Resenhas

Nita Strauss não liga em ser rotulada como guitarrista feminina: “Não me ofendo com isso”
Vinita Sandhya Strauss, ou simplesmente Nita Strauss, está há mais de uma década na cena heavy metal ostentando toda a sua exuberância técnica e visual. Apesar de estar em um universo em que predomina o público masculino, Nita nunca ligou para rótulos, tampouco sentiu algum complexo de inferioridade por ser a única – ou uma das poucas – mulher do rolê. Em nova conversa com o canal Guitar Summit, Nita Strauss afirmou que não liga em ser rotulada como guitarrista feminina. Ela disse que não se ofende com esse tipo de coisa. “Para ser honesta, o rótulo de guitarrista feminina não me incomoda”, garantiu a moça. “Eu ouço algumas pessoas se ofenderem com esse tipo de rótulo, mas eu não ligo”, reforçou. “Na verdade, eu estou feliz só de estar nessa conversa, porque eu não acho que eu seja a melhor. Acho que eu sou boa no que eu faço, mas eu não acho que eu seja mais rápida ou mais técnica do que qualquer outra pessoa”. “Então, só de estar na conversa sobre ser um boa guitarrista já me deixa muito feliz”, destacou “E eu acho que as pessoas têm coisas muito mais importantes para se ofenderem do que se alguém disser: ‘Ela é a melhor guitarrista mulher, a melhor guitarrista da Califórnia ou a melhor guitarrista loira’. Apenas acho que há coisas mais importantes para se ofenderem”, concluiu. Eis o bate-papo completo no player abaixo: Strauss nunca teve medo de ousar em sua carreira musical, e um bom exemplo foi a parceria com a cantora pop Demi Lovato. O trabalho com a pop star rendeu muitas críticas a Nita, no entanto, ela jamais se mostrou abatida pelos julgamentos do público. Turnê solo Atualmente, a loira está na estrada pelos Estados Unidos e Canadá promovendo sua carreira solo. O giro vai se estender até o começo de março. Para saber o passo a passo da guitarrista, é só acessar aqui. Via: RockBizz

Fãs reagem à reunião do Black Sabbath: “Saiu antes do GTA 6”
A cena heavy metal como um todo recebeu a notícia da reunião do Black Sabbath com a formação original com muito entusiasmo, felicidade e humor. O quarteto fará um único show em 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. E diferente do que vemos e estamos acostumados com as redes sociais, que são cheias de raiva e cólera, desta vez elas foram os meios perfeitos para a turma se manifestar sobre a reunião de Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Listamos algumas reações interessantes dos fãs sobre a reunião do Black Sabbath. Veja: “Último show do Black Sabbath vai acontecer”, escreveu um internauta. Outro também vibrou com o retorno dos pais do metal: “Mais um show! Black Sabbath está de volta”. BLACK SABBATH FINAL SHOW IS HAPPENING WHATTTTTTTTTT — crazed individual (@icedanc333rr) February 5, 2025 ONE MORE SHOW!!! BLACK SABBATH IS BACK!!! WOW!!! With the Whole Band Back Together!! https://t.co/XDBchYNanz — Jeff Brugger Jr (@IAMJeffBrugger) February 5, 2025 Outros fãs ainda usaram o deboche para falar sobre a volta da banda: “Temos o Black Sabbath voltando antes do GTA 6”. Este outro escreveu: “Reunião do Black Sabbath em 2025 não estava na minha cartela do bingo”. we got black sabbath coming back before gta 6 — zul (@zullandzzx) February 5, 2025 og black sabbath reunion in 2025 was Not on my bingo card — Neo (@Insaneoly) February 5, 2025 Via: RockBizz

Sharon Osbourne explica a dinâmica do show derradeiro de Ozzy Osbourne
Todo headbanger do planeta já sabe que a formação original do Black Sabbath – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – irá se juntar para fazer mais um show, que ocorrerá no dia 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além dos donos da festa, o evento ainda contará com a participação de gente da pesada como Metallica, Slayer, Pantera, Ozzy Osbourne, Gojira, Anthrax, Mastodon e mais. Músicos como Jake E. Lee (ex-Ozzy Osbourne), Fred Durst (Limp Bizkit), K.K. Downing (ex-Judas Priest) também farão parte da celebração. Em entrevista ao jornal BBC News, a empresária e idealizadora do show, Sharon Osbourne, explicou a dinâmica do show derradeiro de Ozzy Osbourne. “É uma quantidade infinita de pessoas”, disse Sharon. “Eles vão tocar algumas músicas do Sabbath, algumas músicas do Ozzy, e todos vão se misturar”, esclareceu. “Pequenos grupos diferentes vão aparecer, mas todos eles são ícones”, completou. É importante destacar que os concorridos ingressos para o espetáculo estarão à venda a partir do dia 14 de fevereiro. Portanto, caso você queira presenciar o show, é melhor ficar esperto, pois os tíquetes irão acabar rapidamente. Toda a renda do show será destinada às instituições de caridade Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice de Birmingham. Via: RockBizz

L.A. Guns estreia clipe de Taste It
Pouco tempo atrás, o L.A. Guns revelou a data de lançamento do álbum Leopard Skin, que será o seu décimo quinto registro de estúdio. O disco sairá no dia 04 de abril de 2025 pela gravadora independente Cleopatra Records. A boa nova agora é que o grupo norte-americano está oferecendo aos fãs um aperitivo de Leopard Skin com o clipe de Taste It. Assista no player a seguir: /.; Sobre Leopard Skin, o vocalista Phil Lewis comentou: “É um álbum de estilo muito diferente para nós, mas essa sempre foi a nossa natureza. É elegante, engraçado, atencioso, triste, pesado e um pouco estranho também. A experiência imersiva completa”. O conjunto, que é liderado pelo guitarrista Tracii Guns, anunciou também uma turnê para promover o álbum. Até o momento, o giro se atém ao território norte-americano, com datas pelas costas leste e oeste. Track listing de Leopard Skin: 01. Taste It02. Lucky Motherfucker03. The Grinder04. Hit And Run05. Don’t Gimme Away06. I’m Your Candy Man07. Runaway Train08. Following the Money09. The Masquerade10. If You Wanna Via: RockBizz

