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Judas Priest: O que esperar de show no Vibra São Paulo
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27/03/2025

Judas Priest: O que esperar de show no Vibra São Paulo

Texto por: Wellington Penilha No dia 20 de abril de 2025, a casa de shows Vibra São Paulo será tomada por riffs clássicos e o vocal icónico de Rob Halford. O Judas Priest, uma das bandas mais influentes do heavy metal, retorna ao Brasil para um show junto ao Queensrÿche após a apresentação no Monsters of Rock – ingressos à venda. Com um setlist recheado de clássicos e um histórico de performances energéticas, a noite promete momentos inesquecíveis para os fãs de metal. Se liga nos destaques que você não pode perder: 1. “Painkiller” e o Caos Instaurado Se existe uma música que pode fazer todos pirarem, essa música é “Painkiller”. O hino definitivo do Judas Priest costuma vir no final do setlist, levando a galera ao delírio com sua introdução de bateria insana e o vocal destruidor de Rob Halford. Espere muito headbanging, rodas de mosh e um volume ensurdecedor. 2. O Ritual de “Breaking the Law” Poucas bandas podem se gabar de ter um hino tão reconhecível como “Breaking the Law”. O riff simples e marcante é garantia de coro uníssono do público. Quem já viu o Judas Priest ao vivo sabe que Halford geralmente entrega o microfone para a plateia durante o refrão – e em São Paulo, isso com certeza vai virar uma celebração metal. 3. O Momento Solene de “Beyond the Realms of Death” Os fãs mais old school sabem que essa é uma das músicas mais emocionantes do repertório da banda. “Beyond the Realms of Death” traz um equilíbrio perfeito entre passagens suaves e explosões de peso, com solos arrepiantes. Um dos momentos mais introspectivos e poderosos do show. 4. Rob Halford e Sua Entrada Triunfal em “Hell Bent for Leather” Não é show do Judas Priest sem Rob Halford entrando no palco com sua Harley-Davidson em “Hell Bent for Leather”. O vocalista faz questão de manter essa tradição viva, acelerando no palco e provando que, mesmo após décadas de estrada, ainda é o Metal God. 5. “You’ve Got Another Thing Comin” e o Encerramento Apoteótico Geralmente reservada para o final, “You’ve Got Another Thing Comin’” é aquele tipo de música que faz qualquer um sair do show com um sorriso no rosto. Um clássico absoluto que sempre recebe um tratamento especial, com Halford incentivando o público a cantar cada verso junto com ele. Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Corey Taylor faz show acústico pela primeira vez em três anos
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27/03/2025

Corey Taylor faz show acústico pela primeira vez em três anos

Notícias O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, fez um show acústico no último sábado, 22. A apresentação ocorreu em Cincinnati nos EUA durante o HorrorHound Weekend, uma convenção de filmes de terror. Taylor fez versões acústicas de algumas canções como “Snuff” do Slipknot, além de “Wicked Game” e ‘‘Through Glass” do Stone Sour. A exibição deixou os fãs animados com as versões acústicas que logo rodaram pela internet com vídeos postados por fãs. Em 2024, Taylor precisou se afastar dos palcos por questões de saúde mental. O vocalista comentou sobre o problema dizendo que atingiu “um verdadeiro ponto sombrio” e por isso precisou se ausentar dos palcos e fazer algumas mudanças para que pudesse voltar com força para seus novos projetos. Atualmente, o Slipknot segue fazendo shows por todo o mundo e esta foi a primeira vez em três anos, que os fãs conseguiram ver Corey Taylor com seu show em formato acústico. Confira alguns vídeos: LEIA TAMBÉM: Slipknot: Assalto sofrido no Brasil inspirou máscara de Eloy Casagrande Laila Blask Estudante de Jornalismo, apaixonada por música e viagens. Acredita que música é energia, emoção e uma parte essencial de sua jornada profissional e pessoal. Via: Wiki Metal

Billy Idol anuncia novo álbum, ‘Dream Into It’ com muitas colaborações
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27/03/2025

Billy Idol anuncia novo álbum, ‘Dream Into It’ com muitas colaborações

Há mais de uma década sem lançar um novo projeto, Billy Idol vem aí com um novo álbum recheado de colaborações. Com seu novo trabalho Dream Into It, o vocalista está de volta. O disco tem seu lançamento programado para o dia 25 de abril. Idol afirmou que o novo trabalho vem para resgatar a sua energia lendária. Não sendo apenas um novo álbum a ser lançado, Billy Idol contou com participações especiais como as de Avril Lavigne, Joan Jett e Alison Mosshart (The Kills). Dessa forma, Idol transita entre artistas de sua geração mas também abre portas para um novo público. Suas colaborações com Avril e Alison Mosshart, são exemplos disso. O álbum promete ter a mesma pegada dos anos 80, auge do seu sucesso e onde se consolidou como o artista que é. O cantor, que teve seu último trabalho em 2014, recém lançou seu novo single: “Still Dancing”. A música está disponível nas plataformas digitais desde 26 de fevereiro, e resgata um rock mais acelerado com guitarras e baterias energéticas. Como o próprio vocalista diz, a faixa faz referência ao clássico “Dancing With Myself” e aos tempos do início de sua carreira: “No começo da música, estou me lembrando dos primeiros tempos em Londres, quando morava em alojamentos ou na casa de amigos, ainda com todos os meus pertences em um saco plástico. Então, o punk rock me deu uma abertura, e a música sempre foi minha grande força”, revela Idol. Após o lançamento do novo álbum, o vocalista entrará em turnê com Joan Jett & The Blackhearts com estreia prevista para 30 de abril em Phoenix, Arizona. Billy Idol deve anunciar novas datas de shows em breve. LEIA TAMBÉM: Queensrÿche lança clipe de “Rebel Yell”, cover de Billy Idol Laila Blask Estudante de Jornalismo, apaixonada por música e viagens. Acredita que música é energia, emoção e uma parte essencial de sua jornada profissional e pessoal. Via: Wiki Metal

Nerva Puck explora questionamentos amorosos com o single “Libertine Dreams”; confira
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26/03/2025

Nerva Puck explora questionamentos amorosos com o single “Libertine Dreams”; confira

