Entrevistas

Os Replicantes fazem uma legítima festa punk com show em Porto Alegre
Texto por Patrícia C. Figueiredo Demorou mas rolou! Não tem outro jeito de começar esta resenha, pois o show dos Replicantes que aconteceu em Porto Alegre na última quinta-feira, 15, foi apenas um dos agendados para maio e junho deste ano, mas que acabaram remarcados (alguns até cancelados) por conta das enchentes que atingiram todo o estado do Rio Grande do Sul há três meses. A própria casa de shows Opinião está localizada em um dos bairros mais atingidos da capital gaúcha que ficou quase inteiro debaixo d’água. Por conta de tudo isso, é uma sensação bastante única estar de volta aos eventos nas últimas semanas e ver que, aos poucos, a cidade vai retomando a sua agenda cultural. Os Replicantes teriam feito este show comemorativo em uma data muito mais significante, no dia 16 de maio, data que marcou os exatos 40 anos do primeiro show da história do quarteto. Mas o fato de a apresentação ter ocorrido três meses depois do planejado não prejudicou a experiência de celebração de uma das bandas mais emblemáticas da cena alternativa de Porto Alegre. Com ingressos esgotados, a casa começou a lotar pouco depois que as portas abriram e, mesmo do lado de fora, havia muitas pessoas esperando e curtindo uma noite de clima agradável na rua enquanto não chegava a hora do show. E quando não tinha mais como entrar nem uma formiga no Opinião, apareceu no telão um vídeo com depoimentos de fãs e amigos gravado na exposição sobre a banda que aconteceu entre março e abril no Museu do Trabalho em Porto Alegre. Eram mensagens de feliz aniversário e histórias que as pessoas tinham para contar sobre como Os Replicantes estiveram presentes em suas vidas. Os Replicantes iniciam a festa punk Júlia Barth nos vocais Comovidos pelo vídeo, os fãs aplaudiram. E foi nesse clima que Júlia Barth, Cláudio Heinz, Heron Heinz e Carlos Gerbase subiram ao palco e abriram a noite com “Nicotina”. O público cantou tão forte que parecia que estávamos ainda nos bons e velhos anos 80. Logo após a primeira música, começou a rotação no palco. Júlia saiu e Wander Wildner já apareceu. Os dois se abraçaram no canto do palco e lendário vocalista original da banda assumiu os vocais. Uma grande roda punk se formou na frente do palco e outras pessoas na casa inteira pulavam e batiam cabeça. “Sandina” e “Surfista Calhorda” na sequência foram entoadas em coro. Wander mostra que mudou muito pouco em quatro décadas. Sua voz está impecável e é contagiante vê-lo no palco fazendo suas danças um pouco desengonçadas e fortes interpretações das letras. O espírito do punk rock é forte neste corpo! E aí vem mais uma rotação de integrantes: Wander deixa o palco, Gerbase sai da bateria e assume o vocal. Aparecem Luciana Tomasi, que foi uma das produtoras da banda e fez vocais de apoio em algumas faixas, e Cleber Andrade assume as baquetas. O set de Gerbase foi insano. Passou basicamente pelo primeiro álbum O Futuro É Vortex, com “Boy do Subterrâneo” e “Hippie, Punk, Rajneesh”, e pelo terceiro álbum com “Minha Vizinha”, “Só Mais Uma Chance” e “Negócios à Parte”. O set também contou com a participação do saxofonista King Jim, figura icônica da cena musical gaúcha e que também fez parte dos Replicantes. Ex-integrantes puderam participar da festa Mal chegamos na metade da noite e o show já havia virado uma legitima festa punk. No palco, na pista e no mezanino, a agitação tomou conta e as pessoas dançavam. Em frente ao palco, vi alguns rapazes surfando na plateia e acabando literalmente de cabeça pra baixo e de pernas para o ar. No palco, Gerbase e Luciana se divertiam tanto e a interação entre todos os integrantes estava incrível. Os irmãos Heinz estavam impecáveis na guitarra e no baixo, com suas linhas tradicionalmente mais simplistas porém sempre animadas, mantendo a essência da banda em evidência. Júlia Barth faz uma breve aparição mais uma vez, cantando “África do Sul” e logo deu lugar novamente a Wander Wildner, que no seu set levantou o pessoal com “Astronauta” e “Ele quer se Punk”, um grande clássico. Ainda teve um momento em que os dois cantaram juntos “A Verdadeira Corrida Espacial”. Júlia tem uma voz forte, raivosa e rasgada. A vocalista dá mais do que conta de cantar as faixas mais novas como “Maria Lacerda”, “Libertá” e “Punk de Boutique”, as duas últimas sendo do último álbum de estúdio Libertá, lançado em 2018. Mas ela também não deixa nada a desejar quando é a vez das mais antigas como “Chernobyl” e “Mentira”. Não é à toa que ela comanda os vocais da banda há 18 anos. Um grande show, merece um grande final Após o set de Júlia, todos os integrantes e convidados voltaram ao palco para uma reprise fantástica de “Surfista Calhorda”. Antes de terminar, é claro que teríamos “Festa Punk”, levando o público à loucura. E para encerrar, mais uma reprise, desta vez de “Sandina” Foi realmente uma noite muito especial para a banda e para os fãs. Poder ver todas as pessoas que fizeram parte da carreira dos Replicantes é de fato um evento histórico. O tipo de evento que gostaríamos de ver mais bandas fazendo, com os integrantes e ex-integrantes interagindo numa boa e curtindo a noite tanto quanto o público. Fica claro que, quarenta anos depois, Os Replicantes segue sendo uma banda de extrema relevância para o cenário musical gaúcho e nacional. Suas músicas nunca deixaram de retratar com criticismo os males da sociedade e da política que nos rodeia, e mesmo após todo este tempo, a banda entoa versos antigos que têm tanto impacto hoje quanto na época em que foram criados – e tudo isso com uma energia contagiante e alegre. Vida longa aos Replicantes! Via: Wiki Metal

Dave Mustaine se derrete pelo guitarrista Teemu Mäntysaari: “Talento incrível”
O poderoso chefão do Megadeth, Dave Mustaine, concedeu uma pequena entrevista ao canal Kyle Meredith, mas deu tempo suficiente para se derreter pelo novo funcionário, o guitarrista Teemu Mäntysaari. De acordo com Mustaine, o músico finlandês é um talento incrível nas seis cordas. Dave falou: “Deus, ele é um talento incrível! E no que diz respeito a ser humano, ele é um cara muito humilde. É divertido estar perto dele porque ele é meio inocente. Ele torna as coisas muito divertidas, visto que ele deixou de estar em uma banda que era bem conhecida para estar no Megadeth. Portanto, tudo é muito novo para ele nesse nível. E para nós, nós meio que nos divertimos, porque às vezes esquecemos onde estamos, então vem uma pessoa e nos joga a real. Isso nos deixa muito felizes e nos lembra das coisas boas que temos”. Mustaine arrematou: “Desde que Teemu chegou, ele tem tocado tudo idêntico aos guitarristas originais. Sendo assim, ele tem sido um dos melhores guitarristas que entrou na banda para tocar coisas de outra pessoa. Eu não sei como as coisas dele vão soar ainda, o que estou ansioso para descobrir”. Assista a entrevista na íntegra neste tocador: Como todo fã de thrash metal sabe, Teemu Mäntysaari é o substituto de Kiko Loureiro no Megadeth, já que o músico brasileiro resolveu pedir as contas para ter mais tempo com a família e dar gás nos próprios projetos musicais. Tour 2024 O Megadeth está na estrada com a Destroy All Enemies Tour, que é ao lado de Mudvayne e All That Remains. O giro, que começou em 2 de agosto na cidade de Arkansas, contará com mais de trinta datas e cobrirá as costas leste e oeste dos Estados Unidos. Confira o itinerário completo da turnê neste link. Via: RockBizz

