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Cara Delevingne não sabia quem era Bruce Springsteen: “Acham isso uma blasfêmia”
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09/07/2024

Cara Delevingne não sabia quem era Bruce Springsteen: “Acham isso uma blasfêmia”

A atriz e modelo Cara Delevingne, 31 anos, foi entrevistada pelo jornal The Sunday Times e recordou o momento em que conheceu o músico, compositor e ativista político, Bruce Springsteen. Quando conheceu o compositor de hits como Streets of Philadelphia, Born in the U.S.A. e Glory Days, Delevingne contou que estava acompanhada da namorada Minke (Leah Mason), que ficou chocada com o fato da companheira não saber quem era o músico. “Há dois anos, nós estávamos nos bastidores do festival Glastonbury, e acabamos tirando uma foto com esse cara. Depois, eu perguntei para Leah: ‘Quem é ele’? Ela respondeu: ‘O quê? Esse é o Bruce Springsteen’. Eu não tinha ideia de como ele era. Leah acha isso é blasfêmia”. Nos players abaixo, nós vamos ajudar Cara Delevingne a conhecer mais a obra de Bruce Springsteen Via: RockBizz

Eddie Van Halen tinha um riff favorito do Black Sabbath; saiba qual
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09/07/2024

Eddie Van Halen tinha um riff favorito do Black Sabbath; saiba qual

Escolher seus riffs favoritos do Black Sabbath parece uma tarefa impossível, mas o saudoso Eddie Van Halen tinha seu preferido. Em um episódio de 2023 de The Power Hour, da AXS TV, os apresentadores Matt Pinfield, Caity Babs e Josh Bernstein foram acompanhados por Wolfgang Van Halen (Mammoth WVH) e Geezer Butler (Black Sabbath). A pedido de Pinfield, Wolfgang revelou qual era o riff do Black Sabbath que seu pai mais gostava. “Into the Void é um dos melhores riffs de todos os tempos. Sempre foi o riff favorito do meu pai. Eu sei que ele era muito próximo de Tony [Iommi]”, o músico disse para Butler. “Nós amávamos seu pai. Ele era um cara legal”, respondeu o baixista do Sabbath. “Aquela turnê, que fizemos com o Van Halen, foi uma das melhores turnês de todos os tempos”, acrescentou. Com uma risada, Butler relembrou um dos elementos mais favoráveis ​​daquela turnê. “Foi fantástico porque eles eram o primeiro tipo de banda de metal com uma imagem que as garotas gostavam”, explicou o baixista. “Os motociclistas costumavam vir nos ver e a gente olhava e havia 99% de homens na plateia. Mas quando você fazia turnê com o Van Halen, eram 50% de mulheres!” Veja o vídeo da entrevista abaixo: Via: RockBizz

As I Lay Dying lança a nova música The Cave We Fear To Enter
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09/07/2024

As I Lay Dying lança a nova música The Cave We Fear To Enter

Boa notícia para quem curte som extremo! O As I Lay Dying lançou a nova música The Cave We Fear To Enter. A canção foi co-produzida por guitarist Phil Sgrosso e Hiram Hernandez, mixada por Aaron Chaparian e masterizado por Ted Jensen. Ouça: E por falar em As I Lay Dying, a agenda do grupo está lotada, com shows pela Europa no final deste ano. Veja ao itinerário completo da Through Storms Ahead Europe Tour, com Caliban, Decapitated e Left To Suffer. Novembro– Dia 15 – Würzburg, Alemanha – Posthalle– Dia 16 – Prague, República Tcheca – Sasazu– Dia 18 – Gothenburg, Suécia – Film Studios– Dia 19 – Oslo, Noruega – Rockefeller– Dia 21 – Helsinki, Finlândia – Kulttuuritalo– Dia 23 – Stockholm, Suécia – Fållan– Dia 24 – Copenhagen, Dinamarca – Amager Bio– Dia 25 – Berlin, Alemanha – Huxleys– Dia 26 – Warsaw, Polônia – Progresja– Dia 27 – Budapest, Hungria – Barba Negra– Dia 28 – Vienna, Áustria – Gasometer– Dia 29 – Munich, Alemanha – Zenith– Dia 30 – Milan, Itália – Alcatraz Dezembro– Dia 01 – Rome, Itália – Orion– Dia 03 – Zürich, Suíça – Xtra– Dia 04 – Lyon, França – Transbordeur– Dia 05 – Barcelona, Espanha – Razzmatazz– Dia 06 – Madrid, Espanha – Riviera– Dia 08 – Paris, França – Trianon– Dia 09 – Saarbrücken, Alemanha – E-Werk– Dia 10 – Brussels, Bélgica – AB– Dia 11 – Amsterdam, Holanda – Melkweg– Dia 13 – Hamburg, Alemanha – Inselpark Arena– Dia 14 – Leipzig, Alemanha – Haus Auensee– Dia 15 – Oberhausen, Alemanha – Turbinenhalle Para acompanhar as novidades do As I Lay Dying, basta acessar este link ou ficar de olho no RockBizz. Via: RockBizz

“Kurt Cobain era menininho chorão com 50 milhões de dólares na conta”, diz Edu Falschi
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09/07/2024

“Kurt Cobain era menininho chorão com 50 milhões de dólares na conta”, diz Edu Falschi