Notícias Nerva Puck, artista trans da Espanha, é uma das descobertas do Wikimetal na plataforma Groover. Também conhecido por Nathaniel Prime, o músico lançou recentemente o clipe do single “Libertine Dreams”, falando sobre a experiência de terminar um relacionamento e ficar se questionando “quando será que virá o próximo?”. A música é classificada pelo artista como queer alternative metal – cheia de energia porém com várias nuances emotivas que mostram a sua paixão pelo tema. “Libertine Dreams” foi primeiramente escrita como uma balada acústica, quando Nathaniel tinha 17 anos. 10 anos depois, o multi-intrumentista revisou a peça para o que ela é hoje. A faixa é a terceira do álbum Discompose (2023), que explora temas como relacionamentos, disforia de gênero, masculinidade e feminilidade. Prime combina storytelling com seu amor por rock e metal alternativos, mesclando a “dureza” e masculinidade frequentemente associados a esses gêneros comtons femininos. Essa justaposição artística reflete sua experiência de gênero, tanto física quanto emocionalmente. Prime estende essa dualidade visualmente em seus vídeos, contrastando a energia masculina com protagonistas femininas e a elegância da dança contemporânea. Prime é um homem trans que vem escrevendo e tocando música desde os seus 13 anos de idade. Em “Libertine Dreams” é possível ver a sua paixão pela arte, seja ela a música ou a dança. Esta é uma faixa a não perder se for fã de metal alternativo! Confira abaixo a capa do álbum e sua tracklist, o clipe de “Libertine Dreams” e a nossa playlist de Descobertas de Rock e Metal: LEIA TAMBÉM: Electric Cherry reflete sobre a finitude do amor em “Anyway You Want” Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof – [email protected] Via: Wiki Metal

Scorpions: “Para mim, a banda acabou em 1996”, diz ex-baterista Herman Rarebell
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26/03/2025

Scorpions: “Para mim, a banda acabou em 1996”, diz ex-baterista Herman Rarebell

Herman Rarebell, ex-baterista do Scorpions, concedeu uma entrevista ao canal Talking The Talk With Don e falou sobre uma possível reunião com seus companheiros de banda: [transcrição via blabbermouth]: “Eu escrevi um e-mail para eles. Eu disse: ‘Por que não fazemos algo juntos de novo?’ E sabe de uma coisa? Eu nem obtive uma resposta. Depois de 20 anos com aqueles filhos da p***, nem uma resposta. Eu disse: ‘Ok, f**da-se. Ótimo”. O baterista continuou: “A química que tínhamos era única. E se você estragar isso, vai ser difícil substituir. E as pessoas lá fora, os fãs, eles não são estúpidos. Eles podem ouvir isso imediatamente. Eles me escreveram tantos e-mails: ‘O que aconteceu?’ Eu não quero explicar o tempo todo. Todo mundo pode fazer na vida o que quiser. É por isso que temos livre arbítrio. E então eu respeito isso”. Ao falar sobre o atual momento do Scorpions, Rarebell disse: “Para mim, a banda acabou em 1996. Não houve nada que eles lançaram depois que eu saí que me deixou impressionado, onde eu disse, ‘Uau, isso é incrível.’ Realmente depois de ‘Wind Of Change’, você podia ver a direção. Klaus [Meine] obviamente estava a favor de ir nessa direção, mas no meu coração, eu ainda sou um cara do hard rock”. Herman Rarebell deixou os Scorpions devido a divergências criativas e à insistência de Klaus Meine em se concentrar em baladas. O baterista integrou a banda entre 1977 e 1996, – período dos álbuns de maior sucesso -, compondo alguns clássicos como “Rock You Like a Hurricane”, “Blackout”, “Make It Real”, “Arizona”, “Bad Boys Running Wild” e “Tease Me Please Me”. Scorpions no Monsters Of Rock Um dos maiores nomes da história do rock mundial, volta ao Brasil para três apresentações. A banda se apresenta na edição de 30 anos do Monsters of Rock em São Paulo. O evento acontece em 19 de abril, no Allianz Parque. Os ingressos estão disponíveis no site da Eventim. Scorpions também toca dia 16 de abril na Arena Mané Garrincha, em Brasília e dia 21 de abril, no Qualistage no Rio de Janeiro. LEIA TAMBÉM: Michael Schenker não se reunirá com Scorpions por conta de Rudolf Schenker Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Matadoro, power trio brasileiro, fala sobre batalhas internas em “O Vício”
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26/03/2025

Matadoro, power trio brasileiro, fala sobre batalhas internas em “O Vício”

Notícias A banda Matadoro é uma das descobertas do Wikimetal na plataforma Groover. O power trio brasileiro formado pelo baterista Alex (Rocco) em Curitiba, o baixista Jr. Vasconcelos em São Paulo, e o vocalista, guitarrista e produtor JC em Londres, no Reino Unido lançou recentemente o single “O Vício”. A música “independente, mergulha em uma temática visceral: a batalha interna de uma pessoa contra seus próprios vícios”, diz a banda em comunicado à imprensa. A faixa conta com um videoclipe oficial, que foi dirigido e produzido por JC. Possui participação especial de Angela Girão, o que traz uma intensidade visual à narrativa da música. Uma das características principais do trio são suas letras poderosas e profundas em português, e “O Vício” não é exceção. A música mostra a versatilidade do Matadoro quando o assunto é escrever música significativa em português. Confira abaixo o clipe de “O Vício” e também a nossa playlist de Descobertas de Rock e Metal: LEIA TTAMBÉM: Nerva Puck explora questionamentos amorosos com o single “Libertine Dreams”; confira Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof – [email protected] Via: Wiki Metal

Cristina Scabbia (Lacuna Coil) e a sua mania de mostrar os pés nas redes sociais
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26/03/2025

Cristina Scabbia (Lacuna Coil) e a sua mania de mostrar os pés nas redes sociais

A cantora italiana Cristina Scabbia (Lacuna Coil) é uma das pessoas mais simpáticas, simples e educadas na cena heavy metal. Com ela, o estrelismo e a vaidade não têm espaço nenhum, o que reflete em sua aproximação com os fãs. Scabbia é tão modesta e despretensiosa que até tem a mania de mostrar os pés nas redes sociais, com suas meias de personagens de jogos eletrônicos e de filmes como Star Wars. Além disso, as meias com logotipos de bandas e chinelos de lendas do rock n’ roll também são algumas das peças utilizadas pela cantora. Veja algumas imagens que provam a mania da rock star italiana em mostrar os pés em suas mídias sociais. Turnê Atualmente, o Lacuna Coil está fazendo a promoção de seu novo álbum Sleepless Empire, que saiu no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. Os próximos shows serão no México, Estados Unidos e Canadá; depois disso, a banda irá para a Europa para participar dos festivais de verão. Novo disco O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa da obra ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco tem a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Track listing de Sleepless Empire: 01. The Siege02. Oxygen03. Scarecrow04. Gravity05. I Wish You Were Dead06. Hosting The Shadow (com Randy Blythe)07. In Nomine Patris08. Sleepless Empire09. Sleep Paralysis10. In The Mean Time (com Ash Costello)11. Never Dawn Via: RockBizz

Corey Taylor (Slipknot) faz show acústico em convenção de filme de terror; veja vídeos
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26/03/2025

Corey Taylor (Slipknot) faz show acústico em convenção de filme de terror; veja vídeos

