Resenhas

Iron Maiden dá um gostinho de como foi o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour
Em seu canal oficial no YouTube, o Iron Maiden deu um gostinho de como foi o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour, que aconteceu nesta terça-feira, dia 27 de maio, na cidade de Budapeste, Hungria. O giro tem o foco na comemoração dos cinquenta anos da banda, o que é um feito e tanto, pois se trata de um conjunto de heavy metal, ou seja, é um grupo que não tem nenhum apoio da grande mídia. No vídeo, o vocalista Bruce Dickinson dá boas-vindas aos fãs e afirma que é o maior show do Iron Maiden que ele já viu. O cantor inglês ainda destacou que é um tipo de concerto que dá vontade de vê-lo outras vezes, porque há muitos detalhes em torno de todo o espetáculo. No clipe de pouco mais de um minuto e meio, é possível ver a agitação dos fãs, a bela produção de palco, com direito a vídeos em sintonia com o teor lírico das canções, e, claro, toda a força ao vivo do sexteto. A Run For Your Lives Tour vai se estender até o comecinho de agosto, com o ato final na Warsaw, Polônia. Até o momento, esta é a única turnê da banda para este ano. Via: RockBizz

Angra: “Quero estudar; eu me sinto um músico medíocre hoje em dia”, afirma Rafael Bittencourt
Em junho, o Angra fará três apresentações no Japão em celebração aos vinte anos de seu quinto álbum, Temple of Shadows. Já nos meses de julho e agosto, o quinteto tem compromisso com os fãs brasileiros antes entrar em hibernação por tempo indeterminado. Em recente e longo bate-papo com o guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth), o atual líder do Angra, Rafael Bittencourt, citou um dos motivos que está fazendo o grupo iniciar o tal período de hiato. “O Angra vai dar uma parada”, afirmou Rafael. “Uma das razões é que eu quero estudar; eu me sinto um músico medíocre hoje em dia”, declarou. “Quero estudar! Eu sinto falta de estudar. Preciso de mais referências”, completou Bittencourt. Na conversa, Kiko e Rafael ainda falam sobre a importância de ter novas referências musicais para que o horizonte artístico seja amplo e passe longe de proposta manjadas. Os músicos também dão palhinhas de várias canções da banda. Assista o bate-papo completo no player abaixo: Vale lembrar que o álbum de estúdio mais recente do Angra é o Cycles of Pain, que saiu em novembro de 2023 pela Victor. O disco conta com participações especiais de Amanda Somerville, Juliana D’Agostini, Lenine e Vanessa Moreno. A produção, mixagem e masterização ficou na responsabilidade de Dennis Ward, profissional que trabalhou em álbuns como Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004). Via: RockBizz

Iron Maiden arrisca muito pouco no repertório da The Run For Your Lives Tour
Finalmente a The Run For Your Lives Tour vai sair do papel e ganhar forma e cores ao vivo nesta terça-feira, 27, em Budapeste, capital da Hungria. E para deixar a sua legião de fãs para lá de ouriçada, o sexteto inglês divulgou em suas redes sociais a lista das canções que farão parte da turnê. A primeira parte do repertório, a qual terá a presença de The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera e The Number Of The Beast, vai deixar muitos marmanjos chorando copiosamente, visto que será um resgate aos seus primórdios e a chance de curtir petardos que estavam fora do radar dos caras há décadas. Todavia, para a segunda e terceira e última parte do set, a trupe comandada pelo chefão Steve Harris vai arriscar muito pouco. Para estas duas etapas da festa heavy metal, as canções escolhidas foram as seguintes: Parte 02 The ClairvoyantPowerslave2 Minutes To MidnightRime Of The Ancient MarinerRun To The HillsSeventh Son Of A Seventh Son Parte 03/final The TrooperHallowed Be Thy NameIron MaidenAces HighFear Of The DarkWasted Years Tirando as longas Rime Of The Ancient Mariner e Seventh Son Of A Seventh Son, as de mais canções são corriqueiras no repertório da banda. E como a intenção da tour é celebrar os cinquenta anos de história e desenterrar sons que poucas vezes vislumbraram a luz do palco, The Clairvoyant, Aces High e The Trooper poderiam ceder espaço a pérolas como Only the Good Die Young, Flash of the Blade e Still Life para ficarmos em peças dos respectivos álbuns. Além do mais, o oitavo registro de estúdio da banda, o controverso No Prayer for the Dying, de 1990, foi sumariamente deixado de lado. Pelo menos uma canção, como os singles Holy Smoke ou Bring Your Daughter… to the Slaughter, poderia marcar presença. A nossa ideia não é depreciar o valor da banda e de sua turnê de meio século de vida, tampouco diminuir o seu peso cultural para a música contemporânea. Na verdade, a nossa crítica vai no caminho ao contrário. Como se trata de uma banda com uma história riquíssima, repleta de clássicos que já se provaram frente ao implacável teste do tempo, sair do feijão com arroz que todo mundo conhece valeria muito a pena. Ser um pouco mais arrojado no repertório e tirar da cartola sons que nunca e/ou raramente foram tocados ao vivo faria da The Run For Your Lives Tour ainda mais especial do que já é. Via: RockBizz