Em poucas palavras, paradoxo é uma figura de linguagem ou figura de pensamento identificada pela expressão de uma ideia contrastante e contraditória. O paradoxo está presente e expressado em alto e bom em nosso cotidiano. Seja na ciência, política, dogmas religiosos e artes, o “bendito” paradoxo dá as caras. Edu Falschi, que é um dos maiores cantores do heavy metal brasileiro, falou sobre o assunto com o apresentador Darlison Rodrigues, do Nordecast. Como exemplo para seu ponto de vista, Edu citou o frontman do Nirvana, Kurt Cobain, e o chamou de menininho chorão com 50 milhões de dólares na conta. “É estranho esse negócio do artista em querer se afastar dos fãs”, disparou Edu. “É um paradoxo louco, porque, a gente que é artista e quis viver disso, luta muito para estar aqui. Eu não caí de paraquedas, fiquei famoso e vivo de música”, pontuou. “Lutei pra caramba e conquistei tudo na raça”, destacou. “E eu realizei meu sonho, fiquei bem de vida e ajudei a minha mãe por causa dos fãs”, garantiu Falaschi. “Você luta para ter fã, porque para viver de música, você tem que ter fã e reconhecimento, quando consegue ficar no ponto que queria, você não quer mais ter fã? É um paradoxo doido”, salientou. “Tem artistas internacionais que falam que odeiam o sucesso, mas isso é um papo furado! Falam que queriam ter paz e que sofrem muito. Kurt Cobain falava isso: ‘Tenho raiva do sucesso’. Com 50 milhões de dólares na conta… Papo furado de menininho chorão que está magoado com a sociedade”, completou. “O cara lutou a vida inteira para chegar onde estava; e, quando chegou, vai ficar falando que não quer. É um papo furado”, concluiu Edu. Assista a conversa na íntegra no tocador a seguir: Via: RockBizz

“Saio do show da Beyoncé escutando Deicide; sou livre”, declara Fernanda Lira
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09/07/2024

“Saio do show da Beyoncé escutando Deicide; sou livre”, declara Fernanda Lira

Fernanda Lira, frontwoman da Crypta, sempre fez questão de expressar seu amor e devoção ao heavy metal e seu gosto pela a arte da cantora pop Beyoncé, por exemplo. Ser capaz de curtir dois mundos tão distintos só é possível para quem não coloca limites à própria vida e se sente livre para escolher o que deseja. Durante uma troca de ideia com o pessoal do podcast Metalks, Fernanda falou sobre o intricado assunto e declarou que sai do show da Beyoncé escutando Deicide, pois é uma pessoa livre. A artista brasileira disse: “Recebo muito hate por ser quem eu sou! Amo rosa e gosto da Beyoncé, mas saio do show da Beyoncé escutando Deicide. Além disso, tem o lance do veganismo e sobriedade, é um combo que as pessoas odeiam. Eu sou assim e não consigo ser de outro jeito, e eu sou uma pessoa livre. Tenho muitos defeitos, problemas e desafios para lidar, mas me orgulho de ser uma pessoa livre. Sou cringe, mas sou livre”. Ainda no tema voltado à liberdade, Lira aproveitou o espaço e filosofou sobre qual é a sua missão de vida. Ela falou: “A minha missão na Terra é causar o menos de impacto negativo possível e ajudar o máximo de pessoas a serem livres. Por isso que sou vegana, pois acredito na liberdade de tudo e todos. Portanto, sou uma pessoa livre que gostaria muito de ver outras pessoas livres”. “E ser livre é sair um pouco dessas caixinhas que a gente não precisa estar. Adoro a ideia do metal ser uma comunidade que usa preto, mas a gente não precisa ser só isso. Quero ser livre para usar outras cores e ouvir outras coisas”, concluiu Fernanda. Eis a entrevista completa logo aqui: Via: RockBizz

Dan Reynolds (Imagine Dragons) largou a religião por ferir a comunidade gay
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09/07/2024

Dan Reynolds (Imagine Dragons) largou a religião por ferir a comunidade gay

Dan Reynolds, cantor da banda de pop rock Imagine Dragons, bateu um papo com a revista People e afirmou que largou a religião por ferir a comunidade gay. Apesar de ser heterossexual, o músico apoia o movimento LGBTQIAPN+. É importante esclarecer Dan cresceu como mórmon [dogma religioso criado nos Estados Unidos no século 19] e em uma família muito conservadora. Porém, nos últimos anos, o músico vem se desfazendo das amarras impostas pela religião. “Há partes da religião mórmon que considero fortemente prejudiciais, especialmente para a juventude gay. Às vezes, eu me sinto bastante isolado da minha família, entretanto, eu os amo, sou próximo deles e os vejo, além disso, não há animosidade entre a gente. Eu estou apenas em um caminho diferente! Portanto, preciso me amar o suficiente para seguir em frente com a minha verdade. Eu vi muitos dos danos que isso causou para mim, pessoalmente; todavia, essa religião parece funcionar incrivelmente bem para a minha família, eles são pessoas felizes. À medida que envelheci, eu parei de ficar puto com isso. Se algo funciona para alguém, então, siga em frente e seja feliz”. Leia a entrevista completa neste link. Via: RockBizz

Black Sabbath: Tony Iommi libera áudio de Trashed no YouTube
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08/07/2024

Black Sabbath: Tony Iommi libera áudio de Trashed no YouTube

Luz no fim do túnel! Tony Iommi, riff master do Black Sabbath, liberou o áudio de Trashed no YouTube. Tempos atrás, o músico afirmou que deseja relançar o álbum Born Again, de 1983, com uma produção mais caprichada. Portanto, com a liberação da canção na plataforma streaming, pode ser o começo de um movimento para dar uma nova chance ao citado álbum. Lançado em agosto de 1983, Born Again foi o único disco da banda britânica gravado com o vocalista Ian Gillan, mais conhecido por seu trabalho com o Deep Purple. Foi também o último álbum de estúdio do Sabbath com a participação do baterista Bill Ward. Via: RockBizz

“Turnê com Metallica foi melhor e mais engraçada do que com Guns N’ Roses”, afirma Robert Trujillo
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08/07/2024

“Turnê com Metallica foi melhor e mais engraçada do que com Guns N’ Roses”, afirma Robert Trujillo