Lorraine Lewis defende a decisão de se expor no OnlyFans aos 66 anos: “Sou muito sexy”
No final de janeiro, a cantora Lorraine Lewis (Femme Fatale, ex-Vixen) informou os seus seguidores que estava iniciando uma nova aventura em sua carreira, que era adesão à plataforma OnlyFans. É importante explicar que a rede social permite aos criadores de conteúdos criarem materiais exclusivos aos seus fãs e apoiadores mediante a pagamentos. A plataforma, no entanto, ficou bastante famosa pelos conteúdos pornográficos e sensuais que os artistas, celebridades e ou subcelebridades comercializam. Em entrevista ao The Chuck Shute Podcast, Lorraine Lewis defendeu a decisão de se expor no OnlyFans aos 66 anos. “Estou muito feliz com o OnlyFans! A resposta tem sido incrível. Na verdade, eu queria entrar no OnlyFans há muito, muito tempo. Acho que é uma plataforma legal. Você pode ser e fazer o que você quiser. Acho que muitas pessoas acham que é só pornografia, mas não é e não precisa ser. Mas é sexy, só te digo isso. E eu sou muito sexy”. Lewis continuou: “Comecei no OnlyFans em outubro de 2024, com o intuito de descobrir a plataforma por mim mesmo. Eu só convidava certas pessoas do meu Instagram com quem eu me sentia segura ou que manteriam o segredo. Mas alguém descobriu e acabou vazando para a imprensa”. “Como vazou, eu aproveitei para contratar um publicitário e fazer as coisas corretamente. Eu estou muito orgulhosa de mim mesma por poder fazer isso. Além do mais, faz todo sentido uma garota e estrela do rock como eu levar as coisas ao próximo nível. Sempre fui uma rebelde. Estou sempre cheia de surpresas. Quero viver a vida ao máximo”, finalizou. Via: RockBizz

Bob Daisley diz que não ficou triste pela exclusão no último show de Ozzy Osbourne
Bob Daisley marcou seu nome no rock n’ roll e heavy metal como baixista, letrista e arranjador e como um dos fiadores da carreira solo de Ozzy Osbourne, visto que escreveu muitas letras e canções para o Príncipe das Trevas. Vale ressaltar que Bob Daisley escreveu material para álbuns como Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at The Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No Rest for the Wicked (1988) e No More Tears (1991). A partir daí, o músico não escreveu mais nenhum material para o clã Osbourne. Como o Madman está convocando todos os seus amigos e companheiros de trabalho para seu derradeiro show, o qual irá acontecer em 05 de julho em Birmingham, Inglaterra, o justo seria um convite a Bob, no entanto, isso não aconteceu. Em conversa com Indie Power TV, Bob Daisley disse que não ficou triste pela exclusão no último show de Ozzy Osbourne. “Eu não fiquei triste com isso! Na verdade, para ser honesto com você, acho que não gostaria de fazer parte desse show nesse dia. Vai ser estranho, mas pode acabar sendo algo constrangedor, também. Mas veremos”. O baixista também comentou sobre o fato de não ter sido mencionado durante a indução de Osbourne no Rock And Roll Hall Of Fame em outubro de 2024. “Eu não esperava receber uma menção. Eu sabia que isso não aconteceria, porque tivemos alguns problemas ao longo dos anos. Houveram processos e questões legais, portanto, não fiquei surpreso quando não fui mencionado. Muitas pessoas acharam que isso foi um erro e desrespeito, porque eu deveria ser mencionado. Mas eu realmente não esperava, então não fiquei surpreso”. Confira a entrevista completa aqui: Via: RockBizz

Ozzy está animadíssimo com a reunião do Black Sabbath, segundo Sharon Osbourne
O mundo acordou nesta quarta-feira, dia 05 de fevereiro, com a notícia de que o Black Sabbath irá se reunir com o line-up original para um único show em sua terra natal Birmingham, Inglaterra. O evento, que terá a presença do Metallica, Ghost, Pantera, Slayer e mais, acontecerá no dia 05 de julho. Em conversa com o jornal BBC News, Sharon Osbourne, que é a idealizadora de todo arrasta-pé, comentou que Ozzy está animadíssimo com a reunião do Black Sabbath. “Ozzy está bem. Ele está muito bem. Ele está muito animado com esse show de reunião e por poder estar com os caras de novo e com todos os seus amigos. É emocionante para todos”, disse a empresa e líder do clã Osbourne. Ela ainda explicou que este show será uma forma de adeus do Madman, pois ele não pôde fazer isso tempos atrás por conta de problemas de saúde. “Ozzy não teve a chance de dizer adeus aos seus amigos, aos seus fãs, e ele sente que não houve um ponto final. Este será o seu ponto final”. É importante destacar que os concorridos ingressos para o espetáculo estarão à venda a partir do dia 14 de fevereiro. Portanto, caso você queira presenciar o show, é melhor ficar esperto, pois os tíquetes irão acabar rapidamente. Toda a renda do show será destinada às instituições de caridade Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice de Birmingham. Via: RockBizz

