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Andreas Kisser Fala Sobre O Passado E Presente Do Sepultura (Parte Final)
Entrevistas
20/06/2024

Andreas Kisser Fala Sobre O Passado E Presente Do Sepultura (Parte Final)

Sepultura é uma banda que dispensa apresentações, o grupo é um dos maiores ativos culturais do Brasil, um dos motivos que faz a bandeira do país ser bem-quista nos quatro cantos do globo. O motivo para tal adulação é simples: sua música, que também lhe proporciona a atribuição de ser um dos principais personagens do fantástico mundo do rock n’ roll e heavy metal. A inquietude musical e as bem-vindas doses de ambição em dar o próximo passo artístico credencia o grupo a dar vida a álbuns como SepulQuarta e Quadra, como fora amplamente esclarecido pelo guitarrista e líder da banda, Andreas Kisser, na primeira parte da entrevista dada ao RockBizz. Nesta parte final do bate-papo, Andreas fala sobre alguns percalços que por pouco não ‘sepultou’ o grupo brasileiro, o músico também faz questão de ressaltar que tais dissabores ajudaram edificar as vigorosas e inabaláveis estruturas do Sepultura de 2021. RockBizz: Infelizmente, a divulgação do trabalho foi muito prejudicada por conta da já citada pandemia. Você acredita que num cenário normal, com turnês e apresentações em festivais, onde poderio sonoro do disco seria mostrado em sua totalidade, o Quadra poderia quebrar a bolha do thrash e death metal, com isso, alcançar novos públicos? Andreas: Possibilidades de futuro ou coisas que poderiam ter acontecido são infinitas, então, por que que vai pensar nisso? O que nós temos é o hoje, e o Quadra foi bem recebido, a gente tem a condição de voltar aos poucos para turnê, tocar, desenvolver o disco e seguir o nosso desenvolvimento como banda. Mas o que poderia ser ou acontecer não faz parte da minha energia. Se poderia estourar a bolha ou não, ir pra rádio ou não, são possibilidades que a gente poderia ficar falando até infinito de tantas que poderiam acontecer. Então eu não penso nisso, estou muito feliz com a SepulQuarta, a Live, e o disco, por que nos manteve fortes e unidos e focados no presente. RockBizz: Machine Messiah e Quadra contaram com a produção de Jens Bogren. Como foi a experiência de trabalhar com ele em ambos os trabalhos? Andreas: Jens é sensacional! Ele é um cara da nossa geração, super inteligente e sensível. Apesar de jovem, ele tem uma carreira como produtor sensacional. Jens tem um conhecimento da carreira do Sepultura e técnico para balancear as coisas mais modernas e vintage. Machine Messiah foi o primeiro trabalho com ele, e foi uma sugestão de Derrick pegarmos um produtor diferente, já tínhamos trabalhado com Ross Robinson, que também foi fantástico. Escolhemos Jens por conta de seu trabalho com o Kreator, Opeth e Angra. Acredito que Jens foi uma boa escolha para a produção de Machine Messiah. E foi ainda melhor para o Quadra, porque a gente já se conhecia melhor, estávamos bem mais relaxados em relação ao outro. Quadra é um disco bem mais orgânico, Jens não fez tanta edição quanto em Machine Messiah. Além disso, no Quadra a gente estava mais conectado e tranquilo um com o outro, encontramos um equilíbrio e mantivemos o respeito e a comunicação entre nós. Quadra é um disco onde a gente pôde tentar quebrar os nossos limites, como músicos, compositores e performers. RockBizz: De certo todos os integrantes da banda contribuíram para o processo de composição de Quadra. No entanto, é inegável que há uma sinergia entre você e Eloy. Parece que um desafia o outro, no bom sentido, claro, com isso, o nível criativo do trabalho sobe um bocado, alcançando novos patamares para o Sepultura. Essa observação faz algum sentido para você? Andreas: Sim, com certeza. Acho que essa coisa do desafio entre eu e o Eloy vem desde o Mediator, passando pelo Machine Messiah e agora no Quadra. Eloy cresceu muito como músico e performer, acho que foi a primeira vez em que ele teve total liberdade de fazer a bateria que queria, dentro das características da banda. O Sepultura sem um baterista fantástico não é o Sepultura. Eloy engloba todos os bateristas com quem tocamos: Iggor Cavalera, Jean Dolabella, Roy Mayorga, que fez alguns shows com a gente durante a turnê do Dante (2006). Ele é o melhor baterista do mundo hoje em dia, não dá para negar isso. E isso nos inspira muito para escrever coisas mais técnicas e difíceis, que provavelmente outro baterista não teria paciência ou técnica para fazer. Apesar de ser jovem, Eloy é muito experiente, profissional e respeitoso, é um cara que consegue conversar sobre qualquer assunto. É um cara de grupo, de equipe, ele ajudou a levar o Sepultura para outro patamar. Acho que todo mundo que entrou nessa banda ajudou a levá-la a outro patamar. O Sepultura sempre teve uma mudança musical drástica quando mudou de membros, desde a minha entrada em 1987, com o Schizophrenia; a saída do Max e a entrada do Derrick; com Jean Dolabella na banda e, obviamente, agora com Eloy. Eloy se encaixou perfeitamente no grupo, ele tem técnica, groove e um timbre de bateria fantástico. A química entre a gente você pode sentir no Quadra, já que está bem expressa ali e de forma muito honesta. RockBizz: Voltando bastante no tempo, quando você se deu conta de que o Sepultura é um ‘business’, uma empresa que gera receita e despesa, um negócio com obrigações fiscais e contábeis? Foi difícil aceitar, entender e se envolver nessa outra parte da música? Andrea: Acho que em relação ao business, não teve um momento. O business mudou e está sempre mudando, é aquela coisa: adaptação e a percepção do presente. Hoje, a gente está falando de Bitcoin, Spotify, Streaming e venda digital, mas já passamos pelo vinil; do vinil para o CD; do CD para o MD; do MD para o videolaser, que foi um fracasso total, depois veio o Napster, ou seja, passamos por tudo isso e ainda estamos aqui. O business é esse e a cada hora muda o dinheiro, a maneira de contar a venda de disco, e, hoje em dia, é completamente diferente de dez e cinco

6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: NOAPOLOGY, After All e mais
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20/06/2024

6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: NOAPOLOGY, After All e mais

Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: rock, punk rock wht.rbbt.obj – “Dirty Love”País: Estados Unidos Para quem gosta de: rock After All – “Poison”País: França Dave Arsenault – “Vivid / Fearless”País: Estados Unidos Para quem gosta de: rock, hard rock Black Paisley – “Hush Hush”País: Suécia Para quem gosta de: metal NOAPOLOGY – “I’m Done”País: Polônia e Ucrânia Amerakin Overdose – “Toxic”País: Estados Unidos Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Categorias: Listas Notícias Via: Wiki Metal

Ozzy Osbourne fala sobre a importância do festival California Jam
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20/06/2024

