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Problemas das bandas de metal são de natureza humana, segundo Dave Mustaine (Megadeth)
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17/09/2024

Problemas das bandas de metal são de natureza humana, segundo Dave Mustaine (Megadeth)

Durante participação no podcast Drinks With Johnny, que é apresentado pelo baixista Johnny Christ (Avenged Sevenfold), o líder do Megadeth, Dave Mustaine, comentou que os problemas das bandas de metal são de natureza humana. “Eu já passei por muitas coisas e tenho muita experiência em lidar com problemas”, disparou Dave. “Eu sei bem como lidar com eles”, continuou. “Pode não ser a solução certa para você ou para outras pessoas, mas, em muitas vezes, os problemas que nos acontecem são problemas de natureza humana”, explicou. “E isso remonta à comunicação e isso remonta ao medo”, destacou. “E é tudo medo! É o medo de não conseguir algo que você quer ou o medo de não manter algo que você já tem. Tudo remonta a isso”, concluiu Mustaine. Eis a fala completa de Dave Mustaine aqui: Atualmente, o Megadeth está em turnê pelos Estados Unidos em promoção da Destroy All Enemies Tour, que é ao lado das bandas Mudvayne e All That Remains. Consulte o itinerário completo da turnê bem aqui. Via: RockBizz

Linkin Park lota o Barclays Center em Nova Iorque; veja show completo
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17/09/2024

Linkin Park lota o Barclays Center em Nova Iorque; veja show completo

Na semana passada, o Linkin Park iniciou a sua turnê de retorno que conta com a participação da nova vocalista Emily Armstrong e do novo baterista Colin Brittain. Nesta segunda-feira, dia 16 de setembro, o Linkin Park lotou o Barclays Center em Nova Iorque. Veja o show completo no tocador mais abaixo – cortesia do canal Ruslan Leviev. Vale dizer que, além de Emily e Colin, a atual encarnação da banda conta com os trabalhos de Mike Shinoda (vocal), Brad Delson (guitarra), Dave Farrell (baixo) e Joe Hahn (DJ). O grupo fez alegria do público ao som de Crawling, Lying From You, Points Of Authority, The Emptiness Machine, Castle Of Glass, Empty Spaces, Given Up, One Step Closer Numb, What I’ve Done, In The End, Faint e Bleed It Out. No começo deste mês o conjunto mostrou sua primeira música inédita em sete anos, chamada The Emptiness Machine. A faixa estará no repertório do novo álbum From Zero, o qual tem a previsão de lançamento para ainda este ano, no dia 15 de novembro. Track listing de From Zero: From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: RockBizz

Kiko Loureiro mostra o playthrough da faixa Out Of Nothing
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17/09/2024

Kiko Loureiro mostra o playthrough da faixa Out Of Nothing

No comecinho deste mês o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (ex-Angra) lançou a nova música Out Of Nothing, que é o seu primeiro registro de estúdio após pedir conta do Megadeth para se dedicar aos próprios projetos e família. Agora, com o foco nos fãs que se aventuram nas seis cordas, Kiko Loureiro mostrou o playthrough da faixa Out Of Nothing. Veja: Sobre a canção, Kiko disse: “Meu novo single Out Of Nothing não surge de um plano, mas do mistério da própria criação. Quando componho, não penso, nem teorizo, eu apenas deixo as minhas mãos deslizarem sobre o braço da guitarra, como se já soubessem o caminho, descobrindo caminhos, rejeitando outros, mas sempre buscando o sentimento que satisfaz, mesmo que por um momento. Out Of Nothing começa com um intervalo de trítono, o Diabolus In Musica, aquele intervalo notório conhecido por sua tensão. É uma declaração simples e direta que imediatamente muda a tonalidade, configurando um riff dinâmico alternando entre Lá e Ré com seus trítonos. A intensidade aumenta com semicolcheias que lançam a faixa em alta velocidade. O verso é simples, quase barroco em sua harmonia. Uma tônica e dominante, Am a E7, arpejada com palhetada híbrida sobre o ritmo de baião, uma síncope dos confins do nordeste do Brasil. A música original dessa área também incorpora muitos temas arpejados da herança europeia. E trazendo contraste, as linhas cromáticas chegam para desafiar essa cadência básica, introduzindo a progressão mediante: Am a Fm. Para o refrão, eu levo as coisas a um nível mais alto, movendo para o quinto grau e brincando com a tensão entre Mi maior e menor, pois não senti que o refrão deveria ser completamente feliz e edificante”. Via: RockBizz

Jane’s Addiction: Perry Farrell pede desculpa pelo vexame de agredir Dave Navarro
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17/09/2024

Jane’s Addiction: Perry Farrell pede desculpa pelo vexame de agredir Dave Navarro

Na semana passada o vocalista do Jane’s Addiction, Perry Farrell, deu imenso piti e agrediu o guitarrista Dave Navarro no palco. O episódio aconteceu na casa de show Leader Bank Pavilion em Boston, Massachusetts, Estados Unidos. A contenda rolou durante a execução da canção Ocean Size, já no final do show. Aparentemente do nada, Farrell deu uma “ombrada” em Navarro, que não entendeu o que estava acontecendo. Depois disso, o cantor partiu para cima do guitarrista, que parou de tocar imediatamente ainda com claro semblante de quem não estava entendendo nada. Perry foi contido pelos membros da equipe da banda e retirado do palco xingando e esbravejando contra o colega de trabalho. Agora, pelas redes sociais, Perry Farrell pediu desculpa pelo vexame de agredir Dave Navarro. Ele escreveu: “Este fim de semana foi incrivelmente difícil e depois de ter tempo e espaço para refletir, é justo que eu peça desculpas aos meus companheiros de banda, especialmente Dave Navarro, fãs, família e amigos pelas minhas ações durante o show de sexta-feira. Infelizmente, meu ponto de ruptura resultou em um comportamento indesculpável, e assumo total responsabilidade por como escolhi lidar com a situação”. Vejas nos players abaixo a agressão de Perry Farrell em Dave Navarro: Via: RockBizz

Rock in Rio: Rock brasileiro marcou presença na festa de 40 anos do festival
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16/09/2024

