Resenhas

“Vacina da Covid destruiu o meu coração; fiquei em coma e fui reanimado três vezes”, lamenta Mat Sinner (Primal Fear)
Durante entrevista ao canal espanhol Stairway To Rock, o vocalista e baixista Mat Sinner (Primal Fear, Sinner) falou sobre a reação adversa que teve à vacina da Covid-19. Em 2021, quando tomou a vacina, o músico alemão enfrentou graves complicações no coração, reações e precisou ficar um ano em tratamento rigoroso em hospital. “A minha saúde nunca será como antes. Eu estava tendo um ataque cardíaco muito forte depois da vacina contra a Covid. A vacina destruiu meu coração. Fiquei internado por um ano. E no primeiro mês, fiquei em coma. Depois disso, fiquei paralisado. Não conseguia mexer as mãos e os pés. Fui reanimado três vezes. Eu estava morto. Os médicos me trouxeram de volta à vida. E muito, muito lentamente algumas partes voltaram. Primeiro, minha voz estava voltando. As minhas mãos se moviam, mas minhas pernas não. Então, fiquei em uma cadeira de rodas por mais tempo”. Matt continuou: “Da cadeira de rodas, com muito treinamento, eu consegui voltar a andar como um robô. Aos poucos fui melhorando. Mas eu conseguia tocar baixo e compor músicas, mas sentado numa cadeira, mas não muito longe de andar num palco”. “Mas no ano passado fiz um progresso muito bom, então algumas coisas voltaram a ser possíveis, o que não era possível há um ano. Então, quando eu estava ali sozinho, paralisado em algum lugar, meu maior sonho era fazer mais um show”, acrescentou Sinner. Assista o bate-papo completo aqui: Via: RockBizz

Bangers Open Air anuncia shows do Black Label Society, Primal Fear e Tankard na edição de 2026
O Bangers Open Air acaba de anunciar as primeiras atrações da edição de 2026, são elas: Black Label Society, Primal Fear e Tankard. O festival vai acontecer nos dias 25 e 26 de abril no Memorial da América Latina, em São Paulo. Black Label Society Após quatro longos anos de espera, o Black Label Society está de volta ao Brasil como uma das atrações principais do festival! Liderada pelo lendário Zakk Wylde, a banda retorna para mais uma apresentação incrível que promete estremecer o Memorial da América Latina. À frente do Black Label Society, Zakk lidera ao lado de Dario Lorina, John DeServio e Jeff Fabb. Com liberdade criativa total em seu estúdio caseiro, o Black Vatican, prepara o 12º álbum da banda, antecipado pelos singles The Gallows e Lord Humungu”. Misturando peso, blues e caos, o quarteto cria um som feroz e enérgico, com músicas que são trilhas para momentos de euforia ou dor. Primal Fear Mesmo com mudanças na formação, os pilares do grupo alemão de heavy metal Primal Fear permanecem: Ralf Scheepers (vocal, ex-Gamma Ray e Tyran Pace) e Mat Sinner (baixo, Sinner). Formada em meados de 1997, a banda hoje é completada pelo guitarrista Magnus Karlsson, a guitarrista ítalo-cubana Thalìa Bellazecca (Angus McSix, ex-Frozen Crown) e o baterista André Hilgers (Axxis, Rage, Silent Force, Sinner, Bonfire), que atualmente promovem o álbum Domination, sucessor de Code Red (2023). Baseando seu som no heavy metal tradicional, com toques de power metal, thrash e hard rock, o grupo vem se adaptando a novas timbragens sem se manter estagnado. Tankard Formada em 1982 por Andreas “Gerre” Geremia (vocal), Andy Gutjahr (guitarra), Frank Thorwarth (baixo) e Gerd Lücking (bateria), a banda alemã é conhecida por seu estilo inconfundível de “beer metal”. Trata-se de um thrash agressivo com pitadas de punk, regado a humor ácido, crítica social e, claro, muita cerveja. Há quatro décadas celebrando a bebida e a vida sem complicações, o grupo de Frankfurt alcançou uma trajetória tão única que inspirou até o nome de um fóssil extinto: Ophiura tankardi. A história começou ainda no colégio Goethe-Gymnasium, quando Gerre e Frank se uniram pela paixão ao metal e escolheram o nome Tankard ao encontrá-lo em um dicionário, como referência direta a canecas de cerveja. Em 1985, assinaram com a Noise Records após a demo Alcoholic Metal. Os clássicos Zombie Attack (1986) e Chemical Invasion (1987), lançados em vinil no Brasil, marcaram o início da forte conexão com o público brasileiro. Hoje, com mais de 40 anos de carreira e 18 discos de estúdio, sendo Pawlow’s Dawgs (2022) o mais recente, o grupo mantém viva a fórmula que o consagrou. Se os Estados Unidos têm o Big Four do thrash, a Alemanha não fica atrás, com Destruction, Sodom, Kreator e, naturalmente, o Tankard. Esse é o primeiro de uma série de anúncios que o Bangers Open Air fará ao longo dos próximos meses. E com ele, o festival também abre neste sábado (12) a venda geral de ingressos, com todas as opções e setores. Os ingressos estão disponíveis pelo Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenairbrasil2026. Via: RockBizz