Angra compartilha vídeo acústico de “Late Redemption” com participação de Toni Garrido
Angra compartilha novo videoclipe acústico, o clássico “Late Redemption” do álbum Temple of Shadows ressurgiu em uma versão desplugada e inédita. A faixa faz parte do novo álbum ao vivo do Angra e já está disponível nas plataformas digitais. Nessa versão acústica, a banda conta com a participação especial de Toni Garrido, vocalista do Cidade Negra. A música, originalmente lançada em 2004, ganha nova vida 20 anos depois. Para promover o lançamento do álbum acústico, previsto para o segundo semestre, o Angra está em turnê, apresentando versões renovadas de suas músicas, com vários convidados. Esta é uma demanda antiga dos fãs, que finalmente será atendida. O grupo passou a explorar o formato acústico ao longo de sua carreira. Agora, para celebrar 30 anos de trajetória, a banda gravou pela primeira vez uma apresentação completa nesse estilo para lançamento oficial. As músicas foram reestruturadas, trazendo uma nova abordagem que destaca a musicalidade do grupo para o público. Vale ressaltar a faixa Gentle Change, cantada por Rafael Bittencourt com maestria, e também a clássica “Wuthering Heights”, de Kate Bush, interpretada por Amanda Sommerville. As próximas apresentações serão: 17 de agosto: São Paulo/SP @ Espaço Unimed18 de agosto: Rio de Janeiro/RJ @ Qualistage30 de agosto: Curitiba/PR @ Ópera de Arame01 de setembro: Santiago/Chile @ Teatro Teletón Os ingressos estão disponíveis nest link. Confira o videoclipe disponibilizado no dia 16 de agosto. LEIA TAMBÉM: Angra anuncia Kiko Loureiro como participação especial de show acústico em São Paulo Via: Wiki Metal

Mike Shinoda, do Linkin Park, diz ter “coisas empolgantes planejadas“
Mike Shinoda, vocalista e um dos fundadores da banda de nu metal Linkin Park, publicou na última segunda-feira, 12, um texto em seu site que deixou muitos fãs empolgados. Na postagem que anunciava mais uma arte dos Ziggurats — projeto de NFT e música desenvolvido pelo cantor — ele aproveitou para avisar que novidades estão por vir. “Olá pessoal! Eu estive trancado no meu laboratório por um tempo, entre algumas viagens de verão. São muitas coisas empolgantes planejadas para vocês”, escreveu. A declaração de Shinoda fez muitos fãs especularem sobre os próximos trabalhos do artista e, claro, sobre o retorno do Linkin Park. O futuro da banda Desde a morte do vocalista Chester Bennington em 2017, o Linkin Park está em um hiato indefinido. Entretanto, rumores sobre uma reunião do grupo estão circulando há algum tempo e ganharam mais força este ano. Em abril, a revista estadunidense Billboard publicou uma matéria revelando que três membros originais estavam cogitando uma reunião para 2025. Segundo o texto, fontes próximas à banda disseram que Mike Shinoda, Brad Delson (guitarra) e Dave Farrell (bateria) estão procurando uma vocalista feminina para substituir Bennington. Semanas antes, em entrevista para o programa Wired In The Empire with Mike Z da rádio californiana KCAL-FM, Jay Gordon, vocalista da Orgy, ao comentar sobre seu relacionamento com o Linkin Park, disse que a banda continua lutando e acrescentou: “Vai ser difícil sem Chester [Bennington], mas veremos. Ouvi dizer que eles têm uma cantora agora. Foi isso que ouvi”. Após a repercussão do boato, Gordon postou uma nota em sua conta do Facebook desmentindo sua fala durante a entrevista e alegando que ela foi “tirada de contexto”. “Com relação a essa coisa do cantor do Linkin Park. Eu não sei nada sobre nada disso. As pessoas adoram tirar minhas palavras do contexto. Eu amo esses caras e desejo o melhor a eles”, escreveu. Em entrevista para a revista Revolver no dia 14 de abril, Mike Shinoda foi questionado sobre uma reunião da banda e disse que quando houver alguma novidade, eles contarão. “Quando houver um anúncio a ser feito, será no LinkinPark.com. Se você estiver ouvindo de outra pessoa, pode confiar nessa informação o quanto quiser”, disse. Desde então, os rumores sobre a volta do Linkin Park cessaram até o texto publicado por Shinoda esta semana. Os fãs alimentaram algumas teorias nas mídias sociais e ficaram ainda mais empolgados já que a banda iria anunciar uma novidade na sexta-feira, 16. Entretanto, para decepção de alguns fãs, o anúncio se tratava apenas da remasterização do clipe de “Bleed It Out”, parte de um projeto que a banda vem fazendo há algum tempo com seus clipes antigos para melhorar a qualidade de áudio e imagem. Já que o retorno do Linkin Park não veio, você pode conferir a última novidade divulgada pela banda: LEIA TAMBÉM: Linkin Park considera reunião com nova vocalista em 2025, segundo site Via: Wiki Metal

Lançamentos de rock e metal da semana: Stryper, Joe Bonamassa, FEVER 333 e mais
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Stryper, Joe Bonamassa, FEVER 333, Leprous e mais; novo álbum do Falling In Reverse, Rare Americans, Dark Tranquility ; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Dark Tranquillity – Endtime SignalsPara quem gosta de: death metal melódico Falling In Reverse – Popular MonsterPara quem gosta de: metalcore Rare Americans – The Human AnimalPara quem gosta de: rock alternativo EPs:Heartline – Pink LemonadePara quem gosta de: rock melódico Via: Wiki Metal

Músicos do Ratt, Poison, Twisted Sister e Cinderella lamentam a morte de Jack Russell
Nesta última quinta-feira, dia 15 de agosto, o rock n’ roll perdeu, infelizmente, mais um de seus grandes representantes, o vocalista Jack Russell, da banda de hard rock Great White. Pouco tempo atrás, o cantor havia anunciado a sua aposentadoria compulsória, pois estava enfrentando muitas dificuldades com duas doenças: Demência com Corpos de Lewy e com a Atrofia de Múltiplo Sistemas. Pelas redes sociais, músicos do Ratt, Poison, Twisted Sister e Cinderella lamentaram a morte de Jack Russell. Stephen Pearcy (Ratt): Irmão, Jack Russell! Descanse em paz! Nós sempre nos divertíamos muito quando Dante Fox e Mickey Ratt tocavam juntos em 1980 e 1981. Te amo, Jack”. Bret Michaels (Poison): “Para meu amigo Jack Russell! Uma voz tão incrível. Que você descanse em paz”. Dee Snider (Twisted Sister): “Descanse em paz, Jack Russel! Este homem foi vilipendiado por uma situação fora de seu controle e torturado pelas memórias. Ele não era mau e ele sabia cantar”. RIP Jack Russel. This man was vilified for a situation out of his control and tortured by the memories. He was not evil. And man could he sing! pic.twitter.com/M2YGiD1HqT — Dee Snider (@deesnider) August 16, 2024 Tom Keifer (Cinderella): “Fiquei muito triste ao saber da morte do meu amigo Jack. Ele era um cantor incrível e cheio de alma; ele era uma pessoa ótima. Condolências e orações para sua família”. Jack Russell começou a carreira musical no início dos anos 1980, contudo, o estrelato mundial chegou na segunda metade de tal década, quando discos como Once Bitten (1987) e …Twice Shy (1989) chegaram ao mercado. Em carreira solo e ao lado do Great White, Jack lançou mais de uma dúzia de álbuns e vendeu alguns milhões de cópias ao redor do mundo. Curta um pouquinho do talento do já saudoso Jack Russell aqui: Via: RockBizz

