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Sharon Osbourne faz emocionante homenagem a Ozzy no que seria seu 77º aniversário
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03/12/2025

Sharon Osbourne faz emocionante homenagem a Ozzy no que seria seu 77º aniversário

Pelas redes sociais, a empresária Sharon Osbourne fez emocionante homenagem a Ozzy no que seria seu 77º aniversário. O tributo ao saudoso roqueiro veio com a trilha sonora da balada See You on the Other Side, do álbum Ozzmosis, de 1995. Na legenda da postagem, Sharon escreveu: “Meu querido marido, celebro o dia em que você nasceu. Nunca soltarei sua mão até te ver do outro lado”. Na sessão de comentários da publicação vários nomes do rock e metal se manifestaram em apoio ao Príncipe das Trevas e à viúva do cantor. Gente como Yungblud, David Draiman (Disturbed) e Jonathan Davis (Korn) mostraram seu amor ao casal. Tristemente, no dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Guns N’ Roses em Salvador: venda de ingressos tem longa fila e tumulto em shopping
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03/12/2025

Guns N’ Roses em Salvador: venda de ingressos tem longa fila e tumulto em shopping

No ano que vem o Guns N’ Roses trará novamente a famosa turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things para o Brasil. Além do Rio de Janeiro e São Paulo, que são as cidades em que normalmente recebem os artistas internacionais, o ícone do hard rock visitará outros picos como São José do Rio Preto, São Luís, Fortaleza e Salvador. A venda presencial dos ingressos para o show de Salvador começou nesta quarta-feira, dia 03 de dezembro, em um shopping da capital baiana. Segundo informações do jornal Bahia Notícias, os enfrentaram longas filas e tumulto no local. Para quem quiser curtir a festa roqueira em Salvador, o preço dos bilhetes variam entre 365 reais – cadeira superior – até 2.145 reais na modalidade Experience, a qual tem regalias como serviço de open bar e open food. Axl Rose (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo) e companhia vão apresentar hits imortais como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain aos fãs baianos em 15 de abril de 2026, na Arena Fonte Nova. Via: Rockbizz

Sammy Hagar reage à declaração de Billie Eilish de que não fazia ideia da existência do Van Halen
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03/12/2025

Sammy Hagar reage à declaração de Billie Eilish de que não fazia ideia da existência do Van Halen

No ano de 2019, a estrela pop Billie Eilish, na época com 17 anos, viralizou ao admitir que não fazia ideia de quem era Van Halen. Recentemente, o ex-vocalista da banda, Sammy Hagar, reagiu à declaração de Billie Eilish e nas entrelinhas retribuiu a provocação da cantora. “Como é mesmo o nome dela… Billie Eilish? Então, isso foi muito legal e sincero da parte dela”, afirmou o Red Rocker em conversa com a revista NME. “Achei engraçado, mas respeito sua opinião porque ela não é de enrolar”. Billie Eilish, atualmente com 23 anos, não tem a mínima obrigação de curtir o som do Van Halen ou de qualquer outra banda de rock n’ roll. Contudo, ter um conhecimento ínfimo da cena musical não custa nada e mostra que o indivíduo está no jogo de maneira antenada. E esta noção básica da cena musical passa por hits como Jump, Panama ou Can’t Stop Lovin’ You, do Van Halen. Billie Eilish não deve saber, mas Sammy Hagar lançou o álbum ao vivo Sammy Hagar & The Best Of All Worlds Band – The Residency em 10 de outubro. A gravação do álbum aconteceu neste ano no Dolby Live Park MGM, Las Vegas, EUA. Para o show, o vocalista teve o apoio de um time de primeira classe formado por Michael Anthony (baixo e vocal), Joe Satriani (guitarra), Kenny Aronoff (bateria) e Rai Thistlethwayte (teclado, vocal, guitarra). Em relação ao repertório, a festa contou com sons como Panama, Ain’t Talkin’ ‘Bout Love, Why Can’t This Be Love e Love Walks In. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson fica bravo com a ideia de que sua volta ao Iron Maiden foi por dinheiro
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03/12/2025

Bruce Dickinson fica bravo com a ideia de que sua volta ao Iron Maiden foi por dinheiro

Após o período com o vocalista Blaze Bayley, que durou pouco tempo e deu via a apenas dois registros de estúdio The X Factor (1995) e Virtual XI (1998), o Iron Maiden aparou as arestas com Bruce Dickinson e o trouxe de volta para o posto de frontman. Na época em que retornou ao grupo, o cantor afirmou que o motivo foi para o Maiden voltar a ser a maior banda de metal do planeta. No entanto, alguns fãs ainda ficam com a pulga atrás da orelha e ventilam a ideia de que o acordo foi por grana. Trocando uma nova ideia com a galera da revista Metal Hammer, Bruce Dickinson ficou bravo com a ideia de que sua volta ao Iron Maiden foi por dinheiro. “Quando voltei, o Iron Maiden teve uma espécie de explosão criativa novamente com Brave New World. Tudo o que aprendi durante esse tempo fora foi incorporado. Se eu tivesse ficado onde estava, não tenho certeza se o Iron Maiden seria tão grande quanto é agora, honestamente. Porque o drama teria sido diferente”. O cantor acrescentou: “Muita gente era cínica, dizendo: ‘Ah, ele só voltou pelo dinheiro’. Absolutamente não, porque, embora as pessoas digam: ‘Ah, a carreira solo dele estava fracassando’. Na verdade, não estava. Eu nunca vou ser tão grande quanto o Iron Maiden, mas, na verdade, estava indo bem como um meio de ganhar a vida e fazer música”. “Voltar para o Maiden meio que cortou os joelhos da minha carreira solo, porque era óbvio que eu não teria tempo, já que meus pés não iam tocar o chão”, finalizou o Air-Raid Siren em tom filosófico. Iron & Dickinson Em estúdio, Bruce estreou no álbum The Number of the Beast, de 1982. Depois dele vieram obras seminais do metal como Piece of Mind (1983), Powerslave (1984), Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988). Depois de Fear of the Dark (1992), o cantor saiu da banda para se dedicar à sua carreira solo. Ele só retorno ao seu “habitat natural” em 1999 para uma parceria que já rendeu mais seis registros de estúdio. Nova turnê O Iron Maiden voltará aos palcos no ano que vem com a segunda perna da Run For Your Lives Tour. O giro será em celebração ao meio século de vida da banda e acontecerá entre os meses de agosto e setembro de 2026. A Run For Your Lives Tour contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Via: Rockbizz