Conheça a música do Black Sabbath que Tobias Forge (Ghost) gostaria de ter cantado em Back To The Beginning
O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no último sábado, 05, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Como todo metalhead do planeta sabe, o evento, que se chamou Back To The Beginning, teve a presença da nata do rock e metal mundial. Rock stars das antigas como Steven Tyler (Aerosmith) e Ronnie Wood (The Rolling Stones) se misturaram ao pessoal mais novo da cena pesada como II (Sleep Token) e Tobias Forge (Ghost) para prestar tributo ao Sabbath e Ozzy. Forge, na encarnação do Papa V Perpetua, subiu no palco para cantar Bark At The Moon, faixa-título do terceiro disco do Madman, cujo lançamento original foi em novembro de 1983 pelos selos Epic e CBS. O frontman do Ghost teve o apoio de Vernon Reid (guitarra – Living Colour), Nuno Bettencourt (guitarra – Extreme), Adam Wakeman (teclado – Ozzy Osbourne), Rudy Sarzo (baixo – Whitesnake) e Travis Barker (bateria – Blink182). Porém, durante entrevista a Planet Rock, Forge revelou que queria cantar uma música do sexto disco do Sabbath, Sabotage, de 1975. “Há muitas músicas do Black Sabbath com vocais, depois há dois minutos sem vocais, e depois há uma parte com vocais. Não estou tentando tirar sarro de ninguém, mas não consigo ficar parado ou batendo palmas por dois minutos. Portanto, isso teve que influenciar na minha escolha de música, quando estávamos decidindo o que eu ia fazer. Quando eu estava pensando no que ia cantar, pensei em Am I Insane. Queria cantar essa música, porque foi uma das músicas de minha infância”. Am I Going Insane (Radio) – título correto da canção – saiu como primeiro single de Sabotage em fevereiro de 1976. Se trata da penúltima canção do álbum, que vem repleto de nuances pesadas e psicodélicas. O disco, por sua vez, alcançou a sétima posição das paradas britânicas e o vigésimo oitavo lugar da Billboard 200. Apesar de não figurar com muita frequência entre os favoritos dos fãs, ele vendeu mais de meio milhão de cópias ao redor do globo. Curta Am I Going Insane (Radio) no player abaixo: Via: RockBizz

Epica compartilha o lyric video da música Metanoia
A banda holandesa Epica compartilhou o lyric video da música Metanoia. A faixa está em seu novo álbum de estúdio, o nono de sua carreira, Aspiral, o qual saiu no dia 11 de abril pela gravadora alemã Nuclear Blast. Confira: O novo trabalho de Simone Simons (vocal), Mark Jansen (guitarra) e companhia contou com a produção e mixagem do multi-instrumentista Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras de outras bandas europeias como After Forever, Blind Guardian e Powerwolf. Uma curiosidade interessante sobre o título do disco é que sua inspiração surgiu de uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século vinte e fundador do classicismo retorcido. No trabalho de Szukalski, cada detalhe das artes traz mais do que se imagina à primeira vista. E o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: RockBizz

Tom Morello chama a banda Kneecap de “Rage Against The Machine atual”
Tom Morello disse que a banda de hip hop irlandesa Kneecap é o “Rage Against The Machine atual”, elogiando o trio por falar a verdade aos poderosos. O guitarrista foi questionado pelo apresentador do The Strombo Show na semana passada sobre quais jovens artistas ele achava que personificavam sentimentos semelhantes aos de sua antiga banda. Morello foi rápido em destacar o Kneecap: “[Eles estão] no topo da lista. Quer dizer, eles são claramente o Rage Against The Machine atual”. Quando questionado sobre a série de controvérsias que atingiram a banda nos últimos meses, o músico respondeu: “O que eles estão fazendo com sua arte é o que as pessoas provavelmente poderiam fazer mais em suas vidas: realmente dizer a verdade aos poderosos. E, você sabe, o Kneecap não é terrorista”. “O que é terrorista são, você sabe, 20.000 crianças palestinas mortas. Essa é a história. Não alguns rappers irlandeses que não gostam do que está acontecendo. [Essa] não deveria ser a história”, ele completou. O Kneecap tem estado nas manchetes regularmente – sua apresentação no festival Glastonbury foi uma das mais esperadas do fim de semana, e a BBC decidiu cancelar a transmissão ao vivo poucas horas antes de eles subirem ao palco. No show, o trio criticou Keir Starmer (primeiro-ministro do Reino Unido), que havia pedido que eles fossem removidos do lineup, e reiteraram seu apoio ao povo da Palestina. Confira a entrevista com Tom Morello abaixo: Via: RockBizz

