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“A maioria das bandas quer ser os Beatles, mas o KISS queria ser a Coca-Cola”, diz escritor
Entrevistas
21/11/2025

“A maioria das bandas quer ser os Beatles, mas o KISS queria ser a Coca-Cola”, diz escritor

Alguns anos atrás, os escritores J.M. Blaine e Chuck Klosterman concederam uma entrevista ao The Nervous Breakdown para falar sobre o carinho que têm pelo KISS, sobre como a banda mais quente do mundo afetou as suas vidas e os deslizes de Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss. Sobre os motivos que levaram à dissolução da formação original, Blaine disse: “Primeiro, Beth, do baterista Peter Criss, foi o único sucesso número um da banda. Segundo, Ace Frehley superou Paul e Gene com seu álbum solo [todos os quatro membros da banda lançaram álbuns solo no mesmo dia, em 1978]. Nem se compara. Quando você dá poder ao azarão, coisas boas podem acontecer se o ego do líder estiver seguro. Se o azarão tiver apoio e incentivo com limites saudáveis, a equipe como um todo pode alcançar novos patamares porque todos estão no seu melhor”. “Teoricamente, Dynasty, de 1979, deveria ter sido o lançamento mais forte do KISS. ​​Mas não foi. Na minha opinião, eu acho que Paul e Gene não souberam lidar com a humildade e, aparentemente, Peter e Ace não souberam lidar com o sucesso”, acrescentou Blaine. Klosterman analisou a banda sob um viés mais mercadológico e falou: “Se formos falar objetivamente, acho que a decadência do KISS foi a concretização de seus objetivos. A maioria das bandas quer ser os Beatles, mas o KISS queria ser a Coca-Cola. No início da carreira, os álbuns de estúdio não vendiam, mas eles se apresentavam como extremamente bem-sucedidos. Então, a realidade bateu à porta. Eles ficaram obcecados em manter sua fatia de mercado e muito atentos ao que mais estava acontecendo na música. Seja a disco music ou… não sei como descrever o Unmasked. É alguma espécie de precursor da música synth dos anos 80? Então, eles começaram a compensar demais para serem tão bem-sucedidos quanto sempre afirmaram. Isso acabou trazendo muitos malefícios ao grupo”. Seja como for, o KISS se consagrou como um dos maiores nomes da história do rock n’ roll. O conjunto vendeu mais de cem milhões de discos ao redor do mundo e influenciou muitas gerações de músicos ao longo das décadas. O KISS fez seu derradeiro show no dia 02 de dezembro de 2023 no Madison Square Garden em Nova Iorque, Estados Unidos. Foi o encerramento da End of the Road Tour, que inclusive passou pelo Brasil em 2022 e 2023. Via: RockBizz

Andy Bell, voz do Erasure, volta ao Brasil em janeiro de 2026
Entrevistas
20/11/2025

Andy Bell, voz do Erasure, volta ao Brasil em janeiro de 2026

A voz marcante, o carisma singular e a presença magnética de Andy Bell, lendário vocalista do Erasure, chegam ao Brasil em janeiro de 2026 com uma turnê especial e inédita. Reconhecido como um dos maiores nomes do synthpop mundial, Andy desembarca para cinco apresentações exclusivas que celebram sua trajetória solo, seus clássicos eternizados ao lado de Vince Clarke e a nova fase artística marcada pelo sucesso do álbum Ten Crowns, lançado em 2025 e aclamado pela crítica internacional. Com mais de 20 milhões de discos vendidos, 17 singles no Top 10 britânico e uma carreira que atravessa gerações, Andy Bell consolidou-se como uma das vozes mais influentes do pop, além de uma inspiração global para a comunidade LGBTQ+. Seu talento multifacetado se estende da música ao teatro, passando por aclamadas performances nos espetáculos Torsten The Bareback Saint e Torsten The Beautiful Libertine, além de colaborações com grandes artistas como Jake Shears, Claudia Brücken, Perry Farrell e Dave Audé – união que rendeu dois #1 na Billboard Dance. A turnê brasileira de 2026 marca um reencontro emocionante entre Andy Bell e os fãs do país, prometendo noites de intensa nostalgia, celebração e muita energia. No repertório, o artista relembra seus grandes momentos com o Erasure, revisita hinos que marcaram as pistas dos anos 80 e 90, apresenta sucessos de sua carreira solo e incorpora faixas de Ten Crowns, que alcançou o topo das paradas independentes e digitais do Reino Unido. Em cada cidade, o público será conduzido a uma experiência sensorial e afetiva, marcada por luzes vibrantes, vocais impecáveis e a entrega absoluta que transformou Andy Bell em ícone internacional. Uma oportunidade rara de testemunhar ao vivo uma das vozes mais reconhecíveis e amadas do pop eletrônico mundial. Confira todas as datas abaixo: 19 de janeiro de 2026 (segunda-feira) – Rio de JaneiroLocal: Qualistage – Via Parque ShoppingEndereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJSite: https://qualistage.com.br/ 21 de janeiro de 2026 (quarta-feira) – Porto AlegreLocal: Auditório Araújo ViannaEndereço: Parque Farroupilha, 685 – Porto Alegre – RS – 90035-191Site: https://araujoviannaoficial.com.br/ 22 de janeiro de 2026 (quinta-feira) – CuritibaLocal: Teatro PositivoEndereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – CEP 81280-330 – Curitiba – PRSite: https://upx.art.br/ 23 de janeiro de 2026 (sexta-feira) – Belo HorizonteLocal: BEFLY HallEndereço: Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi – 30330-000 – Belo Horizonte – MGSite: https://www.beflyhall.com.br/ 24 de janeiro de 2026 (sábado) – São PauloLocal: Suhai Music Hall – Shopping SP MarketEndereço: Av. das Nações Unidas, 22.540 – Jurubatuba – São Paulo – SP – 04795-000Site: https://suhaimusichall.com.br/ Via: RockBizz

Saiba quais padrões musicais e ritmos causam calafrios nos ouvintes, segundo a ciência
Entrevistas
19/11/2025

Saiba quais padrões musicais e ritmos causam calafrios nos ouvintes, segundo a ciência