Rock in Rio: Rock brasileiro marcou presença na festa de 40 anos do festival

A edição de 40 anos do Rock in Rio chegou com a proposta de oferecer atrações para todos os gostos, o que deixou muita gente rangendo os dentes porque o rock n’ roll e suas muitas vertentes ficaram com o espaço consideravelmente reduzido. Mesmo com o espaço diminuto, os riffs e solos de guitarra made in Brasil marcaram presença no festival neste último domingo (15) e fizeram a alegria dos milhares de fãs que cantaram e dançaram ao som de alguns hits da música pesada. O pontapé do dia rolou no Palco Sunset, com o show do Barão Vermelho, que não se intimidou com a responsabilidade e mostrou muita segurança em sua performance e repertório. Mesmo capenga, a atual versão do grupo, com o vocalista Rodrigo Suricato, ganhou o público com a humildade de não renegar o seu legado e suas formações anteriores. Aliás, o show ganhou contorno ainda mais especial com a execução da canção inédita Do Tamanho da Vida. Foto: Divulgação Rock in Rio Outro que exibiu muita confiança ao apresentar o próprio repertório foi o Os Paralamas do Sucesso. A cumplicidade e respeito dos amigos Herbert Vianna (vocal e guitarra), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria e vocal) inspiram um espetáculo leve e prazeroso do começo ao fim. Hit atrás de hit foi a tônica do espetáculo dos caras, deste modo, Óculos, Meu Erro, Caleidoscópio, Alagados e Lourinha Bombril garantiram que o público se sentisse em casa. Foto: Divulgação Rock in Rio A turma do Planet Hemp queimou a energia do público ao apresentar temas clássicos de sua carreira que já beira os trinta anos. Sons como Legalize Já, Ex-quadrilha da Fumaça, Fazendo a cabeça e Queimando Tudo agradaram o público, assim como músicas recentes como Distopia, Taca Fogo e Jardineiro. O espetáculo ganhou a colaboração e o reforço da cantora baiana Pitty em Admirável Chip Novo (Reativado), Teto de Vidro, Mantenha o Respeito e Máscara. Do outro lado do rolê, no Palco Supernova, a coisa ficou mais pesada ao som de Crypta, que está em franca promoção de seu segundo registro de estúdio, Shades of Sorrow, de 2023. Fernanda Lira comandou a festa black e death metal sem um pingo de dó aos ouvidos alheios. Antes disso, Eskröta e The Mönic tentaram fazer as honras da casa, contudo, pouco acrescentaram ao saldo azul do dia. Já o Black Pantera foi um soco no estômago dos reacionários presentes e dos que possivelmente acompanhavam pela televisão. O crossover falou alto e não rolou um momento de tranquilidade no set do trio mineiro. Foto: Divulgação Rock in Rio Foto: Divulgação Rock in Rio As atividades no Supernova fecharam com o hardcore capixaba do Dead Fish, que fizeram um estardalhaço danado em um repertório coeso e sem firulas. Não houve momento de respiro, o que foi motivo suficiente para consagrar a alegria do público que acompanhava a porradaria sonora. Mesmo tendo os gringos como as atrações principais do Dia do Rock, o rock e o metal made in Brasil marcaram presença e provaram o quão fortes são. A torcida que mais grupos pesados estejam nas próximas edições do Rock in Rio. Via: RockBizz

Rock in Rio: Polêmico Dia do Rock consegue vingar e fazer a alegria do público
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16/09/2024

Rock in Rio: Polêmico Dia do Rock consegue vingar e fazer a alegria do público

Ter uma marca de 40 anos na área de entretenimento, em específico na seara musical, não é para qualquer um, não. Dezenas de aventureiros tentaram, ficaram pelo caminho, macularam as suas respectivas marcas e entregaram pouco – quiçá nada – em relação ao que fora prometido ao público. A nossa prata da casa, o Rock in Rio, vem traçando a sua jornada no caminho oposto, pois se edifica em bases sólidas em entregar ao público pagante um produto essencialmente caprichado. Ao longo das edições, o festival brasileiro vem se sofisticando e cortando arestas aqui e acolá para que os fãs da marca e das bandas tenham boas experiências e, consequentemente, doces recordações. O ápice, pelo menos sob o ponto de vista da vivência e ativações, rolou nesta edição de 2024, com dezenas de marcas interagindo e provando os seus respectivos valores às pessoas. Rock in Rio e o Rock, é namoro ou amizade? Antes de mergulharmos no que aconteceu de bom e ruim no Dia do Rock da edição 2024, que rolou neste último domingo, dia 15 de setembro, vamos voltar brevemente no tempo para nos darmos conta do quanto o festival se beneficiou do rock e metal. Em 1985, o RIR se alicerçou, pelo menos no âmbito artístico, na música pesada. Dessa forma, e com todo o respeito aos grupos e artistas nacionais como Blitz e Kid Abelha, por exemplo, o evento certamente não alcançaria tamanha magnitude a qual goza nos dias atuais. O festival ganhou corpo e alma por conta de nomes do rock e metal tais quais Queen e sua performance arrebatadora como em Love of My Life, Iron Maiden e sua World Slavery Tour, o hard rock açucarado do Scorpions e Whitesnake, o AC/DC ainda gozando da bonança de pérolas como Back in Black (1980)For Those About to Rock (We Salute You) (1981) e Ozzy Osbourne defendendo o seu forte Bark at the Moon. Depois da primeira edição, o fest bebeu no sucesso comercial de Guns N’ Roses, Judas Priest, Queensrÿche, Iron Maiden, Metallica e outros. Portanto, o Rock in Rio é um evento que dependeu deliberadamente do rock e metal para se firmar no mercado, sendo assim, tem que pedir benção para tais estilos e tratá-los com reverência, queira ou não. De volta ao presente, o evento, no entanto, parece ter se esquecido da necessária e já citada consideração, e mal cedeu espaço para as guitarras distorcidas em sua edição de 40 anos, que é tão emblemática e deveria fazer uma ponte direta à primeira festa. Assim, o que poderia ter sido um grande namoro, ficou apenas na amizade. Dia do Rock Se faltou os baluartes de outrora, o arrasta-pé do último domingo foi bancado por nomes mais novos do rock, digamos assim. Avenged Sevenfold era o dono do dia, mas recebeu o apoio de nomes veteranos e estreantes no festival como Deep Purple e Journey. Além destes, Evanescence trouxe mais peso ao Palco Mundo, enquanto Barão Vermelho e Os Paralamas do Sucesso recordaram pérolas do rock nacional (veja a resenha das bandas nacionais aqui). Apesar de protestos e chiliques de alguns emocionados nas redes sociais, os ingressos do Dia do Rock se esgotaram e teve quórum para todos os conjuntos. O Journey foi o responsável por começar as atrações internacionais no Palco Mundo, que não economizou nos sucessos e provou que é um dos principais grupos do AOR. Infelizmente, o som estava baixo e sem peso. A guitarra de Neal Schon soou magrinha em certos momentos da apresentação e embalada. Ao contrário das críticas, o vocal de Arnel Pineda tem alcance e timbre em sintonia com o estilo proposto pelo grupo. O problema do “garoto” se encontra na seara do carisma, e isso o cidadão tem ou não tem; ou seja, não tem como comprar um pacote de carisma e não há media training que faça tal atributo se desenvolver a contento. O cara é um bloco de gelo no palco? Não! Porém, ele não consegue se conectar com o público, parece que há uma barreira entre as duas partes – há quem chame este obstáculo de praga rogada pelo ex-cantor da banda, Steve Perry -, mas, mesmo com os percalços, sons como Separate Ways (Worlds Apart), Don’t Stop Believin’ e Any Way You Want It fizeram os tiozões esquecerem a hérnia de disco, artrite e artrose por alguns instantes e se esbaldarem em alguns clássicos do AOR. Além do repertório recheado de sucessos, o set do Journey fora abrilhantado pela performance do virtuoso baterista Deen Castronovo, que chegou a atacar de cantor em Lights e provou o porquê de ser um dos principais nomes da música pesada. Foto: Divulgação Rock in Rio Do outro lado, no Palco Sunset, Incubus desfilou seu repertório morno e de pouco entusiasmo aos fãs que tiveram a paciência de não dormir com a xaropada de Brandon Boyd e companhia. Incubus vive em um eterno limbo, pois não tem nenhum arroubo criativo para sair das entranhas do quê cult alternativo, tampouco larga o osso e não declara o fim das atividades. Pardon Me e Drive chamaram algumas vozes para o coro, entretanto, não adicionou nada relevante ao festival. Foto: Divulgação Rock in Rio De maneira oposta, Evanescence e a simpática frontwoman Amy Lee foram acolhidos por milhares de vozes e fãs que não piscaram em nenhum segundo a fim de não perder nada do que o quinteto oferecia no palco. O show teve uma breve pane durante o playback de abertura, mas, em poucos minutos, a produção de Lee reparou o dano e fez a festança rolar. Faixas antigas e novas se entrelaçaram e mostraram que Amy é uma artista completa em cima do palco: talento vocal, carisma, simplicidade e incrível capacidade de interpretação e comunicação são alguns de seus predicados. Outro destaque do espetáculo dos norte-americanos foi o peso aplicado nas performances de temas como Going Under, Made Of Stone, The Game Is Over, Wasted On You e Bring Me to Life. Para quem imaginava uma banda