No último sábado, dia 22 de março, o cantor Corey Taylor (Slipknot) fez o seu primeiro show acústico em mais três anos. A apresentação aconteceu na convenção HorrorHound Weekend em Cincinnati, Ohio, Estados Unidos. Como o nome já indica, a convenção proporciona uma imersão no universo dos filmes de terror, com celebridades do gênero como Linda Blair, atriz que interpretou Regan McNeil no longa O Exorcista (1973), e muitos outros. Corey foi um dos responsáveis pela parte musical da festa sombria, com canções do Slipknot, Stone Sour e covers. Veja alguns registros amadores de seu concerto nos players abaixo: Caso você tenha interesse no mundo do terror e queira saber mais sobre a HorrorHound Weekend, basta acessar este endereço para mergulhar fundo no sinistro universo de Michael Myers, Jason Voorhees e Freddy Krueger e afins. Via: RockBizz

“Sepultura não fica preso no passado como Max Cavalera está até hoje”, diz Andreas Kisser
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25/03/2025

“Sepultura não fica preso no passado como Max Cavalera está até hoje”, diz Andreas Kisser

A formação clássica do Sepultura se desfez em 1996, portanto, são quase trinta anos sem o cantor Max Cavalera no front da banda. Se Andreas Kisser (guitarra) e Paulo Xisto Jr. (baixo) tomassem o papel de vítimas e reclamões sobre os perrengues passados, a banda teria encerrado as atividades há anos. Para a nossa sorte, a dupla, desde então, vem preferindo caminhar por caminhos opostos, pois se mantém com o foco em seu momento presente e passa longe de querer revisitar as glórias do passado em regravações de discos clássicos. Em conversa com as jornalistas Dora Guerra e Juliene Moretti, do G1, Andreas Kisser afirmou com todas as letras que o Sepultura presa pela liberdade e não fica preso no passado como o Max Cavalera está até hoje. É importante explicar que o ex-frontman da banda regravou e relançou recentemente a trinca Bestial Devastation (1985), Morbid Visions (1986) e Schizophrenia (1987). Tal passo agradou uma parte dos fãs, mas deixou a outra parcela com aquele pensamento de ser um material caça-níquel. “A identidade do Sepultura é a liberdade, é viver o presente, não ficar preso no passado como o próprio Max está até hoje, regravando o Roots”, destacou o guitarrista. “Um cara que fala que é super criativo, repetindo o que já foi feito há 30 anos”, pontuou. “O Sepultura é essa capacidade de mexer com o presente”, finalizou em tom enfático. Os álbuns de inéditas Machine Messiah (2017) e Quadra (2020), por exemplo, provam que a banda não vive em cima de glórias antigas e que tem muito mojo criativo para dar vida a sons como Means to an End, Guardians of Earth e Isolation. Via: RockBizz

Taylor Hawkins: 3 anos após sua morte, causa oficial ainda é um mistério
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25/03/2025

Taylor Hawkins: 3 anos após sua morte, causa oficial ainda é um mistério

O baterista Oliver Taylor Hawkins morreu prematuramente na noite de 25 de março de 2022, dois dias antes de sua apresentação no Lollapalooza Brasil com o Foo Fighters. Três anos após sua morte, causa oficial ainda é um mistério, como apontado pelo site People, que revisitou os últimos dias do baterista. Segundo a Rolling Stone, no dia de sua morte, Hawkins – que tinha 50 anos -, teria reclamado de fortes dores no peito e paramédicos foram enviados ao seu quarto, mas não conseguiram reanimá-lo e o declararam morto no hotel. O relatório toxicológico divulgado pela Procuradoria Geral da Colômbia apontou a presença de 10 tipos de substâncias no organismo do baterista no momento de sua morte, sugerindo overdose. Médicos forenses também alegaram que seu coração tinha o dobro do tamanho normal, e poderia ter entrado em colapso sem o uso de medicamentos. A causa oficial da morte do baterista ainda não foi declarada. Taylor sobreviveu a uma overdose de heroína em 2001, e amigos próximos alegaram que ele não estava usando drogas recreativamente no momento de sua morte. O baterista deu declarações à imprensa anos antes dizendo que preferia se apresentar sóbrio “para obter bons resultados”. Também disse à Rolling Stone no ano anterior que seu coração era “grande” e que lidava com medo de palco e apneia do sono. Os últimos dias de vida de Taylor foram tema de uma matéria da Rolling Stone, que conversou com amigos do baterista que alegaram que o músico parecia cansado e insatisfeito com a banda. Pesar e admiração à Taylor Hawkins O ex-baterista do Foo Fighters faleceu no quarto do hotel Four Seasons em Bogotá, Colômbia, poucas horas antes de um show da banda no festival Estéreo Picnic. O Foo Fighters estava em turnê pela América do Sul, com apresentação marcada para o Lollapalooza Brasil daquele ano. O Gabinete do Procurador-Geral da Colômbia nunca divulgou uma causa oficial da morte, levando muitos fãs a se perguntarem o que aconteceu com o lendário baterista. A notícia da morte de Taylor Hawkins foi recebida com pesar e espanto. Dois meses após sua morte, mais de mil músicos se reuniram para tocar uma versão especial “My Hero” em sua homenagem. Dois shows em tributo ao baterista aconteceram no ano de sua morte, em 3 de setembro em Londres, no Wembley Stadium, e no dia 27 de setembro em Los Angeles, no Kia Forum. Mais de 50 artistas se apresentaram incluindo Morissette, Joan Jett, Miley Cyrus, Sebastian Bach, Geddy Lee e bateristas convidados como Travis Barker, Tommy Lee, Chad Smith e seu companheiro de banda, Dave Grohl. LEIA TAMBÉM: Assista agora ao show em tributo a Taylor Hawkins ao vivo; saiba como Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Dark Angel estreia duas novas músicas após 34 anos
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25/03/2025

Dark Angel estreia duas novas músicas após 34 anos

Em um show feito em Buenos Aires, Argentina, na última sexta-feira, 21, a banda Dark Angel fez a estreia de duas músicas inéditas, algo que não acontecia desde 1991. O baterista Gene Hoglan revelou em entrevista no início do mês (via Metal Injection) que a banda estreará músicas inéditas nos próximos shows. O Dark Angel tem uma apresentação marcada para o Metal Beer Open Air Festival, no Chile, no dia 23 deste mês, onde também pretende tocar novo material. No entanto, Hoglan não especificou se as faixas inéditas apresentadas anteriormente serão as mesmas executadas no festival. Hoglan também complementa dizendo : “[As faixas recém lançadas] vão levar a uma porção de outras coisas. E estamos muito animados por estar liberando material novo para o mundo do metal.” O novo álbum, programado para sair ainda esse ano, será o primeiro que a banda escreverá sem o guitarrista Jim Durkin, que faleceu em 2023, depois de dar uma pausa na banda por questões pessoais. Hoglan explicou: “[O novo álbum é] uma homenagem ao Jim”, destacando que o novo material da banda carrega muito do espírito e da essência dele. O baterista revelou que ele e Jim se reuniram diversas vezes para compor as novas músicas, mas, embora não tenham conseguido gravá-las juntos, existe a possibilidade de uma faixa escrita por Jim estar presente no álbum, capturando perfeitamente a identidade do Dark Angel. Há alguns dias, a banda divulgou um teaser revelando que está trabalhando em novo material desde o final de 2024. No entanto, devido aos incêndios florestais que ocorreram na Califórnia, alguns planos precisaram ser adiados. Dark Angel no Bangers Open Air A banda está confirmada como uma das atrações da aguardada primeira edição do festival Bangers Open Air, um dos mais esperados pelos fãs do gênero. Essa também marcará a primeira apresentação da banda em solo brasileiro. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air divulga grade de horários atualizada Gabriel Oliveira Apaixonado por música, especialmente metal e hardcore. Toco guitarra desde os 10 anos, sempre buscando evoluir e explorar novos sons. Também me interesso pelo mundo do desenvolvimento de software e de jogos, onde gosto de criar e experimentar novas ideias. Via: Wiki Metal

