blackout” e comentou: “Obrigado, Cidade do México! A noite passada foi ótima! Foi incrível sentar atrás da bateria novamente depois da merda que passei no começo do ano. Ontem à noite, meu filho Marcus apareceu e tocou algumas músicas para que eu pudesse descansar meu pé quase curado. Ele fez um trabalho incrível e foi muito divertido para nós dois compartilhar um momento como esse juntos. O próximo é a América do Sul, depois a Europa durante todo o verão e Vegas em agosto. Mal posso esperar para curtir o resto do ano. Mais uma vez, obrigado México. Vejo vocês aqui de novo em breve!” Scorpions no Monsters Of Rock Um dos maiores nomes da história do rock mundial, volta ao Brasil para três apresentações. A banda se apresenta na edição de 30 anos do Monsters of Rock em São Paulo. O evento acontece em 19 de abril, no Allianz Parque. Os ingressos estão disponíveis no site da Eventim. Scorpions também toca dia 16 de abril na Arena Mané Garrincha, em Brasília e dia 21 de abril, no Qualistage no Rio de Janeiro. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2025 anuncia lineup com Scorpions, Judas Priest, Europe, Queensrÿche e mais Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Kiko Loureiro e Marty Friedman, ex-integrantes do Megadeth, tocam no Brasil em junho
Notícias Os ex-guitarristas do Megadeth, Kiko Loureiro e Marty Friedman anunciaram uma turnê conjunta que irá passar por oito cidades brasileiras. A apresentação é parte da turnê do novo álbum de Kiko Loureiro, Theory of Mind. Os ingressos já estão à venda através site do guitarrista. O encontro inédito entre os músicos promete uma celebração da carreira de ambos, com hits que estão sendo discutidos entre os guitarristas. Kiko Loureiro revelou: “Estamos trocando mensagens e pensando em algo que seja especial para os fãs, tanto da minha trajetória quanto da dele”. A turnê marca o retorno de Kiko aos palcos brasileiros, e será acompanhada pelos renomados músicos Bruno Valverde na bateria, Felipe Andreoli no baixo e o vocalista Alírio Netto. “É uma alegria estar com uma banda tão talentosa nessa turnê. Mal posso esperar para reencontrar os fãs e apresentar as músicas do Theory of Mind ao lado do Marty”, comentou Kiko. Confira todas as datas: 28/05 – Buenos Aires/Argentina @ Arena Sur (quarta-feira) *30/05 – Recife/PE @ Clube Internacional (sexta-feira)31/05 – Fortaleza/CE @ Armazém (sábado)01/06 – Belém/PA @ Music Park (domingo)04/06 – Belo Horizonte/MG @ Mister Rock (quarta-feira)05/06 – Porto Alegre/RS @ Opinião (quinta-feira)06/06 – Rio de Janeiro/RJ @ Sacadura 154 (sexta-feira)07/06 – São Paulo/SP @ Tokio Marine Hall (sábado)08/06 – Curitiba/PR @ Ópera de Arame (domingo)*apenas Kiko Loureiro, sem Marty Friedman LEIA TAMBÉM: Megadeth: Dave Mustaine revela que a banda está começando a trabalhar em novo álbum Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Roberto Barros explica saída da banda de Edu Falaschi: “Quero tirar um ano sabático”
Roberto Barros anunciou recentemente que está deixando a banda de Edu Falaschi após quase 8 anos e dois álbuns de estúdio gravados. Em vídeo publicado no canal do YouTube, o guitarrista explicou os motivos que o levaram a tomar essa decisão, encerrando uma importante fase ao lado do ex-vocalista do Angra. No vídeo, Roberto Barros começa agradecendo a todos os integrantes da banda e a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, fizeram parte desses quase oito anos de trajetória. Durante esse período foram gravados dois álbuns de estúdio: Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023), ambos marcantes para a carreira do músico. O primeiro motivo para sua saída, segundo