De acordo com a apuração do Dr. Jacob Jolij, da Universidade de Groningen, que fica na Holanda, alguns padrões musicais e ritmos causam calafrios e expressivo aumento da frequência cardíaca nos ouvintes. Jacob apontou o ritmo como o elemento essencial para o prazer dos ouvintes. Uma música pop geralmente tem cerca de 118 batidas por minuto, enquanto uma música animada tem uma média de 140 a 150 bpm. O segundo elemento do prazer cerebral na música é um padrão claro em uma tonalidade maior, a qual inspira um clima mais alegre e brilhante. No entanto, o padrão geral que Jolij descobriu evoca diferentes estados emocionais, mas passam por reações como vontade de pular e dançar, se sentir produtivo e mais tranquilo. Cientistas do Instituto e Hospital Neurológico de Montreal e da Universidade McGill descobriram que a reação física ao prazer musical libera dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, a qual interage com as áreas do cérebro responsáveis ​​pela recompensa. Com isso, calafrios, aumento da frequência cardíaca e arrepios são alguns exemplos de reações corporais que experimentamos quando a música se encaixa em tal fórmula. Neurocientistas da McGill também concluíram que podemos até mesmo experimentar essas reações na expectativa de ouvir músicas emocionantes. Via: RockBizz

10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Treze Black, Black Halo e mais
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19/11/2025

10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Treze Black, Black Halo e mais

Listas Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify! Para quem gosta de: Rock Nacional “Submerso” – Treze BlackPaís: Brasil “Somos Iguais” – Cadu PereiraPaís: Brasil Para quem gosta de: Metalcore “Betrayal” – Killed By SorrowPaís: Canadá “Awakening” – Eva Under FirePaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Death Metal “Pazuzu” – Bid ZogoPaís: Itália Para quem gosta de: Metal Progressivo “Digital World” – LiverumPáis: Noruega Para quem gosta de: Death metal progressivo “The World” – Skovblod País: Dinamarca Para quem gosta de: Heavy Metal “Two Lights Becon” – Black HaloPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Black Metal “Reign Disease” – AegrorPaís: Alemanha Para quem gosta de: Metal Sinfônico “(Don’t) Tell the Bees” – Bastion’s WakePaís: Estados Unidos LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Megadeth, SILVER, The Devil Wears Prada e mais Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Samuel Rosa lança Palma da Mão, terceira faixa do projeto Rosa Sessions
Entrevistas
19/11/2025

Samuel Rosa lança Palma da Mão, terceira faixa do projeto Rosa Sessions

O mineiro Samuel Rosa lançou Palma da Mão, terceira faixa do projeto Rosa Sessions. A canção tem a participação da cantora e compositora Joyce Alane. O clipe teve a sua gravação no belo estúdio Sonastério, em Minas Gerais. Veja: Palma da Mão teve inspiração no início do relacionamento de Samuel com a jornalista Laura Sarkovas, mãe de suas duas filhas atualmente, quando ela morava em São Paulo e ele em Belo Horizonte, além da distância imposta pelas viagens do músico em turnê. Ao longo da carreira, Samuel Rosa nunca se privou de tabelar com artistas de diferentes vertentes e gerações. “Eu sempre fui interessado em saber o que estava acontecendo na música, tanto no que diz respeito ao geracional, quanto ao que despontava na cena em outros lugares”, contou. “Recife, pra mim, sempre teve uma importância muito grande, desde Quinteto Violado e Alceu Valença, passando por Chico Science e Mundo Livre. E agora, me apresentaram Joyce Alane, uma menina incrível, supertalentosa”. Para o artista, a participação de Joyce Alane atendeu a duas demandas importantes para o projeto. “Queríamos alguém da novíssima cena e, claro, extremamente talentosa. A música ganhou demais em vibração, delicadeza, sensibilidade e com o talento vocal dela”. Joyce Alane contou um pouco sobre o convite e a emoção de participar do Rosa Sessions. “É uma honra participar desse projeto tão bonito com esse artista gigante que é Samuel Rosa. Ainda tive o presente de participar de uma música que pra mim é uma das mais bonitas do álbum”, conta. “O Sonastério é um lugar mágico e estar com Samuel ali foi incrível”. O Rosa Sessions é um projeto especial que traz gravações audiovisuais das dez canções do Rosa, primeiro álbum solo de Samuel Rosa. As imagens foram gravadas no estúdio Sonastério, com as montanhas de Minas Gerais como cenário, e três das faixas chegam como uma participação especial. A primeira delas Não Tenha Dó saiu em agosto e contou com a participação de Seu Jorge. A segunda, saiu em outubro e teve Duda Beat como convidada. Via: RockBizz

Bad Omens lança single “Left For Good” marcando a evolução do metal moderno
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19/11/2025

Bad Omens lança single “Left For Good” marcando a evolução do metal moderno

Notícias Bad Omens lançou nesta quarta-feira, 19, o novo single “Left For Good”. O single chega acompanhado de um videoclipe sombrio e hipnotizante. Dirigido por Noah Sebastian e Nico, quarta colaboração entre ambos, o vídeo estabelece o cenário para o novo capítulo da evolução do Bad Omens. Marcando o quarto lançamento da banda este ano, o single é uma impressionante continuação de sua evolução como uma das forças mais inovadoras do rock moderno. O novo lançamento consolida o retorno da banda após o aguardado single “Specter”, que estreou em 1º na Billboard Hot Hard Rock Songs Chart. Além de liderar os rankings de Rock, Hard Rock e Alternative Digital Song Sales. A sequência, “Impose”, leva o grupo a novos territórios sonoros ousados, expandindo sua estética sem perder a intensidade que lhes rendeu uma base de fãs dedicada ao redor do mundo. Bad Omens vive uma fase explosiva após o enorme sucesso de seu terceiro álbum de estúdio, The Death of Peace of Mind (2022). Descrito pela Revolver como “uma fusão impressionante de pop sombrio à la The Weeknd com metalcore industrializado”, o projeto já ultrapassa 1,8 bilhão de streams. Já o catálogo total da banda somando mais de 2,7 bilhões de streams. O álbum é certificado Gold pela RIAA. O grupo se apresentou no dia 20 de novembro no Knotfest 2024, em São Paulo. Confira aqui como foi o show. LEIA TAMBÉM: Linkin Park inicia turnê na América Latina com Poppy cantando “One Step Closer” Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Freddie Mercury (Queen) é homenageado com coleção de moedas no Reino Unido
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18/11/2025

Freddie Mercury (Queen) é homenageado com coleção de moedas no Reino Unido

Freddie Mercury, saudoso líder do Queen, está sendo homenageado com uma coleção de moedas pela Royal Mint, fabricante de moedas do Reino Unido. A moeda captura o cantor em plena performance, no auge de sua carreira, com sua assinatura inscrita ao lado de seu retrato. Os detalhes do design contam a história do talento extraordinário de Mercury por meio de elementos cuidadosamente elaborados. A borda, com detalhes cravejados, teve inspiração em seu icônico figurino da apresentação no Live Aid, uma homenagem apropriada àquela que muitos consideram a maior performance de rock de todos os tempos. Algumas moedas também serão coloridas, dando vida à icônica jaqueta amarela de Freddie e capturando a energia vibrante que o tornou uma presença de palco tão magnética. A coleção estará disponível no dia 18 de novembro com preços a partir de £18,50 (aproximadamente R$ 129,00). Mais informações em www.royalmint.com. Via: RockBizz