Ozzy Osbourne fala sobre a importância do festival California Jam

Na primeira metade da década de 1970, o Black Sabbath era uma máquina imparável de fazer grandes álbuns e shows memoráveis, mesmo que isso pudesse custar a saúde e o bem-estar de seus músicos. Em 1974, por exemplo, o quarteto estava dando um tempo da divulgação de seu quinto disco, o Sabbath Bloody Sabbath, quando foi convidado a participar do festival California Jam, evento que ainda contou com apresentações de Deep Purple e Emerson, Lake & Palmer. Em conversa com o amigo e músico Billy Morrison, para o novo episódio do programa The Madhouse Chronicles, Ozzy Osbourne falou sobre a importância do festival California Jam. “A gente estava na estrada há uma eternidade, quando tiramos um tempo de folga. Aí, o nosso empresário Patrick Meehan nos disse que seria uma coisa muito boa para a nossa carreira e que precisávamos fazer esse California Jam”, lembrou Ozzy. “Ficamos naquele esquema de vamos ou não fazer o festival, mas decidimos que íamos fazer o festival. Voamos para a Califórnia, e a gente não se via há algum tempo. Ensaiei alguma coisa com Tony [Iommi] no hotel, sem amplificadores, sem nada”, destacou. “No dia seguinte, fomos de helicóptero para o evento. Quando já estávamos lá, vimos que o pessoal do Emerson, Lake & Palmer pediu uma máquina de pimball, e ela chegou pendurada num helicóptero. Quando vimos aquilo, nós também quisemos uma máquina de pimball”, completou o Madman. Já sobre o recorde de audiência, o qual teve 250 mil ingressos vendidos, no entanto, mais de 400 mil pessoas curtiram o evento, o Príncipe das Trevas disse: “A gente não tocava junto há algum tempo, mas, instintivamente, nós nos conectávamos, assim fizemos um boa apresentação”. Confira a resposta completa de Ozzy Osbourne neste player: The Madhouse Chronicles, No novo programa, Ozzy Osbourne e Billy Morrison falam sobre alienígenas, conspirações e diversas histórias de suas carreiras e do rock n’ roll. Para assistir os outros episódios da atração, é só clicar aqui. Via: RockBizz

Mr.Big demonstra como fazer um dos melhores álbuns de estreia em registro auto-intitulado
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20/06/2024

Mr.Big demonstra como fazer um dos melhores álbuns de estreia em registro auto-intitulado

O Mr.Big não é uma banda muito conhecida. Óbvio, possui uma boa quantidade de fãs, inclusive eu, mas não está entre as top 10 bandas de hard rock mais populares. Mundialmente conhecidos pela balada “To Be With You”, o grupo fez a sua estreia com o álbum que leva seu nome, em 1989. Às vezes ignorado por uma parcela dos fãs, o registro está entre os melhores, não apenas da discografia da banda, mas também do hard rock/glam metal. Enquanto o grupo ficou conhecido por suas baladas românticas, aqui podemos ver um Mr.Big muito mais voltado para algo rápido e até mais pesado. Mr.Big está disponível na Wikimetal Store. Clique aqui para conferir. Iniciando com uma música pedrada, “Addicted To That Rush” a dupla de cordas Billy Sheehan (baixo) e Paul Gilbert (guitarra) entregam riffs velozes e de extrema técnica, sendo esta uma pequena prévia do que viria a seguir. A banda é uma daquelas que conta com todos os integrantes bastante talentosos, sabendo exatamente o que e como fazer. Eric Martin também demonstra a sua qualidade vocal, atingindo notas altas e mantendo-as durante toda a faixa. A música é um exemplo da abordagem um tanto quanto diferente que eles tiveram no início da carreira, com elementos mais voltados ao glam metal, podendo ser percebido, também, na forma como a banda se vestia. Seguindo no mesmo ritmo acelerado, “Wind Me Up” vem em seguida, um dos grandes destaques do registro. Com a bateria potente de Pat Torpey e um refrão cativante, eles trazem mais uma de suas faixas bem trabalhadas, mas ainda assim, melódica, e esse é um grande diferencial da banda. Os membros possuem alta qualidade técnica, mas performam de maneira a não deixar que as músicas sejam chatas ou entediantes, além de serem bastante melódicas. “Merciless” vai pelo mesmo caminho, com boas linhas de baixo. A faixa é dançante e conta, também, com os instrumentos bem alinhados, de maneira que ela soa completamente harmoniosa. “Had Enough” é outra balada do registro. Ela é potente e sofrida, com momentos mais suaves, mas quando entram no refrão, tomam uma forma completamente diferente. “Blame It On My Youth” antecede “Take A Walk”, que é um tanto quanto sem graça e, talvez, não houvesse tanta necessidade de fazer parte do álbum. “Big Love” é igualmente emocionante à outra balada já citada. Aqui, Martin é o grande destaque, com a sua voz no ponto ideal e certeira, em especial, na ponte que antecede os últimos refrões. Mudando a levada que o álbum tinha, “How Can You Do What You Do” é uma faixa mais semelhante com o que a banda faria em anos seguintes. Mas agora sim, a melhor balada de Mr.Big: “Anything For You”. Além da letra, é possível perceber toda a dor dela, muito por conta da forma como Martin a executa. Com elementos menos rebuscados, a faixa é mais simples, mas ainda mantendo potência. Prestes a finalizar o registro “Rock & Roll Over” volta a velocidade que o álbum estava tendo, mas não de maneira totalmente frenética como as primeiras músicas possuem. As guitarras são bem executadas, juntamente com a bateria. O cover de “30 Days In The Hole”, originalmente da banda Humble Pie, é o responsável por encerrar o trabalho, da mesma maneira como começou: com alta qualidade. Um dos pontos interessantes sobre a faixa são os backing vocals, que trazem como se fosse um preenchimento maior do som, elevando também a sua qualidade. Este primeiro trabalho do Mr.Big está, definitivamente, entre os melhores de sua discografia, mas muitas vezes passa despercebido. Em comparação aos outros registros mais “clássicos” da banda, este é o que fez menos sucesso, mas isso não faz sentido. As músicas possuem a mesma qualidade e técnica que consagrou o Mr.Big, e os tornou uma das melhores bandas de hard rock do mundo, em minha opinião. Algo que impressiona na banda, é a precisão com que os instrumentos são tocados e neste registro podemos perceber que eles não se apoiam nas baladas para ter sucesso. Outra questão que vale a pena ser observada, é como a dupla de cordas conversa entre si. É possível perceber a presença do baixo nas músicas, de maneira que ele não é algo que sirva apenas de plano de fundo ao restante das faixas. É um elemento que se faz presente e cria todo um diferencial. Isso, aliado a bateria, cria um “setor dos graves” muito poderoso. Eric Martin possui uma das vozes mais icônicas e facilmente reconhecíveis da música. Ele conseguia atingir notas bastante altas e mantê-las com facilidade. Ainda que neste álbum não haja tantos desses momentos, é algo que o grupo desenvolveria em anos seguintes. Mesmo que com menos baladas do que alguns de seus outros trabalhos, este é definitivamente um ótimo álbum, e um dos melhores de estreia da história do rock. LEIA TAMBÉM: ‘Lovehunter’, do Whitesnake, é prova de que David Coverdale é um vocalista versátil Via: Wiki Metal

FEVER 333 lança single “New West Order” nas plataformas digitais
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20/06/2024

