Resenhas

A música hardcore que Dave Grohl (Foo Fighters) gostaria de ter escrito
Com turnês em estádios, filmes e palcos compartilhados com nomes como Jimmy Page e Paul McCartney, Dave Grohl certamente percorreu um longo caminho desde seus primeiros dias no coração da cena grunge, tocando bateria com o Nirvana. Ao longo de sua incrível história, no entanto, o músico sempre foi grato às suas raízes no punk rock. Afinal, foi o surgimento do punk e do hardcore durante as décadas de 1970 e 1980 que o inspirou a buscar façanhas musicais, impulsionado pelo espírito “faça você mesmo” e pela atitude “qualquer um pode fazer” do movimento. Grohl deu seus primeiros passos importantes no mundo da música aos 17 anos, quando se tornou baterista da banda de hardcore punk Scream. O grupo proporcionou a Grohl uma riqueza de influência e experiência na bateria, sem a qual ele talvez nunca tivesse se juntado ao Nirvana em 1990. O som abrasivo da cena grunge de Washington foi, obviamente, fortemente inspirado pelas diversas bandas punk e hardcore que passaram pelo estado no início dos anos 1980, e uma banda em particular sempre se destacou da multidão. Formado na capital dos Estados Unidos em 1976, o Bad Brains mudou o panorama do punk para sempre, abrindo um caminho que todos os futuros artistas e ouvintes de hardcore, incluindo Dave Grohl, seguiriam. Combinando seu som hardcore infinitamente energético com uma infinidade de sons de reggae, funk e soul ao longo de sua carreira, o Bad Brains era uma espécie de exceção dentro do movimento hardcore. Nenhum outro punk hardcore daquela época colocava hinos punk furiosos no estilo blitzkrieg lado a lado com ritmos rastafári descontraídos. Essa individualidade foi como uma espécie de faca de dois gumes para o Bad Brains, impedindo-os de alcançar grande sucesso no mainstream, ao mesmo tempo em que conquistou um público cult incrivelmente dedicado. Sem surpresas, Dave Grohl foi um defensor ferrenho da banda de DC, levando sua influência inabalável para seu trabalho com o Scream, Nirvana e, mais recentemente, Foo Fighters. O Foo Fighters sempre se inclinou mais para o mundo do rock de estádio do que para o punk, devido ao profundo amor de Grohl pelo classic rock. Mesmo assim, o vocalista ainda mantém sua adoração pelas composições e pela energia do Bad Brains e de seu vocalista, HR. De fato, durante uma entrevista de 2021 para o Red Bulletin, o líder do FF declarou: “O Bad Brains foi a maior banda de hardcore punk-rock dos Estados Unidos nos anos 80”. Uma afirmação ousada, já que certamente não faltaram grandes bandas de hardcore nos anos 1980, de Minor Threat a Reagan Youth, Black Flag e Circle Jerks; a lista é praticamente infinita. Mesmo assim, o Bad Brains sempre pareceu se destacar, tanto pela diversidade de influências quanto pela energia incomparável com que HR entregava cada faixa. Essa energia é algo que Grohl aparentemente anseia, já que destacou a icônica faixa de 1982, Sailin’ On, como uma que ele gostaria de ter escrito. Explicando essa escolha, o músico compartilhou: “Eles eram de Washington, D.C., e foram a melhor banda ao vivo que já vi na minha vida. Eu estava apaixonado pela música deles – era tão rápida, tão distorcida, tão dissonante. Me dava vontade de beber cem cervejas e quebrar janelas”. E acrescentou: “Agora, se isso não for um motivo bom o suficiente para eu desejar que tivesse sido escrito por mim…” Ouça Sailin’ On abaixo: Via: RockBizz