Andreas Kisser joga a real sobre a presença dos Cavalera no último show do Sepultura: “vamos convidar, mas não vou forçar ninguém a vir”
Entrevistas
18/11/2025

Andreas Kisser joga a real sobre a presença dos Cavalera no último show do Sepultura: “vamos convidar, mas não vou forçar ninguém a vir”

Recentemente, o apresentador e ex-VJ da MTV Brasil, Gastão Moreira, bateu um amistoso papo com o líder e guitarrista do Sepultura. O conteúdo saiu nesta semana pelo canal KazaGastão no YouTube. O músico falou sobre o atual momento da banda, sua vida pessoal e projetos que tem na mesa em paralelo ao conjunto. Na conversa, Kisser jogou a real sobre a presença dos Cavalera no último show do Sepultura, que tem previsão de acontecer no final de 2026. Com muita tranquilidade, Andreas respondeu o seguinte: “Eu sempre falei e não é segredo pra ninguém, vamos convidar a galera para participar, entre eles os Cavalera. Faz todo sentido a gente ter uma festa assim, mas eles veem se quiserem. Não vou forçar ninguém a vir”. Ele continuou: “Vamos fazer o convite! É cinquenta por cento sim e cinquenta por cento não. E quem quiser estar na festa, vai estar. Isso é o mais importante. A gente não pode forçar uma situação”. “Eu acho que o Sepultura sempre foi uma banda que soube trabalhar com os elementos que estão na mesa, no presente, sem ficar olhando o leite derramado”, pontuou. “Olhamos o futuro de frente e aceitamos as mudanças que são todos os dias. Todo dia a gente faz um Sepultura novo”. Eis o bate-papo na íntegra no player logo abaixo: E por falar em Sepultura, os próximos compromissos ao vivo do grupo serão apenas em 2026, até o momento. A banda já tem datas marcadas na Europa, com direito a show no Wacken Open Air e em outros grandes festivais de verão. Saiba o itinerário da banda aqui. Via: RockBizz

Gimme fuel, gimme fire: Metallica fará o clima esquentar no GP Abu Dhabi de Fórmula 1
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18/11/2025

Gimme fuel, gimme fire: Metallica fará o clima esquentar no GP Abu Dhabi de Fórmula 1

Gimme fuel, gimme fire! Esta é a pegada do Metallica, que fará o clima esquentar no GP Abu Dhabi de Fórmula 1. A apresentação acontecerá no dia 06 de dezembro na Ilha Yas, após o treino de classificação – na noite anterior à corrida. O show será exclusivo para o público que tiver ingressos para a corrida de domingo. Além do thrash metal do Metallica, o final de semana da Fórmula 1 ainda terá espetáculos de Katy Perry, Post Malone e Benson Boone. Levar grandes nomes da música mundial às corridas como Foo Fighters, The Smashing Pumpkins, Elton John, Muse, Eminem, Maroon 5 e Linkin Park reforça a estratégia da Liberty Media, empresa detentora dos direitos da F1, de transformar cada GP em um evento de entretenimento de larga escala, cuja intenção é agregar ainda mais valor à experiência do público e, claro, gerar mais grana aos donos da festa. Para quem curte automobilismo e apresentações musicais ao vivo, a Fórmula 1 se tornou o destino mais do que certo, visto que une o melhor dos dois universos. Via: RockBizz

Scorpions não é uma banda política, segundo Klaus Meine
Entrevistas
18/11/2025

Scorpions não é uma banda política, segundo Klaus Meine

Klaus Meine, vocalista do Scorpions, falou sobre sua decisão de alterar a letra da clássica “Wind Of Change”, mas ressaltou que Scorpions não é uma banda política. “Wind Of Change” é uma música anti-guerra que a banda de rock alemã lançou após se apresentar no Moscow Music Peace Festival, em 1989. Porém, a banda alterou a letra, que agora diz: “Agora ouça meu coração / Ele diz Ucrânia / Esperando o vento mudar”. A estreia da nova letra aconteceu em março de 2022, no show de abertura da turnê Sin City Nights no Zappos Theater do Planet Hollywood Resort & Casino em Las Vegas. Em entrevista à 89 Rádio Rock, Klaus Meine falou sobre a faixa [transcrição via Blabbermouth]: “Bem, basicamente não somos uma banda política, mas o Scorpions sempre foi uma banda que constrói pontes entre culturas, entre países. E talvez seja porque crescemos à sombra do Muro de Berlim, crescemos em tempos de Guerra Fria. Sempre quisemos unir as pessoas com a música de uma forma pacífica. Então, sim, eu mudei a letra há alguns anos, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, e a transformei em uma declaração, em um ato de solidariedade com a Ucrânia.” Em 2015, o guitarrista Rudolf Schenker, falou sobre a inspiração para a versão original de “Wind Of Change”: “Queríamos mostrar ao público na Rússia que uma nova geração de alemães está surgindo. Eles não estão vindo com tanques e armas para fazer guerra — eles estão vindo com guitarras e rock ‘n’ roll e trazendo amor!” LEIA TAMBÉM: Scorpions: Assista ao primeiro trailer da cinebiografia ‘Wind of Change’ Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Monsters Of Rock Brasil 2026 terá o reforço do hard rock do Extreme
Entrevistas
18/11/2025