FEVER 333 lança single “New West Order” nas plataformas digitais

Notícias A banda norte-americana FEVER 333, conhecida por sua fusão de rock e hip-hop, lançou o single, “New West Order” nesta terça-feira, 19. A faixa, que já está disponível nas plataformas digitais, chegou também com um videoclipe. O vocalista Jason Aalon Butler descreveu a canção como uma composição pessoal, que explora suas raízes e experiências em Los Angeles (via Blabbermouth): “Há uma cama interseccional onde o capuz e o hardcore se encontram”, explica Butler. “Para cafetões e punks desfrutarem e celebrarem seus tabus. Essa interseção é lindamente representada em Los Angeles e ‘New West Order’ é uma exploração sem remorso de minha experiência como uma variável social crescendo em Los Angeles que acho que o mundo também deveria ter.” Além do lançamento da nova música, a banda anunciou shows tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, com início previsto para outubro. FEVER 333 é composta por Jason Aalon Butler (vocais), Brandon Davis (guitarra), April Kae (baixo) e Thomas Pridgen (bateria). O videoclipe de “New West Order”, lançado em conjunto com a faixa, foi dirigido por Butler e produzido pela 333 Wreckords Crew. LEIA TAMBÉM: Vocalista do FEVER 333 compartilha mashup com clássicos de Linkin Park e 2Pac Via: Wiki Metal

Scorpions: Assista na íntegra show realizado no Rock In Rio Lisboa 2024
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20/06/2024

Scorpions: Assista na íntegra show realizado no Rock In Rio Lisboa 2024

No último sábado, 15, o Scorpions mostrou o suprassumo de sua discografia para o povo português, no Rock In Rio Lisboa 2024. O evento, que rolou no Parque Tejo, ainda contou com shows de nomes como Extreme, Europe, Incubus e Evanescence. O quinteto, que é liderado pelo vocalista Klaus Meine, tocou um set de noventa minutos, o qual teve as seguintes canções: The Zoo, I’m Leaving You, Crossfire, Bad Boys Running Wild, Delicate Dance, Send Me An Angel, Wind Of Change, Tease Me Please Me, The Same Thrill, New Vision, Blackout, Big City Nights, Still Loving You e Rock You Like A Hurricane. O canal do YouTube, Crazyscorps, compartilhou na íntegra o show dos alemães. Curta no tocador a seguir: O Scorpions permanece na Europa divulgando o seu mais novo álbum de estúdio, Rock Believer, lançado em fevereiro de 2022. Para saber o passo a passo da tour, acesse aqui. Via: RockBizz

“Sem Joey Jordison, não existe Slipknot”, diz manifestação de carinho ao falecido baterista
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19/06/2024

“Sem Joey Jordison, não existe Slipknot”, diz manifestação de carinho ao falecido baterista

Joey Jordison foi um dos fundadores do Slipknot; com muita técnica e presença de palco, o baterista ajudou a dar vida ao caótico som do noneto. Em 2013, o músico saiu da banda por causa de motivos pessoais. Anos depois, no entanto, Joey revelou que deixou o conjunto por conta de uma doença neurológica, a mielite transversa, a qual lhe causava dores e dificuldade de mobilidade. Jordison morreu em 2021, aos 46 anos. A família de Joey é quem cuida de seus espólios, e, recentemente, em uma postagem nas redes sociais, relembraram a importância do saudoso baterista do Slipknot. A legenda da postagem diz: “O primeiro ‘S’ tribal desenhado por Joey na mesa que seu pai lhe deu. Aos fãs, obrigado por sempre apoiarem e amarem Joey. Vocês significavam o mundo para ele. Nós amamos você, Joey. Para sempre nosso número um”. Nos comentários do post, os fãs manifestaram muito carinho ao falecido baterista. Eles escreveram frases como: “Sem Joey Jordison, não existe Slipknot”; “ele não faz parte do Slipknot. Ele é o Slipknot. Sentimos sua falta e amamos você, querido Joey”. Veja a postagem da família do músico e o carinho do público: Via: RockBizz

Viúva de Scott Weiland diz que músico não morreu de overdose
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19/06/2024

Viúva de Scott Weiland diz que músico não morreu de overdose

Durante uma participação no podcast Appetite For Distortion, a viúva de Scott Weiland falou sobre o legado do músico após quase nove anos da morte do vocalista do Stone Temple Pilots. Weiland foi encontrado morto em seu ônibus de turnê do projeto solo The Wildabouts em dezembro de 2015, aos 48 anos. Na época foi relatado que ele havia morrido de overdose. Agora, a viúva explicou que a conclusão foi equivocada. A fotógrafa Jamie Wachtel Weiland disse (via Blabbermouth): “Eu sinto que ele realmente não tem os elogios, o respeito e o reconhecimento que ele absolutamente merece. Isso é trágico, mas, claro, ele teve uma overdose, o que ele não teve, porra, uma overdose, o que eu tentei deixar claro. Ele não teve, porque ele tinha drogas em seu sistema, o legista teve que considerar uma overdose”. Então ela continua explicando o que aconteceu com Weiland: “Mas a verdade é que Scott morreu porque a artéria principal de seu ventrículo esquerdo estava 95% bloqueada. Isso veio de 10 anos de uso de heroína, que veio de uma vida adulta inteira de fumo inveterado. Seu coração parou. Ele tinha drogas em seus sistema? Sim. Eu sabia que ele tinha voltado a usar? Não, eu não sabia. Ele mentiu para mim, porque eu já tinha pego ele antes [usando drogas] e seria uma briga enorme e eu ficaria furiosa com ele.” Ela contou que quando conversou com o legista, comentou que não sabia que ele tinha voltado a usar drogas e aquilo a decepcionou, mas ele a confortou dizendo que ele não usou drogas até ter uma overdose. “Ele não estava usando heroína. Seu coração parou porque sofreu muitos abusos por causa do uso anterior de drogas. em sua vida e fumar e beber muito”, ele revelou. Jamie também comentou sobre os comentários que recebe desde a morte do marido sobre ela não ter dado o apoio que ele precisava: “As pessoas podem dizer o que quiserem sobre coisas que eu fiz ou não fiz. Mas a verdade é que eu fiz praticamente todo o trabalho pesado com ele. Fiquei sozinha com ele tentando mantê-lo seguro e calmo e levá-lo aos médicos certos e levá-lo ao palco, levá-lo para os ensaios.” Ela continuou dizendo que não lê mais os comentários e artigos que fazem sobre ele, pois “ninguém sabe o que aconteceu. Um relatório de janeiro de 2016 da Billboard (via Blabbermouth) revelou que Scott estava lidando com hepatite C, doença mental e sabendo que seus pais tiveram câncer nos últimos meses de sua vida. O artigo apresentava entrevistas com Jamie, sua mãe Sharon, seus companheiros da banda Wildabouts, Tommy Black e Nick Maybury, o gerente de turnê Aaron Mohler e outros. Jamie disse à Billboard que Scott vinha passando por episódios de paranoia e mania causados ​​pelo transtorno bipolar. Ela explicou: “A certa altura, foi tão ruim que tive que me mudar porque ele estava instável”. Eventualmente, eles encontraram um medicamento que o nivelou, com Jamie acrescentando: “Nos últimos anos, ele estava indo muito bem.” Além do Stone Temple Pilots e Wildabouts, Weiland também liderou o Velvet Revolver de 2004 a 2008. Ele retornou ao STP em 2008 após um hiato de seis anos, mas foi demitido em 2013. LEIA TAMBÉM: Filho de Scott Weiland do Stone Temple Pilots, lança música demo inédita de seu pai Via: Wiki Metal