Brian May apoia ideia de holograma de Freddie Mercury em shows do Queen
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02/12/2025

Brian May apoia ideia de holograma de Freddie Mercury em shows do Queen

Nos últimos anos, shows com hologramas se tornaram frequentes na música e o Queen pode ser uma das próximas bandas a adotar esse modelo. Em entrevista à Big Issue, o guitarrista Brian May comentou sobre a possibilidade de uma reunião da formação clássica. Para que isso aconteça, a banda realizaria um show com o holograma de Freddie Mercury, falecido em 1993. Já o baixista John Deacon está afastado da banda desde 1997, mas ainda possui poder internamente. “Freddie ainda está vivo através da música que ouvimos o tempo todo. De certa forma, John ainda está conosco da mesma maneira, mas agora temos muito mais oportunidades. Quero dizer, experiências imersivas, como a The Sphere em Las Vegas, permitirão que as pessoas vivenciem de forma muito próxima o que era para nós quando éramos Freddie, John, Brian e Roger. Isso me atrai bastante”, disse May [transcrição via NME]. Brian ainda disse que o show lhe deixa empolgado, pois isso lhe dá a ideia de “poder ser o Queen original novamente.” “É algo bem simples, mas é uma forma de envolver o Freddie, e acho que podemos levar isso muito mais longe. Não seria apenas reproduzir imagens antigas ou algo do tipo. Seria criar o Queen como se estivéssemos criando-o hoje.” Roger Taylor também comentou possibilidade de show virtual do Queen Presente na entrevista, o baterista Roger Taylor possui uma opinião mais cética. O artista revelou que assistiu o espetáculo ABBA Voyage e notou pontos de melhoria. “Não achei as projeções tão convincentes. Acredito que a tecnologia evoluiu muito desde o início do show do ABBA, e acho que ainda muitas mudanças podem acontecer”, declarou. O espetáculo acontece em uma arena construída especificamente para isso em Londres e usa avatares digitais – os “ABBAtars” – com suas aparências de 1979, criadas a partir da captura de movimento dos quatro membros originais: Agnetha Fältskog, Björn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad. LEIA TAMBÉM: Queen negocia residência na Sphere, em Las Vegas, segundo Brian May Via: WikiMetal

Smith/Kotzen anuncia show em Curitiba pré-Bangers Open Air 2026
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02/12/2025

Smith/Kotzen anuncia show em Curitiba pré-Bangers Open Air 2026

O Smith/Kotzen anunciou nesta terça-feira, 2, que fará uma apresentação em Curitiba em 2026. O show acontecerá no Tork n’ Roll, no dia 24 de abril e 2 dias antes da performance programada no Bangers Open Air, em São Paulo. O projeto formado por Adrian Smith (Iron Maiden) e Richie Kotzen (ex-Poison, ex-Mr. Big), lançou em 07 de março de 2025, seu segundo álbum de estúdio, Black Light/White Noise, disponível na Wikimetal Store. Antes de vir ao Brasil, a dupla possui datas no Chile (19 de abril, Santiago) e Argentina (21 de abril, Buenos Aires). As apresentações marcarão a estreia do projeto na América do Sul. As apresentações ao vivo contam com o reforço dos brasileiros Bruno Valverde (Angra) na bateria e Julia Lage – esposa de Kotzen – no baixo. A venda dos ingressos terá inicio nesta quinta, 4, às 14h, na Uhuu. No mesmo site, ainda haverá uma pré-venda exclusiva aos membros do Clube Opus e com 60% de desconto. Essa modalidade de compra estará disponível amanha, 3, também às 14h. Não houve divulgação dos valores até o momento. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Entrevista: Richie Kotzen fala sobre novo álbum do Smith/Kotzen e seu amor pelo Brasil Via: WikiMetal

Mötley Crüe: Saiba como adquirir seu box set limitado do ‘Theatre of Pain’
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02/12/2025

Mötley Crüe: Saiba como adquirir seu box set limitado do ‘Theatre of Pain’

Você já pode adquirir o Box Set Deluxe Limitado do 40º Aniversário de Theatre Of Pain, álbum que foi um marco na carreira do Mötley Crüe. Lançado em junho de 1985, o disco marcou um novo e ousado capítulo para o Mötley Crüe — estilisticamente arrojado, musicalmente explosivo e totalmente fiel ao espírito street glam. O Box Set Deluxe de 40º Aniversário é item essencial para fãs e colecionadores, trazendo arte reimaginada, o álbum remasterizado em vinil colorido, um show inédito gravado em Long Beach em 1985 (2LP), gravações raras de demos (1LP) e um livro capa dura de 76 páginas repleto de fotos inéditas e memórias da era Theatre Of Pain. Este conjunto definitivo captura a energia bruta e o espírito de uma banda em seu auge — disponível apenas por tempo limitado. Você já pode adquirir sua edição e ouvir a versão remasterizada nas plataformas digitais clicando aqui. Via: WikiMetal

Taylor Momsen retorna ao papel de ‘O Grinch’ em novo videoclipe
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02/12/2025

Taylor Momsen retorna ao papel de ‘O Grinch’ em novo videoclipe

The Pretty Reckless lançou nesta terça-feira, 2, o videoclipe oficial de “Where Are You Christmas?”, single do EP natalino Taylor Momsen’s Pretty Reckless Christmas. O vídeo traz a vocalista Taylor Momsen de volta ao seu icônico papel de Cindy Lou Who, do filme O Grinch (2000). Taylor Momsen celebrou uma jornada de 25 anos desde Como o Grinch Roubou o Natal ao lançar um vídeo especial que mistura passado e presente em uma narrativa visual emocionante. A produção abre com sua participação infantil no The Tonight Show, criando um elo direto com a artista madura e ousada que ela é hoje. No vídeo, Momsen faz um dueto simbólico com sua versão criança antes de assumir o palco em uma interpretação rock e repaginada dos clássicos natalinos de seu novo EP. Entre cenários festivos e transições suaves para faixas como “When We Were Young”, o clipe culmina com a cantora, sozinha sob os holofotes, usando um vestido vermelho de Christian Siriano ao entoar “Christmas, Why Can’t I Find You?” pela primeira vez em duas décadas e meia, em uma homenagem potente à sua evolução artística e ao percurso do The Pretty Reckless. Em 22 de agosto, o grupo lançou “For I Am Death”, o primeiro single em quatro anos. Recentemente, Taylor Momsen disse que as gravações do novo álbum ainda não estão concluídas. LEIA TAMBÉM: The Pretty Reckless: Gravações de novo álbum ainda não foram concluídas, diz vocalista Via: WikiMetal