Yngwie Malmsteen esbanja arpejos na velocidade da luz no vídeo de Wolves At The Door
O guitarrista Yngwie Malmsteen esbanjou arpejos na velocidade da luz no vídeo de Wolves At The Door. O audiovisual faz parte da divulgação do novo álbum ao vivo, Tokyo Live, o qual saiu no dia 25 de abril pelo selo Music Theories Recordings. Assista: Nas últimas semanas o sueco voador mostrou outros trechos do trabalho com os vídeos de Soldier, Rising Force e Like an Angel. Veja: A apresentação que serviu de base para o álbum teve a gravação no dia 11 de maio de 2024 no Zepp DiverCity, casa de show que fica na cidade de Tóquio, Japão. Na época, o guitar hero estava promovendo a turnê de quarenta anos de carreira. É importante dizer também que o Tokyo Live está disponível em vários formatos diferente como CD+DVD, 2LP e digital (download e streaming). Track listing de Tokyo Live: CD1“Rising Force”“Top Down Foot Down”“No Rest For The Wicked”“Soldier”“Into Valhalla”“Baroque & Roll”“Like An Angel”“Relentless Fury”“Now Your Ships Are Burned”“Wolves At The Door”“Hiroshima Mon Amour”“(Si Vis Pacem) Parabellum”“Badinere”“Paganini’s 4th”“Adagio”“Far Beyond The Sun”“Arpeggios From Hell” CD2“Seventh Sign”“Toccata”“Evil Eye”“Smoke On The Water”“Trilogy-Vengeance”“Cadenza 1”“Brothers”“Fugue”“Cadenza 2 – Grand Finale”“You Don’t Remember I’ll Never Forget”“Acoustic Cadenza”“Black Star”“I’ll See The Light Tonight” Via: RockBizz
Avatar navega pela escuridão implacável da vida no novo som Captain Goat
O Avatar está navegando pela escuridão implacável da vida no novo som Captain Goat. De acordo com o vocalista Johannes Eckerström, a música usa o tema de satanás e a jornada do espírito pelo submundo como uma meditação para conseguir vislumbrar a luz no fim do caminho. Além do vocalista Johannes Eckerström, o Avatar tem em sua formação Jonas Jarlsby (guitarra), Tim Öhrström (guitarra), Henrik Sandelin (baixo) e John Alfredsson (bateria) É importante explicar que o videoclipe de Captain Goat teve a direção e edição de Johan Carlén. O roteiro do audiovisual também ficou a cargo de Johan Carlén. Já o bacana figurino do trabalho esteve na responsabilidade de Sara Gustavsson. Curta o vídeo de Captain Goat aqui: As novidades não param por aí, pois o grupo sueco fará uma longa turnê pelos Estados Unidos em novembro e dezembro como banda principal. Além disso, o Avatar será a banda de abertura para o Iron Maiden e para o Metallica em diversos concertos. E não pense que a Europa ficará de fora da festa freak dos caras! A tour pelo Velho Continente vai rolar em julho, e já tem várias apresentações com os ingressos esgotados. Para saber o passo a passo do Avatar, acesse aqui. Via: RockBizz

Zak Starkey foi aposentado e não demitido do The Who, diz Roger Daltrey
Zak Starkey esclareceu recentemente que Roger Daltrey lhe disse que estava “aposentado” e não “demitido” do The Who. Após semanas de confusão entre os membros do The Who devido à saída do baterista, Starkey elucidou quaisquer rumores de ressentimento em uma publicação no Instagram. “Tive uma ótima conversa por telefone com Roger no final da semana passada, que realmente nos deixou confusos!!!”, começou Starkey. “Rog disse que eu não tinha sido ‘demitido’… eu tinha sido ‘aposentado’ para trabalhar em meus próprios projetos”. Ele continuou dizendo a Daltrey que tinha “passado quase oito semanas no meu estúdio na Jamaica concluindo esses projetos, que meu grupo Mantra of the Cosmos estava lançando um single no início de junho e que depois disso já tinha chegado ao fim (geralmente 5/6 semanas)”. Starkey acrescentou que disse ao cantor que “estava completamente disponível para o futuro próximo”, ao que Daltrey aparentemente respondeu: “Oh!”. “Nós meio que paramos por aí – em boas condições e grandes amigos, como sempre fomos”, o músico continuou. “Adoro esses caras. Como minha mãe costumava dizer: ‘É de cair o queixo!!!’” Starkey – filho de Ringo Starr – era o baterista em tempo integral do The Who desde 1996, mas após uma série de shows no Royal Albert Hall para o evento beneficente Teenage Cancer Trust no início deste ano, começaram a surgir atritos entre ele e o restante da banda. Scott Devours, que trabalhou com a banda solo de Daltrey, irá substituí-lo na turnê de despedida do grupo pelos Estados Unidos, marcada para iniciar em agosto deste ano. Via: RockBizz

Kai Hansen retorna ao Brasil para participação em show de Edu Falaschi em São Paulo
Um dos nomes mais influentes do power metal mundial está de volta ao Brasil. Kai Hansen, fundador das icônicas bandas Helloween e Gamma Ray, será o convidado especial do espetáculo Temple of Shadows in Concert, de Edu Falaschi, que acontece no dia 5 de julho de 2025, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. O show, que já é conhecido por sua grandiosidade, ganhará novos contornos com a presença de Hansen, que dividirá o palco com Falaschi em momentos marcantes, como a performance da faixa Temple of Hate. A apresentação contará ainda com a participação da Orquestra Sinfônica Jovem De Artur Nogueira, regida pelo maestro Ricardo Michelino, além de uma produção visual cuidadosamente elaborada. Edu Falaschi comenta: “Ter o Kai Hansen ao meu lado neste show é uma verdadeira honra. Ele é uma das maiores inspirações da minha carreira e uma lenda viva do metal mundial. Dividir o palco com ele em uma noite tão especial é algo que vou guardar para sempre no coração – e tenho certeza de que os fãs também sentirão essa emoção única.” A noite será ainda mais especial com o retorno de Roy Khan (Kamelot), que interpretará faixas do álbum The Black Halo com orquestra, além das apresentações de abertura das bandas Noturnall e Auro Control, que prometem preparar o público com shows cheios de energia e qualidade. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial de Edu Falaschi e na Ticketmaster. Garanta o seu lugar com antecedência para não ficar de fora deste evento que promete marcar época na cena do heavy metal. SERVIÇO: Edu Falaschi + Roy Khan & Maestrick + Noturnall + Auro ControlData: 5 de julho de 2025 (sábado)Horário: Abertura dos portões às 20hLocal: Tokio Marine Hall – Rua Bragança Paulista, 1281 – São Paulo/SPIngressos: http://www.ticketmaster.com.br Via: RockBizz