AC/DC tem as melhores músicas para encher a cara, segundo estudo
Entrevistas
19/06/2024

AC/DC tem as melhores músicas para encher a cara, segundo estudo

Notícias Um estudo recente revelou que AC/DC é um dos artistas mais encontrados em playlists que têm relação com beber. No gênero rock, o grupo aparece em primeiro lugar no ranking e três músicas aparecem no top 5. A revendedora do uísque Flask & Barrel analisou 23.425 playlists no Spotify que fazem referência a beber ou festa em seus títulos e fez um ranking baseado nos gêneros musicais. Segundo o estudo, hip-hop é o gênero mais escutado no momento com a música “Yeah!” de Usher com participação de Lil Jon e Ludacris. Em segundo lugar aparece rock clássico como o gênero mais popular. Quando o assunto é rock, AC/DC lidera o ranking com “Thunderstruck”, enquanto “Highway to Hell” fica em segundo lugar, “Back in Black” em quarto lugar. O terceiro e quinto lugar ficaram para “Sweet Home Alabama”, do Lynyrd Skynyrd, e “Hotel California”, do Eagles, respectivamente. Clique aqui para conferir o resultado completo do estudo. LEIA TAMBÉM: Músicas de rock e metal mais ouvidas durante o sexo, segundo estudo Via: Wiki Metal

Pantera: Zakk Wylde, Phil Anselmo, Rex Brown e Charlie Benante visitam o banco do Black Sabbath
Entrevistas
19/06/2024

Pantera: Zakk Wylde, Phil Anselmo, Rex Brown e Charlie Benante visitam o banco do Black Sabbath

Dias atrás, o Pantera se apresentou no famoso Download Festival em Donington Park, Inglaterra; e aproveitando a oportunidade, Zakk Wylde, Phil Anselmo, Rex Brown e Charlie Benante visitaram o banco do Black Sabbath e prestaram uma homenagem aos donos da bola: Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward. O grupo mostrou algumas fotos da visita nas redes sociais. Veja: O famoso banco do Black Sabbath está localizado na Broad Street, ponte que leva o nome da banda em Birmingham, cidade natal dos membros originais da primeira banda de heavy metal do planeta. Cabe mencionar que o assento foi inteiramente feito à mão e com aço inoxidável, além disso, o objeto apresenta as imagens de Ozzy, Tony, Geezer e Bill e os dizeres ‘Made in Birmingham 1968’. Via: RockBizz

Clutch no Brasil: Fuzz Sagrado irá abrir show em São Paulo
Entrevistas
19/06/2024

Clutch no Brasil: Fuzz Sagrado irá abrir show em São Paulo

O grupo norte-americano Clutch voltará ao Brasil em julho deste ano. Após o show cancelado devido à pandemia, a Powerline Music & Books confirmou a apresentação única do quarteto de Maryland no país para o dia 18 de julho, em São Paulo, no Fabrique Club. Os ingressos já estão à venda. Clutch vem apresentar a turnê do álbum Sunrise on Slaughter Beach, o décimo terceiro álbum de estúdio da banda. Foi lançado em 16 de setembro de 2022, pelo selo próprio da banda, Weathermaker Music. É o primeiro álbum de estúdio de Clutch desde Book of Bad Decisions em 2018. Agora, a produtora anunciou a banda alemã-brasileira Fuzz Sagrado como atração de abertura do evento, marcando o primeiro show deles na capital paulista. Fuzz Sagrado A Fuzz Sagrado é a nova banda do Chris Peters, a mente criativa do Samsara Blues Experiment, que foi um dos principais nomes do rock psicodélico/stoner mundial, que passou duas vezes no Brasil. Após o fim da banda, Peters emigrou para o Brasil e iniciou este novo projeto, em 2021, inicialmente como um solo de estúdio. Dois álbuns foram lançados, A New Dimension (2022), e Luz e Sombra (2023) e três EPs. Em 2024, o Fuzz Sagrado se transformou em uma banda de três integrantes: Guilherme Bordin (baixo) e Lucas Fursy (bateria). Fuzz Sagrado segue um caminho semelhante ao Samsara Blues Experiment: a banda toca blues psicodélico e stoner rock influenciado por Jimi Hendrix, Robin Trower, Black Sabbath e mais. Neste show, a Fuzz Sagrado tocará músicas do Samsara Blues Experiment. Serviço Clutch em São Paulo Data: 18 de julho de 2024Horário: 18h (portas)Local: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SPVenda: https://pixelticket.com.br/eventos/4981/clutch-em-sao-paulo-spIngresso:Pista (meia entrada – entrada solidária): R$ 180,00 (1º lote), R$ 200 (2° lote), R$ 220 (3° lote)Pista (inteira): R$ 360,00 (1º lote); R$ 400,00 (2º lote) LEIA TAMBÉM: Dogma anuncia show extra em São Paulo Via: Wiki Metal

Asfixia Social lança videoclipe da faixa “Planet Is Alive”
Entrevistas
19/06/2024

Asfixia Social lança videoclipe da faixa “Planet Is Alive”

Notícias A banda brasileira de crossover punk Asfixia Social lançou o videoclipe da faixa “Planet Is Alive”, gravado na Alemanha. A faixa faz parte do quarto álbum da banda, Bleeding in the Sun, lançado em maio de 2024 e teve seu videoclipe gravado na cidade de Hamburgo, no distrito de Saint Pauli. Sobre a música, Kaneda, vocalista da Asfixia Social disse: “Acreditamos que ‘Planet is Alive’ encapsula a essência do que queremos transmitir com nosso novo álbum. É um chamado à ação, uma declaração de resistência contra a opressão e um lembrete de que nosso planeta está vivo e merece ser protegido. Esperamos que essa música inspire nossos fãs a se levantarem e lutarem por um futuro melhor.” Confira o videoclipe de “Planet Is Alive”: LEIA TAMBÉM: Fleshgod Apocalypse anuncia o lançamento do álbum ‘Opera’ Via: Wiki Metal

Mr. Big estreia videoclipe da música Up On You
Entrevistas
19/06/2024

Mr. Big estreia videoclipe da música Up On You

O Mr. Big vai colocar no mercado, em 12 de julho pela Frontiers Music Srl, o seu mais novo álbum de estúdio, intitulado Ten. Como um esquenta para o disco, o Mr. Big estreou o videoclipe da música Up On You. Curta: No mês passado, a banda já havia mostrado o single Good Luck Trying: O sucessor de Defying Gravity, de 2017, contará com 11 faixas escritas pelo vocalista Eric Martin e pelo guitarrista Paul Gilbert, junto com André Pessis e Tony Fanucchi. Ten foi produzido por Jay Ruston e Mr. Big. O baterista Nick D’Virgilio acompanha Martin, Gilbert e o baixista Billy Sheehan no novo álbum. Nick está substituindo Pat Torpey, que faleceu em 2018 por complicações da doença de Parkinson. Track listing de Ten: 01. Good Luck Trying02. I Am You03. Right Outta Here04. Sunday Morning Kinda Girl05. Who We Are06. As Good As It Gets07. What Were You Thinking08. Courageous09. Up On You10. The Frame11. See No Okapi (instrumental – bônus da versão japonesa) Via: RockBizz