Ozzy Osbourne põe à venda quadros abstratos em prol da Save The Chimps
O Príncipe das Trevas pode ter pendurado as chuteiras em se tratando das apresentações ao vivo, mas, no que diz respeito à filantropia, o cantor está mais ativo do que nunca. Quer um bom exemplo das boas ações do artista? Ozzy Osbourne pôs à venda quadros abstratos em prol da Save The Chimps. As telas, que medem cerca de 50 cm x 50 cm, tem inspiração em alguns discos de sua carreira, como Technical Ecstasy, sétimo trabalho de estúdio do Black Sabbath, e Blizzard Of Ozz, que é o seu primeiro registro solo. Canções como Tattooed Dancer, do álbum No Rest For The Wicked, de 1988. e Paranoid e Electric Funeral, presente no clássico Paranoid, de 1970, também serviram de pano de fundo para os quadros. Os itens estão à venda na casa de leilão Omega Auctions. Caso queira dar um lance, saiba que as transações vão até o dia 17 de julho. Conheça mais detalhes sobre os quadros no site oficial da Omega. E se interessar ter mais informações sobre a instituição Save The Chimps, o qual tem o apoio do Madman, é só acessar este outro link. Em suas mídias sociais, Ozzy Osbourne mostrou algumas imagens dos quadros que estão à venda no leilão. Veja: Via: RockBizz

Ronnie James Dio ganha homenagem do Centro de Pesquisa Oncológico de Los Angeles
O vocalista Ronnie James Dio (Black Sabbath, Rainbow, Heaven and Hell, Dio) ganhou uma homenagem do Centro de Pesquisa Oncológico de Los Angeles. Uma das salas da instituição, que é integrada à Faculdade de Odontologia da UCLA, recebeu o nome do rock star. Além da viúva e empresária de Ronnie, Wendy Dio, a cerimônia teve a presença do médico David Wong, que é um profissional que recebe apoio da Dio Cancer Fund. A intenção do doutor e sua equipe é criar um método menos invasivo para a biópsia, por meio da saliva por exemplo. Pelas redes sociais, Wendy compartilhou alguma fotos com o David Wong e parte da equipe da instituição na sala dedicada ao saudoso cantor. Veja aqui. Se estivesse vivo, o “baixinho-gigante” do heavy metal teria completado 83 primaveras na última quinta-feira, dia 10 de julho. Ronnie James Dio morreu de câncer de estômago em maio de 2010 e deixou como legado musical obras do quilate de Heaven And Hell (1980), Mob Rules (1981), Holy Diver (1983), The Last in Line (1984), Sacred Heart (1985) e The Devil You Know (2009). Via: RockBizz

Fazer heavy metal no Brasil é pelo prestígio e não pelo dinheiro, reflete Rafael Bittencourt (Angra)
Embora tenha milhares de fãs ao redor do país, o Brasil não é a terra em que o heavy metal impera nas playlists. Em termos de geração de grana, o estilo perde feio para os populares sertanejo, funk e axé. Dessa forma, os músicos que queiram se aventurar nesse mercado sabem que as chances de fazer bastante dinheiro como Ozzy Osbourne, Bruce Dickinson (Iron Maiden), James Hetfield (Metallica) e Gene Simmons (KISS) são praticamente nulas. Em conversa com os cantores Lucas Silveira (Fresno) e Badauí (CPM22), o líder e guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, refletiu que fazer heavy metal no Brasil é pelo prestígio e não pelo retorno financeiro. “O Brasil tem muito público para metal, mas as bandas brasileiras de metal não almejam grana porque sabem que isso é uma coisa distante. Elas nem cogitam [ganhar dinheiro]. As bandas querem o prestígio”. Rafael complementou: “Eu sempre torci muito por uma cena de rock pesado em português no Brasil. E quando vieram o Raimundos, Planet Hemp e o CPM22, achei legal demais. A cena começou a mudar e começou a ser um espelho imediato da cena americana”. Confira a fala completa de Rafael Bittencourt aqui: Via: RockBizz

Documentário Andre Matos – Maestro do Rock celebrará o Dia do Rock com exibição gratuita em SP
O documentário Andre Matos – Maestro do Rock celebrará o Dia do Rock com exibição gratuita em SP. O evento vai aconteceu no próximo dia 13 de julho (domingo) em 2 salas do Circuito SPCine: SPCine Olido e CCSP Paulo Emílio. A exibição contará com a presença do diretor Anderson Bellini em ambas as salas e a exibição dos dois episódios do documentário Andre Matos – Maestro do Rock, uma produção que celebra o legado do artista. A programação está dividida em duas sessões nas salas mencionadas. O primeiro episódio, Andre Matos – Maestro do Rock – Episódio 1, será exibido às 15h, seguido pelo segundo episódio, Andre Matos – Maestro do Rock – Episódio 2, às 18h. Cada sessão promete levar o público a uma imersão profunda na trajetória de Andre Matos, relembrando momentos marcantes de sua carreira em bandas como Viper, Angra, Shaman e carreira solo, além de sua contribuição única para a música nacional. Ambas sessões são inteiramente gratuitas e os ingressos serão distribuídos no próprio dia do evento uma hora antes da sessão na bilheteria de cada sala. É recomendado chegar cedo para garantir o lugar, já que a procura promete ser intensa entre fãs e admiradores do Maestro. SERVIÇOData: 13 de julho de 2025 (DOMINGO)Horários: Episódio 1 – 15h00 | Episódio 2 – 18h00 Locais:Circuito SPCine Olido – Av. São João, 473 – Centro, São Paulo – SPIngressos gratuitos – retirada 1h antes de cada sessão na bilheteriaCapacidade: 236 lugares por sessão CCSP Paulo Freire – R. Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo – SPIngressos gratuitos – retirada 1h antes de cada sessão na bilheteriaCapacidade: 99 lugares por sessão Via: RockBizz

