Resenhas

Megadeth aportará no Brasil entre abril e maio de 2026, de acordo com jornalista
Boa nova aos fãs de thrash metal! o veterano Megadeth aportará no Brasil entre abril e maio de 2026, de acordo com o jornalista José Norberto Flesch. É importante explicar que o comunicador é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país, portanto, vale a pena prestar atenção em suas “previsões”. “Megadeth no Brasil! O Megadeth, que deve fazer a sua última turnê, vai chegar no Brasil no período de abril e maio. Vai ser uma turnê longa pela América do Sul. Não sei exatamente a ordem dos shows no Brasil, mas nesse período, abril e maio, vai ter Megadeth no Brasil”. Os pormenores da turnê, preço de ingressos, locais por onde passará a turnê não foram revelados pelo profissional. A turnê será em promoção ao próximo full length da banda que sairá pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Dias atrás, o grupo liberou a faixa Tipping Point para dar um gostinho do que está por vir. Curta no player abaixo: Via: RockBizz

Prefeito de Bruxelas cancela show do Disturbed devido apoio de David Draiman ao exército de Israel
No dia 15 de outubro, o Disturbed iria se apresentar na casa de show Forest National em Bruxelas, Bélgica, porém, o prefeito da cidade e a polícia local não autorizaram a realização do concerto, por conta do apoio de David Draiman ao exército de Israel. De acordo com o jornal De Standaard, o prefeito de Forest, Charles Spapens, emitiu uma ordem policial para proibir a banda de metal de se apresentar após “o show ter se tornado controverso porque o vocalista David Draiman é um forte apoiador do exército israelense”. Draiman, que é judeu, compartilhou uma foto em 2024 que o mostrava em uma base das Forças de Defesa de Israel. Na ocasião, ele assinou projéteis de artilharia e escreveu “foda-se o Hamas” neles. Com isso, a foto, sua atitude de assinar a munição e sua visita ao país criaram polêmica em meio ao conflito em curso entre Israel e o Hamas em Gaza. Em outra entrevista, para o jornal Brussels Times, Charles chegou a afirmar que ia fazer tudo para cancelar a apresentação do Dirturbed, pois é “um problema moral”. Spapens seguiu com o tom crítico ao grupo. Ele disse: “Trata-se de um homem que assinou uma bomba lançada sobre Gaza. Nós não apoiamos a presença deste artista e muito menos sua posição sobre Gaza”. Até o momento, o Disturbed não se manifestou sobre o delicado assunto. O espetáculo, todavia, ainda consta na agenda da banda, em seu site oficial. Via: RockBizz

Fernanda Lira (Crypta) responde Tr00zão que pediu para ela parar de envergonhar o heavy metal
Desde que surgiu na cena heavy metal, a vocalista e baixista Fernanda Lira (Crypta) sempre causou uma espécie de comichão no público mais reacionário, o qual não lida muito bem com a presença feminina no estilo. Quando a moça se assentou na cena extrema e assumiu publicamente que curte Beyoncé, a coisa ficou ainda mais tensa, pois as críticas, xingamentos e os desrespeitos se tornaram diários, o que é algo lamentável. Mesmo assim, Fernanda se mantém de pé, firme em levar a bandeira do heavy metal nacional aos países estrangeiros. Mas como ninguém é de ferro, a artista usou a sua conta oficial no Instagram para responder um Tr00zão que pediu para ela parar de envergonhar o heavy metal. Ela escreveu – transcrição RockBizz: “Já me magoei muito com comentários como esses. Por muito tempo, tentei caber nas expectativas dos outros, agradar e silenciar partes de mim para não incomodar. Mas viver para agradar os outros tem um preço alto: a gente se afasta da própria essência. Hoje, eu só quero viver uma vida que faça sentido para mim. Não é egoísmo, é sobrevivência. Esses comentários dizem muito mais sobre quem os faz do que sobre mim. Eu não vivo para provocar ou chamar atenção, eu só vivo sendo quem eu sou. Ser mulher, latina, de origem periférica e ocupar espaços onde esperam que a gente não esteja incomoda e eu aprendi a aceitar isso. Esse post não é uma resposta para ninguém, é só um lembrete. Seja um ser humano melhor, mas nunca se anule para caber. E a internet não é a vida real”. Veja a postagem do Tr00zão e a resposta de Fernanda Lira: Via: RockBizz

