Entrevistas

Lollapalooza Brasil 2026: Interpol fará sideshow com Viagra Boys em São Paulo
Notícias O Lollapalooza Brasil 2026 anunciou nesta quarta-feira, 03, as atrações dos tradicionais sideshows, que trazem apresentações exclusivas de artistas selecionados para além do festival. Uma das bandas escolhidas para se apresentar separadamente é o Interpol, que fará um show conjunto com o Viagra Boys. Os grupos se apresentam na Audio na quinta-feira, 19 de março. Os ingressos já estão à venda no site da Ticketmaster. Outras atrações que farão shows exclusivos são TV Girl e Blood Orange. Em 2026, a experiência dos sideshows é assinada pela nova cerveja saborizada da Ambev, Flying Fish. O Lollapalooza Brasil 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos. SERVIÇOInterpol + Viagra Boys em São PauloLocal: AudioData: 19 de marçoAbertura dos portões: 19hShow de abertura: 20h30 IngressosEntrada Social: R$ 302,50 Meia: R$ 275,00 Inteira: R$ 550,00 Disponível em: https://www.ticketmaster.com.br/event/interpol-viagraboys LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil 2026: Confira as atrações de rock por dia do festival Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Livro de João Gordo é uma mistura das biografias de Ozzy e Tim Maia: “Pouca filosofia e caos escroto”, diz o artista
João Gordo – nascido João Francisco Benedan -, 61, é um figura sui generis na cultura brasileira! O cara é a união de muitas coisas díspares, mas que encontraram nele um meio de se conectarem. Ele é um ator ativo da cena punk e hardcore, mas que conseguiu holofote nos meios comerciais como nos canais MTV e Record. E mesmo com um comportamento totalmente fora do padrão para estes campos e outras paragens, Gordo conseguiu se firmar, achar o seu lugar e ser uma figura querida por muitas pessoas. Com mais de quarenta anos de carreira, João viu e passou por muitas coisas e acumulou muitas histórias que acabaram no livro João Gordo: Viva La Vida Tosca. A obra saiu em 2016 pela DarkSide Books e é uma viagem pela vida e carreira do artista. Em conversa com o apresentador Fernandão, da Chuva TV, o músico teceu alguns comentários sobre a sua biografia que é campeã de venda e está esgotada, “É basicamente um ‘best seller’ da DarkSide”, comemorou João. “Vendeu tudo, vendeu pra cacete! É um livro interessante, porque é uma mistura da biografia do Ozzy com a do Tim Maia”. Ele acrescentou em tom de deboche: “Eu li as duas biografias e percebi que meu livro devia ser assim: pouca filosofia, caos escroto e coisas engraçadas. Eu sou assim! Tenho pouca filosofia, eu sou o maior escroto e também sou um cara engraçado”. Acesse aqui para conhecer o trabalho da Chuva TV, o qual tem entrevistas bem legais com nomes da música e arte nacional. Via: RockBizz

Família de Ozzy Osbourne homenageia cantor no dia de seu aniversário: “Te amo eternamente”
Sharon Osbourne (viúva) e Kelly Osbourne (filha) usaram suas redes sociais para postar homenagens a Ozzy Osbourne no dia que marcaria o 77º aniversário do cantor. A família do eterno Príncipe das Trevas publicou imagens de um memorial com flores que formam os dizeres “Feliz aniversário, Ozzy” na Black Sabbath Bridge, em Birmingham. Em sua postagem, Sharon se manteve breve, mas com tom emocional na legenda: “Meu querido marido, eu celebro o dia em que você nasceu. Não deixarei de segurar sua mão até o dia em que eu te encontrar do outro lado.” Já Kelly Osbourne fez uma série de publicações em homenagem ao pai e expressou abertamente o sentimento de saudade: “Feliz aniversário, papai. Você com certeza não morreu como um homem comum (“ordinary man”)! A vida sem você é difícil, mas eu não passo um dia sequer sem dedicar minha vida a amar você e o seu legado! Sinto sua falta mais que tudo no mundo. Te amo eternamente! Daria tudo para ver você soprar só mais uma vela.” Ozzy Osbourne faleceu aos 76 anos no dia 22 de julho, poucas semanas após o show final do Black Sabbath no evento Back to the Beginning. Museu de Birmingham também prestou homenagem a Ozzy O British Museum & Art Gallery também aproveitou a data para prestar homenagem a Ozzy Osbourne. O museu tem uma ala que contém a exposição Working Class Hero, dedicada ao cantor. Para o aniversário de Ozzy, um mural foi adicionado na porta de entrada com mensagens selecionadas ao aleatório que foram deixadas pelos fãs ao redor de Birmingham e do mundo todo. “Para celebrar o que seria o 77º aniversário de Ozzy Osbourne hoje, instalamos um mural em sua homenagem na exposição “Working Class Hero” no Museu e Galeria de Arte de Birmingham. Ele apresenta 77 mensagens de amor para Ozzy, escolhidas aleatoriamente entre mais de 50.000 homenagens deixadas por seus fãs em Birmingham e em todo o mundo, que foram cuidadosamente guardadas. Centenas de outras mensagens também estão sendo exibidas em uma tela digital, e todas as homenagens já foram entregues à família Osbourne. Feliz aniversário, Ozzy”, escreveu o museu. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne pretendia lançar álbum de duetos com vocais femininos, revela família Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: Wiki Metal

Para Glenn Hughes e Kerry King, os talentos do rock e metal estão se esgotando
Em entrevistas distintas, tanto o ex-baixista do Deep Purple, Glenn Hughes, como o guitarrista Kerry King, do Slayer, demonstraram pouca empolgação em relação ao cenário atual do rock e metal. Ao programa Rock And Pop, Hughes disse não ter escutado nenhuma música recente que fosse realmente interessante: “A música hoje não é o que costumava ser anos atrás. Tenho certeza de que há coisas boas, mas para mim, não é a mesma coisa de antes. Muitos artistas tentam soar como bandas dos anos 70, não há originalidade ou novidade.” “Não ouço nada na música atual que soe como um novo Prince”, exemplificou. “Estou esperando escutar algo especial. Realmente especial. Espero que aconteça.” O baixista também criticou o uso de inteligência artificial em músicas: “Acho muito falso, não é orgânico. Não é como deveria ser.” Já Kerry King fez suas colocações no programa Reigning TV ao ser questionado se ele via uma nova onda de bandas de thrash metal surgindo. “Não estou familiarizado com novas bandas. Pensei que a pandemia impulsionaria as coisas, já que as pessoas não tinham o que fazer. Poderiam aprender a tocar um instrumento”, comentou. “Após a pandemia, não vi um surgimento de novas bandas, na minha opinião. Eu também estou muito atrasado, pois para mim, a última indução de bandas de thrash aconteceu quando as escandinavas ficaram populares. Tipo In Flames. Faz 25 anos. Houve um punhado de bandas desde então, acredito que o Lamb of God já está por aí há quase tanto tempo, mas após eles, não tenho nada. Gostaria de ter”, continuou. O guitarrista finalizou a fala com um toque de positividade: “Eu comecei uma banda com quase 60 anos! Ainda há um influxo de músicas chegando e há muito mais que traremos.” LEIA TAMBÉM: Kerry King alfineta Dave Mustaine: “O Metallica tem um vocalista. Desculpe, Dave” Via: Wiki Metal