A centenária Gibson presta homenagem a Tony Iommi e ao Black Sabbath
Gibson é uma marca de instrumentos musicais de 130 anos, que tem uma presença e importância tremenda no rock n’ roll e heavy metal. Nomes como Jimmy Page (Led Zeppelin), Angus Young (AC/DC), Tony Iommi (Black Sabbath) e Zakk Wylde (Ozzy Osbourne, Black Label Society) usam a marca para dar vida aos seus sons. Para o Black Sabbath, a marca foi fundamental porque ofertou os meios perfeitos para o lendário Tony Iommi criar os seus riffs e solos. Com o derradeiro show do grupo, a centenária Gibson prestou uma homenagem a Tony Iommi e ao Black Sabbath. “Foi uma grande honra prestar homenagem a Tony Iommi e ao Black Sabbath durante seu último show no festival Back To The Beginning, que aconteceu no último fim de semana em Birmingham, Inglaterra, onde tudo começou”, disse Cesar Gueikian, presidente e CEO da Gibson. “Foi lindo testemunhar como a comunidade artística repleta de estrelas se uniu para celebrar e homenagear o Black Sabbath”, destacou o empresário. “Foi uma honra para todos nós da Gibson ter tido a oportunidade de estar lá para receber a comunidade artística no lounge da Gibson, nos bastidores, e arrecadar uma quantia significativa de fundos para grandes causas locais. Nunca esquecerei aquele dia, foi um evento único na vida”, finalizou Cesar. A Gibson doou duas guitarras Gibson SG Standard para leilão beneficente. Os instrumentos foram autografados por Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward para aumentar ainda mais os seus valores. O leilão aconteceu no dia 06 de julho pelo site Ozzy Auction. Outra coisa bacana sobre o leilão foi que toda a renda se destinou a três hospitais: Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorns Children’s Hospice. Veja alguns momentos dos bastidores do Back To The Beginning na visão da Gibson: Via: RockBizz

Edu Falaschi reúne celebridades, orquestra e ídolos e músicas que marcaram gerações
No último sábado, dia 05 de julho, em São Paulo, uma noite fria, mas pode ter certeza que frio não era o que havia no Tokio Marine para essa noite épica para o heavy metal brasileiro. Ingressos praticamente esgotados, espaço totalmente disputado para uma boa visualização do show, Edu retornou com a tour “Temple of Shadows in Concert” para comemorar os 20 anos do Temple of Shadows, o álbum de maior sucesso durante seu tempo no Angra, e foi acompanhado pela Orquestra Sinfônica Jovem de Artur Nogueira, sob regência do Maestro Ricardo Michelino. Mas, para aquecer os motores da galera, foram convidadas as bandas Auro Control, Noturnall, e Roy Khan – este, estreando sua carreira solo -, e comemorando, também, os 20 anos do álbum “The Black Halo” (2005). O Auro Control começou a noite às 19h trazendo um power metal clássico com muita velocidade, para aquecer os motores da noite que só estava começando, com um setlist curto, mas impactante e marcante, baseado em seu álbum de estréia, The Harp. Noturnall foi a segunda banda a entrar no palco, já conhecida do público, com Thiago Bianchi liderando a banda, mas devidos a alguns problemas técnicos na parte de guitarra, o show foi reduzido e Thiago sempre fazendo brincadeiras com o público, perguntando se alguém tinha uma guitarra para emprestar para distrair enquanto tentavam resolver. O palco se apaga e a orquestra começa a entrar e se acomodar… A bateria recebe a decoração do próximo artista… Pela ordem já sabíamos que era Roy Khan (ex-Kamelot, Conception) que seria o próximo, mas quando a banda de apoio, Maestrick, começa “When the Lights Are Down”, uma das, senão a mais veloz do álbum, era só olhar para trás e ver o público espantado, gritando e não acreditando que iríamos ouvir o “The Black Halo” na voz original. Khan então cumprimenta a audiência e mostra o pouco de português que aprendeu durante sua estadia no Brasil, com frases simples como “Boa noite, São Paulo” e “Eu amo vocês”, demonstrando seu carinho pelo país. Um dos pontos altos da noite foi quando anunciou que iriam tocar uma música que o emociona profundamente: “Abandoned”, com participação de Adrienne Cowan. O show chega ao fim com a impactante “March of Mephisto”, em que ela retorna aos vocais e Bill Hudson se junta ao Maestrick nas guitarras, em uma performance cheia de peso e presença. E então, o principal show da noite começa: Edu começa a nostalgia trazendo o “Temple of Shadows” iniciando com “Spread Your Fire”, seguindo a ordem do disco. As participações especiais começam em Temple of Hate quando Kai Hansen é chamado para cantar com Edu. Adrienne volta ao palco para fazer participação em “No Pain for the Dead” e em “Winds of Destination”. Após encerrar o “Temple of Shadows”, Edu e sua banda ainda retornam para mais algumas músicas e, os destaques ficam para “Pegasus Fantasy”, nostálgica para todos os fãs que cresceram vendo “Cavaleiros do Zodíaco”. E é claro, para o encerramento dessa grande festa, Edu convida Kai Hansen, Roy Khan, Bill Hudson e Adrienne Cowan para uma homenagem ao Helloween, tocando “I Want Out” como encerramento desta celebração. Essa noite foi muito mais do que um show — foi uma celebração da história, da memória afetiva e da força do metal melódico. Edu Falaschi conseguiu unir gerações, ídolos e músicas que marcaram época em uma experiência grandiosa, com direito a orquestra, convidados internacionais e uma plateia entregue do início ao fim. Para quem cresceu ouvindo Angra e Kamelot, foi como reviver os melhores momentos de uma era dourada da música. E mesmo para os mais jovens, foi uma aula de paixão, técnica e respeito por uma trajetória que continua viva no coração de todos. Um espetáculo que não apenas homenageou o passado, mas reforçou o quanto ele ainda pulsa no presente. por: Pam Gaiguer Redatora – SEMPRE UM ROCK