Monsters Of Rock Brasil 2026 terá o reforço do hard rock do Extreme

Monsters Of Rock Brasil 2026 terá o reforço do hard rock do Extreme! O veterano grupo de Boston é conhecido por unir virtuosismo, energia e composições marcantes. A nona edição do festival acontecerá no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações em uma grande celebração do rock. Os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Após revelar Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd e Halestorm, o anúncio do Extreme reforça a diversidade e a força do lineup do Monsters of Rock, que combina ícones consagrados e artistas que representam a renovação do gênero. Com mais de 10 milhões de álbuns vendidos, uma carreira que atravessa décadas e apresentações marcadas por intensidade e excelência musical, o Extreme levará ao festival um repertório repleto de clássicos e a energia que consolidou o quarteto como referência mundial. O público pode esperar uma performance incendiária, liderada pela voz marcante de Gary Cherone e pela guitarra inconfundível de Nuno Bettencourt, um virtuoso de sua geração – e que recentemente foi uma das peças fundamentais da super banda que se apresentou no show de despedida de Ozzy Osbourne, reforçando ainda mais seu prestígio e relevância na cena do rock. Extreme Com uma carreira que atravessa décadas, o multi-platina e inovadores do hard rock Extreme permanecem como uma das bandas mais dinâmicas e musicalmente ousadas surgidas no final dos anos 80 e início dos anos 90. Misturando riffs incendiários, vocais poderosos e composições que desafiam gêneros, o Extreme já vendeu mais de 10 milhões de álbuns no mundo todo, construiu uma base de fãs global e entregou algumas das músicas mais icônicas do rock de sua geração. Formada em Boston, a banda – Gary Cherone (vocais), Nuno Bettencourt (guitarras), Pat Badger (baixo) e Kevin Figueiredo (bateria) – conquistou o estrelato com o álbum de 1990, Pornograffitti, uma verdadeira aula de fusão entre funk e metal. O disco gerou o hit nº 1 da Billboard Hot 100, More Than Words, além de clássicos do rock como Hole Hearted e Decadence Dance. O sucesso continuou com III Sides to Every Story, amplamente considerado um dos álbuns de rock mais ambiciosos e sofisticados de sua década, seguido pelo mais pesado e aclamado Waiting for the Punchline. O Extreme voltou com força com Saudades de Rock, de 2008, e em 2023 lançou um dos álbuns de retorno mais celebrados do hard rock, Six, recebendo elogios por sua musicalidade e potência contemporânea. No palco, o grupo segue sendo uma força da natureza. Seus shows combinam virtuosismo, energia e um poder vocal que poucas bandas de rock conseguem igualar, garantindo à banda posições de destaque nos EUA, Europa, Japão, América do Sul e além. Com uma trajetória marcada por inovação, sucessos nas paradas e musicalidade inegável, o Extreme permanece como uma das bandas mais duradouras e queridas do rock. Os caras seguem rompendo barreiras, elevando o nível e ainda tocando cada show como se suas vidas dependessem disso. Via: RockBizz

Running Wild: Novo álbum será lançado no meio do ano de 2026
Entrevistas
17/11/2025

Running Wild: Novo álbum será lançado no meio do ano de 2026

Notícias Running Wild, íconica banda alemã, está trabalhando no sucesso de Blood On Blood, de 2021. O novo álbum, com lançamento previsto para o verão de 2026. Rolf “Rock N’ Rolf” Kasparek, líder da banda, postou nesta segunda-feira, 17, um comunicado nas redes sociais do Running Wild: “Queridos fãs, faz um bom tempo que vocês não têm notícias sobre o desenvolvimento do novo álbum de estúdio. No início deste ano, tive que preparar tudo para os festivais de verão em que tocamos em junho, julho e agosto. Surgiram alguns problemas imprevistos que precisaram ser resolvidos. Depois, fizemos os 5 festivais de verão com sucesso e, após o término deles, fiquei doente e contraí Covid-19. Tudo isso atrasou a finalização do novo álbum. Mas, desde o final de setembro, consegui voltar a trabalhar nas músicas e espero que tudo esteja pronto antes do Natal e que as gravações em si possam começar em janeiro. O objetivo é lançar o álbum antes do nosso show no Wacken Open Air no próximo verão. Sei que todos vocês estão esperando por novas músicas e posso garantir que a espera valerá a pena. Voltarei com novidades concretas antes do final do ano. Até lá, içem as velas… uma tempestade está chegando!” LEIA TAMBÉM: Running Wild é o show mais desejado no Brasil, segundo enquete Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Dogma: Promotora adia turnê após denúncias de ex-integrantes
Entrevistas
17/11/2025

Dogma: Promotora adia turnê após denúncias de ex-integrantes

O drama envolvendo a banda Dogma e sua equipe de empresários acaba de ganhar um novo e grave capítulo, impactando diretamente os palcos. A Hardline Media, promotora responsável pela turnê australiana da banda, anunciou oficialmente o adiamento dos shows, que deveriam começar no próximo dia 26 de novembro, em Adelaide. Esta decisão drástica é um resultado direto da polêmica que explodiu recentemente. As agora ex-integrantes Grace Jane Pasturini (Lilith), Amber Maldonado (Lamia) e Patri Grief (Rusalka) acusaram publicamente a gestão da banda de “manipulação” e “maus-tratos”, entre outras denúncias graves. Logo após as acusações, a gestão substituiu as três musicistas. Agora, em vez de prosseguir com a nova formação, a Hardline Media divulgou um comunicado se posicionando sobre a crise. A nota deixa claro que a promotora hesita em seguir com o evento diante das circunstâncias. O comunicado diz: “Queridos fãs da Dogma, Devido à situação atual que se desenrola, estamos adiando os shows australianos por enquanto. Nós só queremos promover a banda que nós, e vocês, pensávamos que estávamos recebendo. Faremos tudo o que pudermos para que isso aconteça. Mas isso levará um pouco de tempo. Por favor, guardem seus ingressos por enquanto, enquanto tentamos resolver isso para vocês. Se não conseguirmos fazer isso acontecer, os reembolsos serão processados — mas precisamos do seu apoio para que isso aconteça. Uma ótima maneira de mostrar seu apoio é segurando seu ingresso, o que nos permitirá navegar para um resultado positivo onde vocês, os fãs, recebam pelo que pagaram. Com respeito, Hardline Media” LEIA TAMBÉM: Dogma emite nota oficial após saída de três integrantes Lucas Falcão Sou paranaense, amante do rock’n roll e heavy metal desde a adolescência, frequentador de shows e festivais relacionados à cena do metal, sem preconceito com estilo ou vertente, estou sempre aberto a experiências, adoro ler e escrever sobre esse universo ao qual sou apaixonado que é o heavy metal! Via: Wiki Metal

In Flames trará o seu death metal escandinavo ao Bangers Open Air 2026
Entrevistas
16/11/2025

In Flames trará o seu death metal escandinavo ao Bangers Open Air 2026

O sueco In Flames trará o seu death metal escandinavo ao Bangers Open Air 2026. O festival vai rolar nos dias 25 e 26 de abril no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo. E vale destacar que será a quarta edição do BOA. O In Flames, que tem em sua liderança o vocalista Anders Fridén e o guitarrista Björn Gelotte, já colocou no mercado catorze trabalhos de estúdio. O mais recente é o Foregone, que saiu em fevereiro de 2023 pela Nuclear Blast. Além do In Flames, o evento terá apresentações de muita gente da pesada como Black Label Society, Within Temptation, Nevermore, Primal Fear, Onslaught, Feuerschwanz, Eluveitie, Tankard, Crazy Lixx, Korzus, Crypta, Project46 e muitos outros nomes do rock e metal. Os ingressos para o Bangers Open Air 2026 estão à venda através do Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis no site oficial da plataforma de venda ou nas redes sociais oficiais do festival. Via: RockBizz