Saiba o line-up completo do Monsters of Rock 2026
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02/12/2025

Saiba o line-up completo do Monsters of Rock 2026

O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o line-up de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Com eles, a edição 2026 se consolida como um dos mais grandiosos line-ups da história do mais importante festival de rock do país. O evento acontece em 4 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Em 2026, o Monsters of Rock celebra alguns dos maiores guitarristas do rock mundial: Slash, do Guns N’ Roses; Nuno Bettencourt, do Extreme — considerado um dos maiores virtuoses de sua geração; Yngwie Malmsteen, ícone máximo do metal neoclássico; e a lendária trinca de guitarras do Lynyrd Skynyrd – Rickey Medlocke, Mark “Sparky” Matejka e Damon Johnson -, um dos símbolos mais duradouros da história do rock. Um encontro de gerações que transformará o palco do festival em um verdadeiro templo da guitarra. Ao mesmo tempo, o festival celebra o talento, o carisma e a energia da geração que está moldando o futuro do hard rock: Halestorm, uma das bandas mais poderosas da atualidade; Dirty Honey, já consolidada como uma das maiores revelações globais do gênero; e Jayler, o novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial, representam a renovação e a potência da nova safra do rock. Com produção da Mercury Concerts, o Monsters of Rock reúne ícones, virtuosismo e o futuro do gênero, reafirmando sua tradição de apresentar um lineup de peso. Uma celebração que reúne diferentes gerações e alguns dos maiores nomes do rock mundial em uma experiência única e inesquecível. Lendas da música, virtuosismo e o futuro do hard rock em uma noite histórica! Via: Rockbizz

Monsters of Rock 2026 anuncia line-up completa com Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler
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02/12/2025

Monsters of Rock 2026 anuncia line-up completa com Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler

O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. O evento acontece em 04 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Em 2026, o Monsters of Rock celebra alguns dos maiores guitarristas do rock mundial: Slash, do Guns N’ Roses; Nuno Bettencourt, do Extreme — considerado um dos maiores virtuoses de sua geração; Yngwie Malmsteen, ícone máximo do metal neoclássico; e a lendária trinca de guitarras do Lynyrd Skynyrd – Rickey Medlocke, Mark “Sparky” Matejka e Damon Johnson -, um dos símbolos mais duradouros da história do rock. Um encontro de gerações que transformará o palco do festival em um verdadeiro templo da guitarra. Ao mesmo tempo, o festival celebra o talento, o carisma e a energia da geração que está moldando o futuro do hard rock: Halestorm, uma das bandas mais poderosas da atualidade; Dirty Honey, já consolidada como uma das maiores revelações globais do gênero; e Jayler, o novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial, representam a renovação e a potência da nova safra do rock. Com produção da Mercury Concerts, o Monsters of Rock reúne ícones, virtuosismo e o futuro do gênero, reafirmando sua tradição de apresentar um lineup de peso. Uma celebração que reúne diferentes gerações e alguns dos maiores nomes do rock mundial em uma experiência única e inesquecível. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock de 1995: Relembre edição histórica do festival que completa 30 anos Via: WikiMetal

Aerosmith atinge feito inédito com EP ‘One More Time’, em colaboração com YUNGBLUD
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02/12/2025

Aerosmith atinge feito inédito com EP ‘One More Time’, em colaboração com YUNGBLUD

Aos 50 anos de carreira e com um hiato de 13 anos sem lançar música inédita, Aerosmith voltou com força total com o lançamento do EP One More Time, em colaboração com o britânico YUNGBLUD. Agora, Aerosmith se tornou o quinto artista na história a alcançar um feito inédito nas paradas da Billboard. A obra que marca o retorno da banda ao estúdio desde o álbum de 2012, alcançou a 9ª posição na Billboard 200, o chart principal de discos nos Estados Unidos, em sua semana de estreia. Com isso, Aerosmith se tornou a segunda banda – e quinto artista – na história a emplacar um novo Top 10 da Billboard em seis décadas distintas (anos 1970, 1980, 1990, 2000, 2010 e 2020). O que os os coloca no mesmo patamar de Paul McCartney, Rolling Stones, Bruce Springsteen e James Taylor. Este ano, Steven Tyler, Joe Perry e YUNGBLUD, junto de Nuno Bettencourt prestaram um tributo emocionante a Ozzy Osbourne, na edição de 2025 do MTV Video Music Awards (VMAs). Steven Tyler anunciou sua aposentadoria de turnês com o Aerosmith em 2023 devido a problemas graves na voz. O novo single anima os fãs e marca um possível retorno do artista que tem se apresentado apenas em performances pontuais, como o VMAs e o Back To The Beginning. LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD: Conheça o artista que conquistou Ozzy Osbourne e Aerosmith Via: WikiMetal

Roger Waters homenageia Marielle Franco em nova música “Sumud”
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02/12/2025

Roger Waters homenageia Marielle Franco em nova música “Sumud”

Roger Waters lançou no último sábado, 29 de novembro, o novo single “Sumud”, título árabe que significa “perseverança firme” ou “resistência inabalável”. A canção, que reafirma seu histórico de engajamento político e denúncia social, criticando oligarquias e injustiças globais, nomeia diversas ativistas e vítimas da repressão como Shireen Abu Akleh, Rachel Corrie e Anne Frank. Entre elas, a brasileira Marielle Franco. Socióloga e vereadora do Rio de Janeiro assassinada a tiros em 2018, Marielle é celebrada como símbolo de luta e resistência. No trecho que cita Marielle, Roger canta: “Lembro-me bem de você / De onde você ficou, de onde você caiu / Você foi brutalmente assassinada / Mas seu espírito permanece.” [via TMDQA!] Não é a primeira vez que Waters presta tributo a Marielle. Em 2018, durante show no Rio de Janeiro, ele vestiu camiseta com a frase “lute como Marielle Franco” e convidou ao palco sua família, a viúva, a filha e a irmã da ativista, em homenagem pública à sua trajetória e legado. O nome de Marielle também voltou a aparecer em 2023, quando Waters recebeu uma honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Ele ergueu uma placa com os dizeres da homenagem e, desde então, passou a exibir seu nome em telões durante apresentações da turnê mundial. LEIA TAMBÉM: Loja oficial de Ozzy Osbourne lança camiseta provocativa contra Roger Waters Via: WikiMetal

Cristina Scabbia revela por que o Lacuna Coil mantém política fora das letras
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02/12/2025