Neal Schon afirma que Jonathan Cain não faz mais parte do Journey
Neal Schon afirmou que Jonathan Cain saiu do Journey após anos de desentendimentos. O tecladista fazia parte do grupo desde o álbum Escape, de 1981. O Journey continuará, de acordo com Schon, único membro original da banda. “Jonathan Cain anunciou sua despedida do Journey hoje à noite”, disse o guitarrista em uma publicação nas redes sociais. “Estou longe de terminar!” Schon já havia mencionado planos de fazer uma nova turnê em 2026, após o Journey tirar um ano de folga da estrada, mas ainda não se sabe quem irá substituir Cain. “O Journey tem muito mais vida pela frente!”, acrescentou Schon. “Tenho certeza de que faremos uma ótima turnê!” Jonathan Cain announced his farewell to Journey tonight. I’m nowhere near done ! Journey has so much more life ahead ! I’m sure we will have a great tour ! pic.twitter.com/njwEsfBc6D — NEAL SCHON MUSIC (@NealSchonMusic) October 10, 2025 Jonathan Cain também foi uma presença fundamental nas composições de Frontiers, seis vezes platina, em 1983, de Raised on Radio, de 1986, que vendeu dois milhões de cópias, e do retorno de platina, Trial by Fire, de 1996. Ao longo do caminho, Cain escreveu ou coescreveu a maioria das músicas mais conhecidas do Journey, como Open Arms e Don’t Stop Believin’, mas seu relacionamento com Schon se tornou tenso mais recentemente, e suas discussões frequentemente levavam ao tribunal. Essa mudança na formação ainda não foi confirmada por Cain. Em vez disso, o músico lançou um vídeo promocional nesta sexta-feira (10) para um novo single tributo chamado No One Else, dedicado ao falecido ativista político de extrema direita, Charlie Kirk. “Ele quer fazer seu ministério”, disse Schon em uma mensagem subsequente. Via: RockBizz

Anika Nilles agradece Geddy Lee e Alex Lifeson pela oportunidade de ser a nova baterista do Rush
O improvável vai rolar: vamos ver o Rush de volta aos palcos. Isso vai acontecer em meados do ano que vem. A dupla Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra) tomaram a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. Para o difícil posto de substituto de Neal Peart, os caras resolveram chamar a Anika Nilles, artista que de certo nome no mercado musical, visto que tocou com Jeff Beck em mais de cinquenta shows. Em nota, Anika Nilles agradeceu Geddy Lee e Alex Lifeson pela oportunidade de ser a nova baterista do Rush. “Quero dedicar um momento para agradecer sinceramente Geddy e Alex pela confiança e por me receberem nesta nova e incrível jornada com a Rush. Também não quero perder a oportunidade de dar as boas-vindas a todos os novos rostos e agradecer pelas palavras gentis e abertas. Elas realmente significam muito. Ao mesmo tempo, sou profundamente grata a todos que acompanharam e apoiaram minha jornada ao longo dos anos. Estamos todos juntos agora, e eu não poderia estar mais animada com o que está por vir”. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo, que já tem sete shows confirmados, começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. O itinerário da Fifty Something Tour é o seguinte: Junho07 – Los Angeles, CA – Kia Forum09 – Los Angeles, CA – Kia Forum18 – Mexico City, MX – Palacio de los Deportes24 – Fort Worth, TX – Dickies Arena26 – Fort Worth, TX – Dickies Arena Julho16 – Chicago, IL – United Center18 – Chicago, IL – United Center28 – New York, NY – Madison Square Garden30 – New York, NY – Madison Square Garden Agosto07 – Toronto, ON – Scotiabank Arena09 – Toronto, ON – Scotiabank Arena17 – Cleveland, OH – Rocket Arena Via: RockBizz

Public Image Ltd: show em São Paulo muda de local
O show único do Public Image Ltd – lendária banda de John Lydon, ícone punk e ex-líder do Sex Pistols – em São Paulo, que aconteceria no Terra SP, agora será no Cine Joia. A data continua a mesma: 8 de abril de 2026. Ingressos já adquiridos de pista e camarote/mezanino valem para o show no novo local e não há necessidade de trocar. A Maraty coloca fim a uma espera de 34 anos pela volta do Public Image Ltd ao Brasil, uma das formações mais expressivas e criativas do pós-punk mundial. Public Image Ltd é frequentemente apontada pela imprensa global como uma das bandas mais inovadoras de todos os tempos devido à capacidade de fundir vários estilos (rock, dub, dance, folk, pop) e por desafiar constantemente as convenções musicais e de gênero. O PiL faz música com texturas, cria atmosferas densas. A música e visão da banda renderam cinco singles no Top 20 do Reino Unido e 5 álbuns no Top 20. O álbum Metal Box, de 1979, por exemplo, é considerado um marco do pós-punk, que esticou os limites do rock, levando-o a territórios mais ambiciosos. John Lydon, por longas décadas, conserva o poder dramático de sua voz que mistura fúria, dor e compaixão. Mesmo em trabalhos recentes, ele continua impressionante, com presença intimidadora e comovente. O show no Brasil em 2026 faz parte da This Is Not The Last Tour (Esta Não é a Última Turnê), que começou em maio de 2025 em Bristol (Reino Unido) e já passou por importantes festivais como o Forever Now Festival, Rebellion Festival e o Putting the Fast in Belfast. A extensa turnê acontece após Lydon acreditar que a banda não voltaria mais a excursionar. Seu amigo de longa data e empresário, John Rambo Stevens, faleceu repentinamente após a última turnê do PiL, em dezembro de 2023, pouco depois da morte da esposa de Lydon, Nora, em abril de 2023. Naquele momento, Lydon achou que seus dias de turnê haviam terminado. No entanto, ele ficou impressionado com o amor e o apoio dos fãs durante sua turnê de Spoken Word pelo Reino Unido, realizada na primavera deste ano. À época, Lydon disse: “O que aconteceu é que as pessoas foram incrivelmente positivas, e me pediram para excursionar com o PiL novamente. Com tanta gente pedindo, e sabendo o quanto a banda significa para eles, eu não podia simplesmente ficar no meu sofá sem sair em turnê – por mais tentador que isso fosse.” Após liderar os Sex Pistols, John Lydon formou os pioneiros do pós-punk Public Image Ltd (PiL). Com uma formação em constante mudança e um som único, Lydon guiou a banda desde o álbum de estreia First Issue (1978) até That What Is Not (1992), antes de um hiato de 17 anos e no retorno em 2009. A reunião de 2009 mostrou que o PiL não era apenas um projeto de juventude, mas uma banda com vida longa, capaz de reinventar-se e manter relevância. Para muitos críticos, essa volta deu a Lydon a chance de reafirmar sua faceta mais criativa, muito além do legado dos Sex Pistols. O lançamento mais recente do Public Image Ltd (PiL) é o álbum End of World, lançado em agosto de 2023. A Pitchfork destacou que a voz de Lydon continua “cativante e, ocasionalmente, surpreendentemente comovente”. Além de John Lydon nos vocais, o PiL de hoje é Lu Edmonds (conhecido como guitarrista do The Damned no fim dos anos 1970 – guitarra, teclados, backing vocals e outros instrumentos como sax, banjo), Scott Firth (baixo, teclados, backing vocals) e Mark Roberts (bateria desde 2025). SERVIÇO: Public Image Ltd em São PauloData: 8 de abril de 2026Horário: 19h (abertura da casa)Local: Cine Joia (Pça. Carlos Gomes 82, São Paulo, SP)Ingresso: https://fastix.com.br/events/public-image-ltd-em-sao-paulo Via: RockBizz

