Entrevistas

Torture Squad é banda de abertura de show do Sepultura em São Paulo
Celebrating Life Through Death é a turnê de despedida do Sepultura e o Torture Squad será o responsável por abrir o show da banda na primeira data em São Paulo, dia 06, sexta-feira, no Espaço Unimed. Sendo uma banda já bastante antiga do cenário de metal nacional, o Torture Squad está na ativa há quase três décadas, com shows nacionais e internacionais. Contando com Mayara Puertas (voz), Rene Simionato (guitarra), Castor (baixo) e Amilcar Christófaro (bateria) em sua formação, o grupo encontra-se divulgando seu trabalho mais recente, Devilish (2023). Sobre o show, a banda comenta: “Teremos a honra de estar no mesmo palco com a banda que foi e continua sendo o sinal verde do Torture Squad para a vida. A maior banda brasileira de metal de todos os tempos, Sepultura. Tem momentos que são presentes que a vida te dá, e a gente sente que é graças a todo seu empenho e paixão por sempre continuar acreditando na sua música, na sua atitude, ou seja, na sua banda. E esse definitivamente é um deles”. Eles complementam: “Isso acontecer na tour de um dos discos mais importantes na carreira do Torture Squad, o Devilish, é o que faz desse momento ser ainda mais místico, mágico e surreal”. A cidade se despede do Sepultura com mais duas outras performances que ocorrem no mesmo final de semana, 07 e 08, como todos os ingressos esgotados, e abertura do Cultura Tres e Black Pantera respectivamente. LEIA TAMBÉM: Torture Squad lança single “Warrior” com Leather Leone Via: Wiki Metal

Forgotten Boys lança “Absurd Butterfly” e se prepara para novo álbum
No meio do mês de agosto, a banda de rock Forgotten Boys lançou “Absurd Butterfly”. Sem trabalhos de inéditas desde 2011, o grupo lançará Click Clack em 25 de setembro, com 10 faixas e projeto gráfico de Tomas Spicolli. A novidade já está em pré-venda no site da Läjä Records. O single sucede “Sway”, sendo o segundo lançamento dessa nova fase do grupo: “Assim como ‘Sway’, ‘Absurd Butterfly’ também aponta para novas direções neste novo álbum dos Forgotten Boys e por isso foi escolhida como o segundo single. E assim como todas do disco, ‘Absurd Butterfly’ é fruto de 2 ou 3 takes da banda tocando ao vivo”, conta a banda. Atualmente, a Forgotten Boys é formada por Gustavo Riviera (guitarra e voz), Dionisio Dazul (guitarra), Chuck Hipolitho (bateria e voz) e Zé Mazzei (baixo). Ouça “Absurd Butterfly”: LEIA TAMBÉM: Sepultura passa por Rio de Janeiro no próximo sábado, 31 Via: Wiki Metal

Mike Spreitzer, guitarrista do DevilDriver, deixa a banda
O guitarrista do DevilDriver, Mike Spreitzer, anunciou nesta terça-feira (03) sua saída da banda. “Depois de 20 anos tocando guitarra para o DevilDriver, decidi que é hora de seguir meu próprio caminho”, ele disse em uma declaração nas redes sociais. “Desde 2014, DevilDriver gradualmente começou a parecer mais um trabalho de meio período. Nossa agenda de turnês não é mais a mesma e eu quero voltar a ser um músico em tempo integral. Além disso, a mera criação do meu projeto paralelo foi recebida com uma grande quantidade de negatividade de um indivíduo específico que tornou as coisas extremamente desconfortáveis para mim”. E acrescentou: “Esperei pacientemente que o DevilDriver se tornasse um time completo novamente. Eu respeitosamente entendo que desde 2019 problemas sérios tiveram que ser resolvidos que estavam fora do controle de qualquer um, e a banda teve que ficar fora da estrada. Tivemos uma pandemia, houve emergências familiares e problemas de saúde que tiveram que ser resolvidos. Mas esses dilemas começaram em 2019. O DevilDriver se tornou meio período muito antes dessa infeliz cadeia de eventos. Eu preferiria não ficar em casa esperando que isso se tornasse um trabalho de tempo integral por mais tempo”. Mike explicou também que começou seu projeto Verona On Venus para preencher o tempo ocioso. “Nunca foi minha intenção fazer do VOV uma prioridade sobre o DevilDriver. A única maneira de me ver em turnê tanto quanto eu gostaria é colocando o Verona On Venus em funcionamento ou talvez uma oportunidade de entrar para outra banda”. E finalizou: “Para todos os fãs do DD por aí, eu amo vocês de todo o meu coração. Vocês são alguns dos humanos mais dedicados que já conheci. A vitalidade em todos vocês tem sido a luz mais brilhante da minha vida. Vocês encheram minha alma de felicidade. Serei eternamente grato a cada um de vocês e nunca esquecerei sua devoção inabalável”. Mike era o segundo membro mais antigo do DevilDriver após a saída de todos os membros originais, exceto o vocalista Dez Fafara. O guitarrista coescreveu e tocou nos álbuns The Fury Of Our Maker’s Hand (2005), The Last Kind Words (2007), Pray For Villains (2009), Beast (2011), Winter Kills (2013), Trust No One (2016), Outlaws ‘Til The End: Vol. 1 (2018), Dealing With Demons Volume I (2020) e Dealing With Demons Volume II (2023). Via: RockBizz