Jay Jay French (Twisted Sister) bate na tecla de que o rock está morto: “Estilo de nicho”
Gene Simmons, o linguarudo do KISS e o cara que é capaz de colocar até a própria mãe à venda para garantir um troco a mais, vem afirmando ao longo dos últimos anos que o rock n’ roll está morto. Parece que a opinião de Gene encontrou eco em Jay Jay French (Twisted Sister), pois também está batendo na tecla de que o rock está morto. O guitarrista falou sobre o assunto em bate-papo com o apresentador Sean McKenna, do podcast Barstools And Bandtalk. “As pessoas me perguntam: ‘O que faz você dizer que o rock está morto’? Bem, quando eu tinha 17 anos em 1969, os meus heróis eram os Beatles, Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin, Pink Floyd, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Grateful Dead e por aí vai. Nenhum deles tinha mais de 27 anos. Os maiores artistas de rock da história do mundo, quando eu tinha 17 anos, não tinham mais de 10 anos a mais do que eu. A maioria deles tinha de 25 a 27 anos. Me diga um astro do rock de 27 anos agora? Ninguém consegue dizer um”. French seguiu explicando seu ponto de vista: “Não estou dizendo que não existem bandas de rock. Só estou dizendo que a psique coletiva que dita as tendências musicais atuais e o impacto sociológico da música não está aparecendo no mundo do rock em termos de aceitação em massa. O que está aparecendo no mundo da música? Hip-hop e country, que estão enormes. Artistas pop femininas, que estão enormes. Mas você não consegue citar músicos de rock. Isso não significa, claramente, que ninguém está criando músicas no estilo. Isso significa que o corpo do que constituímos como uma banda de rock padrão, com duas guitarras, bateria, vocalista e baixo está, em grande parte, acabado. Com isso, o rock virou um estilo de nicho, assim como o jazz, a disco e tal. Isso não significa que não existam bandas desses estilos”. Eis a entrevista na íntegra aqui: O Twisted Sister pendurou o chapéu em 2016, quando finalizou sua turnê de quarenta anos. Desde então, cada músico tem focado em suas próprias carreiras. O vocalista Dee Snider, por exemplo, já colocou na praça mais dois discos solos: For the Love of Metal (2018) e Leave a Scar (2021). Via: RockBizz

Rob Halford (Judas Priest) explica como se mantém positivo em relação à vida
Em poucos minutinhos de conversa com o vocalista Rob Halford (Judas Priest) é possível perceber o quão simples, cordial e gente fina é o britânico. Como dizem alguns fãs do cantor, o Metal God é gigante dentro e fora dos palcos. Em conversa com a jornalista Lyndsey Parker, do canal Gold Derby, Rob Halford explicou como se mantém positivo em relação à vida, o que acaba tendo um efeito assertivo em seu público e seguidores. “Atribuo a minha sobriedade. Acabei de comemorar 39 anos de sobriedade em janeiro passado. Mas é um dia de cada vez. É uma ótima maneira de viver, porque você está vivendo o momento. Não faz sentido se preocupar com o amanhã porque você não sabe o que vai acontecer amanhã. Planos, ideias e sonhos são vitais, mas o amanhã não aconteceu. Ontem se foi. Está no passado. Você não pode mudar nada. Talvez você possa olhar para coisas que poderiam ser utilizadas para consertar as coisas na próxima oportunidade. Então, viver o momento é muito importante. Veja onde estou na minha vida, eu não tenho nada do que reclamar, absolutamente nada do que reclamar. Mas muito disso é saúde mental. Independentemente de quem você é e do que faz na vida, tentar encontrar o equilíbrio e a harmonia da saúde mental é muito, muito importante”. Halford continuou lembrando que chegou a sofrer de um quadro grave de depressão, o que o colocava para baixo e o impedia seguir a vida de forma positiva. “Eu tinha uma depressão muito, muito ruim! Não só quando bebia, mas quando parei de beber. Acho que isso veio do lado da minha mãe, com o DNA e todo esse tipo de coisa. De alguma forma, superei esse grande problema. Não fiz terapia. Fiz a minha pesquisa e procurei entender o que estava acontecendo. Às vezes, há um desequilíbrio químico que precisa ser tratado e pode ser tratado com sucesso com os medicamentos certos. Às vezes, você é o seu próprio remédio, quando você para de se estressar e preocupar demais com coisas que realmente não aconteceram ou que podem acontecer na sua vida. Essas coisas afetam muito a sua saúde mental. Portanto, as coisas que mais aprecio e valorizo são a sobriedade e a permanência em um estado mental positivo. A negatividade é esmagadora! Pensamentos negativos e coisas negativas que você vê e ouve na Internet ou nas notícias, eu tento simplesmente apagar isso porque não tem valor, não tem propósito. São coisas que não constroem, elas destroem. Vale tentar encontrar a alegria de acordar e agradecer a Deus pelo dia e tentar empurrar o máximo de bondade e gentileza que puder. Tudo isso é parte de permanecer na luz. Permanecer na luz e no amor”. Veja a fala completa do Metal God aqui: Como o assunto gira em torno do Judas Priest, a banda virá ao Brasil em promoção a Shield Of Pain Tour. O show rolará na edição de trinta anos do Monsters of Rock Brasil, que acontecerá no dia 19 de abril em São Paulo. O evento ainda terá as apresentações de Scorpions, Europe, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius. Via: RockBizz