Eloy Casagrande (ex-Sepultura) mostra o peso de sua mão em performance de The Devil In I
A nossa prata da casa, o virtuoso baterista Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura), abastece regularmente seu canal oficial no YouTube com conteúdos bem legais. Os vídeos vão de dicas de produtos até vídeos em que expõe a sua perícia no instrumento. No novo material, Casagrande mostrou o peso de sua mão em performance de The Devil In I. A faixa saiu como segundo single do álbum .5: The Gray Chapter, que chegou ao mercado no dia 17 de outubro de 2014 pela Roadrunner. Veja: Como o assunto é o músico brasileiro, ele lançou recentemente a Eloy Drums, que é um produto em sintonia com a sua energia e musicalidade. Vale destacar que o artigo está disponível em dois kits diferentes, cujo o objetivo é atender as necessidades dos bateristas. Saiba mais detalhes sobre os produtos aqui. Pouco tempos atrás o Slipknot encerrou a Here Comes The Pain Tour, que foi em celebração aos seus vinte e cinco anos de carreira. Já o conteúdo mais novo da banda no mercado é o relançamento do disco Slipknot em diferentes formatos como 6LP, 2LP, 2CD e digital (streaming e download). Via: RockBizz

Alter Bridge segue promovendo seu novo álbum com o vídeo de What Lies Within
O Alter Bridge segue promovendo seu novo álbum com o vídeo de What Lies Within. A música estará no repertório do oitavo registro de estúdio do grupo, que receberá um título homônimo à banda, que sairá no dia 09 de janeiro de 2026 pelo selo Napalm Records. A banda – Myles Kennedy (vocal e guitarra), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) – uniu forças ao produtor Michael “Elvis” Baskette para dar vida ao seu oitavo full length. O trabalho aconteceu no famoso estúdio 5150 na Califórnia e no estúdio de Baskette na Flórida. Alter Bridge estará disponível em diversos formatos como CD, CD digisleeve, vinil preto, vinil colorido (verde translúcido, branco e creme) e digital (streaming e download). Track listing de Alter Bridge: “Silent Divide”“Rue The Day”“Power Down”“Trust In Me”“Disregarded”“Tested And Able”“What Lies Within”“Hang By A Thread”“Scales Are Falling”“Playing Aces”“What Are You Waiting For”“Slave To Master” Via: RockBizz