Cristina Scabbia revela por que o Lacuna Coil mantém política fora das letras

Muitos artistas usam a arte como ativismo direto. O Lacuna Coil, no entanto, escolhe outro caminho. A banda prefere manter suas composições livres de pregações políticas ou religiosas. A vocalista Cristina Scabbia esclareceu essa filosofia recentemente. Em entrevista ao programa de rádio “Louder”, da TotalRock, ela defendeu que a banda não pretende atuar como “professora” de seu público. Ao ser questionada se o grupo planejava incluir mensagens sociais nas letras. Scabbia negou imediatamente. Segundo a cantora, a banda inclui apenas reflexões pessoais nas faixas. Eles evitam tocar estritamente em política ou religião. Em vez disso, optam sempre por metáforas para transmitir sentimentos. Para a vocalista, a função da música difere do ativismo. Ela argumenta que a arte deve servir como uma ferramenta de libertação. A música deve elevar o espírito em vez de ditar regras. Scabbia enfatizou que a obra deve empoderar o ouvinte. No entanto, ela reforçou que cada fã deve cultivar suas próprias opiniões. Ninguém precisa da validação ou direção da banda para viver. Visão pessoal e novo álbum Essa postura artística reflete as visões pessoais de Scabbia. Ela cresceu em um ambiente católico na Itália. Hoje, porém, identifica-se com o agnosticismo e o ceticismo. A artista já declarou confiar mais na ciência do que em dogmas religiosos. Para ela, o respeito ao próximo e a conduta ética valem mais que o medo imposto por instituições. Paralelamente, o Lacuna Coil segue trabalhando intensamente. A banda lançou o álbum Sleepless Empire em fevereiro de 2025, via Century Media Records. O trabalho traz colaborações de peso. Além disso, o grupo renovou sua energia nos palcos. O guitarrista Daniele Salomone oficializou sua entrada na banda no final de 2024, consolidando a nova formação. Confira a entrevista na íntegra. LEIA TAMBÉM:Lacuna Coil promove histeria com show inesquecível em São Paulo Via: WikiMetal

Sepultura na época de Roots era como um armário cheio de cupim, todo corroído por dentro, segundo Andreas Kisser
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02/12/2025

Sepultura na época de Roots era como um armário cheio de cupim, todo corroído por dentro, segundo Andreas Kisser

Roots, que é o sexto trabalho de estúdio do Sepultura, saiu no dia 20 de fevereiro de 1996 e chancelou de vez o espaço do grupo brasileiro no mercado estrangeiro. O quarteto passou a ser figura mais do que bem quista nos palcos dos Estados Unidos e Europa. Vale lembrar que o disco lançou mão de muitas participações especiais! Nomes como Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e David Silveria e Jonathan Davis (Korn) deram as caras em algumas canções da obra. Apesar do sucesso criativo, o conjunto brasileiro vivia um verdadeiro inferno em se tratando das relações pessoais e administrativas, o que levou a um racha: de um lado da treta estava Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Iggor Cavalera (bateria) e do outro Max Cavalera (vocal e guitarra) e Gloria Cavalera, esposa de Max e então empresária da banda. Conversando com os apresentadores Alexandre De Maio e Alberto Hiar, do 100segredopod, Andreas Kisser, que é quem dá as cartas no Sepultura atualmente, comentou que a banda na época de Roots era como um armário cheio de cupim, todo corroído por dentro. “Na época do Roots, quando as pessoas estavam vendo de fora o maior momento comercial da banda, foi o pior momento da banda”, lamentou o roqueiro. “A banda estava completamente corroída! Era tipo abrir um armário e ver um monte de cupim ali dentro”. “Portanto, na frente, na porta, estava tudo bonitinho, mas quando você abria… Tanto que a gente não conseguiu segurar aquilo. Max saiu, Gloria saiu e a gente perdeu toda confiança da gravadora”, completou o guitarrista. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Família Osbourne tira onda com a cara de Roger Waters em nova camiseta: “Another Prick in the Wall”
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01/12/2025

Família Osbourne tira onda com a cara de Roger Waters em nova camiseta: “Another Prick in the Wall”

A família Osbourne está tirando onda com a cara de Roger Waters em nova camiseta. A peça, que estará disponível pelas próximas 48 horas na loja virtual britânica dos Osbournes, traz a mensagem em letras maiúsculas “OZZY RULES”. Além disso, ela vem pintada com spray sobre o nome de Waters e um conjunto de tijolos que remetem à capa do álbum The Wall, do Pink Floyd, na parte da frente. Já a parte de trás da camiseta mostra um indivíduo de cabelos compridos vestindo uma camiseta do Ozzy e urinando – um jato de xixi colorido – na capa de The Wall. E, para reforçar a mensagem, o produto faz um trocadilho com uma famosa música do Pink Floyd com os versos Another Prick in the Wall – outro idiota na parede, em tradução livre. A treta entre a família Osbourne e Roger Waters começou quando a notícia da morte de Ozzy foi divulgada em julho deste ano. Músicos e artistas do mundo todo se reuniram para prestar suas homenagens. Isso contrastou fortemente com Waters, que não poupou palavras ao falar sobre o vocalista do Black Sabbath. “Ozzy Osbourne, que acabou de morrer, Deus o abençoe, seja qual for o estado em que ele esteve durante toda a sua vida”, disse Roger em entrevista ao podcast The Independent Ink. “Nunca saberemos, embora ele tenha aparecido na TV por centenas de anos com suas idiotices e bobagens”. “A música dele, eu não faço ideia. Estou pouco me fodendo”, bradou o músico. “Não ligo para o Black Sabbath. Nunca liguei. Não tenho interesse em morder cabeças de galinhas ou seja lá o que for que eles façam. Não dou a mínima”. Desde então, o clã Osbourne vem tecendo comentários nada amistosos em relação ao ex-integrante do Pink Floyd. A camiseta, com o deboche da capa de The Wall, é mais um capítulo da briga. Via: Rockbizz

Jeff Scott Soto tenta selar a paz com Yngwie Malmsteen e ganha gelo do sueco voador
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01/12/2025

Jeff Scott Soto tenta selar a paz com Yngwie Malmsteen e ganha gelo do sueco voador

