Resenhas

AC/DC fará três apresentações no Autódromo de Interlagos em São Paulo
O AC/DC fará três apresentações no Autódromo de Interlagos em São Paulo, de acordo com o jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo. Cabe lembrar que o grupo se apresentou em nosso país apenas duas vezes: no histórico primeiro Rock in Rio, que rolou em 1985, e no Estádio do Morumbi em 2009. Ainda segundo o comunicador, a apresentação, que terá a produção da empresa Live Nation, será anunciado oficialmente em breve com todos os detalhes sobre ingressos e as suas formas de compra e pagamento. Atualmente, o conjunto australiano está na estrada em promoção da turnê europeia, a qual possui o apoio do The Pretty Reckless como banda de abertura, vai se estender até meados de agosto. Após essa etapa, os caras vão tirar umas semanas de folga para recuperar as energias e voltar aos palcos em novembro, com oito concertos pela Austrália. Cidades como Brisbane, Sydney, Adelaide e Perth receberão os músicos de braços abertos. Para a Power Up Tour 2025, o AC/DC está contando com os trabalhos de Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Stevie Young (guitarra), Matt Laug (bateria) e Chris Chaney (baixo). Ou seja, da formação tida como clássica, a banda possui apenas o “baixinho gigante” Angus Young para comandar o sonzeira no palco. Via: RockBizz

Vida de rei: Ozzy Osbourne deixa herança bilionária à sua família
Infelizmente, Ozzy Osbourne nos deixou nesta semana, aos 76 anos! O cantor inglês, junto com os seus parças Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, criou o Black Sabbath e esse trem que a gente ama chamar de heavy metal. Com mais de meio século de carreira, treze discos de estúdio com a carreira solo e com o Sabbath, milhares de apresentações ao redor do planeta, prêmios Grammys, honrarias do Rock & Roll Hall of Fame, contratos lucrativos com a MTV e mais de cem milhões álbuns vendidos, Ozzy fez muito, muito dinheiro. Apesar do apelido Príncipe das Trevas, a vida do morcegão podia ser de rei! De acordo com o Celebrity Net Worth, ele conseguiu acumular uma fortuna avaliada em 163 milhões de libras, portanto, em conversão para o real e na atual cotação da moeda estrangeira, Osbourne deixa uma herança bilionária à sua família. Além do dinheiro que sempre entrou via música, shows e afins, o Madman, por intermédio de sua empresária e esposa, Sharon, atuava no ramo imóveis. O casal chegou a vender algumas mansões em Los Angeles e Malibu, o que engrossou a conta bancária da família. Apesar dos cofres e contas bancárias cheias de dólares e libras, Ozzy, em seu dia a dia, mantinha uma vida simples e bem longe das frivolidades dos muitos pseudos artistas que coalham nas mídias sociais. Via: RockBizz

Paramédicos passaram duas horas tentando salvar Ozzy Osbourne, segundo jornal
A última terça-feira, 22 de julho, ficará marcada nos anais do rock n’ roll como um dos dias mais tristes que o estilo já teve, pois foi a data em que nos despedimos de Ozzy Osbourne. O vocalista morreu aos 76 anos, duas semanas depois de se despedir para valer dos palcos. A novidade no caso Ozzy, no entanto, vem do jornal inglês The Mirror. De acordo com o periódico, os paramédicos passaram duas horas tentando salvar Ozzy Osbourne. Eles informaram que a equipe médica voou até a Welders House, em Buckinghamshire, onde fica a mansão da família Osbourne. Lá, os médicos tentaram todas as manobras possíveis para salvar a vida do roqueiro. O The Mirror conseguiu ouvir um vizinho do Madman, que disse o seguinte: “Todos nós estávamos conversando sobre isso e nos perguntando o que tinha acontecido. Imediatamente tememos que a ambulância aérea pudesse ser para ele, pois sabidamente sua saúde era frágil. Quando soubemos mais tarde naquela noite que ele havia morrido, isso confirmou nossos piores temores”. Problemas de saúde Nos últimos anos, Ozzy vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo. Causa da morte Apesar disso tudo, a família Osbourne não forneceu mais detalhes sobre a morte do Príncipe das Trevas, tampouco revelou a causa do óbito. Pelas mídias, eles apenas pediram privacidade neste momento tão doloroso. Via: RockBizz

Zakk Wylde faz emocionante tributo ao patrão e amigo Ozzy Osbourne: “Você viveu com o coração de um leão”
O guitarrista Zakk Wylde teve a difícil missão de substituir o virtuoso Jake E. Lee na banda de Ozzy Osbourne. Na verdade, a tarefa ia além disso! Ele tinha que entregar uma performance com personalidade e impor uma linha criativa distinta da de seus antecessores. A primeira aventura com o Morcegão do Rock foi em No Rest For The Wicked, álbum de 1988 que vendeu mais de dois milhões de cópias. O então molecote da guitarra se tornou peça fundamental para a carreira de Ozzy, cujo o estrelato aumentaria ainda mais no disco No More Tears (1991). De lá para cá, Wylde entrou e saiu várias vezes da banda de Osbourne, porém, se mantém como um fiel parceiro do artista britânico. Com a morte de Osbourne nessa última terça-feira, 22, o viking das seis cordas fez emocionante tributo ao patrão e amigo Ozzy Osbourne. Ele escreveu: “Obrigado por abençoar o mundo com a sua bondade e grandeza, Oz! Você trouxe luz para tantas vidas e tornou o mundo um lugar melhor. Você viveu com o coração de um leão. Agradeço ao bom Deus todos os dias por abençoar minha vida com você nela. Eu te amo, Oz! Para sempre, Zakk”. Confira a postagem de Zakk Wylde com um trecho de uma apresentação ao vivo: Via: RockBizz