Noel Gallagher está chocado com a qualidade do som do Oasis, diz Bono
Bono disse que Noel Gallagher está “chocado” com a qualidade do som do Oasis, que tem seu aguardado retorno aos palcos, após um hiato de 15 anos, marcado para começar no próximo mês no Reino Unido. O vocalista do U2 compartilhou seu amor pelos ícones do britpop durante uma nova entrevista para a Apple Music 1 e explicou como ele acha que os irmãos Gallagher tiveram um impacto inconfundível na cena musical indie. “Eu simplesmente os amo”, disse o cantor. “E o que eu realmente amo é a preciosidade que havia na música indie, eles simplesmente a explodiram. Havia apenas a arrogância e o som do gueto, sem glamourizá-lo.” “Os dois são engraçados”, ele acrescentou. “Ainda sou muito próximo do Noel, e ele me mandou uma mensagem dizendo que está meio chocado com o quão boa a banda está [soando nos ensaios]. Acho que vamos ter um bom verão”. O vocalista também relembrou como eles impactaram a cena musical indie nos anos 90. “Eu me lembro do que eles fizeram. Aquelas guitarras grandes, aqueles sons generosos [inspirados no Neil Young] – eram contra a lei no Reino Unido. Mas eles diziam: ‘Não, eu faço o que eu quiser’”, explicou. “Eles tinham essa qualidade rítmica e linda… e Manchester era muito influenciada pela dance music, então eles eram mais grooveados do que qualquer um, eram mais crus do que qualquer um”, concluiu. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Michael Sweet (Stryper) elege Bruce Dickinson e Rob Halford como os melhores vocalistas de metal
Ter preferência por este ou aquele músico ou banda não é algo referente apenas aos fãs. Muitos rock stars já revelaram quem são os seus heróis no universo musical. E quem escreveu sobre isso recentemente nas redes sociais, foi o frontman do Stryper, Michael Sweet. Na postagem no Facebook, Michael Sweet elegeu Bruce Dickinson (Iron Maiden) e Rob Halford (Judas Priest) como os melhores vocalistas de metal. O músico, que também é um ás das seis cordas, ainda citou os seus guitarristas favoritos, que são Eddie Van Halen (Van Halen), Randy Rhoads (Ozzy Osbourne, Quiet Riot) e Michael Schenker (ex-Scorpions, ex-UFO). No post, Michael Sweet aproveitou o espaço para enumerar o seu chocolate, carro, comida, filme e instrumentos favoritos. Veja: E por falar em Stryper, a banda virá no Brasil no final de julho para cinco apresentações. A tour será em promoção ao novo álbum When We Were Kings, que saiu em 2024 pela empresa italiana Frontiers Records. Track listing de When We Were Kings: 01. End Of Days02. Unforgivable03. When We Were Kings04. Betrayed By Love05. Loves Symphony06. Trinity07. Rhyme Of Time08. Raptured09. Grateful10. Divided By Design11. Imperfect World Via: RockBizz

Halestorm mostra os bastidores do videoclipe de Everest
O Halestorm mostrou os bastidores do videoclipe de Everest. A música é a faixa-título do sexto registro de estúdio da banda norte-americana, que chegará ao mercado no dia 08 de agosto pela Atlantic Records. De acordo com a cantora Lzzy Hale, Everest é o ápice de tudo pelo o que o grupo luta. É como cada grito, cada cicatriz e cada triunfo. Ela ainda destacou que no novo disco o quarteto será mais barulhentos e ousados, e mais brutalmente honestos do que nunca e de pé diante da tempestade. Veja o por trás das câmeras e o clipe de Everest: Além da vocalista e guitarrista Lzzy Hale, o Halestorm conta com os trabalhos de Arejay Hale (bateria), Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo). É este time, que ao lado do produtor Dave Cobb (Brandi Carlile, Chris Stapleton, Jason Isbell), que deu vida a Everest. Track listing de Everest: 01. Fallen Star02. Everest03. Shiver04. Like A Woman Can05. Rain Your Blood On Me06. Darkness Always Wins07. Gather The Lambs08. WATCH OUT!09. Broken Doll10. K-I-L-L-I-N-G11. I Gave You Everything12. How Will You Remember Me? Via: RockBizz

Deep Purple: “O que mais existe hoje é banda que toca ‘meio’ ao vivo”, lamenta Ian Gillan
Prestes a desembarcar no Brasil para a sua décima quinta visita, o Deep Purple é um dos baluartes do rock n’ roll que se mantém no mercado com a mesma postura íntegra de seus primórdios, ou seja, não se deixou iludir pelas facilidades tecnológicas que poderiam macular sua carreira. Em entrevista ao jornalista André Barcinski, da Folha de São Paulo, os músicos falaram sobre a longevidade do grupo, faixa etária do público e sobre a sábia decisão de não ser submisso aos softwares que impõem uma perfeição falsa nas apresentações ao vivo. “Faço shows desde meados dos anos 1960, estou na estrada há seis décadas e não sei viver de outra forma. Tocar ao vivo é o que me mantém feliz”, declarou o frontman Ian Gillan, que ostenta os seus 79 anos com muito orgulho. Roger Glover (baixo – ex-Rainbow) aproveitou o espaço e pontuou que o perfil etário dos fãs tem diminuído nos últimos tempos. “É incrível, mas percebemos que nossos fãs mais velhos, aqueles de rabo de cavalo grisalho (risos) têm ficado no fundo dos shows, enquanto uma turma mais nova de fãs se espreme na frente”. “Talvez eles estejam querendo se certificar de que estamos tocando ao vivo de verdade, sem playback”, brincou o virtuoso baterista Ian Paice. “O que mais existe hoje é banda que toca ‘meio’ ao vivo”, lamentou Gillan. “Com o Deep Purple, você pode estar certo de que tudo que sai das caixas de som foi feito ao vivo. Pode estar uma porcaria, mas não é playback”, finalizou o cantor. O Deep Purple vai se apresentar no festival Best of Blues and Rock, no Parque Ibirapuera, São Paulo, em 15 de junho. Além dos grandes clássicos como Smoke on the Water, Perfect Strangers, Black Night, Lazy e Highway Star, o conjunto vai sacar sons de seu novo álbum,”=1″, que saiu em julho de 2024 pela earMUSIC. Via: RockBizz