o guitarrista, é o desejo de tirar um ano sabático para se dedicar intensamente aos estudos, algo que sempre foi uma de suas paixões. “O motivo principal por eu ter saído é que quero tirar um ano off para mim, um ano sabático, para estudar absurdamente”, explica. “É uma coisa que eu sempre amei fazer. Tem diversos relatos da banda falando que eu estudava antes e depois do show, que é uma coisa que eu amo fazer. Além disso, quero fazer os meus próprios trabalhos também.” O segundo motivo está relacionado ao foco em seus projetos pessoais. Roberto Barros revela que, nos últimos seis ou sete anos, a banda manteve um ritmo intenso de trabalho, compondo e gravando álbuns, o que o deixou sem tempo para se dedicar a outras iniciativas. Ele detalha: “Quero fazer os meus trabalhos também, porque nos últimos sete anos, a gente não parou na banda do Edu Falaschi. E não estou reclamando, foram coisas que eu quis a minha vida inteira. Mas, na banda, eu tinha um papel diferente de todos os outros músicos. Eu era um cara que era o compositor junto com o Edu, então, de certa forma, eu era o cara que mais trabalhava ali na banda depois do Edu. A gente compôs o Vera Cruz durante um ano e meio, com alguns hiatos por causa da pandemia, e eu passava todos os meses cerca de 15, 20 dias na casa do Edu. E assim foi durante todo o período de pré-produção. Depois, a mesma coisa no período do Eldorado. Depois período de gravação, depois período de preparação para turnês.” Após esses anos na banda de Edu Falaschi, o guitarrista diz que agora quer novas coisas: estudar, terminar seu próprio disco e um disco com o Aquiles Priester. Ele conclui: “A vida, ela é cheia de ciclos, e esse é o momento em que eu quero viver novas coisas, quero estudar muito, quero fazer o meu disco, quero terminar o meu disco com o Aquiles Priester, que tá muito bonito, acho que faltam só 3 músicas. É isso cara, e o que mais vier. Tenho planos de ir morar nos Estados Unidos, já tô vendo meu processo de visto, enfim, a gente nunca sabe.” Roberto Barros ainda reforça não ter saído por nenhum outro motivo e brinca com teorias da conspiração, dizendo não ter sido ele o escolhido para entrar no Mastodon. Ele ainda diz já ter participado de uma turnê tocando na íntegra o álbum Temple of Shadows, dizendo ser um de seus discos favoritos, e que essa é uma história do Edu. LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi celebra 20 anos de ‘Temple of Shadows’ com turnê pelo Brasil em 2025 | Wikimetal Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Iron Maiden revela detalhes de documentário oficial de 50 anos de carreira
Notícias O Iron Maiden terá um documentário oficial para comemorar os 50 anos de banda, dirigido por Malcolm Venville. A Universal Pictures Content Group anunciou que o filme será lançado nos cinemas ao redor do mundo no final de 2025. Registrando sua longa carreira, o filme, ainda sem título, contará com entrevistas de membros e ex-membros do grupo — incluindo a entrevista final com Paul Di’Anno, morto ano passado. Músicos como Gene Simmons do Kiss, Lars Ulrich do Metallica e o ator Javier Bardem também estarão presentes com depoimentos. Além das filmagens raras de arquivo, o documentário também trará novas sequências animadas com o lendário mascote do Iron Maiden, Eddie. O empresário da banda, Rod Smallwood, disse que Venville e sua equipe receberam acesso irrestrito à banda, fãs e colegas musicais. “Acreditamos que eles vão empolgar não apenas os fãs de música, mas também qualquer um que ame uma história de um azarão superando as probabilidades.” A banda também marcará seu 50º aniversário saindo em uma 26ª turnê mundial. A primeira etapa da turnê Run for Your Lives começa em 27 de maio em Budapeste e continua pela Europa até 2 de agosto, incluindo uma data no London Stadium em 28 de junho. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden ganha livro comemorativo de 50 anos de carreira Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Lacuna Coil: “Oh Brasil, você roubou meu coração outra vez; eu te amo”, diz Cristina Scabbia