O atual baixista do Metallica, Roberto Agustín Miguel Santiago Samuel Trujillo Veracruz, também conhecido como Robert Trujillo, participou de uma sessão de perguntas e respostas em Helsinque, capital da Finlândia, e foi questionado sobre qual foi seu primeiro contato com James Hetfield e Cia. Robert respondeu: “Por volta de 1993, o Suicidal Tendencies estava abrindo para o Metallica. A tour foi pelos Estados Unidos e Europa, e foi a primeira vez em que tive contato com uma grande produção. Na etapa europeia, a gente ficou em um vai e vem com o Metallica e o Guns N’ Roses. Tocamos duas semanas com o Metallica e duas semanas com o Guns N’ Roses. E nessas duas semanas com o Metallica, descobri que era melhor e mais engraçado do que com Guns N’ Roses; o público era melhor – digo isso sem desrespeitar o Guns”. Trujillo ainda disse: “Com o GN’R, as coisas variavam bastante! Lembro de um show, o qual alguém jogou um sanduíche e me atingiu. Fiquei muito bravo, então Mike [Muir, vocalista do ST] e eu saímos no meio do público para tentar bater numa pessoa que não sabíamos quem era. Então, foi estranho! Houve dias bons e dias ruins, mas é sempre bom fazer esse tipo de turnê, porque você está se conectando com novos fãs. Os fãs do Metallica estavam mais sintonizados com a gente. No entanto, naquela época, o Guns N’ Roses era enorme, portanto, tínhamos que fazer aquela turnê. Foi uma ótima experiência”. Assista a sessão de perguntas e respostas aqui: Via: RockBizz

Def Leppard e Journey iniciam turnê tocando em estádios; veja vídeos e setlist
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08/07/2024

Def Leppard e Journey iniciam turnê tocando em estádios; veja vídeos e setlist

No último sábado, dia 6 de julho, no Busch Stadium em St. Louis, Missouri, EUA, Def Leppard e Journey iniciaram turnê tocando em estádios. Além dos dois veteranos, o dia ainda contou com o espetáculo do Cheap Trick. Os repertórios apresentados pelas bandas foram os seguintes: Def Leppard: Rock! Rock! (Till You Drop, Rocket, Foolin’, Armageddon It, Animal, Love Bites, Just Like ’73, Comin’ Under Fire, Too Late For Love, Die Hard The Hunter, Two Steps Behind, This Guitar, Bringin’ On The Heartbreak, Switch 625, Rock Of Ages, Photograph, Hysteria e Pour Some Sugar On Me. Journey: Faith In The Heartland, Only The Young, Stone In Love, Keep On Runnin’, Faithfully, Escape, Lovin’, Touchin’, Squeezin’, Open Arms, Chain Reaction, Wheel In The Sky, Lights, Separate Ways (Worlds Apart), Be Good To Yourself, Any Way You Want It e Don’t Stop Believin’. A tour seguirá até meados de setembro. Consulte as datas aqui. Via: RockBizz

Samantha Fish é só elogios a Slash e Appetite for Destruction, do Guns N’ Roses
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08/07/2024

Samantha Fish é só elogios a Slash e Appetite for Destruction, do Guns N’ Roses

Samantha Fish é o pacote completo de uma grande artista: absurdamente talentosa nas seis cordas, canta super bem, uma performer nata e carismática no nível mais alto. A moça trafega mais pelas vielas do blues, mas tem o pesinho no acelerador do rock n’ roll. Conversando com a revista britânica Total Guitar, Samantha Fish foi só elogios a Slash e Appetite for Destruction, do Guns N’ Roses. De acordo com a musicista, o debute da banda foi a base para sua formação guitarrística. “Quando aprendi a dirigir, eu pegava o Chevy Suburban da minha família para passear pelos arredores de Kansas City. Eu dirigia tão rápido, e provavelmente de forma bastante imprudente, por causa de Appetite For Destruction. Eu amo esse álbum! É difícil apontar um único solo de Slash no álbum, porque ele os toca com tanta dinâmica, assim consegue levar as pessoas a uma jornada. Os melhores guitarristas sabem contar uma história, e Slash é definitivamente um deles. Não se trata de sair por aí colocando tudo o que sabe na música; se trata de ter uma conversa com suas próprias nuances, portanto, você dedica tempo a isso, porque contar histórias é uma arte. Quando você descobre como fazer isso em uma guitarra, é quando você começa a usá-la de forma mais eficaz. É tudo uma questão de dinâmica, e Slash sempre fez isso muito bem. Sou fã dele há muito tempo, ele me conecta ao meu começo na música”. Samantha Fish possui oito trabalhos de estúdio, sendo o mais recente Death Wish Blues, lançado em maio de 2023. A musicista segue divulgando o disco pelos Estados Unidos tanto na costa leste e oeste do país. Via: RockBizz

Kelly Osbourne se arrepende de não ter seguido no mundo da música
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07/07/2024

Kelly Osbourne se arrepende de não ter seguido no mundo da música

The Osbournes é o podcast o qual Ozzy, Sharon, Jack e Kelly contam as mais loucas histórias, dão opinião sobre acontecimentos do cotidiano e, às vezes, revelam os tropeços, desafios e traumas que já enfrentaram na vida. No episódio mais novo da atração, Kelly Osbourne comentou que se arrepende de não ter seguido no mundo da música. É importante explicar que a filha caçula da família ganhou notoriedade por causa do pai, é claro, e pelo tremendo sucesso do reality show The Osbourne, no começo dos anos 2000, o que fora o pivô para que entrasse na cena musical. A moça lançou dois discos Shut Up, de 2002, e Sleeping in the Nothing, de 2005. No pacote, Kelly também participou de uma nova versão de Changes, clássico do Black Sabbath, e fez um cover de Papa Don’t Preach, da Madonna. “Eu já pensei muito em como seria a vida se eu não tivesse parado”, declarou Kelly. “Eu me arrependo muito disso. Farei alguma coisa em relação a esse arrependimento? Não sei”, encerrou a filha do Madman em tom de dúvida. O episódio mais recente do podcast pode ser assistido aqui: Via: RockBizz

