Entrevistas

Phil Collins não merece o que aconteceu com ele, declara Steve Hackett
O guitarrista Steve Hackett se emocionou ao falar sobre o atual estado de saúde do seu ex-colega de Genesis, Phil Collins. Em entrevista recente ao jornal The Telegraph, Hackett “demonstrou emoção visível” quando questionado sobre Collins, que paralelamente ao Genesis teve uma bem-sucedida carreira solo. “Meu Deus. Eu sempre amarei Phil”, declarou Hackett. “Desculpe, mas eu não tenho palavras. Ele simplesmente não merece o que aconteceu com ele”, finalizou. A saúde de Phil Collins piorou nos últimos anos devido a um problema recorrente na coluna. O baterista e cantor britânico sofreu uma lesão na coluna em 2007, sendo assim, atualmente, ele não consegue tocar bateria e anda com ajuda de uma bengala ou usa cadeira de rodas. Em 2022, Collins fez um show, considerado o último do Genesis, na famosa casa O2 Arena, em Londres, Inglaterra. O músico se apresentou sentado e brincou que teria que conseguir “um emprego de verdade, agora”. Via: RockBizz

Sepultura: leitores do Wikimetal gostariam que banda continuasse em atividade
Resultado das enquetes A lendária banda brasileira Sepultura anunciou no início dezembro de 2023, uma turnê de despedida após quatro décadas como o maior nome do metal brasileiro. A notícia foi confirmada em coletiva de imprensa realizada em São Paulo, acompanhada pelo Wikimetal. Em comunicado de imprensa compartilhado nas redes sociais, o momento da banda foi descrito como um falecimento: “O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada”, informaram. Apesar disso, durante a conversa de hoje, o teor foi menos definitivo: “O Sepultura não vai acabar. Ele vai parar, mas o Sepultura não acaba. A gente quer celebrar com os fãs nessa turnê. Acho que não tem um por quê, é um dever cumprido”. Com essa notícia, o Wikimetal perguntou o que os leitores acham da turnê de despedida. 51% votou que não gostaria que a banda parasse suas atividades agora, tendo 18% desejando uma turnê do grupo, mas não de despedida. 29% acredita que a decisão da banda de se despedir nesse momento foi boa e apenas 3% não tem uma opinião sobre a questão. Confira o resultado na íntegra logo abaixo. O que você acha da decisão do Sepultura de fazer uma turnê despedida? Não gostaria que eles parassem agora (51%, 58 Votes) Acho que foi uma boa decisão (29%, 33 Votes) Gosto da ideia de uma turnê mas não de despedida (18%, 20 Votes) Não tenho uma opinião (3%, 3 Votes) Total Voters: 114 Carregando … Via: Wiki Metal

Kittie lança primeira música inédita em 13 anos; ouça Eyes Wide Open
A banda canadense Kittie acaba de lançar o clipe de sua primeira música inédita em 13 anos, chamada Eyes Wide Open, via Sumerian Records. Produzido por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush, Korn), Eyes Wide Open é uma declaração poderosa de uma banda que não apenas moldou o cenário do heavy metal, mas também inspirou uma geração de músicos a quebrar barreiras e desafiar expectativas. Morgan Lander, cofundadora e vocalista do Kittie, expressou seu entusiasmo pelo retorno da banda: “Às vezes, oportunidades incríveis se apresentam de maneiras surpreendentes. Apenas alguns anos atrás, nunca poderíamos imaginar que estaríamos nos preparando para lançar novas músicas como Kittie. Recebemos uma segunda chance e somos gratas a Ash e à família Sumerian por acreditarem em nós”. Confira o clipe de Eyes Wide Open: Via: RockBizz