Maroon 5, Demi Lovato, Mumford & Sons e Jamiroquai farão o clima esquentar no Rock In Rio 2026
O Rock in Rio não para! Após anunciar Stray Kids, Elton John e Gilberto Gil na semana passada, o maior festival de música e entretenimento do mundo acaba de confirmar mais cinco atrações para a próxima edição. Entre os nomes, mais um headliner do Palco Mundo: Maroon 5 sobe ao Palco Mundo no dia 12 de setembro trazendo um setlist recheado de sucessos que marcaram gerações. Na mesma data, Demi Lovato, que recentemente lançou seu álbum “It’s Not That Deep”, também se apresenta no Palco Mundo, enquanto Mumford & Sons é headliner do Palco Sunset, trazendo toda a energia do folk moderno e os clássicos de seu repertório, e João Gomes, um dos maiores nomes da música brasileira da atualidade, também faz sua estreia no Rock in Rio com um show único, exclusivo e especial no mesmo espaço: o João Gomes e Orquestra Brasileira. Já em 11 de setembro, Jamiroquai apresenta seu já clássico acid jazz para encerrar as apresentações do Palco Sunset. Os fãs das novas atrações anunciadas, além de Elton John, Stray Kids e Gilberto Gil, já podem começar a se preparar para a venda do Rock in Rio Card, que acontecerá no dia 9 de dezembro, às 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster Brasil. Paralelo a isso, até o dia 5 de dezembro está no ar uma promoção no TikTok do festival que dará 30 pares de Rock in Rio Card e ingressos para o Parque Bondinho para os usuários mais criativos que postarem vídeos respondendo à pergunta “qual seria a sua dança comemorativa ao garantir o seu Rock in Rio Card?”. O Rock in Rio 2026 acontece na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro. Com Maroon 5 como headliner e Demi Lovato no Palco Mundo, dia 12 de setembro também com Mumford & Sons e João Gomes e Orquestra Brasileira no line-up Maroon 5, grupo californiano conhecido como uma das maiores bandas de Pop Rock da história, coleciona bilhões de streams e se consolidou como um fenômeno global gigante. Com mais de duas décadas de trajetória, prêmios, certificações e recordes acumulados na carreira, o grupo liderado por Adam Levine vai repetir a emoção e a energia que marcaram suas passagens anteriores pelo festival. Vencedores do GRAMMY® e com múltiplos discos de platina, o Maroon 5 é uma das maiores e mais duradouras bandas da música pop. Em 2025, a Billboard os nomeou a melhor banda (e o 11º melhor artista no geral) do século XXI. Até hoje, o grupo de Los Angeles, aclamado mundialmente, vendeu mais de 100 milhões de álbuns e mais de 750 milhões de singles, recebeu certificações da RIAA em mais de 35 países e emplacou 33 músicas na Billboard Hot 100. Dentre esses sucessos, três receberam certificação de Diamante (10x Platina) nos EUA e 26 receberam certificação de Platina. O Maroon 5 detém o recorde de “maior número de músicas em 1º lugar na Hot 100 neste século por uma dupla ou grupo”, o recorde da Billboard Pop Airplay de maior número de hits em 1º lugar entre duplas ou grupos pop com 11 faixas, e o recorde de maior número de hits em 1º lugar na Pop Airplay Adult Pop Airplay com 15 sucessos. O Maroon 5 acumula atualmente mais de 32 bilhões de streams combinados no Spotify, com 12 músicas alcançando mais de 1 bilhão de streams cada. No YouTube, seu canal tem mais de 27 bilhões de visualizações, incluindo cinco videoclipes com mais de 1 bilhão de visualizações cada. Este ano, o Maroon 5 expandiu sutilmente seu som com um oitavo álbum de estúdio cativante e dinâmico: Love Is Like. Antes do grupo subir ao palco, Demi Lovato fará um show icônico na Cidade do Rock. A cantora recentemente entrou em uma das fases mais leves e vibrantes de sua carreira: depois de explorar diversas sonoridades, ela mergulha novamente no pop dançante com “It’s Not That Deep”, seu nono álbum de estúdio, lançado em outubro de 2025, trazendo uma estética divertida, iluminada e despretensiosa que reflete uma artista de 33 anos que quer celebrar o presente. Com singles como “Fast”, “Here All Night” e “Kiss”, o disco aposta no dance-pop e no eletropop e já mostrou força logo no lançamento. Recentemente, Demi anunciou It’s Not That Deep Tour, que acontece entre abril e maio de 2026, passando por 23 cidades da América do Norte. A novidade deixou os fãs brasileiros em êxtase, que pediram o show da cantora no Rock in Rio e Demi e o festival atenderam. Na Cidade do Rock, a artista fará um show que mistura as faixas da nova era com grandes sucessos da carreira como “Heart Attack”, “Cool For The Summer”, “Sorry Not Sorry”, entre diversos outros hits. Headliners do Palco Sunset no dia 12 de setembro, o Mumford & Sons faz sua estreia no Rock in Rio. Foi em 2009 que a banda britânica de folk-rock ganhou destaque com o lançamento do álbum de estreia “Sigh No More”. Em sua essência, estava uma abordagem inovadora do folk contemporâneo, com uma energia e urgência geralmente não associadas ao gênero. O álbum produziu sucessos globais como “Little Lion Man” e “The Cave”, rendendo-lhes o primeiro BRIT Award de Álbum Britânico do Ano e várias indicações ao Grammy. Em 2012, lançaram Babel, que estreou em 1º lugar em ambos os lados do Atlântico. Babel trouxe ainda mais aclamação à banda – incluindo o GRAMMY de Álbum do Ano – e introduziu clássicos como “I Will Wait” e “Lover of the Light” em seus shows ao vivo, solidificando um som e uma estética que muitos jovens artistas ainda tentam emular hoje. O álbum Wilder Mind, lançado em 2015, também estreou em 1º lugar nos EUA e no Reino Unido com um som mais elétrico e amplo (“The Wolf” e “Believe”), enquanto Delta, de 2018, apresentou seu trabalho mais experimental até então (e um terceiro álbum número 1 nos EUA),

Fã do Battle Beast sofre ataque cardíaco e morre durante show em Bratislava
Mais um episódio triste na história do metal! Um fã do Battle Beast sofreu ataque cardíaco e morreu durante show em Bratislava, Eslováquia. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira, dia primeiro de dezembro, no Majestic Music Club. Pelas redes sociais, o grupo se manifestou sobre o fatídico evento: “Ontem, em Bratislava, fomos obrigados a interromper o show devido a uma grave emergência médica na plateia, que tragicamente resultou na morte de uma pessoa. Gostaríamos de agradecer a equipe local e ao promotor da apresentação por lidarem com a situação com profissionalismo e cuidado. A todos os presentes, agradecemos a paciência, o respeito e a compreensão durante este momento tão difícil e chocante. Compartilhamos a dor e o peso que muitos de vocês estão sentindo. Nossos mais sinceros pêsames à família e aos entes queridos da pessoa falecida”. O Battle Beast está na estrada promovendo seu sétimo registro de estúdio, Steelbound, que saiu em outubro pelo selo Nuclear Blast. Os próximos compromissos da banda finlandesa vão se estender até meados deste ano e são no território europeu. Depois disso, os caras só voltarão aos palcos em março de 2026, com uma tour pela Ásia. Via: RockBizz