“Brasil é um dos piores países do mundo para se morrer”, diz Andreas Kisser (Sepultura)
Entrevistas
16/11/2025

“Brasil é um dos piores países do mundo para se morrer”, diz Andreas Kisser (Sepultura)

Um dos eventos mais emocionantes e especiais do calendário musical brasileiro chega à sua quarta edição em 2025. O Patfest, festival que nasceu da união entre música, solidariedade e amor, acontecerá no dia 26 de novembro, na Audio, São Paulo. A festa reunirá artistas de diferentes estilos e gerações em uma noite de homenagens, encontros únicos e apresentações inesquecíveis. Idealizado por Andreas, Giulia, Yohan e Enzo Kisser, o evento é uma forma de tributo à memória de Patrícia Kisser, que faleceu em 2022, em decorrência de um câncer de cólon. Desde sua primeira edição, ele se tornou um símbolo de celebração à vida e respeito, conquistando público e artistas pela emoção que transmite a cada apresentação. Andreas foi uma das atrações do Altas Horas no último sábado, 15. No programa, o músico falou sobre o festival e foi categórico ao expor que a sociedade brasileira lida mal com a morte. Ele, inclusive, ressaltou que o Brasil é um dos piores países do mundo para se morrer. “É o quarto ano que a gente está promovendo esse festival, Patfest”, começou Kisser. “Eu comecei o projeto junto com a minha família. É em homenagem a minha saudosa esposa, Patrícia, que faleceu de câncer em 2022”. O artista continuou explicando o teor do festival: “Ele tem a ver com todo o processo que passei, das dúvidas, da falta de preparo como cidadão brasileiro de encarar uma situação como essa de hospitais, médicos e todo o resto. Brasil é um dos piores países do mundo para se morrer. Então, eu vi que a gente tem possibilidade de melhorar, de amenizar certas situações, de se preparar melhor para esse momento, se a gente começar a falar de morte desde que nasce, na educação de cada um, no dia a dia”. “Morte não é punição. É algo inevitável”, destacou. “E eu aprendi muito com todo esse processo. Criei o movimento MãeTricia junto com a minha família. E a gente faz o Patfest e toda a renda é destinada à comunidade compassiva do professor Alexandre [Silva]. Ele leva o cuidado paliativo para as favelas do Rio de Janeiro – Rocinha e Vidigal”. “No ano passado, a gente começou essa parceria com a Heliópolis Compassiva, aqui de São Paulo, e várias outras ONGs e associações participam também do Patfest para falar do cuidado paliativo, e trazer atenção para as possibilidades do cuidado paliativo. Eu sabia muito pouco durante o processo da Patrícia. E é o quarto ano, e como sempre o Serginho Groisman vai apresentar. Terão vários artistas, amigos da Patrícia e da família. E mais do que a música e festival, a ideia é chamar a atenção para isso. É possível a gente se preparar melhor através da educação e informação, e tirar um pouco desse preconceito de se falar de morte. A gente precisa falar disso”, concluiu Andreas. A postagem de Andreas Kisser termina com uma performance de Tempos Perdidos, hit da Legião Urbana. que saiu em 1986. Reforçando! O Patfest 4 é um evento solidário e toda a renda será destinada às entidades Heliópolis Compassiva e Favela Compassiva Rocinha e Vidigal. As organizações que atuam com projetos sociais e humanitários em comunidades vulneráveis do Brasil. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse aqui. Via: RockBizz

Oasis homenageia Diego Maradona durante show no Estádio do River Plate, eterno rival do Boca Juniors
Entrevistas
16/11/2025

Oasis homenageia Diego Maradona durante show no Estádio do River Plate, eterno rival do Boca Juniors

O Oasis homenageou Diego Maradona durante show no Estádio do River Plate, que aconteceu no último sábado, dia 15 de novembro. A ironia involuntária em torno do tributo é que Dieguito era Boca Juniors de todo coração, time rival do River Plate. O vocalista Liam Gallagher disse à plateia antes de Rock ‘N’ Roll Star: “Essa próxima é para Diego Maradona”. Imagens do jogador de futebol também passaram nos telões que compunham a ornamentação de palco da banda. Diego Armando Maradona during Live Forever at Oasis’ first night in Buenos Aires #oasislive25 pic.twitter.com/pToc3gpTx2 — Liam Gallagher Fans Club (@liamgfansclub) November 16, 2025 E por falar em Oasis, a banda inglesa fará duas apresentações no Brasil no finalzinho de novembro de 2025. Os concertos irão acontecer nos dias 22 e 23 no Estádio Do MorumBIS, em São Paulo. Pelas redes sociais, a banda informou: “Povo do Brasil, o Carnaval chegou cedo. Se arrume e fique esperto. O Oasis vai te ver em breve”. Para mais informações sobre os espetáculos do Oasis em nosso país, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Ian Gillan (Deep Purple) revela que está ficando cego e cogita aposentadoria
Entrevistas
16/11/2025

Ian Gillan (Deep Purple) revela que está ficando cego e cogita aposentadoria

Em recente entrevista à revista Uncut, Ian Gillan (Deep Purple) revelou que está ficando cego e que cogita se aposentar. Apesar da lucidez de ideias e a energia e a vontade de cantar ao vivo, a visão está deixando a vida do artista mais difícil, infelizmente. “Eu só tenho 30 por cento da visão. Isso não vai melhorar. Torna a vida misteriosa. A coisa mais difícil é trabalhar no meu laptop”, lamentou o cantor. “Não consigo ver nada na tela a menos que use minha visão periférica. Capto uma linha olhando de lado. Mas você dá um jeito. Você se adapta”. Gillan refletiu sobre o processo de envelhecimento com o típico humor inglês: “É hilário esse negócio de envelhecer. É uma risada por minuto. Bem, às vezes sim, às vezes não. Estou andando na rua e ouço alguma coisa cair – e lá se foi mais uma coisa. Nada mudou realmente, exceto pelo fato de que não consigo mais saltar com vara. Fora isso, as coisas se movem um pouco mais devagar. Mas nada mudou”. A estrela do rock de 80 anos olhou para o futuro de sua carreira e disse que vai pendurar o chapéu caso seja necessário: “Acho que se eu perder minha energia, vou parar. Não quero ser um constrangimento para ninguém”. “Mas não estamos muito longe disso. Acontece aos poucos – você nem percebe. Este não é um trabalho normal. Tudo acontece na sua mente. A escrita, com certeza, e a habilidade também. E esses caras com quem eu trabalho parecem estar sempre melhorando. O difícil é não os derrubar”, concluiu o cantor. Apesar das dificuldades físicas, Ian Gillan está na estrada com o Deep Purple. Neste mês, eles irão tocar em Dubai e na Malásia. Em abril de 2026, os caras farão uma série de shows no Japão antes de retornarem à Europa para diversos festivais e shows de verão. Via: RockBizz

