Entrevistas

89 Halloween Rock Fest: festa da Rádio Rock acontece em São Paulo
O 89 Halloween Rock Fest acontece no dia 18 de setembro, em São Paulo, no Sonora Garden, tendo como inspiração as clássicas festas de Halloween dos Estados Unidos, Irlanda e Inglaterra. A festa trará em seu lineup shows para compor a noite, misturando grupos cover e autorais. A primeira delas, Almanak, conta com diversos hits em seu setlist, enquanto a Black Circle é um tributo ao Pearl Jam, reconhecido por Eddie Vedder. Além deles, Supla também subirá aos palcos e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr 30 Anos serão os responsáveis por finalizar a noite. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial da Zig Tickets, com preços variando entre R$120 na pista e R$210 para o Halloween Lounge, que conta com bar exclusivo. SERVIÇO Data: 18 de outubro de 2024 (Sexta-feira)Horário: A partir da 20hLocal: Sonora Garden (R. Comendador Nestor Pereira, 33 – Canindé, São Paulo – SP, 03079-070)Venda Geral: zig.tickets/eventos/halloween-rock-festIngressos: Pista: a partir de R$120,00 / Halloween Lounge: a partir de R$210,00Idealizadora: Grunge LiveRealizadora e Produtora: DKS Eventos LEIA TAMBÉM: Forgotten Boys lança “Absurd Butterfly” e se prepara para novo álbum Via: Wiki Metal

Green Day lança mais três faixas da reedição de ‘American Idiot’
Em agosto, Green Day surpreendeu os fãs ao anunciar, para o dia 25 de outubro, uma edição expandida do icônico disco American Idiot, a fim de comemorar seus 20 anos de lançamento. Na ocasião, a banda havia liberado três faixas inéditas: a demo de “Holiday/Boulevard Of Broken Dreams”, o lado B “Favorite Son” e uma versão ao vivo de “Minority”. Agora, um mês depois do anúncio, Green Day decidiu disponibilizar mais três novas faixas que vão integrar o álbum, na mesma categoria das já lançadas. Trata-se de uma versão demo de “Wake Me Up When September Ends”, o lado B “Governator” e uma versão ao vivo de “St. Jimmy”. O álbum vai contar, portanto, com 15 faixas originais, 15 demos inéditas, um show ao vivo gravado no Irving Plaza, Nova York em 2004, nove gravações ao vivo adicionais, incluindo um cover de “We Are The Champions” do Queen, e 14 músicas bônus. Além disso, a banda também irá lançar um novo documentário, de 110 minutos, intitulado 20 Years Of American Idiot. O filme Heart Like A Hand Grenade, que documenta os nove meses da gravação de American Idiot, também fará parte da box set. Confira abaixo as novas faixas: LEIA TAMBÉM: Green Day faz referência à ‘Deadpool & Wolverine’ durante apresentação; assista Via: Wiki Metal

Pinhead Gunpowder, projeto paralelo do Green Day, anuncia novo álbum
O Pinhead Gunpowder, banda liderada por Billie Joe Armstrong do Green Day, anunciou na sexta-feira, 06, seu mais novo álbum de estúdio, intitulado Unt. O segundo disco da banda tem previsão de lançamento em 18 de outubro e o anunciou chegou com uma nova faixa em 16 anos. Em recente comunicado a impressa, a banda norte-americana comentou sobre o retorno (via NME): “Pinhead Gunpowder começou a escrever músicas em 1990 e fez nosso primeiro [EP] 7 (EP da banda) na primavera seguinte, mas desde 2010, tocamos apenas para nós mesmos, algo que as bandas esquecem de fazer.” “Em vez de ‘escrever para o novo álbum’ ou ensaiar para nos preparar para a turnê, voltávamos para o porão todo ano. Morávamos na casa que construímos, lembrando como fizemos a música um para o outro em primeiro lugar. Tocamos no mundo todo – bem, pelo menos em Oakland, Cingapura e Nova York – mas apenas um para o outro. Trabalhamos nas reedições do nosso catálogo anterior também e nos descobrimos mais afeiçoados um ao outro e mais familiares do que nunca.” “Um novo disco era apenas uma questão de tempo, mas entre as outras bandas, projetos e famílias dos membros, isso era difícil de encontrar. Quando finalmente conseguimos, todos nós ficamos surpresos. Achamos que é o nosso melhor até agora – o mais cativante, o mais colaborativo e o mais pungente.” Pinhead Gunpowder é composto pelo vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, o guitarrista Jason White, que toca com o Green Day nas turnês, Bill Schneider no baixo e Aaron Cometbus na bateria e composições. A banda existe desde o início dos anos 1990, tendo lançado oficialmente apenas um álbum, o ótimo e energético Goodbye Ellston Avenue (1997). Junto com o anúncio, foi disponibilizada a faixa-título disponível abaixo junto com a setlist de Unt. Capa do álbum Unt, de Pinhead Gunpowder. Crédito: Divulgação Pinhead Gunpowder – Unt “Unt” “Difficult But Not Impossible” “Scum Of The Earth” “Oh My” “Nothing Ever Happens” “Draw It In” “Shine” “¡Hola Canada!” “Here Goes The Neighbourhood” “Mumbles” “Green” “Chowchilla” “Trash TV” “Song For Myself” LEIA TAMBÉM: Green Day comemora 20 anos de ‘American Idiot’ com reedição comemorativa Via: Wiki Metal

Filho de Chester Bennington acusa Mike Shinoda de “trair a confiança” dos fãs com Emily Armstrong
O filho do saudoso Chester Bennington, Jaime, criticou Mike Shinoda após o retorno do Linkin Park com a nova vocalista Emily Armstrong, e o acusou de “trair a confiança” dos fãs. A entrada de Armstrong no grupo foi anunciada na última quinta-feira (05) e, inicialmente, teve uma recepção positiva entre artistas e fãs, mas a controvérsia surgiu logo depois que Cedric Bixler-Zavala, vocalista do The Mars Volta, e sua esposa acusaram a cantora de ligação com a Cientologia e com o ator condenado por estupro, Danny Masterson. Jaime Bennington foi ao story do Instagram no último domingo (08) para compartilhar sua opinião sobre o retorno do Linkin Park (via NME): “Ei, Mike! As pessoas não estão tendo dificuldade em entender a perspectiva do Linkin Park se reinventar. Elas estão tendo dificuldade em entender como você: Contratou sua amiga de muitos anos Emily Armstrong para substituir Chester Bennington sabendo da história de Emily na igreja e sua história como aliada de Danny Masterson”. Ele continuou, também acusando Shinoda de “apagar silenciosamente a vida e o legado do meu pai em tempo real […] durante o mês internacional de prevenção ao suicídio” e “recusar-se a reconhecer o impacto de contratar alguém como Emily, sem nem mesmo uma declaração esclarecedora sobre a variedade de vítimas que compõem sua base de fãs”. Bennington disse que a decisão foi algo que “traiu a confiança emprestada a você por décadas de fãs e seres humanos apoiadores, incluindo eu”. “Nós confiamos em você para ser a melhor pessoa. Para ser a mudança. Porque você nos prometeu que essa era sua intenção. Agora você está apenas senil e surdo”, ele completou. Até o momento, nem o Linkin Park nem Mike Shinoda responderam publicamente aos comentários feitos por Jaime Bennington. Via: RockBizz

