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Monolith compartilha o videoclipe do single Gooru
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05/06/2025

Monolith compartilha o videoclipe do single Gooru

O Monolith, que é a nova banda do baterista Mike Mangini, ex-Dream Theater, ao lado de Hernán “Motley” Rodríguez no baixo e vocal e Andy Barrow na guitarra, compartilhou o videoclipe do single Gooru. Veja: Anteriormente, o Monolith liberou os vídeos de Oligarchs e Mother Martyr, que tiveram relativo apoio dos fãs, passando de cem mil visualizações cada audiovisual. Confira nos tocadores abaixo: Para a nova empreitada artística, Mangini e seus asseclas estão se enveredando por um caminho sonoro mais cru do que o prog metal de outrora. O trio, contudo, não revelou detalhes em relação a um full length e nem a previsão de quando estreará ao vivo. A única certeza é que Mike Mangini quer deixar o episódio da demissão do Dream Theater para trás e iniciar um novo e bem-sucedido capítulo em sua carreira musical. Via: RockBizz

Brian Tatler sugere que o Diamond Head pode ter chegado ao fim
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04/06/2025

Brian Tatler sugere que o Diamond Head pode ter chegado ao fim

O guitarrista Brian Tatler sugeriu que o Diamond Head pode ter chegado ao fim de sua jornada, durante uma entrevista para o Metal Journal. Questionado sobre os planos do Diamond Head para além do lançamento do próximo álbum ao vivo, Tatler deu detalhes sobre o status incerto da banda e suas prioridades atuais com o Saxon. “No momento, o álbum ao vivo é o principal”, ele disse. “Ele sai em 11 de julho pela Silver Lining. E depois disso, quem sabe? Não temos planos para gravar um novo álbum. E não há datas definidas”. Tatler, que se juntou ao Saxon em março de 2023, explicou como seu compromisso com o grupo criou conflitos de agenda que levaram ao hiato do Diamond Head. “Eu simplesmente pensei que, depois de entrar no Saxon – e entrei em março de 2023 – seria difícil agendar shows no Diamond Head, porque o Saxon é muito movimentado”, continuou. “Porque, como você sabe, você agenda com seis meses de antecedência, nove meses de antecedência, e eu não queria estar em uma posição de dizer: ‘Bem, eu tenho que fazer show com o Saxon, então teremos que cancelar o show do Diamond Head e decepcionar as pessoas’”. O guitarrista revelou que tanto ele quanto a equipe da banda concordaram em dar um tempo para reavaliar a situação. “Então eu disse: ‘Vamos dar um tempo’”, acrescentou Tatler. “E a equipe nos aconselhou o mesmo, dizendo: ‘Dê um tempo. Vamos ver como as coisas estão daqui a um ou dois anos’. E aí veremos.” Tatler expressou satisfação com seu papel atual no Saxon e refletiu sobre sua longa trajetória no Diamond Head. “Estou feliz onde estou”, disse ele. “Estou gostando muito de estar no Saxon. Já fizemos muitos shows. Há muitos outros chegando e estamos trabalhando no próximo disco. Tenho muita coisa para fazer e quase tenho tudo o que preciso para atender às minhas necessidades”. “Então, não estou com vontade de voltar ao Diamond Head”, ele completou. “Sinto que estou no Diamond Head desde os 16 anos, e tem sido um longo caminho. Mas estou feliz onde estou no momento. Estou curtindo o desafio e a mudança. E tocar com pessoas diferentes também é divertido”. Os comentários de Tatler marcam um possível fim para uma banda que tem sido um pilar do heavy metal britânico por mais de quatro décadas. Confira a entrevista completa abaixo: Via: RockBizz

Iron Maiden: Dave Murray analisa o perfil criativo de Steve Harris
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04/06/2025

Iron Maiden: Dave Murray analisa o perfil criativo de Steve Harris

Todo mundo sabe que o Iron Maiden é um empreendimento do baixista Steve Harris. O seu sócio, o empresário Rod Smallwood, cuida da parte burocrática e o músico das questões criativas e musicais, resumidamente. E um dos aliados de Harris nas cinco décadas da banda é o guitarrista Dave Murray. Em conversa com o pessoal do Music Radar, o guitar hero analisou o perfil criativo de Steve Harris e o elogiou por se diferenciar dos outros compositores da cena heavy metal, ou seja, por ter um DNA sonoro. “Eu acho que quando o Steve compõe uma música, ela tem uma identidade”, refletiu Murray. “E provavelmente é algo que um guitarrista não escreveria, como algumas das melodias e as mudanças de tempo”, pontuou. “Isso é ótimo porque te impulsiona e te desafia, como um músico. Você precisa de alguém que seja direto, e o Steve teve isso desde o começo”, arrematou. Com o assunto tem a ver com o Iron Maiden, a banda está na estrada promovendo a Run For Your Lives Tour, que é uma turnê em celebração aos seus cinquenta anos de carreira. Para saber o passo a passo da turnê, acesse aqui. Via: RockBizz

Into The Void tem um dos melhores riffs e o Black Sabbath é o chefão do metal, segundo Sammy Urwin (Employed To Serve)
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04/06/2025

Into The Void tem um dos melhores riffs e o Black Sabbath é o chefão do metal, segundo Sammy Urwin (Employed To Serve)

Entrar na seara de melhor isto ou aquilo é bem difícil e polêmico porque cada pessoa tem as suas preferências e gostos, os quais têm ligação direta com as respectivas experiências de vida do indivíduo. O guitarrista do Employed To Serve, Sammy Urwin, por exemplo, considera que Into The Void tem um dos melhores riffs do Black Sabbath. O músico falou sobre a sua preferência em conversa com a Metal Hammer. Ele disse: “Se eu fosse escolher os melhores riffs do metal, eu ia escolher uma faixa do Dio, mas tenho que dar o crédito aos originais, Black Sabbath. Into The Void é, sem dúvida, um dos melhores riffs de todos os tempos”. Sammy acrescentou: “Esse riff ainda soa incrivelmente pesado! Fico arrepiado ao ouvi-lo e não importa quantas vezes eu o ouça. O Black Sabbath é simplesmente uma das melhores bandas de metal de todos os tempos. Eles são os chefões”. Into The Void é a canção que encerra o álbum Master Of Reality, de 1971, que é o terceiro registro de estúdio do grupo britânico. O disco já vendeu mais de dois milhões de cópias e alcançou o Top 10 das paradas dos Estados Unidos. Curta a versão ao vivo de Into The Void e a fala completa de Sammy Urwin nos players abaixo: Via: RockBizz