Duff McKagan sobre a gravação de Appetite For Destruction: “Não queríamos produtor se metendo em nossas músicas”
Appetite For Destruction é debute do Guns N’ Roses e é um dos maiores álbuns da história do rock n’ roll. O baixista Duff McKagan, que é um dos responsáveis pela criação do disco, concedeu uma entrevista ao podcast Broken Record e falou sobre a gravação do álbum. De acordo com Duff, as músicas, quando chegou a hora de gravar, já estavam bem acabadas, então, eles não queriam nenhum produtor se metendo em nada. “Nós conhecíamos as nossas músicas tão bem que não queríamos um produtor que se metesse nelas. Não queríamos que ninguém encostasse em uma nota. Queríamos que soasse como soávamos em nossa pequena sala de ensaio, porque era bom pra cacete. Tinha produtores como [Robert John] ‘Mutt’ Lange que fez Back In Black [AC/DC] e tal. Mas ele era um produtor muito caro. E a gente só tinha 250 mil dólares para fazer o nosso primeiro disco, e isso foi um adiantamento da gravadora, mas acabou possibilitando a gente largar os nossos empregos e focar na banda”. A longa entrevista pode ser conferida aqui: Lançado no dia 21 de julho de 1987, Appetite for Destruction mudou a cena assim que chegou no mercado. O rock n’ roll cru e corajoso baseado no blues combinado com uma atitude de rua e mensagens para a juventude da década o tornaram único. Embalado por clássicos como Welcome to the Jungle, Paradise City e Sweet Child o’ Mine, o disco já vendeu mais de trinta milhões de cópias em todo globo. Além disso, entrou nas paradas de sucesso de vários países como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Canadá e Brasil. Neste link e neste outro aqui, você pode conhecer algumas curiosidades sobre o Appetite For Destruction. Via: RockBizz

Juntos e misturados: Duff McKagan poderia assumir o baixo no AC/DC
Acabou a agonia e o coração apertado! O AC/DC vai iniciar a turnê em divulgação ao álbum Power Up em maio, na Alemanha. Apesar de ser uma ótima notícia aos fãs, o grupo, infelizmente, estará desfalcado na tour, já que o baixista Cliff Williams não participará da excursão. Cliff não é o baixista original da banda, visto que se juntou a trupe em 1977 – época em que a turma já tinha quatro discos no currículo. No entanto, Williams assinou seu nome em obras seminais como Highway to Hell (1979), Back in Black (1980) e For Those About to Rock (We Salute You) (1981). Ou seja, é componente indispensável para o caldo do AC/DC! Para a configuração 2024, o conjunto virá amparado pelo baixista Chris Chaney, músico que já emprestou seu talento a grupos e artistas do quilate de Ozzy Osbourne, Rob Zombie, Joe Satriani, Jane’s Addiction, entre outros. Contudo, seria deveras interessante se a banda australiana fizesse mais um crossover com o Guns N’ Roses e integrasse ao time o baixista Duff McKagan. Vale recordar que o primeiro cruzamento entre os dois universos aconteceu em 2016, quando o vocalista Brian Johnson foi forçado a dar uma pausa na carreira por problemas auditivos e fora substituído temporariamente pelo frontman do GN’R, Axl Rose. Até o momento, a empresa de Rose está sem compromissos agendados; os caras são amigos de longa data; Duff tem técnica, experiência e segurança para segurar a onda no palco ao lado das lendas Angus Young e Brian Johnson; sem contar o fator mercadológico, de marketing, já que McKagan é uma marca consagrada, famosa e querida pelo público. Desse modo, um crossover entre o AC/DC e o Guns N’ Roses não seria algo tão fora de escala e ou uma maluquice sem sentido. Já rolou uma vez e o resultado ficou bacana, então, um repeteco seria interessante. Via: RockBizz