Of Mice & Men revela detalhes do novo álbum Another Miracle
O Of Mice & Men revelou detalhes do novo álbum Another Miracle. O trabalho, que teve a produção da própria banda, chegará ao mercado em 14 de novembro pelo selo alemão Century Media Records. É importante destacar que a mixagem e a masterização de Another Miracle ficou nas mãos do vocalista Aaron Pauley. Em nota, a banda informou: “Estamos felizes em anunciar o lançamento de nosso novo álbum, Another Miracle. Foi um longo processo de produção, fruto de inúmeras horas de colaboração e trabalho árduo. Esperamos que nossos fãs, antigos e novos, gostem, já que não apenas elevamos o nível melódico, como também redobramos o peso em todo o álbum e criamos o que consideramos uma representação incrivelmente forte e autêntica de quem é o Of Mice & Men em 2025. Nós gostaríamos de agradecer aos nossos fãs pelos anos de apoio. Estamos muito, muito orgulhosos de Another Miracle. Esperamos que vocês curtam o álbum tanto quanto nós curtimos criá-lo”. Como prévia ao full length a banda liberou o clipe de Wake Up. Veja: Via: RockBizz

Ozzy Osbourne vai do céu ao inferno no novo livro de memórias Last Rites
Se tem uma coisa que a empresária Sharon Osbourne sabe fazer muito bem é promover o seu maridão, Ozzy. E aproveitando o alvoroço em torno do festival Back To The Beginning, o clã Osbourne está com muitas novidades para colocar no mercado. Uma delas é o novo livro de memórias Last Rites, que sairá no dia 07 de outubro pela editoria Grand Central Publishing. De acordo com a sinopse, a obra é a história chocante, hilária e nunca antes contada sobre o céu e inferno da carreira do Príncipe das Trevas, cujo o foco são os seus problemas de saúde dos últimos sete anos. Além disso, no livro, o cantor reflete sobre sua vida e carreira, incluindo seu casamento turbulento com Sharon, seus encontros com amigos de copo e loucura como Slash, Bon Scott, John Bonham e Keith Moon, e os momentos finais do parceiro Lemmy Kilmister, do Motörhead. Outro ponto que estará presente em Last Rites será a sua reflexão sobre o incrível festival Back To The Beginning, que ganhou o título informal de show do século. Last Rites será o segundo livro de memórias de Ozzy Osbourne. A primeira obra se chama I Am Ozzy e saiu em 2009 também pela Grand Central Publishing. Via: RockBizz

Menino de 10 anos apavora com sua guitarra PRS SE DGT no America’s Got Talent
O nova iorquino Bay Melnick Virgolino, um menino de 10 anos, apavorou com sua guitarra PRS SE DGT no America’s Got Talent. Com uma proficiência técnica invejável por muitos músicos e artistas profissionais, o garoto mostrou o seu talento nas seis cordas na performance de Are You Gonna Go My Way, de Lenny Kravitz. Outro ponto interessante da performance é o tamanho da guitarra em relação ao corpo franzino de Virgolino. Apesar de não serem muito pesadas como as Gibsons, os modelos da PRS possuem corpos bastante avantajados, o que podem dificultar a tocabilidade para algumas pessoas. Mesmo assim, isso não foi motivo para atrapalhar o jovem guitarrista, tampouco fazê-lo parar de tocar seu instrumento. Na verdade, ele arrancou muitos aplausos dos jurados – Simon Cowell, Howie Mandel e Sofía Vergara. Veja Bay Melnick Virgolino apavorando com sua PRS SE DGT dourada na performance de Are You Gonna Go My Way: Via: RockBizz