Judas Priest emite nota de pesar pela morte do roqueiro Ozzy Osbourne
A relação entre o Judas Priest e o Black Sabbath e Ozzy Osbourne sempre foi próxima e de total parceria. O frontman do Priest, Rob Halford, já até emprestou seu gogó para o Sabbath em duas ocasiões, portanto, é parte da banda, de certa forma. E é claro que o Judas Priest emitiu uma nota de pesar pela morte do roqueiro Ozzy Osbourne, que tristemente aconteceu nesta terça-feira, dia 22 de julho. “Nossos corações estão partidos, assim como milhões ao redor do mundo”, começou o informe da banda. “Palavras não conseguem expressar o amor e a perda que todos estamos sentindo. Sharon, que Deus envolva você e sua linda família com amor, paz e luz. Ozzy, você nunca nos deixará. Sua música é eterna. Deus te abençoe agora mais do que nunca, depois que você nos abençoou ao longo de sua vida magnífica. Rob, Glenn, Ian, Richie e Scott”. Nesta manhã a comunidade rock n’ roll de todo planeta acordou com a seguinte mensagem nas redes sociais oficiais do Madman. “É com mais tristeza do que meras palavras podem expressar que temos que informar que nosso amado Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade de nossa família neste momento”. Enviamos as nossas mais profundas e sinceras condolências aos familiares, amigos e fãs de Ozzy Osbourme. A sua falta será eterna, assim como sua música. Via: RockBizz

“Não consigo acreditar, meu querido amigo Ozzy faleceu”, lamenta Tony Iommi
Esta terça-feira, dia 22 de julho, vai entrar para história como um dos dias mais tristes da história para os fãs de rock n’ roll e heavy metal, pois foi o dia em que o nosso amado Ozzy Osbourne faleceu aos 76 anos. A comoção na cena musical pesada está sendo tremenda, do tamanho da grandeza artística do Príncipe das Trevas. Além das bandas, muitos músicos exteriorizaram os seus sentimentos em suas redes sociais em relação a imensa perda. O guitarrista Tony Iommi, em especial, lamentou profundamente o falecimento do amigo e parceiro de trabalho. Ele escreveu o seguinte em suas mídias sociais: “Eu simplesmente não consigo acreditar! Meu querido amigo Ozzy faleceu poucas semanas depois do nosso show no Villa Park. É uma notícia muito dolorosa que não consigo encontrar palavras, nunca haverá outro como ele. Geezer, Bill e eu perdemos nosso irmão. Meus pensamentos estão com Sharon e toda a família Osbourne. Descanse em paz, Oz”. No começo deste mês, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Via: RockBizz

Próxima edição do Lollapalooza Brasil será nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026
A próxima edição do Lollapalooza Brasil será nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026! O evento, que vai rolar no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, virá cheio de novidades! O festival anunciou, em parceria com o Bradesco, patrocinador e meio de pagamento oficial há 7 anos, o LollaLovers, um produto exclusivo para clientes do banco, com a melhor alternativa de preço e benefícios para quem quer garantir desde já seu Lolla Pass. O passe é para os 3 dias de festival, com melhores condições, um plano especialmente pensado para não pesar no orçamento dos fãs, além de um pacote exclusivo de benefícios. A venda já começou e está sujeita à disponibilidade. O LollaLovers é pessoal, limitado a um ingresso por CPF, e intransferível. Além da isenção da taxa de conveniência e do valor mais acessível para o evento, a modalidade contará também com acesso preferencial ao festival, 20% de desconto na compra antecipada de bebidas pelo aplicativo oficial e um pôster comemorativo do Lollapalooza Brasil 2026. A venda do LollaLovers é exclusiva para clientes dos cartões de crédito Bradesco pessoa física, titular e adicional, next, Bradescard e Digio, de todas as bandeiras. Na última edição, o festival reuniu 240 mil pessoas, com mais de 70 atrações nacionais e internacionais espalhadas por quatro palcos, além de experiências gastronômicas, áreas de descanso, interações com 44 marcas e 47 ativações. Em 600 mil metros quadrados de área, o evento proporcionou 36 horas de música e marcou a estreia de 15 artistas no país, reforçando o compromisso do Lollapalooza com a diversidade e a descoberta de novos talentos. No próximo ano, o Lollapalooza Brasil vai repetir o seu sucesso com uma curadoria que valoriza a variedade de estilos e gerações, ampliando as possibilidades de experiências para o público. Para saber mais sobre o evento, acesse aqui. Via: RockBizz

Wednesday 13 aposta no quê fúnebre e humorístico no clipe de Rotting Away
Mesmo em turnê pela Europa, o Wednesday 13 arrumou um tempinho para estrear o videoclipe do novo som Rotting Away. O audiovisual aposta no quê fúnebre e humorístico, o que é uma marca da banda. A faixa se encontra no track listing do novo trabalho de estúdio, Mid Death Crisis, que saiu no dia 25 de abril pela Napalm Records. Assista: Mid Death Crisis teve a produção do guitarrista Alex Kane (Life, Sex & Death, Enuff Z’Nuff) e a mixagem de Steve Evetts (The Dillinger Escape Plan, Prong e Devildriver). O disco possui a participação de Taime Downe, vocalista do Faster Pussycat. O disco está disponível em muitas versões como CD, CD digisleeve, CD + camiseta, vinil preto, vinil colorido (verde) e digital (streaming e download). Além do frontman Wednesday 13, a banda tem em sua formação Jack Tankersley (guitarra), Troy Doebbler (baixo), Mike Dupke (bateria) e Ashes (guitarra). Tracl listing de Mid Death Crisis: 01. There’s No Such Thing As Monsters02. Decease and Desist03. When the Devil Commands04. Rotting Away05. No Apologies (com Taime Downe)06. Decapitation07. In Misery08. Blood Storm09. Xanaxtasy10. I Hurt You11. My Funeral12. Sick and Violent Via: RockBizz