Conheça o museu itinerante do Ghost presente na Skeletour 2025
O canal Pnook compartilhou um vídeo que mostra em detalhes o museu itinerante do Ghost presente na Skeletour 2025. A ideia da banda é que os fãs mergulhem em seu universo de terror e sátira, com esquifes dos Papas e outros personagens e toda sorte de memorabilia que compõe o seu conceito. A exposição, que está disponível ao público com ingressos VIP, também possui estandes de produtos. Além de acesso ao museu, os pacotes VIP oferecem outros benefícios como entrada antecipada, check-in prioritário e produtos exclusivos. Conheça o museu itinerante do Ghost presente na Skeletour 2025 no player abaixo: A Skeletour é em promoção a Skeletá, que é sexto registro de estúdio do grupo. O disco saiu no dia 25 de abril pelo selo norte-americano Loma Vista Recordings. Vale destacar que o trabalho está disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: RockBizz

Within Temptation estreia o videoclipe de Sing Like A Siren
A banda holandesa Within Temptation colaborou com Jerry Heil, artista ucraniana e participante do Eurovision, no poderoso novo single Sing Like A Siren. O videoclipe foi dirigido por Maarten Welzen, que já trabalhou nos clipes de Paradise (What About Us?), The Purge e Entertain You do Within Temptation. A música reflete tanto luta quanto determinação, capturando o sentimento de impotência, bem como a necessidade de se levantar contra ela. A canção também carrega uma mensagem de orientação: ser uma sereia para chamar aqueles que estão perdidos de volta para casa. Sing Like A Siren é épica e cinematográfica, carregando uma carga emocional que reflete as lutas da vida real. Heil a descreve como “mais do que apenas uma música – é a trilha sonora do filme em que vivemos”. Confira o clipe abaixo: Via: RockBizz

Angélica Burns não é mais a vocalista do Hatefulmurder
Angélica Burns não é mais a vocalista do Hatefulmurder! Em nota, a cantora informou que a parceria com a banda carioca durou dez anos, no entanto, ela destacou que é hora de ressignificar e trilhar novos caminhos, pois o futuro é cheio de possibilidades. Angélica também agradeceu o carinho que recebeu do público durante toda a sua trajetória ao lado da banda carioca. A banda seguirá carreira com a cantora Giulia Roiz – completa a formação Renan Campos (guitarra), Victor Magalhães (baixo) e Thomás Martinoia (bateria) – e confirma que todos os shows anteriormente anunciados serão cumpridos com a nova formação. Pelas redes sociais, a banda informou: “Juntos, fizemos centenas de shows, lançamos três álbuns, enfrentamos dificuldades que derrubariam muitos e conquistamos o respeito e a admiração de fãs que fazem tudo valer a pena. Construímos uma história intensa e verdadeira que jamais será esquecida. Obrigado por tudo”. Giulia Roiz comentou: “É uma honra imensa fazer parte dessa nova era do Hatefulmurder. Estamos iniciando um capítulo poderoso, com novas caras, novas sonoridades e uma energia renovada. Tudo isso sem jamais esquecer ou deixar de honrar a trajetória que trouxe a banda até aqui. O coração bate forte só de pensar no que estamos construindo juntos”. Via: RockBizz

Pete Loran (Trixter) está de saco cheio em ver Sebastian Bach pedindo para voltar ao Skid Row
A união entre Sebastian Bach e o Skid Row acabou em 1996, após a turnê da banda pelo Brasil. E desde então, o canadense vinha desdenhando da banda e da sua constante troca de vocalistas. A coisa mudou de figura quando o grupo acertou o passo com o sueco Erik Grönwall (ex-HEAT), que infelizmente desistiu do trabalho por problemas de saúde. Bach, em todas as oportunidades que tem, vem pedindo publicamente uma volta ao grupo, mas não está recebendo nenhum feedback positivo, o que chega a ser constrangedor. O guitarrista Pete Loran (Trixter) está de saco cheio em ver Sebastian Bach pedindo para voltar ao Skid Row. Em uma postagem nas redes sociais, o rock star manifestou sua opinião sobre o caso. “Resolvi entrar aqui para contar alguns acontecimentos atuais. Seu velho amigo Sebastian Bach voltou a reclamar sobre sua ex-banda. Desta vez, ele disse que nunca ouviu os seus vocalistas substitutos no Skid Row e seus discos. Eu não acredito nele. Se fosse eu, eu os ouviria. Eu dava um jeito de tirar um sarro disso, ou algo assim. Assim como ele pode tirar sarro do que está acontecendo aqui. Mas o fato é que ele não consegue deixar o Skid Row de lado, e eu juro que não entendo o motivo. Eu não sei por que ele está tão obcecado em voltar para a banda. Ele se sai muito bem sozinho e fica com a maior parte do dinheiro. Se ele tivesse voltado para o Skid Row, ele, na melhor das hipóteses, receberia uma quantia igual a dos outros caras. Mas, provavelmente, receberia menos”. Pete arrematou: “A realidade é que os caras não o querem de volta. Eles não o querem de volta tanto quanto não o queriam de volta há 30 anos. Eles são bastante inflexíveis sobre isso e estão de saco cheio de falar sobre isso. Até eu estou de saco cheio de ouvir sobre isso. Deixa pra lá e segue sua vida”. Veja a fala completa de Pete Loran aqui: Via: RockBizz

Andreas Kisser rebate a crítica de Max Cavalera de que o Sepultura não é a mesma banda do passado
Durante recente entrevista ao canal Cassius Morris, o guitarrista Andreas Kisser rebateu a crítica de Max Cavalera de que o Sepultura não é a mesma banda do passado. É fato que o grupo brasileiro vem mudando seu som a cada álbum, isto é, não ficou preso na fórmula de Roots (1996) ou Chaos A.D. (1993), por exemplo. “Espero que não seja a mesma banda, mesmo. [Risos] Quem é igual? Me diga alguém que é igual há 10 anos. E quem se importa? Quem se importa com o que ele diz sobre nós? Simplesmente não faz parte do que eu sou, do que eu vivo ou do que eu faço”. “As opiniões estão aí. Você tem uma opinião. É o mesmo que você ter uma opinião ou meu filho ter uma opinião. Se você tem uma opinião, você é livre para se expressar”, finalizou Kisser. O bate-papo completo está disponível no player abaixo: Neste mês, o itinerário da Celebrating Life Through Death Tour é o seguinte: 23 – Porão do Rock – Brasília/DF29 – Ópera de Arame – Curitiba/PR30 – Arena Opus – Florianópolis/SC31 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre/RS Em junho, os caras vão para o Velho Continente para dar vida a uma agenda de mais de dez datas; veja o passo a passo aqui. Via: RockBizz