Samuel Rosa lança clipe de Rio Dentro do Mar
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25/03/2025

Samuel Rosa lança clipe de Rio Dentro do Mar

Samuel Rosa lançou nesta terça-feira (25) o clipe da faixa Rio Dentro do Mar. Esse é o primeiro trabalho audiovisual do álbum Rosa e conta com a direção e também atuação de Letícia Ribeiro ao lado de Samuel, com produção audiovisual da CAVE. Rio Dentro do Mar foi composta pelo cantor, em 2022, e nasceu de uma percepção que ele teve frequentando mais o litoral paulista e prestando atenção no mar e nas correntes que se formam nele, parecendo de fato rios dentro do mar. A diretora Letícia Ribeiro seguiu, então, essa metáfora para criar o conceito do clipe. “A canção já é muito visual, então o desafio de traduzir o sentimento dela para uma imagem foi menor do que eu pensava. Ela me remete a cores quentes, às texturas do papel, do papelão e da madeira que são materiais acústicos, assim como a música”, conta. Já Samuel Rosa, familiarizado com as gravações de clipes – muitos, inclusive, premiados na época do Skank –, deixou as ideias a cargo de Letícia, diretora que lhe foi apresentada por sua esposa, Laura. “Ela teve ideias que estavam muito de acordo com a proposta da música e eu queria que o clipe estivesse dentro do universo dela, com a sua assinatura. Gostei muito da maneira como ela materializou o claro e o breu, a falta e a presença, e todos os contrapontos presentes na letra”, conta Samuel que também a convidou para atuar ao seu lado durante o curta. “A figura dela está muito dentro do contexto da história”, completa. O clipe traz alguns espelhamentos entre os personagens de Samuel e Letícia e vai revelando aos poucos os cenários e a história em si. Os cortes vão crescendo juntamente com a música, transmitindo a sensação de encerramento grandioso e ao mesmo tempo com o personagem de Samuel “em paz”. O lirismo, a tristeza e a melancolia da música foram transportadas para o vídeo. Como é uma canção confessional, Samuel quis compartilhar com as pessoas que talvez tenham passado pelo mesmo processo emocional. Letícia acredita que, quando assistirem ao clipe, sentirão um pouco essa melancolia, misturada com a paz que a faixa traz. “Acredito que cada um vai dar um significado próprio para essa casa sem lugar, para esse sentimento de quem está procurando um amor. Cada um vai encontrar sua história dentro da música”. Assista o clipe abaixo: Via: RockBizz

Eddie Vedder lança versão do clássico “The Neddle and the Damage Done” de Neil Young
Entrevistas
25/03/2025

Eddie Vedder lança versão do clássico “The Neddle and the Damage Done” de Neil Young

O vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, lançou um cover do clássico de Neil Young, “The Needle and the Damage Done”. A música originalmente gravada em 1972 faz parte do álbum Harvest. Vedder, fã declarado de Young, regravou a faixa em uma coletânea que pretende arrecadar fundos para a The Brigde School. Apesar de ser mais curta que a versão original, a angústia que a letra retrata não deixou de estar presente. Neil Young escreveu “The Needle and the Damage Done” descrevendo um pouco do que acontecia naquele início dos anos 70 e o abuso de drogas. Young teve vários amigos que morreram de overdose de heroína. Isso inclui o então guitarrista da sua banda, Danny Whitten, que faleceu em abril de 1972, dois meses depois do álbum Harvest ser lançado. A coletânea beneficente já tem nome e data de lançamento. Heart of Gold: The Songs of Neil Young tem lançamento previsto para o dia 25 de abril. Além da versão de Vedder, outras faixas dos dois volumes previstos já foram divulgadas. Uma delas é a versão reggae de Stephen Marley, filho de Bob Marley para “Old Man”. A outra é do cantor americano Chris Pierce para “Southern Man”. Além deles, artistas como Fiona Apple, The Doobie Brothers e a cantora australiana Courtney Barnett também terão as suas versões neste registro. Versão de Eddie Vedder é mais curta que a original Pegi, ex-esposa de Neil Young fundou a The Brigde School em 1986, especializada em educação para crianças com deficiências físicas e dificuldades de fala. Em 1989 um álbum tributo intitulado The Bridge: A Tribute to Neil Young, foi lançado para arrecadar fundos para a escola e contou com versões de The Flaming Lips, Nick Cave, Pixies, Sonic Youth e Dinosaur Jr. Confira a versão de Eddie Veder e na sequência, a versão original de “The Needle and the Damage Done” de Neil Young, além da tracklist do primeiro volume da coletânea: Tracklist – Heart Of Gold: The Songs of Neil Young – Volume One Brandi Carlile – PhiladelphiaFiona Apple – Heart of GoldMumford & Sons – HarvestEddie Vedder – The Needle and The Damage DoneCourtney Barnett – Lotta LoveStephen Marley – Old ManSharon Van Etten – Here We Are In The YearsLumineers – Sugar MountainThe Doobie Brothers with Allison Russell – Comes A TimeSteve Earle – Long May You RunRodney Crowell – Mr. SoulAnders Osborne – Cowgirl in the SandCharlie Greene – Such A WomanChris Pierce – Southern Man LEIA TAMBÉM: Eddie Vedder grava cover para trilha sonora de The Bear Andrea Ariani Jornalista musical desde 2009, colaborou em vários sites e revistas. Tem como paixões a música (especialmente thrash, heavy, hardcore e punk), cinema e esportes olímpicos. Via: Wiki Metal