Entrevista Fontaines D.C.: histórias por trás do recente álbum ‘Romance’
Entrevista e texto por Joana Söt O mais recente álbum do Fontaines D.C., Romance, lançado no último 23 de agosto, chamou a atenção dos amantes da música além do pós-punk no qual (até então) a banda era inserida. Conversamos com o guitarrista Conor Curley sobre a produção de Romance e as influências sonoras do álbum. A entrevista com Conor começou com a pitada de nervosismo e animação usual de qualquer jornalista que fosse fã do entrevistado. Neste caso, já antecipando o sucesso que seria o lançamento de Romance e tendo acompanhado o Boom do Fontaines D.C. no último ano pela Europa, a primeira troca de frases com o guitarrista da banda já foi um aviso seguido de uma tranquilização surreal. Eu digo que sou fã e peço paciência com a excitação do momento, e Curley, falando de seu apartamento em Londres, já logo manda um “Relaxa, será incrível”, enquanto bola um tabaco que o acompanhará durante toda a entrevista. A banda vem ao Brasil se apresentar no Lollapalooza 2025 que acontece nos dias 28, 29 e 30 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Clique aqui para conferir mais informações como lineup completo e ingressos. Wikimetal: Vamos falar sobre o novo álbum de vocês, Romance. É um time de peso nele! Como vocês se sentem com o James Ford (Gorillaz, Arctic Monkeys, Shame, Jessie Ware, etc) na produção de Romance? Conor Curley: Eu acho que sendo o primeiro álbum que não trabalhamos com Dan Carey, sentimos que esse projeto especificamente precisava de uma mão nova. Ouvimos um álbum produzido pelo James de uma banda chamada Crocodiles, Sleep Forever, e imediatamente pensamos que queríamos aquilo em Romance. Nos representava nos sons mais alternativos que gostamos e queremos fazer mais. WM: Ouvi falar que vocês passaram um tempo separados, cada um em uma parte do mundo. Como você diria que isso influenciou as músicas do Romance? CC: Escrever foi uma loucura. Nós escrevemos o álbum em 4 semanas, mesmo com cada um de nós já tendo muita coisa pré-escrita, no estúdio em Londres, praticamente direto, e depois tivemos dois dias de pausa e fomos pra França gravar por mais 3 semanas. Foi tenso no melhor sentido, toda a pressão de tempo e da indústria acabaram nos afetando e afetando o som de uma maneira positiva. Acho que fazer música é o que mantém minha sanidade mental – e posso dizer o mesmo pelos meninos da banda. A banda vem ao Brasil se apresentar no Lollapalooza 2025 que acontece em março de 2025, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Clique aqui para mais informações como lineup completo e WM: E como foi gravar esse álbum num – literal – castelo? CC: [Conor dá uma risada alta] Acho que era mais uma mansão do que um castelo, mas foi incrível de qualquer formana mesma! Gravar num ambiente caseiro é muito importante para o Fontaines. Descobrimos lá que o álbum “Skeleton Tree,” do Nick Cave, foi gravado naquela casa e ficamos pirando nisso. Às vezes a gente acabava de gravar de noite, nós nem íamos pra Paris, nós só sentávamos no sofá do estúdio e pensávamos “Será que o Nick Cave fumou um cigarro aqui?” WM: Eu amo esse álbum, é um dos melhores dele. CC: [fumando o tabaco e dando risada] É um dos meus favoritos dele também. WM: “Starbuster” tem um significado bem sincero com base em acontecimentos reais (uma crise de pânico do vocalista). O álbum todo tem uma temática mais íntima da banda? CC: [Romance] é um álbum de extremos. Temos muita influência dos anos 90, Smashing Pumpkins, Butch Vig, Replacements, especialmente em “Favorite”, pessoalmente eu estava focando bastante no shoegaze, nos sons de Kevin Shields, o que é incrível porque toda vez que alguém tenta fazer algo assim, ninguém consegue. Meu amigo falou uma vez e eu vou roubar a frase, mas “Loveless” é a Capela Sistina da guitarra. WM: Loveless é insano. CC: [acenando com a cabeça] É diferente. Ele acima de tudo é um ótimo escritor também. WM: Onde você vê o Fontaines D.C. daqui a 5 anos? CC: Vamos fazer turnê desse álbum, talvez já teremos um novo álbum até lá. Já temos os próximos dois anos planejados, mas a meta é sempre seguir sendo criativos e fazendo arte. Existe alguma vontade da banda de vir tocar no Brasil em algum futuro próximo? (risos) Conor: Nós realmente gostaríamos de ir para a América do Sul, mas ainda não sabemos exatamente quando. WM: Se você tivesse que definir Fontaines D.C. em uma palavra, qual seria? CC: Delusional. [todos dão risada] WM: E “Romance”? CC: Viciante. Via: Wiki Metal

Sepultura: Assista performance de Orgasmatrom (Motörhead) no Rio de Janeiro
No último sábado, dia 31 de agosto, o Sepultura se apresentou no Rio de Janeiro em promoção de sua derradeira turnê, que se chama Celebrating Life Through Death. Nas duas horas de concerto, o quarteto ofereceu ao público carioca alguns de seus muitos hits como Refuse/Resist, Territory, Propaganda, Dead Embryonic Cells, Arise e Roots Bloody Roots. A apresentação também teve espaço para a celebração do gigante Motörhead, com a performance de Orgasmatrom. A faixa foi lançada pelo saudoso Lemmy Kilmister e companhia em 1986, no álbum homônimo à canção. A versão do Sepultura saiu na versão brasileira e estendida de Arise, que saiu em 1991. Assista performance de Orgasmatrom (Motörhead) no Rio de Janeiro: Recentemente, o Sepultura anunciou shows em Salvador, Manaus, Recife e São Luís como parte Celebrating Life Through Death Tour. As novas datas da turnê são as seguintes: – Dia 05 de dezembro em Manaus – Studio5– Dia 07 de dezembro em São Luís – Ceprama– Dia 12 de dezembro em Salvador – Concha Acústica– Dia 14 de dezembro em Recife – Classic Hall Via: RockBizz