Sodom canta sobre o medo de ser enterrado vivo em Taphephobia
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04/06/2025

Sodom canta sobre o medo de ser enterrado vivo em Taphephobia

O Sodom lançou o lyric video da música Taphephobia, faixa que estará no repertório do novo disco, The Arsonist, que sairá no dia 27 de junho pela Steamhammer. O teor lírico da canção é sobre o medo de ser enterrado vivo. O frontman da banda, Tom Angelripper, comentou: “Taphephobia é sobre uma fobia anormal de ser enterrado vivo por ter sido declarado morto incorretamente. O baterista Toni Merkel, que também é um excelente guitarrista, contribuiu com essa música e ajudou a tornar o álbum ainda mais versátil”. Curta o lyric video de Taphephobia aqui: Já sobre o novo álbum, Tom disse: “O som do disco não é plástico! A diferença de som em comparação com as produções de bateria padrão de hoje é incrível e teve um efeito positivo em todos os instrumentos. Estamos felizes em oferecer um resultado bom aos fãs”. The Arsonist estará disponível nos seguintes formatos: CD, CD digipak, vinil preto, vinil colorido (amarelo), boxset, digital (download e streaming). Atualmente, o Sodom conta com os trabalhos de Thomas “Angelripper” Such (vocal e baixo), Frank Blackfire (guitarra), York Segatz (guitarra) e Toni Merkel (bateria). Track listing de The Arsonist: 01. The Arsonist02. Battle Of Harvest Moon03. Trigger Discipline04. The Spirits That I Called05. Witchhunter06. Scavenger07. Gun Without Groom08. Taphephobia09. Sane Insanity10. A.W.T.F.11. Twilight Void12. Obliteration Of The Aeons13. Return To God In Parts Via: RockBizz

Battle Beast revela informações do novo álbum Steelbound
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04/06/2025

Battle Beast revela informações do novo álbum Steelbound

O grupo finlandês Battle Beast revelou informações do novo álbum Steelbound, que será lançado em outubro pelo selo Nuclear Blast. Como prévia ao trabalho, que será o sétimo de sua carreira, a banda liberou o clipe da faixa-título. Sobre a canção, a vocalista Noora Louhimo falou: “Quando criança, eu fui vítima de bullying na escola. Na idade adulta, eu experimentei misoginia e sexismo em minha vida profissional e privada. Através de todas essas experiências, me tornei uma pessoa que sempre luta contra a injustiça. E a Steelbound é uma música de poder para todos nós que tentamos navegar por situações e relacionamentos difíceis na vida. A música lida com coisas dolorosas, mas, ao mesmo tempo, nos dá força para continuar lutando contra as injustiças do mundo. Vamos nos levantar juntos, porque somos unidos pelo metal”. Curta o vídeo de Steelbound no player a seguir: Além de Noora Louhimo, o Battle Beast conta em sua formação com Eero Sipilä (baixo), Joona Björkroth (guitarra), Juuso Soinio (guitarra), Janne Björkroth (teclado) e Pyry Vikki (bateria). Via: RockBizz

Epica libera o lyric video da música Aspiral
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04/06/2025

Epica libera o lyric video da música Aspiral

O grupo de symphonic metal Epica liberou o lyric video da música Aspiral, que é a faixa-título de seu novo registro de estúdio, o nono de sua carreira, o qual saiu no dia 11 de abril pela gravadora alemã Nuclear Blast. Confira no player logo abaixo: Aspiral contou com a produção e mixagem do holandês Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras de outras bandas europeias como After Forever, Blind Guardian e Powerwolf. Uma curiosidade bacana sobre o título do disco é que sua inspiração surgiu de uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século vinte e fundador do classicismo retorcido. No trabalho de Szukalski, cada detalhe das artes traz mais do que se imagina à primeira vista. E o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: RockBizz

Cidade natal de Lemmy pode ganhar novo espaço em memória do saudoso líder do Motörhead
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03/06/2025

Cidade natal de Lemmy pode ganhar novo espaço em memória do saudoso líder do Motörhead

Além de uma estátua erguida recentemente, a cidade natal do líder do Motörhead, Lemmy Kilmister, pode ganhar um novo espaço dedicada à música. Os planos para instalar uma casa de shows com capacidade para 800 pessoas, chamada Kilmister Halls, em Burslem, Stoke-on-Trent, vêm conquistando apoio local. O espaço também incluiria um café e um museu, e substituiria o prédio atualmente vago, o Queen’s Theatre, na Wedgwood Street. A IFK Legacy CIC, empresa responsável pela estátua de Lemmy de 2,25 m erguida na Market Place de Burslem no mês passado, está liderando as propostas para o local. Os organizadores estão “analisando a aquisição do prédio e a arrecadação de fundos”, segundo a BBC. Em entrevista à BBC Radio Stoke, o artista local Andy Edwards, criador da estátua de Lemmy, afirma que o local proposto poderá atrair mais músicos em turnê para a cidade. “Temos uma grande herança musical nesta cidade e costumávamos atrair as melhores bandas”, explicou ele. “Isso se perdeu e este [novo local] faria uma grande diferença para recuperá-lo”. O Queen’s Theatre é um edifício tombado e fechou pela primeira vez em 1998. Reabriu em 2003 e fechou novamente em 2014. Está situado na mesma rua da estátua de Lemmy. Lemmy nasceu em Burslem na véspera de Natal de 1945, mas se mudou para Newcastle-under-Lyme com a mãe ainda muito jovem. O músico também passou parte da infância em Madeley, no norte de Staffordshire, e em Benllech, no norte do País de Gales. O vocalista/baixista fundou o Motörhead em 1975, após sua demissão da banda de rock espacial Hawkwind. Ele foi o único membro constante da banda de heavy metal durante seus 50 anos de carreira, e eles se separaram quase imediatamente após sua morte em 28 de dezembro de 2015, aos 70 anos. Lemmy foi diagnosticado com câncer de próstata dois dias antes de falecer. Via: RockBizz