“Meu amor pelo Black Sabbath começou aos nove anos”, conta Marko Hietala
O primeiro contato com o heavy metal é sem dúvida um divisor de águas na vida de qualquer pessoa! Há pessoas que amarão o estilo imediatamente e há os indivíduos que preferirão manter a maior distância possível, o que está tudo bem. O finlandês Marko Hietala (ex-Nightwish, Tarot) é uma das pessoas que se encaixam no primeiro grupo, pois curtiu o estilo no primeiro momento em que ouviu. Em conversa com a revista Metal Hammer, ele contou como foi seu primeiro contato com a música pesada. “Meu amor pelo Black Sabbath começou aos nove anos de idade. Era um dia de verão, e eu estava deitado no sofá lendo um livro infantil que se chamava Comet in Moominland, de Tove Jansson. O livro tinha uma verdadeira sensação apocalíptica. Os mares ferviam, as coisas morriam e as árvores murchavam. Então, o meu irmão mais velho entrou na sala com um disco que tinha pegado emprestado dos vizinhos. Era Master Of Reality, do Black Sabbath. E toda aquela coisa estranha me conectou na hora”. Marko completou: “A destruição de Into The Void em particular, juntamente com a destruição imaginária de um cometa se aproximando na história do livro… Eu não falava inglês na época, então não entendia nada das letras, mas, quando fiquei mais velho, descobri o quanto era parecido com as coisas que eu gostava quando criança. Foi uma conexão engraçada de se fazer”. No começo das década de 1970, muitas bandas estavam criando músicas mais pesadas, no entanto, o Black Sabbath provou que ainda era o especialista no assunto quando lançou Master of Reality. Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) recrutaram o produtor Rodger Bain pela última vez para trabalhar em um de seus discos. Com 32 minutos no total, Master of Reality saiu em 21 de julho de 1971 e de cara vendeu milhares de cópias – o disco já bateu a marca de platina dupla, isto é, dois milhões de cópias vendidas. Into The Void, canção que fez a cabeça de Marko Hietala décadas atrás, encerra o disco com o seu doom metal lamacento, riffs ultra pesados e o indefectível vocal anasalado do Príncipe das Trevas. Curta o clássico no player abaixo: Via: RockBizz

Patinho feito de roupa nova: Metallica relança Load com áudio remasterizado
Sexta-feira 13 não é só para assustar os mais supersticiosos, não! É dia também de celebrar com material novo na praça. O Metallica, por exemplo, finalmente relançou Load, seu sexto registro de estúdio, com áudio remasterizado. O trabalho saiu pelo próprio selo do conjunto, que se chama Blackened Recordings. É importante explicar que a remasterização de Load ficou na responsabilidade de Reuben Cohen e Greg Fidelman, profissionais com bastante experiência no mercado musical, visto que já assinaram obras de nomes como Slipknot, Black Sabbath, U2 e outros. A nova versão de Load está disponível em vários formatos como CD, CD triplo, vinil duplo, cassete, boxset (com pôster, patch, palhetas, cards, lâminas e outros mimos) e digital (streaming e download). Load, que saiu originalmente em 4 de junho de 1996, marcou uma guinada do grupo para outros estilos sonoros. No disco, a banda apostou em nuances alternativas, deixando o thrash metal em segundo plano. Para quem não lembra ou não conhece a obra musical, o disco tem em seu repertório sons como Until It Sleeps, Hero Of The Day, King Nothing, Mama Said e The House Jack Built, ou seja, canções fora da zona de conforto do quarteto. Apesar de estreado em primeiro lugar na Billboard 200, o álbum sofreu com as críticas dos fãs e imprensa. Apesar disso, Load já bateu a marca de oito milhões de cópias vendidas em todo o planeta. Nada mal para um disco que é considerado um dos piores do grupo. Via: RockBizz

Judas Priest inicia turnê de aniversário do álbum Painkiller com setlist repleto de raridades
O Judas Priest iniciou a turnê Shield Of Pain, em comemoração aos 35 anos do álbum Painkiller, pela Europa nesta quinta-feira (12 de junho) no Rockfest em Turku, Finlândia. Rob Halford e cia tocaram sete músicas do clássico de 1990, além de duas faixas inéditas ao vivo do disco Invincible Shield, lançado no ano passado. As faixas do Painkiller foram as seguintes: All Guns Blazing, Hell Patrol, A Touch Of Evil, Night Crawler, One Shot At Glory, Between The Hammer And The Anvil e Painkiller. Já as faixas inéditas do Invincible Shield foram The Serpent And The King e Giants In The Sky. Gates Of Hell, que a banda tocou diversas vezes no último ano, também representou o álbum mais recente. Outras surpresas incluíram a exibição antecipada de Breaking The Law, destaque da carreira, que foi apenas a quinta música da noite, e a primeira apresentação desde 2005 de Solar Angels, do controverso álbum Point Of Entry, de 1981. Confira o setlist e vídeos filmados por fãs abaixo: All Guns Blazing (primeira vez desde 2019)Hell PatrolYou’ve Got Another Thing Comin’Freewheel BurningBreaking The LawA Touch Of EvilNight Crawler (primeira vez desde 2012)FirepowerSolar Angels (primeira vez desde 2005)Gates Of HellMetal GodsThe Serpent And The King (estreia ao vivo)One Shot At GloryBetween The Hammer And The AnvilJudas RisingGiants In The Sky (estreia ao vivo)PainkillerHell Bent For LeatherLiving After Midnight Via: RockBizz