Lollapalooza Brasil: conheça os artistas de rock que estarão na edição de 2025
Nesta terça-feira, 03, foi divulgado o lineup da edição de 2025 do Lollapalooza Brasil. Com uma vasta seleção de artistas pop, o rock pouco apareceu no lineup, porém não foi totalmente esquecido. Na lista vemos alguns nomes já consagrados e outros que estão aos poucos ganhando o afeto dos fãs de rock e metal. Para ficar por dentro do que o Lollapalooza preparou para nós, confira a lista abaixo: Tool O favorito de muitos é o Tool. a banda de metal progressivo vem à América Latina pela primeira vez. Liderado por Maynard James Keenan, o lineup deve passar por toda sua discografia, que conta com cinco álbuns, porém com foco no mais recente, Fear Inoculum, 2019. Sepultura A surpresa do lineup para qualquer um, fã de metal ou não, foi o anúncio do Sepultura no lineup. O grupo, que está com a turnê de despedida Celebrating Life Through Death, ganhará agora um fim grandioso que ninguém esperava – mas muito merecido. Fontaines D.C. O festival traz no Fontaines D.C. um pós-punk irlandês que está conquistando cada vez mais fãs ao redor do mundo. Visceral, a banda recentemente lançou o álbum ROMANCE. Vale a pena conferir! Dead Fish Conhecidos há um tempo na cena do hardcore/punk brasileiro, o Dead Fish lançou recentemente o álbum Labirinto da Memória, que reforçou a importância da banda na música como grupo e influência para atuais e futuros artistas. Inhaler Uma mistura de rock clássico e indie moderno, Inhaler, banda liderada por Elijash Hewson, filho do Bono, do U2, é, segundo a mídia especializada internacional, uma das promessas do gênero. Charlotte Matou um Cara Um rock punk pesado com letras viscerais, Charlotte Matou um Cara já mostra em seu nome a mensagem que busca passar em sua música: uma visão forte e feminista. O nome da banda faz referência à Charlotte Corday, que matou Jean-Paul Marat durante a Revolução Francesa, pois ele era uma peça importante para a continuidade da revolução. Ingressos Lollapalooza 2025 A venda dos ingressos acontecerá exclusivamente pela Ticketmaster Brasil, ticketeira oficial do evento ou na bilheteria física no Shopping Ibirapuera. Nesta terça-feira, 03, o Lolla Pass, que dá acesso aos três dias de festival, vira o lote – saiba mais sobre essa modalidade no fim da matéria. Já a venda geral começa quando for divulgado o lineup por dia. Via: Wiki Metal

Gojira lança o single da música “Mea Culpa (Ah! Ça ira!)”, apresentada na Olímpiadas
Gojira se destacou no mês passado com sua performance energética durante a abertura dos jogos olímpicos. Eles apresentaram sua versão para música tradicional da revolução francesa, “Mea Culpa (Ah! Ça ira!)”. A cantora de ópera Marina Viotti participou da apresentação. Agora essa versão foi lançada como single e pode ser ouvida nas plataformas digitais. Pela primeira vez uma banda de heavy metal participou de uma abertura Olímpica. Gojira trouxe uma pirotecnia enorme e Maria Antonieta sem cabeça. A apresentação aconteceu no edifício Conciergerie, uma antiga prisão e tribunal que fica à beira do rio Sena. Enquanto a cantora de ópera Marina Viotti flutuava em um barco de madeira, a banda ficou em plataformas que se estendiam para fora das janelas do edifício. Repercussão da apresentação do Gojira Posteriormente em uma postagem no Instagram, o baterista Mario Duplantier disse: “Que tremenda honra fazer parte desta cerimônia ambiciosa e épica em Paris. Tenho que admitir que bater cabeça na frente de um bilhão de pessoas, batendo o mais forte que pude em um cenário revolucionário feito de fogo e sangue, foi uma experiência muito gratificante! Um grande passo para a comunidade do metal também.” Além disso, nos comentários, Mario recebeu elogios da comunidade do metal, como o guitarrista do Slayer e Exodus, Gary Holt: “Praticamente a coisa mais legal que já foi feita no metal, eu diria.” Enquanto o baterista do Korn, Ray Luzier, acrescentou, “Cara… Eu tive arrepios!! Tão orgulhoso de vocês!! Mal posso esperar para arrasar nos palcos com vocês em breve!!”, referindo-se à próxima turnê do Korn com Gojira como suporte. O vocalista do Gojira, Joe Duplantier, declarou em entrevista ao New York Times sobre o tema escolhido: “Foi uma era muito sangrenta da história francesa, então foi muito metal”, acrescentando que sentiu pressão para representar “toda a comunidade do metal no cenário mundial”. Confira abaixo o single oficial. LEIA TAMBÉM: Gojira se apresenta na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024 Via: Wiki Metal

Alanis Morissette é confirmada no Lollapalooza Brasil 2025; confira o line-up completo
O Lollapalooza Brasil 2025 apresenta o line-up completo do festival, que acontece nos dias 28, 29 e 30 de março de 2025. Entre os nomes anunciados estão Olivia Rodrigo, Justin Timberlake, Shawn Mendes, Alanis Morissette, Rüfüs du Sol e Tool, como headliners, e outras atrações inéditas no Brasil, como Teddy Swims Benson Boonne, Parcels, e Fontaines D.C. Os ingressos para o festival estão disponíveis em lollapaloozabr.com. O Lollapalooza Brasil é um dos festivais mais amados pelos fãs. Com quatro palcos e mais de 70 atrações, a programação conta com atividades simultâneas que tomam conta dos mais 600 mil m² de extensão do Autódromo de Interlagos. Confira todas as atrações abaixo: Escolha entre 3 diferentes áreas para curtir os 3 dias de festival Lolla Pass: Dá acesso aos três dias de festival na área de pista. Os preços do Lolla Pass no segundo lote variam de R$ 1.269,90 a R$ 2.988,00. Lolla Comfort Pass by Bradesco: O Lolla Comfort Pass permite acesso aos 3 dias do festival em uma área exclusiva com mais conforto, vista privilegiada para o palco Budweiser, guarda-volumes, pontos de alimentação, bares e banheiros próprios, além de zona de sombra para descanso. Os preços do Lolla ComfortPass no segundo lote variam de R$ 2.223,60 a R$ 5.232,00. Lolla Lounge Pass by Vivo: A Vivo, patrocinadora do evento, oferece a área mais premium do festival. O Lolla Lounge Pass by Vivo dá acesso aos três dias do festival em área exclusiva, com open bar e food, ativações exclusivas das marcas, after party e shuttle de ida e volta para o evento. Os preços do Lolla LoungePass by Vivo no segundo lote variam de R$3.629,90 a R$ 5.348,00. Os menores preços informados acima para os três setores consideram o desconto máximo concedido pelo festival. Terão acesso ao Lolla Pass por estes valores as pessoas que têm direito à meia entrada garantido por lei e que efetuarem o pagamento com os cartões de crédito, pessoa física, do Bradesco, Bradescard, Next e Digio, de todas as bandeiras, e cartão de débito Bradesco, Next, Bradescard e Digio, apenas na modalidade à vista e nas compras realizadas na bilheteria oficial. Via: RockBizz