Andreas Kisser fala sobre sua amizade com Paulo Junior: “É meu irmão”
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03/06/2025

Andreas Kisser fala sobre sua amizade com Paulo Junior: “É meu irmão”

Há décadas a parceria entre o guitarrista Andreas Kisser e o baixista Paulo Xisto Junior transcendeu a esfera musical e profissional. Os caras são amigos e deixam este fato claro em todas as chances que têm para falar sobre o assunto. Durante entrevista ao canal Cassius Morris, Andreas Kisser falou sobre sua amizade com Paulo Xisto Junior e destacou que o músico mineiro é seu irmão e padrinho de seu primeiro filho, Yohan Kisser. “O nosso relacionamento é ótimo! O Paulo é meu irmão, desde o primeiro dia. Ele foi o primeiro que eu realmente conheci em Belo Horizonte. Ele me abriu as portas de sua casa. Chegamos morar juntos por alguns anos. Ele é padrinho do meu primeiro filho. Nos conhecemos quando entrei no Sepultura, que foi em 1987. Passamos por tantas coisas diferentes juntos. A nossa amizade e irmandade estão mais fortes do que nunca”. Kisser continuou: “Ele é um músico muito melhor hoje. Ele passou por muitas coisas pessoais para melhorar e se tornar confiante. O álcool foi um grande problema dentro de nossas famílias e empresas., entretanto, nós não bebemos agora. Estou há cinco anos sem álcool. Paulo tem uns três ou quatro anos. Derrick [Green, vocalista do Sepultura] não bebe há seis anos. É incrível! É a melhor coisa! Ele está tocando melhor do que nunca. Ele é uma pessoa melhor, mais focado e mais ligado em tudo”. “Acordamos sem ressaca e economizamos um monte de dinheiro, pois não gastamos nada com álcool. Somos uma família. Ele é basicamente o principal motivo de ainda estarmos aqui. Tivemos muitas mudanças ao longo da carreira do Sepultura, e ele é o único que ainda está aqui desde o começo. É fantástico”, concluiu Andreas. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

Sophie Lloyd junta as escovas de dentes com o baterista Christopher Painter
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03/06/2025

Sophie Lloyd junta as escovas de dentes com o baterista Christopher Painter

A virtuosa guitarrista Sophie Lloyd juntou as escovas de dentes com o baterista Christopher Painter. Agora há pouco, pelas redes sociais, a britânica compartilhou algumas fotos da cerimônia de seu casamento. Na legenda da postagem, ela escreveu: “Eu me casei com meu melhor amigo, o amor da minha vida e aquele que faz meu coração se sentir em casa”. Já na sessão de comentários da postagem, Christopher escreveu: “Você me faz o homem mais feliz do mundo”. Veja o post de Sophie e algumas fotinhas do casório: Em seu canal oficial no YouTube, Sophie Lloyd já homenageou inúmeros nomes importantes do rock n’ roll e heavy metal. Em sons de Iron Maiden a Bon Jovi, de Alice Cooper a Guns N’ Roses, a moça mostrou seu talento nas seis coisas. Para conferir os seus vídeos, basta acessar seu canal oficial aqui. Carreira solo O primeiro álbum de Sophie Lloyd, Imposter Syndrome, saiu em 10 de novembro de 2023. O trabalho possui participações especiais de Michael Starr (Steel Panther), Matt Heafy (Trivium), Chris Robertson (Black Stone Cherry), entre muitos outros músicos. Track listing de Imposter Syndrome: 01. Do Or Die (com Nathan James)02. Pressure (com Brandon Saller)03. Imposter Syndrome (com Lzzy Hale)04. Let It Hurt (com Chris Robertson)05. Runaway (com Michael Starr)06. Fall Of Man (com Matthew K. Heafy)07. Lost (com Cole Rolland)08. Hanging On (com Lauren Babic)09. Avalanche (com Trevor McNevan)10. Won’t You Come (com Marisa Rodriguez)11. Judge And Jury (com Tyler Connolly) Via: RockBizz

“Nunca fui muito confiante como músico; sempre senti que precisava me esforçar muito”, diz Alex Lifeson (Rush)
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03/06/2025

“Nunca fui muito confiante como músico; sempre senti que precisava me esforçar muito”, diz Alex Lifeson (Rush)

Alex Lifeson (Rush, Envy of None) é um guitarrista dono de uma carreira invejável com riffs e solos como Tom Sawyer, Limelight, YYZ, The Analog Kid, 2112 e muitos outros. Apesar disso, o rock star canadense comentou, em conversa com a Guitar Player, que nunca se sentiu muito confiante como músico, o que é bastante difícil de imaginar visto as suas performances irretocáveis ao longo da carreira. “Para ser sincero, eu nunca fui muito confiante como músico”, afirmou Alex. “Sempre senti que precisava me esforçar muito, e talvez não tenha percebido que tenho um talento natural para tocar guitarra”, refletiu. “No entanto, sei de onde vim e sei como fui como músico durante a maior parte da minha carreira musical. Agora, sou um músico mais sensível”, analisou. “Os meus dedos estão melhores”, comemorou. “Mas tenho 71 anos, então, não vou tocar como tocava aos 21ou 51 anos”, avaliou. “É um longo caminho quando se tem essa idade. Estou lutando contra as dificuldades que vêm com a idade avançada, mas meus dedos estão muito melhores do que há seis meses. Eles me agradecem por fazer isso e por tê-los recuperado”, celebrou. Lifeson encerrou em tom assertivo: “Eu me sinto confiante. Eu me sinto feliz. Eu me sinto novo em termos de tocar. É um bom momento para mim agora”. Com a sua nova banda Envy of None, Alex Lifeson já colocou no mercado dois discos completos e um EP: Envy of None (2022), That Was Then, This Is Now (EP, 2023), Stygian Wavz (2025). Via: RockBizz