The Cure lança o álbum de remixes Mixes Of A Lost World
Mixes Of a Lost World, concebido e compilado por Robert Smith, é um novo álbum de remixes com faixas do aclamado trabalho do The Cure, Songs of a Lost World (2024). O projeto traz remixes inéditos de nomes como Four Tet, Paul Oakenfold, Orbital, entre outros. A edição deluxe inclui remixes e releituras adicionais assinadas por Chino Moreno (Deftones), Mogwai e 65daysofstatic, entre vários convidados. A versão física já está disponível para pré-venda em www.umusicstore.com/the-cure. Sobre o projeto, Robert Smith comentou: “Logo após o Natal, recebi alguns remixes não solicitados de faixas de Songs of a Lost World, e eu realmente os amei. O The Cure tem uma história colorida com todo tipo de música dançante, e fiquei curioso para saber como o álbum inteiro soaria reinterpretado por outros artistas. Essa curiosidade resultou em uma jornada fabulosa pelas oito faixas, conduzida por 24 artistas e remixadores incríveis – algo muito além do que eu poderia ter imaginado. Doar nossos royalties de gravação para a War Child torna Mixes of a Lost World um lançamento ainda mais especial”. Ouça abaixo: Formado em 1978, o The Cure já vendeu mais de 30 milhões de álbuns pelo mundo, foi quatro vezes atração principal do Festival de Glastonbury e incluído no Rock and Roll Hall of Fame em 2019. A banda é considerada uma das mais influentes da história do Reino Unido. Após 16 anos sem lançar um álbum, Songs of a Lost World atingiu o #1 em 15 países e ficou no Top 5 em outros sete. A arte de Mixes of a Lost World também foi “remixada” por Andy Vella, colaborador de longa data da banda, e traz novamente a escultura Bagatelle (1975), do artista Janez Pirnat, que também esteve na capa do álbum original. Via: RockBizz

Por que Uli Jon Roth recusou 9 milhões de dólares pela Stratocaster preta de Jimi Hendrix
A imagem popular de Jimi Hendrix é empunhando uma Olympic White Fender Strat 1968, que recebia o nome de Izabella. Todavia, o saudoso herói das seis cordas também fez história com uma Fender Strat preta, que levava o nome de Black Beauty. Após a morte de Jimi, no dia 17 de setembro de 1970, a guitarra acabou ficando com a namorada do rock star, Monika Dannemann. Tempos depois do falecimento de Hendrix, Monika se casou com o guitarrista alemão Uli Jon Roth, ex-membro do Scorpions. Depois da morte de Dannemann, no ano de 1996, o músico germânico acabou com a “guarda” de muitos de seus pertences, entre eles a guitarra Black Beauty. Em nova entrevista à revista Guitar World, Roth falou sobre o instrumento e ressaltou que nunca o tocou. “Essa guitarra não é minha. Essa guitarra pertence à família Dannemann! Quando Monika era viva, ela estava sempre ali, parada, mas eu nunca a toquei. É a única guitarra do Hendrix que ainda está exatamente nas mesmas condições em que ele a deixou. É a mesma guitarra que ele tocou em seu último ano de vida. Ele a tocou em muitos shows. É a mesma guitarra que ele tocou Machine Gun nos shows da Band of Gypsys. Ele também a tocou em seu último show na Alemanha, onde eu estava nos bastidores”. Por ser uma relíquia como instrumento e como peça histórica, a Black Beauty chamou atenção de muitas pessoas, que queriam comprá-la pagando verdadeiras fortunas. “Sei que alguém tentou comprá-la por uma quantia absurda de dinheiro quando Monika ainda era viva. Isso foi há 30 anos. Na época, um milhão de dólares era muito dinheiro. Acho que ainda é muito dinheiro, mas não para algumas pessoas. Um cara da Microsoft, o Paul Allen, que projetou o museu do Hendrix em Seattle, ofereceu um milhão de dólares na época. A Monika disse que a guitarra não estava à venda. Hoje em dia, ela valeria muito mais”. Uli complementou: “Teve um comprador de arte do Oriente Médio que ofereceu 9 milhões de dólares pela Strat preta. Pelo telefone, eu o perguntei: ‘Me dê um bom motivo para vendermos a guitarra para você’? Ele respondeu: ‘Bem, o dinheiro’. Eu retruquei: ‘Esse não é um bom motivo’. E acabou que foi uma conversa curta”. Via: RockBizz