Brian May admite que nunca gostou de Under Pressure, clássico do Queen
Brian May admitiu que nunca gostou de Under Pressure, clássico do Queen com David Bowie, mas não disse nada na época porque sabia que isso levaria a uma briga. Em uma nova entrevista para a Guitar World, o guitarrista deu mais detalhes: “[Era] uma faixa bem pesada… soava como The Who. Parecia extremamente movida por acordes”. E continuou: “E eu estava radiante… Me lembro de dizer a David: ‘Oh, parece The Who, não é?’ Ele disse: ‘Sim, mas não vai soar como The Who quando eu terminar’. Você sabe, de uma forma meio brincalhona. Mas ele não queria que fosse assim”. May então decidiu não continuar pressionando. “Acho que foi provavelmente a única vez na minha carreira que desisti, porque sabia que seria uma luta”, disse ele. “Então basicamente foram Freddie e David brigando no estúdio com a mixagem. E o que aconteceu na mixagem foi que a maior parte daquela guitarra pesada foi perdida”. “Nunca gostei, para ser sincero, da forma como foi mixado. Mas reconheço que funciona. É um ponto de vista e está muito bem feito. E as pessoas adoram”, ele completou. Brian também confirmou que quando toca Under Pressure hoje em dia, ela é apresentada em um estilo “bem diferente” da versão antiga. “É muito mais pesado e acho que se beneficia disso”, ele disse. “David era uma força criativa incrível. Mas você não pode ter muitas forças criativas incríveis na mesma sala. Começa a ficar muito difícil! Algo tem que acontecer”. Via: RockBizz

Pete Trewavas, baixista do Marillion, atualiza fãs sobre estado de saúde
Pete Trewavas, baixista do Marillion, fez um post sobre seu estado de saúde. Ele se encontra no hospital onde aguarda uma cirurgia de rotina. A sua banda se prepara para participar do cruzeiro Cruise to the Edge, com grandes nomes do rock progressivo. Como Trewavas não poderá participar, Nick Beggs foi o nome escolhido para substituí-lo. Após a banda avisar sobre a substituiçao, Pete veio agradecer todo carinho que recebeu dos fãs. Leia abaixo a tradução livre da nota: “Oi pessoal. Eu só queria dizer o quanto fiquei impressionado com todas as suas mensagens de gentileza e apoio e com as pessoas postando votos de melhoras ou recuperação rápida. Atualmente estou descansando no hospital aguardando meu procedimento cirúrgico. Sinto-me muito bem com toda a situação, pois tenho uma excelente equipe cirúrgica ao meu redor e um plano de tratamento em vigor. No longo prazo, após a reabilitação e recuperação, espero voltar a escrever com a banda, o mais cedo possível e estou confiante de que isso acontecerá. No curto prazo, como vocês já sabem, sentirei falta do cruzeiro. Embora eu esteja absolutamente arrasado com isso, gostaria de agradecer ao nosso bom amigo Nick Beggs por me substituir enquanto estou fora de ação. Nick, como tenho certeza que todos vocês sabem, é um grande músico e um cara de destaque. Espero que todos vocês gostem dos shows, eu só queria poder estar lá para vê-los pessoalmente. Mais uma vez um grande obrigado. Pete.” Além do Marillion, Pete tem o projeto Edison’s Children junto com Rick Armstrong and Eric Blackwood. O grupo contou que está em fase de mixagem do próximo disco, que será uma continuação do álbum lançado em 2019, The Disturbance Fields. LEIA TAMBÉM: Mike Portnoy e Jordan Rudess confirmados para o Cruise To The Edge Via: Wiki Metal