In Flames faz o primeiro show com o baterista Jon Rice; veja vídeos
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03/06/2025

In Flames faz o primeiro show com o baterista Jon Rice; veja vídeos

Nesta segunda-feira, dia 02 de junho, no Noblessneri Valukoda em Tallinn, Estônia, o In Flames fez o primeiro show com o baterista Jon Rice. Ele é o substituto de Tanner Wayne, músico que entrou na banda sueca em 2018 e participou dos álbuns I, the Mask (2019) e Foregone (2023). Veja alguns registros amadores da apresentação nos players abaixo: Rice não é nenhum anônimo na cena heavy metal, visto que já substituiu Inferno no Behemoth por algum tempo, além disso, ele já tocou com o pessoal do Uncle Acid & The Deadbeats, The Red Chord, Tjusder e Job For A Cowboy. Neste mês, o In Flames tocará em vários festivais de verão pela Europa como os famosos Graspop Metal Meeting, Rock Am Ring e Copenhell. Saiba o itinerário dos suecos na postagem abaixo. Via: RockBizz

Guns N’ Roses: show na Arábia Saudita estava tão quente que os captadores da guitarra de Richard Fortus derreteram
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03/06/2025

Guns N’ Roses: show na Arábia Saudita estava tão quente que os captadores da guitarra de Richard Fortus derreteram

Recentemente, o Guns N’ Roses fez o sétimo show da nova turnê, que aconteceu na Mohammed Abdu Arena em Riad, Arábia Saudita! O diferencial do show, por assim dizer, foi o clima, pois estava tão quente que os captadores da guitarra de Richard Fortus derreteram. Pelas redes sociais, o músico compartilhou uma foto em que mostra a cera usada nos captadores para minimizar a vibração mecânica escorrendo pelo corpo do instrumento. Apesar do concerto ter acontecido por volta das 22h, a temperatura na cidade chegou a 45°C durante o dia. Dessa forma, na hora do espetáculo, os dois humbuckers da Gretsch Falcon de Fortus atingiram o ponto de fusão, e acabaram deixando o rock star na mão. No Instagram, Richard escreveu: “Bem, esta é a primeira vez! Estava tão quente na Arábia Saudita que a cera dos meus captadores derreteu”. Veja: É importante explicar que a cera usada em captadores é geralmente uma mistura 80/20 de parafina e cera de abelha, com a primeira tendo um ponto de fusão a partir de 45°C. Portanto, o show na show na Arábia Saudita estava propício para um episódio tão sui generis como esse. Via: RockBizz

Cradle of Filth confirma três apresentações no Brasil em agosto
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03/06/2025

Cradle of Filth confirma três apresentações no Brasil em agosto

O Cradle of Filth confirmou seu retorno ao Brasil após sete anos para uma extensa turnê no mês de agosto em divulgação do 14º álbum de estúdio, The Screaming of the Valkyries. Serão três apresentações: 21/08 em Limeira (Mirage), 22/08 em Curitiba (Tork ‘n Roll) e dia 23/08 em São Paulo (Carioca Club). Em todos os shows desta turnê, o Cradle of Filth terá como banda convidada a norte-americana Uada, com seu black metal repleto de elementos melódicos e densos. O Cradle of Filth, formado em 1991, originalmente uma banda de black metal, é ainda hoje uma das formações mais reverenciadas e influentes da música pesada. Com o passar dos anos, elementos sinfônicos e melódicos cresceram nas composições e a sonoridade única chegou até ao mainstream. A banda, sempre com o carismático vocalista Dani Filth e seus gritos dilacerantes e guturais potentes, é também, há décadas, responsável por abrir caminho para muitos dos principais artistas do metal da atualidade com sua mistura característica de peso enegrecido, teatralidade macabra e estilo gótico cintilante. O reinado do Cradle of Filth começou de fato com Dusk… and Her Embrace, de 1996, considerado o álbum que consolidou a identidade da banda, misturando black metal, gótico e elementos sinfônicos com uma produção mais refinada. Os vocais extremos de Dani Filth, as letras poéticas e obscuras e a ambientação vampiresca criaram um marco no black metal sinfônico. Cruelty and the Beast, de 1998, colocou a banda inglesa em definitivo no primeiro escalão da música pesada mundial. É um álbum conceitual, baseado na história de Elizabeth Báthory, a condessa húngara acusada de assassinar centenas de jovens. Musicalmente, é sombrio, barroco e teatral. Os arranjos sinfônicos e a narrativa histórica deram uma atmosfera de ópera gótica sangrenta. Destaque também para Midian (2000), um dos álbuns mais acessíveis e bem produzidos da banda, e Nymphetamine (2004), que indicou uma leve mudança para o metal gótico e extremo mais acessível. Em 2005, o Cradle of Filth foi indicado ao Grammy Awards na categoria “Best Metal Performance”, com a música Nymphetamine (Fix). Já na atual década, o lançamento de Existence Is Futile, de 2021 colocou o Cradle of Filth no 20º lugar na Billboard 200 com Hard Rock Genre (além de muitas outras estreias nas paradas). Com o álbum cuja turnê traz a banda de volta ao Brasil, The Screaming of the Valkyries, lançado em março de 2025 pela Napalm Records, o Cradle of Filth une fantasmas do passado e um ousado passo em direção ao futuro. A sonoridade é moderna, sem abandonar passagens extremas, mas também flertando abertamente com momentos de heavy metal tradicional e thrash metal. SERVIÇO: Cradle of Filth em São PauloData: 23 agosto de 2025 (sábado)Horário: 17h (abertura da casa)Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo)Ingresso: https://fastix.com.br/events/cradle-of-filth-em-sao-paulo Valores:Pista: R$ 200,00 (1º lote – meia estudante e meia solidária); R$ 400,00 (1º lote – inteira)Camarote: R$ 250,00 (1º lote – meia estudante e meia solidária); R$ 500,00 (1º lote – inteira) Cradle of Filth em CuritibaData: 22 agosto de 2025 (sexta-feira)Horário: 18h (abertura da casa)Local: Tork ‘n Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba)Ingresso: https://fastix.com.br/events/cradle-of-filth-em-curitiba Valores:Pista: R$ 180,00 (1º lote – meia estudante e meia solidária); R$ 360,00 (1º lote – inteira)Camarote: R$ 230,00 (1º lote – meia estudante e meia solidária); R$ 460,00 (1º lote – inteira) Cradle of Filth em LimeiraData: 21 agosto de 2025 (quinta-feira)Horário: 19h (abertura da casa)Local: Mirage (Av. Prof. Joaquim de Michieli 755, Limeira)Ingresso: https://www.circleofinfinityproducoes.com/ingressos/ Via: RockBizz

