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Andreas Kisser explica a importância de tocar com Carlinhos Brown, Luísa Sonza e Ivete Sangalo
Em conversa com os apresentadores Taynara Chagas e Yuri Danka, do canal Xablaw, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, explicou a importância de tocar com Carlinhos Brown, Luísa Sonza e Ivete Sangalo, ou seja, com músicos de outros estilos musicais, que correm fora do campo heavy metal. “Para o músico, isso é a coisa mais normal do mundo”, disparou Andreas. “Para o músico, nunca teve isso de divisão. Quando você é fã, você tem aquela coisa de ser radical”, acrescentou. “Eu já fui radical, não gostava de Devo e The B-52s; eu gostava de Iron Maiden”, continuou. “Tem sempre as diferenças e divisões, mas, se você for pensar direito, todos esses termos e definições não foi nenhum músico que criou isso”, pontuou. “O Black Sabbath, quando estava fazendo o primeiro disco, não estava pensando em criar o heavy metal – nem existia esse termo”, ponderou. “Quem criou o termo foi um DJ, um cara de rádio! Heavy metal, rock n’ roll, jazz e todos esses termos foram inventados por gente de fora, não foi um músico que inventou isso. Nós, músicos, não estamos preocupados com isso”, explicou. “Pensa em We Are the World [música criada para em 1985 para levantar fundos para mitigar a fome na África], cada um veio de um planeta; cada faz uma história, e todo mundo ali se conectando de uma forma até não racional, aquela coisa do subconsciente artístico que une as pessoas”, destacou. “O Rock Gol, por exemplo, foi uma coisa maravilhosa, pois eu pude assistir um jogo com Zeca Pagodinho de um lado e o Marcelo D2 do outro; tinha o Falamansa participando do nosso time com o RZO, e isso foi maravilhoso, com uma conexão linda”, recordou Kisser. “Ali ninguém estava falando qual escala era melhor, se um toca melhor ou mais pesado. Não tinha isso! Cada um faz o seu e tem um jeito de se expressar. Então, para mim, isso sempre foi muito natural, foi um privilégio conhecer todos esses caras, todas essas bandas as quais toquei. Eu já ganhei prêmio na MTV de ‘arroz de festa’, e foi sensacional”, finalizou Andreas, em tom leve e de alegria. Confira a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

The Troops of Doom mostra a força do metal nacional com novo álbum ‘A Mass To The Grotesque’
O The Troops of Doom é uma banda que surgiu fazendo barulho na cena com seu death/thrash de primeira. Um lineup com músicos incríveis, incluindo o lendário guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz. E músicas que nos levaram direto para o metal extremo dos anos 80/90. Em seu primeiro álbum, Antichrist Reborn (2022) a banda apresentou ao mundo um trabalho forte, com muita técnica, brutalidade e garra. Por isso, tornou-se um dos grandes destaques daquele ano. Agora em 2024 a banda retorna com seu segundo álbum, A Mass to The Grotesque. O álbum estará disponível no dia 31 de maio (via Alma Mater Records). Tivemos a oportunidade de ouvi-lo com antecedência (agradeço demais o grande Jairo Guedz pelo envio). E agora contamos para vocês, o que esse disco traz para os fãs. Trabalho calcado no Oldschool O primeiro ponto que devemos destacar é a mudança na produção do disco. Desta vez a banda contou com André Moraes (que já trabalhou com o Sepultura). As gravações aconteceram no Estúdio Audio Porto, em Porto Alegre. Porém, as músicas tiveram mixagem e masterização no Morrisound Recording, em Tampa, na Flórida. E por ninguém menos que o lendário Jim Morris. Morris já trabalhou com bandas como Morbid Angel, Death, Cannibal Corpse, Deicide, entre outros. O resultado foi algo mais limpo e orgânico, porém sem deixar de lado sujeira e agressividade da banda, permitindo também que melodias sejam mais aparentes em meio a essa brutalidade. O disco conta também com a incrível arte do mestre Dan Seagrave que já fez trabalhos para o Entombed, Benediction, Suffocation, Pestilence, entre outros. Isso deu um toque clássico a mais no álbum. The Troops of Doom tornando