Linkin Park com nova formação: Confira quais músicas marcaram o show de retorno
A banda Linkin Park está oficialmente de volta a ativa após o período de 7 anos em pausa, porém, rodeada de incertezas devido à trágica morte do vocalista Chester Bennington. Quinta-feira, dia 5 de setembro, foi realizado o show de retorno intitulado From Zero apresentando os novos integrantes e, portanto, música inédita. A apresentação foi compartilhada nas redes sociais da banda e os fãs conseguiram ver a transmissão ao vivo e conheceram Emily Armstrong, nova vocalista e Colin Brittain que assume a bateria. O total de 14 músicas foram tocadas no show, começando por “The Emptiness Machine”, faixa nova que mostrou Emily como parte da banda. Logo em seguida as clássicas “Somewhere I Belong” e “Crawling” entraram no setlist incluindo “Lying From You”, que não era tocada desde 2013. Confira a gravação do show disponível a baixo: Hits, lançamentos e turnê Os sucessos “The Catalyst”, “Waiting For The End”, “Numb” e “One Step Closer” não ficaram de fora. Tirada dos arquivos do álbum Meteora (2003) mas só lançada em 2023, “Lost” fez sua estreia ao vivo. Contudo, o show seguiu com “What I’ve Done”, “In The End”, “Faint”, “Papercut”, fechando com “Bleed It Out”. Por fim, From Zero, o novo álbum, foi anunciado e tem data de lançamento prevista para 15 de novembro. Em suma, banda fará uma curta turnê durante setembro e novembro e passará por: Los Angeles, Nova York, Alemanha, Londres, Coreia do Sul e Colômbia. Setlist completa: 1. The Emptiness Machine (estreia ao vivo)2. Somewhere I Belong3. Crawling4. Lying From You (primeira vez desde 2013)5. The Catalyst6. Waiting For The End7. Numb8. One Step Closer9. Lost (estreia ao vivo)10. What I’ve Done11. In The End12. Faint13. Papercut14. Bleed It Out LEIA TAMBÉM: Tudo o que sabemos sobre o novo álbum do Linkin Park Via: Wiki Metal

Sepultura faz história em despedida em São Paulo com clássicos e convidados especiais
Texto por Marcelo Gomes A expectativa estava enorme depois do Sepultura anunciar sua despedida dos palcos em dezembro de 2023, pegando os fãs do mundo inteiro de surpresa. E não parou por aí, poucos dias antes de iniciar a turnê denominada Celebrating Life Through Death, o baterista Eloy Casagrande deixou a banda para integrar o Slipknot. Superados esses desafios, foram longos 10 meses de muita ansiedade desde o anúncio até que o primeiro dos três shows esgotados no Espaço Unimed acontecessem. A apresentação, que aconteceu no último dia 06, teve abertura do Torture Squad. Ao adentrar a casa, notava-se uma energia diferente, um sentimento diferente. A banda conseguiu tirar de casa muitos fãs que já não iam a um show havia bastante tempo e ganhou novos adeptos desejosos de testemunhar a despedida da maior banda de metal do Brasil. Algumas famílias levaram seus filhos, mantendo viva a tradição passada de pai para filho no que talvez seja o último capítulo dessa trajetória brilhante. O que se via era um mar de gente com camiseta da banda e, cá entre nós, goste ou não, o que os caras fizeram cravou seus nomes dentro da história do metal mundial. Todo esse apego é completamente justificável, afinal, trata-se de um patrimônio da música brasileira que declarou sua finitude. O público ainda chegava quando o Torture Squad subiu ao palco. Com um setlist que incluiu faixas como “Flukeman”, “Warrior”, “Horror And Torture”, a banda misturou riffs agressivos, solos técnicos e vocais que foram do gutural a belas melodias culminando numa performance brutal, servindo de um belo aquecimento para o que estava por vir. Com 30 minutos de atraso, Derrick Green (vocal), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) subiram ao palco do Espaço Unimed com uma produção grandiosa e contaram sua história por duas horas para um público devoto e sedento pela banda. A abertura matadora com “Refuse/Resist”, “Territory” e “Propaganda” incendiou o público de imediato, ganhando rodas e dando o tom da despedida. “Phantom Self”, que veio em seguida, não deixou por menos. Na primeira interação da noite, Derrick Green perguntou quem tinha o disco Roots e se surpreendeu com a resposta massiva. Tocaram três petardos do álbum para nenhum fã colocar defeito, “Dusted”, “Attitude” e “Spit”. A próxima parte do show focou na fase Derrick, abrindo esse bloco com “Kairos”, que já pode ser considerada um clássico. Nesse momento, Andreas não poupou elogios ao público que esgotou a primeira data rapidamente e aproveitou para apresentar o recém-chegado, Greyson Nektrutman. A tarefa de substituir Iggor Cavalera e Eloy Casagrande não é para qualquer um, no entanto, o carismático baterista tem se saído muito bem como visto na complexa “Means To An End”. Continuaram com “Convicted In Life”, “Guardians Of Earth”, “Mind War”, “False” encerraram esse período com “Choke”, faixas que demonstram a versatilidade do quarteto e a evolução da música do Sepultura. O ponto alto da noite, no entanto, foi a performance de “Kaiowas” com uma formação especial no palco que incluiu convidados especiais Jean Patton (ex-Project46), João Barone (Paralamas do Sucesso), integrantes do Torture Squad, Yohan Kisser (Kisser Clan) e fãs da banda. Essa colaboração resgatou a jam que faziam na turnê do Chaos A.D. em 1994 e trouxe uma energia única junto à brasilidade que sempre esteve no coração da música do Sepultura. Dos ritmos brasileiros à volta ao thrash de “Dead Embryonic Cells” e ao peso de “Biotech Is Godzilla”. Os fãs ensandecidos faziam rodas como se não houvesse o amanhã. Para acalmar um pouco os ânimos, tocaram a fantástica “Agony Of Defeat”, uma faixa mais lenta e rebuscada do Quadra que certamente poderia fazer parte de qualquer trilha sonora de um filme de drama. Mas a calmaria durou pouco, resgataram um cover de “Orgasmatron” do Motörhead e emendaram com “Troops Of Doom”, foi de tirar o fôlego. A parte final do show contou com as clássicas “Inner Self” e “Arise”, e para quem achava que os fãs estavam satisfeitos, se enganou. Chamaram pela banda que voltou para o bis com “Ratamahatta” e encerraram a noite com “Roots Bloody Roots”. Foi o ápice da noite com todos pulando e cantando o hino de uma geração que simboliza a história da banda e seu impacto no cenário mundial. A celebração do legado e o adeus ao Sepultura deram a sensação que a gente nunca sabe o valor de um momento até que ele se torne uma memória. A despedida em São Paulo foi emocionante, cada música remetia a um momento da banda, ao final era como se um filme estivesse passando em nossas mentes. E será que o filme tem fim sem Max e Iggor Cavalera? Ainda há esperança, Andreas Kisser revelou que gostaria que os irmãos participassem do show final. Só nos resta aguardar e, por ora, agradecer Sepultura por representar o Brasil tão bem! Confira fotos exclusivas do show tiradas pelo nosso colaborador Wellington Penilha: Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed com a turnê de despedida ‘Celebrating Life Through Death’. Crédito: Wellington Penilha Sepultura no Espaço Unimed