The Night Flight Orchestra cancela show no ProgPower USA por problemas em vistos
Notícia chata para o público que irá curtir o ProgPower USA deste ano. O evento vai acontecer entre os dias 03 e 06 de setembro! O grupo sueco The Night Flight Orchestra cancelou seu show no festival por problemas em vistos. Em nota a banda informou: “É com profunda tristeza que anunciamos que, devido a problemas imprevistos com os vistos, o The Night Flight Orchestra não poderá se apresentar no ProgPower USA este ano. Estávamos muito ansiosos para participar deste festival incrível e compartilhar nossa música com todos vocês nos EUA. Apesar de todos os esforços e preparativos, os documentos de viagem necessários não puderam ser processados a tempo, e esta situação lamentável nos deixou sem escolha a não ser cancelar a nossa apresentação. Nós gostaríamos de agradecer de todo o coração à equipe da ProgPower pela compreensão e profissionalismo e, acima de tudo, aos nossos fãs. O apoio de vocês significa muito para nós. Nós já estamos trabalhando para retornar aos EUA em breve”. Novo álbum E por falar em The Night Flight Orchestra, o trabalho de estúdio mais novo da banda se chama Give Us The Moon. Ele saiu no dia 31 de janeiro pela Napalm Records. Give Us The Moon chegou ao mercado nos seguintes formatos: – Vinil colorido com livreto e pôster– Digisleeve com livreto, hip bag e máscara– Vinil colorido– Vinil preto– Digisleeve– Digital Atualmente, o The Night Flight Orchestra é composto por Björn Strid (vocal), Sharlee D’Angelo (baixo), Jonas Källsbäck (bateria), Sebastian Forslund (guitarra), John Lönnmyr (teclado), Rasmus Ehrnborn (guitarra), Anna Brygard (backing vocal) e Åsa Lundman (backing vocal). Track listing de Give Us The Moon: “Final Call” (Intro)“Stratus”“Shooting Velvet”“Like The Beating Of A Heart”“Melbourne, May I?”“Miraculous”“Paloma”“Cosmic Tide”“Give Us The Moon”“A Paris Point Of View”“Runaways”“Way To Spend The Night”“Stewardess, Empress, Hot Mess (And The Captain Of Pain)” Via: RockBizz

“Recebi conselhos de Johnny Ramone que sigo até hoje”, lembra Rodolfo Abrantes
Algum tempo atrás, o ex-frontman do Raimundos, Rodolfo Abrantes, bateu um longo papo com o pessoal do canal ND Play. Na conversa, o cantor lembrou alguns conselhos que recebeu do guitar hero punk, Johnny Ramone, quando o Raimundos abriu para o Ramones na turnê brasileira em 1994. “A turnê com o Ramones foi demais”, afirmou Rodolfo. “Ramones influenciou a gente até no nome. A gente era cover de Ramones, por isso a gente colocou o nome de Raimundos”, contou o cantor. “No dia em que a gente foi conhecer os caras em São Paulo, no primeiro show em que eles foram fazer em São Paulo, fiquei muito nervoso. Tomei um porre que não consegui desfrutar de nada da conversa”, lamentou. “Mas na turnê a gente pôde passar algum tempo com os caras e aprender muito”, pontuou Abrantes. “Eu recebi conselhos de Johnny Ramone que sigo até hoje. Ele falou para eu salvar um dinheiro e aconselhou em como investir o meu tempo”. Rodolfo complementou: “Eles eram sossegados! Já era todo mundo coroa! Joey Ramone já estava bem doente. A minha esposa [Alexandra Horn] ia na farmácia comprar remédios para o Joey. Ela teve esse contato a trabalho, em um momento ímpar, com uma lenda do rock”. Eis o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: RockBizz

Nirvana: conheça as inspirações para o clipe de Smells Like Teen Spirit
O single Smells Like Teen Spirit colocou o Nirvana como uma sensação do rock nos anos 90. O hit vem atravessando gerações a ponto de bater a marca de um bilhão de visualizações no YouTube, o que é um feito digno de honra. Mas você sabe qual foram as inspirações para o clipe de Smells Like Teen Spirit? O frontman da banda, Kurt Cobain, quis que o vídeo tivesse a pegada de Rock And Roll High School, que é uma comédia cujo enredo se baseia no amor dos alunos pelo rock n’ roll e no objetivo dos professores e educadores em reprimir tal sentimento. Rock And Roll High School teve a direção de Allan Arkush e produção de Michael Finnell. O longa, que saiu em agosto de 1979, contou com a presença do Ramones. Além do grupo, a trilha sonora do filme contava com a presença de Alice Cooper, Devo e Chuck Berry. Veja o trailer de Rock ‘N’ Roll High School: Outro filme cult que serviu de centelha criativa para o clipe de Smells Like Teen Spirit foi Over The Edge, de 1979. No Brasil, o longa saiu sob o título de A Um Passo do Abismo. O roteiro é centrado no cotidiano pacato dos habitantes de uma cidade do interior que têm suas vidas abaladas com a revolta de alguns adolescentes. A direção de Over The Edge foi de Jonathan Kaplan, produção de George Litto e roteiro de Charles S. Haas e Tim Hunter. Já a trilha sonora foi outro destaque do filme, pois contava com sons como Surrender (Cheap Trick), You Really Got Me (Van Halen) e Teenage Lobotomy (Ramones). Assista o trailer oficial de Over The Edge: E vamos aproveitar o embalo para curtir também o audiovisual de Smells Like Teen Spirit: Via: RockBizz