Whitesnake libera performance ao vivo de Give Me All Your Love
O Whitesnake liberou a performance ao vivo de Give Me All Your Love em divulgação ao novo box Access All Areas: Live. O audiovisual teve a sua gravação original na pomposa casa de espetáculo Hammersmith Apollo, em 2004, quando o grupo fazia a sua volta triunfal aos palcos. A faixa e muitas outras estão no box Access All Areas: Live, o qual saiu em 25 de abril pelo selo Rhino Records. Composto por seis shows ao vivo em oito CDs, a coleção captura a emoção do Whitesnake em pleno voo, ao vivo no palco. Começando com Live… In The Still Of Night, David Coverdale e sua trupe – Doug Aldrich e Reb Beach nas guitarras, Tommy Aldridge na bateria e Marco Mendoza no baixo – colocaram o pomposo Hammersmith Apollo abaixo com uma performance que beirou a perfeição. Live… In The Shadow Of The Blues no CD2 e CD3, que teve a sua gravação durante a turnê mundial do Whitesnake em 2006, volta aos primeiros dias do grupo com Don’t Break My Heart Again e Take Me With You. Já no CD4 e CD5, Made In Japan mostra a banda como atração principal do enorme festival Loud Park no Japão em 2011. Made In Britain captura a banda na terra natal de Coverdale durante a turnê Forevermore em 2011. The World Record também foi capturado em 2011 na turnê Forevermore, apresentando sucessos como The Deeper The Love, bem como o mais novo favorito ao vivo Can You Hear The Wind Blow. Este conjunto de oito discos termina exatamente onde a odisseia musical de David começou, com a The Purple Tour. Agora acompanhado pelo guitarrista Joel Hoekstra, o Whitesnake domina as músicas dos primeiros dias da carreira do cantor com o Deep Purple, incluindo as faixas Burn, The Gypsy, Mistreated e Soldier Of Fortune. Via: RockBizz

“A turnê mais perigosa que fiz foi com o Mötley Crüe nos anos 80; foi um inferno, uma loucura”, lembra Ozzy Osbourne
Loucura e Ozzy Osbourne são coisas totalmente associáveis, basta perceber que um dos apelidos do cantor é Madman – algo como Homem Louco, em uma tradução livre. Em 2016, durante uma entrevista à revista Metal Hammer, o Príncipe das Trevas lembrou a turnê mais louca que fez em toda sua carreira. Cabe destacar que quem conduziu a entrevista foi o frontman do Avenged Sevenfold, M. Shadows, ou seja, foi um papo entre rock stars. Ozzy contou: “A turnê mais perigosa que fiz foi com o Mötley Crüe nos anos 80; foi um inferno, uma loucura. Éramos como piratas. Eu disse a minha empresária: ‘Puta merda, um de nós vai morrer nessa turnê’. E de fato, pouco tempo depois, Vince Neil matou alguém em um carro”. O Madman completou: “Mas em todas as turnês, mesmo agora, não sou um desses caras que fica repreendendo as bandas que estão abrindo para mim. Eu não digo: ‘Você não pode estar lá, você não pode fazer isso’. Eu vejo isso como um show, não se trata de estar no palco A ou palco B, é só um show. É melhor ser legal do que ser um babaca. Para ser um babaca você tem que ter boa memória”. A tour conjunta de Ozzy Osbourne e Mötley Crüe rolou em 1984. Na época, as bandas estavam fazendo a promoção dos álbuns Bark at the Moon e Shout at the Devil, respectivamente. Boa parte das loucuras que os caras botaram em prática durante a tour foram mostradas no filme The Dirt – Confissões do Mötley Crüe, de 2019. Via: RockBizz