Jane’s Addiction anuncia hiato e cancela turnê após briga de Perry Farrell e Dave Navarro
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16/09/2024

Jane’s Addiction anuncia hiato e cancela turnê após briga de Perry Farrell e Dave Navarro

Jane’s Addiction anunciou hiato e cancelou o restante de sua turnê norte-americana após uma briga entre o vocalista Perry Farrell e o guitarrista Dave Navarro no palco na última sexta-feira à noite (13 de setembro) em Boston, Massachusetts, Estados Unidos. Uma declaração publicada nas redes sociais do Jane’s Addiction nesta segunda-feira (16) informou: “A banda tomou a difícil decisão de se ausentar por um tempo como grupo. Como tal, eles cancelarão o restante da turnê”. Já Navarro e seus colegas de banda, Eric Avery e Stephen Perkins, postaram uma declaração conjunta em suas redes sociais explicando: “Devido a um padrão contínuo de comportamento e às dificuldades de saúde mental do nosso vocalista Perry Farrell, chegamos à conclusão de que não temos escolha a não ser descontinuar a atual turnê pelos EUA” “Nossa preocupação com sua saúde e segurança pessoal, bem como com a nossa, não nos deixou alternativa. Esperamos que ele encontre a ajuda de que precisa”, continuou. “Lamentamos profundamente não poder atender todos os nossos fãs que já compraram ingressos. Não vemos nenhuma solução que garanta um ambiente seguro no palco ou que nos permita fazer uma ótima apresentação todas as noites. Nossos corações estão partidos.” Confira as declarações abaixo: Via: RockBizz

Rock in Rio 2024: Fãs finalmente esgotam os ingressos para o Dia do Rock
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15/09/2024

