O Limp Bizkit se destacou como um dos nomes mais emblemáticos do nu metal ao mesclar rap, rock e uma atitude debochada que marcou gerações. A banda, que acumula mais de 40 milhões de discos vendidos, se transformou em um fenômeno, reunindo multidões e esgotando ingressos nas apresentações que resgatam seus maiores sucessos como Break Stuff e Nookie.
Apesar do sucesso comercial, o vocalista da banda, Fred Durst, nunca foi uma pessoa querida no meio dos músicos. Nomes como Zakk Wylde (Pantera, Black Label Society) e Corey Taylor (Slipknot) já teceram críticas contundentes ao cantor.
Em entrevista à revista Metal Hammer, Trent Reznor (Nine Inch Nails) também entrou para lista de críticos de Fred, e as suas palavras sobre o ícone do new metal não foram nada tranquilas.
“Uma coisa é você saber qual é o seu lugar – tipo: ‘Ei, sou um idiota que faz uma música de merda, mas as pessoas compram; quer saber? Foda-se, estou me divertindo’. Outra coisa bem diferente é você achar que é o David Bowie depois de passar a noite em claro escrevendo uma música chamada Break Stuff. O Fred Durst até pode ser um cara legal. Eu não o conheço, mas a ‘arte’ dele – usando o termo no sentido mais amplo possível – é uma porcaria”.
Ainda assim, isso não significa que o Limp Bizkit não consiga mais atrair uma multidão aos seus shows. O grupo, mesmo sem o baixista Sam Rivers, que faleceu em 2025, segue satisfazendo o público com seu new metal.
Apesar de ter lançado material novo em 2021 – Still Sucks -, o grupo vem lotando seus shows por conta de seu terceiro registro de estúdio, Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water, de 2000. O disco conta com sons como Take a Look Around, My Generation, Rollin’ (Air Raid Vehicle), My Way e Boiler.
Fonte: RockBizz