Black Pantera vai gravar audiovisual no Circo Voador na véspera do Dia da Consciência Negra
Vivendo a melhor fase de sua carreira, se apresentando nos festivais mais importantes do Brasil, fazendo shows no exterior e sendo reconhecido como um dos principais grupos de rock da atualidade, premiado pela APCA e pelo Prêmio da Música Brasileira, o Black Pantera vai gravar audiovisual no Circo Voador na véspera do Dia da Consciência Negra. Serão 11 anos de estrada compilados num show que já está sendo preparado com todo cuidado, no palco que tem importância fundamental na carreira da banda, o Circo Voador, no Rio de Janeiro. Além de ser um grande símbolo do rock no país, o Black Pantera já tocou no santo palco com a banda Nervosa, Ratos de Porão e Dead Fish, na noite em que Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora Deck, foi assisti-los e os contratou no ato. “Esse é um momento muito esperado por nós. Por mais que a gente tenha algumas coisas registradas, esse é um show nosso, completo, o repertório será muito bem pensado, assim como o local foi”, explicou o baixista e vocalista Chaene da Gama. “Tinha que ser no Circo Voador, que é um lugar histórico e faz parte da nossa vida desde que a gente começou a ouvir rock e lia nas revistas, acompanhava as notícias, os primeiros shows da Legião Urbana, dos Paralamas, várias bandas brasileiras que passaram e passam pelo Circo. Fora o público, que sempre nos recebe muito bem, assim como a casa, e certamente fará toda a diferença nessa apresentação”. Quatro discos de estúdio, dois EPs e vários singles lançados ao longo da carreira, portanto, está mais do que na hora de um registro ao vivo do que é o show do Black Pantera hoje. Tudo isso já seria espetacular, mas ainda tem um detalhe, o show será no dia 19 de novembro, véspera do Dia da Consciência Negra, quando o Black Pantera, uma banda antirracista, que traz essa bandeira como um de seus principais fundamentos, vai registrar esse momento histórico. Charles Gama (vocal e guitarra), Chaene da Gama (vocal e baixo) e Rodrigo Pancho (bateria) vão apresentar sucessos como Fogo nos Racistas, Tradução, Perpétuo, Padrão é o Caralho e outros. SERVIÇOLocal: Circo Voador (Rua dos Arcos, s/n)Horário: a partir de 20hIngressos: a partir de R$ 70Local de compra do bilhete: https://www.eventim.com.br. Via: RockBizz

Hatebreed divulga a nova música Make The Demons Obey
O Hatebreed divulgou a nova música Make The Demons Obey. A faixa é o primeiro registro de estúdio da banda em cinco anos, ou seja, desde que saiu o álbum Weight Of The False Self, em novembro de 2020. Atualmente, o Hatebreed está em turnê pelos Estados Unidos com as bandas Icite, Malevolence, Fugitive, Gridiron e Escueala Grind. A tour vai se estender até o final deste mês. Depois disso, os caras vão para o Velho Continente, com shows em Portugal, Alemanha e Espanha. Saiba o passo a passo da banda aqui. Caso Wayne Lozinak Vale lembrar que a banda está sem o guitarrista, pois está com tumor benigno no cérebro. Ele passará por uma craniotomia — um procedimento cirúrgico que envolve a abertura do crânio para acessar o cérebro — no dia 4 de agosto. Enquanto isso, o Hatebreed segue com os seus compromissos com o baixista Matt Bachand assumindo a guitarra e Carl Schwartz, do First Blood e Terror, assumindo as linhas de baixo. Via: RockBizz

“O fã de metal misógino vai ser substituído por uma garota de 15 anos, e eu adoro isso”, reflete Mike Shinoda (Linkin Park)
Depois do falecimento do cantor Chester Bennington em julho de 2017, o Linkin Park ficou de molho e sem nenhum sinal aparente de volta aos palcos. No entanto, tudo mudou em outubro de 2024, quando o grupo anunciou sua volta com o apoio da frontwoman Emily Armstrong. A parceria entre a cantora e o grupo já rendeu um álbum de estúdio, From Zero, o qual saiu no dia 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. Além disso, a trupe está em turnê ao redor do planeta, desde então. Durante entrevista ao Broken Record Podcast, o vocalista Mike Shinoda refletiu sobre o retorno da banda. Segundo o artista, a morte de Chester Bennington seria uma péssima forma de encerrar a carreira do Linkin Park. Ele também comentou que o fã de heavy metal tr00zão, aquele que reza para o Deus Metal antes de tomar seu achocolatado favorito, vai odiar o conjunto por conta de sua decisão de retornar aos palcos. “Acho que uma das coisas que realmente nos impulsionou foi a ideia de não querer parar sem lutar. Essa seria uma péssima maneira da banda terminar ou parar de fazer música nova. Essa é uma história horrível. Ninguém quer ler esse livro. O livro que eu quero ler é que os caras se recompuseram e se levantaram. É a coisa mais difícil de fazer, a mais intimidadora, a mais desafiadora e a que mais pode dar errado, honestamente. E para nós mesmos, para os nossos filhos, para os nossos fãs, fazer isso é correr enormes riscos”. Mike acrescentou: “Nós vivemos e respiramos essa banda. Nós pensamos em todas essas coisas. O fã de metal misógino, boca aberta e barba por fazer, que adorou nossos dois primeiros discos e não ouviu mais a banda desde então, mas que acha que é fã do Linkin Park, vai odiar a banda e vai falar abertamente sobre isso. Então, está tudo bem. Acho ótimo porque essa pessoa vai ser substituída por uma garota de 15 anos que nunca curtiu música alta antes, mas quer aprender a tocar guitarra agora. E eu adoro isso”. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