Kerry King: Assista show completo do músico no Hellfest 2024
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07/07/2024

Kerry King: Assista show completo do músico no Hellfest 2024

Depois que o Slayer pendurou as chuteiras, o guitarrista Kerry King não titubeou em criar o seu projeto solo e voltar ao seu habitat natural: o palco. O grupo leva o seu próprio nome e já colocou na praça o álbum From Hell I Rise. Dessa forma, o barbudo está na estrada mostrando alguns destaques do citado disco e sons de sua antiga banda. No dia 27 de junho, Kerry, ao lado de Mark Osegueda (vocal, Death Angel) , Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Kyle Sanders (baixo, Hellyeah) e Paul Bostaph (baterista, ex-Slayer), tocou no Hellfest. Na ocasião, os músicos apresentaram as seguintes músicas: Where I Reign, Trophies Of The Tyrant, Toxic, Two Fists, Residue, Idle Hands, Disciple (cover do Slayer), Shrapnel, Raining Blood (cover do Slayer), Black Magic (cover do Slayer) e From Hell I Rise. Assista show completo do músico no Hellfest 2024 – cortesia do canal Alexander [Alex_Y] Järvinen: Via: RockBizz

Sepultura retoma turnê final pelo Brasil em Fortaleza; veja fotos e vídeos
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07/07/2024

Sepultura retoma turnê final pelo Brasil em Fortaleza; veja fotos e vídeos

O Sepultura retomou sua turnê final pelo Brasil neste sábado, dia 6 de julho, em Fortaleza, Ceará. É importante recordar que a maior banda do heavy metal nacional está na estrada com a Celebrating Life Through Death desde o dia primeiro de março deste ano. Nas redes sociais o grupo escreveu: “Fortaleza ontem à noite foi incrível! A energia foi indescritível com a galera mandando ver apesar do calor. Nosso muito obrigado a todos vocês que fizeram deste show inesquecível!” Veja fotos e vídeos filmados por fãs abaixo: Via: RockBizz

Não acho que haja limite para minha criatividade no Megadeth, diz Teemu Mäntysaari
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07/07/2024

Não acho que haja limite para minha criatividade no Megadeth, diz Teemu Mäntysaari

Em uma nova entrevista com Rudi Messiah, o guitarrista do Megadeth, Teemu Mäntysaari, falou sobre como tem sido tocar material originalmente gravado pelos guitarristas anteriores do grupo – Chris Poland, Jeff Young, Marty Friedman, Chris Broderick e Kiko Loureiro. Teemu disse: “Estou muito tranquilo com isso. Quer dizer, é claro que é ótimo estar em uma banda da qual você é fã e tocar os solos desses caras que você admira há anos. Então, isso é realmente ótimo e não sinto que haja limite para minha criatividade aqui”. E acrescentou: “Temos conversado sobre ter ideias de riffs [para novas músicas do Megadeth], e Dave [Mustaine] tem sido muito aberto sobre nós, o pessoal da banda, oferecendo ideias também. E é isso que vamos começar a fazer muito em breve. Até agora estou muito ocupado aprendendo o catálogo anterior, o que ainda estamos fazendo. Estamos adicionando mais músicas conforme avançamos. Então isso tem sido muito divertido”. O guitarrista continuou dizendo que o grupo também tem trabalhado para colocar músicas que não tocam há muito tempo no setlist: “Então é uma espécie de experiência de aprendizado para eles também, reaprender algumas músicas que eles nunca tocaram ou há muito tempo não tocam ao vivo”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: RockBizz

Steve Harris e Bruce Dickinson realmente se odeiam? O Big Boss do Iron Maiden te responde
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06/07/2024

Steve Harris e Bruce Dickinson realmente se odeiam? O Big Boss do Iron Maiden te responde

A lenda de que o líder e baixista do Iron Maiden, Steve Harris, e o icônico vocalista da banda, Bruce Dickinson, não se bicam e só trabalham juntos por extrema necessidade mútua, corre a cena heavy metal há muitas décadas. No ano de 2006, enquanto fazia a promoção do álbum A Matter Of Life And Death, décimo quarto registro de estúdio do grupo, a citada dupla concedeu uma entrevista reveladora à revista Metal Hammer e respondeu a pergunta: Steve Harris e Bruce Dickinson realmente se odeiam? “Isto está muito longe da verdade”, disparou Harris em risos. “Eu só tive uma briga com Bruce em estúdio, durante todo esse tempo em que trabalhamos juntos”, garantiu o baixista. Nota: A contenda a qual Harris se refere rolou no final das gravações do videoclipe de The Number Of The Beast. Na ocasião, a dupla discutiu e quase saiu no tapa. A situação foi contornada pelo empresário Rod Smallwood. Steve continuou: “Tive algumas brigas com Nicko [McBrain, baterista]. Nós já gritamos um com o outro, e ele se aproximou muito de mim com aquele nariz achatado. Além disso, o fato é que Bruce e eu crescemos muito e nos damos muito bem”. Dickinson deu seu pitaco sobre o assunto: “Tudo sobre Steve e eu é uma comédia! Você teria que cavar muito fundo para encontrar alguma coisa. Hoje em dia, nós temos mais coisas em comum do que desavenças”. Seja equilibrando a balança em amor e ódio, a dupla tem feito história no heavy metal e provado que ninguém precisa concordar em cem por cento para conquistar bons resultados. Via: RockBizz