Danny Worsnop expressa opinião controversa e desinformada ao chamar boxeadora iraniana de “homem”
Danny Worsnop, vocalista da banda Asking Alexandria, se envolveu em uma polêmica nas redes sociais recentemente. Worsnop comentou sobre a boxeadora argelina Imane Khelif, medalhista de ouro na Olimpíada de Paris 2024, referindo-se a ela erroneamente como “homem” (via Igor Miranda). Imane venceu a italiana Angela Carini em 46 segundos, após a adversária abandonar a luta por conta de uma lesão. Sua condição, o hiperandrogenismo, que eleva os níveis de hormônios masculinos, gerou desinformação. Falsos rumores sugeriram que ela seria transgênero e não deveria competir na categoria feminina. As declarações de Worsnop, através do x/twitter intensificaram a controvérsia, evidenciando os desafios no debate sobre questões sensíveis e a propagação de informações errôneas na internet. Danny Worsnop compartilhou um artigo nas redes sociais. O título dizia que a comissão do time nacional de boxe da Espanha considerou Imane Khelif “muito perigosa” para treinar contra mulheres. O artigo também mencionava que o treinador de Khelif confirmou um “problema com cromossomos”. Na legenda, Worsnop classificou a participação da atleta como “inaceitável” e escreveu: “De verdade… por quanto tempo vamos continuar com esse joguinho? Na vida pessoal, vocês fazem o que quiserem. Mas nos esportes de combate, isso não é aceitável em nenhum grau moral ou mensurável. Tolerância e aceitação têm um limite, e precisamos traçá-lo para proteger nossas mulheres. Não somos nada sem elas.” Em seguida, o vocalista reforçou ainda mais sua opinião controversa ao publicar: “Para esclarecer, não acredito em igualdade. Nós, como homens, fazemos tudo ao nosso alcance para fornecer e criar para as mulheres deste mundo, que são criaturas mágicas e maravilhosas. E lutamos incansavelmente para proteger a sua elegância e inocência.” Os fãs apontaram a contradição do cantor. Um usuário destacou a letra da música “Not the American Average” da banda Asking Alexandria. Nela, o vocalista xinga uma mulher e fala explicitamente sobre sexo. O usuário afirmou que a declaração do cantor sobre “proteger a elegância e inocência” das mulheres não faz sentido diante dessas letras. I mean… how long are we going to play this game? Personal life y’all do what you wanna do. But in combat sports this is not okay by any moral or measurable degree. Tolerance and acceptance has a line and we have to draw it to protect our women. We’re nothing without them. https://t.co/82nMHIg8jm — Danny Worsnop (@dannyworsnop) August 11, 2024 A resposta de Danny Worsnop aos comentários Danny Worsnop voltou às redes sociais para esclarecer os comentários. Ele admitiu estar sob efeito de álcool quando fez as declarações e afirmou que as letras de suas primeiras músicas não refletem suas verdadeiras opiniões sobre as mulheres. O vocalista também destacou que sua declaração sobre não acreditar em igualdade foi mal interpretada. E finalizou: “Só quero (com o cérebro sóbrio) esclarecer e refinar meu post para que não haja mal-entendidos. Com ‘eu não acredito em igualdade’, eu quis dizer que não acredito que nós (homens/mulheres) somos iguais e comparáveis. Acho que cada um tem seus próprios pontos fortes e fracos. O que eu realmente não acredito é que os homens possam subir em um ringue e bater em mulheres… era o ponto que eu acho que estava tentando chegar.” Worsnop sugeriu erroneamente que Imane Khelif seria “homem”. O geneticista Salmo Raskin, em entrevista ao jornal O Globo esclarece que Khelif não é “homem” nem “transgênero”. Ele explica que a síndrome de insensibilidade androgênica, que afeta cerca de 1 em cada 20 mil pessoas, não garante vantagem competitiva. Raskin alerta que testar apenas o cromossomo Y pode resultar em injustiças. Asking Alexandria O Asking Alexandria foi fundado em 2006 em York, Inglaterra. O grupo começou com foco no metalcore e incorporou heavy metal, hard rock e post-hardcore ao longo dos anos. Conquistou maior sucesso nos EUA, com três álbuns no Top 10 da Billboard 200. O disco From Death to Destiny, ficou em 5º lugar, enquanto Reckless & Relentless e The Black, ficaram ambos com o 9º lugar. A banda lançou seu oitavo álbum, Where Do We Go From Here?, em 25 de agosto de 2023, com 11 faixas. Além disso, o grupo também participou do I Wanna Be, passando pelo Brasil em março, com shows em São Paulo, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, ao lado de bandas como Simple Plan e NX Zero. LEIA TAMBÉM: Gojira responde acusações de satanismo no show de abertura das Olimpíadas de Paris Via: Wiki Metal

Ramones celebra os 50 anos do primeiro show no CBGB
O Ramones está celebrando os 50 anos do primeiro show no CBGB, famoso reduto do rock n’ roll na cidade de Nova Iorque. A apresentação contou com Joey na bateria, Dee Dee nos vocal e baixo e Johnny na guitarra. Em homenagem ao 50º aniversário do citado show, a Rhino Entertainment vai fazer uma série de celebrações que durarão até o final de 2024. Entre elas, o público poderá viver literalmente a letra de Rockaway Beach, pois a gravadora, em parceria com a NYC Ferry, vai liberar três viagens personalizadas para Rockaway Beach. As balsas serão decoradas com tudo a ver com a banda e a trilha sonora será, claro, só de Ramones. Além disso, haverá sorteios de rifas e brindes. Esta ação vai rolar entre hoje, dia 16 de agosto, e amanhã, dia 17. E tem mais Ramones! A Rhino firmou parceria com a Vinyl Me, Please para o lançamento de uma prensagem exclusiva de Rocket To Russia. O produto sairá em vinil de 180g com um livreto repleto de detalhes sobre o conjunto. Relembre o hit Rockaway Beach aqui: Via: RockBizz