“Ozzy era flanelinha; ele cuidava de carros no estádio do Aston Villa pra levantar uma grana”, diz Charles Gavin
Os fãs de heavy metal sabem que Ozzy Osbourne (Black Sabbath) teve alguns trabalhos inusitados antes de ser tornar um dos maiores cantores da história. O britânico trabalhou em um matadouro, atuou como afinador de buzina em uma fábrica de carros e deu uma de encanador. A novidade agora fica por conta do ofício de flanelinha. De acordo com o baterista Charles Gavin (Titãs), o eterno Príncipe das Trevas cuidava de carros no estádio do Aston Villa pra levantar uma grana. O brasileiro falou sobre o assunto em entrevista ao After Podcast. Ele disse: “Ozzy Osbourne e o Black Sabbath se despediram no estádio do Aston Villa, sendo que sessenta e cinco anos atrás eles moravam perto do estádio. Eles já tinham a banda, mas ganhavam uns trocados tomando conta de carro quando tinha jogo no estádio. Então, Ozzy era um flanelinha quando era jovem! Ele ia ao estádio e falava que tomava conta de carro. Ele era torcedor do Aston Villa, mas ele e os outros caras da banda eram flanelinhas. Aí você corta para sessenta e cinco anos, o cara está se despedindo no mesmo lugar”. Charles completou: “É uma história de vida! Essa pessoa estava há seis décadas e meia tomando conta de carro e ganhando uns trocados. Ele veio de uma família muito pobre. Todos os quatro são da classe operária inglesa. E anos depois eles estão se despedindo da carreira no estádio do Aston Villa”. Veja a fala completa de Charles Gavin na postagem abaixo: Via: RockBizz

T.S.O.L. e Adolescents retornarão ao Brasil em novembro
T.S.O.L. e Adolescents, duas lendas do punk rock norte-americano, fundadas na década de 1980, com público cativo no Brasil, retornarão à América do Sul em novembro e três datas são em solo nacional: Curitiba, São Paulo e Porto Alegre. As duas bandas fazem shows completos e especiais em todas as cidades. T.S.O.L. (True Sounds of Liberty), formada no início dos anos 1980 em Long Beach/Huntington Beach, continua ativa e mantêm-se celebrada pela imprensa especializada por sua influência no punk rock, deathrock e hardcore, com vocais inconfundíveis de Jack Grisham e shows emblemáticos com energia visceral. Dance with Me, o álbum de estreia, é um marco do punk: incorporou sonoridade gótica e death rock e consolidou a nuance macabra que diferenciaria a banda no cenário norte-americano. O T.S.O.L. ainda gravou quatro álbuns mais associados ao hard rock/glam, como Change Today?, Revenge (1986), e Hit and Run (1987, chegou à posição nº 184 na Billboard 200), além de Strange Love (1990). O álbum mais recente do T.S.O.L. saiu em fevereiro de 2024, A‑Side Graffiti, o nono de estúdio da banda. O registro reúne material inédito, singles e covers como Swimming, Sweet Transvestite (Rocky Horror), além de reinterpretações de Wonderful World e 1 Thing (Amerie). Fundada em Fullerton, Califórnia, em janeiro de 1980 por Steve Soto (ex-Agent Orange), os Adolescents rapidamente se estabeleceram como um marco da cena hardcore punk do sul da Califórnia, ao lado de bandas como Social Distortion e Agent Orange. Seu álbum de estreia Adolescents (1981), conhecido como Blue Album, é frequentemente apontado como um dos discos mais influentes do hardcore punk californiano, mesclando riffs rápidos com melodias memoráveis e letras carregadas de tensão juvenil e rebeldia. O Adolescents é amplamente reconhecido por sua influência sobre gerações de bandas do punk e pop punk, como Bad Religion, NOFX, Pennywise, The Offspring e Green Day. Sua capacidade de fundir intensidade sonora com hooks irresistíveis e letras que capturam a angústia adolescente garantiu-lhes um lugar duradouro na história do punk global. Hits incontornáveis serão executados nesta nova turnê pelo Brasil. O T.S.O.L. trará canções como World War III e Darker My Love, enquanto o Adolescents mostrará clássicos como Livin’ on Beer e I Hate Children. SERVIÇOT.S.O.L. e Adolescents em Curitiba (PR)Data: 29 de novembro de 2025Horário: 20h (abertura da casa)Local: Tork n’ rollEndereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba – PRIngresso online: https://fastix.com.br.Valores: R$ 180,00 (Meia Entrada / Solidária – 1º lote); R$ 360,00 (Inteira – 1º lote) | Camarote – R$ 220,00 (Meia Entrada / Solidária – 1º lote); R$ 440,00 (Inteira – 1º lote) T.S.O.L. e Adolescents em São Paulo (SP)Data: 30 de novembro de 2025Horário: 19h (abertura da casa)Local: Cine JoiaEndereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SPIngresso online: https://fastix.com.br.Valores: R$ 180,00 (Meia Entrada / Solidária – 1º lote); R$ 360,00 (Inteira – 1º lote) | Camarote – R$ 220,00 (Meia Entrada / Solidária – 1º lote); R$ 440,00 (Inteira – 1º lote) T.S.O.L. e Adolescents em Porto Alegre (RS)Data: 31 de novembro de 2025Horário: 18h30 (abertura da casa)Local: OpiniãoEndereço: R. José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre – RSIngresso online: https://fastix.com.br.Valores: Pista – R$ 180,00 (Meia Entrada / Solidária – 1º lote); R$ 360,00 (Inteira – 1º lote) Via: RockBizz