Tocar as músicas do Rush serve para dissipar as nuvens negras, reflete Geddy Lee
Em recente evento com 150 fãs e jornalistas no Rock & Roll Hall Of Fame’s Foster Theater em Cleveland, EUA, Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra) falaram sobre a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. A dupla canadense se juntará à baterista alemã Anika Nilles (ex-Jeff Beck) para sua nova turnê, que levará o nome de Fifty Something. “Quando terminamos a turnê R40 em 2015, foi difícil para Neil. Ele já estava cansado. Acho que Ged e eu ainda tínhamos gás no tanque e queríamos continuar trabalhando”, começou Lifeson. “Mas as coisas eram como eram. Achei tudo bem pois tivemos 40 anos e estava cansado de ficar em um hotel, longe da família e todas essas coisas”. Alex continuou: “Eu me senti assim durante a maior parte dos últimos 10 anos. Eu achava que tínhamos um grande legado, e estava tudo bem. Mas esse cara – se referindo a Geddy Lee – apareceu com ideias grandiosas. Conversamos e começamos a tocar. Então percebi que amo muito tocar. Fiz outros projetos e ainda tocando muito. Mas quando nos sentamos e começamos a tocar alguns sons do Rush, percebi como era difícil tocar essas músicas. Quando você faz isso todos os dias por 40 anos, não é grande coisa, mas quando você está longe a coisa fica mais difícil. As nuances e todas as coisas que envolvem a criação de uma música e uma apresentação do Rush ficam bem desafiadoras. Mas é muito, muito emocionante. E quanto mais começávamos a ensaiar e tocar, mais eu me apaixonava pela ideia de tocar novamente”. Geddy acrescentou: “Foi uma decisão muito difícil em muitos níveis, primeiro pelo que isso implica em termos de trabalho, mas também pelo que aconteceu. Perder um membro como o Neil foi devastador e muito triste, e levou tempo para contemplarmos isso. Esta é uma decisão relativamente recente. E eu diria que esteve meio fora de questão por muito tempo devido a essas circunstâncias. Como você substitui alguém que é insubstituível? Brincávamos sobre isso às vezes! Eu estava escrevendo livros e algo aconteceu nos últimos dois anos que nos trouxe de volta às jams de estúdio. Começamos a tocar umas músicas do Rush só por diversão. A gente começou a rir muito e curtir muito. Era quase como se tocar aquelas músicas dissipasse as nuvens negras. Não foi uma decisão fácil de tomar! Essa é a primeira vez que falamos sobre isso em voz alta na frente de outras pessoas. Então, sim, parece certo, e vamos fazer isso”. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo, que já tem sete shows confirmados, começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. O itinerário da Fifty Something Tour é o seguinte: Junho07 – Los Angeles, CA – Kia Forum09 – Los Angeles, CA – Kia Forum18 – Mexico City, MX – Palacio de los Deportes24 – Fort Worth, TX – Dickies Arena26 – Fort Worth, TX – Dickies Arena Julho16 – Chicago, IL – United Center18 – Chicago, IL – United Center28 – New York, NY – Madison Square Garden30 – New York, NY – Madison Square Garden Agosto07 – Toronto, ON – Scotiabank Arena09 – Toronto, ON – Scotiabank Arena17 – Cleveland, OH – Rocket Arena A pré-venda dos ingressos começarão neste mês. Para quem queira saber mais detalhes sobre os bilhetes, basta acessar aqui. Via: RockBizz

“Heavy metal é como se fosse o sertanejo para mim”, declara Lobão
Um dos episódios mais pitorescos da música brasileira aconteceu no Rock in Rio e teve o Lobão como o protagonista. João Luiz Woerdenbag Filho foi escalado para o dia do metal da segunda edição do festival em 1991, que tinha Sepultura, Megadeth, Judas Priest, Queensrÿche e Guns N’ Roses. O músico carioca durou pouquíssimo no palco – poucos minutos, na verdade – pois foi vaiado e xingado pelos metaleiros – sem contar as garrafas de xixi que foram atiradas em sua direção. Desde então, parece que o músico não perde uma oportunidade para falar mal do metal. Recentemente, Lobão trocou uma ideia com o jornalista Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, e partiu para cima do heavy metal e o comparou ao sertanejo. Nota: A entrevista irá ao ar nesta terça-feira, dia 07 de outubro, às 19h, no canal oficial do apresentador no YouTube. Todavia, a polêmica posição do artista foi divulgada como prévia na página oficial do Benja Me Mucho no Instagram. “Heavy metal é como se fosse sertanejo para mim”, disparou Lobão. “O metal é uma degenerescência porque quando ele vem, ele perde toda a essência negra. Ele vira uma coisa nórdica”, analisou o cantor. “O primeiro eflúvio disso foi Immigrant Song, do Led Zeppelin, que fez a música para o pessoal lá da Suécia ou Noruega”. “Agora, todo o caldo do hard rock tem blues”, ressaltou. “O blues negro está no Black Sabbath, Deep Purple, Led Zeppelin, Free, Cactus, Mountain e Ten Years After. Você tem essa negritude, mas o metal se torna um som muito branco, nórdico, absolutamente desprovido de suingue e negritude”, pontou. Ele acrescentou em tom jocoso: “Ele tem também uma fixação olímpica em ser rápido e ‘paudurecente’. Esse som é: ‘Tenho pau enorme’”. Questionado pelo apresentador se gosta do som do Iron Maiden, Lobão respondeu sem pestanejar: “Mas nem pensar. Imagina”. Veja o trecho da entrevista na postagem abaixo: Via: RockBizz

No peito e na raça: Bruce Dickinson exalta que grava álbum à moda antiga
Bruce Dickinson é um cara de personalidade forte e vaidoso, portanto, jamais se renderia aos milagres tecnológicos que são possíveis aplicar à música. Playbacks e backing tracks, por exemplo, estão fora de cogitação para o cantor britânico. Para ele, o negócio tem quer ser feito tudo no peito e na raça. Conversando com Chris Jericho, do podcast Talk Is Jericho, Bruce Dickinson exaltou que grava álbum à moda antiga, que é ao vivo. Ele também informou que entrará em estúdio em janeiro de 2026 para gravar o sucessor de The Mandrake Project. “Fazemos tudo à moda antiga, ao vivo”, afirmou Dickinson. “Em janeiro, vamos para o estúdio e gravaremos tudo no local, com a banda toda ao vivo. Não vamos gravar separado”, explicou. “Todo mundo está muito ligado. Além do mais, nó não precisamos dizer as coisas duas vezes a ninguém. Isso é realmente impressionante! Essa banda tem um talento musical fora de série”, concluiu o vocalista. No último domingo, 5, no The Wiltern, em Los Angeles, EUA, Bruce Dickinson fez o último show da perna The Mandrake Project North American Tour 2025. O músico vai tirar um tempo de folga para retomar os trabalhos com energia renovada. Via: RockBizz

Turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026
Esta semana já começou com a notícia quente do retorno do Rush aos palcos, depois onze anos de sono profundo. Geddy Lee (baixo, teclado, vocal) e Alex Lifeson (guitarra) terão a companhia da jovem e talentosa Anika Nilles para os compromissos do ano que vem. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo, que já tem sete shows confirmados, começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. O itinerário da Fifty Something Tour é o seguinte: Junho07 – Los Angeles, CA – Kia Forum09 – Los Angeles, CA – Kia Forum18 – Mexico City, MX – Palacio de los Deportes24 – Fort Worth, TX – Dickies Arena26 – Fort Worth, TX – Dickies Arena Julho16 – Chicago, IL – United Center18 – Chicago, IL – United Center28 – New York, NY – Madison Square Garden30 – New York, NY – Madison Square Garden Agosto07 – Toronto, ON – Scotiabank Arena09 – Toronto, ON – Scotiabank Arena17 – Cleveland, OH – Rocket Arena A pré-venda dos ingressos começarão neste mês. Para quem queira saber mais detalhes sobre os bilhetes, basta acessar aqui. Via: RockBizz

“Nicko McBrain era como um show de fogos de artifício humano; Simon Dawson é analítico e reflexivo”, analisa Bruce Dickinson (Iron Maiden)
No dia 07 de dezembro de 2024, em São Paulo, o baterista Nicko McBrain, 73 anos, fez o seu derradeiro espetáculo com o Iron Maiden. Os motivos para tal decisão tão extrema se deu por conta de problemas de saúde que o artista enfrentou nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. A Donzela de Ferro está seguindo carreira com os trabalhos de Simon Dawson, que é um amigo pessoal e de trabalho de Steve Harris. O músico britânico tocou no projeto British Lion. A estreia ao vivo de Simon com a banda foi em maio, com o pontapé inicial da Run For Your Lives Tour. Trocando uma ideia com Chris Jericho, do podcast Talk Is Jericho, Bruce Dickinson analisou os estilos de tocar e comportamental dos dois baterista. Ele comentou Nicko McBrain era como um show de fogos de artifício humano; Simon Dawson é analítico e reflexivo. “Tocar com Simon é diferente, porque ele não é Nick. Ele não é uma cópia de Nick. Sua ênfase na forma como toca bateria, no som da bateria, é diferente. Ele é um outro tipo diferente de baterista. Mas ele faz tudo o que um baterista deve fazer, que é manter o ritmo”. O cantor acrescentou: “Nick era como um show de fogos de artifício humano todas as noites em termos de bateria, personalidade e tudo mais. Simon não é assim, ele é discreto. Ele não é exatamente o oposto do Nick, mas é diferente. Ele é mais reflexivo. É muito analítico. Ele aquece por duas horas, fica refinando e ajustando as coisas. Então ele é um baterista diferente, mas as músicas são as mesmas. E ele está feliz. Todos na banda estão perfeitamente felizes. Mas eles não são os mesmos. Você não pode substituir o Nick por um clone”. Assista o bate-papo na íntegra no tocador a seguir: Nicko McBrain não está tão distante da música, pois se apresenta regularmente com Titanium Tart, que é uma espécie de banda cover do Iron Maiden. Ele também estreou recentemente o programa Metal Sticks, via Modern Drummer, para falar sobre o universo da bateria. Via: RockBizz

O boy tem dono: Sepultura marca território em post do Trivium ao afirmar que Greyson Nekrutman segue como seu funcionário
O boy tem dono, como já diriam as namoradas ciumentas! O fato é que o Sepultura marcou território em post do Trivium ao afirmar que Greyson Nekrutman segue como seu funcionário. Vale explicar que o jovem baterista é o substituto de Alex Bent, que deixou o Trivium recentemente, após nove anos de parceria. Na sessão de comentários da postagem, o grupo brasileiro escreveu: “Boa sorte, Greyson Nekrutman! Nós estamos muito orgulhosos e mal podemos esperar para ter você de volta em 2026”. Veja: Greyson Nekrutman nasceu no dia 13 de junho de 2002 em Nova York, Estados Unidos. Mesmo com apenas 23 anos, o músico norte-americano tem bastante experiência em diversos estilos como jazz, rock n’ roll e heavy metal. Com isso, para o Trivium que está na primeira divisão da música pesada, a entrada do rapaz foi um ótimo negócio, visto que ele poderá incrementar o som da banda em estúdio. Via: RockBizz