Skid Row abre espaço para candidaturas de novo vocalista
Entrevistas
25/03/2025

Skid Row abre espaço para candidaturas de novo vocalista

Em uma entrevista recente ao podcast The Bad Decisions, o guitarrista do Skid Row, Dave “Snake” Sabo, comentou sobre a contínua busca pelo novo vocalista da banda. O músico confirmou que a banda está testando alguns nomes e que sente estar “bem perto” de uma decisão, mas sem pressa para fechar com alguém [transcrição do BLABBERMOUTH.NET]: “Bem, estamos procurando agora mesmo nosso próximo vocalista. Erik Grönwall, nosso último vocalista, foi ótimo. Qualquer um que esteja ouvindo isso, se sentir que tem os produtos, certamente entre em contato. Somos fáceis de encontrar nas redes sociais. E basta dizer: ‘Ei, eu sou seu cara’ — ou uma garota. Porque é bem aberto”. Dave “Snake” continuou: “Estamos lentamente tomando nosso tempo, mas estamos fazendo testes com algumas pessoas. Ainda estamos fazendo testes. Tenho a sensação de que estamos bem próximos, mas não estamos nos precipitando muito. Vamos apenas garantir que estamos cem por cento de acordo. E é aí que estamos. E temos mais algumas pessoas chegando nas próximas semanas para entrar em uma sala e tocar, e veremos o que acontece”. Erik Grönwall, deixou a banda em março do ano passado devido a questões de saúde. Lzzy Hale, do Halestorm, substitui Erik Grönwall em quatro shows do Skid Row, e arrancou elogios de Dave “Snake”: “Ela foi inacreditável e abriu meus olhos para o que essas músicas poderiam ser com uma voz diferente”. Dave “Snake” descartou novamente um retorno de Sebastian Bach, demitido em 1997, “nem por dinheiro”. LEIA TAMBÉM: Jon Bon Jovi deseja que Lzzy Hale permaneça no Skid Row Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Evanescence anuncia novo single “Afterlife”, trilha de nova série da Netflix
Entrevistas
24/03/2025

Evanescence anuncia novo single “Afterlife”, trilha de nova série da Netflix

Notícias Evanescence anunciou o novo single, “Afterlife”, para sexta-feira, 28. Um lyric video chega ao YouTube às 13h (horário de Brasília) na quinta-feira, 27. A faixa faz parte da trilha sonora da série de ação e fantasia animada para adultos, Devil May Cry, que será lançada pela Netflix. A série é baseado na franquia de videogame japonesa de mesmo nome. Criado por Adi Shankar e produzido pelo Studio Mir, Devil May Cry está programado para ser lançado em 3 de abril. Esta será a primeira música inédita da banda americana desde o álbum The Bitter Truth (2021). LEIA TAMBÉM: Amy Lee, do Evanescence, se junta ao Halestorm durante a canção “Break In” Jéssica Marinho Repórter em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Fotógrafa com experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de 500 artistas fotografados). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Leadfeather, AlphaSix e mais
Entrevistas
24/03/2025

5 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Leadfeather, AlphaSix e mais

Notícias Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e heavy metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Rock “Roll The Dice” – LeadfeatherPaís: Reino Unido “Believer” – Jonas & The Jaguar MoonPaís: Canadá Para quem gosta de: Metal Extremo “Communion of the Parasites” – AlphaSixPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Nu Metal “Genie In A Bottle” – Amerakin OverdosePaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Metalcore “anyMORe” – MatricidePaís: Israel LEIA TAMBÉM: 4 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Social Decline, Reel e mais Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof – [email protected] Via: Wiki Metal

Electric Cherry reflete sobre a finitude do amor em “Anyway You Want”
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24/03/2025

Electric Cherry reflete sobre a finitude do amor em “Anyway You Want”

Electric Cherry, quarteto italiano de hard rock composto por Alessandro Santucci (guitarra elétrica e acústica, lap steel, e bandolim), Christian Ferrara (vocal e guitarra), Stefano Sforza (baixo e teclado) e Giorgio Spila (bateria) lançou recentemente o single “Anyway You Want”. Parte das descobertas do Groover do Wikimetal, a música fala sobre um amor que chegou ao fim e foi reduzido a uma amizade. Com um ritmo envolvente, no mais puro estilo hard rock é um som a não perder se for fã da vertente! Sobre o Electric Cherry O Electric Cherry nasceu do encontro de quatro jovens com interesse pela música dos anos 70, 80 e 90, impulsionados pelo desejo de criar material original inspirado nesse período. Entre os primeiros singles da banda, destacam-se “Right or Wrong“ e “Fly Away From This“, ambos do álbum de estreia ELECTRIC CHERRY (2021). Em 2022 a banda ficou entre os nove melhores grupos musicais selecionados em todo o território nacional, tendo recebido uma menção especial no The Rolling Stone Itália. Nesse mesmo ano, o quarteto chegou à fase final do festival Sanremo Rock, apresentando-se no icônico palco do Teatro Ariston, em Sanremo. O mais recente álbum da banda contou com a produção artística de Alessandro Forte, já conhecido por seu trabalho com Aiello, Galeffi e Scrima. “Anyway You Want” foi o pontapé inicial do projeto e foi disponibilizado pelo selo independente Pepperpot, com distribuição da ADA Music Italy. Assista abaixo ao clipe de “Anyway You Want” e a nossa playlist de Descobertas de Rock e Metal: LEIA TAMBÉM: Mindreaper impressiona com seu death metal melódico em “The God I Am”, confira Pedro Mauro Amante de metal, especialmente power metal e metal japonês. Apaixonado pela cultura japonesa, almeja estudar a língua e cultura do país, para além de querer divulgar a sua música. Tem como bandas de preferência Iron Maiden, Stratovarius, Versailles, Rhapsody of Fire e Deviloof – [email protected] Via: Wiki Metal

Scott Ian revela como o Anthrax entrou para o último show do Black Sabbath
Entrevistas
24/03/2025

Scott Ian revela como o Anthrax entrou para o último show do Black Sabbath

Em entrevista para a Guitar World, o co-fundador do Anthrax, Scott Ian, revelou os bastidores de como a banda foi escalada para integrar o line-up do último show histórico do Black Sabbath e Ozzy Osbourne, tudo graças a Tom Morello. Ian comentou que ouviu falar do evento através de Morello: “Eu respondi a mensagem dele e disse: ‘Cara, sim! Seja o que for, estou dentro’… Tom me respondeu que assim que tiver mais informações sobre a música e com quem vou tocar, me avisaria. Depois acrescentou: ‘Estamos só começando a organizar isso agora. A Sharon [Osbourne] me pediu para ser o diretor criativo e ajudar a montar tudo.’” E embora Ian inicialmente estivesse escalado para participar de uma jam com várias estrelas, ele ficou surpreso ao perceber que não eram apenas Ozzy Osbourne e Black Sabbath se apresentando, mas sim um line-up de peso com alguns dos maiores nomes do gênero. “Que tal colocar o Anthrax nesse show? Eu não sou o único fã do Sabbath na banda!” O guitarrista prossegue: “Alguns dias depois, ele me enviou uma lista com as pessoas envolvidas, e então vi que haviam outras bandas participando. Eu pensei: ‘Beleza’, porque eu não fazia ideia; achei que seriam apenas o Sabbath e o Ozzy, e um monte de escalações de estrelas. Vi outras bandas, mas nada de Anthrax, então eu disse: ‘Que tal colocar o Anthrax nisso? Eu não sou o único fã do Sabbath na banda!’ Tom disse: ‘Deixa eu te responder já…’ Literalmente, uns cinco minutos depois, ele voltou e falou: ‘Vocês estão dentro’”. Além do show do Anthrax, o guitarrista disse que irá fazer algumas participações no show do Black Sabbath : “Também estou em algumas outras músicas do Sabbath, em uma das escalações de estrelas das quais faço parte. Não faço ideia de como está funcionando a parte de produção. Vai ter, aparentemente, umas 200 coisas acontecendo antes do Sabbath subir ao palco, mas isso não é algo com que eu precise me preocupar. Eu só preciso saber as músicas.” LEIA TAMBÉM: Zakk Wylde revela informação importante sobre o show de reunião do Black Sabbath Gabriel Oliveira Apaixonado por música, especialmente metal e hardcore. Toco guitarra desde os 10 anos, sempre buscando evoluir e explorar novos sons. Também me interesso pelo mundo do desenvolvimento de software e de jogos, onde gosto de criar e experimentar novas ideias. Via: Wiki Metal