Neckbreakker assina com a Nuclear Blast Records e lança o single Horizon Of Spikes
A banda dinamarquesa de death metal Neckbreakker assinou com a Nuclear Blast Records. O quinteto está em ascensão meteórica e tem conquistado uma reputação sólida por suas marcantes apresentações ao vivo ao lado de nomes como Crypta, Left To Die e Baest, além de se apresentar em festivais renomados como Hellfest, Bloodstock, Summer Breeze, Resurrection Fest, Inferno Festival e mais. Selando esta contratação em grande estilo com a gravadora, o grupo lançou o videoclipe do single Horizon Of Spikes. Sobre o contrato assinado com a Nuclear Blast Records e o lançamento de seu primeiro single, a banda emitiu a seguinte nota. “Estamos honrados em anunciar que assinamos com a Nuclear Blast Records, e que nosso primeiro single Horizon Of Spikes e o videoclipe que o acompanha já está disponível. Poder compartilhar o nosso primeiro single com o mundo e ter a oportunidade de fazê-lo através da maior gravadora de metal do mundo é absolutamente incrível”. A formação do Neckbreakker conta com Christoffer Kofoed (vocal), Joakim Kaspersen (guitarra), Johan Lundvig (guitarra), Sebastian Knoblauch (baixo) e Anton ‘Hajn’ Bregendorf (bateria). Via: RockBizz

James Hetfield (Metallica) comenta sua participação no filme The Thicket: “Eu não gosto de atuar”
James Hetfield, frontman do Metallica, comentou sua participação no novo filme de faroeste, The Thicket, durante um episódio do podcast The Metallica Report. No filme, que acaba de estrear nos cinemas, Hetfield interpreta um xerife e contracena com a estrela de Game of Thrones, Peter Dinklage. Esse é o segundo papel do músico na telona, anteriormente ele havia participado da cinebiografia de Ted Bundy de 2019. Hetfield explicou que o convite para o papel em The Thicket veio de Dinklage e acrescentou: “Eu não gosto de atuar de jeito nenhum”, citando a diferença entre uma projeção “grande” quando ele está se apresentando no palco versus a escala mais íntima de se apresentar para uma câmera. “Eu gosto de grandes projeções”, ele disse. Resmungando sobre o frio severo durante as filmagens no Canadá e as longas esperas em seu trailer antes de começar, o músico falou em profundidade sobre a experiência de filmar The Thicket: “Enquanto estou sentado em um trailer, e provavelmente está 10 graus negativos lá em cima no Canadá, estamos fora de Calgary e estou sentado lá com roupas de época, da virada do século XIX”, lembrou Hetfield. “Quer dizer, a lã é ótima, mas os sapatos nem tanto”. E continuou: “Estou sentado lá com Ray [assistente de Hetfield]. É tipo, ‘Ei, você vai filmar hoje.’ E então no fim do dia, é tipo, ‘Ah, não conseguimos falar com você hoje.’ E eu disse a Ray, ‘Ei, da próxima vez que me pedirem para fazer algo assim, me lembre de dizer não.’ Ha ha! Mas foi assim no momento”. Hetfield terminou parecendo satisfeito com o resultado final de seu esforço, mas concluiu que trabalhar com música não é tão tedioso quanto esperar quando você está no ramo cinematográfico. “Música não é sobre esperar. ‘Eu tive uma ideia. Ei, anote isso. Vamos fazer isso.’ Praticar sua fala e esperar para dizê-la cinco dias depois, isso me deixa louco”. Ouça o podcast abaixo: Via: RockBizz

Descansem em paz: 6 músicos de rock que morreram em 2024
O ano de 2024 ainda tem três meses para acabar, mas, mesmo assim, se destaca como um dos períodos em que mais perdemos músicos de rock n’ roll para a dona da foice afiada. Todos sabemos que a morte é a única certeza que temos ao longo de nossas vidas, no entanto, quando ela vem “pegar” àqueles que admiramos e amamos é um golpe muito dolorido e sem recuperação, em alguns casos. Como uma forma de recordação, queremos enumerar 6 músicos de rock que morreram em 2024 e nos deixaram órfãos de seus grandes talentos. A nossa proposta passa longe da morbidez ou de qualquer teor sombrio, é apenas uma homenagem aos nossos heróis que nos deixaram, recentemente. James Kottak (Kingdom Come, ex-Scorpions): O baterista nos deixou no comecinho de janeiro, aos 61 anos. Há anos o músico travava uma verdadeira batalha contra o vício em drogas e álcool. Todavia, a causa de sua morte nunca foi revelada. CJ Snare (Firehouse): O gente fina de plantão e de voz cristalina foi se apresentar nos planos etéreos em abril. CJ, que morreu aos 64 anos, lutava contra um câncer no cólon. Mesmo assim, a causa de sua morte não fora divulgada pelos seus familiares. Dickey Betts (Allman Brothers Band): É impossível pensar em southern rock sem pensar em Betts, visto que foi um dos criados do estilo. O vocalista e guitarrista morreu no dia 18 de abril, aos 80 anos, vítima de um câncer no pulmão. Dickey deixou um imenso legado musical e artístico, com sons do quilate de Jessica, Blue Sky e In Memory Of Elizabeth Reed. Tony Clarkin (Magnum): O classic/AOR rock deve muito a Tony! Infelizmente, o guitarrista morreu em janeiro, aos 77 anos. O músico sofria de uma doença na coluna que era considerada incurável. Pinche Peach (Brujeria): O frontman do poderoso Brijeria nos deixou em meados de julho, por conta de problemas cardíacos. O vocalista tinha apenas 57 anos. Jack Russell (Great White): O cantor faleceu em meados de agosto, aos 63 anos, devido a problemas de saúde como Demência com Corpos de Lewy e Atrofia de Múltiplo Sistemas. Russell começou sua carreira musical no início dos anos 1980, contudo, o estrelato mundial chegou na segunda metade de tal década, quando discos como Once Bitten (1987) e …Twice Shy (1989) chegaram ao mercado. Via: RockBizz