Nails lança o novo álbum Every Bridge Burning
O Nails lançou o novo álbum Every Bridge Burning, que é o seu quarto registro de estúdio. O disco, que possui dez faixas, traz consigo momentos emblemáticos de muita raiva como em Lacking The Ability To Process Empathy, Give Me Painkiller e Imposing Will que praticamente possui toda a experiência sonora que a banda construiu em 15 anos de carreira. Todd Jones, fundador e guitarrista/vocalista do Nails, falou sobre Every Bridge Burning: “Esta banda foi moldada com base em algumas das minhas bandas favoritas, então, você já sabe como o disco vai soar, com isso, acaba sendo a entrega da expectativa”. Além do frontman Todd Jones, Nails é formado por Carlos Cruz (bateria), Andrew Solis (baixo) e Shelby Lermo (guitarra). Every Bridge Burning foi produzido por Kurt Ballou no God City Studios e possui a arte diabólica feita pelo artista Jef Whitehead. Track listing Every Bridge Burning: 1. Imposing Will2. Punishment Map3. Every Bridge Burning4. Give Me The Painkiller5. Lacking The Ability To Process Empathy6. Trapped7. Made Up In Your Mind8. Dehumanized9. I Can’t Turn It Off10. No More Rivers To Cross Via: RockBizz

Slipknot faz show em Nova York na turnê de 25 anos
No dia 12 de agosto, Slipknot apresentou em Nova York no icônico Madison Square Garden o show da turnê Here Comes The Pain. No setlist músicas que há tempos a banda não tocava. Sendo o quinto show dessa turnê, o grupo manteve as expectativas tocando raridades e músicas não comerciais. O show todo é dedicado ao álbum de estreia, Slipknot, que os levou ao sucesso. “Nada do que vocês ouvirão aqui essa noite, foi escrito antes de 1999,” disse o vocalista Corey Taylor para a multidão. Em seguida tocaram a sequência matadora “742617000027”, “(sic)”, “Eyeless” e “Wait And Bleed”. Segundo a Blabbermouth, as faixas “No Life” e “Scissors” que não apareciam ao vivo desde 2000. Mas outras raridades incluídas no show, “Only One”, “Me Inside” e “Get This”, que não apareciam desde 2012, 2015 e 2019 respectivamente. Slipknot e a turnê de 25 anos Durante essa turnê, não apenas as músicas estão sendo resgatadas, mas o visual clássico da banda. Para esses shows, o tradicional macacão vermelho está de volta. Assim como as máscaras, que receberam detalhes que remetem às do início da banda. Sobre os planos para o futuro, Shawn ‘Clown’ Crahan, disse à NME ano passado: “Em 25 anos escrevendo sete álbuns, nos permitimos fazer tudo e qualquer coisa que quiséssemos. Fazemos o que queremos, tanto quanto queremos, quando queremos, como queremos. Estou pronto para seguir em frente com o que foi e seguir para um mundo que sei que precisa ser.” E ainda completa: “Estou pronto para chutar todo mundo na cara de novo! Estou pronto para fazer um local para 100 pessoas de novo! Estou pronto para fazer um local para 500 pessoas. Queremos tocar para 500 pessoas, mas há muitos fatores que significam que isso não pode acontecer. Estamos no ponto em que temos que garantir a segurança.” Em tempo o Slipknot se apresenta no Knotfest aqui no Brasil, nas duas noites 19 e 20 de outubro. As duas terão setlist diferentes. LEIA TAMBÉM: Slipknot: Sid Wilson é hospitalizado com queimaduras após ser atingido por “explosão no rosto” Via: Wiki Metal

Edu Falaschi participará da cerimônia de abertura do CBLOL no próximo sábado (07)
O CBLOL (Campeonato Brasileiro de League of Legends) anunciou uma surpresa especial para a cerimônia de abertura da final, que acontece no próximo sábado, 7 de setembro, no Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). O renomado vocalista Edu Falaschi, conhecido por sua carreira no heavy metal, se apresentará ao lado do influenciador e músico Lucas Inutilismo e da banda AXTY, prometendo um espetáculo inesquecível para os fãs de eSports. Os artistas irão apresentar a música Novos Horizontes, oriunda de uma parceria entre os nomes e a desenvolvedora e o estúdio MDois. Edu Falaschi, que tem uma carreira consolidada tanto como ex-vocalista do Angra quanto em sua trajetória solo, trará sua voz poderosa para a celebração, unindo o universo do rock e do metal ao mundo dos games. Ao lado de Lucas Inutilismo, que conquistou uma legião de seguidores com seu conteúdo musical irreverente, e da banda AXTY, que vem se destacando na cena do rock, a apresentação promete ser um dos momentos mais memoráveis da final do CBLOL. Este encontro inusitado entre música e eSports no Mineirinho reforça a crescente conexão entre diferentes formas de entretenimento, elevando o CBLOL a um evento cultural além das competições. Com a expectativa em alta, fãs de todo o Brasil aguardam ansiosamente por essa performance histórica que marcará o início da decisão do campeonato. Mais informações em http://www.edufalaschi.com.br Via: RockBizz