Dia triste em Springfield: Dan McGrath, roteirista de The Simpsons, morre aos 61 anos
Entrevistas
16/11/2025

Dia triste em Springfield: Dan McGrath, roteirista de The Simpsons, morre aos 61 anos

Dia triste em Springfield! Dan McGrath, roteirista de The Simpsons, morre aos 61 anos. A irmã do criativo, Gail Garabadian, foi quem que informou ao The Hollywood Reporter que ele faleceu no Hospital NYU Langone, no Brooklyn, em 14 de novembro, após sofrer um AVC. Gail também se manifestou pelas redes sociais. No Facebook, ela escreveu: “Perdemos meu incrível irmão Danny ontem. Ele era um homem especial, único. Um filho, irmão, tio e amigo incrível. Nossos corações estão partidos”. McGrath nasceu no bairro do Brooklyn, em Nova York, em 1964. A sua primeira grande chance na indústria televisiva como roteirista foi no Saturday Night Live, após se formar na universidade de Harvard. Ele também trabalhou em estreita parceria com os comediantes Adam Sandler e Chris Farley. A oportunidade de trabalhar em The Simpsons surgiu em 1992, com Dan recebendo créditos de roteirista em 50 episódios e de produtor em 24 entre os anos de 1996 e 1998. Depois que deixou o núcleo de Homer Simpson e companhia, McGrath trabalhou como roteirista e produtor em uma série de episódios de King of the Hill, além de Mission Hill e Gravity Falls. A ligação de The Simpsons com o rock e o metal é íntima. Bandas como Metallica, Rammstein, Green Day, AC/DC, Ramones, Red Hot Chili Peppers, Judas Priest, Aerosmith e The Who já deram as caras no desenho. E muito disso se deve a pessoas como Dan McGrath, que teve a coragem e a sensibilidade de unir a série com a música pesada. Via: RockBizz

Pete Townshend (The Who) revela as cinco melhores músicas que compôs
Entrevistas
15/11/2025

Pete Townshend (The Who) revela as cinco melhores músicas que compôs

Pete Townshend revelou as cinco melhores músicas que compôs, durante sua participação no programa The Late Show with Stephen Colbert. Ao ser questionado sobre suas canções preferidas, o guitarrista escolheu quatro do The Who e uma de sua carreira solo. “Acho que a principal é Love, Reign o’er Me”, disse Townshend. “Acho que Behind Blue Eyes. Eu adoro Let My Love Open The Door [do terceiro álbum solo de Townshend, Empty Glass]”. E acrescentou: “Adoro Baba O’Riley. Acho que essa música já tem 1,5 bilhão de reproduções no Spotify. E, claro, a que mais se aplica ao mundo moderno, que é a de que nossos líderes nunca são bons. E quando as pessoas tentam nos dizer em quem votar, nem sempre nos sentimos bem com isso. Então, escrevi uma música chamada Won’t Get Fooled Again”. “E como disse Bob Dylan, ‘Não sigam líderes, sigam os parquímetros’. É uma espécie de comentário sobre o fato de que as pessoas que colocamos no poder sempre acabam quebrando suas promessas. E isso não se dirige a ninguém em particular hoje, mas a todos que já existiram. Políticos prometem coisas que eles sabem – eles cruzam os dedos – sabem que não podem cumprir algumas das coisas que prometem”, ele completou. “Em 1972, eu estava sendo pressionado por um bando de hippies que diziam: ‘Pete, a revolução está chegando e você precisa apoiá-la’. Então escrevi Won’t Get Fooled Again para um projeto chamado Life House, que dizia: ‘Não, eu não vou escrever para a sua revolução. Acho que a revolução, se acontecer, não precisará que eu escreva para ela’”, finalizou. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Orgulho de mãe: Fernanda Lira (Crypta) fica feliz de The Other Side Of Anger bater a marca de 1 milhão de visualizações
Entrevistas
15/11/2025

Orgulho de mãe: Fernanda Lira (Crypta) fica feliz de The Other Side Of Anger bater a marca de 1 milhão de visualizações

A vocalista e baixista da Crypta, Fernanda Lira, usou as redes sociais para celebrar um grande feito de sua carreira. Na postagem da musicista, ela contou que a sua canção The Other Side Of Anger bateu a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. Na pegada de orgulho de mãe, Fernanda escreveu: “Acabamos de bater a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube! Essa música é uma das minhas favoritas do disco, com uma letra que tem um significado muito intenso e pessoal”. A artista completou: “Ela é visceral e cheia de sentimentos que eu consegui compor e encaixar na linha de voz exatamente do jeitinho que eu queria. Ver esse clipe chegar nessa marca significa muito. É gratificante demais ver vocês vibrando e cantando junto nos shows. Obrigada”. The Other Side Of Anger está presente no repertório de Shades of Sorrow, sucessor do debute Echoes of the Soul (2021). O trabalho teve a sua gravação no Family Mob Studio. A mixagem foi de Daniel Bergstrand no 33, em Estocolmo, Suécia. Já a masterização foi de Jens Bogren, no Fascination Street Studio. Track listing de Shades Of Sorrow: 01. The Aftermath02. Dark Clouds03. Poisonous Apathy04. The Outsider05. Stronghold06. The Other Side Of Anger07. The Limbo08. Trial Of Traitors09. Lullaby For The Forsaken10. Agents Of Chaos11. Lift The Blindfold12. Lord Of Ruins13. The Closure Via: RockBizz

SILVER resgata o rock dos anos 90 no EP de estreia ‘Turn Around’
Entrevistas
15/11/2025

SILVER resgata o rock dos anos 90 no EP de estreia ‘Turn Around’