Sting toca cover de God Only Knows em homenagem a Brian Wilson
Sting fez uma homenagem a Brian Wilson durante seu show em Rostock, Alemanha, na quarta-feira (11), tocando uma versão acústica de God Only Knows, do Beach Boys. “Hoje, um dos meus heróis morreu, Brian Wilson, do Beach Boys”, disse o ex-The Police. “Então eu quero cantar uma música que eu amo”. Assista abaixo: A notícia da morte do lendário fundador do Beach Boys aos 82 anos foi compartilhada por sua família ontem (11 de junho) no Instagram: “Estamos com o coração partido em anunciar o falecimento de nosso amado pai, Brian Wilson. Estamos sem palavras neste momento. Por favor, respeitem nossa privacidade neste momento, pois nossa família está de luto. Sabemos que estamos compartilhando nossa dor com o mundo”. Em fevereiro de 2024, logo após a morte de sua esposa e empresária, Melinda, foi anunciado que Wilson sofria de demência e que seus familiares haviam solicitado tutela para sua segurança. Via: RockBizz

Motörhead compartilha clipe da música Leavin’ Here
O Motörhead acaba de lançar o clipe de Leavin’ Here, segundo single do álbum The Manticore Tapes, que sairá no dia 27 de junho nos formatos CD, vinil e digital (download e streaming). Confira abaixo: O disco, que contará com onze canções, trará material registrado em 1976, época em que a banda contava com a sua formação clássica: Lemmy (vocal e baixo), “Fast” Eddie Clarke (guitarra) e Phil “Philthy Animal” Taylor (bateria). The Manticore Tapes teve a produção de Cameron Webb, antigo parceiro do Motörhead, e a masterização ficou na responsabilidade de Andrew Alekel. Track listing de The Manticore Tapes – Deluxe Expanded Bookpack: LP1Intro (Instrumental)“Leavin’ Here”“Vibrator”“Help Keep Us On The Road”“The Watcher”“Motörhead”“Witch Doctor” (Instrumental)“Iron Horse” / “Born To Lose” (Instrumental)“Leavin’ Here” (Alternate Take)“Vibrator” (Alternate Take)“The Watcher” (Alternate Take) LP2 Live: Blitzkreig on Birmingham ’77“Motörhead“Vibrator“Keep Us On The Road“The Watcher“Iron Horse“Leavin’ Here“On Parole“I’m Your Witch Doctor“Train Kept A-Rollin’“City Kids“White Line Fever 7” Live at Barbarella’s Birmingham ’77 (inédito)“Motörhead”“Keep Us On The Road” Via: RockBizz

Evanescence enaltece o poder feminino com a música Fight Like a Girl
O Evanescence está celebrando o poder feminino com a música Fight Like a Girl! A faixa, que tem a participação de K.Flay, está nos créditos finais do filme Bailarina. O longa faz parte do universo da franquia John Wick, portanto, incorpora elementos da película como alta energia e a força da mulher. Coescrita pela vocalista do Evanescence, Amy Lee, ao lado de K.Flay, Dylan Eiland e pelo compositor do filme, Tyler Bates, Fight Like A Girl segue o lançamento de Hand That Feeds, fruto da colaboração entre Halsey e Amy Lee, também para a trilha do filme. Bailarina se passa durante os eventos de John Wick: Capítulo 3 – Parabellum, acompanhando Eve Macarro (Ana de Armas), que inicia seu treinamento nas tradições de assassinos da Ruska Roma. O elenco também conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus e participações marcantes de Ian McShane e Keanu Reeves. Prestes a embarcar em turnês ao lado de Metallica e My Chemical Romance, o Evanescence continua a marcar seu nome na história do rock e da cultura pop deste século. Em meio ao domínio masculino do rock no começo dos anos 2000, a banda surgiu combinando metal com melodias sinfônicas e piano e conquistou o mundo com seu álbum de estreia, Fallen, que traz hits como Bring Me to Life e My Immortal. O trabalho foi premiado com múltiplos GRAMMYs e se tornou um dos discos mais vendidos da história. A discografia do Evanescence inclui cinco álbuns de estúdio, como The Open Door e The Bitter Truth, além de turnês internacionais de grande sucesso. A formação atual — Amy Lee, Tim McCord, Will Hunt, Troy McLawhorn e Emma Anzai — segue lotando arenas ao redor do mundo, incluindo o maior show da carreira acontecendo em São Paulo, e emplacando novos sucessos como Afterlife, da série Devil May Cry. Via: RockBizz

Brian Wilson: veja vídeos da última apresentação do líder do Beach Boys
A última apresentação ao vivo de Brian Wilson aconteceu em 26 de julho de 2022 no Pine Knob Music Theatre em Clarkston, Michigan, a última data de sua turnê conjunta com a banda Chicago pelos Estados Unidos. O repertório de 20 faixas contou muitos de seus clássicos, incluindo I Get Around e Wouldn’t It Be Nice, God Only Knows e Good Vibrations. Wilson foi acompanhado no palco pelo também membro do Beach Boys, Al Jardine, e por Blondie Chaplin, que também tocou na banda de 1972 a 1973. A notícia da morte do lendário fundador do Beach Boys aos 82 anos foi compartilhada por sua família nesta quarta-feira (11) no Instagram: “Estamos com o coração partido em anunciar o falecimento de nosso amado pai, Brian Wilson. Estamos sem palavras neste momento. Por favor, respeitem nossa privacidade neste momento, pois nossa família está de luto. Sabemos que estamos compartilhando nossa dor com o mundo”. Veja vídeos filmados por fãs da última apresentação de Brian Wilson abaixo: Via: RockBizz