King Crimson está trabalhando em seu primeiro álbum em mais de 20 anos, segundo Jakko Jakszyk
O King Crimson está trabalhando em seu primeiro álbum de estúdio em mais de 20 anos, segundo o guitarrista Jakko Jakszyk. Durante uma nova entrevista para a Goldmine Magazine, Jakszyk revelou a notícia enquanto falava sobre sua entrada na banda em 2013. “Foi algo incrível de se fazer e, de certa forma, parte disso ainda está acontecendo”, ele disse. “Neste momento, estamos gravando um álbum de estúdio do King Crimson”. E continuou: “Quando será lançado, em que formato ou como – isso está além do meu escopo. Mas sim, temos feito isso aos poucos, e então, alguns meses atrás, o empresário disse: ‘Podemos?’. Então, sim. Estou gravando com a intenção de lançá-lo em algum formato em algum momento. Mas quem sabe quando?” Jakszyk confirmou que o próximo projeto contará com a formação mais recente do King Crimson – Robert Fripp, Mel Collins, Tony Levin, Pat Mastelotto, Gavin Harrison e Jeremy Stacey. Ele também revelou que o novo álbum conterá “versões de estúdio” de novas músicas que o grupo já havia estreado em lançamentos ao vivo, “e alguns outros detalhes surgirão da montagem”. “Além disso, há um álbum que fiz com Robert antes de entrar para o Crimson, chamado The Scarcity Of Miracles”, explicou. “Há uma versão dele que está prestes a ser lançada com um monte de coisas extras”. The Power To Believe, décimo terceiro e mais recente álbum de estúdio do King Crimson, foi lançado em 2003. Via: RockBizz

Saiba qual presente Yungblud deu a Ozzy Osbourne no dia de seu último show
O ator e cantor britânico Yungblud – nome de batismo Dominic Richard Harrison – participou no último sábado, 05, do festival Back To The Beginning, que foi em tributo aos gigantes Black Sabbath e Ozzy Osbourne. No evento, o artista subiu ao palco com Nuno Bettencourt (guitarra), Frank Bello (baixo – Anthrax), II (bateria – Sleep Token) e Adam Wakeman (teclado) para uma versão Changes, faixa presente no quarto registro de estúdio do Sabbath, Vol. 4, de 1972. No dia do evento, Yungblud presenteou o Madman com uma cruz de ouro. No encontro com Osbourne, ele disse: “Eu fiz algo para você. Você me deu sua cruz e eu queria retribuir o favor. Obrigado por tudo, cara. É uma honra. A cidade inteira está enlouquecendo por causa de você”. “A caixa é de prata de lei e a cruz é de ouro”, acrescentou o jovem artista. “Tem alguns diamantes lá dentro”, completou. O Madman respondeu: “Meu Deus, isso é inacreditável. Isso é muito bom, obrigado”. O obrigado de Ozzy veio junto com um abraço e beijo em Yungblud. Veja: my fucking hero. pic.twitter.com/MrxYy3eF3R — YUNGBLUD (@yungblud) July 8, 2025 Assista também a performance de Yungblud na canção Changes em homenagem ao eterno Príncipe das Trevas: Via: RockBizz

Eloy Casagrande (Slipknot) quebra tudo em performance de Scissors
A nossa prata da casa, o virtuoso baterista Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura), abastece regularmente seu canal oficial no YouTube com conteúdos bem legais, que vão de dicas de produtos até vídeos em que expõe a sua perícia no instrumento. O material mais recente que Eloy compartilhou foi a performance de Scissors. A faixa está presente no debute do Slipknot, que é homônimo à banda, cujo lançamento aconteceu em junho de 1999 pela Roadrunner. Apesar de ser um disco pesado, as canções caíram no gosto do público, principalmente no norte-americano, que ansiava por uma renovação na música. Ao longo das décadas, o disco bateu a marca de três milhões de cópias vendidas e chegou a figurar nas paradas das Billboard. Veja Eloy Casagrande quebrando tudo em performance de Scissors: Recentemente, o noneto infernal passou pelo Velho Continente para shows na Suécia, Alemanha, França Suíça e outros países para mostrar o poderio sonoro da Here Comes The Pain Tour. O próximo passo da banda é uma apresentação no Inkcarceration Festival, que rolará no dia 19 de julho nos Estados Unidos. Além de Slipknot, o evento terá espetáculos de nomes como Parkway Drive, I Prevail, Five Finger Death Punch, Lamb Of God e muitos outros. Veja o trailer do fest logo abaixo: Via: RockBizz

David Draiman (Disturbed) “autografou” bomba que foi jogada em Gaza
No último sábado, 05, o vocalista do Disturbed, David Draiman, recebeu muitas vaias, xingamentos e dedo do meio no show final do Ozzy Osbourne e Black Sabbath por suas declarações políticas e apoio a Israel ao longo dos últimos tempos. O músico até tentou arrefecer a saia-curta com uma nota nas redes sociais, no entanto, não surtiu efeito. Ele ficou com a batata-quente na mão de ter sido a única atração que ganhou reações ruins do público no Back To The Beginning. Muita da aversão ao cantor se deu pelo seu ato de “autografar” uma bomba que foi jogada em Gaza. O episódio aconteceu em junho de 2024, quando ele visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. O ataque resultou na morte de mais de mil israelenses – a maioria civis – em áreas próximas à fronteira com Gaza e em um festival de música. Além disso, mais de 200 pessoas foram feitas reféns e levadas para Gaza. A retaliação de Israel vem sendo muito dura a ponto de deixar milhares de palestinos mortos. Os muitos observadores internacionais afirmam que os bombardeios em Gaza fizeram com que cerca de dois milhões de pessoas deixassem as suas casas por conta do conflito. A escassez de recursos básicos tais quais água, alimentos e remédios se tornaram outra grande questão para o povo civil palestino., que não têm nada a ver com o confronto. Mesmo assim, David, que é de família judia ortodoxa, se tornou uma das vozes mais expressivas no mundo do rock n’ roll e heavy metal em apoio a Israel. O cantor entende que qualquer ação e ou crítica a Israel se enquadra em uma “incitação ao ódio contra os judeus”. Dessa forma, ele recebe diversas críticas em suas postagem nas redes sociais. E tudo indica que as críticas estão tomando vida em suas aparições ao vivo. @ameelsadventuring David Draiman getting booed at Black Sabbath was so heart warming, had the least applause too x #backtothebeginning ##blacksabbath #ozzy #disturbed ♬ original sound – Ameel Lock @amylouise2490 David Draiman gets booed at BttB : #daviddraiman #disturbed #backtothebeginning #bttb #villapark #ozzyosbourne #blacksabbath ♬ original sound – AmyLouise2490 Via: RockBizz