“Sou muito autocrítico em relação à adoração das pessoas”, reflete Ozzy Osbourne
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03/06/2025

“Sou muito autocrítico em relação à adoração das pessoas”, reflete Ozzy Osbourne

Ozzy Osbourne e rock n’ roll são duas coisas que se fundem, visto que é impossível desassociar um do outro. Com esta relação tão íntima com a música, o cantor britânico recebe muita bajulação e elogios dos fãs. Grande parte destes aplausos são justificados, porque a discografia do Príncipe das Trevas é para lá de especial. Todavia, ele parece não ser tão benevolente consigo; na verdade, o Madman é o primeiro a se criticar. Em seu programa de rádio, Ozzy Speaks, que vai ao ar pela SiriusXM, o Príncipe das Trevas refletiu sobre o chicote impiedoso da autocrítica. “Sou muito autocrítico em relação à adoração das pessoas. Não sou bom em aceitar os elogios das pessoas”, analisou Osbourne. “Meu filho Jack sempre me fala que consegui chegar lá e tal, mas eu respondo que não consegui. Falo que quero fazer mais música e provar meu valor”. Ozzy acrescentou: “Quando conheci Paul McCartney, eu quase morri. E teve um garoto que me disse a mesma coisa quando me conheceu. Ele falou que foi a mesma experiência para ele. Para mim, isso é difícil de entender”. Achando que merece ou não, Ozzy Osbourne marcou seu nome nos anais do rock n’ roll, com uma carreira pautada por trabalhos criativos, ousadia dentro e fora dos palcos e boas doses de humor e loucura. Via: RockBizz

Bono brinca sobre democracia no U2: “Ouvimos uns aos outros mas fazemos o que The Edge diz”
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02/06/2025

Bono brinca sobre democracia no U2: “Ouvimos uns aos outros mas fazemos o que The Edge diz”

Bono fez um comentário bem-humorado sobre o processo de tomada de decisões do U2 em uma entrevista recente ao Irish Mirror. O vocalista comparou a dinâmica da banda com os sistemas políticos, traçando um paralelo entre a abordagem do U2 à democracia e a perspectiva de uma outra banda famosa. “Democracia sangrenta. Thom Yorke, do Radiohead, diz: ‘Uma banda é como as Nações Unidas, só que eu sou a América’”, disse Bono. “Mas o U2 é uma democracia de verdade. Ouvimos uns aos outros e então fazemos o que o The Edge diz”. O músico de 65 anos fez esse comentário durante uma discussão sobre as contribuições dos membros da banda para novas músicas. A declaração de Bono foi feita em tom de brincadeira. No entanto, destaca a influência significativa do guitarrista The Edge na formação da direção criativa da banda ao longo de sua carreira. Atualmente o U2 está explorando diferentes caminhos musicais para seu próximo álbum, com lançamento previsto para o final de 2025. O retorno do baterista Larry Mullen após suas cirurgias em 2023 fortaleceu o espírito dinâmico e colaborativo original da banda. Via: RockBizz

Deep Purple vai dar um tempo em suas atividades, segundo Don Airey
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02/06/2025

Deep Purple vai dar um tempo em suas atividades, segundo Don Airey

O Deep Purple é uma banda com mais de cinquenta anos de estrada, repleta de hits e que não pensa em deitar sobre os louros do passado, visto que tem colocado no mercado álbuns novos com bastante regularidade e marcado presença em vários festivais e eventos ao redor do globo. Porém, os vovôs do rock n’ roll vão dar um tempo em suas atividades neste ano, segundo Don Airey, tecladista do grupo há mais de vinte anos. Em entrevista à revista Classic Rock, o músico revelou os próximos planos do quinteto. “Só saí da estrada com o Purple no dia 19 de dezembro. Então, estamos dando uma pequena pausa”, disse Airey. “Assim que a poeira baixar um pouco, acho que poderemos olhar para o futuro”, completou o artista britânico sem fornecer maiores esclarecimentos. Vale lembrar que o Purple tem compromissos com os fãs brasileiros neste mês. A apresentação vai acontecer no festival Best Of Blues And Rock, em São Paulo. Depois disso, a banda só irá voltar aos palcos em novembro, para um show em Dubai. Via: RockBizz

Edu Falaschi lembra os perrengues que passou na carreira: “10 anos cantando em boteco”
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02/06/2025

Edu Falaschi lembra os perrengues que passou na carreira: “10 anos cantando em boteco”

Como cantou o lendário frontman do AC/DC, Bon Scott, em It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll) – “É um longo caminho até o topo (se você quer rock ‘n’ roll)”, em uma tradução livre -, a estrada para chegar em uma posição confortável vivendo de música, em especial de rock, é sinuosa e cheia de obstáculos. O vocalista Edu Falaschi (ex-Angra, ex-Almah) foi um dos poucos brasileiros que conseguiu chegar lá, mas, mesmo assim, passou sua cota de perrengue. Em conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, o loiro lembrou os perrengues que passou na carreira. “Fiquei dez anos no underground, que foi o período entre o Mitrium e a minha entrada no Angra, então, foram dez anos de boteco e de cantar na noite. Era toda sexta, sábado e domingo, com perrengue, som ruim e sem ganhar nada. Eu até gastava dinheiro. E o pior! Não tinha a fama que te propícia a viver daquilo, que é o lado de quando você vira músico profissional. Músico profissional é quando ganha dinheiro. Nessa época, eu considero uma carreira profissional, mas não estava ganhando grana ainda. Estava só investindo. Então, foram dez anos de batalha, construção de uma marca, porque o nome do artista é uma marca. Foram dez anos de conexões com vários outros artistas, revistas e gravadoras. Tudo isso faz parte da bagagem do Edu empreendedor”. Falaschi continuou: “Além disso, foram dez anos de investimento na parte emocional. Dez anos de investimento de grana. Dez anos de noite sem dormir – dez anos fazendo shows em que você não dorme. Foram dez anos dormindo na casa de alguém, no chão e com apenas um cobertor”. “Não tinha roadie, então, passei dez anos carregando as coisas. É uma luta. E a geração nova, que vive da internet, não têm essa experiência de viver como é ser um músico completo. O Angra foi a recompensa de todo investimento, trabalho e dedicação desses dez anos”, concluiu. Eis a fala completa de Edu Falaschi aqui: Via: RockBizz