Ian Gillan diz que Deep Purple não pensa em aposentadoria
Aos quase 79 anos, o vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, afirmou em entrevista ao portal Ultimate Classic Rock que a banda não pensa em aposentadoria. Os rumores de um possível fim de carreira se iniciaram após a divulgação do nome da nova turnê do Deep Purple com o Yes, que caiu a estrada na última quarta-feira, 14. Divulgada como =1 More Time (“Mais 1 Vez”, em português), o nome da tour fez com que alguns fãs especulassem uma despedida do grupo. “Foi só recentemente que ouvi alguém mencionar [o nome da turnê]. Eu nunca tinha ouvido isso antes. Nunca havia conversado com ninguém sobre isso. Ninguém me perguntou. Isso é besteira. Esse não é o nome da turnê. Acho que a turnê se chama Unleashed”, contou Ian. Apesar da afirmação do músico, a turnê foi anunciada como =1 More Time no site e nos materiais promocionais da banda, fazendo referência ao último lançado pelo grupo, o =1. No entanto, o cantor acrescentou: “Não que isso importe; é uma turnê do Deep Purple, estamos felizes e tudo mais”. Por fim, o músico negou que irá pendurar as chuteiras, mas diz que o fará na hora certa, respeitando os seus limites físicos — e também de seus companheiros de banda. “Assim que você começa a se sentir incapaz de atuar em um certo nível, é claro que você se ajusta, se adapta e faz o melhor que pode. Mas quando o nível de energia diminui, é hora de parar, porque aí a situação fica constrangedora e ninguém quer isso. Porém, até agora, está tudo bem”, disse. LEIA TAMBÉM: Ian Gillan diz que Black Sabbath é mais importante que Deep Purple e Led Zeppelin Via: Wiki Metal

Max Cavalera retoma o Nailbomb para apresentação especial em festival
O Nailbomb, banda formada por Max Cavalera nos anos 90, irá se reunir para uma apresentação em show especial. Chamado de Max Cavalera Dynasty, o evento acontecerá no dia 9 de novembro no Teatro Marquee, no Arizona. O evento contará com diversos membros da família Cavalera e suas bandas (via Loudwire). Soulfly será o headliner do evento e Nailbomb, Incite, Go Ahead and Die, Healing Magic e Jade Helm estão agendados para se apresentar no show. A noite também contará com participações especiais de Shadow Guilty, Six Million Dead, Ocean Harvest e Zherra. Os ingressos estão disponíveis através do site do Soulfly e contam com uma colaboração para a caridade, através do Alice Cooper’s Solid Rock Charity, que receberá parte do valor. Supergrupo no passado e em 2024 O Nailbomb foi formado em 1994 com Max e Alex Newport do Fudge Tunnel e contou com Igor Cavalera, Andreas Kisser e Dino Cazares como músicos de estúdio, enquanto D.H. Peligro, Evan Seinfeld, Rhys Fulber, Dave Edwardson, Richie Cavalera, Christian Olde Wolbers, Barry C. Schneider e Scoot tocaram ao vivo. A banda fez alguns shows em 1995 (via SetlistFM) em suporte ao seu único álbum de estúdio, Point Blank (1994). Para o show desse ano, Max contará com a presença de seu filho Igor Amadeus e Travis Stone (Pig Destroyer). O baixo ficará a cargo de Johny Chow (Stone Sour), enquanto Alex Cha (Pig Destroyer) cuidará dos samples e Adam Jarvis (Misery Index) ficará na bateria. Max ainda comentou que está muito animado para a apresentação: “Esta é uma família mergulhada no legado do metal! Para tornar esta noite inesquecível será a rara aparição especial do Nailbomb! Talvez no futuro eu consiga levar esse conjunto para outras tribos e partes do mundo”. LEIA TAMBÉM: Max Cavalera abre as portas para reunião da formação clássica do Sepultura Via: Wiki Metal

Zakk Wylde formou o Black Label Society no desespero depois de ter tomado pé na bunda de Ozzy
Olhando agora para a carreira do Black Label Society, é possível perceber que se trata de uma banda vitoriosa e muito importante para a cena heavy metal como um todo. O grupo, porém, foi formado no desespero, depois que Zakk Wylde tomou uma pé na bunda de Ozzy Osbourne. Em 2008, o grandalhão viking das seis cordas conversou com a revista inglesa Metal Hammer e contou detalhes de como surgiu o Black Label Society. Zakk disse: “Depois de Ozzmosis, de 1995, não havia muita coisa acontecendo com Ozzy, então o chefe liberou a banda para fazer outras coisas. Com isso, recebi uma ligação de Axl Rose em 95, a qual ele me convidou para tocar com o Guns N’ Roses. Eu e Axl começamos a criar umas ideias, e as coisas pareciam estar indo bem. Mas tudo acabou esfriando e não dando em nada. Então, de repente, recebi uma mensagem de Ozzy, depois que ele fez a reunião do Black Sabbath, me chamando para cair na estrada, e as negociações já estavam avançadas com advogados, empresários e toda merda envolvida. A mãe [Sharon Osbourne] sempre foi muito clara em relação ao valor que eu iria ganhar, porque ela é muito justa. Mas, desta vez, havia empresários de merda se metendo e dando os seus 10 centavos”. O guitarrista só fez os shows no Japão, Austrália e Nova Zelândia, os quais rolaram no comecinho de 1998. Depois disso, o músico ficou na mão, pois Ozzy decidiu não trabalhar com ele para a turnê do Ozzfest nos EUA naquele mesmo ano. Wylde lembrou: “Foi uma loucura, pois recebi uma carta do Ozzy me informando que meus serviços não eram necessários, e o Axl também tinha se livrado de mim. E eu tinha vários riffs e ideias de músicas, e eu não tinha para onde ir com eles. Aí, eu pensei: ‘Sei tocar baixo e piano e tenho voz, então, vamos tentar’. Apesar disso, o mais importante para mim era a parte vocal, visto que eu estava trabalhando com os melhores há uma década. Depois que você toca com Ozzy, qualquer outra coisa é um passo para trás. O cara é totalmente profissional. Portanto, eu não queria contratar um babaca covarde para ser meu vocalista, porque ele duraria cinco minutos. Eu tacaria uma Les Paul em sua cabeça. Eu sabia que poderia dar conta do trabalho e não precisaria me estressar com um vocalista. Portanto, tocando tudo, exceto bateria, eu mantive um controle rígido sobre a música”. O guitar hero finalizou: “A ideia era chamar a banda de Hell’s Kitchen, mas não conseguimos registrar o nome, então mudamos de ideia. Escolhemos Black Label Society porque amamos esse uísque [Johnnie Walker Black Label]”. O primeiro álbum do Black Label Society se chama Sonic Brew. O trabalho saiu em outubro de 1998 no Japão e maio de 1999 nos Estados Unidos. O disco vendeu relativamente bem, o que possibilitou Zakk Wylde transformar o grupo em sua atividade principal. Via: RockBizz

6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Mother Mersy, Electric Temple e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: old school rock and roll Mother Mersy – “Kiss Me”País: Suécia Vessel – “Living On The Edge”País: Israel Para quem gosta de: nu-metal Sanity/Switch – “Places To Scream”País: Estados Unidos Para quem gosta de: hard rock Van Friscia – “Serpentine”País: Estados Unidos Para quem gosta de: heavy metal clássico Electric Temple – “Doomed”País: Estados Unidos Para quem gosta de: death metal AydrA – “Forever Hide”País: Itália LEIA TAMBÉM: 6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Avalon Stone, Brian Cox e mais Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela) Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Categorias: Listas Notícias Via: Wiki Metal