“Não tolero abuso ou violência contra mulheres”, declara a nova vocalista do Linkin Park
Pouco tempo após o Linkin Park anunciar Emily Armstrong como sua nova vocalista, surgiram acusações contra a cantora na internet. Uma delas foi feita pelo vocalista do The Mars Volta, Cedric Bixler-Zavala, e sua esposa, Chrissie, sobre a suposta amizade de Emily com Danny Masterson, ator condenado por estupro, e também sua ligação com a Igreja da Cientologia. “A nova vocalista do Linkin Park é um cientologista hardcore que apoiou um estuprador em série condenado dentro e fora do tribunal”, escreveu Chrissie em um story no Instagram. Ela foi uma das três mulheres que Masterson foi acusado de estuprar. Agora, em uma declaração divulgada na sexta-feira (06) em um story no Instagram, Armstrong se defendeu das acusações e reconheceu que já considerou o ator como um amigo, chegando a comparecer em uma de suas primeiras audiências judiciais. “Logo depois, percebi que não deveria ter feito isso”, disse Armstrong (via Consequence). “Sempre tento ver o lado bom das pessoas e o julguei mal. Nunca mais falei com ele desde então. Detalhes inimagináveis surgiram e ele foi considerado culpado mais tarde”. “Para dizer o mais claramente possível: não tolero abuso ou violência contra mulheres e tenho empatia pelas vítimas desses crimes”, ela concluiu. Armstrong não mencionou o nome de Masterson em sua declaração. Ela também não esclareceu seu relacionamento atual com a Igreja da Cientologia. Via: RockBizz

Rock in Rio 2024: Conheça as formas de pagamento na Cidade do Rock
Falta pouco mais de uma semana para a histórica edição do Rock in Rio e o público já pode começar a se organizar para viver dias mágicos na Cidade do Rock. Nesta edição, as transações deverão ser feitas via cartão de débito ou crédito, que serão aceitos em qualquer ponto de venda, inclusive ambulantes que circulam pelo gramado. Caso a pessoa opte por levar dinheiro, haverá a opção de carregar um cartão pré-pago em um dos Caixas Cashless da Cidade do Rock. Será cobrado um valor de R$ 7,00 de caução pelo cartão, que será devolvido quando a pessoa devolver o cartão ao final do dia no evento. O cartão pré-pago será vinculado ao CPF de cada pessoa e o cadastro acontece no momento da carga em um dos caixas fixos do festival. O valor da recarga mínima será R$ 1,00 e elas poderão ser feitas em qualquer momento que o cliente desejar. As bandeiras de cartão de crédito aceitas na Cidade do Rock serão: Elo, Mastercard, Visa, Hiper, Hipercard, Dinners Club, JCB, Discover, UnionPay, American Express, Mais!, Cabal, Soro Cred, Banes Card e Cooper. Já os cartões de débito são Mastercard débito, Visa Electron, Hiper, Cabal Débito e Sicredi. Caso a pessoa fique com saldo no cartão ao final do evento, poderá solicitar o reembolso. As instruções serão divulgadas nos canais oficiais do evento. Para mais informações, o cliente poderá consultar o regulamento da operação Cashless que está disponível nos caixas do evento e nos Termos e Condições do site do Rock in Rio. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Via: RockBizz

KZG News: Lollapalooza anuncia lineup, Angra anuncia pausa e mais
Notícias O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, ganhou um novo episódio nesta sexta-feira, 06, no canal Kazagastão. Na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluindo o anúncio do lineup do Lollapalooza Brasil 2025, pausa na carreira do Angra, novo álbum do The Dead Daisies e mais! Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: Wiki Metal

89 Halloween Rock Fest chega a São Paulo para uma noite de música e suspense
No dia 18 de outubro, no Sonora Garden, em São Paulo será palco do 89 Halloween Rock Fest, um evento inspirado nas lendárias festas de Halloween de lugares como Irlanda, Inglaterra e EUA. A line-up oficial do 89 Halloween Rock Fest já foi divulgada e conta com atrações imperdíveis. A primeira da noite será os paulistanos do Almanak, em seguida, é a vez de Black Circle subir ao palco. A banda carioca, reconhecida por Eddie Vedder e considerada o maior tributo ao Pearl Jam do mundo. A festa segue e contará com a agitação do icônico Supla. O “papito”, como também é chamado pelos seguidores e fãs, leva em suas músicas o estilo punk, hardcore e, também, à bossa nova. Para encerrar a noite, a edição do 89 HRF traz Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr 30 Anos. O show manterá a essência e o respeito pela história de Charlie Brown Jr. A venda geral dos ingressos já começou, e os preços começam a partir de R$120,00 para a pista e R$210,00 para o Halloween Lounge, que oferece espaço confortável e bar exclusivo. O Sonora Garden foi o local escolhido para ser palco da 1ª edição do evento. E para dar vida ao 89 Halloween Rock Fest, ele terá decoração com bruxas, túmulos, floresta do terror e até banheiros assombrados. 89 Halloween Rock Fest. Crédito: Divulgação Serviço 89 Halloween Rock Fest Data: 18 de outubro de 2024 (Sexta-feira)Horário: A partir da 20hLocal: Sonora Garden (R. Comendador Nestor Pereira, 33 – Canindé, São Paulo – SP, 03079-070)Venda Geral: zig.tickets/eventos/halloween-rock-festIngressos: Pista: a partir de R$120,00 / Halloween Lounge: a partir de R$210,00Idealizadora: Grunge LiveRealizadora e Produtora: DKS Eventos Via: Wiki Metal