Guitarra, riffs e barba: Zakk Wylde cita seu momento mais memorável em estúdio
A EMG, uma das maiores fabricantes de captadores para guitarras do mundo, mantém seu canal oficial no YouTube, que se chama EMGtv, bastante ativo, com muitos conteúdos compartilhados regularmente. E quem recentemente deu as caras por lá foi o viking das seis cordas Zakk Wylde, que acabou citando seu momento mais memorável em estúdio. O grandalhão disse: “Bem, eles são muitos e todos diferentes! Eu sempre me diverti muito em estúdio, mas, se fosse para escolher um momento, eu escolheria Miracle Man ou algo assim. Eu até me lembro quando ouvi o disco [No Rest For The Wicked] tocando no rádio. Foi monumental. Foi a primeira música que escrevi com o Boss [Ozzy Osbourne], então, eu escolheria a primeira música com o Boss que ouvi no rádio”. Wylde acrescentou: “É claro que coisas como No More Tears e Mama I’m Coming Home foram bem especiais, também. Músicas do Black Label Society como Stillborn e Suicide Messiah também me deixaram bastante feliz. Até mesmo os discos The Book Of Shadows me trazem uma sensação de satisfação”. Veja a fala completa de Zakk Wylde no tocador logo abaixo: Relembre e curta os riffs e o solo de Miracle Man neste outro player: Via: RockBizz

Brian May (Queen) teve crise de ansiedade após derrame: “Foi bem assustador”
Em setembro do ano passado, o guitarrista Brian May (Queen) deu um susto nos fãs ao revelar que havia sofrido um derrame. O problema de saúde acabou deixando seu braço esquerdo temporariamente sem movimento, o que fez a situação ficar ainda mais dramática para o britânico. Em nova conversa com a revista Guitarist, Brian comentou brevemente que teve crise de ansiedade após o derrame, pois o risco de não poder mais tocar guitarra era grande. “Quando de repente não consegui controlar o braço esquerdo, foi bem assustador! Imaginei que nunca mais iria tocar guitarra. Eu não tinha ideia do que estava acontecendo. Fiquei bastante ansioso depois do incidente. Lembro que liguei para minha médica e ela disse que estava tendo um pequeno derrame. Mas, mesmo no pior momento, quando eu não podia controlar onde o braço estava, mas conseguia controlar meus dedos, senti que eu não estava tão em perigo. Estou bem agora. Só estou pegando leve”. A saúde de Brian May tem sido motivo de preocupação nos últimos anos. Antes de ter o derrame, o artista sofreu um ataque cardíaco resultando em intervenções para três artérias bloqueadas. O guitarrista está com 77 anos, portanto, todo cuidado com a saúde é mais do que indicado e bem-vindo. Via: RockBizz

M. Shadows lamenta que o Avenged Sevenfold não tenha os direitos de suas músicas antigas
Pelas mídias sociais, o vocalista M. Shadows lamentou que o Avenged Sevenfold não tenha os direitos de suas músicas antigas. A posição do artista surgiu depois que uma fã o questionou sobre o assunto no X (antigo Twitter). Em resposta a seguidora, Shadows escreveu: “Não! Isso veio de uma conversa casual no discord e as pessoas não entenderam. Mas parar com isso aqui… não. Esse não é o caso de jeito nenhum”. A mesma fã voltou a questioná-lo: “Você mesmo disse que seu trabalho antes de The Stage ‘se foi para sempre’. Se há algo que nós/eu não estamos entendendo, eu adoraria saber mais. Este mundo é confuso para qualquer um de fora dele”. O cantor esclareceu: “Possuir as masters… elas sempre estarão com a Warner Brothers Records. Noventa e nove por cento dos artistas não possuem as suas fitas masters. No passado, os artistas podiam comprar da gravadora. Isso não é mais possível com acordos de streaming”. i read the conversation, and you said yourself that your work before the stage is “gone forever”. if there’s something we/i’m not understanding, i’d love to learn more. this world is confusing to anyone on the outside of it. — cailyn (@alpohlovebot) February 2, 2025 Outro fã aproveitou o ensejo e fez outra pergunta ao vocalista. Ele disse: “Por causa dos contratos com o streaming, é difícil para os artistas comprarem as suas masters, certo? É quase impossível? Você já pensou sobre isso”? O rock star replicou: “Exatamente isso! E sim, nós tentamos. Mas isso nunca vai acontecer… então seguimos em frente. Não é um grande problema. Nós assinamos o contrato… dito isso, as gravadoras costumavam ser capazes de fazer as coisas para você. Hoje em dia não é o caso. Segue o barco”. because of the streaming deals it’s hard for the artists to buy their masters, right? is it almost impossible? did you ever think about it? — elô (@a7xhorizon) February 2, 2025 O Avenged Sevenfold ainda está fazendo shows em promoção ao disco Life Is but a Dream… (2023). Depois disso, os caras planejam tirar um tempo para refrescar as ideias para então começar a trabalhar em um novo álbum de estúdio. Via: RockBizz

Spiritbox: Mike Stringer troca as guitarras Jackson pelas Aristides
A banda canadense Spiritbox vem ganhando cada vez mais espaço e relevância na cena heavy metal, com isso, o quarteto está recebendo muitas novas propostas de shows e parcerias. Quem está ainda mais feliz da vida com isso é o guitarrista Mike Stringer, que trocou as guitarras Jackson pelas Aristides. O músico já vinha ao longo do tempo oscilando entre as duas marcas, no entanto, agora, ele fechou com a fabricante holandesa de instrumentos artesanais para o lançamento de um produto signature. Os produtos assinatura de Mike são da série STX, porém, com as suas especificações como a ponte EverTune e captadores humbucker Bare Knuckle. As novas armas de Stringer, que sairão no modelo surfcaster, estarão disponíveis em seis, sete e oito cordas, o que possibilitará uma gama maior de aplicação. Ou seja, as STXs de Mike vão possibilitar sons de djent metal ao rock tradicional. A STX6 sai por €2,970,00 (aproximadamente R$17.760,00); STX7 fica mais cara e custa €3,070,00 (cerca de R$18.360,00); já a mais salgada é a STX8, pois vale €3,170 (em torno de R$18.960,00). Veja algumas imagens dos novos brinquedos de Mike Stringer na postagem abaixo: Via: RockBizz