Natiruts se despede com show histórico em São Paulo, e o Sempre Um Rock viveu tudo do Camarote Backstage Mirante
A turnê “Leve Com Você” trouxe o adeus com alma, som potente e pura liberdade no Allianz Parque. O último show do Natiruts em São Paulo foi um verdadeiro espetáculo de amor, memória e música. E o Sempre Um Rock não apenas viu tudo de perto — a gente viveu essa vibe no Camarote Backstage Mirante, uma experiência completa com acesso à pista premium, open bar e open food de qualidade e uma vista absurda do palco. Tudo isso no coração do Allianz Parque, onde o reggae se encontrou com a emoção de uma despedida inesquecível. Mesmo com a frente fria típica da selva de pedra, o calor humano explodiu já na abertura com “Presente de um beija-flor”, e um beija-flor digital e vibrante no telão preparou o terreno para o que viria. “Hoje finalizamos esse ciclo dessa forma maravilhosa nessa capital maravilhosa que recebeu a gente tão bem desde 1998. A gente sabe que é importante falar do passado e planejar o futuro, mas gostaria que hoje a gente vivesse o presente aqui em São Paulo: tudo vai dar certo!”, disse Alexandre Carlo antes de “Tudo vai dar certo”. Entre mensagens de paz e som contagiante, “Glamour Tropical (Rio em dias de paz)” reforçou o laço do Natiruts com São Paulo: foi aqui que a faixa foi gravada — e isso elevou ainda mais o senso de pertencimento da plateia. E se tinha música pra dançar, também teve pra emocionar. “Leve Com Você”, a música que deu nome à turnê, foi um dos picos de energia da noite, com milhares de vozes ecoando juntas numa vibração que parecia levantar até o teto retrátil do estádio. O Sempre Um Rock ficou colado no palco, e a cada música era como se o som invadisse a alma com força, como em “Iluminar”, onde as backing vocals deram um show à parte. A banda fez questão de entregar um set nostálgico, atendendo aos pedidos dos fãs de longa data. “Ao longo dos anos, surgiram alguns mitos de vocês pra nós, e o mais presente era o ‘toca das antigas’. Já que vocês inventaram isso, nós preparamos então um set só com as antigas”, anunciou Alexandre antes de “Reggae de raiz” e “Pedras escondidas”. A vibe oscilava entre o suave e o explosivo, como em “Dois planetas” e “Você me encantou demais”, e logo emendava com confetes e fumaça em clássicos dançantes. O show também foi um tributo à diversidade do público. Havia fãs de todos os cantos, inclusive da América Latina, como Peru e Argentina — algo que não passou batido por Alexandre Carlo: “Quando você está lá sentindo aquele cheiro, olhando aquelas paisagens e tomando uns bons drinks, não tem como não se influenciar por essa cultura. E essa canção vem exatamente desse lugar”, explicou antes de soltar o groove de “Good Vibration” com um solo nervoso de sax. A galera do Backstage Mirante pirou quando vieram as raridades pedidas ali na grade — “Mano Velho” e “Una vez más” fizeram todo mundo voltar no tempo e relembrar os primórdios do Natiruts — quando ainda eram Nativus. “É importante reconhecer o trabalho do outro para podermos progredir melhor. A inspiração dessa música, é um reflexo também dessa mistura tão maluca de vocês aqui de São Paulo e que dá bom pra caralho!”, gritou Alexandre antes de “Natiruts Reggae Power”, com labaredas no palco e o Allianz em êxtase. Depois veio a linda homenagem à cidade e ao momento de vida do vocalista, com a energia espiritual e transcendental de “Quero ser feliz também”, encerrada com a imagem de Iemanjá no telão e olhos marejados no público. “Semente Nativa” e “Em Paz” foram momentos de pura comunhão, com milhares de luzes de celulares iluminando a noite e a palavra PAZ projetada sobre o palco como um mantra coletivo. E claro, o reggae clássico também teve sua vez com um medley poderoso de “Eu e Ela”, “Waiting in Vain” (Bob Marley) e “Vamos Fugir” (Gilberto Gil), selando o DNA do Natiruts com os grandes do gênero. O gran finale? A icônica “Liberdade pra dentro da cabeça”, que começou lá nos anos 90, mas segue mais atual do que nunca. “Este ciclo agora se fecha de forma tão bonita, para que outros possam começar da mesma forma”, disseram ao sair do palco — e ninguém queria que acabasse. Resumo do show do Natiruts no Allianz Parque (com experiência rock no Camarote Backstage Mirante): Último show em SP da turnê “Leve Com Você” Público aquecido e emocionado, mesmo com o frio Setlist recheado de clássicos e surpresas Homenagens a São Paulo, Caribe e Luiz Melodia Participação intensa da plateia latina Cobertura completa do Sempre Um Rock direto do Camarote Backstage Mirante: acesso VIP, conforto total e visão privilegiada 🎶 Se você ama música ao vivo, reggae de verdade e experiências que marcam, siga o @sempreumrock e fique por dentro dos maiores eventos musicais do país. 📲 Compartilha com quem viveu esse momento mágico no Allianz! 🖤 Rock é atitude. Reggae é alma. E o Natiruts é parte da nossa história musical. Por: Fabio Crejoinas CEO e Editor – SEMPRE UM ROCK