“DNA do Metallica é curiosidade; sempre procuramos novos desafios”, reflete Lars Ulrich
Batendo um papo com o pessoal da revista Variety, o baterista Lars Ulrich refletiu sobre o perfil do Metallica. De acordo com o dinamarquês, o DNA da banda é curiosidade, pois eles sempre estão procurando novos desafios. “Quero acreditar que ditamos a nossa própria narrativa, e uma das peças-chave do DNA individual e coletivo do Metallica é a curiosidade. Sempre quisemos revirar as pedras e buscar novas ideias e desafios”, analisou o baterista. Ele continuou: “Se a curiosidade é uma parte significativa do nosso DNA, outra parte é o medo da estagnação, o medo de ficar preso no piloto automático e nos repetirmos. Temos que continuar crescendo. Temos que continuar tentando coisas diferentes”. “Sempre nos lançamos em novos e diferentes empreendimentos criativos. Sejam filmes, trabalhos com orquestras sinfônicas, apresentações com produtores diferentes ou novas abordagens. Isso tudo é para garantir que sempre manteremos o frescor e que sempre haverão desafios pela frente”, finalizou Ulrich. Uma prova da inquietude do quarteto é o filme Metallica Saved My Life, que teve sua estreia mundial nesta quarta-feira, 11, no Festival de Cinema de Tribeca. Com direção do sueco Jonas Åkerlund (Lords Of Chaos, Rammstein Paris), o longa mostra os altos e baixos, provações e triunfos do Metallica, além disso, possui relatos dos músicos e do público. Via: RockBizz

Black Flag faz estreia ao vivo de sua nova formação; assista
A nova formação da banda de punk rock Black Flag fez sua estreia ao vivo na última terça-feira (10 de junho) no Mixtape 5 em Sofia, Bulgária. Juntando-se ao guitarrista fundador, Greg Ginn, na formação atual do grupo estão Max Zanelly nos vocais, David Rodriguez no baixo e Bryce Weston na bateria. Um comunicado de imprensa no mês passado falou sobre os planos futuros do Black Flag: “Com uma nova formação e energia criativa renovada, o Black Flag está se preparando para uma temporada emocionante de shows ao vivo e novas produções musicais. O grupo já começou a compor e ensaiar em conjunto, construindo seu som característico e abraçando novas influências trazidas pelos membros mais recentes”. E acrescentou: “As próximas apresentações do Black Flag mostrarão a química e o talento da formação revitalizada, dando aos fãs um primeiro gostinho da nova era”. Confira vídeos filmados por fãs do show na Bulgária abaixo: Via: RockBizz

Burning Witches revela detalhes do novo álbum Inquisition
O Burning Witches revelou detalhes do novo álbum Inquisition, que sairá no dia 22 de agosto pela Napalm Records. O disco, que será o sexto registro de estúdio do conjunto, contará com doze canções. O teor lírico do álbum mergulhará de cabeça nos temas da perseguição medieval, opressão religiosa e o espírito inquebrável de resistência. Todo esse conteúdo contará com os traços ferozes e melódicos do power metal. É importante destacar que a produção de Inquisition ficou na responsabilidade de Damir Eskic (Destruction) e V.O. Pulver (Pro-pain, Destruction). Como uma prévia ao trabalho, o Burning Witches compartilhou o clipe da faixa-título. Veja: Atualmente, a banda tem em sua formação Romana Kalkuhl (guitarra), Laura Guldemond (vocal), Courtney Cox (guitarra), Jay Grob (baixo) e Lala Frischknecht (bateria). Track listing de Inquisition: 01. Sanguini Hominum02. Soul Eater03. Shame04. The Spell Of The Skull05. Inquisition06. High Priestess Of The Night07. Burn In Hell08. Release Me09. In For The Kill10. In The Eye Of The Storm11. Mirror, Mirror12. Malus Maga Via: RockBizz