O vocalista Jeff Scott Soto (Journey, Talisman, SOTO, Sons Of Apollo) trabalhou com Yngwie Malmsteen nos álbuns Rising Force (1984), Marching Out (1985) e Inspiration (1996). No entanto, por conta do temperamento forte do sueco voador, a parceria não durou muito tempo. Pior do que isso, Malmsteen, que atualmente tem 62 anos, prova que não amadureceu nenhum pouco com a idade e que ainda guarda bastante rancor do cantor norte-americano, já que não quer vê-lo nem pintado de ouro. Em entrevista com a galera do canal Harmless Dave, Jeff Scott Soto contou que tentou selar a paz com Yngwie Malmsteen, mas ganhou um gelo do sueco voador. “Infelizmente, a nossa relação continua exatamente como da última vez que alguém viu”, lamentou o artista. “Há momentos em que realmente tento estender a mão e fazer um gesto de paz. Estou sempre tentando elogiar e respeitar a carreira que construí com ele e por meio dele”. “Foi um esforço de equipe até certo ponto, mesmo ele sendo o artista principal e insistindo que não tivemos nada a ver com a criatividade e a construção de toda a sua carreira”, pontuou. “Mas todos nós tivemos uma participação nisso”. Jeff ponderou: “Não quero formar uma banda com ele e não quero voltar a ser o seu cantor. Só quero ser amigo dele. Só quero ter civilidade. Quero poder entrar em contato e desejar feliz aniversário ou mandar um abraço para a família. Quero fazer essas coisas, porque esse é o tipo de pessoa que eu sou”. “Quero paz e harmonia! Quero paz e amor. Quero partir, quando finalmente chegar a minha hora, sabendo que enterrei o machado de guerra e que ninguém tinha problemas comigo. Essa é a questão fundamental”, finalizou Scott. Via: Rockbizz

Evanescence anuncia turnê só com artistas mulheres para 2026
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01/12/2025

Evanescence anuncia turnê só com artistas mulheres para 2026

O Evanescence confirmou uma extensa turnê em 2026 pela América do Norte, Reino Unido e Europa, reunindo um dos line-ups mais fortes do rock alternativo atual. A banda liderada por Amy Lee terá como convidadas Spiritbox, Poppy, Nova Twins e K. Flay, reforçando a proposta de destacar vozes femininas da música pesada, escolha inspirada nas recentes colaborações do grupo. A etapa norte-americana acontecerá de junho a agosto, com Spiritbox e Nova Twins como bandas de abertura. Em setembro, o Evanescence segue para o Reino Unido ao lado de Poppy e K. Flay, antes de encerrar a temporada com apresentações pela Europa no fim de setembro e início de outubro, desta vez com Poppy e Nova Twins. O ciclo de shows culmina em uma noite especial no Red Rocks Amphitheatre, no Colorado, em 26 de outubro, com participação exclusiva de K. Flay. Amy Lee explicou que a curadoria da turnê foi influenciada por suas colaborações recentes. Em julho, o Evanescence lançou “Fight Like A Girl” com K. Flay. Alem da parceria com Halsey, cantora indicada na música “Hand That Feeds”. Em seguida, em setembro, Lee uniu forças com Poppy e Courtney LaPlante (Spiritbox) no single “End Of You”. A vocalista também sugeriu que novas músicas da banda estão por vir, reforçando especulações sobre um novo álbum. Em 2025, a banda já havia retomado o ritmo criativo com o lançamento de “Afterlife”, parte da trilha de Devil May Cry. “Colaborar com K. Flay, Poppy e Courtney LaPlante me fez querer criar um mundo onde pudéssemos compartilhar os palcos juntas, e estou muito feliz que vamos tornar isso realidade! Mal posso esperar para compartilhar o que temos preparado e estou ansiosa por essa turnê incrível”, contou Amy Lee [via Louder]. Além disso, a nova turnê também terá impacto social: o Evanescence firmou parceria com a PLUS1, destinando US$ 1, € 1 ou £1 de cada ingresso para organizações que oferecem assistência médica e humanitária a comunidades vulneráveis pelo mundo. Com shows ao lado de Metallica e My Chemical Romance em 2025 e um álbum em produção, o Evanescence se prepara para 2026 abrindo uma nova fase na carreira da banda. “Este ano tem sido muito inspirador em tantos aspectos, criando tanta música nova, fazendo shows que estavam na nossa lista de desejos e trabalhando com tantos artistas que nos dão vida. Estamos canalizando toda essa energia e inspiração para um 2026 épico para os nossos fãs”, concluiu Amy Lee. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Novo álbum do Evanescence deve estar pronto no início de 2026, diz Amy Lee Via: WikiMetal

Venom: Mantas confirma convite a Cronos para celebrar ‘Welcome to Hell’
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01/12/2025

Venom: Mantas confirma convite a Cronos para celebrar ‘Welcome to Hell’

Jeff “Mantas” Dunn e Anthony “Abaddon” Bray, cofundadores do Venom e figuras centrais da primeira onda do black metal, anunciaram que vão celebrar os 45 anos do icônico álbum de estreia Welcome to Hell (1981), com shows já confirmados em festivais como o Keep It True, na Alemanha. Em entrevista ao MetalKaoz, Mantas revelou que Conrad “Cronos” Lant, atual líder da principal formação que leva o nome Venom, foi formalmente convidado para participar, mas recusou [transcrição via Blabbermouth]. “Eu convidei ele. Ele foi convidado pelos advogados no [recente] processo judicial [envolvendo Cronos e Abaddon]. A resposta dele foi: ‘Não vale o meu tempo’.” Essa foi a resposta dele.”, confessou Mantas. Segundo Mantas, a recusa não foi surpresa, já que a convivência com Cronos era marcada por desgaste pessoal. O músico comparou uma possível reunião a um “relacionamento tóxico”, lembrando que, mesmo em tentativas anteriores, a banda chegou a viajar e se hospedar separadamente para evitar conflitos. “O que eu digo às pessoas é o seguinte. Tudo bem, todo mundo quer ver seus membros favoritos juntos novamente. Nós sabemos disso. ‘Ah, sim, é só viajarem separados. Fiquem em hotéis diferentes.’ Nós já fizemos tudo isso. Já fizemos isso. Fizemos isso no primeiro reencontro. Ok, pense no relacionamento mais tóxico em que você já esteve envolvido, como isso te fez sentir. Na sua idade agora, convide isso de volta para a sua vida”, disse ele. Mantas e Abbadon iniciam batalha judicial contra Cronos A tensão atual também passa por batalhas judiciais. Em 2024, Cronos processou Abaddon e a Plastic Head Music Distribution Ltd por vendas de produtos supostamente violando direitos autorais ligados ao Venom. O caso refletiu a longa disputa pelo controle do legado da banda, incluindo logotipos e artes clássicas. Mantas revisitou ainda os primeiros anos do Venom, lembrando que o trio funcionava de forma unida, sem discussões sobre autoria ou divisão de créditos. Com o tempo, porém, o lado comercial passou a pesar. Ainda assim, o guitarrista reforçou que a essência do Venom nunca esteve na imagem, mas nas músicas. “Agora, não importa a aparência do seu logotipo. Não importa o quão boa seja a capa do seu álbum. Não importa qual seja a sua imagem, quanta roupa de couro você esteja usando ou qual guitarra você esteja tocando; se alguém colocar esse álbum para tocar e não gostar das músicas, acabou. Uma banda não se resume a logotipos, camisetas e coisas do tipo — trata-se de música. Por que você usa a camiseta de uma banda? Porque você gosta da música deles. É simples assim”. Hoje, o nome Venom se divide em três projetos paralelos: a formação liderada por Cronos; o novo projeto de Mantas e Abaddon, que celebra os clássicos da era original; e o Venom Inc., comandado por Tony “Demolition Man” Dolan, vocalista e baixista da fase 1989–1992. A disputa pelo legado continua, enquanto fãs seguem divididos entre as diferentes formações da banda. LEIA TAMBÉM: Forbidden, Venom Inc e Vio-Lence anunciam show único no Brasil Via: WikiMetal