O Lacuna Coil está no Brasil fazendo a promoção de seu novo álbum Sleepless Empire, o que saiu no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. Ontem, sábado, dia 15 de março, o quinteto italiano tocou no Carioca Club, em São Paulo, para um público vibrante. E a frontwoman Cristina Scabbia ostentou essa vibração em suas redes sociais, com um pequeno vídeo do meet n’ greet. Na legenda da postagem, a cantora escreveu: “Oh Brasil, você roubou meu coração outra vez! Eu te amo”. O Lacuna Coil toca neste domingo, 16, no Tork N Roll em Curitiba. Depois de lá, a banda tem encontro com os fãs de Belo Horizonte no dia 18 de março no Mister Rock e com a galera de Brasília em 19 de março no Toinha. Os ingressos estão à venda no site do Clube do Ingresso. Via: RockBizz

Leprous hipnotiza Belo Horizonte com performance impecável
Na última terça-feira, 11, o Leprous trouxe sua turnê do álbum Melodies of Atonement para Belo Horizonte, entregando um show memorável no Mister Rock. Apesar de um início aparentemente tímido em termos de público, a casa recebeu um bom número de fãs pouco antes do horário marcado, e o que parecia ser uma noite morna transformou-se em uma explosão de energia e emoção. A introdução começou cerca de cinco minutos antes do show, criando uma atmosfera envolvente que preparou o público para o que estava por vir. Pontualmente às 20h30, Einar Solberg (vocais e teclados), Tod Oddmund Suhrke (guitarra), Robin Ognedal (guitarra), Baard Kolstad (bateria), Simen Børven (baixo) e Harrison White (teclados), subiram ao palco e deram início à apresentação com “Silently Walking Alone”, faixa do novo álbum. Desde os primeiros acordes, ficou evidente que a banda estava em plena sintonia, oferecendo uma performance tecnicamente impecável, característica que se tornou uma marca registrada dos noruegueses. A sequência ocorreu com “The Price”, “Illuminate” e “Like A Sunken Ship”, sendo essa última uma faixa do novo álbum que trouxe algumas características oldschool da banda, como vocais guturais. O vocalista Einar interagiu com o público, tentando descobrir quem era um fã do Leprous desde os velhos tempos. Acabou descobrindo dois na plateia e considerou o restante como fãs novos, que os conheceram a partir de 2014. Nesse momento, ele pediu para todos votarem se queriam escutar um clássico das antigas ou uma faixa mais recente, deixando o público escolher entre “Passing” e “Forced Entry”. Como estavam bem empatadas, ele jogou uma garrafa d’água no público e quem a pegasse poderia escolher. Acabou vencendo a primeira opção, a qual ele disse que tem sido a preferência de todos nos shows dessa turnê. O show teve continuidade com “Distant Bells”, “Nighttime Disguise” e “Unfree My Soul”, seguidas de um dos maiores clássicos da banda, “Below”, que emocionou o público presente na casa. Em seguida, foram convidados cerca de 15 fãs ao palco para cantarem o coro de “Faceless”. A interação e receptividade dos músicos com os fãs tornaram o momento inesquecível. A faixa “Castaway Angels” foi iniciada com uma nova introdução de piano tocada por Einar, seguida pelo maior clássico da banda: “Far From The Flame”, que definitivamente fez toda a casa cantar a plenos pulmões, tornando-se