Alice Cooper está de volta ao ar, com o novo programa Alice’s Attic
Alice Cooper retorna ao rádio, segundo o site Blabbermouth, com novo nome e nova parceria com a Superadio. Após um período fora do ar, ele estreou com o programa Alice’s Attic ou Sótão do Alice, na segunda-feira, dia 05 de fevereiro de 2024. O cantor vai continuar trabalhando com o mesmo time criativo de longa data, desde o adorado Nights With Alice Cooper, que teve seu último episódio transmitido em 8 de setembro de 2023. Em seu novo projeto, Cooper irá apresentar uma mistura de clássicos do rock, com algumas faixas mais obscuras, e ainda futuras promessas da música pesada. Além disso, permanecerão as intrigantes histórias do artista e comentários a respeito de músicos e bandas representadas por ele. O novo programa terá a duração de cinco horas, indo ao ar de segunda à quinta feira, sendo que nos finais de semana, haverá uma reformulação. Alice’s Attic já está no ar em todo o Estados Unidos, através de estações locais de rádios e também em estações adicionais na Austrália. Espera-se que o Reino Unido e Canadá também comecem a transmitir em breve. Nas palavras de Alice Cooper: “Para todos os meus ouvintes insanos, estou de volta. E se você achou que 20 anos de ‘Nights With Alice Cooper’ foram estranhos, espere até entrar em ‘Alice’ s Attic’! Basta pensar em quem ou o que pode estar escondido em todas essas caixas velhas e empoeiradas. Contamos com a mesma equipe por trás do novo programa, sendo assim, vai soar familiar, mas estamos todos ansiosos para adicionar um pouco mais de criatividade com a introdução de novos elementos para evitar que as coisas fiquem estagnadas ou mesmo estragadas com o tempo. Falando em coisas estragadas… que cheiro é esse??!” No Brasil, era possível acompanhar o programa de Alice Cooper através da internet ou do aplicativo da estação alemã RadioBob, que vale muito a pena conferir, transmite boa música o dia todo, inclusive de bandas locais! A saga de “Nights With Alice Cooper” O programa teve sua estréia em Janeiro de 2004 na 93.3 KDKB Phoenix antes de mudar para a parceira Classic Rock 100.7 KSLX, quando a emissora KDKB mudou seu estilo musical, para artistas mais alternativos em 2014. Ainda segundo o Blabbermouth, o vice-presidente executivo/programação da United Stations, Andy Denemark, confirmou o fim do programa ao Radio+Television Business Report. Segundo ele, a decisão de encerrar o programa de Alice estava supostamente ligada à venda da United Stations Radio Network para a GeminiXIII, com a nova gestão, planejando levar a programação em uma direção diferente. Mas segundo uma fonte disse ao Radio+Television Business Report na época, vendo que Cooper não pretendia se aposentar ou sair do rádio tão cedo, a decisão de encerrar o programa foi forçada por uma mudança de direção por parte da administração da United Stations Radio Network. Em 2012, Cooper relembrou a criação do programa e os motivos que o levaram a seguir em frente com a ideia, enquanto lamentava a morte de Dick Clark. O artista escreveu, através das redes sociais: “Eu costumava voltar da escola primária para assistir ‘American Bandstand’ (programa de televisão americano que ficou no ar de 1957 a 1989)”, “O show mostrava todas as músicas e danças novas, e tinha o cara mais legal do mundo apresentando-as para você. Eu não tinha ideia de que mais tarde na minha carreira conheceria Dick Clark em um nível profissional. Alguns anos atrás, ele me disse: ‘Ei, Coop, se você tivesse seu próprio programa de rádio, como seria?’ Eu disse a ele que seria mais parecido com as estações FM livres dos anos 60, onde os DJ ‘s realmente tocavam o que gostavam e as estatísticas não influenciavam. Ele disse: ‘Alice, por que você não faz isso então?’ Foi assim que nasceu meu programa de rádio, ‘Nights With Alice Cooper’.” Planos para 2024 Este ano vai ser agitado para Alice, muitos shows pela Europa, também Austrália, e no verão, volta aos Estados Unidos para uma turnê com Rob Zombie. Lembrando ainda que o novo álbum de Cooper, Road (2023), já foi lançado via earMUSIC. Confira também mais informações a respeito do novo programa, através do Instagram do músico. LEIA TAMBÉM: Alice Cooper ganha personagem em ‘Legacy Of The Beast’, do Iron Maiden Via: Wiki Metal