“Tocar guitarra não é uma competição”, afirma Yngwie Malmsteen
Neste último domingo, dia primeiro de setembro, o sueco voador, Yngwie Malmsteen, 61 anos, usou as redes sociais para dar uma importante dica aos amantes de música e das seis cordas. O virtuoso músico afirmou que tocar guitarra não é uma competição. Ele escreveu: “Vejo muitos comentários os quais as pessoas dizem que não conseguem ser tão bom quanto eu e que desistiram de guitarra depois que me viu. Tocar guitarra não é uma competição, embora desde o início da minha carreira seja isto que muita gente quer retratar. Tocar guitarra vem de dentro e deve ser apreciado em qualquer nível, não importa onde você esteja na sua vida. Mesmo que você esteja fazendo carreira com isso, se você tocar pensando que vai competir com outro guitarrista ou outro músico, você será infeliz. Competição é para os esportes e para os atletas, mas não para tocar guitarra e ponto final. Não é uma competição. O instrumento é para ser tocado e apreciado em qualquer nível. Agora vá tocar guitarra”. Yngwie Malmsteen está na estrada em divulgação ao seu mais recente registro de estúdio, Parabellum, lançado em julho de 2021 via Music Theories Recordings/Mascot Label Group. Além disto, o músico vai botar para rodar a 40th Anniversary Tour, que é, como o nome já entrega, em comemoração as suas quatro décadas de carreira. O giro vai começar agora em setembro nos Estados Unidos e se estenderá até meados de novembro. Via: RockBizz

Angra faz último show da turnê acústica no Brasil em Curitiba
No último dia 30, o Angra encerrou sua Unplugged Tour no Brasil, tendo como última apresentação, a Ópera de Arame em Curitiba. Coincidentemente, em agosto de 2023, o lugar também foi palco para a gravação do DVD acústico da banda, ainda sem previsão de lançamento. A abertura dos portões ocorreu um pouco após as 19h, mas de maneira organizada, o público não encontrou dificuldades para chegar ao local desta vez. O show contou com as opções de meet and greet normal e holy stage. Esta noite o holy stage estava com um número maior de pessoas, se comparada ao anterior aqui na capital paranaense. Nesta modalidade o fã pode assistir ao show em uma pequena plateia montada no palco principal. O evento não contou com banda de abertura e acabou resultando em um intervalo muito grande entre a entrada das pessoas e o início do show, marcado para às 21h. Mas tudo bem, quem estava no local pode conversar muito, tirar fotos e apreciar o local antes da entrada da banda ao palco. Angra acústico e convidados A noite iniciou-se promissora, já com a execução de “Nova Era”, do álbum Rebirth de 2001. No palco, Fabio Lione, Rafael Bittencourt, Marcelo Barbosa, Felipe Andreoli e Bruno Valverde estavam acompanhados da orquestra completa e cenografia de palco muito intimista, inclusive com candelabros e velas. Na sequencia, para a alegria dos presentes, chega “Make Belive”, clássico de 1996 do álbum Holy Land, ainda nas primeiras formações da banda. Inclusive, estas duas músicas ficaram muito bem arranjadas em suas versões acústicas. O local, além de muito bonito, devido à natureza a sua volta, estava cheio o que resultou em uma estética perfeita para o show acústico. A noite prometia, Fabio Lione conversa muito com a plateia, que responde prontamente, os outros integrantes aparentemente estavam mais tímidos, talvez cansados devido a duração da turnê. Mas logo vão ficando mais empolgados, e interagindo mais com o público. Vale ressaltar algumas alterações com relação ao primeiro acústico na cidade, a música “Gentle Change”, por exemplo, do álbum Fireworks, contou na segunda performance, com Fabio Lione nos vocais. Acredito que na primeira apresentação, no caso a gravação do DVD em 2023, a música contou com mais sentimento e emoção na voz de Rafael Bittencourt. Vanessa Moreno e Kiko Loureiro A primeira convidada, Vanessa Moreno, entrou no palco para algumas músicas, mas a que chamou atenção foi a execução perfeita de “Wuthering Heights” pela cantora. A versão interpretada pela brasileira foi ovacionada pela plateia, que anteriormente, contou com Amanda Sommerville nos vocais. Lembrando outro momento comparativo, que desta vez, a música ganhou mais sentimento na voz de Vanessa, ao contrário da técnica e estilo mais europeu de Amanda. A canção, cover de Kate Bush, foi gravada originalmente por Andre Matos, para o álbum Angels Cry. Finalmente, o momento o qual muitos fãs do início do Angra aguardavam, a entrada de Kiko Loureiro nos violões, para juntar-se a Vanessa. O ponto alto ficou para a execução de “Holy Land”, fazendo grande parte do público voltar no tempo. A emoção ao ver Rafael e Kiko juntos novamente foi indescritível, mesmo que por pouco tempo, juntamente com as saudades de Andre Matos. Tony Garrido e Kiko Loureiro na execução de “Late Redemption” Ao contrário de outras apresentações desta turnê, onde Kiko fazia os vocais de Tony Garrido, desta vez o show foi completo. Acredito que a execução de “Late Redemption” foi um dos melhores momentos da noite. Sem dúvida todos no palco mostraram muito entrosamento e já não aparentavam o cansaço e voltaram a ter a energia habitual da banda. A despedida de Kiko do palco deu-se com “Rebirth”, onde a banda demonstrou ter feito a lição de casa e apresentou uma versão muito bem coordenada. A noite estava chegando ao fim, foi a vez de Fabio Lione retomar a atenção do público com a excelente “Bleeding Heart”, também do álbum Rebirth. A música ficou perfeita em formato acústico, também era um momento muito aguardado pela plateia, que também brilhava com as luzes e estrutura do local. Momento final, onde são feitas as apresentações e na sequencia a banda faz um intervalo para a música final. E não demorou para começarem os acordes de “Carry On”, o público participa fervorosamente, sabendo que será o final da noite. Apesar de estar muito bem arranjada, esta música em particular, não teve o mesmo impacto na maneira acústica. O que torna esta música única, continua sendo o peso dos riffs originais, mas foi corajoso por parte da banda, adaptar esta canção tão amada pelos brasileiros. Final de noite na capital mais fria do Brasil, que por sinal estava um pouco acalorada. Público e banda satisfeitos, fãs emocionados, muitos jovens e crianças, que desde já são responsáveis a levar o significado do Angra para as próximas gerações. Confira a galeria de fotos da apresentação de Curitiba: Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir Silverio Angra em Curitiba com a ‘Unplugged Tour’. Crédito: Vladimir