Saiba por que Dave Grohl não apareceu no último show do Black Sabbath
O baterista Dave Grohl (Foo Fighters, ex-Nirvana) tem a fama se der o “Mr. Nice Guy” do rock n’ rool, já que é amigo de todo mundo. Mesmo assim sendo tão bem quisto, Grohl não apareceu no último show do Black Sabbath, que rolou no último sábado, dia 05 de julho, e congregou a elite do rock e metal em um só lugar. Apesar de estar em Londres, Inglaterra, na semana em que aconteceu o evento do Black Sabbath e Ozzy Osbourne, e ter rolado o boato de uma participação surpresa, o rock star estava na cidade para outros planos. Dave estava na terra da Rainha a passeio e para ver os shows dos conjunto de punk rock Kneecap e Fontaines DC, que rolaram no famoso Finsbury Park para uma multidão de 45 mil pagantes. A página Foo Fighters Live compartilhou algumas imagens do artista no evento e em meeting and greeting com fã. Confira: Assista nos tocadores logo abaixo alguns trechos amadores da festa punk rock do Kneecap e Fontaines DC no Finsbury Park: Via: RockBizz

Axl Rose (Guns N’ Roses) comemora ter finalmente conhecido Ozzy Osbourne
Por mais que a cena rock e metal seja grande ao redor do mundo, muitos músicos se conhecem e partilham experiências e até público. O pessoal do Iron Maiden, por exemplo, sempre foi muito próximo aos caras do Judas Priest, assim como a galera do Metallica que tinha uma relação íntima com o saudoso Lemmy Kilmister, do Motörhead. Mesmo assim, há alguns rock stars que nunca se esbarraram ao longo das décadas. Era o caso de Axl Rose e Ozzy Osbourne. Apesar de atuarem bastante no mesmo mercado, que é o norte-americano, os dois cantores nunca se trombaram nos anos 80 e 90. No entanto, a coisa mudou de figura no último sábado, dia 05 de julho, quando o frontman do Guns N’ Roses participou do show final do Black Sabbath e do Príncipe das Trevas. Pelas redes sociais, o rock star Axl Rose comemorou ter finalmente conhecido Ozzy Osbourne. Ele escreveu: “Uau! Que evento! Extremamente impressionante! Público incrível! Foi muito emocionante para todos! Conheci Ozzy! Que loucura, nunca tínhamos nos conhecido antes! Ele foi realmente incrível. Foi ótimo conhecer o Sabbath. Imagino que tenha sido difícil para qualquer um assistir às suas lutas enquanto, ao mesmo tempo, todos torciam por ele e respeitavam imensamente os desafios que ele enfrentou, e ele superou todos eles. Foi ótimo conhecer a família de Ozzy e rever amigos e pessoas de todas as bandas e da indústria musical. Um enorme obrigado novamente a Ozzy, a Sharon, ao Black Sabbath e a todos os fãs por nos receberem”. Veja a postagem de Axl Rose aqui: pic.twitter.com/9vF95FxHr7 — Axl Rose (@axlrose) July 7, 2025 O Madman também se manifestou sobre seu encontro com Rose. Ele disse: “Primeira vez que encontrei com Axl Rose. Na minha idade você não conhece muitas lendas. Ele é um verdadeiro cavalheiro”. My first time meeting Axl Rose, at my age you don’t get to meet many legends, seriously an utter gentleman pic.twitter.com/xtSVMNRSPf — Ozzy Osbourne (@OzzyOsbourne) July 7, 2025 Via: RockBizz

Evanescence libera clipe de Fight Like a Girl, trilha sonora do filme Bailarina
O Evanescence acaba de lançar o clipe de Fight Like a Girl, faixa que conta com a participação de K.Flay e que está na trilha sonora do filme Bailarina. O longa faz parte do universo da franquia John Wick, portanto, incorpora elementos da película como alta energia e a força da mulher. Temas de vingança, resiliência e empoderamento feminino do filme são sentidos com força total no primeiro videoclipe do diretor Chad Stahelski até o momento, com Amy, K.Flay e a banda se apresentando em um mundo sombrio no estilo John Wick, misturado a cenas de Bailarina. Confira o clipe de Fight Like a Girl abaixo: Bailarina se passa durante os eventos de John Wick: Capítulo 3 – Parabellum, acompanhando Eve Macarro (Ana de Armas), que inicia seu treinamento nas tradições de assassinos da Ruska Roma. O elenco também conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus e participações marcantes de Ian McShane e Keanu Reeves. Via: RockBizz