Rock in Rio 2024: Fãs finalmente esgotam os ingressos para o Dia do Rock

Vai ter Dia do Rock, bebê. E com ingressos esgotados. Isso mesmo, após um primeiro dia memorável e este sábado em pleno vapor, a organização do festival anuncia que os bilhetes para este domingo estão esgotados em menos de 24 horas para a abertura de portas. O público do Dia do Rock terá um line-up potente que vai empolgar os fãs do início ao fim. No Palco Mundo, os headliners do Avenged Sevenfold farão um show poderoso, repleto de sucessos. O Palco Sunset conta com a icônica banda Deep Purple, que promete uma performance recheada de clássicos. No Espaço Favela, o fenômeno MC Poze do Rodo agita a plateia com sua energia vibrante. No New Dance Order, a dupla ucraniana ARTBAT traz o melhor do techno e house encerrando a noite na Cidade do Rock. Já no Global Village, o cantor palestino Anees encerra a noite com seu estilo único e letras impactantes. O Palco Supernova recebe o Dead Fish, conhecido pelo seu hardcore melódico intenso e enérgico. Ainda estão à venda os ingressos para os dias 19 e 21 de setembro. A organização reforça que durante o festival, o MetrôRio funcionará 24h para embarque durante a madrugada na estação Jardim Oceânico, com destino a todas as estações das linhas 1, 2 e 4. O serviço do BRT Expresso Rock in Rio terá pontos de embarque nos terminais do Jardim Oceânico, Alvorada e Paulo da Portela, e levará os fãs diretamente para o Terminal Centro Olímpico, o ponto mais próximo à Cidade do Rock. O transporte Primeira Classe, sucesso nas edições passadas do festival, oferece um serviço completo ao contemplar diversos pontos de embarque na cidade do Rio de Janeiro e ampliar o serviço para atender os fãs do festival de outras cidades, contemplando até os estados de São Paulo e Minas Gerais. Nos palcos os grandes nomes do Rock Além de Avenged Sevenfold, referência do hard rock moderno, o Palco Mundo traz o Evanescenc, que retorna ao festival com a voz inconfundível de Amy Lee, trazendo sucessos como Bring Me to Life. Journey faz sua estreia no Rock in Rio, trazendo o clássico Don’t Stop Believin’, a canção mais ouvida da história do rock. E, representando o Brasil, Os Paralamas do Sucesso celebram décadas de rock nacional e sucessos inesquecíveis. O Palco Sunset também trará grandes ícones do rock. Deep Purple, lenda do rock progressivo, estreia no Rock in Rio com hinos como Smoke on the Water. Incubus, com sua mistura de rock, funk e elementos eletrônicos, retorna ao festival trazendo sucessos como Drive e Wish You Were Here. Planet Hemp, referência do rap rock nacional, se junta à cantora Pitty para um show potente que vai surpreender o público presente. Abrindo o line-up do palco neste dia, o Barão Vermelho fará um espetáculo emocionante, resgatando clássicos e apresentando novidades. MC Poze do Rodo, que se apresentou no Rock in Rio 2002 no palco Supernova, é o headliner de hoje no Espaço Favela. O funkeiro nasceu na Favela do Rodo, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro e possui mais de 8.5 milhões de ouvintes mensais no Spotify. O palco ainda recebe MC Hariel, paulistano da Vila Aurora, um dos maiores nomes do funk brasileiro, com uma trajetória de superação e resiliência. A artista Ster, que faz sucesso com hits do funk no violino, estreia no festival abrindo o palco neste dia. O New Dance Order recebe nas carrapetas, como headliner, a dupla ucraniana de DJs e produtores musicais ARTBAT; a DJ e produtora musical em ascensão no cenário eletrônico musical Mila Journée; o duo brasileiro composto pelo casal Camila Giamelaro e Rene Castanho, Binaryh; e abrindo as apresentações do dia, a dupla RUBACK, considerada um dos maiores atos brasileiros de techno na cena mundial. O cantor palestino Anees será o responsável por fechar a noite no Global Village. O músico de 31 anos, que mora em Washington, Estados Unidos, e é descendente de palestinos e libaneses, viveu uma ascensão meteórica nos últimos anos. Singles como Sun and Moon e Leave Me chegaram às paradas musicais e conquistaram milhões de downloads no Youtube, Spotify e outras plataformas. Logo antes, o Terra Celta faz um show que mistura música celta a ritmos brasileiros, sempre com muito humor e criatividade. A abertura será feita por Larissa Luz, cantora e compositora brasileira, que foi vocalista da banda Araketu entre 2007 e 2012. Larissa se identifica como parte dos movimentos afrofuturismo e afro-punk. Neste primeiro domingo do festival, o Supernova recebe The Mönic, banda que mistura de punk e rock alternativo, convidando Eskrota, banda de Thrash Metal/Crossover que traz a potência feminina; os mineiros e consagrados do Black Pantera; a banda de death metal Crypta; e, encerrando as apresentações da noite, a banda de hardcore melódico Dead Fish. No Highway Stage, o público poderá conferir performances energéticas de Black Jack, uma banda de classic rock que mistura músicas autorais com grandes sucessos do gênero. Em seguida, Canto Cego subirá ao palco com sua combinação única de rock e poesia; conhecida por sua versão rock do samba Zé do Caroço, a banda, com mais de 10 anos de carreira, promete uma experiência musical envolvente. The Lokomotiv completa o line-up, oferecendo uma fusão de rock e pop, com uma setlist que homenageia ícones como os Beatles e Michael Jackson. Via: RockBizz

Gwar não é chato que nem o Incubus, segundo o cantor Michael Bishop
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14/09/2024

Gwar não é chato que nem o Incubus, segundo o cantor Michael Bishop

O cantor Michael Bishop, que atende pelo alter ego de Blöthar The Berserker, concedeu uma entrevista ao jornal TribLIVE e comentou que o Gwar não é chato que nem o Incubus. É importante explicar que Bishop é o frontman do Gwar desde 2014. “Gwar é original”, disse Michael. “É uma banda muito original, e as pessoas reconhecem que é diferente de tudo e é divertido de assistir”, explicou. “Minha esposa foi ver Coheed and Cambria e Incubus, e ela me mandou uma mensagem dizendo que os shows estavam chatos pra cacete”, exemplificou. “Gwar não é chato! Gwar é divertido e engraçado”, reforçou o vocalista. “Quando você vai num verdadeiro show de metal é sempre interessante para mim que as pessoas sorriem, mas em um show do Gwar as pessoas ficam exuberantes de tanta diversão”, completou. Gwar iniciou as atividades em meados dos anos 80 com a proposta de engrossar a lista de grupos de shock rock, ou seja, conjuntos que têm o apelo visual como uma de suas bases. E deu muito certo, pois os caras já contabilizam mais de uma dúzia de discos no mercado. O mais recente registro do grupo é The New Dark Ages, que saiu em 2022 pela Slave Pit Inc. Via: RockBizz

Dieth, nova banda de David Ellefson, adia shows no Brasil para 2025
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14/09/2024

Dieth, nova banda de David Ellefson, adia shows no Brasil para 2025

O Dieth, banda que conta com o baixista David Ellefson (ex-Megadeth), o vocalista e guitarrista Guilherme Miranda (ex-Entombed A.D., Krow) e o baterista Michał Łysejko (ex-Decapitated), adiou os shows na América do Sul (Brasil, Argentina e Colômbia). As apresentações, que ocorreriam neste mês de setembro, foram remarcadas para 2025. O trio de thrash/death metal faria três shows no Brasil: 20/09 no Vip Station (São Paulo), 21/09 no Santo Rock Bar (Santo André) e 22/09 no Seba’s Rock Bar (Curitiba). À medida que novos projetos se apresentaram e este adiantamento tornou-se necessário, a banda tomou a decisão estratégica de transferir sua turnê pela América Latina para 2025. A plataforma de ingressos online Meaple já realizou o estorno automaticamente de todos ingressos vendidos. Via: RockBizz

Rock In Rio: 10 hits do rock n’ roll que vão colocar fogo na festa de 40 anos do festival
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14/09/2024

Rock In Rio: 10 hits do rock n’ roll que vão colocar fogo na festa de 40 anos do festival