Blaze Bayley estreia videoclipe de Ghost In The Bottle
Blaze Bayley estreou o videoclipe de Ghost In The Bottle. A canção está presente no novo álbum de estúdio do cantor, intitulado Circle Of Stone, lançado no dia 23 de fevereiro. O trabalho é o sucessor de War Within Me, álbum lançado em abril de 2021. Assista: Com a elegância e simplicidade de sempre, Blaze Bayley agradeceu o pessoal que o ajudou a fazer o clipe. “Agradeço especialmente aos caras da Lion Island Media pelo trabalho brilhante de filmagem e edição do vídeo. Obrigado também a Lisa e Martin no fabuloso Whittles (Oldham, Grande Manchester) pela hospitalidade, gentileza e amizade ao nos permitirem filmar lá”. Track listing de Circle Of Stone: 01. Mind Reader02. Tears In Rain03. Rage04. The Year Beyond This Year05. Ghost In The Bottle06. The Broken Man07. The Call Of The Ancestors08. Circle Of Stone (feat. Niklas Stålvind)09. Absence10. A Day Of Reckoning11. The Path Of The Righteous Man12. Until We Meet Again Via: RockBizz

Conheça a trajetória e o ativismo da The Mönic, atração do Knotfest Brasil e Rock in Rio
Ter uma banda de rock no Brasil não é tarefa fácil e disso as integrantes da The Mönic sabem bem. Ter uma banda composta majoritariamente por mulheres, mirando especificamente nesse público e buscando trazer mais rostos femininos para a cena – tanto no palco, quanto na plateia – pode tornar a jornada ainda mais árdua. Trabalhando duro desde 2017, quando foi formada na capital paulista, a The Mönic entra no circuito dos grandes festivais do Brasil pela primeira vez em 2024. O quarteto fundado por Ale Labelle (guitarra e voz), Dani Buarque (guitarra e voz) e Joan Bedin (baixo e voz) se apresenta no Rock In Rio dia 15 de setembro e também no Knotfest Brasil dia 20 de outubro. Chegar até aqui não foi simples e nem rápido. Surgida do dissolvimento do grupo BBGG, que continha as três integrantes originais e já estava fazendo barulho na cena nacional, a The Mönic se posicionou desde o início como uma banda que queria ser formada apenas de mulheres. Para Dani Buarque, começar do zero era uma questão de autonomia. “No começo, nós tínhamos muitas ideias que as pessoas diziam que não eram comerciais. Falavam pra gente: ‘Tem certeza que vocês vão se limitar a tocar só com mulher? Vão levantar essa bandeira?’. Já ouvi gente mentora falando de nós em mentoria e dizendo que era uma técnica e que essa técnica estava desgastada”, conta em entrevista do Wikimetal. Ao lado da baterista Daniely Simões, a The Mönic lançou em 2019 seu primeiro álbum de estúdio, Deus Picio. O projeto mais voltado pro garage rock conta com apenas 7 faixas, a maioria delas em inglês, e se encerra na marca de curtos 20 minutos, mas foi o suficiente para dar o pontapé inicial que a banda tanto precisava. O segundo disco veio só em 2023, atravessado pela pandemia de COVID-19, e acompanhado de grandes novidades. A primeira delas, a chegada de Thiago Coiote, primeiro integrante masculino e atual baterista do grupo. No ano anterior, o quarteto assinou com a Deck – gravadora e distribuidora que tem em seu catálogo nomes como Pitty e Fernanda Takai – e teve a oportunidade de trabalhar com o produtor Rafael Ramos, que já produziu Titãs, Dead Fish e a própria Pitty. Tudo isso gerou o disco divisor de águas Cuidado Você (2022). Feito quase todo em português (com exceção de “Walk All Over Me”), e com 10 minutos a mais que seu antecessor, o projeto é um trabalho elétrico e descontraído que queima rápido como um pavio de pólvora, mostrando um lado mais punk e divertido da The Mönic e deixando um gostinho de “quero mais”. O lançamento deu uma guinada inegável na carreira do quarteto, trazendo mais fãs e também mais visibilidade midiática. Na opinião de Dani, o segredo da “grande virada do disco” está na aposta de mais músicas em português. As faixas eletrizadas e com refrões chiclete cantadas na língua materna conectaram a banda com novos públicos e geraram uma comunidade fiel e engajada de fãs (os The Möníacos), com direito a grupo no Whatsapp incluindo os próprios integrantes. O poder das redes sociais O trabalho árduo de alcançar novas pessoas e novos espaços, porém, não se fez sozinho. Hoje contabilizando pouco menos de 6 mil ouvintes mensais no Spotify e quase 5 mil inscritos no YouTube, a The Mönic soma oito vezes esse valor em números no Instagram, onde está concentrada a maior parte de sua fã-base: um total de 48,7 mil seguidores. Olhando as postagens é fácil descobrir o porquê: a banda se mostra por dentro dos formatos que fazem mais sucesso na internet. Publicam vídeos seguindo trends do momento, respondendo comentários e aproveitando o espaço para divulgar a agenda de shows, lançamentos ou qualquer novidade que atraia os olhares. O vídeo que mostra a reação dos integrantes ao descobrirem que tocariam no Knotfest Brasil já contabiliza mais de 113 mil visualizações. E é tudo por mérito deles. “A gente criou esse público, fez os shows, foi batalhando”, ressalta Thiago ao Wikimetal. “Também tivemos resiliência porque é aquela coisa: a gente lança um disco e tem que fazer ele acontecer. Lançar é só o início do trabalho.” Apesar de poder contar com uma equipe que ajuda nas questões mais burocráticas, produção de videoclipes e uma empresa de booking, o trabalho mais intenso de divulgação e marketing da The Mönic é feito de maneira orgânica pelos próprios integrantes, que enfrentam o desafio de conciliar o trabalho da banda com empregos paralelos e vidas em família. Ainda reféns da instabilidade da agenda de shows – que é de onde tiram o maior retorno financeiro -, todos os quatro sustentam carreiras para longe dos palcos, ainda que, de alguma forma, ligadas ao meio artístico. Thiago, que tem um estúdio em casa, faz trabalhos de produção musical e dá aulas de bateria. Dani, que é head de social media, aproveita para usar seus conhecimentos também nas redes sociais da banda (o que, aos poucos, tem surtido grande resultado). Além do tempo e esforço dedicados para a divulgação e produção de conteúdo massivas, eles também organizam a pré-produção de cada uma de suas turnês. Tudo isso em meio a uma rotina de shows rodando o Brasil inteiro. “É muito trampo, é muito sofrido”, desabafa Dani. “Tem horas que a gente acha que vai enlouquecer porque é realmente enlouquecedor.” Para eles, a presença e constância nas redes sociais, ainda que exaustiva, é parte essencial de como o mercado da música funciona hoje em dia e peça-chave para o crescimento de novos artistas. Por um lado, se o poder de ditar quais bandas serão ouvidas não se concentra mais nas mãos de gravadoras e grandes empresários, por outro, aqueles que fazem um bom trabalho mas não sabem usar as redes a seu favor acabam caindo em desvantagem. “Você tem que encarar que isso acontece hoje em dia”, comenta Thiago. “Em qualquer área, não só na música. Se você não estiver na rede social hoje, com qualquer negócio,