Forgotten Boys lança novo single “Absurd Butterfly”; ouça aqui
Notícias Forgotten Boys, banda paulista de rock lançou, nesta quinta-feira,15, seu novo single “Absurd Butterfly”. “Sway” foi a primeira faixa disponibilizada de seu próximo álbum Click Clack, previsto para o dia 25 de setembro, com 10 novas faixas e projeto gráfico de Tomas Spicolli. “Assim como ‘Sway’, ‘Absurd Butterfly’ também aponta para novas direções neste novo álbum dos Forgotten Boys e por isso foi escolhida como o segundo single. E assim como todas do disco, ‘Absurd Butterfly’ é fruto de 2 ou 3 takes da banda tocando ao vivo”, conta a banda. A gravação de Click Clack aconteceu em São Paulo, nos estúdios Artsy Club e Jalapeño Verde, enquanto sua masterização foi em Chicago, feita por Carl Saff. A pré-venda do CD e LP está disponível no site da Läjä Records. Confira o videoclipe de “Absurd Butterfly”: LEIA TAMBÉM: Metallica toca cover de Neil Diamond “Sweet Caroline” em show Via: Wiki Metal

Metallica toca cover de Neil Diamond “Sweet Caroline” em show
O Metallica apresentou um cover da música “Sweet Caroline” de Neil Diamond em seu último show em Boston. A música tem um significado especial para os fãs de esporte da cidade. Por mais de 20 anos os torcedores do Red Sox cantam a música no meio da oitava entrada de cada jogo do time de Boston em seu estádio, o tradicional Fenway Park. Robert Trujillo e Kirk Hammett puxaram a música para o delírio dos fãs de beisebol. “Essa música é realmente assustadora, super pesada e se você começar a fazer mosh tente não se machucar, porque é uma música tão assustadora que já estou tremendo”, brincou Trujillo antes de começar. O público cantou durante toda a apresentação, completando todos os “Bum, bum, bum” e “So good! ” So good! So good!” nos momentos certos. Já é uma tradição nos shows do Metallica, Trujillo e Hammet, tocarem alguma música que tenha algum significado para a cidade que estão se apresentando. Temos o exemplo de “Carry On Wayward Son” do Kansas no Kansas e “We’re an American Band” do Grand Funk Railroad em Michigan. Show do Metallica quase cancelado A apresentação de 15 músicas do Metallica no Gillette Stadium foi atrasada por conta da chuva. Inclusive o público teve que evacuar o estádio antes do show. No entanto, o toque de recolher do local se estendeu para permitir que a banda tocasse um set completo que terminava com “One” e “Enter Sandman”. Atualmente o Metallica roda o mundo com a turnê M72 World Tour que promove seu último álbum 72 Seasons. Mas nessa tour, a banda toca dois sets completamente diferentes em duas noites diferentes em cada cidade por onde o Metallica passa. LEIA TAMBÉM: Notícias Black Album, do Metallica, completa 750 semanas na lista da Billboard Via: Wiki Metal

Pearl Jam vem ao Brasil, de acordo com jornalista
Notícias Na última segunda-feira, 12, o jornalista José Norberto Flesch afirmou que o Pearl Jam viria ao Brasil em 2025. A informação foi feita através de uma postagem em sua conta no X, antigo Twitter, em que ele ainda diz que a banda se apresentaria entre os meses de março e abril. Sem mais informações, é importante ressaltar que a banda – que lançou seu 12º álbum de esúdio Dark Metter em abril – não confirmou passagem pelo país, mas Flesch é reconhecido por divulgar informações certeiras a respeito de futuras vindas de artistas. PEARL JAM NO BRASIL! Março / abril de 2025! Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) August 12, 2024 LEIA TAMBÉM: Pearl Jam conta o porquê de “Yellow Ledbetter” não ter entrado para o álbum ‘Ten’ Via: Wiki Metal

Siegrid Ingrid explora aprisionamento interno e libertação em clipe de “In Search Of Light”
Notícias O Siegrid Ingrid, uma das forças motrizes do underground brasileiro, lançou o terceiro single extraído do mais recente álbum de estúdio Back From Hell (2023). A faixa escolhida foi “In Search of Light”, que apresenta um som brutal, rápido e agressivo, disponibilizada em formato lyric video no recém criado canal do Youtube da banda. A música tem como tema central um mundo vivido em aprisionamento interno, caracterizado por todo tipo de dependência, em que o protagonista luta para encontrar a força necessária para se libertar. Enfrentando uma desilusão, ele parece estar perdendo a batalha contra a morte, que o consome por meio dos vícios. Em busca da autoajuda, ele tenta encontrar o caminho em direção à luz e à redenção. Atualmente como um quarteto, o Siegrid Ingrid é formado pelo vocalista M.Punk, o guitarrista André Gubber, o baixista Luiz Berenguer e o baterista Rômulo Minduim. Você pode conferir o vídeo abaixo: LEIA TAMBÉM: Rock in Rio: 6 shows imperdíveis no Dia do Rock Via: Wiki Metal

Sepultura se despede de São Paulo com 3 apresentações no Espaço Unimed
Texto por Marcelo Gomes Depois de pegar os fãs do mundo inteiro de surpresa ao anunciar sua aposentadoria no final de 2023, o Sepultura, uma das bandas mais emblemáticas e influentes do metal brasileiro, está prestes a se despedir de seus fãs com uma série de shows inesquecíveis em São Paulo. A turnê de despedida, intitulada Celebrating Life Through Death, promete ser um marco na carreira da banda e uma celebração épica de quatro décadas de música pesada e inovadora. Os shows ocorrerão no Espaço Unimed, com as datas confirmadas para os dias 6 e 7 de setembro de 2024, que já estão esgotadas, e uma data extra no dia 8 de setembro, com ingressos ainda disponíveis para os fãs que desejam se juntar a este evento histórico. Fundada em 1984 em Belo Horizonte, o Sepultura rapidamente se destacou por seu som agressivo e único, que desafiou e redefiniu os limites do metal. Dos primeiros trabalhos, ainda com Jairo Guedz na guitarra, a banda lançou o EP Bestial Devastation (1985) e o álbum Morbid Visions (1986), sendo considerados marcos dentro do black metal e além disso, o baterista Iggor Cavalera trouxe na faixa “Antichrist”, algo totalmente novo para a época, o blast beat, considerado por muitos, o marco inicial desse estilo de tocar, que foi depois mundialmente difundido. Com a saída de Jairo e entrada de Andreas Kisser, o som da banda parte para o thrash metal em Schizoprenia (1987) e segue assim até o Arise (1991). A busca por uma sonoridade própria começou a ganhar forma no álbum Chaos AD (1993). A resposta foi uma turnê memorável ao lado do Pantera e Biohazard, culminando em 2 grandes festivais, o Hollywood Rock no Brasil e no consagrado Monsters Of Rock inglês. A virada crucial na trajetória do Sepultura aconteceu com o lançamento do disco Roots (1996), um álbum que marcou não apenas um ponto de inflexão na carreira da banda, mas também cravou o nome Sepultura na história do metal mundial. Roots foi pioneiro ao mergulhar profundamente nas raízes brasileiras, incorporando a cultura dos índios Xavantes e elementos tribais da música brasileira com metal extremo, criando um som único e marcante que ecoou pelo todo mundo, influenciando inúmeras bandas. Ao longo dos anos, o Sepultura enfrentou várias mudanças em sua formação, incluindo a saída dos irmãos Cavalera, Max e Iggor, em momentos distintos. Apesar dessas transições desafiadoras, a banda continuou a evoluir e a expandir seu legado musical. A entrada do vocalista Derrick Green em 1998 trouxe uma nova energia e direção para o grupo, resultando em lançamentos aclamados como Dante XXI (2006) e o mais recente Quadra (2020), que contou com a bateria virtuosa de Eloy Casagrande. Aliás, o baterista se desligou recentemente da banda para integrar o Slipknot. Para seu lugar, foi recrutado o jovem Greyson Nekrutman (ex-Suicidal Tendencies), que vem fazendo um ótimo trabalho. A turnê de despedida Celebrating Life Through Death não apenas marca o encerramento de um capítulo significativo na história da banda, mas também oferece uma última chance para os fãs vivenciarem a intensidade e a paixão que definiram o Sepultura ao longo dos anos. Com um repertório que abrange desde os primeiros sucessos até os mais recentes trabalhos, esses shows prometem ser uma celebração de uma carreira extraordinária. Os ingressos para a data extra, no dia 8 de setembro, podem ser adquiridos através do site eventim.com.br. Não perca a oportunidade de fazer parte desta despedida memorável e de testemunhar um dos maiores nomes do metal mundial em ação, celebrando 40 anos de uma jornada musical extraordinária. Serviços: Sepultura em São Paulo (SP)Data: 8 de setembro (data extra)Horário: 20:00Local: Espaço UnimedEndereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo/SPIngressos: Ingressos para SEPULTURA em SÃO PAULO – EVENTIM LEIA TAMBÉM: Relembre os 40 anos do Sepultura com sua discografia Via: Wiki Metal