O Rock In Rio 2024 já está rolando com a proposta de celebrar os 40 anos do festival carioca. Este ano, o evento vai oferecer 500 horas de entretenimento ao público pagante, com muitas experiências em toda a Cidade do Rock. O fest terá atrações para todos os gostos em um verdadeira miscelânea sonora em seus sete dias de duração – a saber: dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. Do rock ao pop, do sertanejo ao trap, do heavy metal ao funk, o RIR tem música para todo mundo. Como o nosso foco é a música pesada e suas vertentes, queremos listar 10 hits do rock n’ roll que vão colocar fogo no público e fazer a galera vibrar no Rock In Rio 2024. Highway Star – Deep Purple Smoke On the Water – Deep Purple Separate Ways (Worlds Apart) – Journey Don’t Stop Believin’ – Journey Bring Me To Life – Evanescence Going Under – Evanescence Nightmare – Avenged Sevenfold Afterlife – Avenged Sevenfold Meu Erro – Os Paralamas Do Sucesso Alagados – Os Paralamas Do Sucesso Via: RockBizz

Jane’s Addiction: Esposa de Perry Farrell dá sua versão para a briga do marido
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14/09/2024

Jane’s Addiction: Esposa de Perry Farrell dá sua versão para a briga do marido

Como informamos anteriormente, o vocalista do Jane’s Addiction, Perry Farrell, deu ataque de pelanca e agrediu o guitarrista Dave Navarro no palco. O caso aconteceu nesta última sexta-feira, dia 13 de setembro, no Leader Bank Pavilion em Boston, Massachusetts, Estados Unidos. Pelas redes sociais, a esposa de Perry Farrell, Etty Lau Farrell, escreveu um longo texto para dar sua versão para a briga do marido. Etty escreveu: “Claramente, havia muita tensão e animosidade entre os membros! A mágica que tornava a banda tão dinâmica. Bem, a dinamite foi acesa. A frustração de Perry estava aumentando noite após noite, e ele sentia que o volume do palco estava extremamente alto e sua voz estava sendo abafada pela banda. Perry estava sofrendo com zumbido e dor de garganta todas as noites. Mas, quando o público na primeira fila começou a reclamar e a xingá-lo pelo o que a banda estava fazendo, Perry perdeu o controle. Quando a banda começou Ocean Size, o volume do palco estava tão alto naquele momento que Perry não conseguia ouvir nada além de estrondo e vibração dos instrumentos. Ele não estava mais cantando, ele estava gritando para ser ouvido. Enquanto Dave mantinha Perry à distância para acalmar a situação, Dan [roadie] correu para acalmar também, segurando Perry. Dave se afastou para tirar sua guitarra. Eric [baixista] foi até Perry no palco escuro, atrás de Dan, e deu uma chave de braço e três socos na barriga de Perry. Kevin, outro membro da equipe, puxou Eric para longe. Eric indiferentemente foi até a frente do palco para se desculpar com o público pelo show ter terminado mais cedo. Dave ainda parecia bonito e tranquilo no meio da briga. Perry ficou uma fera enlouquecida pela meia hora seguinte. Ele finalmente se acalmou, mas desmoronou e chorou muito. Eric tirou vantagem da situação e deu alguns golpes em Perry. Bem, essa é minha narrativa em primeira pessoa do que aconteceu. Dê uma olhada no vídeo você mesmo”. Assista o ataque de pelanca de Perry Farrell nos tocadores a seguir: Via: RockBizz

Jane’s Addiction: Perry Farrell dá piti e agride Dave Navarro no palco
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14/09/2024

Jane’s Addiction: Perry Farrell dá piti e agride Dave Navarro no palco

Nesta última sexta-feira, dia 13 de setembro, no Leader Bank Pavilion em Boston, Massachusetts, Estados Unidos, aconteceu mais um episódio lamentável para a história do rock n’ roll. O vocalista do Jane’s Addiction, Perry Farrell, deu piti e agrediu o guitarrista Dave Navarro no palco. O caso rolou durante a execução da canção Ocean Size, já no final do show. Aparentemente do nada, Farrell deu uma “ombrada” em Navarro, que não entendeu o que estava acontecendo. Depois disso, o cantor partiu para cima do guitarrista, que parou de tocar imediatamente ainda com claro semblante de quem não estava entendendo nada. Perry foi contido pelos membros da equipe da banda e retirado do palco xingando e esbravejando contra o colega de trabalho. Veja o vexame de Perry Farrell nos players abaixo: Jane’s Addiction ainda possui cerca de quinze datas para cumprir da nova tour pelos Estados Unidos. Até a segunda ordem, os shows ainda estão de pé. Confira o itinerário completo da tour aqui. Via: RockBizz

The Offspring homenageia o nosso país com o single Come To Brazil
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13/09/2024

The Offspring homenageia o nosso país com o single Come To Brazil

Depois de Going to Brazil, do Motörhead, o nosso país ganhou uma homenagem do grupo punk The Offspring com o single Come To Brazil. A faixa estará no repertório do novo álbum de estúdio do quinteto, intitulado Supercharged, que será lançado no dia 11 de outubro pela Concord Records. Sobre a canção, o frontman Bryan “Dexter” Holland falou: “Toda vez que anunciamos algum show, recebemos comentários de nossos fãs brasileiros dizendo ‘Come To Brazil, o que nós amamos! O Brasil é demais, tem muito entusiasmo, paixão e é um lugar incrível para tocar! Espero que os fãs brasileiros façam este o som realmente deles”. Confira Come To Brazil no player abaixo: Vale recordar que o primeiro single do novo disco, chamado Make It All Right, saiu em junho e alcançou boas posições nas paradas de sucesso. Curta o canção neste outro tocador: O The Offspring é frequentemente apontado como a banda responsável, juntamente com Green Day e Rancid, por reavivar o interesse do mainstream pelo rock na década de 1990. Eles já bateram a marca de 40 milhões de discos vendidos em todo o mundo, o que os torna uma das bandas de punk rock campeãs de vendas da história. Via: RockBizz

Grand Magus lança lyric video do novo single The Wheel Of Pain
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13/09/2024