Jon Bon Jovi revela que escreveu uma canção para o casamento de sua filha Stephanie
Em entrevista ao Access Hollywood, Jon Bon Jovi revelou que escreveu uma canção, que estará presente no próximo álbum do Bon Jovi, para o casamento de sua filha, Stephanie Rose Bongiovi. “Ela ainda não ouviu”, disse o vocalista do Bon Jovi ao canal. “Chama-se Kiss The Bride. Eu prometo a você que é a canção de casamento dos próximos 100 anos”. Além de sua filha, o cantor também está se preparando para comemorar o casamento de seu filho Jake Bongiovi, 21, e de sua noiva, a atriz Millie Bobby Brown, 19. “Eles estão crescendo juntos”, disse ele. “Estamos loucamente apaixonados pelos dois porque eles têm a ideia de que estão juntos nisso e nós apoiamos totalmente”. Bon Jovi Recentemente, o primeiro trailer da série documental Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, que conta a história do Bon Jovi com total cooperação de todos os membros antigos e atuais do grupo, foi disponibilizado online. A série com quatro episódios tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Via: RockBizz

Há ligação entre Circle Of Stone e The X Factor e Virtual XI, segundo Blaze Bayley
O vocalista britânico Blaze Bayley (ex-Iron Maiden), 60 anos, confirmou o lançamento de seu novo álbum de estúdio, Circle Of Stone, para o dia 23 de fevereiro. Circle Of Stone é o sucessor de War Within Me, álbum lançado em abril de 2021. Em entrevista ao podcast Metal Pilgrim, o cantor comentou que há ligação entre Circle Of Stone e The X Factor e Virtual XI, discos da Donzela de Ferro que contaram com seus vocais. Blaze explicou: “No Iron Maiden, eu aprendi a tirar a sorte da jogada. Antes, em muitas vezes, eu falava: ‘Oh, ótimo, essa música é boa, funcionou; isso não funcionou, que pena’. Depois, com o aprendizado adquirido no Maiden, eu passei a dizer: ‘Ah, o som não funcionou por causa disso ou daquilo’. Além disso, quando você ver que a ideia não está se desenvolvendo, você deve largá-la imediatamente, não deve desperdiçar energia nela, e vai tentar outra ideia. Se a outra ideia fluir, é nisso em que você deve trabalhar”. O vocalista adicionou: “Se você ouvir meu novo álbum solo Circle Of Stone, você vai ouvir muito de The X Factor e Virtual XI, você poderá ver que há ligação entre eles. No entanto, Circle Of Stone é o meu trabalho, eu não estou tentando copiar nada, mas, dentro de mim, está a experiência de fazer The X Factor e Virtual XI, e isso está refletido no disco”. A entrevista completa está disponível aqui: Blaze Bayley deu duas amostras de seu novo álbum ao divulgar os videoclipes de Rage e a faixa-título. Curta nos tocadores abaixo: Track listing de Circle Of Stone: 01. Mind Reader02. Tears In Rain03. Rage04. The Year Beyond This Year05. Ghost In The Bottle06. The Broken Man07. The Call Of The Ancestors08. Circle Of Stone (feat. Niklas Stålvind)09. Absence10. A Day Of Reckoning11. The Path Of The Righteous Man12. Until We Meet Again Via: RockBizz