Don Airey lembra sua passagem pelo Black Sabbath: “Eles tinham uma péssima reputação”
Durante entrevista para o podcast Music Buzzz, o tecladista Don Airey – que tocou com grandes nomes do rock, incluindo Black Sabbath, Judas Priest, Deep Purple e Whitesnake – foi questionado sobre como se comporta em uma gravação com uma banda “estabelecida e conhecida”. Airey disse: “Quando entrei nas gravações do Black Sabbath, eles tinham uma péssima reputação – Tony Iommi [guitarrista] por bater nas pessoas, Ozzy [Osbourne, vocalista] por ser louco”. “Então eu entrei com meus teclados, montei tudo e todos chegaram”, acrescentou. “E a primeira coisa que o Ozzy disse foi: ‘Você gostaria de uma xícara de chá?’, ‘Eu adoraria, por favor, Ozzy’. Então nos sentamos e tomamos uma xícara de chá. Era como estar na sala de estar de alguém com uma família, que era o que eles eram – eles eram uma família… Eles eram simplesmente maravilhosos. O mesmo com o Judas Priest. O mesmo com todas essas bandas. O mesmo com o Purple”. Don se juntou brevemente ao Black Sabbath no final dos anos 1970, tocando teclado no álbum Never Say Die!, antes de atender ao chamado de Cozy Powell para se juntar ao Rainbow. Ouça a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Iron Maiden: 15 petardos que poderiam dar as caras na Run For Your Lives World Tour
Falta bem pouco para o britânico Iron Maiden iniciar a Run For Your Lives World Tour, giro que contemplará canções entre os álbuns Iron Maiden e Fear of the Dark, ou seja, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Outro diferencial desta tour, que será uma forma de comemorar as cinco décadas da banda, ficará na presença do novo baterista, Simon Dawson, substituto de Nicko McBrain, que decidiu pendurar as baquetas por conta de problemas de saúde. Desta vez, o nosso foco é debruçar atenção em 15 petardos que poderiam dar as caras na Run For Your Lives World Tour. Vale ressaltar que se trata apenas de uma suposição e ou desejo, visto que a banda vem se mantendo em segredo sobre o assunto para não estragar a surpresa. Dito isso, se acomoda na poltrona, ajusta o fone de ouvido, prepara o petisco e a gelada e vem com a gente em uma breve viagem ao fantástico mundo da Donzela de Ferro. 1. Be Quick or Be Dead (álbum: Fear of the Dark) Como a ideia é chegar com os dois pés na porta e já deixar os fãs sem o rumo de casa, o open act de Fear of the Dark é a faixa ideal, devido a sua alta voltagem. A performance da canção poderá servir como uma boa estreia de Simon. 2. Wrathchild (álbum: Killers) Para manter o nível de euforia lá no alto, Wrathchild é o nome certo para o trabalho. São quase três minutos do mais puro heavy metal inglês, cujo refrão é o convite para que as milhares de vozes o cantem de forma uníssona. 3. Children of the Damned (álbum: The Number of the Beast) Chamar Children of the Damned de balada seria um heresia, contudo, as suas nuances mais contemplativas ampliariam a paleta sonora da apresentação. Além do mais, o teor emocional da canção só traria mais fogo aos shows da tour. 4. Die With Your Boots On (álbum: Piece of Mind) O incrível Piece of Mind seria muito bem representado por sua quarta faixa, que versa sobre as agruras das guerras e sobre morrer em pleno campo de batalha. Será um ativo e tanto caso apareça no repertório da tour. 5. Deja-Vu (álbum: Somewhere in Time) Na The Future Past Tour, o sexteto desenterrou Caught Somewhere in Time e Stranger in a Strange Land, estreou Alexander the Great ao vivo e fez todo mundo cantar junto com Wasted Years, portanto, ir ainda mais fundo em SIT com Deja-Vu seria deveras prazeroso de curtir. 6. Phantom of the Opera (álbum: Iron Maiden) É bem provável que Fantasma da Ópera ganhe seu espacinho nos próximos concertos, já que o teaser em promoção a tour é embalado pela canção. Como não existem coincidências quando se trata de Iron Maiden, a festa metal tem grandes chances de recebê-la de braços abertos. 7. Bring Your Daughter… to the Slaughter (álbum: No Prayer for the Dying) Uma ponte aérea entre o comecinho dos anos 1980 e o início da década de 1990 seria interessante para mostrar as diferentes facetas sonoras do conjunto. O segundo single de No Prayer for the Dying cumpriria muito bem esta missão. 8. Powerslave (álbum: Powerslave) Quem acompanha o Iron há algum tempo já pôde curtir a canção ao vivo, todavia, como se trata de uma celebração aos seus cinquenta anos de carreira, a presença de Powerslave é mais do que necessária, pois o som e o disco homônimo foram imprescindíveis para que a banda se firmasse como uma potência do metal mundial. 9. Infinite Dreams (álbum: Seventh Son of a Seventh Son) O versos espiritualistas de Infinite Dreams vão ser um prato cheio para que Bruce Dickinson venha com uma interpretação para lá de caprichada. Como a música ainda não reencarnou nas recentes apresentações da Donzela, este é o momento mais do que propício para isso. 10. Only the Good Die Young (álbum: Seventh Son of a Seventh Son) Ficando ainda na seara do sétimo álbum, OTGDY viria a calhar com o seu ritmo acelerado e refrão envolvente. Em entrevistas antigas, o big boss Steve Harris já mostrou interesse em tocá-la ao vivo, então, bora de Only the Good Die Young. 11. Alexander the Great (álbum: Somewhere in Time) Como a saga de Alexandre, o Grande só vislumbrou a luz do Sol em 2023 e 2024, mantê-la nos próximos shows não seria um passo em falso. Na verdade, seria um momento de puro deleite ao público. 12. Wasting Love (álbum: Fear of the Dark) O fã tr00zão vai cuspir fogo e fazer birrinha e cara de quem comeu jiló por ter a única balada da banda nas apresentações, contudo, pensando no teor plural da celebração, contar com os versos melodiosos da canção viria a calhar. 13. Still Life (álbum: Piece of Mind) Para quem curte solos de guitarra, Still Life é a aula perfeita, pois Dave Murray esbanja a sua marca registrada, que são os ligados ascendentes e descendentes. Além do mais, o refrão da faixa é de levantar defunto, o que é ótimo para dar aquela acordada no público. 14. Rime of the Ancient Mariner (álbum: Powerslave) Se tem espaço para a saga do rei da Macedônia, tem espaço também para a aventura em alto mar! São mais de treze minutos de uma epopeia musical de tirar o fôlego, então, recairia como uma luva no arrasta-pé de cinquenta anos da Donzela de Ferro. 15. Prowler (álbum: Iron Maiden) Encerrar o espetáculo como o primeiro álbum de estúdio se inicia seria até poético! O fato é que Prowler tem estamina suficiente de levantar um coro de milhares de vozes por onde quer seja apresentada, portanto, passou da hora dos caras usarem mais este trunfo. Via: RockBizz