Greyson Nekrutman (Sepultura) assume a bateria do Trivium
Alguns dias atrás, o Trivium se despediu do baterista Alex Bent, músico que comandou as baquetas na banda nos últimos nove anos. A boa nova é que Greyson Nekrutman (Sepultura) assumiu a bateria do Trivium. A banda norte-americana informou a parceria com o músico pelas redes sociais. No post, os caras informaram o seguinte: “O Trivium dá as boas-vindas a Greyson Nekrutman na bateria. Veja-o na nossa turnê de outono com o Jinjer e Heriot”. No começo de 2024, o baterista brasileiro Eloy Casagrande pegou os fãs de surpresa ao anunciar a sua saída do Sepultura, a qual aconteceu às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour, que é a derradeira turnê da banda. Para o posto deixado por Casagrande, Andreas Kisser (guitarra) e companhia fecharam acordo com o jovem Greyson Nekrutman, músico norte-americano com experiência em diversos estilos como jazz, rock e metal. Como o Sepultura só voltará aos palcos no ano que vem, tudo indica que o músico ainda é o baterista do grupo brasileiro. Até o momento, a banda nacional não emitiu nenhuma nota sobre a entrada de Greyson no Trivium. Via: RockBizz

Rock e Fórmula 1: próximo pit stop do Foo Fighters será no Grand Prix de Cingapura com um show grandioso
O próximo pit stop do Foo Fighters será no Grand Prix de Cingapura com um show grandioso. Além do grupo de Dave Grohl, a festa receberá o som da lenda viva do rock pop Elton John e a turma alternativa do The Smashing Pumpkins. Para quem não está por dentro do universo da Fórmula 1, o GP vai rolar no Marina Bay Street Circuit neste final de semana. Esta corrida tem o diferencial de ser uma páreo noturno, o que muda toda a dinâmica do evento e a experiência do público. Elton John fará um retorno muito aguardado aos palcos para uma noite inesquecível. O ícone mundial da música agitará o Palco Padang, na Zona 4, após o Grande Prêmio, no domingo, encerrando o fim de semana de corridas. A banda americana de rock alternativo The Smashing Pumpkins retornará a Singapura, quinze anos após sua última apresentação por lá. Eles ganharam fama com álbuns como Siamese Dream e Mellon Collie and the Infinite Sadness, apresentando sucessos como 1979, Tonight Tonight e Bullet With Butterfly Wings. A banda de Billy Corgan (vocal e guitarra) e James Iha (guitarra) marcará presença no Palco Wharf, na Zona 1, no domingo, Já a vencedora de mais de quinze prêmios Grammy, incluindo Melhor Álbum de Rock cinco vezes, e incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 2021, o Foo Fighters será a atração principal no sábado, no Palco Padang, com o seu rock de arena. Via: RockBizz

Guns N’ Roses dá pontapé inicial a tour pela América Latina com direito a homenagem a Ozzy Osbourne
O ícone do hard rock, o veterano Guns N’ Roses, deu o pontapé inicial a tour pela América Latina com direito a homenagem a Ozzy Osbourne. O primeiro show aconteceu no dia 01 de outubro no Estádio Nacional, em São José, na Costa Rica. A turnê leva o nome de Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Desfilando hits como Welcome to the Jungle, Sweet Child o’ Mine, November Rain, Don’t Cry, Patience e Paradise City, além da execução de Sabbath Bloody Sabbath, do Black Sabbath, Axl Rose, Slash, Duff McKagan e Isaac Carpenter levaram os fãs à loucura, provaram vitalidade e aumentaram ainda mais expectativa para os shows em San Salvador, Colômbia, Chile, Argentina, Perú, México e Brasil. Desde sua primeira passagem em 1991, o Guns n’ Roses construiu uma ligação única com o público brasileiro. Turnês marcantes, apresentações em festivais históricos e estádios lotados em todas as visitas ajudaram a transformar o país em um dos destinos mais especiais para a banda. Não à toa, os próprios integrantes já destacaram a energia do público brasileiro como uma das mais intensas do mundo. No currículo, o GN’R tem trabalhos como Appetite for Destruction (18x platina), Use Your Illusion I e Use Your Illusion II (7x platina), que conquistaram imediatamente os dois primeiros lugares da Billboard 200. Com vendas totais de 100 milhões de cópias até hoje, o catálogo ainda inclui G N’ R Lies (5x platina), The Spaghetti Incident? (platina), Greatest Hits (5x platina) e Chinese Democracy (platina). Via: RockBizz