50 anos de ‘T.N.T.’: 5 curiosidades do álbum que transformou o AC/DC
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01/12/2025

50 anos de ‘T.N.T.’: 5 curiosidades do álbum que transformou o AC/DC

Em 1º de dezembro de 1975, AC/DC lançou seu segundo álbum de estúdio, T.N.T. O disco capturou a banda no momento que deixou o circuito dos pubs de Melbourne e se tornou uma potência do rock. Após o lançamento do álbum, o grupo desbravou novos horizontes, exportando seu som para a América do Norte e principalmente Europa. Produzido pela lendária dupla Harry Vanda e George Young – irmão mais velho de Angus e Malcolm Young – o material conta com uma série de hits como a faixa-título, “The Jack” e o hino absoluto “It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll)”. Veja algumas curiosidades do disco que completa 50 anos nesta segunda: “Primeiro” álbum internacional do AC/DC Um dos maiores equívocos na história da discografia do AC/DC reside na verdadeira identidade de seu primeiro lançamento mundial. Fãs fora da Austrália acreditam que High Voltage (1976) seja o primeiro álbum da banda e que T.N.T. é apenas uma coletânea, mas a história é diferente. O disco original teve lançamento apenas na Austrália e Nova Zelândia. O High Voltage mundialmente conhecido contém quase todas as músicas do T.N.T. original e soma apenas duas do High Voltage australiano, lançado em 1974. Dessa forma, pode-se considerar que musicalmente, foi o repertório de T.N.T. que apresentou a identidade sonora do AC/DC ao resto do planeta. Origem do coro “Oi! Oi! Oi!” O icônico coro “Oi! Oi! Oi!” , que se tornou marca registrada da banda não havia sido planejado. Angus Young estava no estúdio testando o som e começou a murmurar as palavras para si mesmo como forma de marcação de tempo. George Young ouviu e achou que aquilo soava agressivo e autêntico, e sugeriu que eles gravassem como parte oficial da música. Formação clássica dos anos 70 do AC/DC O disco serviu como marco zero para a consolidação da formação clássica dos anos 70. O núcleo formado pelo vocalista Bon Scott, e os irmãos Young encontrou o suporte rítmico com os novos integrantes: o baixista Mark Evans e o baterista Phil Rudd. Esse quinteto criou a assinatura sonora da banda durante a “era Bon Scott”. Juntos gravaram os álbuns Dirty Deeds Done Dirt Cheap (1976), e Let There Be Rock (1977). Influência de Little Richard A faixa “Rocker” é a mais rápida do álbum e traz uma homenagem direta aos ídolos dos anos 50 da banda, em especial Little Richard. Nos shows ao vivo, costumava ser estendida para 10 minutos. E servia de base para Angus fazer seus solos, correr pela plateia e subir nos amplificadores. Clipe de “It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll)” No icônico clipe de “It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll)” onde a banda toca em cima de um caminhão em movimento pelas ruas de Melbourne, os gaiteiros que aparecem não são atores. Eles eram membros da Rats of Tobruk Pipe Band, uma banda real de gaitas de fole formada por veteranos de guerra australianos. A rua onde parte do clipe foi filmado (antiga Corporation Lane) foi oficialmente renomeada pela prefeitura para ACDC Lane em 2004. Hoje é um ponto turístico cheio de grafites e tributos à banda. LEIA TAMBÉM: AC/DC anuncia e esgota 3 shows no Brasil em velocidade surpreendente Via: WikiMetal

Roger Moreira (Ultraje A Rigor) afirma que tem rock bom de direita e cita Raimundos como exemplo
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01/12/2025

Roger Moreira (Ultraje A Rigor) afirma que tem rock bom de direita e cita Raimundos como exemplo

Há anos – quiçá décadas – o vocalista e guitarrista do Ultraje A Rigor, Roger Moreira, vem ganhando mais holofote pelas brigas e polêmicas em que se mete nas redes sociais do que pela música que cria. O registro de estúdio mais novo dos caras é Por que Ultraje a Rigor?, Vol. 2, que saiu em agosto de 2015. Mas para tentar manter algum tipo de evidência, Roger regularmente interage com os internautas e responde às suas provocações e questões pelas redes sociais. Pouco tempo atrás, via X (antigo Twitter), um usuário declarou que “nenhum rock bom é de direita”. Na réplica, Roger escreveu: “Ramones, Elvis, Raimundos, Metallica. Só para citar alguns”. Já na sessão de comentários, a coisa esquentou, pois teve gente que citou outros nomes do rock supostamente bons que são alinhados à direita como Kid Rock e Ted Nugent. Além disto, teve internauta que ainda pontuou que “rock ruim é só do Ultrage A Rigor mesmo! Uma bosta”. E teve outros indivíduos que contestaram a resposta de Roger, afirmando que o Ramones, por exemplo, nunca foi de direita. Caso você tenha tempo e paciência, confira a postagem da estrela do rock brasileiro e as interações dos internautas: Ramones, Elvis, Raimundos, Metallica. Só para citar alguns. https://t.co/6cGEoV2owo — Roger Rocha Moreira (@roxmo) December 1, 2025 Via: Rockbizz

Andreas Kisser relembra ruptura e diz que Max “brinca de ser Sepultura”
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01/12/2025

Andreas Kisser relembra ruptura e diz que Max “brinca de ser Sepultura”