Destruction lançará o documentário The Art Of Destruction em março
O Destruction lançará o documentário The Art Of Destruction em março nos cinemas alemães. De acordo com o grupo, o longa é uma história inspiradora sobre perseverança, um sonho de vida e, claro, sobre a magia da música. “The Art Of Destruction está finalmente pronto para ser lançado! Este filme retrata alguns dos anos mais desafiadores da nossa história. Tudo começa com um grande sonho, mas logo se transforma em uma viagem louca pelo mundo: da Alemanha ao México e vice-versa. A equipe de filmagem trabalhou conosco neste documentário por quase cinco anos, trazendo você para perto de Schmier e da banda. O filme chegará aos cinemas da Alemanha em março de 2025, com lançamento internacional e exibições também em planejamento”, informou a banda em nota oficial. Veja o trailer de The Art Of Destruction aqui: Vale ressaltar que o Destruction também lançará em março seu novo álbum de estúdio, o décimo sexto de sua carreira, chamado Birth Of Malice. O disco, que sairá pela Napalm Records, teve a mixagem e masterização de Martin Furia (Nervosa). Via: RockBizz

Por que Zakk Wylde nunca mais usou a guitarra Gibson Les Paul Custom The Rebel
Zakk Wylde é um nome mais do que conhecido na cena heavy metal e no universo das seis cordas. O viking de Nova Jérsei, que começou sua carreira bem novo, na adolescência, ao lado do madman Ozzy Osbourne, chamou a atenção pela alto nível técnico no instrumento, criatividade, timbre, performance energética e por usar guitarras com visual, digamos, peculiares em suas apresentações. Da enigmática Gibson Les Paul Custom The Grail até a estonteante Gibson Les Paul Standard Shattered Glass, Wylde sempre se serviu de produtos de primeira qualidade para fazer as suas peripécias ao vivo. Contudo, uma de suas “armas de guerra”, a Gibson Les Paul Custom The Rebel, deu o que falar para uma parcela dos fãs de rock e metal e guitarra. O motivo? Em seu fundo e em meio as tampas de garrafas de cerveja enferrujadas, ela possuía a bandeira dos Estados Confederados, que foi um lábaro usado ao longo da guerra civil norte-americana pelos estados sulistas que pregavam a manutenção da escravidão. O instrumento de Zakk Wylde, que ganhou o apelido de The Rebel – algo como A Rebelde, em uma tradução livre – contava com captadores ativos da EMG no lugar dos famosos humbuckers comumente usados pela Gibson. A guitarra apareceu, inclusive, nos clipes das canções No More Tears e Mr. Tinkertrain, de Ozzy Osbourne. Em 2016, durante entrevista à revista Metal Hammer, o viking explicou por que usou a imagem da bandeira confederada em sua guitarra. “Eu tinha a bandeira confederada na minha guitarra como um tributo a todo o movimento do southern rock. Eu e Ozzy ficávamos acordados a noite toda ouvindo The Band, Eagles, Creedence Clearwater Revival e Bob Seger. Essas são as coisas que eu ouço quando estou relaxando”. Avaria na rebelde Apesar de ter brilhado em grandes palcos ao redor do planeta, a história da The Rebel não foi apenas de glória e alegria. Em 2008, na primeira vinda de Ozzy ao Brasil, depois de treze anos longe dos nossos palcos, Zakk, já chumbado de tanta birita na apresentação do Rio de Janeiro, resolveu jogar o instrumento para o público após o solo de Paranoid, que era a última música do show, e o caos tomou conta do Rio Arena. Na época, jogar o instrumento para os fãs era uma prática do músico em alguns shows do Black Label Society, mas não era usual nos concertos do Príncipe das Trevas. Além do mais, os fãs europeus, por exemplo, sabiam brincar, visto que o objeto passeava por parte da galera e retornava ao palco sem nenhum drama ou avaria. No Hell de Janeiro, entretanto, os fãs confundiram a barba de Wylde com a do Santa Claus e pensaram que era natal antes da hora, em abril, já que o barbudo das seis cordas jogou a The Rebel ao público sem um pingo de dó e piedade. Quando percebeu que a guitarra estava em apuros e não voltaria para casa, Wylde se jogou no meio do fãs para reconquistar a amada rebelde. Seu guitar tech e segurança também se lançaram na plateia para ajudar o chefe. Eles conseguiram dar uns tabefes nos moleques que se aglomeravam em cima da guitarra e a pegaram de volta. Infelizmente, o estrago já estava feito! No estica e puxa com e entre a molecada, a The Rebel perdeu seu headstock, o que deixou Wylde espumando de raiva na volta ao palco e o fez atirar a The Rebel no chão. O Madman ficou claramente bravo pela atitude do grandalhão, pois mudou essencialmente o foco e o final de seu espetáculo no Rio. Sem o headstock original, a Gibson Les Paul Custom The Rebel se aposentou dos palcos e barbudo parou de jogar suas guitarras ao público. Onde está tal headstock? Bem, isto ainda se mantém como um grande mistério do rock n’ roll e heavy metal… Ou não. Via: RockBizz