Grand Magus lança lyric video do novo single The Wheel Of Pain

Os experientes guerreiros do heavy metal, Grand Magus, acabam de lançar The Wheel Of Pain, o segundo single de seu aguardado décimo álbum de estúdio, Sunraven. JB, vocalista e guitarrista, declarou: “O álbum foca em Beowulf e Grendel. Basicamente, Sunraven representa Beowulf, uma criação minha. Algumas faixas são escritas sob a perspectiva de Beowulf, enquanto outras refletem o ponto de vista de Grendel, o monstro que ele enfrenta na Dinamarca”. E acrescentou: “Essa dualidade orientou meu processo de composição lírica desta vez. Nunca havia feito algo assim antes. Sempre fui fascinado por essa narrativa. Esses mitos e lendas abordam temas fundamentais sobre os quais cantamos – vida, morte, glória, desonra, amor, ódio, superação de dificuldades e enfrentamento de oposições impossíveis, entre outros.” Confira o lyric video de The Wheel Of Pain abaixo: Sunraven será lançado em 18 de outubro pela Nuclear Blast Records e explora, conceitualmente, o lendário poema Beowulf, uma antiga epopeia sobre heróis e monstros, honra e coragem, vitória e derrota. Em suma, são temas que sempre tiveram um papel crucial no conceito lírico do Grand Magus. Via: RockBizz

Klitoria aumenta a pressão do som pesado nacional com o EP Nó Cego
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12/09/2024

Klitoria aumenta a pressão do som pesado nacional com o EP Nó Cego

O esquema é fácil e é o seguinte: respire fundo e aumente o volume ao máximo para se conectar ao novo lançamento que marca a metamorfose sonora da Klitoria com Nó Cego. Após o EP split chamado Com as Próprias Pernas, lançado em junho de 2024 em parceria com a banda irmã Mototáxi, o quarteto segue explorando sonoridades e esticando os limites criativos de seu estilo único de fazer música rápida, intensa e emotiva. Do thrash metal raiz ao garage rock insano, tudo é muito bem costurado e explorado em Nó Cego, que faz aumentar a pressão do som pesado nacional com tal trabalho. Sem spoilers, mas vale o aviso: aqui não há músicas sobre amor, dinheiro ou sonhos. As letras trazem um grito de raiva que soa como uma fagulha de esperança no meio do caos de nossas rotinas. Neste EP, a banda reflete sobre o cotidiano, convidando o ouvinte a tirar as suas próprias conclusões ao se deparar com os gritos de desespero catártico, riffs fuzzeados e a energia crua do punk rock, agora se fundindo ao synth punk klitoresco. Gravado ao vivo Estúdio da Salvação por Arthur Doglio e Vinicius Pitanga, este som é puro e visceral. Para nossos amigos e fãs, as batidas frenéticas e os vocais de Malu, o baixo venenoso de Aline e as guitarras de Brayner, que viajam pelo espaço e o synth de Gio, se unem para criar algo essencialmente cru. Track listing de Nó Cego: 01 – Só Vou Descansar Quando Eu Morrer02 – Não Memória03 – Flores Podres04 – Bolso Oco05 – Sangue Desceu06 – Sábado Preto Caso queira conferir a vibe ao vivo do grupo, basta acessar o player abaixo e aumentar o som: Informações: Spotify: https://bit.ly/4e4UghUInstagram: https://www.instagram.com/klitor1a/YouTube: https://www.youtube.com/@klitoriaBandCamp: https://klitoria.bandcamp.com/track/eu-n-o-vou-te-ouvir Via: RockBizz

Mike Portnoy não se arrepende de ter saído do Dream Theater em 2010
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11/09/2024

Mike Portnoy não se arrepende de ter saído do Dream Theater em 2010

Em uma entrevista recente com o Mariskal Rock, da Espanha, Mike Portnoy, que retornou ao Dream Theater em outubro do ano passado após 13 anos, foi questionado sobre o que mais sente orgulho em sua carreira e também qual decisão mais se arrepende de ter tomado. O baterista respondeu: “Estou orgulhoso de tudo que fiz no Dream Theater. O Dream Theater criou um dos maiores impérios do metal progressivo. Então, estou orgulhoso de ter feito parte disso. Mas também estou orgulhoso de tudo que fiz [nos] 13 anos em que fiquei fora do Dream Theater. Fiz de tudo, de The Winery Dogs a Sons of Apollo, Flying Colors, Transatlantic, Metal Allegiance – tantos tipos diferentes de música”. “Então, todas essas coisas fazem parte de quem eu sou e do que fiz com minha vida e minha carreira”, completou. “E estou orgulhoso de tudo isso”. E continuou: “Quanto a arrependimentos, não tenho arrependimentos. Acho que até mesmo deixar o Dream Theater em 2010, não me arrependo disso porque acho que se eu tivesse ficado infelizmente naquela época, eu poderia ter passado o resto da minha vida me arrependendo de não ter arriscado. Então é sempre melhor se arrepender das coisas que você fez do que das coisas que você não fez. Essa sempre foi minha filosofia”. “E, felizmente para os fãs do Dream Theater, o ciclo se completou e, de qualquer forma, teve um final muito feliz”, concluiu. Confira a entrevista completa abaixo: Via: RockBizz

Queen: Primeiro álbum da banda ganha edição expandida em 6CDs e 1LP
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11/09/2024