Prestes a fazer show no Brasil, Mayhem esclarece polêmica: “Nunca fomos nazistas”
Mayhem celebra 40 anos de história com show único no Brasil dia 7 de dezembro, na Vip Station, em São Paulo. Um marco raro para uma banda que moldou e sobreviveu ao lado mais extremo do black metal. Em entrevista exclusiva ao Heavy Metal Online, Jørn “Necrobutcher” Stubberud, baixista e membro fundador, confirmou que o espetáculo no Brasil fechará simbolicamente uma década de celebrações e uma trajetória marcada por tragédias, renovações e polêmicas. “São Paulo é o último show que vamos fazer da turnê dos 40 anos. Vai encerrar a turnê ao redor do mundo”, afirma o baixista. Necrobutcher garante que o espetáculo será especial, intenso e carregado de significado. A apresentação deve reunir clássicos das diferentes fases da banda, momentos de celebração da história do black metal e a simbólica despedida dessa turnê mundial. Para os fãs, será a chance de testemunhar um capítulo essencial na trajetória de uma das bandas mais importantes do metal extremo. Cancelamentos no Brasil: “Não posso acreditar que isso aconteceu” Apesar da forte relação com o público brasileiro, a banda enfrentou turbulências em sua última passagem pelo país, em 2023, quando duas apresentações foram canceladas por pressões políticas locais que acusaram a banda de simpatizar com ideologias extremistas. A mobilização partiu do deputado estadual Leonel Radde (PT), do Rio Grande do Sul, que na época fez um vídeo para acusar o Mayhem de neonazismo e acionou as autoridades a fim cancelar o show. O show de Porto Alegre foi cancelado pela casa de shows após denúncia de político para impedir a apresentação e protestos. Em seguida, o show em Brasília foi cancelado de última hora, com fãs e a própria banda no local da apresentação. O episódio ainda causa indignação em Necrobutcher: “Não posso acreditar que isso aconteceu em um país como o Brasil. Vocês não são mais um país de terceiro mundo. Têm governos eleitos. Algum político corrupto que queria ter algum alvoroço sobre si mesmo no jornal. E ele conseguiu fazer isso. Eu não podia acreditar.” Segundo Necrobutcher, os cancelamentos foram motivados por acusações infundadas que tentavam associar o Mayhem a ideologias extremistas. Para ele, trata-se de uma distorção histórica e simplista do imaginário em torno do black metal. A tentativa de vincular a banda à extrema direita é algo que Jørn rejeita de forma categórica. “Eu ouvi sobre esse tipo de bandas, que são políticas e se chamam black metal, com atitudes de extrema direita, mas nós não somos isso, você sabe. Longe disso, nunca fomos isso”, reforço o músico. Ele admite que grupos extremistas existem em vários estilos musicais, mas destaca que essa não é a realidade do Mayhem. “Você tem skinheads no punk, gente de direita na folk music, até hillbilly country com isso. Está por toda parte. Mas não somos parte desse grupo”, explica. Em tom bem-humorado, ele ironiza: “Se alguém deveria ser banido, é o Ace of Base — aí sim por uma real fucking razão.” Ligação com o Brasil: “Meu restaurante favorito no mundo é aí” Mesmo após os cancelamentos, Necrobutcher reafirma que o Brasil segue entre os países mais significativos de sua carreira. O baixista demonstra um carinho incomum por parte de um ícone de um gênero tão austero. “Eu amo viajar pelo Brasil, tocar aí. Fiz grandes amigos ao longo dos anos”, disse com entusiasmo. Ele também confessou um amor profundo pela culinária brasileira, especialmente por um prato específico. “Meu restaurante favorito no mundo é no Brasil, você sabe, o churrasco? Eu amo essa coisa. Eu me certifico de sempre ir num restaurante destes. e vocês são os reis do chocolate, você sabe, e eu amo chocolate”, confessou. LEIA TAMBÉM: Mayhem: Necrobutcher rompe décadas de silêncio e revela tragédia sobre Dead Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Exposição ‘Cazuza Exagerado’ estreia em São Paulo
Maior mostra já realizada para celebrar a vida e obra de um dos grandes nomes da música nacional, a exposição CAZUZA EXAGERADO inaugura sua temporada em São Paulo no dia 22 de dezembro de 2025, ocupando cerca de 1800 metros quadrados, uma área ainda maior que a versão carioca, especialmente concebida para o Shopping Eldorado, em Pinheiros. Ingressos estarão disponíveis em pré-venda nos dias 3 e 4 de dezembro para clientes dos cartões de crédito Bradesco, Bradescard, next e Digio, que terão 20% de desconto na compra durante todo o período de pré-venda e venda geral realizada online ou na bilheteria física no Shopping Eldorado, limitado a 4 ingressos por CPF. Em 8 de dezembro, haverá a pré-venda Fever. As vendas gerais têm início em 9 de dezembro, sempre em cazuzaexposicao.com.br. Depois de uma temporada de grande sucesso no Rio de Janeiro — onde foi vista por mais de 60 mil pessoas e emocionou visitantes ilustres, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Marieta Severo, Roberto Frejat, Bebel Gilberto, Rogério Flausino, Wilson Sideral e Sandra de Sá — a exposição finalmente chega à capital paulista, atendendo aos inúmeros pedidos do público. Cazuza Exagerado – A exposição A mostra celebra os 40 anos do álbum Exagerado, lançado em 1985, e propõe uma imersão sensorial, histórica e emocional na trajetória do artista. A mostra chega a São Paulo com metragem ampliada, num espaço maior do que o ocupado no Rio de Janeiro, e com a presença do palco Cantos e Contos, que será dedicado à música, poesia ao vivo e conversas especiais. Grande parte dos mais de 700 itens expostos veio do acervo pessoal preservado durante décadas por Lucinha Araújo, mãe do artista e presidente da Sociedade Viva Cazuza, incluindo roupas, documentos, manuscritos de letras e poemas, desenhos, registros em áudio e vídeo e objetos pessoais do filho, a exposição também recria ambientes importantes da trajetória de Cazuza, como a Pizzaria Guanabara, o palco e o camarim do último show no Canecão, o palco do Chacrinha e a Galeria Alaska. Em São Paulo, a mostra ganha registros da relação de Cazuza com a cidade, como o primeiro show da turnê Ideologia, realizado no Aeroanta em 1988; a apresentação do Barão Vermelho no Radar Tantã, quando os músicos da banda foram presos e virou matéria de capa de jornal que Cazuza pediu para a mãe emoldurar; além de memórias do período em que o artista viveu parte de seu tratamento na metrópole. A curadoria é assinada por Ramon Nunes Mello, responsável pelos livros Meu Lance é Poesia e Protegi Teu Nome por Amor. A mostra reúne onze salas imersivas com tecnologia de ponta, hologramas, inteligência artificial e experiências interativas, além dos documentos raros preservados pela família. A exposição propõe uma imersão sensorial e emocional por meio de ambientes temáticos que revisitam todas as fases da trajetória de Cazuza — da infância ao auge da fama, passando pelos anos à frente do Barão Vermelho, a carreira solo e sua atuação como cronista da geração 80. LEIA TAMBÉM: ‘Cazuza: Boas Novas’ é uma ode à amizade e ao amor de Cazuza Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: Wiki Metal