Scorpions libera performance ao vivo da balada Send Me An Angel no Hellfest 2022
O Scorpions liberou a performance ao vivo da balada Send Me An Angel no Hellfest 2022. Na época, o grupo alemão estava em promoção ao álbum Rock Believer, que é o seu décimo nono registro de estúdio, mas, mesmo assim, presenteou os fãs com alguns de seus hits atemporais como a citada Send Me An Angel. Da mesma apresentação no famoso festival francês, a banda compartilhou os vídeos de outros clássicos como Coast to Coast e The Zoo. Confira as performances nos vídeos no players abaixo: E por falar em Scorpions, o quinteto informou tempos atrás pelas redes sociais o adiamento da residência em Las Vegas, Estados Unidos, por conta dos problemas de saúde do baterista Mikkey Dee. Os espetáculos, que estavam planejados para rolarem em fevereiro, irão acontecer a partir de meados de agosto. No comecinho deste ano, o baterista sueco informou os fãs que sofreu uma sepse e quase foi fazer uma jam presencial com Lemmy Kilmister, eterno chefe do Motörhead. Ele ficou hospitalizado por alguns dias, mas está atualmente em casa se recuperando da grave doença, visto que atinge o sistema circulatório e deixa de suprir o oxigênio e nutrientes para os órgãos. Se não tratada adequadamente, a sepse se torna uma doença mortal. Via: RockBizz

Nervosa e Black Pantera botam fogo nos racistas em show infernal no Rio de Janeiro
Curtir show na noite de sexta-feira é uma ótima pedida para expurgar todos os demônios concentrados ao longo da semana, os quais não são poucos, diga-se de passagem. A coisa fica ainda mais especial quando o rolê se trata de thrash metal e crossover, pois a certeza de voltar para casa livre, leve e solto como uma espécie de monge budista é absoluta e irrefutável. Nesta sexta, 31, o Circo Voador, clássica casa de show do Rio de Janeiro, recebeu as porradas sonoras de Elm Street, Black Pantera e Nervosa. Chuva torrencial, alagamentos, calor infernal e trânsito caótico só acentuaram o teor implacável da noite. Elm Street Direto da Austrália, o quarteto veio fazer a sua primeira turnê pela América do Sul em promoção ao seu terceiro álbum, The Great Tribulation, que saiu em 2023. Das três bandas que pisaram no palco do Circo, ES foi o que mais trouxe para a festa nuances da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM) e speed metal à la Helloween em Walls of Jericho. Atraindo a atenção do público desde os primeiros acordes de seu set, Ben Batres (vocal e guitarra), Aaron Adie (guitarra), Nick Ivkovic (baixo) e Tomislav Perkovic (bateria) não economizaram energia em sons mais novos como Take the Night, A State of Fear e Behind the Eyes of Evil. Foto: Livia Teles É claro que canções antigas deram as caras na apresentação e não deixaram o nível de estamina oscilar para baixo, visto que é algo impossível quando se trata de Barbed Wire Metal, Heavy Metal Power e Face the Reaper. Os caras ainda trataram de homenagear o cantor Paul Di’Anno, ex-frontman do Iron Maiden que faleceu em outubro de 2024, com o cover de Running Free. Em pouco mais de uma hora de concerto, o Elm Street fez o que toda banda pequena deveria fazer: causar uma boa impressão ao público e despertar o interesse para que novos fãs se juntem à família. Por parte da plateia que o prestigiou, o desejo e o convite para uma nova visita aos palcos cariocas estão mais do que valendo. Black Pantera Rápida mudança de equipamento para que o crossover mineiro do trio de Uberaba fincasse a sua bandeira na capital fluminense. O mote da atual passada no Rio é a promoção do álbum Perpétuo, o qual saiu em maio de 2024 e mistura melodia, ritmos brasileiros, peso e, claro, ativismo político e social. Candeia foi a responsável por acender o pavio do candeeiro e fazer explodir o Circo Voador em um coral de vozes cantando o profundo verso: “Somos vela que incendeia a casa grande”. Se o fogo foi aceso com Candeia, Provérbios e Padrão É O Caralho elevaram a temperatura ao estado de ebulição. Em um perfeito duelo de titãs, o trio, que é constituído por Charles Gama (vocal e guitarra), Chaene da Gama (vocal e baixo) e Rodrigo “Pancho” Augusto, provocava a plateia a cada instante pedindo mais agitação e participação. A plateia, por sua vez, rebatia com muitas rodas de pogo, inclusive uma contendo apenas as garotas, pulos e entoando cada verso e refrão das catorze canções do set. Foto: Livia Teles Sem lugar para as chagas morais da direita, extrema-direita e reacionários que cismam de forma pueril e delirante lhes consagrar algum tipo de sofisticação e profundidade intelectual, Fogo Nos Racistas deu o tom de como proceder com este tipo de gente: “Expõe pra queimar” e “Deixa queimar”. O entretom de Fudeu, que ora ofereceu um groove à la Chick, de Nile Rodgers, e a ora descambou para o puro e simples crossover, foi pontual em deixar a apresentação mais dinâmica para quem fazia questão de se acabar na pista. Boto Pra Fuder foi a coroação do Black Pantera no sacrossanto palco do Circo Voador. A intensa apresentação fundamentou o porquê de tanto holofote em torno do trio, que vem merecidamente aumentando o seu tamanho e importância na cena heavy metal nacional. E se depender dos fãs cariocas, o céu é o limite para o Black Pantera. Nervosa O último ato da noite ficou na responsabilidade do quarteto feminino comandado pela guerreira, vocalista e guitarrista Prika Amaral – completa a formação Helena Kotina (guitarra), Gabriela Abud (bateria) e Emmelie Herwegh (baixo) -, que não perdoou os ouvidos alheios com seu rolo compressor em forma de thrash metal. A trinca venenosa de Seed Of Death, Behind the Wall e Death! fizeram as honras de darem o pontapé inicial no espetáculo das garotas. As performances das canções, entretanto, foram levemente prejudicadas por problemas técnicos na Kramer de Prika. Ajustes feitos, a promoção do álbum Jailbreak seguiu com Nail the Coffin, Kill Or Die, Endless Ambition, Ungrateful e a faixa-título. O show também teve tempo para temas dos primórdios da banda, época em que atuava como um trio, e deste balaio vieram Into Moshpit, Hostages, Kill the Silence e Cultura do Estupro, esta última com a participação de Charles Gama no vocal. Foto: Livia Teles Comunicativa, atuando como a capitã do navio e contextualizando algumas músicas da apresentação, Prika interagiu com o público e chegou a comentar que aquele show estava sendo o maior da Nervosa em toda a carreira. A festa thrash metal teve quase vinte canções em seu menu, o que é bastante expressivo por conta do nível de estamina que o estilo demanda das artistas. Antes de executar o derradeiro acorde da noite, Amaral destacou que agora em 2025 a Nervosa irá completar quinze anos de vida, ou seja, irá debutar. Dessa forma, ela prometeu que muitas boas surpresas vão surgir ao longo do ano. E como promessa é dívida, nós já estamos no aguardo dos presentes que irão despontar no horizonte. E se depender do que as meninas mostraram na noite dessa última sexta-feira, 31 de janeiro, os fãs vão abrir o sorrisão de orelha a orelha, pois todo mundo foi para a casa livre, leve e solto e com certeza de que botaram fogo nos racistas em uma noite infernal no Rio de Janeiro.