um dos pontos altos dessa grande noite. Para finalizar a primeira etapa do set, tivemos “Slave”. Em seguida, no encore, a banda retornou com “Atonement” e encerrou com a segunda parte da música “The Sky Is Red”. Foi a primeira apresentação do Leprous em Belo Horizonte, e eles definitivamente demonstraram por que se tornaram uma das maiores bandas do rock/metal progressivo. A banda é extremamente impecável. LEIA TAMBÉM: Dream Theater: Mike Portnoy comenta retorno com a banda Caio Botrel Músico desde criança, tendo estudado piano, violão erudito e guitarra, tocou em bandas como o Final Disaster e atualmente tem um projeto chamado Black Crow Feather. Colaborou com sites e revistas de metal no Brasil e exterior como hobby. Formado em Direito, graduando em análise e desenvolvimento de sistemas e estudante de Contabilidade, sua paixão pelo rock e metal iniciou-se cedo, tendo as bandas Iron Maiden, Megadeth, Children Of Bodom, Angra, Mr. Big, Supertramp e Oasis como suas preferidas. Via: Wiki Metal

Candlemass vai celebrar 40 anos de carreira com o EP Black Star
O sueco Candlemass vai celebrar ps 40 anos de carreira com o EP Black Star, que será lançado no dia 09 de maio pela Napalm Records. O material contará com quatro canções: duas autorais e dois covers. Black Star estará disponível em vários formatos, sendo o mais especial o vinil o qual virá com um livreto de doze páginas, pôster em A3 e bag. O líder e baixista, Leif Edling, falou sobre o novo trabalho: “Nem todas as bandas chegam a comemorar quarenta anos de carreira, mas certamente não foi uma jornada fácil. Muitos altos e baixos depois, mas estamos aqui como sobreviventes e veteranos. Foi divertido gravar algumas coisas novas, bem como fazer covers de alguns de nossos grupos favoritos”. Track listing de Black Star: 01. Black Star02. Corridors Of Chaos03. Sabbath Bloody Sabbath (cover do Black Sabbath)04. Forever My Queen (cover do Pentagram) Via: RockBizz

Giant revela detalhes do novo álbum Stand And Deliver
O veterano Giant revelou detalhes do novo álbum Stand And Deliver, que sairá no dia 16 de maio pela gravadora italiana Frontiers Music Srl. O disco chegará ao mercado com a responsabilidade de ser o sucessor de Shifting Time, de 2022. Para o álbum, o Giant contou com os trabalhos de Kent Hilli (vocal), Jimmy Westerlund (guitarra), Mike Brignardello (baixo) e David Huff (bateria). E para dar um gostinho do que está por vir, o quarteto compartilhou o lyric video de Hold The Night: Track listing de Stand And Deliver: 01. It’s Not Right02. A Night To Remember03. Hold The Night04. I Will Believe05. Beggars Can’t Be Choosers06. It Ain’t Over Till It’s Over07. Stand And Deliver08. Time To Call It Love09. Holdin’ On For Dear Life10. Paradise Found11. Pleasure Dome O Giant iniciou as atividades em meados dos anos 1980, no entanto, o debute Last of the Runaways saiu apenas em 1989, no finalzinho da era de ouro para as bandas de hard rock. Mesmo assim, os caras gozaram de certo prestígio na cena musical, principalmente com o segundo disco, Time to Burn, que alcançou boas posições nas paradas de sucessos. Via: RockBizz

Garbage e L7: 40 anos de história de rock
No mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher, duas bandas de mulheres de peso do rock mundial vem ao Brasil: Garbage e L7. Dessa vez, a turnê passará por três cidades: Rio de Janeiro (21/03, no Scadura 154), São Paulo (22/03, no Terra SP) e Curitiba (23/03, no Live Curitiba). Por fim, para completar a festa do rock feminino, The Mönic irá abrir os shows de Curitiba e São Paulo. Atualmente a banda é formada por Ale Labelle (guitarra e voz), Dani Buarque (guitarra e voz), Joan Bedin (baixo e voz) e recentemente anunciou a saída do baterista Thiago Coiote. Sendo assim, o vocal potente e a inspiração noventista foram uma escolha acertada para iniciar a noite. Tanto Garbage quanto L7 estiveram no Brasil recentemente. A primeira edição do The Town em 2023 teve participação do Garbage. Enquanto o L7 fez uma turnê por algumas cidades no mês de outubro do mesmo ano. Garbage: rock alternativo que rompe paradigmas A banda Garbage surgiu em 1994, atualmente formada por Butch Vig na bateria, Steve Marker na guitarra e baixo, Duke Erikson na guitarra e teclado e a icônica Shirley Manson no vocal. O grupo já lançou seis álbuns de estúdio e vendeu mais de 25 milhões de cópias. Sobre o seu nome, Garbage, nasceu do comentário de um amigo que afirmou que sua música soava “como lixo”. Com a sonoridade moldada no auge dos videoclipes da MTV, a banda mistura rock alternativo com batidas eletrônicas. Atualmente suas letras têm explorado temas relacionados à política, questões de gênero, mudança climática e racismo. Veja abaixo uma playlist baseada no setlist dos últimos shows: L7: a força feminina no grunge L7. Crédito: Divulgação Em 1985 as amigas Donita Sparks e Suzi Gardner se juntaram à Jennifer Finch e Demetra Plakas e formaram a banda L7 com influências punk. O nome tem sua origem numa gíria nos Estados Unidos para “quadrado”, já que se forma resultante ao colocar um “L” formado em uma das mãos junto com um sete formado pela outra. No começo dos anos 90, juntamente com a cena grunge que nasceu onde moravam, a banda se destacou como uma representante feminina. Sempre com letras de empoderamento feminino, encontrou no movimento um ambiente progressista que fomentou a atitude que já tinham de sobra. Veja abaixo uma playlist baseada nos shows da banda: SERVIÇO Rio de JaneiroLocal: Scadura 154Data: 21 de março de 2025 (sexta-feira)Horário: Abertura dos portões às 19hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Fastix São PauloLocal: Terra SPData: 22 de março de 2025 (sábado)Horário: Abertura dos portões às 18hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Eventim CuritibaLocal: Live CuritibaData: 23 de março de 2025 (domingo)Horário: Abertura dos portões às 18hValores dos ingressos: A partir de R$ 300,00 (meia-entrada) e R$ 600,00 (inteira)Onde comprar: Live Curitiba LEIA TAMBÉM: Garbage e L7 em São Paulo terá The Mönic no show de abertura Fernanda Kalil Desde a infância teve a música como parte fundamental da vida. Como nunca teve talento pra música, escreve. Constantemente em busca de novos sons, mas nunca esquece os clássicos. Apaixonada por shows, sempre dá um jeito de ir mesmo morando no interior. Via: Wiki Metal

A liderança do Iron Maiden vem de Steve Harris, Bruce Dickinson e Rod Smallwood, segundo Dave Murray
Para ter mais chances no mercado fonográfico, as bandas de rock n’ roll e heavy metal precisam de uma liderança responsável, ativa e ousada. Nomes como Sharon Osbourne, que comanda a carreira de Ozzy, e Peter Mensch, que gerencia o Metallica há décadas, são exemplos de gerenciamento musical bem-sucedido. E quem também tem uma gestão e liderança de primeira ordem é o britânico Iron Maiden, que está há cinquenta anos colhendo os frutos de boas decisões nos negócios e na área artística e criativa. O virtuoso guitarrista Dave Murray, durante entrevista à revista Classic Rock, afirmou que a liderança do Iron Maiden vem de Steve Harris (baixo), Bruce Dickinson (vocal) e Rod Smallwood (empresário). “A liderança vem de Steve, Bruce e Rod! Eu sou mais como um jogador do time, e fico feliz por estar nessa posição. Você não poderia ter uma banda inteira com pessoas tão tranquilas quanto eu, porque nada seria feito. Meu temperamento é mais zen, sou bastante calmo”. Mesmo tendo uma personalidade calma, Dave Murray mantém a posição de fiel escudeiro de Harris, visto que está ao lado do baixista desde os primórdio do conjunto. Além disso, ele se destaca em seu ofício: tocar guitarra, já que tem uma técnica e musicalidade acima da média. Via: RockBizz