Eric Peterson nega participação de Floor Jansen em novo álbum do Testament
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02/06/2025

Eric Peterson nega participação de Floor Jansen em novo álbum do Testament

Durante conversa com o apresentador Andrew McKaysmith, do podcast Scars And Guitars, Eric Peterson negou a participação de Floor Jansen em novo álbum do Testament. De acordo com o guitarrista, a cantora holandesa ficou aborrecida com a não presença no disco do grupo. “Não vai acontecer, não. Era algo que estava sendo discutido, e acabou vazando antes que tudo fosse resolvido. Acho que ela ficou um pouco chateada, pelo que me disseram. Não sei. Para mim, isso é tudo boato”. Eric continuou: “A história foi tomando uma proporção bem grande! Mas ela seria ótima em uma de nossas músicas. Temos uma balada que seria perfeita para ela. É muito boa. Não precisa de outro cantor, mas seria legal ter a Floor”. “Eu gosto muito da Floor no show do Wacken 2013 [Showtime, Storytime, do Nightwish]. Quando ela chegou ao Nightwish no final da turnê, eles a encerraram no Wacken. Esse foi o meu primeiro contato com o trabalho dela no Nightwish. Eu acompanho os caras! Gosto muito da banda! Quando assisti ao show, ela simplesmente arrasou nas músicas. Fiquei com os pelos do braço arrepiados de vê-la cantando com eles”, finalizou o guitarrista. Assista a entrevista na íntegra no tocador logo abaixo: Via: RockBizz

Fall Out Boy, Yellowcard e Story Of The Year se apresentam no Rio de Janeiro em agosto
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02/06/2025

Fall Out Boy, Yellowcard e Story Of The Year se apresentam no Rio de Janeiro em agosto

No início dos anos 2000, uma geração de jovens encontrou nas guitarras aceleradas, letras confessionais e visual carregado de identidade, um espaço de expressão e pertencimento. Os movimentos emo e o pop punk ganharam força nas rádios, na internet e nos aparelhos de MP3, revelando artistas que traduziram as tensões, amores e angústias de uma época marcada por transformações culturais e digitais. Fall Out Boy, Yellowcard e Story of the Year estão entre os nomes que surgiram naquele período. Cada grupo com sua individualidade construiu trajetórias sólidas e conquistou um público fiel ao redor do globo. A Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, recebe as bandas norte-americanas no dia 27 de agosto (quarta-feira). Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 4 de junho (quarta-feira), ao meio-dia, no site da Eventim. Com mais de duas décadas de carreira, o Fall Out Boy retorna ao Brasil em meio à turnê de divulgação de seu disco mais recente, So Much (For) Stardust (2023). A banda teve um papel fundamental na popularização do movimento emo e conquistou uma legião de fãs com suas letras introspectivas e refrões cativantes, tornando-se um dos maiores representantes do pop punk – som perfeito para quem passava tardes inteiras no MySpace, postando fotos recheadas de legendas dramáticas e ouvindo Sugar, We’re Goin Down repetidamente. A noite também marca o reencontro do público carioca com o Yellowcard, quarteto californiano conhecido por incorporar o violino à sonoridade do pop punk e que, recentemente, voltou aos palcos depois de um hiato de sete anos. Formada em 1997, a banda reúne mais de dez trabalhos de estúdio, incluindo o álbum de platina Ocean Avenue (2003), listando sucessos como Only One, Way Away, Breathing e, claro, o single Ocean Avenue, um dos clássicos do grupo com mais de 430 milhões de plays nas plataformas de áudio. Um dos primeiros nomes do post hardcore a vender um milhão de cópias, a banda Story Of The Year – formada por Dan Marsala (vocal), Ryan Phillips (guitarra), Adam Russell (baixo) e Josh Wills (bateria) – completa a noite. Os músicos são reconhecidos por entregar experiências ao vivo extremamente envolventes, comprovadas pelas participações nas turnês de Linkin Park (2018), My Chemical Romance (2004) e The Used (2024). SERVIÇO: Fall Out Boy, Yellowcard e Story Of The Year no Rio de JaneiroData: 27 de agosto de 2025 (quarta-feira)Local: Farmasi Arena | Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJClassificação Etária: Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.Setores e preços:Cadeira N3 – R$ 197,50 (meia-entrada) | R$ 237,00 (ingresso social) | R$ 395,00 (inteira)Cadeira N1 – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 297,00 (ingresso social) | R$ 495,00 (inteira)PISTA – R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 477,00 (ingresso social) | R$ 795,00 (inteira) Início das vendasVenda geral: 4 de junho (quarta-feira), às 12h, on-line e na bilheteria oficialVendas on-line: http://eventim.com.br/FallOutBoyRJBilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) | Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de DentroFuncionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Via: RockBizz

Garbage lança o novo álbum Let All That We Imagine Be The Light
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02/06/2025