Helloween divulga vídeo de Future World (Live At Budokan)
O Helloween divulgou o vídeo de Future World (Live At Budokan). A canção está presente no novo álbum ao vivo do grupo, intitulado Live At Budokan, o qual saiu no dia 13 de dezembro pela Reigning Phoenix Music (RPM). É importante ressaltar que o trabalho imortaliza a apresentação da banda alemã que aconteceu no dia 16 de setembro de 2023 no lendário Nippon Budokan, em Tóquio. Live At Budokan está disponível em vários formatos como 2CD-digipak, vinil triplo com a primeira tiragem de ambos incluindo arte de capa em relevo. O material também chegará em Blu-ray, DVD e digital (download e streaming). Track listing de Live At Budokan: 01. Orbit02. Skyfall03. Eagle Fly Free04. Mass Pollution05. Future World06. Power07. Save Us08. Kai’s Medley [Walls Of Jericho, Metal Invaders, Victim Of Fate, Gorgar, Ride The Sky, Heavy Metal Is The Law]09. Forever And One (Neverland)10. Best Time11. Dr. Stein12. How Many Tears13. Perfect Gentleman14. Keeper Of The Seven Keys15. Drumokan (somente na versão Blu-ray/DVD)16. I Want Out Via: RockBizz

Nickelback libera videoclipe da canção Tidal Wave
O Nickelback liberou o videoclipe da canção Tidal Wave, faixa disponível no álbum Get Rollin’, que é o décimo registro de estúdio da banda e o primeiro desde 2017. O trabalho está disponível nos formatos streaming e em CD pela BMG. Assista: Segundo o Nickelback, o novo álbum cria a trilha sonora de uma jornada que passa pelos contrastes do som do grupo: ora acústica e ora pesada, que fizeram deles um dos nomes mais relevantes do rock nas últimas décadas. Track listing de Get Rollin’: 1. San Quentin2. Skinny Little Missy3. Those Days4. High Time5. Vegas Bomb6. Tidal Wave7. Does Heaven Even Know You’re Missing?8. Steel Still Rusts9. Horizon10.Standing In The Dark11. Just One More12. High Time (Acústico) *13. Does Heaven Even Know You’re Missing? (Acústico) *14. Just One More (Acústico) *15. Horizon (Acústico) * *Faixas presentes na edição Deluxe Via: RockBizz

Patti Smith passa mal e desmaia durante show em São Paulo: “Estou doente”
A lendária cantora e poetisa norte-americana Patti Smith, 78 anos, passou mal e desmaiou durante show em São Paulo nesta quarta-feira, dia 29 de janeiro. A artista foi imediatamente socorrida pela equipe médica de plantão. Após o episódio, Smith, com ajuda de uma cadeira de rodas, voltou ao palco para pedir desculpas e acalmar os fãs. Mesmo contrariando as recomendações médicas de repouso absoluto, ela ainda cantou mais duas canções: Because The Night e Wings. “Sinto muito. Queria muito estar aqui. Infelizmente, estou doente. O médico disse que não posso prosseguir”, disse a cantora, de acordo com a revista Billboard. Patti Smith tem mais um show para fazer no Teatro Cultura Artística nesta quinta-feira, 30, no entanto, não há confirmação se o espetáculo vai realmente acontecer. A assessoria do evento emitiu a seguinte informação pelas redes sociais. Via: RockBizz

Bring Me The Horizon lança cover de Wonderwall do Oasis
O Bring Me The Horizon acaba de lançar duas faixas exclusivas para o Spotify, um cover do clássico Wonderwall do Oasis e uma nova versão de YOUtopia (EarthcOre Remix). Para dar suporte ao lançamento, também haverá um visualizador de letras que será liberado com o áudio exclusivamente no Spotify. As faixas são as últimas na longa coleção Spotify Singles, na qual várias bandas contribuem com versões reinventadas de canções existentes, juntamente com um cover de sua escolha. Cem por cento dos lucros da Sony com as transmissões de Wonderwall e YOUtopia (EarthcOre Remix) serão doados ao Teenage Cancer Trust. Ouça o cover de Wonderwall abaixo: O sétimo álbum de estúdio aclamado pela crítica do Bring Me The Horizon, Post Human: Nex Gen, foi lançado em maio de 2024 pela Sony/RCA. O disco foi ouvido mais de um bilhão de vezes até o momento no streaming e viu a banda britânica se expandir tanto musicalmente quanto conceitualmente. Via: RockBizz