Kamelot: Roy Khan celebrará os 20 anos de The Black Halo com show especial em São Paulo
O ex-vocalista do Kamelot, Roy Khan, celebrará os 20 anos de The Black Halo com show especial em São Paulo. A apresentação, que vai rolar em 5 de julho no Tokio Marine Hall, terá a presença de uma orquestra sinfônica. The Black Halo, que saiu originalmente em 2005 pela Steamhammer Records, é uma obra musical repleta de narrativas sombrias, melodias épicas e letras profundas. Sons como March of Mephisto, The Haunting (Somewhere in Time) e When the Lights Are Down são alguns dos destaques do disco. “Estou extremamente animado para dar vida novamente às músicas de The Black Halo nesta ocasião especial”, afirmou Roy Khan. “Este álbum ocupa um lugar muito especial no meu coração, e mal posso esperar para compartilhar essa experiência com meus fãs no Brasil, que sempre me demonstraram um amor e apoio incríveis”. Roy Khan contará com o Maestrick como sua banda de apoio. Conhecidos por sua sofisticação musical, os músicos do grupo brasileiro prometem recriar a complexidade e a emoção das composições originais, proporcionando uma performance inesquecível. A noite, que será uma celebração do power metal, ainda terá a presença dos conjuntos nacionais como Edu Falaschi, Noturnall e Auro Control. SERVIÇOEdu Falaschi + Roy Khan & Maestrick + Noturnall + Auro ControlDia: 05/07/2025 (sábado)Abertura dos portões: 20hLocal: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br. Via: RockBizz

Helloween lembra as glórias noventistas com os clipes de I Can e The Time Of The Oath em HD
E dá-lhe power metal germânico! O Helloween lembrou as glórias noventistas com os clipes de I Can e The Time Of The Oath em HD, que chegaram como partes de suas celebrações de quarenta anos de estrada. I can foi o primeiro single do álbum Better Than Raw, oitavo registro de estúdio dos alemães, que saiu em março de 1998 pela Castle Communications. Já The Time Of The Oath é a faixa-título do sétimo disco do grupo, lançado em março de 1996 via Castle Communications e Raw Power. As comemorações de 40 anos do Helloween também contemplam a coletânea March Of Time, que chegará ao mercado em 28 de março recheada de 42 pérolas do power metal germânico. A proposta da banda é uma imersão em toda sua discografia, isto é, de Walls of Jericho (1985) até Helloween (2021). March Of Time estará disponível em box set de vinil com 5LPs (com quebra-cabeça, lamina da arte da capa e livreto) e em 3CDs. A versão em vinil sairá por €149,99 (cerca de R$900,00); já a opção em CD ficará em €21,99 (aproximadamente R$132,00). E para quem não curte as opções físicas, a coletânea também sairá no formato digital (download e streaming). Track listing de March Of Time: CD1“Walls Of Jericho/Ride The Sky”“Metal Invaders”“Victim Of Fate”“How Many Tears”“Eagle Fly Free”“Halloween”“A Tale That Wasn’t Right”“Future World”“March Of Time”“Dr. Stein”“Keeper Of The Seven Keys” CD2“I Want You”“Kids Of The Century”“Number One”“Windmill”“Sole Survivor”“Perfect Gentleman”“In The Middle Of A Heartbeat”“Why?”“Forever And One (Neverland)”“Power”“Steel Tormentor”“Hey Lord!”“I Can”“If I Could Fly”“Mr. Torture”“Hell Was Made In Heaven”“Light The Universe” CD3“The Invisible Man”“As Long As I Fall”“Kill It”“Where The Sinners Go”“Are You Metal?”“Nabataea”“Straight Out Of Hell”“Waiting For The Thunder”“Heroes”“My God-Given Right”“Pumpkins United”“Best Time”“Fear Of The Fallen”“Skyfall” Via: RockBizz