Scene Queen ri e fica chocada com os caras que não aceitam seu sucesso
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06/07/2024

Scene Queen ri e fica chocada com os caras que não aceitam seu sucesso

Scene Queen, alter ego de Hannah Rose Collins, está na cena musical há pouco tempo, mas, mesmo assim, vem causando um tremendo alvoroço com o estilo bimbocore, que é um gênero musical amparado no metalcore, com apelos estéticos que presam pelo uso de muitas roupas rosas, glíter e sexualização. Em conversa com a revista Metal Hammer, Queen se mostrou chocada com os caras que acham um absurdo seu estilo artístico e não aceitam seu sucesso comercial em tão pouco tempo de carreira. Ela falou: “As pessoas acham que o bimbocore foi feito por outra pessoa e não por mim! Acho que as pessoas têm essa percepção louca. Acho que os caras ficam chocados por uma mulher alcançar tudo o que conquistei em tão pouco tempo. Eles acham que não posso fazer um show insano, com uma pegada engraçada e incrivelmente fofo”. Scene foi além e declarou: “O fato de eu ser capaz de tirar sarro de mim mesma e ter criado o nome bimbocore incomodam muita gente. A pegada boba é um dos motivos de eu ter uma base de fã tão sólida”. Já sobre o estilo de música, a artista disse: “O som tem riffs de metalcore e a doçura do pop, é bastante interessante”. Confira o trabalho de Scene Queen nos players a seguir: Via: RockBizz

Rock in Rio dá início as obras dos palcos Mundo e Sunset na Cidade do Rock
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06/07/2024

Rock in Rio dá início as obras dos palcos Mundo e Sunset na Cidade do Rock

Faltam 69 dias para a edição que celebra os 40 anos do Rock in Rio e o festival já começa a tomar forma na Cidade do Rock. Até este momento, 31 países e todos os estados brasileiros já disseram “eu vou” e a Cidade Maravilhosa, berço da primeira e histórica edição do festival e que colocou o país na rota internacional do show business, já está se preparando e se vestindo de Rock in Rio. Nesta sexta-feira, 5, os palcos Mundo e Sunset começaram a ganhar vida com as primeiras estruturas sendo erguidas no Parque Olímpico. As obras que vão compor e dar forma a mágica e icônica Cidade do Rock também estão avançando nos palcos New Dance Order, Global Village, Espaço Favela, além da Rota 85. As obras da Área VIP e do lounge do Rock in Rio Club já estão em andamento. Todos se preparam para receber os 700 mil fãs que farão parte desta festa com 500 horas de experiências e mais de 750 artistas nos sete palcos. Com quatro dias já esgotados, festival coleciona grandes números das vendas de ingresso e os fãs que não querem ficar de fora da histórica edição de 40 anos do festival ainda podem adquirir suas entradas para os últimos três dias disponíveis, quando Avenged Sevenfold e Ed Sheeran são headliners, além do inédito Dia Brasil, que traz o maior encontro da música brasileira. O Rock in Rio acontecerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Serão 500 horas de experiências, os fãs vão assistir a mais de 750 artistas nos sete palcos da Cidade do Rock. O público também poderá aproveitar todos os brinquedos da Cidade do Rock, conferir o musical inédito Sonhos, Lama e Rock ‘n Roll, caminhar Babilônia Feira Hype, encontrar o mundo inteiro na Global Village, viver uma experiência gastronômica na Gourmet Square, participar das ativações de marca e, no Dia Brasil, se encantar com fogos diurnos, videomaping no novo Palco Mundo, um balé aéreo com trilha sintonizada, pulseiras iluminadas e diversas outras opções de entretenimento. No Rock in Rio 40 anos, novidades para o Palco Mundo, um Palco Sunset ainda maior e mais imponente, uma nova experiência com a Babilônia Feira Hype, a nova área Global Village, uma Rota 85 que promete surpreender, uma nova localização para o Sunset, Supernova, Espaço Favela e Lounge Club. Além de novidades no New Dance Order, uma Gourmet Square com nova proposta gastronômica e uma área ainda maior para melhor circulação do público, que ainda conta com ativações de marcas e os brinquedos tradicionais que compõem o grande parque de diversões do festival. Na arena olímpica, uma nova experiência: o musical inédito Sonhos, Lama e Rock and Roll. Palco Mundo O gigante Palco Mundo mantém a sua localização, mas ganha novidades, para entregar um visual ainda mais moderno. Para que o público não perca nenhum detalhe dos shows, novos telões de led serão instalados no palco. Serão 830m2 de led, divididos em seis telões. O tamanho não muda: Com largura de 104m e 30m de altura, o palco tem o equivalente a um prédio de dez andares. A tradicional queima de fogos que marca a abertura e o encerramento das apresentações no Palco Mundo, está confirmada e promete emocionar o público. No line-up, estão confirmados Travis Scott, Imagine Dragons, Avenged Sevenfold, Ed Sheeran, Katy Perry, Shawn Mendes, além de uma programação inédita para o Dia Brasil, com Para Sempre: Rock, Para Sempre: Sertanejo, Para Sempre: MPB e Para Sempre: Trap. Palco Sunset No ano da celebração dos 40 anos do Rock in Rio, pela primeira vez na história, o palco dos grandes encontros, queridinho do público e da crítica, o Palco Sunset, terá a mesma boca de cena que o gigante Palco Mundo, reforçando toda a sua potência e igualdade e permitindo um line-up ainda mais poderoso. O Sunset também ganha uma nova localização dentro da Cidade do Rock. Com relação a suas medidas, a largura será de 93m e altura 27,5m. Com a chegada do Global Village, o palco, que ganhou protagonismo ao longo dos anos, muda de lugar. Com um ângulo privilegiado, o Sunset toma conta do local que antes abrigava a Rock Street, acolhendo o público em um espaço ainda maior, onde os fãs poderão assistir aos shows com mais conforto. No line-up, estão confirmados Mariah Carey, Iza, Gloria Groove, Gloria Gaynor, Tyla, NX Zero, Luedji Luna convida Tássia Reis e Xênia França e muito mais. Global Village A nova área da Global Village vai proporcionar uma jornada arquitetônica e musical pelos continentes em uma experiência imersiva inédita. Este novo espaço de entretenimento será uma expressão tangível do compromisso contínuo do festival com a paz e por um mundo melhor, ressaltando a diversidade, a música global e a multiplicidade cultural. A nova área, que deve ocupar 7.500 m2 da Cidade do Rock, vai contar com uma robusta cenografia inspirada em ícones arquitetônicos de todo o mundo — onde as pessoas poderão andar por uma longa via e entrar em lojas. Angelique Kidjo, duas vezes vencedora do Grammy Awards na categoria Best Global Music Album, será a embaixadora e está confirmada para se apresentar no dia 20 de setembro, além de Hermeto Pascoal, Anees, Karan Aujla, Noa Kirel, Delanno, Leila Pinheiro, Roberto Menescal, entre outros. O palco do Global Village ficará localizado no mesmo ponto que o Espaço Favela ocupou na edição do reencontro, em 2022. Espaço Favela Se na edição de 2022, o Espaço Favela inovou na cenografia, aumentou o tamanho e passou a contar com grandes telões nas laterais para abrigar o dream team das comunidades e subúrbios cariocas, hoje ele ganha uma nova e privilegiada localização. No palco, Tz da Coronel e Borges, Dennis DJ, Poze do Rodo, Xande de Pilares, Pocah, Belo e o Dia Brasil com funk, música clássica e indígena. New Dance Order Os amantes da Dance Music podem comemorar! O palco New Dance Order chega