Torture Squad vai abrir show do Sepultura em São Paulo
Torture Squad vai abrir os shows do Sepultura em São Paulo! As apresentações do Sepultura, que serão em promoção a Celebrating Life Through Death Tour, vão acontecer nos dias 06, 07 e 08 de setembro no Espaço Unimed. Apesar das três datas, o Torture Squad irá se apresentar na primeira data, que será na sexta-feira, dia 06. É importante destacar que os ingressos já estão esgotados. Sobre a oportunidade, Torture Squad disse: “Teremos a honra de estar no mesmo palco com a banda que foi e continua sendo o sinal verde do Torture Squad para a vida. A maior banda brasileira de metal de todos os tempos, o Sepultura. Tem momentos que são presentes que a vida te dá, e a gente sente que é graças a todo seu empenho e paixão por sempre continuar acreditando na sua música, na sua atitude, ou seja, na sua banda. E esse definitivamente é um deles”. A banda complementou: “Isso vai acontecer na tour de um dos discos mais importantes na carreira do Torture Squad, o Devilish, e é o que fará desse momento ser ainda mais místico, mágico e surreal”. Devilish O disco foi gravado e mixado pelo Diego Rocha na Bay Area Estudios. Já a masterização ficou por conta de Martin Fury, guitarrista do Destruction, famoso por trabalhar com as bandas The Damnnation, Invisible Control e Eskröta. Track listing de Devilish: 01 Hell is Coming02 Flukeman03 Buried Alive04 Warrior05 Sanctuary06 Uatumã07 Thoth08 Mabus09 Find My Way10 Gaia11 Farewell To Mankind12 The Last Journey Via: RockBizz

Summer Breeze Brasil passa a se chamar Bangers Open Air
Mudança de planos! Summer Breeze Brasil passou a se chamar Bangers Open Air. De acordo com a produção, o evento tomou a decisão após uma análise cuidadosa de metadados sobre o mercado de entretenimento mundial e considerações estratégicas sobre a presença da marca em territórios internacionais. Além disso, a produção está assegurando a todos os fãs que a essência do festival, suas raízes europeias, seu compromisso com a qualidade e sua dedicação aos fãs do metal permanecem inalteradas. Os ingressos estarão à venda pelo site clubedoingresso.com e entre os dias 06 e 09 de setembro faremos uma pré-venda especial do Bangers pass para os 3 dias, sem taxa de conveniência. A partir do dia 10 de setembro, o festival iniciará a venda geral, com todos os setores e datas individuais disponíveis. Nota: Os clientes que adquiriram os Blind Tickets anteriormente não precisam se preocupar. Ainda que conste o nome Summer Breeze Brasil em seus ingressos, sejam eles da modalidade Pass ou Lounge, não há necessidade de troca dos ingressos. Basta apresentar o ticket recebido na entrada do evento conforme orientação prévia. Via: RockBizz

Summer Breeze vira Bangers Open Air e anuncia atrações de 2025
O Summer Breeze, agora chamado de Bangers Open Air, anunciou parte do lineup da edição de 2025. O evento acontecerá 3 e 4 de maio de 2025. Até o momento, a programação conta com Powerwolf, I Prevail, Sonata Arctica, Paradise Lost, Haken, Lord Of The Lost, H.E.A.T, Beyond the Black, Burning Witches, Dynazty, VIPER, Dorsal Atlântica. Na publicação em que a organização divulgou parte do lineup, também foi explicado o motivo pelo qual o festival mudou de nome. “Essa decisão foi tomada após uma análise cuidadosa de metadados sobre o mercado de entretenimento mundial e considerações estratégicas sobre a presença da marca em territórios internacionais, mas asseguramos a todos que a essência do festival, suas raízes europeias, seu compromisso com a qualidade e sua dedicação aos fãs do metal permanecem inalteradas”, diz o comunicado. Eles ainda garantem que continuarão oferecendo ao público “o mesmo formato de festival, o mesmo conceito musical e o melhor em infraestrutura e tecnologia” a exemplo das edições anteriores. Confira a publicação na íntegra abaixo. E já é possível adquirir ingressos. Os Blind Tickets, que são comercializados antes do anúncio oficial da programação, estão disponíveis no site Clube do Ingresso. Esta será a terceira vez que o Brasil recebe o tradicional evento alemão. A organização também promete um warm up, ou esquenta, no dia 2 de maio. Com foco no público do rock e do metal, o festival segue ocorrendo no Memorial da América Latina, em São Paulo. Via: Wiki Metal

Angra anuncia pausa nas atividades: “Sentimos que é hora de parar”
Notícias Angra surpreende ao anunciar um hiato da banda logo após o último show da ‘Unplugged Tour’, que ocorreu no dia 01 de setembro de 2024, na cidade de Santiago no Chile. O anúncio foi feito através das redes sociais na manhã desta segunda-feira, dia 02. A banda anunciou que fará uma pausa em suas atividades após mais de 11 anos de dedicação. Eles sentem que precisam de um período para “recarregar energias”, mas antes disso, realizarão eventos especiais, como o lançamento de um DVD acústico e turnês pela Europa e América do Sul, que devem se estender até os primeiros meses de 2025. Durante o hiato, os membros se dedicarão a projetos pessoais, mas permanecerão conectados aos fãs pelas redes sociais. Eles agradecem o apoio de todos e prometem voltar mais fortes e inspirados. Confira o post do Instagram oficial da banda na integra; LEIA TAMBÉM: Angra traz apresentação acústica a Curitiba mais uma vez Via: Wiki Metal