Lançamentos de rock e metal da semana: Linkin Park, blink-182, Spiritbox e mais
Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Linkin Park, Kiko Loureiro, Spiritbox, Opeth e mais; novo álbum do blink-182 e The Dead Daisies; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:blink-182 – One More Time… Part-2 Para quem gosta de: punk The Dead Daisies – Light ‘Em UpPara quem gosta de: hard rock EPsFEVER 333 – DESERT RAPPara quem gosta de: rap rock Via: Wiki Metal

Entorno do Rock in Rio terá bloqueio de trânsito com câmeras OCR que garante acesso de veículos de moradores credenciados
Faltando poucos dias para o início do Rock in Rio 2024, todos os cuidados estão sendo preparados para dar o máximo de conforto ao público e aos moradores do entorno. Em função da grande quantidade de pessoas que circulará pela região, todo o entorno do Parque Olímpico será de circulação restrita e com proibição de estacionamento, permitindo a chegada e saída ao evento com tranquilidade e segurança. Somente veículos de moradores previamente cadastrados, veículos oficiais, veículos credenciados do festival, o BRT e os ônibus Primeira Classe poderão acessar a área bloqueada. A novidade, neste ano, é o controle do acesso de veículos à área bloqueada por meio de leitura de placas através sistema OCR (sigla em inglês para Optical Character Recognition). Os equipamentos estarão nos pontos de bloqueio fazendo a leitura das placas dos veículos e indicando, através de cores, se poderão acessar ou não a área restrita. Os veículos de moradores previamente cadastrados receberão “luz verde” para acesso. Os demais veículos, sem cadastro, receberão “luz vermelha” e serão direcionados pelos agentes de trânsito para fora da área bloqueada. Esses novos equipamentos irão agilizar o processo de liberação dos veículos nos bloqueios, reduzindo a possibilidade de retenções no trânsito, além de impedir fraudes. A tecnologia empregada nos bloqueios viários permitirá, ainda, o acompanhamento em tempo real pelos órgãos de segurança. Dessa forma, será possível detectar fraudes, coibir ilícitos e acompanhar a movimentação viária na área bloqueada. Será realizada a Fiscalização por Videomonitoramento nas principais vias do entorno do Parque Olímpico. O objetivo é garantir a mobilidade nas vias de acesso à Cidade do Rock e coibir possíveis irregularidades dentro da área bloqueada, como o estacionamento em local proibido, por exemplo. As vias onde esse tipo de ação será implementada estarão devidamente sinalizadas conforme determina a Resolução Contran 909/2022. Além de equipes atuarem diretamente na região, agentes de trânsito fiscalizarão remotamente, através das câmeras, em tempo real, eventuais infrações de trânsito que estejam sendo cometidas. Em todo o entorno da Cidade do Rock, a circulação será restrita e não haverá estacionamentos. Para quem vai curtir as 500 horas de entretenimento no festival, a orientação da organização é o uso de transporte coletivo. A partir do primeiro dia do Rock in Rio, na sexta-feira 13/09, um sólido esquema de mobilidade irá proporcionar mais conforto e conveniência aos fãs. O MetrôRio funcionará 24h para embarque durante a madrugada na estação Jardim Oceânico, com destino a todas as estações das linhas 1, 2 e 4. O serviço do BRT “Expresso Rock in Rio” terá pontos de embarque nos terminais do Jardim Oceânico, Alvorada e Paulo da Portela, e levará os fãs diretamente para o Terminal Centro Olímpico, o ponto mais próximo à Cidade do Rock. O transporte Primeira Classe, sucesso nas edições passadas do festival, oferece um serviço completo ao contemplar diversos pontos de embarque na cidade do Rio de Janeiro e ampliar o serviço para atender os fãs do festival de outras cidades, contemplando até os estados de São Paulo e Minas Gerais. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Via: RockBizz

Linkin Park anuncia a nova vocalista Emily Armstrong e libera primeira música inédita em 7 anos
O Linkin Park anunciou nesta quinta-feira (05) a nova vocalista da banda Emily Armstrong (Dead Sara) e o novo baterista Colin Brittain (compositor/produtor de G Flip, Illenium, One OK Rock) – completam a formação Mike Shinoda, Brad Delson, Phoenix e Joe Hahn. O grupo também compartilhou sua primeira música inédita em sete anos, chamada The Emptiness Machine, e anunciou seis shows em arenas em Los Angeles, Nova York, Hamburgo, Londres, Seul e Bogotá, como parte da From Zero World Tour. As pré-vendas exclusivas para o fã-clube LP Underground começam já nesta sexta-feira (06) e as vendas gerais no dia seguinte (07). Saiba mais em https://linkinpark.com/. Todas essas surpresas também anunciam a chegada do primeiro álbum do Linkin Park desde 2017, intitulado From Zero, que tem previsão de lançamento para ainda este ano, no dia 15 de novembro. Nesta sexta-feira (06), a banda se junta ao amigo de longa data e apresentador da Apple Music, Zane Lowe, para uma conversa profunda sobre o incrível legado do Linkin Park, a jornada de sete anos até as novas músicas e sua expectativa para o futuro. Os fãs podem assistir à entrevista completa neste link. Sem expectativas, Shinoda, Delson, Farrell e Hahn começaram a se reunir discretamente nos últimos anos. A intenção deles era simplesmente passar mais tempo juntos e reconectar-se com a criatividade e a camaradagem que sempre estiveram no núcleo de sua amizade desde os tempos de faculdade. Durante esse período, convidaram vários amigos e colaboradores para se juntarem a eles no estúdio; entre os convidados, encontraram uma afinidade especial com Armstrong e Brittain. Uma química natural atraiu esses músicos de volta ao estúdio, onde passaram cada vez mais horas juntos. Foi o som de músicos de longa data redescobrindo a energia incontrolável de um novo começo. E foi ao longo dessa fase que o projeto From Zero nasceu. Sobre a nova fase, Shinoda declara: “Antes do Linkin Park, o nome da nossa primeira banda era Xero. O título deste álbum refere-se tanto a esse início humilde quanto à jornada que estamos atualmente trilhando. Sonoramente e emocionalmente, é sobre o passado, o presente e o futuro, abraçando nosso som característico, mas de uma forma nova e cheia de vida. Foi feito com um profundo apreço por nossos novos e antigos colegas de banda, nossos amigos, nossa família e nossos fãs. Estamos orgulhosos do que o Linkin Park se tornou ao longo dos anos e empolgados com a jornada à frente”. Logo de cara, The Emptiness Machine canaliza o DNA da banda, aproveitando a energia explosiva do grupo e mantendo as características de seu som singular. Um hit cativante, com melodias hipnóticas de Shinoda que passam para o refrão arrebatador de Armstrong, sobre riffs distorcidos e baterias marcantes. Shinoda ainda acrescenta: “Quanto mais trabalhávamos com Emily e Colin, mais apreciávamos seus talentos de classe mundial, suas companhias e as coisas que criamos. Sentimos uma grande força com essa nova formação e com o vibrante e energizado novo som que criamos juntos. Estamos tecendo os elementos sonoros pelos quais somos conhecidos, mas ainda explorando novos territórios”. Assista ao clipe The Emptiness Machine abaixo: Tracklist de From Zero: From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: RockBizz