Fleshgod Apocalypse anuncia o lançamento do álbum ‘Opera’
Entrevistas
19/06/2024

Fleshgod Apocalypse anuncia o lançamento do álbum ‘Opera’

A banda italiana de symphonic death metal Fleshgod Apocalypse anunciou o lançamento de seu sexto álbum, intitulado Opera. Previsto para o dia 23 de agosto, pela Nuclear Blast Records, o registro é baseado em um acidente ocorrido durante a escalada de uma montanha com o vocalista Francesco Paoli, em 2021. Ele afirma: “As melhores histórias sempre vêm da dor, é uma verdade amarga, mas inegável. Conseguimos transformar uma das piores coisas da vida numa obra de arte, que encarna o nosso crescimento pessoal e artístico e leva os ouvintes a uma montanha-russa de emoções, onde podem vivenciar o que passei de mãos dadas comigo. É um pesadelo acordado, mas é assim que a vida às vezes é, simplesmente assustadora.” “Na minha representação visionária desta jornada que começa com a minha experiência de quase morte e culmina num tão desejado renascimento físico e psicológico, quis enquadrar cada passo do meu calvário, como se fossem atos de uma ‘Opera Lirica’, com diálogos ou mesmo confissões a personagens imaginárias, que foram presenças constantes ao longo de toda a minha (des)aventura.” “Este álbum joga você em um vórtice de desconforto e sentimentos incontroláveis, onde você pode experimentar dor, medo, desespero, raiva, frustração, mas também determinação, coragem, esperança e um profundo desejo de redenção. Eu acredito fortemente que esse álbum é um manifesto sólido de resiliência, e espero que minha história inspire pessoas que se ‘perderam’ por qualquer motivo.” “Mal podemos esperar para vocês ouvirem o álbum completo e tocá-lo ao vivo nos quatro cantos do mundo. Estamos planejando levar todos ao Opera com um novo show massivo, então preparem-se!” Além do anúncio do novo álbum, a banda também disponibilizou o single “Bloodclock”. Confira abaixo: Fleshgod Apocalypse – Opera 01. Ode to Art (De’ Sepolcri)02. I Can Never Die03. Pendulum04. Bloodclock05. At War With My Soul06. Morphine Waltz07. Matricide 8.2108. Per Aspera Ad Astra09. Till Death Do Us Part10. Opera LEIA TAMBÉM: Paul McCartney pode vir ao Brasil após anúncio de turnê pela América Latina Via: Wiki Metal

Discharge fará show nesta sexta em São Paulo com Midnight e Havok
Entrevistas
19/06/2024

Discharge fará show nesta sexta em São Paulo com Midnight e Havok

A lenda viva do punk mundial, Discharge, volta ao Brasil com show único em São Paulo (SP), já nesta sexta-feira (21/06), no Carioca Club, com mais três bandas convidadas, duas delas internacionais: Havok (thrash metal), Midnight (black/speed metal), além da Manger Cadavre? (São José dos Campos/SP). Os ingressos antes adquiridos em outra ticketeira, antes da remarcação da data, ainda estão valendo. Nesta terceira passagem pelo Brasil, o Discharge mais uma vez trará suas guitarras cruas, pesadas e distorcidas, junto aos vocais gritados e a atmosfera sombria que impactaram primeiro o punk hardcore da Inglaterra, mas logo eclodiu no mundo – uma sonoridade ríspida que ficaria marcada para sempre. Fundada no condado britânico Staffordshire, em 1977, o Discharge é uma daquelas bandas icônicas do hardcore punk, que a partir do início da década de 1980 inspirou nomes como Death Angel, Anthrax, Sepultura e Ratos de Porão. Além disso, o Discharge é quem criou o d-beat, a nomenclatura de uma batida/ritmo rápido na bateria genuinamente com a chancela da banda inglesa. Formações ao longo de décadas do crust, thrashcore e derivados reverenciam o Discharge. O último álbum de estúdio é End of Days, lançado mundo afora em 2016 pela Nuclear Blast e que alcançou o 10º lugar no The Official UK Rock Charts e levou o Discharge tocar para multidões esgotadas na América do Norte e na Europa. Bandas convidadas A Havok, de Denver (Colorado, EUA), surgiu em 2004 com um estilo agressivo e de estalar o pescoço que evocou lendas do thrash metal da Bay Area como Exodus, Metallica e Testament. O álbum mais recente é V, de 2020. O Midnight, de Cleveland (EUA), tem destruído o metal/punk underground desde 2002 com seu som ríspido. Construindo uma forte reputação e seguidores fanáticos, a obra mais recente do Midnight, Rebirth By Blasphemy, soa mais completa e estridente do que nunca. A Manger Cadavre? é uma banda de death crust de São José dos Campos, interior de São Paulo. Tendo se apresentado em grandes festivais nacionais como Setembro Negro, Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, Virada Cultural Paulista, entre outros, a banda atualmente está em tour de lançamento do disco Imperialismo. SERVIÇODischarge em São PauloData: 21 de junho de 2024 (sexta-feira)Horário: 19h (portas) | Início: 20hLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – São Paulo/SPVendas: https://www.clubedoingresso.com/Ingresso:Pista: R$ 170,00 (2º lote, meia-entrada e meia-entrada solidária); R$ 340 (inteira, 2º lote)Camarote: R$ 200,00 (1º lote) Ingressos meia ou promocional: mediante à apresentação da carteira de estudante ou a doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) ou um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show. Classificação: 16 anos Via: RockBizz

Massacration anuncia novo álbum ‘Metal is my Life’
Entrevistas
19/06/2024

Massacration anuncia novo álbum ‘Metal is my Life’

Notícias Massacration anunciou o lançamento de Metal is my Life, novo álbum de estúdio, para o mês de julho. A novidade foi comunicada ao público por meio das redes sociais, através de um vídeo no qual o vocalista Detonator conta: “Nós somos o Massacration, a maior banda do mundo. Daqui um mês, a história do heavy metal será contada novamente. Vamos lançar nosso terceiro disco, Metal is my Life, gravado em Metal Land, nos estúdios Sound Lab”. Atualmente a banda brasileira segue fazendo shows e no próximo sábado, 22, acontece em São Paulo, na Audio, o Mata e Amassa, The Crazy World Tour, juntamente com o Matanza Ritual. LEIA TAMBÉM: Massacration e Matanza Ritual quebram tudo em show em Porto Alegre Via: Wiki Metal

Bring Me The Horizon apresenta novo capítulo de discografia com ‘POST HUMAN: NeX GEn’
Entrevistas
19/06/2024

Bring Me The Horizon apresenta novo capítulo de discografia com ‘POST HUMAN: NeX GEn’