Pearl Jam lança clipe ao vivo da faixa “Wreckage”; assista
Na manhã da última segunda-feira, 12, os veteranos do Pearl Jam divulgaram o clipe de “Wreckage”, música do décimo segundo álbum de estúdio Dark Matter, lançado em abril deste ano. A faixa, segundo Eddie Vedder, tem uma forte carga política. O próprio cantor já chegou a atribuir a música ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante uma entrevista para o Sunday Times do Reino Unido, Vedder disse: “Há um cara nos Estados Unidos que ainda diz que não perdeu uma eleição. E as pessoas estão reverberando e amplificando essa mensagem como se fosse verdade. Trump está desesperado. Acho que nunca houve um candidato mais desesperado para vencer, apenas para se manter fora da prisão e evitar a falência”. Gravado no dia 16 de maio durante uma performance da banda no MGM Grand Garden Arena em Las Vegas, o vídeo conta com trechos dos visuais usados durante a turnê, criados pelo designer Rob Sheridan, conhecido por trabalhos com o Nine Inch Nails. Já a direção é comandada pelo experiente Blue Leach, que já assumiu projetos ao vivo de nomes como Eric Clapton, Toto e Depeche Mode. Mudanças estéticas para o Pearl Jam Para quem estava acostumado com a estética pouco chamativa dos shows do Pearl Jam, as mudanças que vieram com o novo álbum foram expostas nesse clipe. Ao invés de usarem telões de LED como a maioria dos artistas, a banda optou por uma solução analógica. Dessa forma, a banda está usando uma tela no estilo de cinema com um projetor para transmitir as imagens. Com o lançamento do álbum Dark Matter, os membros da equipe do Pearl Jam, Kille Knobel e Spike Brandt, pensaram em renovar a estética da banda. A solução foi convidar o artista visual e conterrâneo da banda, Rob Sheridan, para produzir os visuais que estão sendo usados na turnê. Um artista para o novo visual de shows Em entrevista para o Seattle Times, Sheridan comentou que estava de férias quando recebeu o convite e que só voltaria aos visuais ao vivo caso fosse com a “conexão criativa certa e o artista certo”. O artista complementa: “Foi exatamente o que aconteceu. Além do Pearl Jam ser uma lenda, eu cresci em Seattle. Eles são parte do meu DNA. Eddie e eu realmente nos demos bem e tivemos uma sinergia criativa. Era exatamente o que eu esperava e eu podia dizer o que a banda esperava”, comentou. Durante meses de trabalho, Sheridan e sua esposa capturaram diversas imagens de reações químicas e experimentações com luzes que estão sendo exibidas durante os shows e estão nos visualizers disponíveis no canal da banda no YouTube. O artista também explicou sobre as decisões técnicas e as mudanças significativas na estrutura de palco da turnê. “O Pearl Jam não é uma tela de LED brilhante e fria. É uma luz quente e incandescente. Nós dissemos, ‘E se fizéssemos isso com uma sensação realmente analógica? E se usássemos uma tela de projeção?’ E algumas maneiras de ajudar a trazer os visuais para o espaço com a banda. Mas não brigar por atenção com o que é uma das maiores bandas ao vivo, em termos de performances musicais, da nossa geração”, disse. Rob Sheridan já é conhecido pelos fãs de rock industrial, em especial para os fãs de Nine Inch Nails. Ele foi responsável pelos desenhos das capas de álbuns como Things Falling Apart e With Teeth, do NIN, além de outros projetos ao lado da banda em uma parceria que durou mais de uma década. LEIA TAMBÉM: Pearl Jam lança 12º álbum de estúdio ‘Dark Matter’; ouça aqui Via: Wiki Metal