Hurricanes lança nova série em formato live session
Entrevistas
24/03/2025

Hurricanes lança nova série em formato live session

Notícias Hurricanes lançou sua nova série em live session. O formato consiste na gravação de vídeos em diferentes estúdios e shows ao vivo. O quarteto também fará parte do lineup do Best of Blues and Rock 2025, se apresentando em 14 de junho no festival, com Judith Hill e Deep Purple. A primeira faixa teve sua gravação no estúdio Space Blues, em São Paulo. Para a estreia, a banda escolheu “Over The Moon”, que é um dos destaques do último álbum Back to the Basement, lançado em setembro de 2024 pela ForMusic Records e que está disponível para venda na Wikimetal Store. Ao longo das próximas semanas, o Hurricanes disponibilizará mais vídeos em live session, com o foco em captar a energia do grupo em suas apresentações ao vivo. A banda foi fundada pelo guitarrista Leo Mayer e pelo vocalista Rodrigo Cezimbra em 2016, no sul do Brasil. Em 2018, mudaram-se para São Paulo, onde conheceram o baterista Guilherme Moraes e o baixista Henrique Cezarino. Para a gravação da live session, a formação contou ainda com Jimmy Pappon nos teclados e Julia Benford nos backing vocals. Assista abaixo o vídeo de “Over The Moon (Live Session)”: LEIA TAMBÉM: Entrevista Hurricanes: conheça a banda que resgata o estilo dos anos 1970 Vitor Melo Fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e agora redige matérias e resenhas sobre uma de suas maiores paixões, a música. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como suas referências Via: Wiki Metal

Festival ‘Março Maldito’ traz Sodom e devastação a São Paulo
Entrevistas
24/03/2025

Festival ‘Março Maldito’ traz Sodom e devastação a São Paulo

O festival Março Maldito proporcionou uma noite histórica para os headbangers paulistanos! Com ingressos esgotados há mais de um mês, o evento entregou uma maratona de peso extremo no Carioca Club, no último dia 21. O evento reuniu cinco grandes representantes do black, thrash e death metal, proporcionando uma sequência avassaladora de performances brutais. O line up trouxe The Black Spade (Brasil), Sacramentum (Suécia), Desaster (Alemanha), Bewitched (Suécia) e Sodom (Alemanha), oferecendo uma experiência sonora intensa e inesquecível. A abertura do festival Março Maldito Os brasileiros do The Black Spade tiveram a responsabilidade de abrir o festival e não decepcionaram. A banda mostrou uma sonoridade crua e agressiva, que imediatamente conquistou o público sedento por metal extremo. Com muita brutalidade e uma presença de palco intensa, a banda deu o pontapé inicial ao caos. Os suecos do Sacramentum, liderados por Nisse Karlén (vocais), trouxeram a essência do black/death metal melódico com seu setlist poderoso. Abrindo com “Burning Lust”, a banda mergulhou o Carioca Club em uma atmosfera sombria. Faixas como “Fog’s Kiss” e “Far Away From the Sun” foram recebidas com entusiasmo pelos fãs, que entoaram os riffs melancólicos com fervor. O encerramento com “Awaken Chaos” foi um verdadeiro espetáculo, com a banda entregando uma performance impecável e intensa. Desaster e Bewitched mantém a brutalidade A brutalidade do Desaster fez o Carioca Club tremer. Se o evento já estava pegando fogo, os alemães jogaram ainda mais gasolina. Com Sataniac (vocais), Infernal (guitarra), Odin (baixo) e Tormentor (bateria), os alemães despejaram seu black/thrash metal sem piedade, fazendo um dos shows mais empolgantes da noite, ficando atrás apenas do Sodom. “Satan’s Soldiers Syndicate” abriu o set de forma explosiva, e a banda não deu trégua com “Devil’s Sword” e “Learn to Love the Void”. O público, já completamente entregue, respondeu com rodas insanas durante “Teutonic Steel” e “Hellbangers”, que antecederam a clássica “Metalized Blood”, fechando o show com maestria. Era a vez dos suecos do Bewitched. Com Vargher (vocais/guitarra), Wrathyr (baixo), Hellfire (guitarra) e Znoid (bateria), a banda entregou uma performance visceral, começando com “Blood on the Altar” e “Night of the Sinner”. Apesar da entrega da banda, os fãs demoraram um pouco para se empolgar. O jogo começou a mudar com “Sabbath of Sin”, “Fucked by Fire” e “Cremation of the Cross”, destacando-se pelos riffs rápidos e a energia diabólica da banda. O encerramento com “Hard as Steel (Hot as Hell)” conseguiu conquistar o público e deixou uma boa impressão em sua estreia em São Paulo. A lenda viva Sodom para fechar o festival Março Maldito Encerrando a noite, o Sodom provou por que é uma lenda viva do thrash metal. Com uma introdução baixa e sem muito alarde, Tom Angelripper (baixo/vocais), Frank Blackfire (guitarra), Yorch (guitarra) e Toni Merkel (bateria) subiram ao palco para detonar “Shellfire Defense”, seguida pela agressividade de “Jabba the Hut” e “The Crippler”, mostrando que o tempo só os tornou mais brutais. Sem brincadeira, parece que o público ficou até meio atordoado com a devastação sonora que os alemães estavam promovendo. A clássica “Agent Orange” fez a casa vir abaixo, com fãs cantando cada palavra enquanto o mosh literalmente pegava fogo, com gente até com sinalizador no meio. Em meio ao apocalipse sonoro, a banda resgatou sons dos primórdios, como “Let’s Fight in the Darkness of Hell” e “Proselytism Real”, para deleite dos fãs, além de uma sequência avassaladora com “Sodomy and Lust”, “Blasphemer” e “Tired and Red”, mostrando que continuam tão consistentes quanto nas décadas passadas. Performance de palco impecável e conversa em português Em meio ao caos, muitas vezes o guitarrista Frank Blackfire vinha ao microfone para conversar em português com os fãs. Aliás, foi um dos pontos altos do show, que, além de uma performance de palco incrível, ainda se comunicava muito bem com o público. Para quem não sabe, Blackfire morou no Brasil durante alguns anos. E o que falar de Tom Angelripper? O cara continua mandando suas linhas insanas de baixo e cantando como nunca. O cover de “Leave Me in Hell”, do Venom, foi um presente para os fãs do metal old school. Aliás, esse som veio bem a calhar. Casa lotada, um calor absurdo e as rodas pareciam um pandemônio na Terra. Na parte final do show, “Outbreak of Evil”, “The Saw Is the Law” e “Remember the Fallen” não deixaram pedra sobre pedra. Para encerrar de maneira triunfal, o bis trouxe “Bombenhagel”, numa execução que definiu a apresentação como um rolo compressor desenfreado que atropelou quem ousou ficar pela frente, consolidando de vez o nome da banda entre os grandes do thrash metal mundial. O Março Maldito entregou um dos festivais mais intensos do ano. Com um lineup excelente e performances avassaladoras, o evento consagrou-se como uma celebração definitiva do metal extremo. O público, que esgotou os ingressos com antecedência, foi recompensado com uma experiência única, repleta de clássicos, brutalidade e devoção ao metal. Se este festival retornar em edições futuras, será um evento imperdível para os fãs do gênero. LEIA TAMBÉM: Atreyu estreia em São Paulo com show memorável Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: Wiki Metal