Texto originalmente publicado no site-irmão Mad Sound O Bring Me The Horizon teve uma ascensão meteórica desde de seu surgimento, sendo uma banda que nunca ficou muito tempo em uma zona de conforto, frequentemente adicionando e evoluindo seu som a cada disco lançado. Eles também se encaixam na categoria “ame ou odeie”, talvez por essa mesma questão de mudanças de som, muitos gostando apenas da fase antiga onde a banda era mais pesada, outros preferindo os discos mais recentes, mas é inegável o impacto que eles têm na música. Essa força é tamanha que os fãs estavam sedentos pelo próximo lançamento do grupo, algo que demorou um tempo, com meses e meses de adiamentos, mas que finalmente chegou na forma de POST HUMAN: NeX GEn, via RCA Records. Sendo um ataque a todos os sentidos, com a banda toda mostrando estar em ótima forma e apagando qualquer crítica aos adiamentos que aconteceram, o sucessor do EP Post Human: Survival Horror (2020) chegou de surpresa com o anúncio feito um dia antes do lançamento, que aconteceu à meia noite do dia 23 de maio. O novo álbum chega após o lançamento de alguns singles e pode fazer com que muitos se perguntem se já não ouviram o bastante, já que cinco canções circularam entre os fãs nesses quatro anos entre o Survival Horror e o NeX GEn, porém o que temos aqui são mais oito novas faixas que foram apenas mencionadas pela banda durante os shows. Após uma breve intro, “YOUtopia” começa com um ótimo riff de guitarra, mostrando que a banda ainda tem no fundo suas raízes no metal, mas com um apelo mais pop, principalmente no refrão que é pegajoso e você se pega cantarolando ele a todo momento. A bateria de Matt Nicholls está excelente, com batidas precisas e pesadas e os vocais de Oli Sykes tem melodias lindas. “Kool-Aid” vem na sequência com mais peso, um ritmo perfeito para o headbanging, mais um refrão pegajoso e os vocais de Sykes alternando entre mais limpo e mais rasgado, o que encaixa muito bem na proposta da faixa, que foi feita para ser tocada ao vivo com interação do público. “Top 10 staTues tHat CriEd bloOd” é um dos grandes destaques do disco, com Sykes entregando alguns dos melhores vocais que ele já fez, sendo melódicos e com intensidade, complementando perfeitamente os vocais ásperos. Mais uma vez, um refrão feito para ser cantando por todo um estádio, enquanto um sintetizador ajuda a impulsionar a faixa junto com a parede de som das guitarras de Lee Malia e da bateria de Nicholls. Com um ritmo mais lento, “liMOusine” chega com a primeira participação no disco, com a cantora Aurora. A guitarra mais suja e áspera encaixa com a voz angelical da cantora norueguesa, que ajuda a faixa na construção lenta de um final com um riff de guitarra mais robusto. “DArskSide” é um dos singles que já haviam sido lançados, e tem um ritmo mais eletrônico, com ótimas guitarras e os vocais de Sykes se assemelhando muito aos do lendário vocalista Chester Bennington, do Linkin Park. A segunda participação no disco acontece em “a bulleT w/ my namE On”, com as também lendas do metalcore, Underoath. Essa é uma das músicas mais pesadas do álbum, que vai ganhando velocidade conforme o tempo vai passando, com ótimos breakdowns e que certamente será a catalisadora de vários moshs durante os shows. “n/A” é um momento mais tocante e vulnerável no disco, onde o vocalista fala sobre a batalha contra vícios que ele mesmo já enfrentou, servindo como uma injeção de ânimo e força para aqueles que enfrentam o mesmo problema. Os vocais de Sykes passeiam por vários estilos aqui, indo do limpo ao gutural, passando pelo rasgado e mais melódico, mostrando a versatilidade do músico. Na sequência temos um dos singles que antecederam NeX GEn, “LosT”. Ela é uma faixa catártica e eufórica, carregada de emoção, já sendo um dos destaques nos shows ao vivo, já que seu ritmo dançante e contagiante. “sTraNgeRs” é mais cadenciada, com um bom riff de guitarra e mais um refrão que faz você querer cantar junto e alto, carregado de emoção e com uma bateria que deixa as batidas ainda mais fortes. Enquanto “R.i.p.” é mais dançante e com energia para cima, “AmEN!” retoma o peso (e que peso) com o lado metalcore aparecendo mais, contando ainda com a participação de Lil Uzi Vert e Daryl Palumbo, do Glassjaw. Os vocais aqui são um destaque, com os guturais dominando a faixa e dando uma base forte para a guitarra despejar um riff sujo, acompanhado do baixo de Matt Kean, que criam uma onda que é impossível não sentir. Após “DiE4u”, uma faixa mais emocional e com um ritmo que mistura as batidas fortes do metal com a eletrônica, o disco fecha com “DIg It”, uma música com sete minutos. É algo que pode assustar, se tratando de uma canção que finaliza o disco, mas ela funciona muito bem. Ela pega todos os estilos do álbum e os combina em uma longa faixa, trabalhando em uma linha semelhante a “Take Me Back To Eden”, do Sleep Token. Ela oferece um final muito sólido para um álbum muito sólido, com as influências pop e electro estando presente e complementando perfeitamente as influências do metal. O Bring Me The Horizon entregou um álbum que valeu a pena esperar, sendo uma continuação perfeita de Survival Horror, com o dobro da duração do EP. Quando nos deparamos com 16 faixas pode parecer que o álbum será muito longo, mas ele tem uma atmosfera tão envolvente que você não percebe o tempo passando, e quando notar já estará colocando o disco para ouvir novamente. É um álbum que fala com aqueles que estão passando por dificuldades e lhes oferece uma chance de escapar do mundo real e mostra que não estão sozinhos. Fica a expectativa para o que a banda apresentará a seguir, e esperamos que não demore muito. LEIA TAMBÉM:

‘OU812’ demonstra como a fase Sammy Hagar é a melhor do Van Halen
Entrevistas
19/06/2024