Paul Di’Anno faz mistério sobre papo com Bruce Dickinson: “Privado”
Tempos atrás, Paul Di’Anno e Bruce Dickinson finalmente se encontraram. A reunião aconteceu em Zagreb, na Croácia. Na ocasião, Bruce passou pelo país para promover o seu novo álbum solo, The Mandrake Project. Di’Anno já se encontrava na cidade, pois vem cuidando de sua saúde com médicos de tal lugar. Recentemente, em uma pequena conversa com o canal SDTV – Stonedead Festival, Paul Di’Anno fez mistério sobre papo com Bruce Dickinson. De acordo com o ex-integrante do Iron Maiden, o teor do bate-papo é privado. “O nosso papo foi privado, então não vou falar mais nada. Todo mundo acha que nos odiamos, o que é besteira. Isso é coisa da imprensa. Nos conhecemos desde quando ele estava no Samson. Então, está tudo certo”. Confira a fala completa de Paul Di’Anno neste tocador: Caso queira ver o encontro dos dois cantores, basta acessar estes outros players: Paul participou dos dois primeiros álbuns de estúdio da Donzela de Ferro: Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Basicamente, o cantor foi demitido por não ter dado conta do trabalho e por ter batido de frente com o chefe, o baixista Steve Harris. O seu substituto, o Air Raid Siren, elevou o patamar técnico do grupo e colaborou para o seu estrelato mundial. Ao lado do Maiden, Dickinson já gravou treze álbuns de estúdio, sendo que o primeiro foi The Number of the Beast, lançado em março de 1982; já o mais recente é Senjutsu, que saiu em setembro de 2021. Via: RockBizz

Ratos de Porão faz show aloprante em Porto Alegre
Texto por Patrícia C. Figueiredo A lendária banda brasileira Ratos de Porão retornou à Porto Alegre no último dia 31 e fez um show sensacional no tradicional Bar Opinião. A apresentação contou com um setlist que revisitou grandes sucessos do grupo ao longo dos quarenta anos de carreira. A noite começou com a banda Código Penal abrindo os trabalhos e aquecendo o pessoal que aos poucos foi ocupando a pista da casa. Os gaúchos fazem uma fusão de rap e hardcore de alta qualidade e têm conquistado cada vez mais o seu espaço na cena. Eles começaram o show com “Terra de Ninguém” e não demorou muito para já prenderem a atenção do público. Na mesma linha do Ratos de Porão, a Código Penal traz letras fortes em protesto de injustiças sociais, do capitalismo e do racismo. Contando com dois vocalistas, Black to Face e Lucio Agace, os vocais têm aquele dinamismo do rap, e o baixo de Luciano Tatu traz bastante groove às melodias, bem como a bateria de Cesar Pereba. Já as guitarras de Marcio Zuza e Eduardo Jack adicionam riffs e distorções empolgantes que completam o som da banda. Com destaque para “Marginalizado”, “Chove Bala” e “Uzi Além da Imaginação”, a Código Penal fez um excelente show e com certeza conquistou novos fãs. Ratos de Porão entrega a locura e o caos que os fãs esperavam Os Ratos de Porão entraram no palco sem cerimônia e o pessoal já animou geral e logo entoaram o coro de “Alerta Antifascista”. Alguns fãs subiram no palco, outros jogaram suas cervejas para cima. Os primórdios da banda já deram a cara no setlist com a tríplice “Amazônia Nunca Mais”, “Farsa Nacionalista” e “Lei do Silêncio” do álbum Brasil, de 1989. João Gordo não perdeu a oportunidade da temática e fez declarações contra Elon Musk e Bolsonaro. Em um certo memento, João Gordo também contou a história de Carlos Alberto Pinto de Oliveira, quem em 1994 assassinou seus pais em Porto Alegre. O motivo da história ter vindo à tona foi porque o jovem havia supostamente tido como inspiração para cometer o crime a faixa “Herança”, que a banda também tocou neste show. Existem, de fato, semelhanças entre a letra da música e o jeito que o crime foi cometido. Clássicos de Anarkophobia e Crucificados Pelo Sistema Outros álbuns que marcaram presença no show foram Anarkophobia (1991), que contou com sucessos como “Morte Ao Rei” e “Igreja Universal’, e o primeiro álbum Crucificados Pelo Sistema (1984), com a faixa homônima e “Morrer”. A banda se apresentou em excelente forma em diversos aspectos. O baixista Juninho ocupou o palco com ferocidade em seus movimentos e saltos altíssimos. Jão, apesar de mais contido, deixou sua brutalidade passar pelas cordas da guitarra e enfurece o público igual. Na bateria, Boka quebrou tudo incansavelmente, e João Gordo entregou tudo nos vocais rápidos e rasgados. Mas apesar do excelente nível de energia, o show correu rápido. Com cerca de uma hora de duração, o Ratos de Porão encerrou sua apresentação, mas não sem antes as clássicas “Aids, Pop, Depressão” e “Beber até Morrer”, que fizeram a galera pular muito. Sem dúvidas, a banda entregou toda a loucura e o caos que o público esperava. LEIA TAMBÉM: Os Replicantes fazem uma legítima festa punk com show em Porto Alegre Via: Wiki Metal

Gojira é medalha de ouro para Clown do Slipknot
No final de julho, o francês Gojira, banda de death metal com mesclas de prog metal, foi uma das atrações musicais na abertura das Olimpíadas 2024. O quarteto, que foi o primeiro conjunto de metal a tocar em uma cerimônia de abertura de jogos olímpicos, apresentou uma versão pesada de Ah! Ça Ira! – canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era afirmar que tudo ficaria bem e os tempos sombrios de opressão seriam extintos. Agora, em entrevista à revista Metal Hammer, Clown (Slipknot) comentou que ficou arrepiado ao ver o Gojira na abertura das Olímpiadas 2024. O músico ainda brincou que a banda é medalha de ouro. “Fiquei arrepiado”, disse o percussionista. “Sei que isso vai soar estúpido, mas estou muito orgulhoso deles”, afirmou. “Sei que a palavra orgulhoso provavelmente soa estranha vinda de mim, mas essa banda é muito incrível, e eles são amigos nossos”, acrescentou. “Mario [Duplantier] é um dos meus bateristas favoritos do hard rock”, destacou. Clown completou: “Quando vi a apresentação, fiquei orgulhoso de tê-los feito isso. Que honra enorme e que apresentação enorme. E a metáfora também foi enorme, pois você tem todos os atletas maravilhosos, os melhores dos melhores, e alguém resolveu colocar o Gojira para abrir. O Gojira é medalha de ouro”. Caso queira ver e ou relembrar a performance do Gojira na abertura dos jogos Olímpicos, é só acessar este outro tocador. Via: RockBizz