Guitarra doada ao Metropolitan Museum Of Art foi roubada do The Rolling Stones por traficantes em 1972
O que não faltam no fantástico mundo do rock n’ roll são histórias que até Deus – e o Diabo – duvidam! De morder cabeça de pombo e morcego, passando por casos de incêndios, overdoses, roubos, brigas e até ressuscitamento, a cena rock já nos brindou de tudo. Agora, a novidade e polêmica fica na conta de uma guitarra doada ao Metropolitan Museum Of Art. O item foi chegou à instituição em maio, contudo, só recentemente se deram conta que se trata da Gibson Les Paul Sunburst de 1959, que foi roubada do The Rolling Stones por traficantes de drogas. A guitarra “tomou chá de sumiço” enquanto Mick Jagger (vocal) e companhia gravavam o décimo registro de estúdio do grupo, Exile on Main St., cujo lançamento oficial foi em 1972. Na época, além da Gibson Les Paul, outros oito instrumentos foram roubados da Villa Nellcôte, onde gravavam o disco. Segunda a Classic Rock, o roubo aconteceu porque Keith Richards devia dinheiro aos traficantes locais. Mas a Les Paul pertencia a Mick Taylor, de acordo com a empresária de Taylor, Marlies Damming. Ela esclareceu Mick comprou a guitarra de Richards em 1967, antes de se juntar à John Mayall & the Bluesbreakers após a saída de Peter Green. “Há inúmeras fotos do Mick Taylor tocando esta Les Paul, porque era a sua guitarra principal até desaparecer”, destacou Marlies. “O interessante sobre essas Les Pauls antigas é que elas são famosas por sua chama, que é única. É como uma impressão digital”. Uma fonte contou ao jornal Page Six que Mick Taylor nunca recebeu qualquer tipo de indenização pelo roubo e está perplexo sobre como sua guitarra foi parar na coleção do Metropolitan Museum Of Art. Via: RockBizz

Metallica salva Tomorrowland Bélgica do cancelamento após incêndio destruir palco principal
Neste final de semana, o veterano Metallica salvou Tomorrowland Bélgica do cancelamento após incêndio destruir palco principal. De acordo com a HLN News, o palco da banda estava guardado na Áustria e foi rapidamente transferido para a Bélgica para que Steve Aoki, Swedish House Mafia, Deadmau5 e David Guetta pudessem mostrar as suas artes. O DJ holandês Martin Garrix, que se apresentou no festival na sexta-feira, dia 18 de julho, postou uma foto com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, e agradeceu a ajuda que recebeu dos reis do thrash metal. “Eu não acredito que estou digitando isso! Mas meu show no Tomorrowland ainda está rolando! E um grande abraço à incrível equipe do Tomorrowland por realizar milagres. E um grande abraço ao Metallica por emprestar algumas partes do palco”. Martin completou: “Estou muito feliz para fechar o palco principal hoje à noite. Este é, sem dúvida, o Tomorrowland mais exclusivo de todos os tempos. Vamos fazer história juntos”. Veja a postagem do DJ ao lado de Lars Ulrich: O Metallica só voltará aos palcos em novembro para a nova perna da M72 World Tour, que será pela Austrália e Nova Zelândia. Saiba o passo a passo da banda aqui. Via: RockBizz

“Paul Di’Anno não é tão bom quanto Bruce Dickinson”, reflete Andi Deris (Helloween)
A escolha de melhores álbuns e músicos é algo subjetivo, isto é, está sujeito ao crivo de cada fã, portanto, o que é super bom para uma pessoa pode ser horrível para um outro indivíduo. Isso é ótimo porque cada um curte e dá atenção ao que bem entende. Trocando uma ideia com o jornalista Andrew McKaysmith, do canal Scars And Guitars, o frontman do Helloween, Andi Deris, refletiu sobre o atual e o ex-vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson e Paul Di’Anno, respectivamente, e citou os discos da banda que mais gosta. “Quando ouço meus antigos heróis, eu sei que Paul Di’Anno não é tão bom quanto Bruce Dickinson. Mas, mesmo assim, os dois primeiros álbuns [Iron Maiden (1980) e Killers (1981)] são os discos com os quais eu mais ou menos cresci ouvindo metal. Portanto, eu adoro esses dois álbuns com Paul Di’Anno! Mesmo assim, eu diria que adoro muitas músicas com Bruce Dickinson. Mas quando Paul não estava mais na banda, eu, como fã, naquela época, deixei o Maiden, por assim dizer, só para redescobri-los mais tarde. Mas primeiro eu fiquei puto. [Risos] Talvez essa seja a descrição correta”. Veja a fala completa de Andi Deris no tocador a seguir: O novo álbum do Helloween, Giants & Monsters, chegará ao mercado no dia 29 de agosto pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). O trabalho estará disponível em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). Via: RockBizz