Headless Cross é uma obra-prima esquecida na discografia do Black Sabbath
Meados dos anos 80, o Black Sabbath era a casa da mãe Joana, isto é, era uma banda essencialmente desorganizada, atolada em dívidas, sem gravadora… Uma verdadeira balburdia dentro e fora dos palcos. As trocas de integrantes eram constantes e os abutres do mercado musical estavam se fartando com o grupo morto-vivo. O senso de união ganhou seu primeiro relance com a entrada do vocalista Tony Martin, contudo, tudo ganhou corpo e vigor quando o baterista Cozy Powell foi fichado na empresa, e a turma, que era liderada pelo riff master Tony Iommi, começou a trabalhar em seu primeiro rebento. O Sabbath com Ozzy era um passado bem distante, o conjunto com o saudoso Ronnie James Dio também era gélido corpo enterrado a sete palmos do chão, sendo assim, o caminho mais inteligente era focar nos novos potenciais da banda e se firmar por conta própria, sem ficar emulando o próprio passado. Com uma aura sombria, sonoridade fundamentada nas melódicas e açucaradas texturas e nuances oitentistas e performances caprichadas, Headless Cross ganhou o mundo em abril de 1989 pela I.R.S. Records. Diferente da época setentista da banda, por exemplo, em que Iommi era o responsável por criar as canções de forma solitária; em Headless Cross, o guitarrista trabalhou no esquema colaborativo, pois Cozy Powell e Tony Martin apresentaram muitas ideias e conteúdos para o disco, o que fez o chefe, Toninho, respirar com mais alívio e não sentir o peso de ter que levar o mundo nas costas. Não é um disparate, tampouco um delírio, afirmar que o disco possui dois protagonistas: as linhas de guitarra de Iommi e o vocal afiado, dinâmico e intimidante de Martin. A bateria de Powell não fica muito atrás em termos de grandeza, já que é robusta e proeminente, além disso, se funde à grandeza de todo o repertório. Sem contar a importante presença do tecladista Geoff Nicholls, que arrematou os sons com uma bem-vinda atmosfera taciturna, capaz de gelar a espinha e causar o ranger de dente nos mais imponentes tr00zões. O teor lírico fincou a bandeira no ocultismo e no folclórico Capeta, o que foi um prato cheio aos cidadãos de bem da época, que adoraram odiar o álbum e taxar os músicos como os emissários do Cão. Publicidade orgânica e sem custo algum! Algumas curiosidades permeiam o caminho de Headless Cross: primeira, a participação de Brian May (Queen) em When Death Calls; e segunda, para não conflitar com o álbum de Ozzy Osbourne, No Rest for the Wicked, a música Hero passou a se chamar Call of the Wild e Devil’s Daughter se tornou Devil & Daughter. Headless Cross tem muito a oferecer aos fãs do Black Sabbath, todavia, apesar de ter um público cativo, é uma obra-prima esquecida na discografia do Black Sabbath. Além do caprichado conteúdo musical, o álbum foi uma grande conquista para tal momento do grupo: provou que tinha muita lenha para queimar, a fonte criativa não estava seca e, principalmente, provou que estava longe da extinção, como alguns abutres almejavam. Via: RockBizz

“Jon Bon Jovi não tem nada a provar, ele é uma lenda”, declara Michael Sweet (Stryper)
Michael Sweet, vocalista do Stryper, acessou suas redes sociais neste domingo (11) para defender Jon Bon Jovi. De acordo com Sweet, o vocalista do Bon Jovi não precisa provar nada a ninguém porque é uma lenda. Os comentários do cantor vem depois que Jon confirmou ter passado por uma cirurgia reconstrutiva nas cordas vocais há 2 anos e refletiu sobre o impacto que isso teve em sua vida durante a divulgação da série documental Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story à imprensa, afirmando que não consegue entender porque Deus tirou sua habilidade vocal. “Desejo o melhor a esse cara”, disse Sweet nas redes sociais. “Embora meus problemas vocais sejam diferentes, posso definitivamente me identificar com o fato de não ter controle total sobre minhas cordas vocais”. E acrescentou: “É uma sensação muito frustrante ter que sair noite após noite na frente de uma grande multidão e não ser capaz de fazer o que você sempre fez – entregar 100%. Então você acrescenta a isso o fato de que qualquer pessoa pode gravar, publicar e comentar. E, infelizmente (muitas vezes), esses comentários são desagradáveis e negativos e, às vezes, absolutamente odiosos e horríveis”. “Estou muito feliz em saber que Jon Bon Jovi está se recuperando e fazendo tudo o que pode para resolver o problema e entregar o melhor desempenho possível”, ele continuou. “Jon não tem nada a provar. Ele é uma lenda”, completou Sweet. Confira a publicação completa abaixo: Via: RockBizz