Queen: Primeiro álbum da banda ganha edição expandida em 6CDs e 1LP

O Queen anunciou uma edição recém-mixada, masterizada e expandida de seu primeiro álbum autointitulado de 1973. Com lançamento marcado para o dia 25 de outubro, a versão reinventada do disco chega mais de meio século após seu lançamento inicial. Ele foi remixado e restaurado por Justin Shirley-Smith, Joshua J Macrae e Kris Fredriksson para se encaixar no som que os membros sempre quiseram que ele tivesse. Formado em 1970 com o vocalista Freddie Mercury, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, o baixista John Deacon se juntou à formação do Queen no ano seguinte, e eles começaram a trabalhar no disco de estreia. “Os três primeiros anos foram realmente de fé e fumaça. Estávamos sem dinheiro, mas tínhamos muita fé em nós mesmos e muita energia”, disse Taylor, relembrando o tempo em que trabalharam no lançamento inicial. “Chegávamos [no estúdio] às três da manhã e então continuávamos, por todas as horas que podíamos. Era apenas uma rotina. Eu não diria que foi destruidor de almas porque estávamos bem confiantes. Tínhamos uma espécie de arrogância inata e gentil, sabe, achávamos que éramos bons e bem diferentes”, ele completou. Além de entregar uma versão remixada e remasterizada da lista de faixas original, a nova edição também vem com uma abundância de material novo. Isso inclui áudio do Queen no estúdio, faixas demo, faixas raras ao vivo e gravações inéditas da primeira apresentação ao vivo da banda em agosto de 1970. O trabalho vem com 6CDs e 1LP, e contém 63 faixas com 43 mixagens totalmente novas. A música Mad The Swine – ausente do lançamento de 1973 – também foi reintegrada ao seu lugar original na ordem de execução. Ela estava ausente do disco original após uma diferença de opinião entre a banda e um de seus produtores. Um livro de 108 páginas contendo letras manuscritas e memorabilia também acompanha o lançamento. Tracklist de Queen I Collector’s Edition (6CD+1LP): CD1: ‘Queen I’ – 2024 Mix1. ‘Keep Yourself Alive’2. ‘Doing All Right’3. ‘Great King Rat’4. ‘Mad The Swine’5. ‘My Fairy King’6. ‘Liar’7. ‘The Night Comes Down’8. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll’9. ‘Son And Daughter’10. ‘Jesus’11. ‘Seven Seas Of Rhye…’ CD2: ‘De Lane Lea Demos’ – 2024 Mix1. ‘Keep Yourself Alive’2. ‘The Night Comes Down’3. ‘Great King Rat’4. ‘Jesus’5. ‘Liar’ CD3: Queen I Sessions1. ‘Keep Yourself Alive (Trident Take 13 – Unused Master)’2. ‘Doing All Right (Trident Take 1 – with Guide Vocal)’3. ‘Great King Rat (De Lane Lea Take 1 – with Guide Vocal)’4. ‘Mad The Swine (Trident Take 3 – with Guide Vocal)’5. ‘My Fairy King (Trident Backing Track In Development)’6. ‘Liar (Trident Take 1 – Unused Master)’7. ‘The Night Comes Down (De Lane Lea Takes 1 & 2 – with Guide Vocal)’8. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll (Trident Takes 8 & 9)’9. ‘Son And Daughter (Trident Takes 1 & 2 – with Guide Vocal)’10. ‘Jesus (De Lane Lea Take 2 – with Guide Vocal)’11. ‘Seven Seas Of Rhye… (Trident Take 3)’12. ‘See What A Fool I’ve Been (De Lane Lea Test Session)’ CD4: ‘Queen I’ Backing Tracks1. ‘Keep Yourself Alive’2. ‘Doing All Right’3. ‘Great King Rat’4. ‘Mad The Swine’5. ‘My Fairy King’6. ‘Liar’7. ‘The Night Comes Down’8. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll’9. ‘Son And Daughter’10. ‘Jesus’11. ‘Seven Seas Of Rhye…’ CD5: ‘Queen I At The BBC’1. ‘My Fairy King (BBC Session 1, February 1973)’2. ‘Keep Yourself Alive (BBC Session 1, February 1973)’3. ‘Doing All Right (BBC Session 1, February 1973)’4. ‘Liar (BBC Session 1, February 1973)’5. ‘Keep Yourself Alive (BBC Session 2, July 1973)’6. ‘Liar (BBC Session 2, July 1973)’7. ‘Son And Daughter (BBC Session 2, July 1973)’8. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll (BBC Session 3, December 1973)’9. ‘Great King Rat (BBC Session 3, December 1973)’10. ‘Son And Daughter (BBC Session 3, December 1973)’11. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll (BBC Session 4, April 1974)’ CD6: ‘Queen I’ Live1. ‘Son And Daughter (Live at the Rainbow – March 1974)’2. ‘Guitar Solo (Live at the Rainbow – March 1974)’3. ‘Son And Daughter (Reprise) (Live at the Rainbow – March 1974)’4. ‘Great King Rat (Live at the Rainbow – March 1974)’5. ‘Keep Yourself Alive (Live at the Rainbow – March 1974)’6. ‘Drum Solo (Live at the Rainbow – March 1974)’7. ‘Keep Yourself Alive (Reprise) (Live at the Rainbow – March 1974)’8. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll (Live at the Rainbow – March 1974)’9. ‘Liar (Live at the Rainbow – March 1974)’10. ‘Hangman (Live in San Diego – March 1976)’11. ‘Doing All Right (Live in San Diego – March 1976)’12. ‘Jesus (Live at Imperial College – August 1970)’13. ‘I’m A Man (Live at Imperial College – August 1970)’ LP: ‘Queen I’ – 2024 MixSide One1. ‘Keep Yourself Alive’2. ‘Doing All Right’3. ‘Great King Rat’4. ‘Mad The Swine’5. ‘My Fairy King’ Side Two1. ‘Liar’2. ‘The Night Comes Down’3. ‘Modern Times Rock ‘n’ Roll’4. ‘Son And Daughter’5. ‘Jesus’6. ‘Seven Seas Of Rhye…’ Via: RockBizz

David Gilmour faz surpresa no show de sua filha e os dois tocam Wish You Were Here juntos
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11/09/2024

David Gilmour faz surpresa no show de sua filha e os dois tocam Wish You Were Here juntos

David Gilmour fez uma participação surpresa no show de sua filha, Romany, em um pequeno pub de Hove, Reino Unido, na última segunda-feira (09). Romany convidou o pai para uma música, dizendo: “Você quer vir e me ofuscar?”, e David perguntou se eles deveriam tocar Wish You Were Here, clássico do Pink Floyd. O guitarrista e vocalista do Pink Floyd imortalizou o momento postando um vídeo da apresentação nas suas redes sociais, escrevendo: “Gostei muito de invadir o show de Romany Gilmour no Neptune em Hove esta noite depois de terminar os ensaios da turnê…” David Gilmour se prepara para iniciar a turnê em divulgação do seu novo álbum solo, Luck and Strange, no dia 27 de setembro em Roma, Itália. Assista ao vídeo abaixo: Via: RockBizz

“Eu era perigosamente impetuoso na época do Marillion”, afirma Fish
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11/09/2024