Freddie Mercury foi pai de uma menina, revela novo livro sobre o vocalista do Queen
De acordo com o jornal inglês Daily Mail, Freddie Mercury foi pai de uma menina! Somente as pessoas mais próximas ao cantor como seus pais e irmã sabiam disso. Segundo o periódico, os seus companheiros de banda e amor de sua vida, Mary Austin, também sabiam da existência da moça. O livro, intitulado Love, Freddie, que explora a vida do falecido vocalista do Queen, alega que a criança foi concebida acidentalmente durante um caso com a esposa de um amigo próximo em 1976 e que Mercury manteve um relacionamento próximo com a criança até sua morte em 1991, visitando-a regularmente e entregando-lhe diários pessoais detalhados, que ela manteve em segredo. A mulher – que é chamada apenas de “B” ao longo do livro e agora tem 48 anos e trabalha na área médica – compartilhou os diários com a autora Lesley-Ann Jones. “Após mais de três décadas de mentiras, especulações e distorções, é hora de deixar Freddie falar”, B diz em um trecho do livro. “Aqueles que sabiam da minha existência guardaram seu maior segredo por lealdade a Freddie”, ela continua. “O fato de eu ter escolhido me revelar só agora é uma decisão minha e somente minha. Em nenhum momento fui coagida a fazer isso”. “Ele confiou sua coleção de cadernos particulares a mim, sua única filha e parente mais próximo, o registro escrito de seus pensamentos, memórias e sentimentos particulares sobre tudo o que havia vivenciado”, completou. A autora do livro disse que foi abordada por B pela primeira vez há três anos e declarou ao Daily Mail: “Meu instinto foi duvidar de tudo, mas tenho absoluta certeza de que ela não é fantasiosa. Ninguém poderia ter fingido tudo isso. Por que ela teria trabalhado comigo por três anos e meio, sem nunca exigir nada?” Freddie Mercury supostamente começou a escrever os diários em 20 de junho de 1976, quando soube da gravidez. O livro também explora a infância do cantor em Zanzibar, onde nasceu como Farrokh Bulsara, filho de pais indianos parsi, e sua experiência em um internato de estilo britânico na Índia. Via: RockBizz

Possessed retorna ao Brasil em junho para uma única apresentação
O Possessed retornará ao Brasil para uma apresentação histórica no dia 22 de junho (domingo) na Vip Station, São Paulo. O show ainda contará com peso máximo na abertura, com as bandas brasileiras Throw Me To The Wolves, Lacerated And Carbonized, Blasthrash e Siegrid Ingrid, prometendo uma noite insana e inesquecível. Os ingressos já estão à venda pela plataforma DDTickets. Nos primórdios dos anos 1980, quando o thrash metal dominava o underground com bandas como Slayer, Metallica e Exodus, algumas mentes criativas começaram a ultrapassar os limites do extremo. Foi nesse cenário que surgiu o Possessed, na Califórnia, em 1983, trazendo uma proposta sonora ainda mais brutal, sombria e veloz. Em 1984, a banda lançou a demo Death Metal, e, no ano seguinte, o seminal álbum Seven Churches – obra que muitos consideram o primeiro disco de death metal da história. A faixa de abertura, também intitulada Death Metal, não apenas batizou o gênero, como trouxe elementos inovadores para a época: vocais guturais, riffs cortantes e uma atmosfera profundamente obscura, que se afastava do thrash tradicional e pavimentava um caminho totalmente novo, mais sombrio e agressivo. Em 1993, o Possessed, depois de lançar o segundo e também excelente álbum Beyond the Gates (1986) e o EP The Eyes of Horror (1987), encerrou suas atividades devido a problemas internos, desgaste entre os membros e, principalmente, após Jeff Becerra ficar paraplégico ao ser baleado durante um assalto em 1989. Soma-se a isso as dificuldades do cenário musical da época, com falta de apoio e estrutura para seguir adiante. O retorno triunfante de Jeff Becerra aos palcos – mesmo com toda sua limitação e condição preso a uma cadeira de rodas – aconteceu em 2007 com uma nova encarnação do Possessed. Doze anos depois, lançou o aclamado álbum Revelations of Oblivion (2019) – mantendo viva a chama que deu origem ao death metal até os dias de hoje. Depois de passar três vezes pelo Brasil, o Possessed retorna mais forte do que nunca, trazendo em sua bagagem clássicos absolutos como The Exorcist, Pentagram, Burning in Hell, Seven Churches e, claro, a icônica Death Metal, além de sons mais recentes que comprovam sua relevância contínua no cenário mundial. Além de Jeff Becerra (vocal), único remanescente da formação clássica, o Possessed conta com Daniel González e Claudeous Creamer (guitarras), Robert Cardenas (baixo) e Chris Aguirre (bateria), um time extremamente coeso, vibrante e cheio de fúria. SERVIÇO: POSSESSED EM SÃO PAULOData: 22 de junho de 2025 (domingo)Local: Vip StationEndereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04755-070Abertura da casa: 15hInício do show: 19hClassificação Indicativa: +18 Ingressos online: https://www.ddtickets.com.br/comprar/31/possessed-em-sao-paulo Sujeito a alteração no valor do ingresso conforme virada do lote. Ingressos promocionais válidos mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. Pontos de Venda (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro, cartão ou pix):Animal Records (Galeria do Rock – São Paulo/SP) Via: RockBizz

“Ritchie Blackmore está vivo; eu não o prendi numa jaula”, diz Candice Night
A cantora Candice Night concedeu uma entrevista ao canal The Rock’n’Blues Experience e acabou falando sobre o seu esposo, o guitarrista Ritchie Blackmore, de 80 anos. O britânico é uma lenda do rock n’ roll e uma das mentes criativas que ajudou a dar vida ao Deep Purple e Rainbow. “Ele está vivo, pessoal! Ele ainda está aí”, afirmou Night. “Eu não o prendi numa jaula, juro para vocês. Ele está apenas curtindo e vivendo a melhor vida possível. Ele está brincando com o gato, tocando guitarra e assistindo TV”, explicou. “O clima está começando a mudar para a primavera, ele está saindo para caminhar. Ontem à noite ele veio até mim e disse: “Acabei de escrever uma música nova. Você acha que deveríamos chamar o produtor’? Eu disse que sim e que só estava esperando por ele”, contou. “Portanto, nós iremos para o estúdio novamente. Bem, todos nós passaremos por problemas de saúde. Mas ele é o homem de 80 anos mais jovem que você verá na vida”, finalizou Candice em tom positivo. Eis o bate-papo na íntegra no player a seguir: Ritchie Blackmore está passando por alguns problemas de saúde nos últimos tempos como gota, dores nas costas e artrite, além disso, ele tem seis stents, devido a um ataque cardíaco há cerca de dezoito meses. Via: RockBizz

