Tony Iommi é um dos guitarristas mais talentosos de sua geração. Com sua fiel escudeira, uma imponente Gibson SG com marcação de casa em formato de cruz, ele foi o escultor dos riffs mais pesados do heavy metal, com isso influenciou gerações de guitarristas e bandas.
Agora, em entrevista ao programa de rádio Full Metal Jackie, Tony Iommi (Black Sabbath) contou como se sente quando músicos o citam como influência de suas artes.
“Ainda me emociona! É ótimo ouvir isso, porque aquilo era o que acreditávamos e o que fazíamos, e fazíamos de forma natural. Adorávamos fazer aquilo. Quando começamos a tocar com mais frequência, o que tocávamos e o tipo de música que criamos, ou que ainda tocamos, era diferente. Fazíamos isso porque amávamos”.
“Não foi por dinheiro nem nada disso”, ressaltou o músico. “Foi porque nós amávamos e gostávamos. E levou muito tempo para que isso se tornasse um sucesso mundial, porque não havia MTV, não havia internet nem nada do tipo. Então, tínhamos que ir fisicamente até os lugares e tocar”.
“Foi no boca a boca e levou muito tempo. Mas foi a crença que tínhamos na nossa música que nos manteve unidos todos esses anos, e as pessoas respeitaram isso e vêm até nós e dizem: “Sem vocês, não estaríamos aqui”, o que é fantástico de ouvir”, finalizou.
E por falar em Iommi, ele lançará o álbum From The Dark, que é o seu primeiro material solo em 21 anos e o seu primeiro álbum completo desde o último trabalho do Black Sabbath, 13, no dia 23 de outubro de 2026.
O disco terá a participação do vocalista norueguês Jørn Lande, da baixista do Mercyful Fate, Becky Baldwin, e do ex-baterista de Robbie Williams, Karl Brazil. O Riff Master atuou como coprodutor do álbum ao lado de Mike Exeter.
Fonte: RockBizz