‘OU812’ demonstra como a fase Sammy Hagar é a melhor do Van Halen

Lançado em 1988, OU812 é o oitavo disco da banda norte-americana Van Halen, sendo este, o segundo da fase que trouxe Sammy Hagar nos vocais. Com uma capa em preto e branco e uma iluminação parcial, é possível perceber a inspiração que a banda teve nos Beatles. OU812 está disponível na Wikimetal Store. Clique aqui para conferir. Com uma introdução regada a teclados, a responsável por dar início ao álbum é “Mine All Mine”. É uma faixa que traz um groove diferenciado, muito por conta da bateria de Alex Van Halen. O solo, realizado por seu irmão e lenda da guitarra Eddie Van Halen dá um detalhe a mais à faixa, soando ao mesmo tempo técnico e melódico. Um outro ponto que vale a destacar, são os trechos em que o instrumental reduz a sua força, permitindo a voz de Hagar dominar toda a potência, com um fundo sonoro mais suave. A balada de maior sucesso do álbum, “When It’s Love”, vem em seguida. O riff de guitarra é essencial para a formulação da faixa, que quando entra em contato com os vocais, torna-se ainda mais melódica. Talvez o ponto mais alto dela seja o refrão, quando Hagar atinge notas bastante altas, com uma leve rouquidão em sua voz. Uma linha de bateria, que logo é acompanhada pela guitarra, inicia a terceira música de OU812, “AFU (Naturally Wired)”. É possível perceber que o registro possui uma ligação entre as canções, não é como se elas estivessem jogadas de forma aleatória ou de maneira que não fizesse sentido, mas é possível também perceber que a banda quis trazer diferenças entre as faixas, justamente, para que não ficasse algo cansativo e enjoativo. Um exemplo disso, são os bons solos de Van Halen, que em cada música, há algo de diferente, seguindo uma ideia, de certa forma, global, mas não uma exata fórmula. “Cabo Wabo” é a música mais longa do trabalho, sendo esta, também, um dos maiores destaques dele. Os instrumentos estão alinhados e conversam bem entre si, de maneira a criar algo bastante harmônico. Outro detalhe que faz diferença é no momento em que os backing vocals completam os vocais principais durante o refrão, de forma melódica. As linhas de bateria iniciais de “Source Of Infection” assemelham-se com as de “Hot For Teacher”, lançada no álbum 1984 (1984) e que, em um geral, possui elementos que se assemelham à música da época de David Lee Roth na banda – vocalista saiu do grupo em 1985 e retornou em 1996, mas não na questão dos vocais, mas sim, do instrumental. Os teclados, muito presentes em “Feels So Good”, são os responsáveis por criar uma ambientação diferenciada à faixa, em especial, na primeira parte dela. Quando os outros instrumentos tornam-se mais evidentes, é possível perceber a essência do Van Halen. A levada do álbum se altera em “Finish What Ya Started”, já que ela tem elementos muito mais ligados a algo do estilo southern, com os instrumentos de corda bastante marcados e os vocais de Hagar, antes atrelados ao hard rock melódico, mais contidos e graves, mas claro, ainda com alguns momentos de notas mais altas. “Black And Blue” e “Sucker in a 3 Piece”, que possui o melhor solo de guitarra do álbum, antecedem a última faixa do álbum, “A Apolitical Blues” que, como o próprio nome diz, trata-se de um blues. Apesar de boa, a faixa não é uma daquelas essenciais para a compreensão do registro completo, mas também não é algo totalmente desnecessário ou desconexo. OU812 passa por momentos de destaque e não deixa a régua cair. O bom e técnico instrumental, aliado aos vocais potentes e certeiros, criam toda uma ambientação para que o álbum possa seguir sem problemas. A variedade sonora também é algo a se destacar. Mesmo que com uma ideia semelhante do que o trabalho deveria ter, ele não é repetitivo, tendo quebras na expectativa muito bem vindas. Com este trabalho é possível, também, perceber o quão mais elevada é a qualidade sonora da banda durante a fase de Sammy Hagar no Van Halen. Apesar de não trazer tantos hits quanto a época de David Lee Roth, as músicas são muito mais bem compostas e executadas, além de Hagar possuir uma voz muito mais melódica, ter um domínio maior dela e um belo alcance vocal. Ao falar sobre Van Halen é impossível não citar os solos de um dos maiores guitarristas da história, mas é importante também ressaltar os outros membros da banda, que entregam um trabalho de qualidade. LEIA TAMBÉM: Skid Row: álbum de estreia é uma perfeita amostra de um bom e clássico hard rock Via: Wiki Metal

Paul McCartney pode vir ao Brasil após anúncio de turnê pela América Latina
Entrevistas
18/06/2024

Paul McCartney pode vir ao Brasil após anúncio de turnê pela América Latina

Notícias Paul McCartney anunciou recentemente uma turnê que passa pela América Latina, sem passagem pelo Brasil. Porém, a página TheBeatleBr postou no X, antigo Twitter, um print de um e-mail que sócio torcedores do Palmeiras, que possuem as cadeiras cativas, receberam de que haveria um show do ex-Beatles no Allianz Parque, em 15 de outubro. Anteriormente a isso, o jornalista José Norberto Flesch afirmou que o músico viria ao país, mas ainda sem uma data exata. A turnê Got Back está confirmada no Uruguai, Argentina, Chile e Peru. Um grupo de sócios torcedores do Palmeiras, que tem cadeira cativa, receberam um e-mail exclusivo do Allianz Parque avisando que Paul McCartney se apresentará no estádio no dia 15/10! pic.twitter.com/hXnG7rRlwl — The Beatle BR (@TheBeatleBR) June 18, 2024 LEIA TAMBÉM: Paul McCartney compartilha momento embaraçoso que o fez desistir da guitarra Via: Wiki Metal

Metallica lança segunda competição anual de bandas marciais
Entrevistas
18/06/2024

Metallica lança segunda competição anual de bandas marciais

A competição que contou com a participação de bandas marciais de quase 500 faculdades e escolas em todo Estados Unidos em 2023, irá retornar em 2024. No último dia 6 de junho, o Metallica anunciou, através das redes sociais, a abertura de inscrições para o segundo Metallica Marching Band Competition. A primeira edição trouxe performances emocionantes, dinâmicas e únicas das músicas do Metallica, salvo a disputa por prêmios avaliados em quase US$ 200.000. Confira abaixo o anúncio dos últimos vencedores. Agora, as bandas concorrentes terão três vezes mais chances de ganhar. Cada categoria – Superior (Divisão 1), Superior (Divisões 2 e 3), Ensino Médio (Grande), Ensino Médio (Médio) e Ensino Médio (Pequeno) – neste ano receberá prêmios de primeiro, segundo e terceiro lugares, com os primeiros colocados em cada campo selecionados pelos próprios membros do Metallica. Contudo, o público também irá votar, determinando um vencedor adicional. As inscrições já estão abertas e podem ser consultadas aqui. No entanto, somente residentes dos Estados Unidos poderão participar. O anúncio do resultado está previsto para o início de janeiro de 2025. Os vencedores receberão instrumentos e equipamentos para os programas musicais de suas escolas, fornecidos pelo Metallica, em parceria com a loja Sweetwater. LEIA TAMBÉM: Metallica: James Hetfield tem pesadelos antes de sair em turnê Via: Wiki Metal

Axl Rose é um dos convidados do álbum My Years With UFO de Michael Schenker
Entrevistas
18/06/2024

Axl Rose é um dos convidados do álbum My Years With UFO de Michael Schenker

Ótima notícia para quem é fã de hard rock e classic rock! Axl Rose é um dos convidados do álbum My Years With UFO de Michael Schenker. Além do líder e vocalista do Guns N’ Roses, o disco, que vai sair em 20 de setembro via earMUSIC, vai contar com a participação de Dee Snider (Twisted Sister), Joey Tempest (Europe), Roger Glover (Deep Purple), Kai Hansen (Helloween, Gamma Ray), entre outros. As seis cordas também estarão bem representadas com a presença de feras como Slash (Guns N’ Roses), Joel Hoekstra (Accept, ex-Whitesnake), John Norum (Europe) e Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake). O álbum cobrirá os anos entre 1972 e 1978, portanto, contará com sons como Rock Bottom, Love To Love, Too Hot To Handle e Doctor, Doctor. Track listing de My Years With UFO: 01. Natural Thing (com Dee Snider, Joel Hoekstra)02. Only You Can Rock Me (com Joey Tempest, Roger Glover)03. Doctor, Doctor (com Joe Lynn Turner, Carmine Appice)04. Mother Mary (com Slash, Erik Grönwall)05. This Kids (com Biff Byford)06. Love To Love (com Axl Rose)07. Lights Out (com Jeff Scott Soto, John Norum)08. Rock Bottom (com Kai Hansen)09. Too Hot To Handle (com Joe Lynn Turner, Adrian Vandenberg, Carmine Appice)10. Let It Roll (com Michael Voss)11. Shoot, Shoot (com Stephen Pearcy) Via: RockBizz