“Rock é o estilo do excluído, do cara que não é popular na escola e da menina que não é linda”, diz Felipe Andreoli (Angra)
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06/07/2024

“Rock é o estilo do excluído, do cara que não é popular na escola e da menina que não é linda”, diz Felipe Andreoli (Angra)

Cerca de dois anos atrás, o baixista do Angra, Felipe Andreoli, bateu um longo papo com o pessoal do podcast Rosaverso. A conversa é muito interessante para quem é fã do Angra e para quem deseja ter uma noção mais profunda sobre o mercado fonográfico e, de forma específica, sobre as cenas do rock n’ roll e heavy metal. Em dado momento da conversa, Andreoli tocou em um assunto que é tabu e varrido para baixo do tapete por alguns fãs de música pesada, que é compreender e aceitar que os consumidores de rock e metal passam longe do estereótipo popular, isto é, de serem perfis unânimes aos olhos da sociedade. Felipe disse: “O rock é o estilo do excluído, do cara que não é popular na escola e da menina que não é a patricinha linda que todo mundo acha maravilhosa. [Estes perfis] têm também, mas, muitas das pessoas que se sentem mais excluídas, encontram no rock um grupo de pessoas que se aceita pelas ideias, pela afinidade musical e artística, pelo estilo de vida diferente, que não é sair, encher a cara e pegar dez numa noite”. Andreoli continuou: “As pessoas vão se encontrando nesses grupos, então, é muito legal perceber que os fãs de metal têm interesses em comum que extrapolam a própria música. É o cara que gosta de anime, videogame, são os nerds que gostam de RPG [role-playing game]. Todos eles encontram no metal um espaço onde podem conviver, serem eles mesmos e criar uma comunidade. O rock sempre foi isso: o estilo de vida que é diferente de tudo que o sertanejo, funk, pop e o rap pregam. Essas pessoas não se encontram nesses estilos, mas no rock elas se encontram”. “E nas diferentes vertentes do rock e metal, as pessoas serão ainda mais específicas no tipo de gente [com quem irão se relacionar], no tipo de programa que vão fazer e nos tipos de coisas que gostam”, concluiu o músico. Assista o bacana bate-papo na íntegra neste tocador: Via: RockBizz

“Existem músicas do Angra que não consigo cantar”, afirma Edu Falaschi
Resenhas
06/07/2024

“Existem músicas do Angra que não consigo cantar”, afirma Edu Falaschi

O vocalista Edu Falaschi bateu um papo com o apresentador Darlison Rodrigues, do Nordecast, e falou sobre o começo e destaques de sua carreira, problemas que enfrentou na voz no começo da década de 2010 e sucesso alcançado com a música Pegasus Fantasy, tema de abertura do desenho animado Cavaleiros do Zodíaco no Brasil. E como não poderia ser diferente, o tema Angra também foi abordado na conversa. Questionado pelo apresentador se existe alguma música da banda a qual não curte tocar ao vivo, com extrema sinceridade e simplicidade, atributos raros no mercado fonográfico, Edu Falaschi respondeu: “Não tem nada do Angra que eu não goste! As músicas do Angra são todas muito boas. Agora, existem aquelas músicas do Angra que não consigo cantar, que é a Wuthering Heights [cover de Kate Bush]. É impossível eu cantar aquilo lá! Acho que Stand Away também não consigo cantar, porque é muito alto”. O artista continuou: “Carry on já é um limite, tem notas que eu não faço ao vivo e respeito os meus limites. Mesmo assim, eu faço a música [ao vivo] mudando uma melodia ou outra. Agora, tem outras músicas do Andre [Matos] que simplesmente não tem como cantar, era mais ele mesmo”. “Lembro que até ele mesmo falou que era difícil cantar aquelas músicas, pois eram muito agudas, então, eu nem me arrisco, porque sei dos meus limites e não tenho problema em assumir que não consigo cantar”, finalizou. Eis a fala completa de Edu Falaschi no tocador a seguir: Caso queira curtir ou relembrar as citadas músicas do Angra, acesse estes outros players: Via: RockBizz