P.O.D. anuncia shows em Curitiba e Rio de Janeiro em outubro
A banda californiana P.O.D. está de volta ao Brasil com sua nova turnê e promete um show inesquecível para o fãs! Além de ser uma das atrações do dia 20 de outubro no festival Knotfest Brasil, a banda também anunciou que se apresentará em Curitiba, dia 22 de outubro no Tork n Roll, e no Rio de Janeiro, dia 23 de outubro no Sacadura 154. Os ingressos já estão à venda no site showpass.com.br. P.O.D. Formado em 1992 em San Diego, Califórnia, o P.O.D. é uma das bandas mais influentes do movimento nu metal, conhecida pela mistura de metal, rap e elementos do reggae. Hits como Alive, Youth of the Nation e Boom ajudaram a consolidar a banda no cenário mundial, trazendo uma mensagem positiva e de resistência através de sua música poderosa e energética. Via: RockBizz

New Years Day: Confira A Nossa Entrevista Com O Guitarrista Nikki Misery
A banda norte-americana New Years Day lançou na última sexta-feira, 26, seu novo álbum de estúdio, Unbreakable. E para saber detalhes do novo disco, o RockBizz foi bater um papo com o guitarrista Nikki Misery, que ainda fez questão de ressaltar o bom momento em que a banda está vivendo. Então, sem delongas, porque a palavra está com Nikki Misery. Como foi o processo de composição de Unbreakable? Nikki Misery: O processo de composição é sempre o mesmo: a gente se esforçando para sair da zona de conforto. O que inspirou o título do novo álbum? Nikki: Anos de retornos negativos, facadas nas costas, mentiras e todas as coisas negativas que vêm de amigos, relacionamentos e da indústria musical. E mesmo assim, nós ainda estamos crescendo a cada dia. Unbreakable parece uma nova direção para vocês. Porque vocês acharam que precisava mudar um pouco as coisas? Nikki: Para nós não soa como uma nova direção, mas como o certo a se fazer. Nossa única necessidade é fazer um ótimo show de rock. O quão diferente foi o processo de composição deste novo disco? Nikki: Desta vez, nós não estávamos cercados de negatividade. Nós estávamos cercados por um verdadeiro time, fazendo seu melhor para nos ajudar, o que acabou sendo muito importante para gente. Mitch Marlow (Filter, In This Moment, Butcher Babies) e Scott Steven (Halestorm, Shinedown) produziram Unbreakable. Como foi trabalhar com eles? O que eles adicionaram à música do New Years Day? Nikki: Foi maravilhoso trabalhar com Mitch e Scott. Eles têm habilidade de fazer crescer uma emoção em você. Além disso, trabalhar com dois produtores com este perfil foi muito bom, funcionou bem. Então, qual é o sentimento em relação ao novo álbum? Nikki: Sentimento maravilhoso! Muito orgulho e animação, também. Quais os temas são abordados nas letras das músicas? Nikki: Eu não acho que há temas, a gente só escreve sobre o que sentimos. Por que demorou tanto para o disco ser lançado? Nikki: Turnê sem parar e nunca ir para casa. É difícil ter que escrever e estar numa posição em que você não pode escrever. O que podemos esperar dos novos shows? Nikki: Serão como um soco na cara, ou seja, serão ótimos. O que mais o ano de 2019 reserva para o New Years day? Nikki: Eu acho que nós teremos que apertar os cintos e esperarmos para descobrir. E quando poderemos assistir a um show do New Years Day no Brasil? Nikki: Espero que o quanto antes! Via: RockBizz

Metallica: Veja James Hetfield no novo trailer do filme The Thicket
A Tubi Films liberou um novo trailer de seu próximo filme de faroeste, The Thicket, que conta com a participação do líder do Metallica, James Hetfield. Confira abaixo: Peter Dinklage interpreta Shorty, um caçador de recompensas recrutado para encontrar uma mulher que foi sequestrada por um assassino violento. O filme, que se passa na virada do século 20, segue Shorty e seus colegas rastreadores enquanto eles viajam para um lugar violento e caótico conhecido como Big Thicket. Baseado no romance homônimo de Joe R. Lansdale, o filme também é estrelado por Juliette Lewis (Yellowjackets), Esmé Creed-Miles (Hanna), Levon Hawke (The Crowded Room), Leslie Grace (In The Heights), Gbenga Akinnagbe (The Old Man), Macon Blair (I Care A Lot), Ned Dennehy (Peaky Blinders), Andrew Schulz (Infamous) e Arliss Howard (Mank). The Thicket irá estrear nos cinemas no dia 6 de setembro. Via: RockBizz

The Dead Daisies lança o clipe de I Wanna Be Your Bitch
The Dead Daisies lançou o clipe de I Wanna Be Your Bitch, canção presente no novo álbum de estúdio, Light ‘Em Up, o décimo full length dos caras, que sairá no dia 06 de setembro pela SPV na Alemanha e pela Ward Records no Japão. A pré-venda está disponível aqui. Anteriormente, o quinteto de hard rock liberou o videoclipe dos singles I’m Gonna Ride e Light ‘Em Up: Light ‘Em Up foi produzido por Marti Frederiksen (Aerosmith, Def Leppard) e é focado, segundo o próprio grupo, em intensas linhas de guitarra de Doug Aldrich e nos ganchos vocais de John Corabi. O disco estará disponível em vários formatos como CD. CD com camiseta, vinil preto, vinil colorido (laranja) com camiseta e digital (download e streaming). Atualmente, o The Dead Daisies é composto por David Lowy (guitarra), John Corabi (vocal – ex-Mötley Crüe), Doug Aldrich (guitarra – ex-Whitesnake, ex-Dio), Tommy Clufetos (bateria – ex-Ozzy Osbourne, ex-Black Sabbath, ex-Rob Zombie) e Michael Devin (baixo – ex-Whitesnake). Track listing de Light ‘Em Up: “Light ‘Em Up”“Times Are Changing”“I Wanna Be Your Bitch”“I’m Gonna Ride”“Back To Zero”“Way Back Home”“Take A Long Line”“My Way And The Highway”“Love That’ll Never Be”“Take My Soul” Via: RockBizz