Em entrevista ao canal 100 Segredo, Andreas Kisser revisitou um dos capítulos mais controversos da história do Sepultura. O rompimento com a empresária Glória Cavalera e a posterior saída do vocalista Max Cavalera, em 1996. Segundo Andreas, o desgaste começou quando Glória passou a representar exclusivamente os interesses do marido, criando uma divisão explícita dentro da banda. Kisser afirmou que Max já se via como figura central do grupo e reagiu mal à decisão de não renovar o contrato com Glória ao fim do acordo. Ele lembrou episódios simbólicos da época, como momentos em que Max e a empresária circulavam com privilégios, enquanto o restante da banda seguia em outra dinâmica. Para Andreas, esse favorecimento reforçava a sensação de que havia “os três de um lado e Max do outro”. “Max e a Glória sempre gostaram disso, dessa coisa mais glamour, vamos dizer assim, o rock and roll, né? Essa coisa de hotéis e room service e coisas mais desse desse naipe. E ficou uma coisa esquisita porque é muito difícil você julgar, porque o meu ponto de vista é só o meu ponto de vista sobre o mesmo evento, eles vão ter o deles. O Igor vai ter o dele, o Paulo tem outro. E e é uma discussão que não leva a lugar nenhum, né, de falar: ‘Ah, eu tô certo, tô errado’. Aconteceu, cada um teve a sua escolha. E o Max resolveu sair da banda porque o nosso contrato com a Glória acabou”, confessou Andreas [transcrição via Mundo Metal]. O guitarrista citou ainda decisões unilaterais, como capas de discos que traziam o filho de Max como se fosse um símbolo da banda, sem participação dos outros integrantes. “A Glória não estava representando a banda mais. Só estava representando o Max e os interesses dele. Tanto é que realmente essa coisa da limusine, apesar de ter sido uma coisa tão comum lá em Phoenix, foi uma coisa que cresceu depois. Depois ele teve o ônibus dele, o camarim dele, é uma coisa que separava a banda. A Glória começou a separar as coisas, era os três e o Max de um lado. O Max aparece em capa de disco com o filho dele, qual o sentido disso? Coisas que a gente não participava, porque era uma coisa entre ele a a Glória, entre imprensa, entre gravadora e a gente ficava meio na berlinda”. Saída de Max Cavalera A ruptura definitiva ocorreu em 16 de dezembro de 1996, após o show no Brixton Academy, quando Andreas, Iggor Cavalera e Paulo Xisto comunicaram formalmente que buscariam uma nova representação profissional. Max não compareceu à reunião e optou por deixar o Sepultura logo em seguida. “O Max não foi nessa reunião, vai saber porquê, né? E a gente apresentou a nossa, [ideia] ‘nós queremos mudar a representação da banda, a gente quer isso e quer organizar essa coisa, deixar mais profissional e não tão emocional e parcial como está’. E obviamente aconteceu o que aconteceu. Eles não aceitaram essa mudança e saíram”, relembrou. Kisser destacou que ninguém expulsou o vocalista, apenas desligaram a Glória . Mesmo assim, Max e a empresária saíram juntos e imediatamente iniciaram o Soulfly, usando a mesma equipe criativa de Roots. O guitarrista afirma que a mudança trouxe renovação ao Sepultura, enquanto vê Max preso ao passado. “Usaram o mesmo estúdio, usaram o mesmo produtor Ross Robinson, usaram o mesmo mixer Andy Wallace, que a gente usou no Roots. E a gente teve que procurar tudo novo, né? Novo empresário, novo produtor, tudo novo, o que foi excelente pra gente. Você vê que o Max está até hoje patinando no Roots. Está sempre falando a mesma coisa, sempre falando sobre isso e não sei o quê. Parece que está preso num vórtex do tempo, sabe? Tentando, sei lá… É muito esquisito. E, acho que falta um pouco de terapia também. Tem que cuidar da cabeça um pouco. Eu vou dizer que me incomoda um pouco.” Andreas Kisser elogia Iggor Cavalera mas critica Max Para ele, o paradoxo permanece: “Max saiu do Sepultura, mas o Sepultura não saiu dele”. Ainda assim, Andreas reforça que prefere seguir adiante, enquanto cada um escolheu seu próprio caminho. “É bizarro e paradoxal. Porque eles escolheram sair da banda. Ninguém foi mandado embora. Quem foi mandado embora foi a Glória só. A empresária. E eles escolheram, e, inclusive nunca brigaram por nada. Simplesmente assinaram os papéis e saíram. Viraram as costas literalmente e foram embora. Para ficar fazendo o que fazem, meio que parece que fica brincando de ser Sepultura. E, tem uma carreira solo, o Igor faz coisas incríveis, paralelamente ao Sepultura, artisticamente fantásticas. Além disso, é fora de circuitos, fora de caixas, eu acho sensacional isso. Enquanto que o Max está preso na própria caixa, fazendo sempre a mesma coisa e falando as mesmas coisas e etc. Eu tenho muito mais o que fazer do que ficar me preocupando com isso. Não é uma coisa que me incomoda. Cada um escolhe o seu caminho.” LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser admite não ter “a mínima vontade” de tocar com os Cavaleras Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne era um doce de pessoa; se não fosse pela Sharon, ele teria sido completamente explorado, segundo escritor
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01/12/2025

Ozzy Osbourne era um doce de pessoa; se não fosse pela Sharon, ele teria sido completamente explorado, segundo escritor

O escritor irlandês Stephen Rea está contando a sua vivência de mais de quarenta anos com Ozzy Osbourne no livro Ozzy & Me: Life Lessons, Wild Stories and Unexpected Epiphanies from Forty Years of Friendship with the Prince of Darkness. Em conversa com o pessoal da revista inglesa Metal Hammer, Stephen contou como era a personalidade do saudoso artista. Ele destacou que o cantor era uma pessoa muito doce. “Ele era um doce de pessoa. Faria qualquer coisa por qualquer um. Se não fosse por Sharon, ele teria sido completamente explorado. Pessoas com deficiência volta e meia lhe pediam dinheiro para uma cadeira de rodas nova, e ele só perguntava quanto custava”. Rea apontou outro traço da personalidade do Príncipe das Trevas: “Outra coisa era que ele era esperto. Quem o conhecia do programa The Osbournes o via como um cara meio atrapalhado, desligado, sempre se atrapalhando e sem saber mexer na TV e coisas do tipo. Mas Ozzy era cara muito esperto, nada passava despercebido por ele. Ele se contentava em deixar as pessoas pensarem o que quisessem dele, mas ele estava sempre atento. As pessoas o subestimavam”. Além de seu encontros com Ozzy, Stephen Rea, em seu novo livro, conta as experiências e aventuras para ver os shows do Madman em festivais como Monsters of Rock e Rock In Rio. Ele também recorda as suas peripécias no Ozzfest e Back to the Beginning. Via: Rockbizz