“Eu era perigosamente impetuoso na época do Marillion”, afirma Fish

Derek William Dick – para os íntimos, Fish -, 66 anos, comandou os vocais do Marillion nos primeiros quatro registros de estúdio: Script for a Jester’s Tear (1983), Fugazi (1984), Misplaced Childhood (1985) e Clutching at Straws (1987). Ao lado dos companheiros Steve Rothery (guitarra), Pete Trewavas (baixo) e Mark Kelly (teclado), o cantor criou obra atemporais como Garden Party, Kayleigh e Lavender, que conquistaram boas posições nas paradas de sucesso, inclusive. Contudo, em 1988, veio a separação! Marillion seguiu seu curso com o novato Steve Hogarth e Fish foi tentar a sorte em carreira solo. Vigil in a Wilderness of Mirrors (1990) e Internal Exile (1991), que foram os dois primeiros registros de estúdio do cantor, misturavam o rock progressivo de outrora com o folk gaélico e ritmos celtas. Depois disso, Fish deu vida a mais nove discos de estúdio, sendo o mais recente Weltschmerz, lançado em setembro de 2020 pela 7Hz Productions. Em recente entrevista à revista inglesa Classic Rock, Derek William Dick recordou alguns episódios de sua carreira e, claro, seu período no Marillion. Segundo Fish, ele era perigosamente impetuoso na época do Marillion. “Eu não mudaria nada daquela época! Mas a pessoa que eu era naquela época era realmente diferente. Eu estava falando com Simone [esposa do artista] sobre isso. Nós nos conhecemos anos atrás, mas finalmente ficamos juntos em 2010. Ela me perguntou: ‘O que teria acontecido se tivéssemos nos conhecido em 1984’? Eu respondi: ‘Não teria funcionado porque eu era um cara bem diferente’. Eu tive que evoluir e amadurecer. O cara que deixou a banda em 1988 era um cara muito diferente de quem está falando com você agora. Eu era perigosamente impetuoso na época do Marillion. Porém, nos primeiros dias de uma banda, ter essa impetuosidade é uma coisa positiva”. O vocalista completou em tom positivo: “Estou muito mais feliz comigo mesmo agora do que estava naquela época. Tenho treze ovelhas, um trator e ressuscitamos uma fazenda de vinte e cinco anos em uma bela ilha. E é lá onde eu quero estar, pois não tenho interesse algum em fama, festa ou coisas do tipo”. Via: RockBizz

Van Zant volta a se reunir e anuncia primeiro álbum focado na música cristã
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10/09/2024

Van Zant volta a se reunir e anuncia primeiro álbum focado na música cristã

Os veteranos do southern rock, Van Zant voltou a se reunir e anunciou o primeiro álbum focado na música cristã. Depois de quase duas décadas longe dos holofotes, a dupla quer mudar tal panorama com o disco Always Look Up, com temas mais profundos. O disco, que estará disponível em CD, vinil e digital (download e streaming), sairá no dia 22 de novembro pela Frontiers Music Srl. Como prévia, veja os vídeos dos singles There You Are e Jesus Christ: Para quem não sabe ou se esqueceu, Van Zant é um projeto de Donnie Van Zant, um dos fundadores de .38 Special, e seu irmão Johnny Van Zant, que é o atual vocalista e líder do Lynyrd Skynyrd. Ou seja, os dois músicos são irmãos de Ronnie Van Zant, criador do citado e Lynyrd Skynyrd. Além dos dois, o grupo contou com os trabalhos de Mark Matejka (guitarra), Carl Lindquist (guitarra), Jimmy Carter (baixo), Shawn Fichter (bateria), Jeffrey Roach (teclado), Chris Hurst (teclado) e Dennis Wage (teclado) no novo disco. Track listing de Always Look Up: 01. Awesome God02. Stand Up03. Warrior04. There You Are05. Speak His Name06. Why God Brought Me Here07. Praying08. It’s Up to You09. Holy Moment10. Leaning On The Cross11. Jesus Christ Via: RockBizz

Black Label Society libera a nova música The Gallows
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10/09/2024

Black Label Society libera a nova música The Gallows

O Black Label Society liberou a nova música The Gallows, a qual agrega a energia e a intensidade de todo o repertório do grupo. Segundo o líder do conjunto, o viking Zakk Wylde, a canção é poderosa, bruta e com profundidade emocional. Além disso, ela tem compromisso com o hard rock e rock n’ roll puros e sem filtros. Wylde também disse em tom galhofeiro: “Berzerkers! Aqui está uma nova música do Black Label Society que se chama The Gallows. E como se chama um macarrão falso? Se chama de impasta”. Curta o videoclipe de The Gallows no tocador a seguir: O quarteto ainda não revelou detalhes do novo álbum, o sucessor de Doom Crew Inc. que saiu em 26 de novembro de 2021 pela eOne. Atualmente, o Black Label Society conta com os trabalhos de Zakk Wylde (vocal, guitarra, piano), John “JD” DeServio (baixo), Jeff Fabb (bateria) e Dario Lorina (guitarra). Via: RockBizz

Jinjer mostra o videoclipe do novo single Rogue
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10/09/2024

Jinjer mostra o videoclipe do novo single Rogue

O grupo ucraniano Jinjer mostrou o videoclipe do novo single Rogue. De acordo com o quarteto, a canção é uma reação a muitas coisas e é brutalmente honesta, além disso, é um som na cara e um dos materiais mais intensos do Jinjer. A cantora Tatiana Shmayluk e seus camaradas de trabalho – a saber Roman Ibramkhalilov (guitarra), Eugene Abdukhanov (baixo) e Vladislav Ulasevich (bateria) – ressaltaram que estão bastante animados com esta nova faixa, com o novo álbum e com tudo que está a caminho. Veja o videoclipe de Rogue: Anteriormente, o conjunto liberou o vídeo de Someone’s Daughter. Assista: É importante explicar que o Jinjer já finalizou as gravações do novo disco, o sucessor de Wallflowers, lançado em 2021. No entanto, os músicos ainda não informaram a data de quando o álbum deslumbrará a luz do Sol. Via: RockBizz

Slipknot: Veja a performance de Eloy Casagrande em Scissors
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10/09/2024

Slipknot: Veja a performance de Eloy Casagrande em Scissors

O brasileiro Eloy Casagrande elevou o nível técnico da ala percussiva do Slipknot e tem mostrado tal fato em alguns vídeos compartilhados nas redes sociais. O mais novo material apresentado pelo baterista é a performance de Scissors registrada no dia 15 de agosto no Xfinity Center em Mansfield, Massachusetts, EUA. Veja a performance de Eloy Casagrande em Scissors: Shows no Brasil E por falar em Slipknot, o noneto peso-pesado aportará em nosso país na segunda edição do Knotfest, que vai rolar nos dias 19 e 20 de outubro. Os caras estarão fazendo a promoção da Here Comes The Pain Tour, que é em comemoração aos vinte e cinco anos do debute do conjunto. O evento brasileiro ainda terá os shows de Mudvayne, Amon Amarth, Meshuggah, Babymetal, Dragonforce, Orbit Culture, Bad Omens, Till Lindermann, P.O.D., Ratos de Porão, Krisiun, Project46, Eminence, Kyour, Poppy, Black Pantera, Ego Kill Talent, Korzus, Papangu, The Mönic e Eskröta. Para mais informações sobre o evento, acesse aqui. Via: RockBizz