Garbage lança o novo álbum Let All That We Imagine Be The Light

O Garbage lançou o novo álbum Let All That We Imagine Be The Light! De acordo com a banda, o trabalho surgiu a partir da necessidade de encontrar algo positivo em meio ao caos e à convulsão da sociedade moderna. O disco, que é o oitavo trabalho de estúdio da banda, traz todas as marcas registradas que a consagraram como um dos maiores nomes do rock noventista como guitarras expressivas, batidas precisas e explosivas e sonoridades complexas, sustentadas pela voz inconfundível e letras carregadas de força de Shirley Manson. “Este disco fala sobre o que significa estar vivo e sobre o que significa encarar a destruição iminente. É esperançoso! É muito sensível ao que significa ser humano. Nossas falhas e erros ainda são belos, mesmo que nos ensinem que não são. É um disco terno e eletrizante sobre a fragilidade da vida”, explicou Shirley. Mantendo a formação original desde 1995, Shirley Manson, Duke Erikson, Steve Marker e Butch Vig já venderam mais de 20 milhões de álbuns. A banda prepara uma nova turnê pela América do Norte, que terá o foco no novo álbum. “Nosso último álbum – No God No Masters, de 2021 – foi extremamente direto. Nasceu da frustração e da indignação. Ele tinha uma sensação de terra arrasada, um tom furioso. Mas com este novo disco, senti uma compulsão de buscar um tipo diferente de energia. Uma energia mais construtiva. Tive essa visão de nós emergindo do subterrâneo com holofotes e lanternas, enquanto avançávamos rumo ao futuro. Procurando vida, procurando amor, procurando todas as coisas boas no mundo, que atualmente parecem tão escassas”, disse Manson. “Essa foi a ideia predominante para mim durante a criação deste álbum. Quando as coisas parecem sombrias, é melhor tentar buscar aquilo que é luz, aquilo que é amoroso e bom. Quando eu era jovem, tendia a destruir coisas. Agora que estou mais velha, acredito que é vital construir e criar coisas. Ainda cultivo velhos ideais românticos sobre comunidade, sociedade e o mundo. Não quero caminhar pelo mundo causando estragos, prejudicando a terra e as pessoas. Quero fazer o bem e não causar mais mal”, refletiu a cantora. A gravação do discou rolou no Red Razor Sounds em Los Angeles, no estúdio Grunge Is Dead, do baterista Butch Vig, e no quarto de Shirley Manson. Já a produção ficou nas mãos de Billy Bush, engenheiro de som de longa data. Via: RockBizz

Paralamas do Sucesso incendiou o Allianz Parque com show histórico — e o SEMPRE UM ROCK marcou presença no Camarote Backstage Mirante!
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01/06/2025

Paralamas do Sucesso incendiou o Allianz Parque com show histórico — e o SEMPRE UM ROCK marcou presença no Camarote Backstage Mirante!

São Paulo, 31 de maio de 2025 — O Allianz Parque foi palco de uma verdadeira celebração do rock nacional neste sábado, quando os Paralamas do Sucesso mostraram por que continuam sendo uma das maiores e mais relevantes bandas do Brasil. E, claro, o SEMPRE UM ROCK não ficou de fora! Tivemos a honra de acompanhar cada acorde direto do Camarote Backstage Mirante, curtindo o show no melhor lugar do estádio, com acesso à pista premium e uma experiência completa de open bar e open food que todo fã de rock merece. 40 anos de estrada — e energia de sobra Formada em 1982, a banda liderada por Herbert Vianna (voz e guitarra), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria) enfrentou de tudo ao longo de sua carreira — incluindo o acidente aéreo que deixou Herbert paraplégico em 2001. Muitos acharam que aquela tragédia colocaria um ponto final na história do trio, mas a verdade é que isso só fortaleceu ainda mais a essência roqueira dos Paralamas. Hoje, com mais de duas décadas de estrada pós-acidente, eles seguem firmes, acumulando hits e fãs de todas as gerações. E foi exatamente isso que vimos no Allianz Parque: 50 mil pessoas vibrando a cada música, em um setlist que fez uma retrospectiva completa da trajetória da banda. O show foi um verdadeiro passeio pela sonoridade única dos Paralamas, que sempre souberam misturar rock, reggae, ska e MPB como ninguém. O palco pegou fogo — e o rock falou mais alto Pontualmente às 21h, Herbert Vianna entrou no palco em sua cadeira de rodas, sendo recebido com carinho pelos parceiros Bi Ribeiro e João Barone. Mas quem achou que o show seria morno se enganou feio. Herbert mostrou porque é um dos maiores frontmen do rock nacional: mandou solos de guitarra com a mesma energia de sempre e cantou com força total durante quase duas horas e 36 músicas. No repertório, não faltaram clássicos como “Vital e Sua Moto”, “Óculos”, “Meu Erro”, “Alagados” e “O Calibre”. O público foi ao delírio com a mistura contagiante de ritmos em músicas como “Selvagem” e “Melô do Marinheiro”, além das baladas arrebatadoras “Ela Disse Adeus”, “Lanterna dos Afogados” e “Tendo a Lua”. Também rolou homenagem ao rock latino, com versões matadoras de “Trac-Trac” (Fito Páez) e “Loirinha Bombril” (Los Pericos), além do grande final com “Que País É Esse”, acompanhados por Dado Villa-Lobos e André Frateschi, que fizeram o show de abertura. SEMPRE UM ROCK no Camarote Backstage Mirante — onde o rock é VIP A experiência no Camarote Backstage Mirante foi simplesmente inesquecível. De lá, curtimos cada detalhe do show, conforto total, open bar e open food de primeira. Uma experiência digna de quem respira rock de verdade. E não parou por aí: após o show, o camarote virou ponto de encontro de feras do rock. O baixista Bi Ribeiro e o mestre do trombone Bidu Cordeiro, dos Paralamas do Sucesso, foram curtir o after do Camarote Backstage Mirante e tiraram fotos com o nosso CEO, Fabio Crejoinas. Um encontro histórico que reforça a essência do SEMPRE UM ROCK: vivendo o rock como ninguém. Bi Ribeiro, Fabio Crejoinas e Bidu Cordeiro Os Paralamas seguem na estrada — e nós também! Se você perdeu esse show épico, ainda tem chance de conferir os Paralamas ao vivo. A turnê de 40 anos segue pelo Brasil: 07/06 — Farmasi Arena, Rio de Janeiro 14/06 — BeFly Hall, Belo Horizonte 28/06 — Auditório Araújo Vianna, Porto Alegre Não dá pra ficar de fora, né? Confira o setlist completo da noite do dia 31 de Maio, no Allianz Parque Vital e Sua Moto Cinema Mudo Bora Bora Pólvora Ska Loirinha Bombril Trac-Trac O Calibre Selvagem (medley Polícia) Mensagem de Amor Seguindo Estrelas Uns Dias Romance Ideal Ela Disse Adeus La Bella Luna Cuide Bem do Seu Amor Tendo a Lua Aonde Quer que Eu Vá Lanterna dos Afogados Quase Um Segundo O Amor Não Sabe Esperar Será Que Vai Chover? Assaltaram a Gramática Você O Beco A Novidade Melô do Marinheiro Alagados Uma Brasileira Óculos Sossego Perplexo Caleidoscópio Meu Erro Que País É Esse Should I Stay Rock é sempre prioridade — e o SEMPRE UM ROCK tá na linha de frente No SEMPRE UM ROCK, o compromisso é trazer a você as melhores coberturas, entrevistas, resenhas de shows e experiências exclusivas. A gente vive o rock com intensidade — e não poderia ser diferente neste show histórico dos Paralamas do Sucesso. Fique ligado para mais matérias, fotos e vídeos. Porque aqui, o rock é sempre protagonista.