Behemoth revela detalhes do novo álbum The Shit Ov God
O polonês Behemoth revelou detalhes do novo álbum The Shit Ov God, que sairá no dia 09 de maio pela Nuclear Blast Records. A produção do disco aconteceu no Fascination Street Studios e ficou a cargo de Jens Bogren, profissional que já trabalhou com o Soilwork, Sepultura e outros. A demoníaca capa ficou sob os cuidados de Bartek Rogalewicz. Sobre The Shit Ov God, o vocalista Adam “Nergal” Darski falou: “Nós escolhemos este título provocativo deliberadamente, rejeitando a sutileza em favor de uma declaração direta e polarizadora. É um mergulho desafiador nas profundezas, ousando buscar o absoluto até mesmo na sarjeta”. O artista continuou: “Cheguei a um ponto na jornada do Behemoth, e na minha própria criatividade, em que palavras e declarações significam cada vez menos. A verdadeira essência de quem somos e do que defendemos está em nossa música, nossa arte, nossos visuais, nossos sons, nossas performances e nas maneiras como nos conectamos com os fãs. Acredito profundamente que o Behemoth representa uma arte transcendente e atemporal”. “O número treze — tão mágico e significativo. Se este fosse o nosso último álbum, eu poderia dizer que morro como um homem orgulhoso. Sem sombra de dúvida, esta é a representação mais refinada e pura do Behemoth. Sem enchimento e sem excesso, ele é o melhor que temos a oferecer. Salve, Satã”, finalizou. Como prévia ao disco, a banda liberou o videoclipe da faixa-título. Assista: Track listing de The Shit Ov God: 01. The Shadow Elite02. Sowing Salt03. The Shit Ov God04. Lvciferaeon05. To Drown The Svn In Wine06. Nomen Barbarvm07. O Venvs, Come!08. Avgvr (The Dread Vvltvre) Via: RockBizz

“Achei o rótulo hair metal engraçado e legal”, afirma Stephen Pearcy (Ratt)
Nos anos 1980, o cena heavy metal se aproximou bastante das doces melodias do pop e do visual andrógino do glam. A interessante alquimia dos estilos acabou levando o nome de hair metal e fez milhares de fãs ao redor do globo. Um dos atores principais de tal gênero musical foi o vocalista Stephen Pearcy (Ratt), que usou e abusou do visual repleto de maquiagem e laque para conquistar o público feminino e deixar os tr00s guerreiros do metal salivando de raiva. Batendo um breve papo com o canal Lifeminute, o frontman norte-americano afirmou que achava o rótulo hair metal engraçado e legal. “Quando começamos a nossa carreira, as pessoas logo começaram a nos apresentar assim, como uma banda de hair metal. Eu achei engraçado e até legal. Fomos tocar em muitos lugares e queríamos ter uma identificação ligada à cena dos anos 80, então ficamos bem com o rótulo de hair metal”. Veja a entrevista completa no tocador a seguir: Ratt é uma das principais bandas do glam metal e tem no currículo álbuns como Out of the Cellar (1984), Invasion of Your Privacy (1985), Dancing Undercover (1986) e Reach for the Sky (1988). O último trabalho de estúdio do grupo é Infestation e fora lançado em 2010. Vale destacar que o conjunto já vendeu mais de oito milhões de discos só nos Estados Unidos, ou seja, foi um dos grupos que mais comercializou álbuns na década de 1980. Para entrar no universo do Ratt, curta os hits Back For More e Round And Round nos players abaixo: Via: RockBizz

“Tive experiências negativas com religião e igreja quando era criança”, diz Randy Blythe (Lamb Of God)
As igrejas são instituições criadas para que as pessoas possam congregar e compartilhar suas crenças e fés com outros indivíduos. Todavia, há o lado negativo da coisa, pois muita gente usa os templos como um meio de subjugação e alienação do próximo. Quem não curte nenhum um pouco as igrejas é o vocalista do Lamb Of God, Randy Blythe. Em conversa com o podcast The New Man, o artista disse que teve experiências negativas com religião e igreja quando era criança. “Eu tive algumas experiências negativas com religião na época em que eu estava crescendo. Houveram algumas experiências negativas dentro da igreja quando eu era criança. Fui criado na igreja batista do sul e sempre me ensinaram que Deus ama a todos e que não devemos julgar ninguém, pois somos todos iguais aos olhos de Deus. Mas, por volta dos sete ou oito anos de idade, comecei a notar uma hipocrisia gritante entre as pessoas que frequentavam a igreja sobre como tratavam e viam os outros. Então, eu cansei dessa coisa toda de Deus”. Randy completou: “Eu nunca fui ateu! Acredito na ideia de um Deus, algum tipo de espírito, algum tipo de poder superior. Não sei se é uma divindade consciente, racional e pensante. Não sei se é simplesmente uma realidade em si. Não sei se é uma energia que percorre tudo, mas acho que há um senso de ordem no universo. Sendo assim, eu acredito em um Deus? Sim! Tento ter um contato consciente com esse Deus? Sim, todos os dias. Sei o que esse Deus é? Absolutamente não. Não faço ideia alguma, mas isso não importa”, finalizou o cantor. Confira a entrevista na íntegra aqui: Randy Blythe vai lançar seu segundo livro, Just Beyond The Light: Making Peace With The Wars Inside Our Head, no dia 18 de fevereiro de 2025 pela editora Grand Central Publishing (GCP). De acordo com o cantor, a obra é um olhar profundo sobre como conseguir viver a vida em momentos de turbulência, visto que as dificuldades batem em nossa porta todos os dias. Via: RockBizz