Ira!, Capital Inicial e mais se apresentarão no festival Clássicos do Brasil no Rio de Janeiro
Prepare-se para mais uma edição inesquecível do Clássicos do Brasil, agora dedicada a discos célebres da história da música brasileira. Entre os dias 11 e 19 de outubro de 2025, o festival que celebra canções e artistas brasileiros atemporais volta à Marina da Glória para reviver shows de discos que entraram para a história da música brasileira e continuam a inspirar plateias de todas as idades. São 6 dias de shows, sendo gratuito às sextas, cenografia deslumbrante, pavilhão de experiências e a paisagem de tirar o fôlego que só a Marina da Glória tem. Além de shows exclusivos dedicados aos discos de maiores sucessos como Capital Inicial e seu “Acústico MTV” e Ira! com “Acústico 20 anos”, o evento terá também shows especiais como “O Grande Encontro”, com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, e um dia dedicado aos clássicos do reggae. Saiba mais em www.classicosdobrasilfestival.com.br SERVIÇO: Clássicos do Brasil Data: 18 de outubro (sábado) ATRAÇÕES● Capital Inicial tocando “Acústico MTV” (1999)● Ira! tocando “Acústico 20 anos”● Humberto Gessinger tocando “Acústico Engenheiros do Hawaii” (2004)● Plebe Rude tocando “O Concreto já Rachou” (1985) Local: Marina da Glória – um cenário perfeito à beira-mar, no coração do Rio. ABERTURA DOS PORTÕES: 17h Classificação: 18 anos INGRESSOSPista 4º lote: R$ 240,00 (inteira) / R$ 120,00 (meia) / R$ 140,00 (social*)Lounge 4º lote: R$ 480,00 (inteira) /R$ 240,00 (meia) /R$ 260,00 (social*) *Ingresso social mediante doação de 1 brinquedo ou livro infantil em bom estado. Via: RockBizz

Korzus, Crypta e Project46 engrossam o cast do Bangers Open Air 2026
O Bangers Open Air 2026, que está oficialmente certo de rolar nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo, faz o seu terceiro anúncio oficial. O festival reforça sua proposta de valorizar a cena do metal nacional e se consolida como um importante evento para o metal brasileiro. Neste novo anúncio, o Bangers Open Air traz para seu line-up três bandas brasileiras renomadas: Korzus, Crypta e Project46. Além dos brasileiros, o evento terá a participação de Black Label Society, Nevermore, Primal Fear, OnslaughtTankard e Crazy Lixx, ou seja, atrações que vão do prog metal ao thrash metal, passado pelo hard rock e power metal. Os ingressos estão disponíveis através do Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis no site oficial da plataforma. Via: RockBizz

Kittie visita o mal-assombrado Reformatório Estadual de Ohio nos Estados Unidos
No terceiro episódio da 3ª temporada da série Paranormal Prison, as meninas da Kittie – Morgan Lander (vocal e guitarra), Mercedes Lander (bateria), Tara McLeod (guitarra) e Ivy Jenkins (baixo) -, ao lado dos hosts Josh Bernstein (The Power Hour, Z2) e Katrina Weidman, visitaram o mal-assombrado Reformatório Estadual de Ohio nos Estados Unidos. Pelo terceiro ano, algumas das maiores estrelas da música e TV exploram várias áreas da prisão, que tem uma rica história de assombração. Desta vez, a equipe subiu de nível, trazendo novos equipamentos de busca por espíritos para as investigações. Neste episódio, as garotas tiveram sentimentos diferentes sobre o paranormal. As irmãs Lander tiveram algumas experiências que as fizeram acreditar. O famoso “sino da morte” está de volta com mais um forte argumento a favor da crença no paranormal. Uma pergunta de sim ou não foi feita e as flutuações de campos eletromagnéticos de qualquer presença espiritual acionaram uma ou duas badaladas em resposta. Em certo momento do episódio, o sino tocou uma vez para informar que Kittie é a banda favorita do espírito que estava querendo se manifestar. No entanto, o gasparzinho tocou o sino duas vezes para dizer que não é fã de heavy metal em geral. Veja a participação da Kittie no Paranormal Prison: Via: RockBizz

Lamb Of God mostra seu heavy metal visceral no novo single Sepsis
O Lamb Of God mostrou o seu heavy metal visceral no novo single Sepsis. O som, que saiu nesta quinta-feira, dia 02 de outubro, via Epic, é o primeiro registro de estúdio do quinteto desde o lançamento do álbum Omens, de 2022. Confira: “Sepsis é uma celebração das bandas locais bem underground aqui de Richmond, que admirávamos muito quando estávamos formando o Burn The Priest, embrião do LOG”, explicou o guitarrista Mark Morton. “Bandas como Breadwinner, Sliang Laos e Ladyfinger, embora nunca tenham recebido grande atenção fora de Richmond, eram as bandas que ouvíamos o tempo todo. A música faz referência a essas coisas de uma forma que é uma linha direta de onde viemos quando estávamos no porão compondo nosso primeiro material”, completou. O Lamb Of God segue na estrada com shows nos festivais Aftershock e AMMA Championship Fest e no cruzeiro Headbangers Boat. O grupo também fará apresentação no México no começo de novembro. Atualmente, o conjunto conta com os trabalhos de Randy Blythe (vocal), John Campbell (baixo), Mark Morton (guitarra), Willie Adler (guitarra) e Art Cruz (bateria). Via: RockBizz