Hayley Williams diz que racistas, sexistas e transfóbicos não são bem-vindos em sua nova turnê
A cantora Hayley Williams (Paramore) vai embarcar em uma turnê no próximo ano para promover seu novo projeto solo, Ego Death At A Bachelorette Party. No entanto, ela, durante entrevista à revista Clash, deixou bem claro que pessoas racistas, sexistas e transfóbicos não são bem-vindas em sua nova turnê. “Não quero racistas por perto, nem sexistas, tampouco gente que acha que pessoas trans são um fardo”, declarou Hayley. A vocalista foi mais fundo em seu recado: “Acho que essa é uma linha divisória para mim agora. Espero que, naturalmente, as pessoas que nutrem essas ideologias nocivas não se sintam bem-vindas, porque vão entrar e perceber que a turma toda está aqui, unida por algo positivo. Todos são bem-vindos se acreditam que todos devem ser bem-vindos. Mas, se você não acredita nisso, você não é bem-vindo”. A turnê de Ego Death At A Bachelorette Party vai começar no dia 27 de março de 2026 em Atlanta, EUA. O giro, que será pelos Estados Unidos e Europa, tem previsão de acabar no final de junho. Em postagem em suas redes sociais, Hayley Williams deu a entender que os ingressos estão esgotados. Ego Death At A Bachelorette Party, que é a terceira aventura solo da artista, saiu no dia 28 de agosto deste ano pelo selo Post Atlantic. Via: RockBizz

Guns N’ Roses irá desembarcar no Rio de Janeiro em abril de 2026; confira os valores dos ingressos
O Guns N’ Roses irá desembarcar no Rio de Janeiro em 2026. O grupo anunciou uma nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil e a capital carioca recebe a banda no dia 10 de abril (sexta-feira) no Estádio Nilson Santos (Engenhão). Os ingressos já estão à venda pelo site da Bilheteria Digital – confira serviço completo abaixo. Além do Rio de Janeiro, a banda fará mais oito shows no Brasil. O GN’R será o headliner do Monsters of Rock, no dia 4 de abril, no Allianz Parque, e também se apresenta no dia 01/4, em Porto Alegre; 07/4, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto; 10/4, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Cariacica; 15/4, na Arena Fonte Nova, em Salvador; 18/4, na Arena Castelão, em Fortaleza; 21/4, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís; e 25/4, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém. O novo giro pelo país é resultado do estrondoso sucesso de público e crítica registrado neste ano, quando a banda lotou estádios, quebrou recordes e mobilizou fãs de todas as regiões do Brasil pedindo novas apresentações. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o Guns N ’Roses retorna ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais – como Sweet Child O Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain – em uma performance explosiva que promete repetir – e superar – a energia que conquistou o público brasileiro. Guns N’ Roses é uma lenda em plena atividade. É a banda americana mais dinâmica, impactante e definitiva da história do rock. Enraizada na cultura do rock, Appetite for Destruction (1987) é uma obra-prima, certificada com disco de diamante, e entrou para a história como “o álbum de estreia mais vendido da história dos EUA” e “o 11° álbum mais vendido de todos os tempos nos Estados Unidos”. Já a turnê Not In This Lifetime… (2016-2019) ficou classificada como “a 4ª turnê mais lucrativa de todos os tempos”. Em 1991, o Guns N’ Roses sacudiu o mundo com o potente combo dos álbuns Use Your Illusion I e Use Your Illusion II (7x platina), que conquistaram imediatamente os dois primeiros lugares da Billboard 200. Com vendas totais de 100 milhões de cópias até hoje, seu catálogo ainda inclui: G N’ R Lies (5x platina), The Spaghetti Incident? (platina), Greatest Hits (5x platina) e Chi- nese Democracy (platina). SERVIÇO: RIO DE JANEIROQuando: 10 de abril de 2026 (sexta-feira)Onde: Estádio Nilton Santos (Engenhão) – Rua José dos Reis, 425 — Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, RJHorário: abertura dos portões às 16h / show às 20h30Classificação: 16 anos desacompanhados, e menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis Ingressos: a partir de R$ 395; podendo variar conforme modalidade e lotes vigentes Pista – a partir de R$ 385,00Pista Premium – a partir de R$ 695,00Cadeira Inferior Leste – a partir de R$ 395,00Cadeira Inferior Oeste – a partir de R$ 395,00Experience – (PISTA PREMIUM + SERVIÇO) – A partir de R$2.000,00 Setor premium do evento com acesso especial, 30 min antes da abertura do evento, ingresso para pista front stage, com serviço de open bar e open food. Exclusivo para maiores de 18 anos. Vendas: Bilheteria Digital Pré-venda Fã Clube — 30/11, 8h (24h)Pré-venda Experience — 01/12, 15h–17hPré-venda Grupo VIP — 01/12, 16h30–17hVenda Geral — 01/12, 17h Informações gerais: – Limite de 6 ingressos por CPF– 10% de taxa de operação nas vendas on line– Lotes sujeitos a disponibilidade– Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio Ponto de Venda: Av. das Américas, 500 – bloco 6 – loja 117Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22640- 100Segunda a sábado 11h às 19H30 A produção do show não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos pontos oficiais da Bilheteria Digital Estacionamento no local? simTerá acesso para Área PCD? Sim Ingressos solidários e meias-entradas No Rio de Janeiro, têm direito à meia-entrada estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda (12 a 29 anos), professores, agentes de segurança pública e doadores de sangue. É fundamental apresentar a documentação necessária no ato da compra e do evento para garantir o benefício. Recentemente, o estado proibiu a segregação de ingressos de meia-entrada por categoria. Quem tem direito Estudantes (ensino fundamental, médio e superior) com documentação válida.Jovens até 21 anos, mesmo que não sejam estudantes. Jovens de 22 a 29 anos de baixa renda, conforme legislação.Pessoas com Deficiência (PCD) e, quando necessário, 1 acompanhante.Idosos (60+), conforme Estatuto do Idoso.Profissionais de educação (públicos e privados), conforme legislação estadual/municipal vigente.Ingressos solidários: Válido mediante doação 1 kg de alimento no dia do show. O alimento deve ser entregue na entrada do evento. Não será aceito sal. ITENS PROIBIDOS Alimentos E Bebidas Comprados Fora Do Evento;Câmeras Filmadoras E Fotográficas Profissionais;Medicamentos Sem Receita Médica, Drogas Ilícitas Ou Produtos Compartilhados Com Outras Pessoas Por Motivos Médicos;Desodorante, Cosmético Ou Perfume Em Recipientes Com Sprays Com Volume Superior A 90Ml;Qualquer Objeto (Guarda-Chuvas, Tripé Para Câmeras, Pau De Selfie, Etc) Considerado Perigoso Pelo Serviço De Segurança Podem Ser Confiscados;Projéteis Ou Explosivos No Estado Sólido, Líquido Ou Gasoso; Produtos Ou Materiais E Sprays Inflamáveis.Pistolas De Água;Cadeiras;Panfletos, Adesivos, Cartazes;Drones;Pods, Vapes, Cigarros Eletrônicos Em Geral;Qualquer Item Que Possa Ser Usado Como Um Meio De Perturbar A Paz, Por Em Perigo A Segurança Do Público E Ou Provocar Danos A Pessoas E Bens A Critério Exclusivo Da Equipe De Administração Do Evento.Objetos Pirotécnicos De Qualquer Tipo (Por Exemplo: Sparklers E Foguetes);Quaisquer Armas, Facas, Objetos Cortantes Ou Objetos Que Podem Ser Usados Para Ferir Alguém (Paus, Correntes, Facas, Armas E Afins);Materiais Destinados A Fabricação De Bombas Ou Que Possam Causar Incêndios;Animais (Exceto Cão-Guia);Lasers;Bandeiras Em Geral (De Time, Estados, Países, Etc). Via: RockBizz