Promoção Bruce Dickinson: valendo 01 kit com 02 CDs, 01 pôster e 01 patch
Bruce Dickinson lançou recentemente um CD com três novas faixas encabeçado pelo single “Resurrection Men”, do mais recente álbum The Mandrake Project, lançado em março deste ano. As duas músicas bônus do CD, “Afterglow Of Ragnarok” e “Abduction”, foram gravadas ao vivo no show de Dickinson em São Paulo em 4 de maio de 2024, como parte de sua atual turnê mundial de Madrake Project. Nós do Wikimetal escolheremos um ganhador para levar para casa 01 kit contendo 01 CD The Mandrake Project, 01 CD do single “Ressurection Men”, 01 pôster e 01 patch. Para participar leia o nosso regulamento e comente no post no nosso Instagram: Regulamento do Concurso Cultural: Promoção Bruce Dickinson valendo 01 kit com 02 CDs, 01 pôster e 01 patch FORMUSIC PORTAL DE INTERNET E SERVIÇOS ARTÍSTICOS LTDA-ME (“FORMUSIC”), estabelecida na Rua Bernardino de Campos, 277 – Centro na cidade de Indaiatuba/SP, inscrita no CNPJ sob n. 15.565.819/0001-73, promove o presente Concurso Cultural com o objetivo de oferecer entretenimento e estimular a criatividade dos participantes. 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Estão habilitadas a participar do Concurso todas as pessoas físicas e maiores de 18 anos domiciliadas no Brasil, excluídos os prepostos com função de gestão, sócios, diretores, executivos e funcionários da WIKIMETAL. Além destas, não podem participar deste Concurso qualquer pessoa ou funcionário de organização que esteja, direta ou indiretamente, envolvida em qualquer aspecto deste Concurso. 2. PERÍODO DE VIGÊNCIA 2.1 O Concurso terá início no dia 13/08/2024 e término às 12h do dia 20/08/2024, podendo ser prorrogado a exclusivo critério da WIKIMETAL. 3. DIVULGAÇÃO 3.1 O concurso e suas dinâmicas serão divulgados nas Redes Sociais (Facebook/Twitter/Instagram) e páginas de internet oficial da WIKIMETAL. 4. DINÂMICA DO CONCURSO 4.1 Para participar do concurso os participantes deverão obrigatoriamente, durante o período de vigência, criar uma frase respondendo “Qual é a sua faixa favorita do ‘The Mandrake Project’ e por quê?” nos comentários do post oficial no Instagram. O comentário deve ser feito dentro do limite de caracteres estabelecido pela plataforma e relacionado com o tema deste concurso. 4.2 A frase ou texto deverá ser totalmente original e aderente ao tema do Concurso. 4.3 O conteúdo do material é de única e exclusiva responsabilidade do participante, que deverá respeitar as leis brasileiras. A frase que contiver citação de criações já existentes não será desclassificada, mas o julgamento seguirá os critérios indicados no item 5.1 deste Regulamento. 4.4 Todas as participações serão moderadas para a verificação do cumprimento dos termos deste regulamento. As frases ou textos considerados inadequados estarão sujeitos a serem retirados do concurso sem necessidade de qualquer comunicação ao participante. Em caso de envio reincidente de frases ou textos inadequados, o participante está sujeito ao cancelamento de sua participação no concurso. 4.5 As frases ou textos enviados têm como finalidade a promoção de contexto cultural. Ao enviá-los, o participante estará de acordo com os termos legais para cessão dos direitos autorais nelas contidas, sendo permitido ao WIKIMETAL utilizar nas Redes Sociais e Site Oficial (e qualquer outro comunicação) durante o prazo de 05 (cinco) anos em todo território nacional, sem que caiba qualquer contraprestação pecuniária ao participante. 5. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 5.1 As frases ou textos serão julgados pela Comissão de Concurso, com base na (i) Criatividade; (ii) Originalidade; (iii) Adequação ao tema do Concurso. 5.2 As frases ou textos deverão ser elaborados pelo próprio participante e devem estar de acordo com o tema do concurso. Os participantes deverão possuir todos os direitos autorais do material que enviarem à WIKIMETAL. 5.3 Qualquer participação que, a critério da Comissão do Concurso, seja considerada inapropriada, será automaticamente desclassificada sem aviso ao participante. A WIKIMETAL não se responsabiliza por participações enviadas que contenham direitos de terceiros. 5.4 A Comissão julgadora terá autoridade absoluta e discrição na seleção dos ganhadores, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. Os participantes renunciam expressamente, ao aceitar as regras deste concurso pela sua participação, a qualquer questionamento sobre critérios adotados, prevalecendo sempre o critério da Comissão julgadora da WIKIMETAL. 5.5 Caso mais de um participante envie uma frase ou texto idênticos, o desempate entre estes será feito tomando-se por base a data e hora do envio do comentário. 6. PRÊMIOS, DIVULGAÇÃO E FORMA DE ENTREGA 6.1 O(s) ganhador(es) do concurso será premiado com 01 kit contendo 01 CD The Mandrake Project, 01 CD do single “Ressurection Men”, 01 pôster The Mandrake Project e 01 patch. Os prêmios oferecidos são intransferíveis e não poderão ser trocados por dinheiro. Não será permitida substituição de prêmio algum, exceto nos casos em que a mesma se fizer necessária por motivos justificáveis ou alheios à vontade da WIKIMETAL. 6.2 A apuração dos vencedores do Concurso Cultural será feita pela Comissão do Concurso na sede da WIKIMETAL e o resultado final será divulgado a partir do dia 20/08/2024 através do Instagram da WIKIMETAL, exclusivamente. 6.3 O(s) ganhadores serão informados pela WIKIMETAL, a qual passará orientações para recebimento do prêmio. 7. PERDA DO DIREITO AO PRÊMIO 7.1 O(s) participante(s) ganhador(es) que não retirar(em) o prêmio no prazo estipulado neste regulamento perderá(ão) perderão o direito de receber o prêmio, cabendo à WIKIMETAL, a seu exclusivo critério, atribuir o prêmio à outro participante. 7.2 O(s) participante(s) declaram que são conhecedores das características do prêmio e que a retirada intempestiva não permitirá que o mesmo usufrua do prêmio em razão de sua natureza. 8. DESCLASSIFICAÇÃO 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso Cultural os participantes que: a. Deixarem de cumprir qualquer condição do regulamento; b. Praticarem ato ilegal, ilícito ou que atentem contra os objetivos e regras do Concurso; c. Enviarem frases que contenham contexto sobre bebidas alcoólicas, cigarro, drogas, nudez, pornografia (inclusive infantil), sejam contra a lei, imputem prática de crime, atentem contra a moral, bons costumes ou que tenham conotação ofensiva à terceiros; d. Utilizarem sistemas, softwares e outras ferramentas ou métodos automáticos, repetitivos ou programados que criem condições de envio de frases [relatos], navegação, participação ou votação consideradas pela Comissão do Concurso como práticas irregulares, desleais ou que atentem contra os objetivos recreativos deste Concurso. A Comissão do Concurso

VIPER: saiba como fazer parte do videoclipe da música “Timeless”
Notícias O VIPER lançará um videoclipe para a faixa “Timeless”, do álbum de mesmo nome, lançado em 2023, e você pode fazer parte dele. A banda quer realizar uma homenagem aos fãs que estiveram ao seu lado ao longo dos anos e para participar, basta enviar duas fotos, uma antiga e outra atual. Aquelas que tiverem conexão com o grupo, como em tatuagens, mídia física, vestindo camisetas ou em algum show, são mais interessantes. Para participar, envie as imagens até o dia 15 de setembro de 2024 para o e-mail [email protected] com o assunto “Clipe – VIPER Timeless”. LEIA TAMBÉM: Felipe Machado, do VIPER: “O brasileiro ama rock e é o primeiro a esgotar ingressos” Via: Wiki Metal

Greyson Nekrutman, do Sepultura, visita Vila Belmiro em Santos
Notícias Greyson Nekrutman, baterista do Sepultura, esteve na Vila Belmiro, Estádio do Santos, durante o último sábado, 10. A passagem se deu no mesmo final de semana em que a banda fez um show na cidade com a sua turnê de despedida Celebrating Life Through Death. Em vídeos e fotos publicadas nas redes sociais, o músico aparece juntamente com uma camiseta do time, – que ele ainda utilizou durante o show – além de ter feito uma visita pelo local. Confira as publicações abaixo: @santosfc O baterista da Banda Sepultura, Greyson Nekrutman, visitou o Templo do Futebol para conhecer um pouco mais da história do Peixão, no Memorial das Conquistas, e recebeu, de presente, o MantoSagrado! ♬ som original – Santos FC LEIA TAMBÉM: Relembre os 40 anos do Sepultura com sua discografia Via: Wiki Metal