Zakk Wylde fala sobre a época em que quase se juntou ao Guns N’ Roses
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01/06/2025

Zakk Wylde fala sobre a época em que quase se juntou ao Guns N’ Roses

Zakk Wylde falou sobre a época em que quase se juntou ao Guns N’ Roses e revelou como a audição para se juntar a Slash e companhia acabou resultando em sua saída da banda de Ozzy Osbourne – e na formação do Black Label Society. O guitarrista relembrou suas experiências tocando com o Guns N’ Roses durante uma nova entrevista no podcast de Billy Corgan, líder do The Smashing Pumpkins. Corgan abordou um ponto menos conhecido na carreira do músico, que ocorreu durante a gravação do álbum de Ozzy, Ozzmosis, de 1995. Na época, o Guns N’ Roses estava com um guitarrista a menos, e Wylde estava na lista de possíveis candidatos a vaga. “Acho que Gilby [Clarke] tinha saído da banda, então Axl [Rose] pensou: ‘Bem, quem vamos colocar na guitarra?’”, lembrou Wylde. “Acho que o Slash simplesmente deu uma passada e meu nome entrou na jogada”. “Eu conheci o Slash quando entrei para o Ozzy, foi quando o Guns N’ Roses estava bombando”, ele continuou. “Eu conhecia o Steven [Adler] e, obviamente, o Matt [Sorum] da época em que ele estava com o Cult. Então, meio que todo mundo se conhecia. O Axl me ligou. Ele perguntou: ‘Zakk, você quer se juntar e tocar junto?’. Eu respondi: ‘Tudo bem, sim, vamos ver o que acontece’”. Wylde conheceu o grupo em um local de ensaio e começou a “tocar e pensar em ideias”. O guitarrista também lembrou que eles chegaram a “gravar alguns riffs”, um dos quais se tornou The Rose Petalled Garden, faixa do disco de estreia do Black Label Society, Sonic Brew. Após o ensaio, Wylde observou que “nada estava se materializando”, a ponto de Ozzy ficar o questionando sobre sua disponibilidade. “Nada [com o Guns N’ Roses] estava acontecendo”, ele completou. “Lembro que o Oz estava se preparando para lançar o álbum do Ozzmosis e para a turnê. Oz disse: ‘Zakk, senta aí. Vou chamar o Joe Holmes para tocar um pouco e depois veremos o que acontece a partir daí’”. No fim das contas, o show do Guns N’ Roses não deu certo para Wylde, ele não estava mais “tocando com o chefe”, e o guitarrista ficou em uma situação difícil. Ele precisava de outra saída criativa para a qual pudesse voltar sua atenção e então gravou seu primeiro álbum solo, Book of Shadows. Após uma curta turnê para promover o álbum, o músico percebeu que “ainda não estava pronto para ser um cantor e compositor”. No entanto, Wylde não estava disposto a aceitar que “o sonho havia acabado”, apesar de reconhecer que Ozzy e o Guns N’ Roses seguiriam em frente sem ele. E assim, começou a construir o Black Label Society do zero. “Eu passei de tocar com Ozzy em arenas, estádios e festivais para tocar em clubes com umas cinco pessoas”, disse ele. A história conta que o BLS acabaria sendo um sucesso, e Wylde ainda retornaria para a banda do Príncipe das Trevas – mas sua história poderia ter sido muito diferente se o show com o Guns N’ Roses tivesse dado certo. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Morten Harket, vocalista do A-ha, fala sobre sua paixão pelo Uriah Heep
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01/06/2025

Morten Harket, vocalista do A-ha, fala sobre sua paixão pelo Uriah Heep

É difícil imaginar que os integrantes do grupo pop A-ha, Paul Waaktaar-Savoy (guitarra), Magne Furuholmen (teclado) e Morten Harket (vocal), protagonistas de hits como Take On Me, Hunting High and Low, Cry Wolf e Scoundrel Days, são bem íntimos ao rock n’ roll. No entanto, os caras têm relação bem próxima com os vocais poderosos e solos de guitarra do nosso querido rock. Em entrevista à revista inglesa Prog, Morten Harket, vocalista do A-ha, falou sobre sua paixão pelo Uriah Heep, grupo setentista de rock progressivo “Através do som do Uriah Heep, eu tive a enorme revelação de que queria fazer o que eles faziam e acreditei que chegaria até o fim. Acreditei que ia conseguir chegar lá. Eu tinha 15 anos e estava muito animado. Senti que era a minha vocação! Naquele momento, eu soube o que faria pelo resto da minha vida”. O cantor completou: “A minha grande obsessão pelo Heep acabou foi me abrindo a porta para curtir outros grupos de rock como Deep Purple, The Jimi Hendrix Experience e Queen. Ouvia muito Queen e costumava cantar junto com Freddie Mercury”. Mesmo correndo fora do som pesado, a música do A-ha é de extremo bom gosto e, vez ou outra, leva um tempero rock n’ roll e, até mesmo, progressivo – seja no teor lírico, harmônico ou melódico. Conheça ou relembre alguns sons dos caras que são arte fina: Via: RockBizz