SILVER, projeto criado pelo guitarrista Felipe Machado (VIPER) e o vocalista Rodrigo Cerveira, lança nesta sexta-feira, 14, o EP de estreia, Turn Around. A proposta da dupla é apresentar um rock contemporâneo que dialoga com a tradição do rock dos anos 1990. As composições e arranjos carregam um frescor moderno, sem deixar de lado o peso característico do gênero. Produzido por Val Santos, o trabalho traz cinco músicas autorais, que soam como se tivessem aberto um portal para a época áurea do rock, de onde vêm suas principais influências. Como soaria o grunge em 2025? Provavelmente como o SILVER. Um riff zeppeliniano dá o tom na faixa-título, que navega entre a energia pesada da banda de Page, Plant, Jones e Bonham, e a sonoridade dos novos tempos. Em “What is Right”, o destaque é a versatilidade de Cerveira no microfone, com o timbre bem equilibrado entre a potência e a pegada intimista. Como todo bom “disco dos anos 90”, não podia faltar a power ballad: “Love is Rage” tem uma bela introdução de piano até que a guitarra, baixo e bateria se juntam à melodia para criar um dos melhores momentos do EP. A canção conta com a participação especial de Giovanna Cerveira, cuja voz forte e delicada brilha como prata – com o perdão do trocadilho em relação ao nome do projeto. Na reta final, “Hard Times” e “Sun Over Hills” surgem com riffs extraídos de uma Sunset Strip imaginária que conecta Los Angeles e São Paulo, assim como tem acontecido nos diversos renascimentos do movimento roqueiro, ao longo das últimas décadas. A música vive de ondas. Das ruas surgem as maiores, que acabam dominando a cena. Foi assim com o rock nos anos 60, o punk nos 70, o pop e o hip hop nos anos seguintes. O rock voltou com força nos anos 90, mas, desde então, parecia ter perdido espaço para os beats eletrônicos e os MCs. É por isso que o primeiro EP do SILVER é uma ótima notícia. Ele nos faz lembrar, com felicidade, que “Rock é Rock Mesmo”, como dizia a tradução do filme do Led Zeppelin, “The Song Remains the Same”. Turn Around é um lançamento Wikimetal Music. LEIA TAMBÉM: Undo resgata o rock brasileiro oitentista em eletrizante álbum de estreia Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Paul McCartney relembra rumor sobre sua morte e substituição por sócia em 1969
Entrevistas
15/11/2025

Paul McCartney relembra rumor sobre sua morte e substituição por sócia em 1969

Paul McCartney relembra rumor ocorrido em 1969, época em que a mídia americana divulgava sua possível morte. Os boatos ganharam forças três anos antes, não havia provas concretas, apenas especulações tiradas de obras e capas de discos. As especulações obviamente foram desmentidas tanto pelo músico, mas também pelos Beatles, além do assessor de imprensa, Derek Taylor. Refletindo sobre o episódio, McCartney fala ao The Guardian (via Ultimate Classic Rock): “Em certo momento, me virei para minha esposa e perguntei:’ Linda, como é possível que eu esteja morto?’”, ele recordou. “Ela sorriu enquanto segurava nossa filha recém-nascida, Mary, tão consciente do poder da fofoca e do absurdo dessas manchetes ridículas de jornais quanto eu. Mas ela ressaltou que tínhamos fugido às pressas de Londres para nossa fazenda isolada na Escócia, justamente para escapar do tipo de conversa maldosa que estava destruindo os Beatles.” Rumores e o fim dos Beatles Apesar dos boatos, Paul estava lidando com o fim dos Beatles, e apesar de controverso, ele em partes concorda com sua morte. “Mas agora, mais de meio século depois daqueles tempos verdadeiramente loucos, começo a achar que os rumores eram mais precisos do que se poderia imaginar na época”, disse ele. “De muitas maneiras, eu estava morto… Um jovem de 27 anos prestes a deixar os Beatles, afogado em um mar de disputas legais e pessoais que drenavam minha energia, precisando de uma transformação completa de vida. Será que algum dia conseguiria superar o que tinha sido uma década incrível?, eu me perguntava. Será que conseguiria vencer as crises que pareciam explodir diariamente?” Em meio a toda essa agitação, o jovem músico, na época, se viu no controle da situação. Ele se dedicou a atividades em sua fazenda e passou mais tempo dedicado a família. Tudo isso resultou em uma melhora em sua saúde mental. “Senti grande satisfação em aprender a fazer todas essas coisas, em fazer um bom trabalho, em ser autossuficiente” “Quando penso nisso, o isolamento era exatamente o que precisávamos. Apesar das condições adversas, o ambiente escocês me deu o tempo necessário para criar. Estava ficando claro para o nosso círculo íntimo que algo empolgante estava acontecendo. O antigo Paul não era mais o novo Paul. Pela primeira vez em anos, me senti livre, de repente liderando e dirigindo minha própria vida.” LEIA TAMBÉM: Como Paul McCartney ajudou na reunião do Rush, segundo Geddy Lee Sabrina Ribeiro Jornalista, fotógrafa de shows e apreciadora de toda forma de arte. Apaixonada por metal e cinema, exploro as subculturas e escrevo sobre música com a mesma intensidade que sonho em viajar pelo mundo. Do emo ao extremo em menos de 1 minuto. Via: Wiki Metal

Membros de bandas de black metal desaparecem em montanha após tempestade
Entrevistas
15/11/2025