Slipknot: Clown fala sobre máscara e sorvete favoritos no Reddit
Resenhas
06/07/2024

Slipknot: Clown fala sobre máscara e sorvete favoritos no Reddit

Na semana passada, Shawn “Clown” Crahan, um dos líderes e criadores do Slipknot, participou de uma sessão de Q+A [questions-and-answers – perguntas e respostas] no Reddit, na página Ask Me Anything, e falou sobre máscara e sorvete favoritos. É importante explicar que o teor do evento era ser um canal totalmente aberto com os fãs, dando a liberdade a todos para perguntar qualquer coisa. Ou seja, liberdade total e sem o compromisso de parecer catedrático nas questões. Em relação à máscara, o percussionista respondeu: “Todas as minhas máscaras formam um conceito, então gosto de cada uma delas pelo que são para o ciclo em que fora usada. Portanto, sem favoritas, todas são vozes”. O músico completou afirmando: “Não há como escolher uma máscara favorita dentro de toda a irmandade, visto que, em diferentes momentos da vida, cada uma fala fortemente com você. Com isso, eles se tornam uma necessidade. Então, novamente, não há favoritos, apenas vozes”. Já sobre o sabor favorito de sorvete, o Palhaço disse: “Esta é uma questão séria! O meu sabor favorito é o morango caseiro. Não me vem com aquele Ben and Jerry’s, não; tem que ser caseiro”. O músico respondeu muitas outras questões, sendo assim, caso queira conferir o conteúdo todo, é só acessar aqui. Via: RockBizz

Saiba mais sobre as principais bandas que irão tocar no Knotfest Brasil 2024
Resenhas
05/07/2024

Saiba mais sobre as principais bandas que irão tocar no Knotfest Brasil 2024

Os ânimos dos fãs já estavam a flor da pele com a demora da divulgação do line-up do Knotfest Brasil 2024, mas tudo se resolveu nesta sexta-feira, dia 5 de julho, com o anúncio oficial feito pela produção do evento. Alguns nomes já estavam no radar do público como Amon Amarth, Mudvayne e Babymetal, pois foram citados pelo jornalista José Norberto Flesch, profissional conhecido por antecipar shows internacionais no país. Till Lindemann (Rammstein) era outra atração que já estava confirmada para a edição norte-americana do evento, que vai rolar em 21 de setembro, sendo assim, havia chance de figurar na versão brasileira da festa metal. Para o deleite de alguns fãs e fúria de outros, o Knotfest Brasil 2024 contará com as seguintes bandas: Slipknot, Mudvayne, Amon Amarth, Meshuggah, Babymetal, Dragonforce, Orbit Culture, Bad Omens, Till Lindermann, P.O.D., Ratos de Porão, Krisiun, Project46, Eminence, Kyour, Poppy, Black Pantera, Ego Kill Talent, Korzus, Papangu, The Mönic e Eskröta. Nas linhas abaixo, propomos a você saber mais sobre as principais bandas que irão tocar no Knotfest Brasil 2024. Slipknot Dispensa grandes apresentações e detalhes, pois é um nome mais do que conhecido no mercado heavy metal. O noneto mascarado contabiliza sete álbuns de estúdio em mais de vinte e cinco anos de carreira e se mostra como o mais bem-sucedido nome saído da primeira fornada do nu/new metal. As duas apresentações dos caras no festival terão um gosto especial aos brasileiros, visto que será a estreia do baterista Eloy Casagrande, prata da casa que assumiu oficialmente a bronca de tocar com os mascarados em abril deste ano. Mudvayne Mudvayne é outro nome que saiu das entranhas do nu/new metal, no entanto, sempre perambulou pela segunda divisão do estilo. Com visual excêntrico, o quarteto nasceu em meados dos anos 90, possui cinco álbuns de estúdio e alguns hits como Dig, Death Blooms e Nothing to Gein. Será a primeira passagem da banda pelo Brasil. Amon Amarth Os vikings são conhecidos pelas bandas de cá, pois já arrebatou o público brasileiro diversas vezes com o seu death metal melódico made in Sweden. O motivo da nova tour será a divulgação do álbum The Great Heathen Army, lançado em 2022, e recordará seus maiores sons como The Pursuit of Vikings, War of Gods e Guardians of Asgaard. Meshuggah Extremo, complexo, brutal, esta é a tríade que compõe a música dos suecos, que irão aumentar o sarrafo técnico do festival. O quinteto é veterano, um dos conjuntos mais antigos presentes no cast, e já coleciona nove registros de estúdio. O show terá como pano de fundo o disco Immutable, de 2022. Babymetal Outro estreante em palco brasileiro é o trio feminino vindo da terra do Sol nascente. O estilo é focado no kawaii metal, também conhecido com metal fofo, o qual mistura elementos do heavy metal com a música pop japonesa. As meninas já lançaram quatro álbuns e conseguiram atrair atenção de nomes importantes da cena metal como Rob Halford, Metallica, Corey Taylor, entre outros. Dragonforce O conjunto inglês surgiu no final da década de 1990 e finca bandeira no expediente do power metal, sendo o único representante do gênero no evento deste ano. A banda ganhou grande destaque em meados dos anos 2000, quando a música Through the Fire and Flames apareceu no jogo Guitar Hero III. Focado em linhas de guitarras ligeiras e vocais agudos, o Dragonforce coleciona nove discos, sendo o mais recente Warp Speed Warriors, lançado neste ano. Till Lindermann O cantor é conhecido por ser a voz do Rammstein, ser um tremendo frontman e tacar fogo em tudo que vê no palco – inclusive nele mesmo, a propósito. O som solo do grandalhão também finca bandeira na seara do industrial, isto é, mistura metal e eletrônico. As apresentações ao vivo do alemão são acompanhadas por performances eletrizantes e cheias de elementos dramáticos. Há espaço para simulação de sexo, sadomasoquismo, guerra de torta, entre outras interessantes bizarrices. Via: RockBizz