Tool pode enfrentar processo por decepcionar fãs em seu próprio festival
O Tool pode enfrentar um processo por decepcionar os fãs em seu próprio festival, Tool In The Sand, na República Dominicana. A banda deu início ao seu primeiro festival no Caribe nos dias 7 e 8 de março em Punta Cana, República Dominicana, e estavam programados para se apresentar nos dois shows principais, prometendo aos fãs “dois sets únicos”. No entanto, o Tool não apresentou um setlist totalmente diferente na segunda noite, deixando alguns fãs decepcionados e irritados. Agora, parece que há um possível processo a caminho. Um fã presente, Stas Rusek, é um advogado da Geórgia e acredita que os fãs devem ter direito a uma indenização e está pedindo a outros fãs que ficaram decepcionados que se juntem a uma ação coletiva contra o Tool. Durante seu segundo show, o Tool tocou apenas um set de nove músicas, com algumas das músicas sendo repetições da noite anterior, levando o público a vaiá-los. Em uma declaração compartilhada com a Metal Hammer, Rusek diz: “O possível processo contra os promotores do Tool In The Sand está de fato sendo investigado. Tivemos muito interesse dos fãs do Tool que compareceram ao festival, uma categoria na qual eu pessoalmente me encaixo”. “Havia uma sensação palpável de traição no ar quando o show começou na segunda noite, e isso permaneceu durante o restante do fim de semana”, ele acrescentou. “A oportunidade de ver o Tool tocar dois sets exclusivos, ou seja, sem repetições, foi o fator determinante para a maioria dos participantes gastar milhares de dólares para comparecer”. “A maioria dos fãs do Tool, como eu, já foram a vários shows na mesma turnê, e sabemos que, devido à natureza espetacular e complexa do show, a maioria das músicas será repetida. No entanto, não foi isso que foi prometido aos participantes do festival”, finalizou. Os setlists do Tool In The Sand foram: 7 de março‘Stinkfist’‘Fear Inoculum’‘Rosetta Stoned’‘Pneuma’‘Jambi’‘Schism’‘The Grudge’‘Flood’‘Invincible’‘Vicarious’ 8 de março‘Fear Inoculum’‘Ænema’‘Rosetta Stoned’‘Pneuma’‘Jambi’‘Descending’‘Intolerance’‘Chocolate Chip Trip’‘Swamp Song’ Via: RockBizz

Cristina Scabbia temia que seu relacionamento com Jim Root, do Slipknot, ofuscasse o Lacuna Coil
A vocalista do Lacuna Coil, Cristina Scabbia, falou sobre seu relacionamento com o guitarrista do Slipknot, Jim Root, em uma nova entrevista com a Loudersound. “Ficamos juntos por mais de 13 anos, mas é algo nosso. Existe uma linha que você não deve cruzar, não apenas pelo respeito à outra pessoa, mas também pelo fato de que as pessoas não precisam saber”, explicou Scabbia. “Acho que muitos casais de celebridades revelam muito e então, quando algo acontece, eles pedem privacidade. Se você quer privacidade, você a estabelece para si mesmo desde o início. É algo que vivemos e permanecerá lá”, ela continuou. Scabbia abordou o impacto do relacionamento na imagem de sua banda. “Conversamos sobre isso, porque a situação estava saindo do controle. Tiramos fotos nas quais eu estava visível e eles [os outros membros do Lacuna Coil] estavam bem no fundo. Não queríamos ser ‘Cristina e sua banda’. Nós éramos e sempre fomos apenas uma banda”. O relacionamento de Scabbia e Root durou de 2004 a 2017. O casal administrou seu relacionamento a distância entre a Itália e os Estados Unidos enquanto seguiam suas respectivas carreiras em turnê. Via: RockBizz