Loja oficial de Ozzy Osbourne lança camiseta provocativa contra Roger Waters
A loja oficial de merch de Ozzy Osbourne lançou nesta segunda-feira ,1, dois modelos de camiseta, de edição limitada, com uma provocação direta a Roger Waters. A peça, intitulada Another Pr-ck in the Wall Tee, mostra uma arte provocadora, uma figura urinando (com um arco-íris) sobre um muro que remete à icônica capa de The Wall, clássico da banda do ex-Pink Floyd. O outro modelo apresenta a capa do álbum Roger Waters The Wall – Live in Berlin, com a escrita “Ozzy Rules” por cima. Além disso, as peças só ficarão disponíveis por apenas 48 horas. O lançamento, anunciado nas redes sociais oficiais de Ozzy, coincide com uma nova declaração da esposa de Ozzy, Sharon Osbourne, em que ela repreende Waters com críticas contundentes. No vídeo postado, há um trecho da fala de Sharon que diz: “Ele não tem carisma, parece o Frankenstein. O cara é doente da cabeça, não tem nada a ver com o mundo de hoje. Ninguém gosta dele. Ele é chato, não tem carisma, não tem presença de palco… é invejoso e é uma má influência” [via Loudwire]. O áudio é de um episódio relativamente recente do podcast The Osbournes, no qual a família se reuniu para discutir publicamente a morte de Ozzy pela primeira vez. A polêmica entre Ozzy Osbourne e Roger Waters A polêmica tem origem nas recentes declarações de Roger Waters, em que ele menosprezou o legado de Ozzy e da banda Black Sabbath e afirmando não se importar com sua música. Em entrevista ao The Independent Ink, em 12 de agosto, Roger Waters disse: “Ozzy Osbourne, que acabou de falecer, que Deus o abençoe em qualquer estado em que ele esteve durante toda a sua vida. Nunca saberemos. Embora ele tenha aparecido na TV por centenas de anos com sua idiotice e bobagens. Quanto à música, eu não tenho ideia. Eu não dou a mínima. Não me importo com o Black Sabbath, nunca me importei. Nem tenho interesse em morder cabeças de galinhas ou o que quer que eles façam. Não dou a mínima, sabe.” Durante entrevista com a Rolling Stone [via Blabbermouth] em 2004, Ozzy disse que a música “Money”, do Pink Floyd, era uma de suas músicas de rock favoritas, e que ela trazia lembranças vívidas de seus anos mais selvagens. “Me lembra dos meus dias de LSD. Estou feliz por ter sobrevivido”. Já Roger Waters, teria feito uma crítica negativa da música de estreia do Black Sabbath, “Evil Woman”, em 1970, dizendo na época: “Bem, bem, bem… Estou sem palavras — bem, quase… Você continua achando que vai começar. Você pensa isso no primeiro minuto, mas então, se você for realmente perceptivo, percebe que não vai começar, e é só isso que acontece”. LEIA TAMBÉM: Jack Osbourne responde à Roger Waters após ex-Pink Floyd criticar Ozzy Osbourne Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal

Produtor de Elton John o compara a Beethoven: “Tem pavio muito curto”
O produtor musical Andrew Watt (Ozzy Osbourne, Lady Gaga, The Rolling Stones) concedeu uma entrevista à revista People e comentou como é o trabalho ao lado de lendário Elton John. Ele o comparou a Beethoven, pois tem pavio muito curto. “Ele é um pouco mais parecido com Beethoven, eu diria! E quando está compondo, ele fica com pavio muito curto”, disse Watt. Andrew continuou: “Meu trabalho é sentir o clima do ambiente, e se você está no campo de visão do Elton enquanto ele está compondo, você está na boca do leão. Então eu tentava ficar por perto para garantir que, quando ele me chamasse ou precisasse de algo, estaria a postos. No entanto, eu tentava ficar fora de seu campo de visão direto”. “Ele pega uma letra, coloca no piano, lê, visualiza uma cena do filme na cabeça e então compõe a trilha sonora”, explicou. “E enquanto compõe a trilha sonora, ele começa a cantar as palavras, encaixando-as nos acordes e criando melodias baseadas nas palavras e na fonética delas”, completou. Com Elton John, Andrew Watt trabalhou no álbum The Lockdown Sessions, que saiu em outubro de 2021 pela EMI e Interscope. Via: RockBizz