Stormwarning: uma tempestade se formando no rock melódico
Entrevistas
17/06/2024

Stormwarning: uma tempestade se formando no rock melódico

Stormwarning, uma nova banda de rock melódico da melhor qualidade, que promete muito. O trio lançou seu primeiro álbum, em 2023, autointitulado, recebendo aclamação por um som que remete aos anos 1980, mas com elementos únicos. Em destaque a voz do vocalista argentino Santiago Ramonda. Para Ramonda, o álbum representa um começo promissor e a parceria com a Frontiers Music Srl é um passo importante. Ele enfatiza a paixão como motivação, mesmo vindo de um lugar com condições desfavoráveis para a arte. O vocalista também adota o lema “Sonhe grande, porque tudo é possível e os sonhos tornam-se realidade!”, que guiou sua jornada e serviu de inspiração para os fãs de rock. A banda Stormwarning está pronta para conquistar o mundo, oferecendo um som autêntico e apaixonante. A formação oficial do trio é composta pelo guitarrista e baixista brasileiro Marcelo Gelbcke, o baterista compatriota Felipe Souzza (ambos da Landfall) e o vocalista argentino Santiago Ramonda. Também vale a pena conferir os videoclipes de “Eye Of The Storm” e “Satellite Falling”, ambas pelo Youtube oficial da Frontier Music srl. Stormwarning e a gravação do primeiro álbum Conforme o site Bravewords, para a produção deste álbum, Santiago Ramonda colaborou com Sergio Mazul, da banda Semblant, e Marcelo Gelbcke, da banda Landfall. Além disso, a dupla já havia trabalhado no álbum de estreia do renomado grupo brasileiro de heavy metal Icon Of Sin. O guitarrista Marcelo Gelbcke compartilhou suas experiências: “Tudo foi tranquilo e divertido. Santiago não é apenas um cantor incrível, mas também um músico brilhante, tornando meu trabalho como produtor super fácil. Além disso, o Felipe é meu irmão e co-produtor há muitos anos, fez um trabalho incrível gravando bateria. Eu me diverti muito gravando baixo, guitarra e teclado.” “E as composições falam por si: há algo verdadeiramente mágico na química de escrever canções com nosso produtor Sergio Mazul. Ele não só escreve ótimas letras como também ótimas melodias. Eu realmente acredito que nossa parceria com a gravadora irá florescer por muitos anos e eu não poderia estar mais feliz com este álbum”, concluiu Gelbcke. O álbum possui uma diversidade musical com faixas como “Satellite Falling”, “Soldiers Of Love” e “Last Trip To Eden”, cada uma com uma história única. O som do álbum varia da intensidade de “Way Of The Warrior” à melancolia de “Lovers In The Dark”. Capa do álbum Stormwarning. Créditos: Divulgação Stormwarning – Stormwarning Eye Of The StormSatellite FallingSweet True LiesQuestion Of TimeNeon SkiesWay Of The WarriorSoldiers Of LoveLovers In The DarkHorizon ChaseLast Trip To EdenCall Of The Wild Confira aqui o lyric video oficial de “Question Of Time” no Youtube: Créditos: Stormwarning “Question of Time” – Official Lyric Video LEIA TAMBÉM: Álbuns de rock e metal de 2024: calendário de lançamentos Via: Wiki Metal

Dogstar, banda de Keanu Reeves, toca no Rock For People 2024; fotos
Entrevistas
17/06/2024

Dogstar, banda de Keanu Reeves, toca no Rock For People 2024; fotos

O festival tcheco Rock For People aconteceu entre os dias 12 e 15 de junho e trouxe grandes atrações como Of Mice And Men, Fit For a King, The Offspring, Bring Me The Horizon, Bad Omens, La Dispute, Neck Deep, Pendulum, Avril Lavigne, Yungblud, Body Count, Enter Shikari e muito mais. Nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti registrou o terceiro dia de festival que contou com Dogstar, banda de Keanu Reeves, e Hot Milk. Confira a galeria de fotos exclusivas no fim desta matéria e clique aqui para conferir as fotos do primeiro dia que contou com Of Mice and Men, Fit For A King, Scowl e Shame e do segundo dia que contou com Underoath, Neck Deep e mais. Pela segunda vez, o festival tcheco entrou para o TOP 10 dos festivais europeus de médio porte e é pioneiro no campo da sustentabilidade e ecologia, estando ciente de seu próprio impacto e responsabilidade. Além de sua abordagem sustentável, também se concentra na educação por meio de discussões em painéis. O festival utiliza fontes alternativas de energia (hidrogênio, sol e vento) para alimentar seus palcos, recicla 17 tipos de resíduos, oferece uma dieta rica e exclusivamente baseada em plantas, e utiliza transporte de emissão zero. Dogstar no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Dogstar no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Dogstar no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Dogstar no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Dogstar no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Hot Milk no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Público no show do Hot Milk no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Hot Milk no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Hot Milk no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Hot Milk no Rock for People 2024. Crédito: Marcela Lorenzetti Via: Wiki Metal

Livro não-autorizado do Iron Maiden será lançado em outubro
Entrevistas
17/06/2024

Livro não-autorizado do Iron Maiden será lançado em outubro

Notícias A editora Schiffer Publishing anunciou o lançamento de Hallowed Be Thy Name: The Iron Maiden Bible para 28 de outubro de 2024. Escrito por Martin Popoff, o livro promete abordar detalhes da emocionante e tumultuada história do Iron Maiden. Martin Popoff é jornalista e crítico musical, e por isso, tem acesso fácil aos membros do grupo, empresários e arquivos exclusivos. Os leitores, portanto, irão receber uma visão íntima da vida e dos desdobramentos dessa que é uma das maiores bandas de heavy metal do mundo. O livro acompanha o Iron Maiden desde o início, quando se apresentavam em clubes simples do leste de Londres, até tornarem-se a atração principal de arenas e festivais ao redor do globo. Além disso, a edição aborda as performances no palco, a figura icônica do mascote Eddie e o panorama por trás de todos os álbuns. A editora também preparou mais um presente para os fãs. Será possível adquirir uma versão limitada do livro, a Beast Edition, que contará com uma tiragem de apenas 666 cópias. Essas cópias terão uma encadernação em couro estampado, com lombada canelada e cantos de metal, além de exibirem a numeração da edição em uma placa de metal. Para conferir todos os detalhes, acesse SchifferBooks.com. LEIA TAMBÉM: Como Bruce Dickinson entrou para o Iron Maiden? Via: Wiki Metal