Por que Jimi Hendrix começou a quebrar suas guitarras no palco
Quem curte o fantástico mundo das seis cordas sabe que toda reverência é pouca ao saudoso mestre Jimi Hendrix. O norte-americano estava à frente de seu tempo em todos os sentidos como técnica, timbre e, principalmente, nas performances, que eram incendiárias e destruidoras – com perdão do trocadilho. Jeff Christie, do The Outer Limits e Christie, que fez turnê com Jimi em 1967, lembrou, durante um bate-papo com o pessoal da Guitar, como Hendrix começou a quebrar suas guitarras no palco. “Ele era bem tímido e muitas vezes simplesmente passava por você com um sorriso tímido e dizia frases pequenas como: ‘Nossa, espero que meu cabelo não esteja muito bagunçado’. Mas eu o observava todas as noites. Em um certo show no Newcastle City Hall, ele teve problemas para afinar a sua Gibson Flying V, o que o deixou bem bravo. A situação ficou tão ruim que ele perdeu a paciência, virou-se e jogou a Flying V na parede de Marshall, que estava a cerca de sete metros de distância”. Christie continuou: “Ele acertou o alto-falante central do amplificador, que acabou vibrando com feedback bem acima do onze. O amplificador também soltava uma espécie de fumaça. Mitch Mitchell, para não ficar atrás, chutou sua bateria, no estilo de Keith Moon, deixando Noel Redding, o único sobrevivente, tentando tocar baixo. O palco inteiro virou uma zona de demolição. Todo mundo que estava nos bastidores ficou de boca aberta. Boa parte da plateia foi à loucura e adorou cada minuto! Era uma mistura de guitarra distorcida, feedback de baixo e pratos quebrados. Era muito caos, loucura e drama”. Jeff acrescentou: “Eu sabia que isso era o teatro rock n’ roll. Ele chocava e causava pavor. Embora não fosse novidade, já que Townshend e Moon já haviam aberto o caminho, eu fiquei pasmo com aquilo. O nome de Jimi foi ganhando ainda mais fama. Então, o ato de quebrar e incendiar as guitarras se tornaram corriqueiros nas apresentações dele”. Veja no player abaixo Jimi Hendrix “castigando” uma de suas guitarras: Via: RockBizz

Saiba qual álbum do The Who Eddie Van Halen sabia tocar nota por nota
No final dos anos 1970, o Eddie Van Halen que o mundo conheceu era o virtuoso da guitarra que tinha em seu currículo canções como Runnin’ with the Devil, Ain’t Talkin’ ‘Bout Love e o famoso tema instrumental, Eruption. No entanto, o que poucos fãs de rock sabem é que Eddie era um prodígio das seis cordas já na adolescência. O músico gozava de uma proficiência técnica acima da média, o que o possibilitava tocar o que bem quisesse. Dias atrás, durante uma entrevista ao Professor of Rock, o baixista Michael Anthony relembrou a incrível habilidade de Eddie na guitarra, quando fez o teste para se juntar ao Van Halen, e contou o que o músico curtia tocar nota por nota. “Quando toquei com Eddie e Alex pela primeira vez, eles tocaram algumas de suas músicas originais”, recordou Michael. “Percebi na hora que eles eram ótimos músicos. Eles realmente me impressionaram”, pontuou. “Eddie conseguia tocar o álbum Live at Leeds, The Who, inteiro, nota por nota. Ele o tocava tão bem quanto Pete Townshend. Talvez ele tocasse até melhor de Townshend”, ressaltou. O famoso baixista encerrou o assunto lembrando como era a rotina de ensaios com os irmãos Van Halen. “Bem, eles estavam me fazendo passar por mudanças de tempo nas canções. Eu estava curtindo muito porque era algo novo para mim. Todos os dias, nos ensaios, eu aprendia muitas coisas. Nós ensaiávamos muitas músicas porque fazíamos testes para pequenos clubes da região”. Assista o bate-papo na íntegra aqui: Live at Leeds foi o primeiro álbum ao vivo do The Who, cujo lançamento aconteceu em maio de 1970. No repertório original, o disco tinha sons como Substitute, My Generation e Magic Bus, além disso, muitos minutos de improvisos do quarteto londrino. Via: RockBizz

Nicko McBrain desenterra joias como Infinite Dreams e Moonchild em show da Titanium Tart
Na última quinta-feira, dia 17 de julho, o baterista Nicko McBrain se apresentou com a Titanium Tart, que é um projeto em que ele e seus parças têm para tocar alguns clássicos da Donzela de Ferro e outros hits do rock e metal, no Capt Hirams em Sebastian, Flórida, Estados Unidos. Nicko McBrain desenterrou joias como Infinite Dreams e Moonchild em show da Titanium Tart e mostrou que continua sendo um músico de muita técnica. Para a apresentação, o baterista dividiu o palco com Paolo Velazquez (vocal), Rob Stokes (baixo), Mike Rivera (guitarra), Mitch Tanne (guitarra) e Eldad Kira (teclado). Veja nos players abaixo o show na íntegra, com direito muitas piadas e histórias por parte de Nicko: Confira o itinerário da Titanium Tart na postagem a seguir: Via: RockBizz

James LoMenzo diz que nenhum membro do Megadeth foi convidado para o show final do Black Sabbath e Ozzy Osbourne
Durante recente entrevista à revista japonesa BURRN!, o baixista James LoMenzo disse que nenhum membro do Megadeth foi convidado para o show final do Black Sabbath e Ozzy Osbourne. Vale lembrar que no começo deste mês o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além dos donos da festa, o festival teve a presença de outras célebres bandas e artistas como Tool, Slayer, Metallica, Pantera, Alice in Chains, Jake E. Lee, Rudy Sarzo, Nuno Bettencourt, Lzzy Hale e muitos outros. Em um trecho da conversa, que foi compartilhado na Back To The Beginning – Black Sabbath’s Final Concert, Lomenzo falou: “Bem, vou jogar a real! A verdade é que não acredito que alguém tenha nos convidado, o que foi ótimo. Nem todo mundo é convidado para todas as festas. Mas, ao mesmo tempo, quando estivemos na Europa na semana passada, David Mustaine disse que estava entrando em contato com todo mundo e dizendo que estávamos por perto para ir ao show. Portanto, se eles quisessem, nós poderíamos passar alguns dias por lá e resolver tudo. Isso se eles quisessem. Não sei o que nosso empresário conseguiu com isso, mas não foi possível, então simplesmente voltamos para casa”. James completou: “Todo mundo estava perguntando pelo Megadeth! Foi muito engraçado ver isso, porque não houve convite, nem conversa com as pessoas. Na verdade, não houve nada a ver com isso. No entanto, foi uma evento muito emocionante, em que estamos celebrando a aposentadoria do Ozzy Osbourne. Enfim, o show foi incrível! Eu adoraria ter estado lá. Eu soube do show meses e meses atrás”. Leia o trecho da entrevista na íntegra na página Back To The Beginning – Black Sabbath’s Final Concert. Via: RockBizz