Isa Roddy, vocalista original do Dogma, diz que tomou calote do alto clero da banda
Aproximadamente dois meses atrás três freiras do Dogma se rebelaram contra os votos e deixaram o convento metal. Em nota nas redes sociais, Lilith (vocal), Lamia (guitarra) e Rusalka (guitarra) informaram os motivos que levaram a tal decisão. Tristemente, as causas, segundas as moças, passam por maus-tratos, promessas não cumpridas, sexualização excessiva, contratos abusivos e falta de pagamento. E quem entrou na história foi Isa Roddy, vocalista original do Dogma. Ela, por intermédio de uma postagem no Instagram, disse que tomou calote do alto clero da banda. Isa escreveu: “Nas últimas semanas, eu recebi inúmeras mensagens de fãs e perguntas sobre a minha ligação com a banda Dogma. Por respeito a quem acompanha meu trabalho, sinto que este é o momento certo para falar de forma clara e responsável. Algumas pessoas já sabiam, mas eu fui a primeira vocalista do projeto e contribuí ativamente para moldar sua identidade artística inicial. Forneci linhas vocais, ideias criativas e elementos estéticos que ajudaram a definir a personagem Lilith I. Eu acreditava no potencial do projeto e investi meu tempo, dedicação e recursos financeiros pessoais, sem nunca receber nada em troca”. Ela continuou: “Apesar do meu empenho de mais de dois anos e meio, certas circunstâncias não se alinharam com as minhas expectativas de carreira. Como acontece com muitos projetos artísticos, o ambiente e as condições acabaram por divergir da minha visão profissional. Por esse motivo, decidi afastar-me em meados de 2022. Quando surgiram questões contratuais, fui informada de que o único documento disponível era um contrato de músico de estúdio, destinado exclusivamente a apresentações ao vivo. Essas apresentações nunca aconteceram comigo. Em outras palavras, apesar das minhas contribuições criativas, vocais e conceituais, não recebi nenhuma remuneração, e minhas gravações audiovisuais foram posteriormente utilizadas em diversos materiais sem minha autorização explícita. Mesmo após minha saída em 2022, trechos da minha voz continuaram, e ainda continuam, a aparecer em apresentações ao vivo e materiais lançados, incluindo Father I Have Sinned, My First Peak, Forbidden Zone, The Dark Messiah, Free Yourself e Pleasure From Pain”. “Quando me mudei para a Alemanha em 2021, eu me conectei a profissionais experientes da indústria musical e criativa, aprofundei meu conhecimento sobre os meus direitos, aprendi sobre contratos e reconheci a importância de proteger minha identidade e voz como artista. Esse crescimento confirmou que deixar o projeto era necessário. Tudo o que construí durante a fase inicial de Lilith reflete a minha dedicação, estudo e expressão criativa. Mas, além de qualquer personagem, hoje sou uma artista que deseja mostrar meu próprio rosto, minha própria voz e minha própria verdade, sem máscaras ou anonimato. Estou entrando em um novo capítulo da minha carreira: mais intenso e totalmente alinhado com a minha visão. Quero que vocês façam parte dessa jornada comigo! Muito em breve, vocês descobrirão tudo o que tenho criado com dedicação e autenticidade, e prometo que valerá a pena acompanhar de perto”, concluiu a artista. Até o momento, o Dogma só voltará aos palcos em abril de 2026, com uma extensa turnê pela Europa, que vai até o começo de maio. O tempo dirá, mas, pelo o andar do caso, mais capítulos da treta vão surgir muito em breve. Via: RockBizz

Rock In Rio Lisboa 2026 vai ter shows do Linkin Park, Sepultura, The Pretty Reckless e P.O.D.
Na seara da música pesada, o Rock In Rio Lisboa vai ter shows do Linkin Park, Sepultura, The Pretty Reckless, P.O.D., Hoobastank, Kaiser Chiefs, Blasted Mechanism, Cypress Hill, 4 Non Blondes, Rod Stewart e Grandson. O evento acontecerá nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026. Desde 2004 que a capital portuguesa acolhe o Rock in Rio Lisboa. Cidade das sete colinas, abraça todos que por lá passam. Desde a gastronomia, aos locais e jardins emblemáticos espalhados pela cidade, até à cultura e à energia que se encontra em cada esquina. A edição de 2026 promete elevar ainda mais a experiência, com um line-up internacional de peso, um novo espetáculo audiovisual no Palco Mundo, um inédito HalfTime Show na clareira, fogos de artifício adicionais e novas experiências imersivas para todas as idades. Para quem está com grana no boldo e quer fazer parte da festa portuguesa, saiba que os ingressos para a nova edição do festival já estão à venda. O valor para cada dia do evento sai por 89 euros – cerca de 553 reais na atual cotação da moeda estrangeira. Há a opção do Weekend Pass, o qual sai por 157 euros – aproximadamente 975 reais. Via: RockBizz

John Lydon curte com a cara de Morrissey por cancelar turnê devido a esgotamento: “Pobre coitado”
No começo deste mês a turnê de Morrissey (ex-The Smiths) pela América Latina foi por água abaixo devido esgotamento do rock star. Na época, a produtora Move Concerts Brasil, que era a responsável pela turnê do artista em nossa área, confirmou o cancelamento. E é claro que a anulação da tour repercutiu mal! Os fãs reclamaram muito nas redes sociais por tal atitude do músico, já que não foi a primeira vez que isso aconteceu. Ele já deu cano diversas vezes no público brasileiro, que já perdeu a esperança de vê-lo ao vivo. Mas tem colega de profissão do cantor dando pitaco no assunto! Em entrevista a rádio Urbana Play 104.3 FM, o punk rocker John Lydon curtiu com a cara de Morrissey por cancelar turnê devido a esgotamento. “Ele é um pobre coitado e um cara muito sensível”, disparou Lydon. “Acredito que é muito mais cansativo ficar sentado em casa assistindo televisão. Sou o tipo de pessoa que não consegue parar de pensar. Eu tenho ideias o tempo todo e preciso colocar essa energia em prática. Eu só tenho 69 anos”. Longe da banda Sex Pistols, John Lydon finalizou recentemente uma turnê pelo Reino Unido com a palestra Untamed, Unscripted, and Uncensored – Indomável, Sem Roteiro e Sem Censura, em tradução livre. Os próximos compromissos do artista serão com os shows do PIL, em dezembro. A turnê com a palestra voltará no ano que vem. Já Morrissey tem compromissos com os fãs dos Estados Unidos a partir de janeiro de 2026! Se ele vai honrar estas responsabilidades é outra história. Via: RockBizz

João Gordo acusa os evangélicos de subverterem as pautas progressistas: “Por isso abro a bandeira do satanismo”
Em recente conversa com o ativista político e social Paulo Roberto da Silva Lima – vulgo Galo -, o vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, acusou os evangélicos de subverterem as pautas progressistas. O artista também refletiu sobre o processo de embrutecimento da sociedade, o qual passa pela incapacidade de pensar e agir com empatia. Na mesma conversa, o punk rocker brasileiro foi além e analisou a falta de intimidade das pessoas com os livros, a falta de informação e o bloqueio deliberado em consumir conteúdos edificantes nas redes sociais. “A grande maioria da periferia é evangélica”, começou João. “Tem muito ladrão evangélico, tem muito traficante evangélico. É o maior absurdo. Os evangélicos têm todas essas ideias. Você vai acreditar em cobra falante? Você vai acreditar em costela de Adão? Os caras acreditam porque são mal informados, porque não leram e se informam pelo WhatsApp e TikTok”. O músico continuou em tom mais crítico: “A cabeça está cada vez menor! Não aguenta ler um livro, não aguenta assistir mais de quinze segundos de algo explicativo. É só dancinha, fascismo e treta. Com isso, o povo vai embrutecendo e está seguindo esses bagulhos de evangélico que são brutos, que são atrelados à extrema-direita, violência e arminha”. “Eles defendem Bolsonaro, são pró Israel e pró matança, como aconteceu no Rio”, pontuou. “Então, está tudo errado. É por isso que eu abro a bandeira do satanismo. É só para afrontar esses caras. É só para ser um contraponto, porque eles que são o mal. Não sou eu, porque eu ajudo o pobre. Eu tenho compaixão, faço solidariedade e não fico desejando mal para ninguém”. Gordo finalizou dando indireta a quem conquista os bens materiais parasitando e ou ludibriando outras pessoas: “Tudo o que eu tenho, eu não roubei! Tenho pouco, mas trabalhei para conquistar. Tenho três mil discos, eu não roubei nenhum. Meus livros e meus bonecos eu comprei com meu dinheiro. Eu não roubei nada”. Assista a entrevista completa no player logo a seguir: Via: RockBizz