Stryper: guitarrista Oz Fox ficará de fora da turnê pela América Latina
O guitarrista Oz Fox ficará de fora da próxima turnê do Stryper pela América Latina por orientação médica. O músico de 64 anos, que passou por uma cirurgia cerebral em maio de 2024, será substituído temporariamente por Howie Simon (Jeff Scott Soto, Graham Bonnet), que já substituiu Fox em diversas turnês. Nesta segunda-feira (07), a banda divulgou o seguinte comunicado nas redes sociais: “Seguindo recomendações médicas recentes, Oz Fox foi aconselhado a evitar turnês prolongadas ou intensas. Com seu total apoio, o Stryper fará uma turnê pela América Latina com o guitarrista Howie Simon, que já o substituiu anteriormente. Oz ainda poderá se juntar a nós em shows ocasionais ou de fim de semana, mas viagens mais longas não são recomendadas. Agradecemos suas orações por Oz e sua equipe médica e esperamos vê-los em julho”. Em 2018, Fox teve uma convulsão no palco e sofreu uma queda enquanto se apresentava com o Sin City Sinners em Las Vegas, Estados Unidos. Os médicos logo descobriram que o músico tinha dois tumores no cérebro e, em agosto de 2019, Fox afirmou que os tumores haviam crescido. Via: RockBizz

Hospitais se manifestam sobre a renda que receberão do festival Back To The Beginning
Assim que Sharon Osbourne anunciou o festival Back To The Beginning, que seria o grand finale do Black Sabbath e Ozzy Osbourne, ficou claro que seria um evento beneficente em prol de certas instituições que a empresária apoia, que são Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice de Birmingham. Durante entrevista ao jornal britânico BBC, Sheeba Ali, que é a gerente de arrecadação de fundos do Birmingham Children’s Hospital, falou o seguinte: “Nós descobrimos o apoio deles quando todo mundo descobriu, quando o show foi anunciado. Foi uma alegria enorme”. Sheeba explicou brevemente como empregará o dinheiro. Ela disse: “Nós faremos o que der em termos de melhoria do ambiente. Há muitas obras em andamento no hospital infantil no momento para torná-lo um espaço menos assustador para as crianças”. “Portanto, essa ajuda financeira foi uma surpresa brilhante e estamos nas nuvens”, acrescentou a Ali em tom super positivo. O diretor do Cure Parkinson’s, Andy Simons, também se manifestou e afirmou que está nas nuvens com a ajuda da família Osbourne. “Queremos garantir que pessoas com Parkinson em todo o país tenham algum acesso aos testes, e isso inclui Birmingham e West Midlands. Então, quaisquer doações ou fundos arrecadados nos ajudarão a fazer isso”. “Queremos garantir que as pessoas que vivem com Parkinson nessas áreas possam participar de testes que possam beneficiá-las, e isso certamente beneficiará a busca pela cura. Então, nós agradecemos muito o Príncipe das Trevas”, finalizou Simons. Por uma questão de ética e discrição, a família Osbourne não revelou os valores em prol dos hospitais. Quem quiser conhecer mais sobre o trabalhos das instituições, acesse Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorn Children’s Hospice de Birmingham. Via: RockBizz

David Draiman se manifesta e tenta amenizar as vaias que tomou no show do Ozzy e Sabbath
No último sábado, 05, o vocalista do Disturbed, David Draiman, recebeu muitas vaias no show final do Ozzy e Sabbath por suas declarações políticas e apoio a Israel ao longo dos últimos tempos. E além dos gritos, muitas pessoas ainda lhe mostraram o dedo do meio e o xingaram de nomes que nem se diz a juiz de futebol. Pelas mídias sociais, David Draiman se manifestou e tentou amenizar as vaias que tomou no show do Ozzy e Sabbath. Ele escreveu: “Em parte da transmissão ao vivo da minha apresentação no Back To The Beginning, celebrando o legado de Ozzy Osbourne e do Black Sabbath, como vocês podem ver, eu não fui vaiado para fora do palco, como tantas pessoas na imprensa e a plateia do Free Palestine gostariam de fazer vocês acreditarem. Sim, houve algumas vaias quando saí, mas vim prestar homenagem aos meus professores, meus ídolos, ao poderoso Black Sabbath. Então, eu não ia deixar que alguns idiotas que odeiam judeus me impedissem”. O cantor continuou: “É tudo uma questão de alimentar a narrativa deles, gerar cliques e incitar o ódio aos judeus. Tem até um conteúdo circulando por aí que adicionou vaias à apresentação só para botar mais lenha na fogueira. Patético. A transmissão ao vivo mostra a verdade. Ambas as músicas foram muito bem recebidas. No entanto, você não saberia disso por parte de alguns meios de comunicação, que estão ansiosos para assar marshmallows perto dessa história de merda que é uma lixeira”. “Ainda estou aqui. Voltarei para o Reino Unido no outono para o que promete ser uma temporada de muito sucesso, a julgar pelas vendas de ingressos. E eu ainda sou um judeu ferozmente pró-Israel. Eu sempre defenderei meu povo e não serei dissuadido, intimidado ou envergonhado de agitar o público”, finalizou o artista. Veja a publicação na íntegra de David Draiman: Via: RockBizz