Kanye West retira trecho de Iron Man de sua música após reclamação de Ozzy Osbourne
Kanye West removeu um trecho da música Iron Man, clássico do Black Sabbath, de seu novo álbum após reclamação de Ozzy Osbourne. Vale esclarecer que o Madman já havia se manifestado sobre o assunto, mas afirmando que se tratava da música War Pigs; erro retificado pelo cantor. Na última sexta-feira (09), Ozzy atacou West, chamando-o de antissemita e alegando que o rapper usou o trecho da versão ao vivo da canção durante a festa de lançamento de seu álbum Vultures, que rolou no dia 8 de fevereiro, mesmo sem autorização. Agora, de acordo com a Rolling Stone, West retirou o trecho de Iron Man ao vivo e substituiu por Hell Of A Life, música do rapper de 2010 que conta um trecho legalmente autorizado da faixa do Sabbath. . @KANYEWEST ASKED PERMISSION TO SAMPLE A SECTION OF A 1983 LIVE PERFORMANCE OF “IRON MAN” FROM THE US FESTIVAL WITHOUT VOCALS & WAS REFUSED PERMISSION BECAUSE HE IS AN ANTISEMITE AND HAS CAUSED UNTOLD HEARTACHE TO MANY. HE WENT AHEAD AND USED THE SAMPLE ANYWAY AT HIS ALBUM… — Ozzy Osbourne (@OzzyOsbourne) February 9, 2024 Via: RockBizz

Tom Morello explica porque nunca corta as cordas da sua guitarra
Muitas das maiores questões da vida permanecem sem resposta: Qual é o sentido da vida? Existe vida após a morte? Por que Tom Morello nunca corta as cordas da sua guitarra? Porém, para essa última pergunta, finalmente temos a resposta. Durante uma aparição no programa de rádio The

Raul Seixas foi um visionário do rock n’ roll brasileiro
O soteropolitano Raul Seixas foi um dos nomes da música brasileira que mais soube ler, sentir e interagir com o espírito do tempo em que atuou no mercado artístico. Introspectivo, quase recluso aos universos que existiam em seus criativos pensamentos, sensível e perspicaz, Raul,

O amor não está no ar: 10 casais do meio musical cujos relacionamentos desandaram feio
Se o amor está no ar, então, logo, logo pinta aquele clima intenso da paixão, aflora a euforia quase incontrolável quando se está com o ser amado, a sensação de pura alegria, felicidade, bom humor e deleite se somam quando se está com a pessoa amada. Tudo isso é um resultado muit

Andreas Kisser Fala Sobre O Passado E Presente Do Sepultura (Parte Final)
Sepultura é uma banda que dispensa apresentações, o grupo é um dos maiores ativos culturais do Brasil, um dos motivos que faz a bandeira do país ser bem-quista nos quatro cantos do globo. O motivo para tal adulação é simples: sua música, que também lhe proporciona a atribuição de

Andreas Kisser (Sepultura) Fala Ao RockBizz Sobre Os Novos Álbuns SepulQuarta E Quadra (Parte I)
Em um momento da história como o atual, onde é norteado por likes, share, engajamento, influencers e afins, a banda brasileira de thrash/death metal, Sepultura, é um case para lá de bem sucedido para qualquer um que queira se aventurar em empreendimentos online e/ou off-line, já

New Years Day: Confira A Nossa Entrevista Com O Guitarrista Nikki Misery
A banda norte-americana New Years Day lançou na última sexta-feira, 26, seu novo álbum de estúdio, Unbreakable. E para saber detalhes do novo disco, o RockBizz foi bater um papo com o guitarrista Nikki Misery, que ainda fez questão de ressaltar o bom momento em que a banda está v

Deicide: Novo Álbum Continua A Cruzada Do Grupo Não Só Contra O Cristianismo, Mas Contra Todas As Religiões
O trabalho duro, empenho, dedicação e mais inúmeros adjetivos que contêm este teor assertivo podem e devem ser atribuídos ao grupo norte-americano, Deicide. Não fora à toa, tampouco por mero acaso que a banda, em seus mais de trinta anos de atividades, deixou sua marca e canções