Opeth lança clipe animado da música Paragraph 3
O Opeth lançou o clipe animado da música Paragraph 3 para prosseguir com a promoção de seu mais novo álbum de estúdio, The Last Will And Testament, o qual saiu em novembro de 2024 pela Moderbolaget e Reigning Phoenix Music. Assista: Anteriormente, o grupo sueco compartilhou o vídeo da canção Paragraph One. Veja neste outro tocador: Todas as canções de The Last Will And Testament foram compostas pelo frontman Mikael Åkerfeldt, que também cuidou da produção ao lado de Stefan Boman. Já a capa da obra é de autoria do artista Travis Smith. Outro destaque do disco é a presença de Ian Anderson, vocalista e flautista do icônico Jethro Tull. Atualmente, o Opeth é formado por Mikael Åkerfeldt (vocal e guitarra), Martin Mendez (baixo), Fredrik Åkesson (guitarra), Waltteri Väyrynen (bateria) e Joakim Svalberg (teclado). Track listing de The Last Will And Testament: 01. §102. §203. §304. §405. §506. §607. §708. A Story Never Told Via: RockBizz

“Passamos por uma situação muito difícil com a morte de Chester; foi trágico e cheio emoção”, diz Dave Farrell
O Linkin Park retornou aos palcos em outubro de 2024 com a frontwoman Emily Armstrong, 39. A volta do grupo já rendeu também um álbum completo de canções inéditas, o qual se chama From Zero e saiu em 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. Apesar de algumas críticas dos fãs mais ortodoxos, que não aceitam a presença da cantora, o conjunto vem fazendo bonito nos palcos, com shows lotados pelos Estados Unidos, Europa, Argentina, Brasil e muitos outros países. Em uma pequena entrevista ao canal argentino UnDinamo, o baixista Dave “Phoenix” Farrell refletiu sobre a preocupação que tinha sobre a resposta dos fãs em relação à volta do grupo. “Quando se trata do ambiente virtual, e isso acontece em todos os lugares, sempre haverá coisas difíceis e desagradáveis sendo ditas. Coisas que você não quer ouvir ou ver, ou com as quais você discorda. Mas, para mim, esse tipo de feedback da internet não é motivo para fazer ou deixar de fazer algo. Além disso, sempre haverá divergências de opinião. Isso é normal. É natural. Pensando nisso, eu me perguntei: o quão estranho seria o mundo se você fizesse algo e todo mundo online concordasse ou adorasse? Isso já aconteceu alguma vez’? Provavelmente não. Nós passamos por uma situação muito difícil com a morte do Chester, foi algo trágico e cheio de emoção”. Dave acrescentou: “Mas mesmo se você desconsiderar isso, se uma banda está lançando o segundo álbum, tirando toda a carga emocional, sempre haverá reações diversas. E se você deixasse isso te paralisar, seria uma situação muito difícil. No final das contas, para nós, muitos dos feedbacks eu meio que entendo, e não me importo que as pessoas tenham suas próprias ideias e opiniões. Mas espero que, se eu estiver sendo eu mesmo e se eu estiver sendo franco como músico ou como artista, a ideia de que alguém possa não gostar nunca deve ser um motivo para não lançar algo ou fazer algo novo no futuro”. Via: RockBizz

Bruce Dickinson reflete sobre a devoção tribal que os fãs têm pelo Iron Maiden
O cantor Bruce Dickinson refletiu sobre a devoção tribal que os fãs têm pelo Iron Maiden. Ele usou como objetivo de análise a sua saída da banda em 1993. Naquela época, grande parte do público não curtiu o seu segundo álbum solo só pelo fato de não ser mais um integrante da Donzela de Ferro. “Minha esposa comentou o seguinte comigo: ‘O problema foi que, quando você saiu, não importava se você tinha feito o melhor disco do mundo, ninguém conseguia ouvi-lo, ninguém ia dar uma chance porque era simplesmente avassalador o fato de você estar mais no Iron Maiden’”, disse Bruce em nova entrevista à revista Metal Hammer. Dickinson encerrou a sua análise fazendo uma analogia com o futebol: “Eu não conseguia entender essa lógica. É o mesmo motivo pelo qual não torço para um time de futebol. Torço para o melhor time de futebol; não torço para um time qualquer. Não entendo essa coisa de torcida organizada. Entendo que é por isso que as pessoas amam tanto o Iron Maiden. Eu entendo, mas acho difícil incorporar isso em mim como uma forma geral de viver a minha vida”. Após o lançamento de Balls to Picasso, em 1994, que foi o primeiro disco pós Maiden, o Air-Raid Siren se enveredou pelo rock alternativo em Skunkworks (1996). Depois desse passo, o cantor se aliou novamente ao guitarrista Adrian Smith para voltar à seara do metal com Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998). Nos anos 2000, no entanto, ele foi mais econômico nas atividades de sua carreira solo, visto que criou apenas o álbum Tyranny of Souls (2005). Já o sucessor dele, The Mandrake Project, só vislumbrou a luz do Sol em março de 2024. Via: RockBizz

“Eu não arreguei para o Dado Dolabella; fiquei em choque e o cara se cresceu”, conta João Gordo (Ratos de Porão)
Os integrantes do Ratos de Porão sempre levaram a fama de serem traidores do movimento punk rock. A crítica recai sobretudo no vocalista João Gordo. Até as pessoas que estavam dentro desta cena musical tiveram tal atitude em relação aos caras. Os motivos podem variar bastante e podem ir do estilo musical da banda, que é um crossover, ou seja, não é um punk puro sangue, até o trabalho de apresentador do Gordo em emissoras como MTV e Record. Contudo, é inegável o enfrentamento que o conjunto e seus músicos veem fazendo à aristocracia brasileira desde os seus primeiros passos na carreira. Álbuns como Crucificados pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986) e Brasil (1989) foram certeiros em suas críticas sociais e econômicas. E é importante ressaltar que o teor lírico das obras ainda se mostram pertinentes até os dias atuais, ou seja, décadas após a criação dos álbuns, as suas ponderações ressoam em sintonia com status quo do Brasil. Mesmo assim, em 2003, João Gordo teve que aturar desaforo do suposto ator e galã Dado Dolabella, quando o entrevistou para o programa Gordo a Go-Go. O bate-papo logo virou briga na hora que Dado acusou o músico de traidor do movimento. Em recente conversa com o apresentador Galo, do canal Sem Medo de Errar, o artista recordou o assunto e teceu alguns detalhes sobre a treta. “Essa história do Dado Dolabella é bizarra porque isso aconteceu há mais de vinte anos, e na internet escreve na pedra. O negócio tem cinquenta milhões de views e o pessoal fala como se tivesse acontecido ontem. Isso viralizou. Falam que eu arreguei! Eu não arreguei para o Dado Dolabella. Na hora, eu fiquei pensando: ‘O que esse cara está fazendo? Ele quebrou a minha mesa’. Eu fiquei em choque e o cara se cresceu. Se tivesse perdido o emprego, eu estava fudido. Se eu encostasse a mão nele… Eu estava com um pedaço de pau e ele com uma corrente. Logo depois chegou um segurança. E nesse meio tempo eu mandei ele se ferrar e fiquei gritando com ele, e teve aquela coisa que todo mundo viu. Mas quem ficou de vilão fui eu, porque cinco minutos depois já estava nos sites de fofoca que o João Gordo tinha brigado e tal”. Gordo continuou: “Isso não foi para o ar! Demorou quatro anos para ir para o ar. Só foi para o ar quando a MTV montou o seu site. Eu estava em Madri, entrevistando o jogador Roberto Carlos, e quando voltei estava acontecendo tudo de novo: a televisão falando dessa merda”. “O tempo mostrou quem é quem! Eu estou casado há vinte e cinco anos, e minha mulher me ama. O cara já bateu em trinta mulheres”, completou João. Eis a entrevista completa no tocador abaixo: Neste outro player você pode ver a famigerada briga: Via: RockBizz