Membros de bandas de black metal desaparecem em montanha após tempestade

Uma situação preocupante mobiliza a cena do metal extremo e as autoridades da Noruega. Dois músicos de Black Metal estão sendo procurados após desaparecerem em uma região montanhosa perto de Tjønnstua. De acordo com uma postagem no Instagram feita por Dagur Gíslason, da banda Misþyrming, os músicos Snorre W. Ruch (fundador do lendário Thorns) e Rune “General Gribbsphiiser” Røstad (guitarrista e baixista do Slagmaur) saíram juntos para uma caminhada na última terça-feira, quando uma tempestade severa atingiu a área. Desde então, os músicos não foram mais vistos, embora o plano inicial fosse retornar para casa na manhã seguinte. Dagur comentou sobre a situação nas redes sociais: “Uma grande operação de busca está ocorrendo agora por nossos amigos Snorre W. Ruch e o General do Slagmaur nas montanhas de Fosen. Eles não retornaram de uma caminhada planejada que começaram na terça-feira, e um clima severo foi relatado na área.” Ele ainda completou pedindo auxílio local: “Se você está na Noruega Central e pode ajudar, entre em contato com o Chefe de Operações de Incêndio e Resgate de Fosen. Por favor, ajudem-nos a compartilhar isso. Estamos acompanhando as atualizações no jornal local da península, Fosen-folket.no”. Buscas na região de Fosen O jornal local citado, Fosen-folket.no, informou que as autoridades norueguesas já acionaram a Cruz Vermelha, o corpo de bombeiros e os serviços de Defesa Civil para auxiliar na varredura da área. Segundo os relatos, os músicos planejavam caminhar em direção ao interior, rumo a Tussbotna, cruzar a água em Teksdalsdammen e passar a noite no local. A intenção era subir até Torsenget no dia seguinte para realizar trabalhos de fotografia. A Cruz Vermelha está refazendo a rota planejada pelos artistas, que tem um tempo estimado de caminhada de sete horas e quarenta minutos. No entanto, as autoridades consideram um mistério o fato de o carro ter sido deixado estacionado em Tjønnstua. Esperamos que encontrem os músicos em segurança e com boa saúde. Traremos atualizações assim que possível. O legado do Black Metal norueguês O mundo reverencia a Noruega como o berço da “Segunda Onda do Black Metal”, movimento que explodiu no início dos anos 90 e mudou para sempre a música extrema. Liderada por nomes seminais como Mayhem, Burzum e Darkthrone, a cena de Oslo ganhou notoriedade global não apenas pela sonoridade crua e atmosférica, mas também por uma série de eventos controversos que incluíram queimas de igrejas e crimes violentos. Vale lembrar que o próprio Snorre W. Ruch é uma figura central nessa história, influente na criação dos riffs característicos do gênero e estado presente nos eventos que marcaram o trágico ano de 1993 na comunidade do metal. Musicalmente, o estilo capturou a essência das paisagens gélidas e inóspitas da Escandinávia — o mesmo cenário montanhoso e implacável onde as buscas ocorrem agora. O que começou como um “Inner Circle” restrito e perigoso transformou-se, ao longo das décadas, na maior exportação cultural da Noruega. Hoje, o país encara o Black Metal com seriedade artística e acadêmica. Atraindo fãs e turistas de todo o mundo interessados na história e na mística sombria que bandas como o Thorns ajudaram a construir. LEIA TAMBÉM: AC/DC celebra 5 anos de ‘Power Up’ com turnê esgotada no Brasil Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde moro — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: Wiki Metal

Linkin Park em Brasília: Catarse e renascimento no último show da turnê pelo Brasil
Entrevistas
15/11/2025

Linkin Park em Brasília: Catarse e renascimento no último show da turnê pelo Brasil

Na noite de terça-feira, 11, a Arena Mané Garrincha não sediava apenas mais um show, sediava um veredito. Após passagens aclamadas por Curitiba (05/11) e São Paulo (08/11), a turnê brasileira do Linkin Park chegava ao fim. Contudo, uma pergunta pairava no ar úmido da capital, mais densa que a fumaça dos palcos: “Como será?”. Não era uma dúvida sobre a qualidade técnica da banda, uma das máquinas de rock mais precisas das últimas duas décadas, mas sim, uma pergunta sobre o sentimento, sobre o luto e sobre a legitimidade de um recomeço. Para preparar o terreno para este veredito, a noite foi aberta pela cantora Poppy. A artista americana, conhecida por sua intrigante e polarizante fusão de metal industrial e performance art, subiu ao palco com um pouco de atraso. Seu show estava focado em seu recente álbum, Negative Spaces. Poppy entregou uma performance coesa, pesada e visualmente hipnótica. Seu estilo, mais focado na performance artística do que na interação direta com o público, cumpriu o papel de aquecer a multidão e preparar o espírito para a catarse que estava por vir. O Rito de Passagem de Emily Armstrong Após 11 longos anos desde sua última passagem pela capital federal, e 7 anos após a trágica perda de Chester Bennington, o Linkin Park subiu ao palco não para um tributo, mas para um teste de sobrevivência. O que as dezenas de milhares de pessoas testemunharam foi mais do que um show, foi uma catarse coletiva e a inequívoca declaração de que a banda renasceu. Assim, este show final era o capítulo decisivo na introdução de Emily Armstrong ao público brasileiro, que abraçou a nova formação de forma histórica. Ela não pisa no palco para imitar Chester, qualquer tentativa nesse sentido estaria fadada ao fracasso. Em contrapartida, ela entra para honrá-lo, trazendo uma energia própria, que mescla o grunge, o punk e uma vulnerabilidade que se encaixa perfeitamente ao lado da calma e do controle de Mike Shinoda. Hinos de Sobrevivência: O Passado e o Futuro O setlist foi uma obra-prima de equilíbrio, sem dúvidas. Contando com músicas do novo e elogiado álbum From Zero, como a explosiva faixa de abertura “The Emptiness Machine” e a melódica “Over Each Other”, que mantiveram a intensidade do show no nível máximo, sendo recebidas como clássicos instantâneos, provando que a nova formação tem mérito criativo próprio. Claro, a noite também foi definida pelos hinos, e foi aí que a genialidade da nova dinâmica brilhou. Mike Shinoda, mais do que nunca, assumiu o papel de âncora emocional regendo a multidão, descendo do palco para abraçar fãs na grade (com direito a receber o boné autografado pela banda) e, ao lado de Armstrong, reimaginando os clássicos. “Numb” e “In the End” transformaram-se. Elas deixaram de ser canções de dor e se tornaram hinos de resiliência, cantados em uníssono por dezenas de milhares de vozes que pareciam curar feridas abertas. Os momentos de maior peso, os guturais que eram a assinatura de Bennington, foram onde Armstrong mais brilhou. Em “Points of Authority” e “Crawling” ela entregou uma performance visceral, ganhando o respeito até do fã mais cético. Além disso, Poppy retornou ao palco para uma performance da música “One Step Closer”, dividindo os vocais com Emily. O Veredito: O Legado do Linkin Park Está Seguro Visualmente, a passagem do Linkin Park por Brasília foi um espetáculo de pirotecnia, luzes e confete que preencheu o gigantismo do Mané Garrincha. Mas o maior efeito especial da noite foi a conexão. Viam-se pais e filhos, fãs da “velha guarda” e novos ouvintes compartilhando um espaço de nostalgia e, ao mesmo tempo, de novidade. Ao final de “Faint”, música que encerrou a noite, com a banda exausta e visivelmente emocionada, a pergunta inicial havia sido respondida. O Linkin Park de 2025 não é uma banda cover de si mesma. Não é um ato de nostalgia, é uma banda de sobrevivência. Uma banda que olhou para o abismo, sentiu o luto e decidiu dar um passo à frente. Brasília não foi apenas um show, foi a formatura de Emily Armstrong e o batismo da nova era da banda. LEIA TAMBÉM: Linkin Park revela sexo do bebê de fã durante show em São Paulo Gabriel Oliveira Jornalista Musical e Assessor de Imprensa. Redator no Wikimetal, onde entrevista lendas e ícones da música, com um vasto portfólio. Via: Wiki Metal