Knotfest Brasil: Público reclama do line-up da segunda edição do festival
Resenhas
05/07/2024

Knotfest Brasil: Público reclama do line-up da segunda edição do festival

Após meses de espera, o festival Knotfest finalmente anunciou nesta sexta-feira, 5, o line-up completo para sua segunda edição no Brasil, que irá acontecer nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, São Paulo. Além do dono da festa, Slipknot, as outras atrações que se apresentarão no evento são Mudvayne, Amon Amarth, Meshuggah, Dragonforce, Bad Omens, Till Lindemann, Babymetal, P.O.D., Ratos de Porão, Krisium, Black Pantera e mais. Mas parece que o público não ficou satisfeito com as bandas escolhidas e muitas pessoas estão reclamando através das redes sociais e destacando que esperavam atrações de mais relevância no mercado. Veja alguns comentários abaixo: Eu simplesmente AVUEI com esse comentário sobre o Knotfest pic.twitter.com/ediEqwukvB — Dr. Bigode (@KingOfHurts) July 5, 2024 Esperavam: Korn e DeftonesReceberam: Dragonforce e Bad Omens — vampira desastrada (@salemsarah00) July 5, 2024 Fraquíssimo, sorte que comprei achando que era só o show do slikpnokt — REDJohnny (@REDJ0hnnyS) July 5, 2024 Via: RockBizz

Serj Tankian volta a criticar o Imagine Dragons por ter tocado no Azerbaijão
Resenhas
05/07/2024

Serj Tankian volta a criticar o Imagine Dragons por ter tocado no Azerbaijão

Serj Tankian, vocalista do System Of A Down, voltou a criticar o Imagine Dragons por ter tocado no Azerbaijão. No mês passado, em entrevista à revista Metal Hammer, Tankian disse que tem zero respeito pela banda norte-americana. “Se você é tão cego para a justiça e vai fazer um show em um país que está fazendo o outro passar fome, você é um maldito ser humano. Eu nem me importo com sua música. Se você é um ser humano ruim, eu não dou a mínima”, explicou o cantor. Em seguida, durante uma conversa com a Rolling Stone, o vocalista do Imagine Dragons respondeu às críticas de Tankian. “Não acredito em privar nossos fãs que querem nos ver tocar por causa dos atos de seus líderes e de seus governos”, disse Dan Reynolds. “Acho que é uma ladeira realmente escorregadia. Acho que na hora que você começa a fazer isso, há líderes corruptos e fomentadores de guerra em todo o mundo, e onde você traça o limite?” Agora, nesta quinta-feira (04), Serj rebateu Dan através de suas redes sociais: “Respeitosamente, eu traço o limite da limpeza étnica e do genocídio”. “A ditadura do Azerbaijão, com apoio popular, já estava em um bloqueio de alimentos de 9 meses em Nagorno-Karabagh, qualificado como genocídio pelo ex-procurador Luis Moreno Ocampo do [Tribunal Penal Internacional] quando o Imagine Dragons decidiu tocar em Baku”, ele continuou. “Eles tocariam na Alemanha nazista? Por que não querem tocar na Rússia? Porque não é popular?” E finalizou: “A única ‘ladeira escorregadia’ é a farsa da equivalência moral no cerne desta atitude hipócrita. Não tenho nada contra esse cara nem contra sua banda. Eu simplesmente odeio que artistas sejam aproveitados para encobrir ditaduras genocidas”. Via: RockBizz

“Malcolm Young era o dono do AC/DC; um gênio que colocava tudo nos trilhos”, diz Chris Slade
Resenhas
05/07/2024

“Malcolm Young era o dono do AC/DC; um gênio que colocava tudo nos trilhos”, diz Chris Slade

Se você gosta de classic rock e do gigante do estilo, AC/DC, então é certeza que já viu algum registro ao vivo da banda com o baterista Chris Slade – em específico o trabalho ao vivo Live at Donington de 1991. Portanto, conhece um pouco da história do músico no fantástico mundo do rock. Slade tocou na banda australiana entre os anos de 1989 e 1993. Depois disso, devido os problemas na justiça de Phil Rudd, o músico esteve envolvido com os preparativos da Rock or Bust World Tour e apareceu no videoclipe de Rock the Blues Away, faixa do álbum Rock or Bust, 2014. Chris chegou, inclusive, ser listado no site oficial da banda como baterista, contudo, perdeu o lugar para a volta de Rudd. Mesmo assim, o músico galês deixou sua marca por duas vezes em uma das maiores bandas de rock da história. Em conversa com o canal The Metal Voice, Chris Slade recordou como foi trabalhar com o AC/DC e destacou que o falecido guitarrista Malcolm Young era o dono do AC/DC e era o gênio que colocava tudo nos trilhos. “AC/DC era a banda de Malcolm Young”, disparou Slade. “Não é a banda de Brian Johnson, não é a banda de Angus Young, é a banda de Malcolm”, ressaltou. “Ele comandava o show musicalmente e de qualquer outra forma”, garantiu. “Angus contribuía com as composições, é claro, mas a banda pertencia a Malcolm”, acrescentou. “Malcolm era um guitarrista genial, o melhor guitarrista rítmico com quem já trabalhei, ele era um gênio absoluto”, continuou. “Ele sempre tocava no tempo certo, tocava fantasticamente bem e tornou meu trabalho muito fácil”, concluiu Chris. Eis a entrevista completa aqui: Caso queira relembrar o AC/DC se apresentando com Chris Slade, acesse este outro tocador: Via: RockBizz