Nasi (Ira!) e João Gordo (Ratos de Porão) tiram sarro com o perrengue de Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está cumprindo medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que incluem uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno. Moraes tomou tal decisão porque a Polícia Federal identificou indícios de que Bolsonaro cogitava deixar o país. O político está sendo acusado de coação no curso do processo, obstrução de Justiça e ataque à soberania nacional, previstos na legislação penal. Oposição declarada, Nasi (Ira!) e João Gordo (Ratos de Porão) tiraram sarro com o perrengue de Jair Bolsonaro. Marcos Valadão Ridolfi compartilhou um story com Alexandre colocando a tornozeleira eletrônica em Jair no estilo Cinderela. Portanto, ele preferiu um deboche mais poético. Já o frontman do Ratos foi mais pragmático em seus stories. Ele mostrou uma foto de Bolsonaro com as palavras “denied parole” [liberdade condicional negada] e rest in peace [descanse em paz] e emojis e figuras de choro. Para a trilha sonora de uma das postagem, Gordo usou a canção Innocence and Wrath, do Celtic Frost. Veja os stories e curta o teor sombrio da canção no tocador mais abaixo. Via: RockBizz

Nicko McBrain brinca que ainda é o cara mais bonito no Iron Maiden
No dia 07 de dezembro de 2024, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain, 73 anos, fez o seu derradeiro espetáculo com o Iron Maiden. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. A Donzela de Ferro está seguindo carreira com os trabalhos de Simon Dawson, que é um amigo pessoal e de trabalho de Steve Harris. O músico britânico tocou no projeto British Lion. A estreia ao vivo de Simon com a banda foi em maio, com o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour. Agora, durante entrevista ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk, McBrain falou sobre Simon Dawson, seu substituto no Iron Maiden. O britânico também brincou que ainda é o cara mais bonito no Iron Maiden “Bem, eu conheço Simon há muitos anos. Ele foi patrocinado pela British Drum Company por um tempo. Eu que consegui o contrato para ele. Isso aconteceu há cerca de seis ou sete anos. Foi em 2018, quando entrei para a British Drum Company, consegui um contrato para ele. Depois, ele saiu da British Drum Company. Foi trabalhar com a Natal. Mas eu conhecia o Simon e saímos juntos. Steve levou o British Lion para The Future Past Tour, então discutimos a possibilidade de… Quando começamos a turnê norte-americana, estávamos em San Diego, depois fomos para Los Angeles, quando eu me sentei com Steve para visá-lo que era hora de eu me aposentar. Conversamos sobre isso, e ele me perguntou o que achava se a banda ensaiasse com o Simon. Eu concordei. Eles ensaiaram com ele em Portland. O ensaio correu muito bem”. Nicko complementou: “O acordo era que eu terminaria a turnê e que ele me substituiria. Essa foi uma decisão que Steve tomou, e eu achei tudo bem. Ele é um ótimo músico. Então, eu não tive nenhum problema com isso. Nós já sentamos para bater papo em um hotel, tomando chá e comendo sanduíche. Ele é um cara legal e está fazendo um trabalho fantástico. Eles não queriam alguém como eu, tipo um clone do Nicko ou algo assim. Simon tem a sua própria impressão digital, o que é ótimo. Além do mais, a coisa que me deixa muito feliz é que ainda sou o cara mais bonito do Iron Maiden”. Ouça um trechinho da entrevista no player a seguir: Via: RockBizz

“Eu me sinto bastante em casa na Rússia”, declara Joe Lynn Turner
O icônico Joe Lynn Turner (ex-Deep Purple, ex-Rainbow) concedeu uma entrevista ao apresentador russo Pavel Bazdyrev, do canal Musical Craft. O cantor falou sobre sua relação com o país natal do jornalista e ainda declarou que se sente em casa nas bandas de lá. “Bem, eu estive aqui na Rússia com Yngwie [Malmsteen]. Foi quando gravamos o disco Trial By Fire: Live In Leningrad. Isso foi há um bom tempo. Esse foi meu primeiro contato com a Rússia. Foi num frio de fevereiro, em 1989. Fizemos onze shows em Moscou e onze shows em Leningrado, nas grandes casas de show. Eu lembro que nós tínhamos mais de 20 mil pessoas por noite. Todo mundo vinha nos ver, porque era muito novo para o público”. Joe continuou: “E eu tive uma experiência incrível que mudou minha vida de muitas maneiras, por causa da situação que existia aqui e das situações em que estávamos envolvidos. A KGB estava em todos os lugares, em estilo militar. Eles estavam em tudo mesmo como nos hotéis e jornais. Então, era uma Rússia muito diferente de como a vi evoluir ao longo dos anos. Estou muito feliz por ter tido essa observação naquela época para compará-la com a de hoje, porque é diferente, muito diferente. Mas isso me trouxe uma noção do mundo. Me trouxe mais conhecimento do que realmente estava acontecendo no país, da profundidade das pessoas e cultura”. “Eu me sinto bastante em casa na Rússia! Gostaria de falar mais russo! Consigo entender mais do que falar, mas acho a gramática muito difícil. Sempre que vou a um país, tento aprender um pouco da língua, seja Japão ou Alemanha. Faço isso por respeito aos fãs”, finalizou Turner. Assista o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: RockBizz