Eric Clapton retorna ao Brasil após mais de uma década para celebrar 60 anos de carreira
Texto por Marcelo Gomes Um dos maiores ícones da música mundial, Eric Clapton, retorna ao Brasil para dois shows imperdíveis em São Paulo, nos dias 28 e 29 de setembro de 2024. Conhecido como o “Deus da Guitarra” e reverenciado como um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos, Clapton promete uma performance que atravessará décadas de sucessos e tocará os corações de fãs de todas as idades. A abertura das apresentações ficará por conta do guitarrista Gary Clark Jr, ganhador de três prêmios no Grammy Awards 2020. Eric Clapton é uma lenda viva da música. Nascido em 1945, na Inglaterra, Clapton iniciou sua carreira na década de 1960, tornando-se membro de bandas icônicas como The Yardbirds, Cream e Derek and the Dominos. Foi durante sua passagem pelo Cream que Clapton ganhou o título de “Deus da Guitarra”, graças a seu virtuosismo e estilo único que combinavam blues, rock e psicodelia de maneira inigualável. Sua habilidade em criar solos marcantes e emocionantes estabeleceu um novo padrão para o rock, influenciando gerações de guitarristas. Ao longo de sua carreira solo, Eric Clapton lançou álbuns que se tornaram verdadeiras obras-primas, incluindo 461 Ocean Boulevard (1974) e Slowhand (1977). O hit “Layla”, uma colaboração com a banda Derek and the Dominos, permanece uma das canções mais emblemáticas do rock, enquanto “Tears in Heaven”, escrita após a trágica perda de seu filho, revelou um lado profundamente pessoal e vulnerável do artista. Clapton é o único músico a ter sido introduzido três vezes no Rock and Roll Hall of Fame – como membro do The Yardbirds, Cream e por sua carreira solo. Além disso, ele foi agraciado com 18 prêmios Grammy e continua a ser uma presença dominante nos palcos de todo o mundo, mesmo após mais de cinco décadas de carreira. Eric Clapton não é apenas um guitarrista excepcional; ele é uma figura central na história da música. Seu estilo singular, que mescla o blues com o rock, ajudou a definir o som de uma era. Clapton foi fundamental na popularização da guitarra elétrica como instrumento principal no rock, e sua influência pode ser sentida em diversos gêneros musicais, do blues ao heavy metal. Sua capacidade de transmitir emoções profundas através de suas composições e solos é o que o distingue como um verdadeiro mestre da música. Controvérsias No entanto, nem tudo na carreira da lenda foram flores. Clapton lutou contra o vício em heroína e álcool, o que afetou sua vida pessoal e profissional. Na década de 1970, ele enfrentou sérios problemas de saúde devido ao abuso de substâncias, o que impactou sua produtividade musical e levou a períodos de afastamento dos palcos. lém disso, o guitarrista esteve envolvido em controvérsias relacionadas à sua vida pessoal, especialmente em relação aos seus relacionamentos. Seu caso extraconjugal com Pattie Boyd, que na época era casada com seu amigo e ex-Beatle George Harrison, gerou grande atenção da mídia. Clapton escreveu a famosa canção “Layla” inspirado por Boyd. Mais recentemente, durante a pandemia de COVID-19, Clapton causou polêmica ao criticar as vacinas contra o vírus. Ele afirmou que sofreu efeitos adversos graves após receber a vacina da AstraZeneca e se posicionou contra a obrigatoriedade da vacinação, além de apoiar publicamente protestos anti-lockdown. Os shows de Eric Clapton em São Paulo prometem ser uma celebração de 60 anos carreira e uma oportunidade única de ver ao vivo um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Com um repertório que incluirá clássicos como “Wonderful Tonight”, “Cocaine”, “Crossroads” e muitos outros, estas apresentações serão inesquecíveis para todos os amantes da boa música. Serviços Eric Clapton em São Paulo (SP)Data: 28 de setembro (data extra)Horário: 21:00Local: Vibra São PauloEndereço: Av. Das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo/SIngressos: Ingressos para ERIC CLAPTON em SÃO PAULO – livepass.com.br Eric Clapton em São Paulo (SP)Data: 29 de setembro (esgotado)Horário: 20:00Local: Allianz ParqueEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SPIngressos: Ingressos para ERIC CLAPTON em SÃO PAULO – livepass.com.br Via: Wiki Metal

David Gilmour gostaria de vender o catálogo do Pink Floyd e sair desse atoleiro
David Gilmour está muito interessado em vender o catálogo do Pink Floyd e não é por causa do ganho financeiro que isso certamente lhe traria. Em vez disso, seria uma dor de cabeça a menos com a qual o guitarrista teria que lidar daqui para frente. “Me livrar da tomada de decisões e dos argumentos envolvidos em manter a banda funcionando é meu sonho”, Gilmour explicou em uma entrevista recente à Rolling Stone. “Não estou interessado nisso pelo ponto de vista financeiro. Só estou interessado em sair do atoleiro que tem sido isso”. O “atoleiro” provavelmente se refere ao relacionamento polêmico com seu ex-colega de Pink Floyd, Roger Waters, a quem Gilmour descreveu como um “misógino, antissemita, apologista de Putin” em 2023. E isso foi apenas um acontecimento recente, comparando com os anos de tensão e conflito entre os dois. Em 2022, o Pink Floyd pensou pela primeira vez em vender o seu catálogo, mas as discussões fracassaram devido a brigas internas entre os membros da banda e uma rodada de comentários inflamados de Waters, o que deixou os compradores em potencial cautelosos em seguir em frente. De acordo com o Financial Times, a venda de catálogo giraria em torno de US$ 500 milhões se fosse realizada. Enquanto essas negociações permanecem em segundo plano, Gilmour tem se concentrado em seu mais recente trabalho solo, intitulado Luck and Strange, que ele promoverá em uma turnê marcada para começar no dia 27 de setembro em Roma, Itália. Via: RockBizz