Jethro Tull vai relançar Living In The Past em box de 6 discos
O Jethro Tull vai relançar Living In The Past em box de 6 discos. A nova versão do trabalho, que vai sair sob o nome de Still Living In The Past, chegará ao mercado no dia 11 de julho pela Parlophone e Warner Music. O álbum era originalmente uma coleção de faixas, outtakes e vários singles independentes que abrangiam a carreira da banda até aquele momento de sua carreira, incluindo o EP Life Is A Long Song de 1971, bem como duas gravações ao vivo tiradas de uma apresentação no Carnegie Hall, Nova York, em novembro de 1970. Still Living In The Past, que também estará disponível em vinil duplo, trará remixes de Steven Wilson, edições, demos, Live At Carnegie Hall 1970 (remix de Steve Wilson) e quatro filmes promocionais. “Depois de 53 anos desde sua edição original, esta nova versão com remixes de Steven Wilson e atualizações de som é uma adição esplêndida à série de álbuns do Tull”, comemorou o líder da banda, Ian Anderson. “Na época, a ideia era principalmente atualizar a história do Tull para o público norte-americano e europeu, que talvez não tivesse tido o benefício das muitas músicas que já haviam chegado aos ouvidos dos fãs do Reino Unido”, explicou. “Estou muito feliz por ter esse material disponível novamente e tiro o chapéu para a equipe da Parlophone e Warner Music, bem como para os colaboradores que tornaram tudo isso possível”, finalizou. Track listing de Still Living In The Past: CD1: Mixagem original, Remixes, Edits & Demos 1968–1971 1. A Song For Jeffrey (1971 Remix)2. Love Story (1971 Remix)3. A Christmas Song (1971 Remix)4. Living In The Past (1971 Remix)5. Driving Song (1971 Remix)6. Sweet Dream (1971 Remix)7. Singing All Day (1971 Remix)8. Teacher [US Album Version] (1971 Remix)9. Inside (1969 Stereo Mix – inédito)10. My God [Early Version] (1970 Master Mix– inédito)11. Just Trying To Be (1970 Master Mix)12. Wond’ring Aloud Again [Demo] (1970 Mono Demo – inédito)13. Wond’ring Again (1970 Master Mix)14. Lick Your Fingers Clean (1970 Stereo Mix – inédito)15. Locomotive Breath (1971 US Single DJ Edit)16. Life Is A Long Song (1971 Master Mix)17. Up The ’Pool (1971 Master Mix)18. From Later (1971 Alternative Master Mix – inédito)19. Life Is A Long Song (1971 Alternative Master Mix – inédito) CD2: Steven Wilson Mix [Sides 1 & 2] exceto* 1. A Song For Jeffrey (2025 Remix – inédito)2. One For John Gee (2025 Remix – inédito)3. Love Story (2025 Remix – inédito)4. A Christmas Song (2018 Remix)5. Living In The Past (2016 Remix)6. Driving Song (2016 Remix)7. Bourée (2016 Remix)8. Fat Man (2016 Remix)9. Singing All Day (2013 Remix)10. Sweet Dream (2013 Remix)11. 17 (2013 Edited Remix – inédito)12. Teacher (UK Single Version, 2025 Remix – inédito)13. The Witch’s Promise* (1971 Remix)14. Teacher [US Album Version] (2025 Remix – inédito)15. Inside (2013 Remix)16. Alive And Well And Living In (2013 Remix)17. Just Trying To Be (2011 Remix) CD3: Steven Wilson Mix [Sides 3 & 4 exceto* 1. By Kind Permission Of [Live] (2025 Remix – inédito)2. Dharma For One (Live 2025 Remix – inédito)3. Wond’ring Aloud (Early version, 2011 Remix)4. Wond’ring Again (2011 Remix)5. Lick Your Fingers Clean (2025 Remix – inédito)6. Up To Me (2011 Remix)7. Hymn 43 (2011 Remix)8. Locomotive Breath (2025 Remix – inédito)9. Life Is A Long Song (2011 Remix)10. Up The ’Pool (2011 Remix)11. Dr. Bogenbroom* (1971 Master Mix)12. From Later* (1971 Master Mix)13. Nursie* (1971 Master Mix)14. Locomotive Breath (Unplugged 2025 Remix – inédito) CD4: Live at Carnegie Hall, November 4, 1970 (Part 1 – 2025 Remix) 1. Introduction to Nothing Is Easy2. Nothing Is Easy3. Introduction to My God4. My God5. Introduction to With You There to Help Me6. With You There to Help Me / By Kind Permission Of7. Introduction to A Song for Jeffrey8. A Song for Jeffrey9. Introduction to To Cry You A Song10. To Cry You A Song CD5: Live at Carnegie Hall, November 4, 1970 (Part 2 – 2025 Remix) 1. Introduction to Sossity; You’re A Woman2. Sossity; You’re A Woman (including Reasons For Waiting)3. Introduction to Dharma For One4. Dharma For One5. Introduction to We Used To Know6. We Used To Know7. Guitar Solo8. For A Thousand Mothers Blu-ray AUDIOSteven Wilson Studio Remixes in 24/96 PCM Stereo (exceto* Steven Wilson Studio Remasters in 24/96 PCM Stereo)Steven Wilson Studio Remixes in DTS 5.1 SurroundSteven Wilson Mix [Sides 1 & 2]Steven Wilson Mix [Sides 3 & 4]Flat stereo 24/96 Transfer of Original Living In The PastStudio Album Reels (UK and US versions combined)Flat stereo 24/96 Transfer of Bonus Unreleased Original MixesSteven Wilson Live Carnegie Hall 19702025 Remix in 24/96 PCM Stereo and DTS 5.1 Surround VIDEOThe Witch’s Promise (March 1970 Promo Film, directed by Piers Bedford)Teacher (UK Single Version, March 1970 Promo Film, directed by Piers Bedford)Teacher (US Album Version, March 1970 Promo Film, directed by Piers Bedford)Life Is A Long Song (September 1971 Promo Film, unknown director) Via: RockBizz