Tool surpreende ao transmitir show ao vivo pela primeira vez no Lollapalooza Argentina
Entrevistas
23/03/2025

Tool surpreende ao transmitir show ao vivo pela primeira vez no Lollapalooza Argentina

Poucas bandas cultivaram tanto mistério e controle sobre sua própria imagem quanto o Tool. Por isso, a decisão de permitir a transmissão ao vivo de sua apresentação no Lollapalooza Argentina 2025 pegou até os fãs mais fiéis de surpresa. Pela primeira vez em sua trajetória, o grupo que sempre rejeitou as lógicas tradicionais da indústria abriu uma brecha — cuidadosamente medida — para que o público global testemunhasse, em tempo real, a potência de sua performance ao vivo. Como não poderia deixar de ser, nada na transmissão foi ao acaso. O Tool dirigiu pessoalmente a cobertura visual do show, impondo uma estética deliberadamente distante: planos abertos, visão ampla do palco e da plateia, nenhuma aproximação dos músicos, nenhuma tentativa de capturar expressões ou gestos íntimos. O resultado foi uma experiência que manteve intacta a aura enigmática da banda, mesmo diante da exposição inédita. Mesmo na transmissão, o Tool segue decidindo sua estética A escolha ganha ainda mais peso quando se considera o histórico do grupo. Durante décadas, o Tool proibiu o uso de celulares em seus shows, desencorajou gravações e se manteve fora de plataformas digitais como Spotify e Apple Music por um bom tempo. Tudo em nome de uma experiência musical mais imersiva, íntegra e ritualística. Para muitos, assistir a um show da banda exigia presença física e entrega total. E, por isso mesmo, ver essa barreira suspensa, ao menos parcialmente, tornou o momento ainda mais simbólico. A transmissão foi, acima de tudo, um gesto calculado, e não uma rendição. A estética crua e distante dos enquadramentos reforçou que, mesmo ao se permitir visibilidade, o Tool continua decidindo os termos de como isso acontece. E talvez resida aí o verdadeiro significado do evento: mais do que a simples transmissão de show, foi uma reafirmação de que a banda pode evoluir sem abrir mão de seus princípios. O show completo já está disponível online. E embora as imagens não se aproximem dos músicos, o som — denso, hipnótico, preciso — carrega toda a força que transformou o Tool em uma das bandas mais respeitadas de sua geração. Resta saber se esse episódio será lembrado como uma exceção pontual ou como o primeiro passo de uma nova fase. De qualquer forma, o Tool continua a surpreender — e a conduzir sua trajetória à sua própria maneira. Texto por Rafael Andrade LEIA TAMBÉM: Lzzy Hale já deu fora em rapaz por ter dormido durante show do Tool Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Emily Armstrong fala sobre suas primeiras sessões de estúdio com o Linkin Park
Entrevistas
23/03/2025

Emily Armstrong fala sobre suas primeiras sessões de estúdio com o Linkin Park

Emily Armstrong, vocalista do Linkin Park, participou do episódio do programa Woman Who Make Q101 com Lauren O’Neil na Rádio Q101. A entrevista foi uma conversa interessante sobre toda a trajetória de Emily na música até a sua chegada ao Linkin Park. Durante a entrevista (via Blabbermouth), a cantora ressaltou o quanto foi surreal e quase mágico a conexão que tiveram desde o início: “Quando voltamos ao estúdio para escrever pela segunda vez, tudo começou a se encaixar de um jeito inesperado. Percebemos tantas semelhanças que antes não estavam claras. Era como se tudo estivesse se alinhando perfeitamente. Eu pensava: ‘Como nunca conheci essas pessoas antes?’, mas, de repente, tudo começou a fazer sentido. Estávamos no mesmo momento, buscando algo que finalmente encontramos juntos.” Para a vocalista, estes momentos foram cruciais para a química entre a banda, realmente acontecer. Foi quando perceberam que, tanto Emily Armstrong, quanto o Linkin Park estavam procurando por isso: “Encontramos tantas semelhanças que isso simplesmente começou a nos aproximar cada vez mais. Foi tipo, ‘Ok, é isso’”. Estes momentos fizeram com que Emily fosse a resposta perfeita para aquilo que o Linkin Park estava procurando e o match foi instantâneo. Uma explosão de música boa junto com seu carisma e entrega de vocais ao lado de Mike Shinoda, possuidor de energia e carisma incríveis. A banda volta ao Brasil para mais quatro shows memoráveis em novembro e está prestes a lançar a nova música “Up From The Bottom” no dia 27 de março. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons opina sobre o Linkin Park e Emily Armstrong Laila Blask Estudante de Jornalismo, apaixonada por música e viagens. Acredita que música é energia, emoção e uma parte essencial de sua jornada profissional e pessoal. Via: Wiki Metal

Fredrik Åkesson, guitarrista do Opeth, revela detalhes sobre seu projeto solo
Entrevistas
23/03/2025