Testament deixa uma marca impecável na música pesada com o lançamento de ‘The Legacy’
Em 21 de abril de 1987, o Testament lançou seu primeiro álbum, The Legacy. Muitos fãs ainda consideram este o melhor disco da banda e não é difícil perceber porquê. Ao contrário de muitas bandas de thrash metal da época, o som do Testament foi firmemente estabelecido em seu primeiro disco. Cada faixa de The Legacy mostra uma banda confiante em sua habilidade de tocar e compor. No ano do lançamento, alguns dos melhores álbuns do thrash metal mundial já haviam sido lançados, como Master of Puppets, Reign in Blood e Pleasure to Kill, sendo assim o Testament tinha uma enorme concorrência que precisava igualar. Com o lançamento de The Legacy eles fizeram exatamente isso, e iniciaram uma série de vitórias de álbuns que ainda não terminaram. A história do Testament começou originalmente com a banda The Legacy, formada por Eric Peterson na guitarra e seu primo Derrick Ramirez, também na guitarra e nos vocais. Após uma série de mudanças, a primeira formação estável do Legacy foi composta por alguns dos melhores músicos da Bay Area: Eric, o vocalista Steve “Zetro” Souza, o baixista Greg Christian, o baterista Louie Clemente e o jovem prodígio da guitarra, Alex Skolnick. Após gravarem algumas músicas, Zetro foi recrutado para cantar no Exodus, e indicou para a vaga seu amigo Chuck Billy. Com isso a banda mudou seu nome para Testament, assinou com a Megaforce Records, e finalmente lançou seu álbum de estreia. O álbum em si era composto quase inteiramente de músicas escritas durante a época do Testament como The Legacy. Seis das nove músicas do álbum listam Zetro como um dos compositores, e “C.O.T.L.O.D.” ainda tem Derrick Ramirez listado como escritor. Isso não é muito difícil de ouvir no álbum. A voz de Chuck era muito mais alta em The Legacy do que nos álbuns subsequentes, provavelmente porque ele seguia melodias vocais escritas por Zetro. A única música com a qual Chuck teve a chance de contribuir foi “Do or Die”, mas as outras oito faixas foram absolutamente excelentes de qualquer maneira e permanecem entre as melhores músicas que o Testament já lançou. A produção de Alex Perialas fez um bom trabalho, dando a Alex e Eric um som de guitarra enorme e trazendo os vocais de Chuck para o primeiro plano da mixagem. O bumbo de Louie recebeu um som bastante fraco em troca, e o baixo de Greg era muito menos audível do que deveria. Mais tarde, Greg teve a oportunidade de mostrar seu imenso talento no próximo álbum do Testament, The New Order (1988), mas por enquanto, ele mal podia ser ouvido. “Over the Wall” ainda é uma das melhores faixas de abertura que qualquer álbum de thrash metal da época já teve, e imediatamente estabeleceu os pontos fortes do Testament. Os riffs tortuosos e sinuosos de Eric se tornaram uma assinatura da banda, e a estrutura imprevisível da música também foi uma característica de muitas das outras faixas de The Legacy. Enquanto outras bandas ficariam satisfeitas apenas com os riffs e melodias que abriram “Raging Waters”, o Testament faria uma pausa insana como aquela na marca de 2:47 e lançaria o ouvinte em um ataque furioso de bater cabeça. As músicas do Testament nunca foram muito progressivas, mas acrescentaram mais variedade e riffs interessantes em músicas de quatro minutos que a maioria das bandas não conseguiria criar para um álbum. Além das músicas clássicas que povoam The Legacy, talvez o elemento mais notável deste álbum seja Alex Skolnick. Apesar de ter apenas dezoito anos na época do lançamento de The Legacy, Alex imediatamente se estabeleceu como o maior solista do thrash metal. Seus solos tinham a capacidade de serem festivais de fragmentação, mas muitas vezes apresentavam melodias com influência clássica. James Hetfield (Metallica) pode ter tido a mão direita mais influente no thrash, e Gary Holt e Lee Altus (Exodus) podem ser os melhores músicos do gênero, mas ainda não há um solista hoje que possa se igualar a Alex Skolnick. Sua forma de tocar em The Legacy foi simplesmente excelente e levou essas músicas já fenomenais a um nível totalmente novo. É difícil escolher os destaques de um disco tão cheio de músicas incríveis. “Over the Wall” e “Alone in The Dark” são as únicas músicas do The Legacy que têm lugar garantido em um show ao vivo do Testament, mas as músicas raramente tocadas deste álbum são igualmente ótimas. “The Haunting” e “Burnt Offers” ainda estão em alta, e “Do or Die” continua sendo uma das faixas mais subestimadas do Testament. O próprio Eric até admitiu que a música contém algumas de suas guitarras rítmicas mais difíceis. “Raging Waters” também se destaca, junto com a ardente “Apocalyptic City”. The Legacy marcou o início de uma carreira absolutamente incrível no heavy metal que continua até hoje. O Testament pode ter sido atormentado por mudanças de formação, contratos ruins com gravadoras e até câncer, mas eles continuaram a escrever algumas das melhores músicas do thrash por muitos anos. A banda pode ter se superado algumas vezes nos álbuns subsequentes, mas The Legacy continua sendo um marco do thrash metal e um dos maiores tesouros da Bay Area. LEIA TAMBÉM: Testament: ‘The Legacy’ e ‘The New Order’ são lançados em CD no Brasil pela primeira vez Via: Wiki Metal

David Gilmour lança novo single “Dark and Velvet Nights”; ouça
Notícias David Gilmour, o lendário guitarrista do Pink Floyd, lançou “Dark and Velvet Nights”, novo single que irá integrar seu próximo álbum, Luck and Strange. Co-escrita por Polly Samson, sua esposa, a faixa celebra o amor do casal a partir de uma sonoridade enérgica e acompanha um videoclipe dirigido por Gavin Elder com animação de Levon Kvan. Em uma declaração, Gilmour compartilhou detalhes sobre o processo criativo por trás da música. “A melodia surgiu de forma espontânea um dia. Foi incrível encontrar esse ritmo. Polly havia me dado um poema lindo de aniversário de casamento, que estava bem ao meu lado. Então, peguei o papel e comecei a cantar os versos para ver como ficariam com a música. Mostrei para Polly, e ela respondeu: ‘Lindo, ótimo, só preciso ajustar algumas coisas.’ Ela acrescentou algumas estrofes, e a música estava pronta — foi tudo muito ocasional.” Este é o primeiro álbum completo de Gilmour em quase uma década e será lançado no dia 6 de setembro. Juntamente com “Dark and Velvet Nights”, o álbum inclui os singles já divulgados “Between Two Points” e “The Piper’s Call”. Uma edição de luxo, que contará com faixas bônus e fotografias exclusivas, também está disponível para pré-venda em vinil e CD. Além disso, para promover o novo álbum, Gilmour planeja uma série limitada de shows nos EUA, Europa e Reino Unido a partir do final de setembro. Os ingressos já estão à venda. LEIA TAMBÉM: David Gilmour anuncia novo álbum, ‘Luck and Strange’ Via: Wiki Metal

Slipknot: Alessandro Venturella mostra a nova e horripilante máscara
O baixista do Slipknot, Alessandro Venturella, mostrou a nova e horripilante máscara criada pelo artista visual, escritor e escultor alemão Hedi Xandt. Sobre a parceria com o artista germânico, o V Man disse: “Sou um grande fã do trabalho dele e pensei que era hora de chamá-lo para fazer uma arte para o Slipknot. Estou mais do que empolgado”. Já Hedi comentou o seguinte sobre a máscara: “O design faz referência a encarnações anteriores do rosto de V Man e faz referência a esculturas expressionistas italianas convertidas em uma máscara brutal”. E por falar em Slipknot, o noneto peso-pesado aportará em nosso país na segunda edição do Knotfest, que vai rolar nos dias 19 e 20 de outubro. Os caras estarão fazendo a promoção da Here Comes The Pain Tour, que é em comemoração aos vinte e cinco anos do debute do conjunto. Via: RockBizz