Wolf Hoffmann (Accept) se casa com a violinista Ava-Rebekah Rahman
Ok! Ok! O guitarrista Wolf Hoffmann (Accept) se casou com a violinista Ava-Rebekah Rahman em uma cerimônia reserva aos familiares e amigos. Pelas redes sociais, o músico alemão, 64 anos, falou sobre o casório: “Estou muito feliz em compartilhar a notícia com vocês: nós nos casamos! Ava e eu nos casamos em uma cerimônia secreta de casamento tântrico bengali na semana passada”. Já Ava-Rebekah escreveu nas redes sociais: “Acabamos de casar. Estou muito animada por finalmente compartilhar isso. Na semana passada, o amor da minha vida e eu nos casamos em uma cerimônia tântrica bengali secreta. Nós não poderíamos estar mais felizes”. Um casamento e relacionamento tântrico são focados e comprometidos no momento presente e em qualidades como calma e serenidade. A naturalidade e a leveza também são algumas das premissas da intimidade tântrica. Wolf foi casado durante muitos anos com a Gaby Hoffmann, que chegou a trabalhar como empresária, designer e letrista do Accept. Via: RockBizz

Sid Wilson, do Slipknot, faz primeira apresentação após queimaduras no rosto
No último domingo, 01, Sid Wilson, do Slipknot, tocou seu primeiro show após ter sofrido queimaduras sérias devido a uma fogueira. Wilson estava em sua fazenda em Iowa, onde mora com a namorada Kelly Osbourne e seu filho de dois anos, Sidney. Ao falar sobre a apresentação, que aconteceu no festival Rocklahoma, em Pryor, no Oklahoma, Wilson falou à TMZ: “Eu estava basicamente acamado até então. Então, eu não estava praticando nem nada. E a pele está mais firme agora, então eu tenho que continuar exercitando minha mão para ter certeza de que a pele não cicatrize tão firme quanto cicatriza normalmente.” “Então, quando eu estava praticando nos bastidores — eu pratico por, tipo, entre três e cinco horas seguidas antes de tocar. Então, eu consegui — o que eu consegui? Cerca de duas horas? Provavelmente cerca de duas horas, por causa da logística de chegar ao show. Então, eu pude sentir imediatamente, tipo, o quanto mais firme a pele estava ao redor da minha mão e da articulação. A mão esquerda não está tão ruim quanto a direita. O braço e a mão direitos estão bem ruins. A pele nova cresceu por baixo de tudo e está descascando agora. Nós cortamos a maior parte da pele”, ele contou. Sobre sua recuperação, Wilson comentou sobre a importância de ter Kelly ao seu lado: “Kelly tem sido ótima durante todo o processo. Ela tem sido a intermediária entre as enfermeiras e eu. Então ela é a enfermeira Kelly. [Risos] Ela me colocou em um regime tão rigoroso de apenas trocar tudo e limpar tudo, enxugar tudo, certificar-se de que estou me barbeando todos os dias, apenas todos os passos que eles disseram para fazer e mais um pouco. Ela vai mais, mais forte.” “Meu rosto sarou incrivelmente rápido. Eles disseram que sararia rápido. E agora está apenas rosa onde tudo estava. Eu tenho um pouco de acne no meu pescoço e na minha bochecha, mas no geral tudo está indo muito bem. O que é difícil agora é estar na luz do sol. Então eu meio que me sinto como um vampiro.” O músico está publicando como tem sido sua recuperação em suas redes sociais – confira aqui. O acidente Na semana passada, Wilson contou à Fox News sobre a fogueira que causou seus ferimentos: “Algumas noites atrás, eu acendi e deixei queimar. Então, no dia seguinte, fui verificar para ver, você sabe, quanto restava, se é que havia alguma coisa. E havia uma certa quantidade de detritos ao redor do lado ainda sobrando, então eu, como um idiota, [fiz] o que não deveria fazer, mas adicionei um pouco de gás.” Depois de alertar Kelly, Sid foi levado às pressas para um pronto-socorro antes de ser transferido para um hospital maior em Des Moines. Quando Wilson revelou seus ferimentos iniciais — que incluíam bolhas e pele vermelha e inflamada em todos os braços, bochechas e até nos lábios — ele disse aos fãs que planejava se recuperar rapidamente para poder se juntar aos companheiros de banda em sua turnê. O Slipknot, em seguida, divulgou a seguinte declaração nas redes sociais: “Nosso irmão Sid Wilson sofreu um acidente hoje e sofreu queimaduras no corpo. Ele está se recuperando com sua família e ainda se juntará a nós no palco do Rocklahoma no próximo fim de semana. Ele agradece a todos pelos votos de melhoras e nos vemos em breve.” Via: Wiki Metal

Brian May revela que sofreu um “pequeno derrame” e fala sobre recuperação
Notícias Brian May revelou em uma publicação nas redes sociais que sofreu um “pequeno derrame” que o deixou sem controle de um dos braços. “Estou aqui para trazer a vocês, antes de tudo, algumas notícias. A boa notícia é que posso tocar guitarra depois dos eventos dos últimos dias. Digo isso porque eu estava com algumas dúvidas, porque um pequeno problema de saúde aconteceu há cerca de uma semana. O que eles chamaram de ‘pequeno derrame’”, ele disse no vídeo publicado. O guitarrista do Queen, que revelou ter passado pelo derrame “do nada”, disse ter guardado seu estado de saúde dos fãs porque queria esperar estar melhor para não se preocuparem com ele. “Eu não queria dizer nada na hora porque não queria nada em torno disso… A boa notícia é que estou bem.” May também contou que recebeu atendimento no Frimley Park Hospital, em Camberley, Surrey, na Inglaterra Apesar de estar bem, ele revelou que ainda precisa evitar algumas atividades do dia a dia até que esteja completamente recuperado. Via: Wiki Metal

Pra chamar os capetas: Deicide lança o próprio tabuleiro de ouija
Para quem gosta de chamar o capeta e bater aquele papo com o sexteto Belial, Behemoth, BelzebuAsmodeus, Satanás, Lúcifer, o Deicide lançou o próprio tabuleiro de ouija, chamado Scars of the Crucifix. De acordo com a gravadora Earache Records, o produto é o quadro espiritual que o ajudará a preencher a lacuna entre os vivos e os mortos. O perigo é começar a falar em línguas e ter desejos repentinos de “bater cabeça” e aprender guturais no melhor estilo death metal. O tabuleiro é feito de madeira maciça e adornado com imagens totalmente blasfemas em sintonia com o repertório de Deicide. Além disso, há também símbolos em estilo Runa que apareceu na capa da compilação Deicide – Crucifixation: The Early Years, lançada em 2022. Via: RockBizz