É preciso dois para dançar tango: Matt Heafy lamenta que a turnê conjunta do Trivium e Bullet For My Valentine tenha ido para o brejo
Trivium e Bullet For My Valentine estavam em uma turnê conjunta para celebrar os vinte anos de seus respectivos álbuns, Ascendancy e The Poison. Quando estavam prestes a concluir a etapa norte-americana da turnê, antes de embarcarem para a Austrália e América do Sul, o BFMV desistiu da jornada e vários shows foram inesperadamente cancelados. Em novo vídeo, o vocalista e guitarrista Matt Heafy lamentou que a turnê conjunta do Trivium e Bullet For My Valentine tenha ido para o brejo. Ele ainda brincou que precisa de dois para dançar tango. “Todo mundo está meio que se perguntando: ‘Ei, a The Poisoned Ascendancy não era para ser uma turnê mundial? Você e aquela outra banda [Bullet For My Valentine] disseram que seria uma turnê mundial de janeiro a dezembro’. Bem, nós dissemos, voamos para o Reino Unido para uma coletiva de imprensa com o Bullet For My Valentine, prometemos uma turnê mundial de janeiro a dezembro. Mas tem aquele velho ditado: ‘É preciso dois para dançar o tango’. Bem, o nosso parceiro de dança desistiu depois de três meses de turnê, então, resolvemos continuar tocando, fazendo os nossos shows”. Matt acrescentou: “Algumas pessoas nos perguntaram qual foi o drama dessa história. A gente queria fazer shows, mas a outra parte não. Então, vamos continuar fazendo shows. É por isso que temos essa turnê com Trivium, Jinjer e Heriot. Teremos também um EP chamado Struck Dead saindo em outubro. Já estamos compondo o décimo primeiro disco ao mesmo tempo”. “Não tem como nos parar! E isso é incrível. Essa nova turnê foi um pivô. Não é a turnê Ascendancy; é a turnê Struck Dead. Estamos tocando os maiores sucessos de tudo o que já fizemos, além do novo EP”, finalizou o músico. Via: RockBizz

“No Brasil, no início dos anos 80, tudo girava em torno do samba, ninguém falava de metal”, lembra Iggor Cavalera
O baterista Iggor Cavalera bateu um breve papo com a revista Metal Hammer para lembrar como foi o seu começo de carreira na cidade mineira Belo Horizonte. O brasileiro também contou foi o seu primeiro contato com o heavy metal nos anos 1980. “No Brasil, especialmente no início dos anos 80, tudo girava em torno do samba, ninguém falava de metal”, disse o caçula dos Cavalera. “Tocar metal no Brasil naquela época era inédito. Quando o Sepultura começou, nós não tínhamos formação em artes, então fazíamos as coisas sem medo”, pontuou. O mineiro continuou: “Meu primeiro contato com o metal não foi pelas rádios. Era basicamente troca de fitas – você recebia uma fita, trocava com amigos e, por meio disso, descobria uma nova cena de bandas. Às vezes, recebíamos uma fita gravada duzentas vezes, então soava uma merda, a qualidade piorava cada vez mais a cada cópia, até soar malvada”. “O metal tem uma linguagem própria. Quando tocávamos no Brasil no início dos anos 80, nós queríamos nos comunicar com a distorção e as batidas de um Sabbath ou Motorhead, mas encontrando a nossa própria maneira de expressar isso”, concluiu o músico. Iggor Cavalera possui mais de trinta anos de carreira, a qual rendeu dez discos de estúdio com o Sepultura e quatro álbuns com o Cavalera Conspiracy, que é um projeto ao lado do irmão, Max. Ele também assinou o nome em obras da Rita Lee, Titãs, Nailbomb e outros. Via: RockBizz

Saiba qual álbum Phil Collins considera o ápice de sua performance na bateria
Poucos artistas podem receber a qualidade de genial, mas nessa seleta lista tem que constar o nome de Phil Collins. O músico é o que se pode considerar de tempestade perfeita da arte, porque é um instrumentista super habilidoso, cantor afiadíssimo, interprete ímpar e compositor de mão cheia. Achou pouco? Bem, o artista compensa a baixa estatura com um carisma raro e senso de humor capaz de conquistar até os corações de gelo. Dito isso, a carreira de Phil – seja solo ou ao lado do Genesis – é um deleite para quem queira lançar um feixe de luz na própria vida. Mas, mesmo tendo uma discografia de primeira classe, Collins também tem os seus álbuns favoritos, o que é normal. Em entrevista para o conteúdo extra do boxset Genesis 1970–1975, Phil contou qual álbum considera o ápice de sua performance na bateria. “Do meu ponto de vista como músico, fiquei impressionado com a complexidade do material em The Lamb Lies Down on Broadway. A minha bateria não era um kit grande, mas tinha algumas coisas aqui, outras ali, e eu estava girando em torno dela. Foi provavelmente o auge da minha performance na bateria, junto com os anos no Brand X”. Collins acrescentou: “Acho que esse álbum foi o ápice do meu ‘playing’, porque criei coisas bem criativas, assim como o resto da banda. Considero que o disco foi um passo à frente em nossa carreira. Ele também mostra um lado do Genesis que as pessoas esquecem ou nunca escutaram”. The Lamb Lies Down on Broadway, que saiu em 22 de novembro de 1974, é o sexto registro de estúdio do Genesis. O disco duplo é conceitual e gira em torno da história surrealista de Rael e sua aventura no caminho para algum tipo de iluminação ou autodescoberta. Nas paradas inglesas o disco ficou com a décima posição. Nos Estados Unidos, a obra ficou apenas com o 41° lugar da Billboard 200. The Lamb Lies Down on Broadway, contudo, bateu a marca de 750 mil cópias vendidas em todo mundo, o que é um feito enorme para um álbum conceitual e complexo. Via: RockBizz