Green Day lança edição deluxe do álbum Saviors com cinco faixas inéditas; ouça
O Green Day acaba de lançar uma nova edição deluxe do seu 14º álbum de estúdio, Saviors, via Reprise Records, com distribuição da Warner Music Brasil. Saviors (édition de luxe) inclui sete novas faixas, incluindo duas versões acústicas de Suzie Chapstick e Father to a Son, além de cinco músicas inéditas: Smash It Like Belushi, Fuck Off, Stay Young, Ballyhoo e Underdog. Lançado em janeiro de 2024, Saviors reuniu o Green Day mais uma vez com o produtor Rob Cavallo, conhecido por trabalhar em Dookie e American Idiot. O álbum estreou em #4 na Billboard 200, marcando o 9º álbum da banda no Top 5 do chart. Saviors recebeu aclamação crítica e conquistou três indicações ao Grammy 2025, incluindo Melhor Álbum de Rock, Melhor Performance de Rock por The American Dream Is Killing Me e Melhor Canção de Rock por Dilemma. Recentemente, o Green Day foi homenageado com sua própria estrela na Calçada da Fama de Hollywood. A cerimônia foi apresentada por Matt Pinfield, com o ator/produtor Ryan Reynolds e o produtor de longa data Rob Cavallo como convidados especiais. No início do ano, o Green Day marcou presença como headliner no Coachella e promete levar a mesma energia poderosa para outros festivais globais em 2025, incluindo Riot Fest, Oceans Calling Festival, Ohana Festival, além do Download Festival (Reino Unido), Ejekt Festival (Atenas, Grécia) e mais. Em setembro, a banda desembarca no Brasil para apresentação única no The Town, em São Paulo, no dia 7 de setembro. Ouça Saviors (édition de luxe) abaixo: Via: RockBizz

Brujeria anuncia turnê pelo Brasil em outubro
O Brujeria anunciou uma turnê pelo Brasil em outubro de 2025, passando pelas cidades de Fortaleza, Recife, Vitória, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília. Os ingressos para todas as datas já estão à venda no site do Clube do Ingresso. A turnê marca a volta deste ícone do metal extremo ao Brasil após quase dois anos e a primeira passagem da banda pelo país desde a morte dos vocalistas Pinche Peach e Juan Brujo. Para a jornada, o Brujeria irá preparar um repertório especial que passa por todos os clássicos da carreira e homenageará o legado de Peach e Brujo, dois dos integrantes mais longevos do grupo. Confira as datas e locais abaixo: 07/10 – Fortaleza (CE)Ophera Music Bar — Av. Godofredo Maciel, 470 – ParangabaIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-fortaleza 08/10 – Recife (PE)Estelita — Av. Saturnino de Brito, 385 – CabangaIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-recife 10/10 – Vitória (ES)Correria Music Bar — Av. Est. José Júlio de Souza, 740 – Praia de ItaparicaIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-vitoria 11/10 – São Paulo (SP)Fabrique Club — R. Barra Funda, 1071 – Barra FundaIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-saopaulo 12/10 – Belo Horizonte (MG)Mister Rock — Av. Teresa Cristina, 295 – PradoIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-belohorizonte 14/10 – Curitiba (PR)Jokers Pub — R. São Francisco, 164 – CentroIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-curitiba 15/10 – Brasília (DF)Toinha Brasil Show — SOF Sul Quadra 9 SN, Conjunto A – GuaráIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/brujeria-brasilia Via: RockBizz

Guns N’ Roses virá ao Brasil no final de outubro, segundo jornalista
Boa nova aos fãs de hard rock oitentista! O Guns N’ Roses virá ao Brasil no final de outubro para uma série de shows, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país. Tudo indica que a turnê por aqui será Because What You Want N’ What You Get Are Two Completely Different Things, ou seja, a mesma tour que já passou pela Ásia e está certa de rolar na Europa entre o fim de maio e o final de julho. Como dito pelo jornalista, as datas dos concertos no Brasil, bem como todo o serviço serão revelados em breve para que os fãs possam se programar para curtir mais uma vez Axl Rose (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo) e companhia ao vivo e a cores. Para aumentar ainda mais a expectativa da tour, curta os hits Sweet Child O’ Mine, Paradise City e Don’t Cry nos players abaixo: Via: RockBizz

“Não tem ninguém no mundo com a harmonia mais rica do que a música brasileira”, diz Kiko Loureiro
Em recente conversa com os apresentadores Carlos Mafia e Victor Cutrale, do Plugado Podcast, o guitar hero Kiko Loureiro, que já passou pelo Angra, Megadeth, Supla e Dominó, enalteceu a riqueza da música brasileira. Ele também explicou de onde veio tamanha pluralidade cultural. “Não tem ninguém no mundo com a harmonia mais rica do que a música brasileira”, afirmou o guitarrista. “Tem até uma entrevista recente do Hans Zimmer [famoso produtor e compositor alemão] falando sobre isso. Se ele pudesse ter alguma coisa seria a harmonia do pessoal do Brasil”. Kiko continuou: “E ele estava se referindo a tudo como as composições de Tom Jobim, Djavan, Ivan Lins, Caetano Veloso e João Bosco. Isso é muito rico! É uma cultura que vem da música erudita, com Heitor Villa-Lobos, que é o pai dessa escola de ter uma coisa brasileira, com o som dos escravos e a parte rítmica”. “Tem também a influência do jazz, que é uma mão de duas vias entre o jazz e a bossa nova, então, é super rico. Os acordes são bem diferentes, mas sempre com apelo popular. Esse é o grande lance. Você pode fazer um negócio complexo que pouca gente ouve, mas complexo e popular é Brasil”, finalizou em tom assertivo. Assista a entrevista completa no tocador a seguir: Via: RockBizz