Metallica: “Sou muito abençoado; tenho o melhor emprego do mundo”, comemora James Hetfield
No próximo domingo, dia 30 de novembro, a CBS Sunday Morning vai exibir um programa especial sobre a All Within My Hands Foundation, que pertence ao Metallica. A entidade tem o comprometimento em fornecer ajuda às comunidades e indivíduos afetados pelos mais diversos tipos de infortúnios. Em certa parte desse especial, o frontman da banda, James Hetfield, foi questionado sobre como mantém o pique após mais de quarenta anos de carreira. O Papa Het respondeu assim: “É muito fácil! É muito fácil! Basta olhar nos olhos de alguém. É tudo o que preciso. Eu me conecto com o olhar de uma pessoa e vejo a transformação. Vejo a paixão nela, e me sinto completo. O meu coração se enche de energia e estou pronto para continuar a tocar. “Sou muito abençoado! Tenho o melhor emprego do mundo, se é que dá para chamar isso de emprego. Eu descobri a minha paixão cedo na vida. Sou muito grato por isso. Meus pais sempre me apoiaram. E eu lutei muito para conseguir o que eu achava que precisava, que era estar em uma banda e fazer música”. O músico acrescentou: “A luta faz parte do processo, e com essa fundação [All Within My Hands], espero que possamos dar uma mãozinha para ajudar as pessoas a saírem daquela mentalidade de derrota. Queremos ajudar e mostrar que é possível chegar lá”. “Então, sim, tenho o melhor emprego do mundo. Consigo ver três gerações de pessoas se abraçando. Nossa, a última coisa que eu gostaria de fazer é ir a um show com meu pai, ou mesmo com meu avô. Mas eu vejo isso acontecendo em nossos shows. Tem criancinhas na frente, idosos na frente, pessoas em cadeiras de rodas na frente. É uma mistura de origens e histórias de pessoas”, finalizou em júbilo. Via: RockBizz

Angra vai relançar Rebirth em versão vinil duplo pela primeira vez
Rebirth, que saiu em novembro de 2001, fora a o renascimento do Angra, depois que Andre Matos (vocal), Luis Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) decidiram abandonar o barco. Portanto, o trabalho serviu de estreia para a segunda encarnação do grupo, a qual consistia em Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A novidade agora é que o Angra vai relançar Rebirth em versão vinil duplo pela primeira vez. Com previsão de chegar ao mercado em 12 de dezembro de 2025 pela Voice Music, o álbum virá com quatro faixas bônus, capa gatefold com verniz e pôster/encarte 30×60 cm com fotos exclusivas. O produto, que estará disponível nas cores azul escuro translúcido e preto, virá com o aúdio remasterizado e será uma forma de celebrar os vinte e quatro anos de seu lançamento. Rebirth é um dos principais trabalhos da carreira da banda brasileira. Ele lança mão de sons como Nova Era, Millennium Sun, Acid Rain, Heroes of Sand e a faixa-título. De acordo com a Pro-Música Brasil, anteriormente conhecida como Associação Brasileira dos Produtores de Discos, Rebirth alcançou disco de ouro por bater a marca de 50 mil cópias vendidas. Via: RockBizz

Nuno Bettencourt joga a real porque Wolfgang Van Halen não deu as caras no show final de Ozzy Osbourne
O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Por si só o evento, que se chamou Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne. O cantor faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. Além das canções do Sabbath, os artistas convidados deram as suas interpretações às músicas do saudoso Príncipe das Trevas. E vale ressaltar que os sons dele demandam bastante técnica de quem se atreve tocá-los, então, só subiu no palco quem conseguia dar conta do recado. Trocando uma ideia com o pessoal do Steve and Rik’s POTcast, o virtuoso guitarrista Nuno Bettencourt jogou a real porque Wolfgang Van Halen não deu as caras no show final de Ozzy Osbourne. O filho de Eddie Van Halen foi convidado para a festa, mas deu “migué” de que teria compromisso naquele dia. “Recebi uma ligação dizendo que Wolfgang Van Halen tinha acabado de desistir de tocar no Back to the Beginning. Eu disse: ‘É, ele está desistindo porque é esperto! Ninguém quer tocar aqueles solos do Randy Rhoads ou do Jake E. Lee’. Na verdade, ninguém queria tocá-los porque, se você fracassasse miseravelmente naquele palco com o Ozzy lá e todos os seus colegas assistindo, a sua carreira simplesmente acabaria”. Nuno acrescentou: “Eu acabei tocando 12 músicas, caramba! Eu só queria respeitar as músicas e dar tudo de mim. Fiquei por semanas, tipo quatro ou cinco horas por dia, em pé, tocando as músicas e garantindo que tudo saísse certo”. O guitar hero português emprestou seu talento para os seguinte clássicos: The Ultimate Sin, Believer, Flying High Again e Bark At The Moon (Ozzy Osbourne); Sweet Leaf, Changes e Symptom Of The Universe (Black Sabbath); Walk This Way e Train Kept A-Rollin’ (Aerosmith); Whole Lotta Love (Led Zeppelin) e Rock Candy (Montrose). Veja alguns registros amadores da performance de Nuno Bettencourt no Back To The Beginning: Via: RockBizz

Rumores apontam The Cure como possível headliner do Rock in Rio 2026
Notícias The Cure deve ser um dos headliners do Rock in Rio 2026, segundo publicou a página Chile Festivales. No entanto, o festival não fez nenhum anúncio oficial até o momento. A página postou em suas redes sociais: “A banda britânica será um dos headliners do Rock in Rio 2026, que tal, gostariam de uma nova visita a Santiago?”. Ao que tudo indica, a banda será um dos headliner exclusivos do festival. A última passagem do The Cure no Brasil foi em São Paulo, no Primavera Sound, em 2023. O Rock n Rio acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A venda geral dos ingressos acontece dia 9 de dezembro, às 19h através do site da Ticketmaster. Os preços são: R$ 795 (inteira), R$ 397,50 (meia). Mais anúncios sobre o ineup do Rock in Rio devem ser divulgadas oficialmente em breve. LEIA TAMBÉM: Por que show de Elton John no Rock in Rio 2026 será histórico? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: Wiki Metal