Fredrik Åkesson, guitarrista do Opeth, revela detalhes sobre seu projeto solo

Em entrevista recente ao site britânico GuitarGuitar, Fredrik Åkesson, guitarrista da lendária banda sueca de metal progressivo Opeth, falou sobre os planos para seu primeiro álbum solo. Questionado sobre o andamento do projeto, ele afirmou: “Estou no meio do processo. Duas faixas já estão mixadas e finalizadas, ambas instrumentais. Uma terceira está pronta, mas aguardo a gravação de um vocalista especial. Quando houver uma pausa nos compromissos com o Opeth, vou focar em finalizar as seis músicas restantes. Tenho muitas ideias guardadas, só preciso desenvolvê-las.” Åkesson destacou que conciliar a carreira solo com outras atividades tem sido desafiador: “Além do Opeth, participei de gravações recentes do Ghost e faço sessões com outros artistas. Mas o disco solo vai sair — é uma questão de tempo.” Sobre as colaborações, ele revelou: “A terceira música terá a participação de Biff Byford, vocalista do Saxon. Nos tornamos amigos depois que toquei em seu álbum solo, e ele topou colaborar. Já comentei isso antes, então acho seguro confirmar agora. Ele deve me zoar, dizendo algo como ‘garoto viking bobinho’, mas adorou a faixa.” Fredrik Åkesson e suas influências Nascido em Estocolmo em 1972, Åkesson começou a tocar guitarra aos 10 anos, inspirado por ícones como Yngwie Malmsteen, Gary Moore e Michael Schenker. Antes de ingressar no Opeth em 2007, passou por bandas como Talisman, Arch Enemy (como substituto temporário) e Tiamat, consolidando-se como um dos nomes mais técnicos do metal escandinavo. Com o Opeth, ele já lançou seis álbuns, incluindo o mais recente, The Last Will And Testament (2024). Seu projeto solo, ainda sem título, promete explorar sonoridades distintas, mesclando complexidade técnica e atmosferas experimentais. Opeth no Monsters of Rock Opeth está confirmada para o Monsters of Rock 2025, um dos festivais mais aguardados pelos fãs de rock e metal do Brasil. A apresentação marca o retorno da banda ao país após alguns anos, desta vez para apresentar músicas de seu mais recente álbum, The Last Will And Testament (2024), além de clássicos de sua discografia. LEIA TAMBÉM: 30 anos de Monsters of Rock: Relembre as edições anteriores do festival | Wikimetal Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde morei — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Atreyu estreia em São Paulo com show memorável
Entrevistas
22/03/2025

Atreyu estreia em São Paulo com show memorável

A noite de São Paulo foi incendiada pelo show do Atreyu em sua aguardada estreia no Brasil. A banda californiana, que mistura metalcore com elementos melódicos, fez um show memorável no Carioca Club, no último dia 20. Com uma energia contagiante e momentos especiais que aproximaram ainda mais os fãs da banda, a performance reafirmou porque o Atreyu continua sendo um dos nomes mais relevantes do metalcore. A formação atual da banda conta com Brandon Saller (vocal), Dan Jacobs (guitarra solo), Travis Miguel (guitarra base), Porter McKnight (baixo) e Kyle Rosa (bateria). A sintonia entre os músicos foi evidente desde a abertura com “Drowning”, faixa intensa que imediatamente colocou a plateia para cantar junto. Em seguida, “Becoming the Bull” elevou ainda mais a empolgação, com seu refrão poderoso ecoando pelo Carioca Club. Show de estreia do Atreyu com agradecimentos em português Um dos momentos mais nostálgicos veio com “Right Side of the Bed”, um clássico do álbum The Curse (2004), que fez os fãs voltarem no tempo. Antes de “Save Us”, Travis foi ao microfone para agradecer o carinho dos fãs e dizer que era a primeira vez da banda no Brasil. O detalhe foi que ele falou tudo em português e isso levou os fãs à loucura. A faixa trouxe riffs poderosos, melodia e um groove marcante que não deixou ninguém parado, preparando o terreno para “The Time Is Now”, em que Brandon desceu do palco para cantar no meio do público, criando uma conexão especial com os fãs. “When Two Are One” e “(I)” mantiveram a energia alta, com todos os elementos que consagraram o Atreyu. Os fãs estavam tão ensandecidos que o vocalista Brandon fez questão de enfatizar que aquele estava sendo o melhor show da turnê. Troca de instrumentos mostra versatilidade A banda também explorou sua versatilidade ao trazer a brutalidade de “Bleeding Mascara” com uma configuração inusitada: Porter assumiu os vocais, Brandon voltou para a bateria e Kyle tocou o baixo. A mudança de papéis trouxe uma nova perspectiva para a música e mostrou a habilidade multifacetada dos integrantes. Na pista, uma bela roda se formou para retribuir o momento. Não foi diferente em “Ex’s and Oh’s” e “Gone”, que seguiram no set, mantendo a intensidade e a interação calorosa com os fãs. Os americanos pareciam não acreditar no que estavam presenciando. O coro de “Ex’s and Oh’s” foi tão alto que pediram para os fãs repetirem ao final da música. Depois de tudo isso, chegaram a pedir desculpas por demorarem tanto tempo para vir ao Brasil. Um dos pontos altos da noite foi a emocionante homenagem ao Audioslave, com uma versão acústica de “Like a Stone”, demonstrando o respeito da banda por uma das maiores vozes do rock, Chris Cornell. A emoção tomou conta, e o Carioca Club se transformou em um grande karaokê. Entretanto, o show não foi apenas sobre música: em um momento descontraído, a banda surpreendeu ao chamar uma fã ao palco para cantar “Parabéns pra Você” em português, celebrando o aniversário da jovem e arrancando aplausos calorosos da plateia. Reta final do show do Atreyu leva o público ao êxtase A reta final do show foi uma verdadeira sequência de clássicos, com “Battle Drums”, “Falling Down” e “The Crimson” levando a plateia ao êxtase. O ápice veio com uma improvisação surpreendente: Travis puxou o tradicional “Olê, olê, olê” na guitarra, e o público entrou na onda. Por fim, a banda toda embarcou na brincadeira e começou a tocar junto, culminando em uma interação única entre banda e público. Esse momento espontâneo reforçou o clima maravilhoso do show e a química entre grupo e plateia, tornando a apresentação ainda mais memorável. “Blow” encerrou a primeira parte do set de forma explosiva, antes do aguardado bis com “Lip Gloss and Black”, clássico que finalizou a noite com chave de ouro. O público cantou cada palavra, celebrando não apenas a música, mas a experiência compartilhada de uma noite incrível. O Atreyu deixou São Paulo com a sensação de que, mais do que uma banda, é uma família que se estende a todos os fãs. Foi uma noite que provou sua força no palco e a lealdade de seus admiradores brasileiros. Com um setlist que percorreu diversas fases da carreira, além de momentos emocionantes e interações inesquecíveis, o Atreyu entregou um show incrível e prometeu não cometer o erro de demorar tanto tempo para retomar. Só nos resta aguardar! Confira as imagens da nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti: Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (1) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (2) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (3) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (4) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (5) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (6) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (7) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (8) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (9) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (10) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (11) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (12) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (13) Atreyu em São Paulo 2025. Créditos Marcela Lorenzetti (14) LEIA TAMBÉM: Atreyu e Iron Maiden: “Um dos shows mais difíceis que já tivemos que fazer” Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: Wiki Metal