“O que me preocupa é o desconhecido”, diz Tony Iommi sobre o show final do Black Sabbath
Em uma nova entrevista para a Music Week (via Blabbermouth), o guitarrista Tony Iommi falou sobre o show final do Black Sabbath que acontecerá no dia 5 de julho no Villa Park, em Birmingham, Reino Unido. A apresentação reunirá os membros originais do Sabbath – Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward – pela primeira vez em 20 anos, para um último ato. Para Ozzy, que sofre de Parkinson, o evento também marcará seu último show ao vivo. “Se tudo der certo, será algo grande e monumental”, disse Iommi na entrevista. “O que me preocupa é o desconhecido. Não sabemos o que vai acontecer”. E explicou: “Normalmente, quando fazíamos turnê, ensaiávamos e saíamos por um tempo, e éramos só nós. Mas neste evento há muitas outras partes envolvidas”. Reconhecendo o fato de Ozzy ter declarado publicamente que não consegue andar devido à sua batalha contra o Parkinson, Tony acrescentou: “Vocês estão acostumados com o Ozzy correndo por aí, mas ele certamente não fará isso neste show. Não sei se ele vai ficar de pé ou sentado”. Iommi continuou dizendo que está encarando esse show com “entusiasmo misturado com medo”. E esclareceu: “Assim que começarmos a tocar, saberemos que estamos fazendo isso. É sempre uma preocupação, mesmo quando fazíamos turnês, sempre há aquela preparação, e então chega um ponto em que fazemos e está tudo bem”. Ozzy e Black Sabbath contarão com o apoio de ícones do heavy metal, incluindo Metallica, Slayer, Pantera e muitos outros, e toda renda será doada para as instituições de caridade Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice. Via: RockBizz

Kiko Loureiro analisa a parada do Angra: “É legítimo e bom; vai dar um descanso”
Em meados deste mês, o Angra fará três apresentações no Japão em celebração aos vinte anos de seu quinto álbum, Temple of Shadows. Já nos meses de julho e agosto, o quinteto power metal tem compromisso com os fãs brasileiros antes entrar em hibernação por tempo indeterminado. Em entrevista ao canal Amplifica, o guitar hero brasileiro, Kiko Loureiro, emitiu a sua opinião sobre o hiato do grupo. O rock star destacou que é algo legítimo e bom para os integrantes da banda. “Acho legítimo e bom! Eu entendo porque, às vezes, você tem vontade de fazer outras coisas. Eu fiz essa parada do Angra. Eu fui para o Megadeth. Fui viver outras coisas, ficar fora do país e tocar com outras pessoas. Mesmo no Angra, eu fazia também! Eu gravei álbum solo com o Mike Terrana, Virgil Donati e com o próprio Bruno Valverde. Então, eu entendo que você tem que fazer isso. Acho que vai dar um descanso”. Kiko complementou: “Para a banda pode ser saudável! Tem que planejar bem para saber em que época voltará. Tem que ter uma ideia de plano! Pode ser um negócio curto ou longo. Eu acho legal. Eu saí do Megadeth com esse pensamento. Estou fazendo poucos shows, estou dando mais espaço entre os meus shows”. “E estou usando esse tempo para compor, estudar, gravar, ou seja, fazer outras coisas. Então, eu entendo total essa parada do Angra”, concluiu Loureiro em tom positivo. Assista o bate-papo completo no player abaixo: Via: RockBizz

Tool reforça que não foi expulso do show final do Black Sabbath
Dias atrás, Sharon Osbourne comentou, durante entrevista a Metal Hammer, que precisou dar um cartão vermelho a uma banda, ou seja, um grupo, o qual ela não revelou o nome, não participará do Back to the Beginning, derradeiro show do Black Sabbath. O boato que correu na cena heavy metal era que o Tool não faria mais parte do evento, visto que o nome do conjunto não constava mais no site do festival. Todavia, a falta de seu nome no site oficial do arrasta-pé foi um erro o qual já foi devidamente corrigido. E para não restar mais dúvidas entre os fãs, o Tool reforçou que não foi expulso do show final do Black Sabbath. Em nota, a banda informou: “Estamos muito felizes em fazer parte deste show lendário. Para quem não puder comparecer, haverá uma transmissão ao vivo”. Veja: A formação original do Black Sabbath – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – irá se reunir para um último ato em 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além do Tool, o evento terá a presença de nomes como Metallica, Slayer, Pantera, Lamb of God, Anthrax, Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Jake E. Lee (ex-Badlands, ex-Ozzy Osbourne), Tom Morello (Rage Against The Machine), Fred Durst (Limp Bizkit), Jonathan Davis (Korn) e muitos outros. Via: RockBizz

Megadeth: Assista na íntegra o show Live at Resurrection Fest 2024
Boa nova aos fãs de thrash metal! O canal oficial do festival espanhol Resurrection Fest liberou na íntegra o show do Megadeth realizado na edição de 2024. Na época, a banda de Dave Mustaine estava fazendo a promoção da Crush the World Tour, que inclusive passou pelo Brasil em abril do citado ano. Assista na íntegra o show Live at Resurrection Fest 2024 no player abaixo: Como o assunto gira em torno do Megadeth, saiba que a banda está nos preparativos de seu novo registro de estúdio. O disco, ainda sem título revelado, terá a missão de ser o sucessor de The Sick, the Dying… and the Dead!, décimo sexto trabalho do grupo, que saiu em 2022 pela Universal. O que se sabe sobre o vindouro full length é que ele sairá pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead! Ademais o CEO Mustaine, o Megadeth conta com o apoio de Teemu Mäntysaari (guitarra), Dirk Verbeuren (bateria) e James LoMenzo (baixo), portanto, será este time o responsável pela gravação da obra musical. Via: RockBizz