Limp Bizkit faz primeiro show após a morte de Sam Rivers e revela novo baixista
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01/12/2025

Limp Bizkit faz primeiro show após a morte de Sam Rivers e revela novo baixista

O Limp Bizkit iniciou no último sábado, 29, a LOSERVILLE TOUR, que chega ao Brasil no dia 20 de dezembro. O primeiro show aconteceu no México, no Estádio Azteca, na Cidade do México, marcando a primeira apresentação da banda desde a morte de Sam Rivers, baixista e membro fundador da banda. Limp Bizkit escalou o baixista Kid Not, nome artístico de Richie Buxton, baixista,companheiro de composição e produtor de Ecca Vandal, uma das artistas escolhidas para abertura da turnê. A banda começou o show agradecendo o apoio mundial recebido pela banda após a perda recente e dedicou a performance a Sam com uma breve compilação de vídeos com alguns dos momentos do baixista no palco com seus companheiros de banda. Ao final do vídeo, a mensagem: “Sam Rivers, nosso irmão para sempre. Sam Rivers , nós te amamos para sempre”. O show, carregado de simbolismo, confirmou o retorno do Limp Bizkit aos palcos e celebrou o legado do baixista e um dos fundadores da banda. Serviço Limp Bizkit em São Paulo Data: : 20 de dezembro de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 15hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveisSetores e preços:Cadeira superior – R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 365,00 (inteira)Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira inferior -R$ 332,50 (meia-entrada) | R$ 665,00 (inteira)Pista Premium – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)Início das vendas: Venda geral: 6 de agosto, 12h (apenas on-line) Vendas online em: eventim.com.br/limpbizkit Bilheteria oficial: 7 de agosto: Bilheteria B no Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPA partir de 8 de agosto: Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200- Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. LEIA TAMBÉM: Limp Bizkit: Confira lista de itens proibidos em show no Allianz Parque Via: WikiMetal

Reunião do Angra é oportunidade para “saudar os karmas”, diz Rafael Bittencourt
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01/12/2025

Reunião do Angra é oportunidade para “saudar os karmas”, diz Rafael Bittencourt

A reunião histórica do Angra, que trará a formação Nova Era ao palco do Bangers Open Air 2026 — com Edu Falaschi, Kiko Loureiro e Aquiles Priester — foi o tema central da entrevista com Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli no programa Assino Embaixo, do canal de Régis Tadeu no YouTube. O guitarrista Rafael Bittencourt, ao contextualizar as dificuldades da reunião, afirmou que os principais entraves estavam “no campo humano, de relações humanas”, e ressaltou o papel de Andreoli como peça-chave: “Inclusive, acho que estou me espelhando em você [Felipe]. Você está mais à frente do que eu nesse processo. Você já conversa numa boa e tudo mais. Já eu vou ter, nesse show, a oportunidade de reaproximar, desapegar de rancores e conversar, tentar entender, agora com uma cabeça mais madura, com outras visões. É uma oportunidade.” (Transcrição via igormiranda.com.br) Coube a Felipe Andreoli detalhar que o show só se tornou possível porque a banda “vem construindo há algum tempo essa reaproximação, foi ajeitando uma série de arestas que precisavam ser aparadas e uma série de assuntos que precisavam ser conversados, até às vezes papos meio difíceis que precisavam ser tidos”. O baixista frisou que, meses antes, a ideia seria rejeitada, provando que a união foi fruto de um longo e delicado trabalho de bastidores, e não um mero arranjo comercial. No âmbito pessoal, Rafael Bittencourt abriu o jogo sobre a superação das tensões, principalmente com o baterista Aquiles Priester. Ele revelou que procurou Aquiles há alguns anos, após um longo período sem contato, para “tentar colocar para trás todos esses maus sentimentos”. O guitarrista explicou que quis desejar o melhor ao ex-companheiro e se desculpar por qualquer ofensa, notando que o gesto inesperado fez com que as coisas fossem “se desamarrando aos poucos”. Sobre Edu Falaschi, Rafael comparou o legado de álbuns compartilhados a um filho que precisa ser cuidado: “Quando você tem um legado de álbuns juntos, é como se tivesse um filho junto com aquela pessoa que precisa ser cuidado. E precisa ser bem claro as responsabilidades e os direitos de cada um”. Por fim, ele enxerga no show uma oportunidade pessoal de “saudar alguns karmas, desapegar de rancores e conversar, tentar entender agora com uma cabeça mais madura outras visões”, celebrando o momento como uma vitória de todos os envolvidos. Angra no Bangers Open Air 2026 Como já anunciado, o cenário do heavy metal brasileiro será palco de um momento histórico no dia 26 de abril de 2026, com o show do Angra no Bangers Open Air, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Confirmado como atração principal do domingo, o espetáculo intitulado Angra Reunion não será uma apresentação comum, mas sim uma celebração de diferentes fases da banda, unindo a formação atual com membros icônicos da chamada “Nova Era”, que marcou o álbum Rebirth (2001). Estarão de volta ao palco o vocalista Edu Falaschi, o guitarrista Kiko Loureiro e o baterista Aquiles Priester, que se juntarão aos membros atuais Rafael Bittencourt (guitarra) e Felipe Andreoli (baixo) — este último já presente na era Rebirth. O evento, que acontece no ano em que o Angra completa 35 anos, consolida a força e a relevância do metal nacional, superando desavenças passadas em prol da música e dos fãs. Este encontro é aguardado há anos pela comunidade do metal e promete uma noite longa, intensa e cheia de emoções. A apresentação será dividida em três atos, dedicados a períodos marcantes da trajetória do grupo, culminando com a união de todos os músicos no palco para celebrar o legado da banda. A importância desse show é tamanha que a organização do festival o classifica como um “marco histórico” para o metal brasileiro. Em meio a essa celebração, a banda também anunciou a saída do vocalista Fabio Lione e a entrada de Alírio Netto como o novo vocalista oficial, que se juntará à formação atual. Com isso, o Bangers Open Air se torna o palco de uma das maiores e mais aguardadas reuniões do metal sul-americano, unindo gerações de músicos e fãs em um único espetáculo. Leia Também: Angra anuncia despedida de Fabio Lione e convoca Alírio Netto para Bangers Open Air Via: WikiMetal