o metal “mau” novamente A abertura do disco fica com a instrumental “Solve Et Coagula – Introduction”. É uma faixa perturbadora que cria uma atmosfera de terror e de que algo ruim se aproxima. Na sequência “Chapels Of The Unholy” explode nos falantes com um riff poderoso de guitarra. O baixo de Alex Kafer (que também é vocalista) saltando ao ouvidos e a bateria de Alexandre Oliveira comandando o ritmo com batidas precisas e ferozes. A música fala sobre um ritual com velas negras, encanamentos invocando demônios e a sentença de ir para o inferno e voltar, como visto no trecho: “The preacher, now a seekerIn realms obscure His faith overthrownSeeking something pureHe hates all saintsThe prophecy in flamesAll men, disgracedSentenced to hell and back” “Dawn of Mephisto” começa com um lick de guitarra hipnotizante até cair em um riff de guitarra abafado e com uma pegada thrash. A faixa possui um refrão pegajoso, com Kafer novamente mostrando a potência de sua voz, enquanto a dupla de guitarristas formada por Jairo e Marcelo Vasco apresentam um riff que foi certamente inspirado em bandas de heavy metal, dando um tom épico à música. Esse é um dos grandes pontos que mostra a versatilidade da banda. Músicas com estilos diferentes, mas sempre com muito peso Em “Denied Divinity” a banda apresenta um som mais direto e simples, seguindo a linha do death/thrash, com os vocais alternando entre os mais agressivos e os mais normais, além de um solo de guitarra matador. “The Impostor King” evoca o Behemoth em muitas partes, com riffs beirando o Blackened Death Metal, e tem uma energia que fará essa faixa funcionar muito bem ao vivo.“Faithless Requiem” é outra pancadaria sem misericórdia, com um som de guitarra que faz você balançar, tamanha a potência do riff feito por Guedz e Vasco. Graças a isso, essa acaba sendo uma das faixas mais pesadas do disco, que tem um solo fritador logo no início, com Kafer soando monstruoso e a bateria incansável entregando blast beats e viradas que deixarão qualquer um batendo a cabeça no mesmo ritmo. “Psalm 7:8 – God of Bizarre” é mais cadenciada, com seu andamento se assemelhando muito ao que o Slayer fez em “Seasons In The Abyss”, além de apresentar mais um ótimo trabalho de Kafer, blast beats cheios de fúria e um solo de guitarra de derreter a face. Os mais de oito minutos da faixa podem assustar de início, mas ela é tão boa que você nem percebe que chegou ao fim. Capa de ‘A Mass To The Grotesque’ do The Troops of Doom Álbum supera o antecessor com muita agressividade A velocidade retorna com “Terror Inheritance”, apresentando uma chuva de riffs, um refrão com energia e potência para animar o público em um show. Mais uma que ficará ótima quando tocada ao vivo. “The Grotesque” mostra a banda novamente alternando entre a velocidade e partes mais cadenciadas, com destaque para a bateria de Alexandre cheia de blast beats e os vocais de Kafer, que dá mais uma aula de como o metal extremo deve ser cantado. “Blood Upon The Throne” tem um riff monstruoso e do mau, que se destaca pelo peso e pela levada doom metal. Essa é mais uma faixa que não se apega a apenas um ritmo, e tem algumas partes mais rápidas onde o thrash metal toma conta, e você nem percebe que já se passaram três minutos de duração. O disco fecha com “Venomous Creed”, que tem momentos intrincados onde a bateria tem ótimas quebras. Novamente a alternância entre cadenciamento e velocidade está presente e mais um grande solo marca o fim dessa viagem alucinante ao inferno. Com este lançamento, o The Troops of Doom mostra que não vive apenas do passado de seus integrantes. E que a banda já é um dos grandes nomes do metal nacional e internacional, com um disco nota 10. A estrutura de cada música envolve o ouvinte, e você se pegará colocando o disco para tocar do início diversas vezes, tamanha a qualidade de cada uma e como elas funcionam muito bem no geral. Mesmo estando apenas em maio, não seria precipitado dizer que esse é um forte candidato a melhor disco do ano! LEIA TAMBÉM: I Am Morbid faz show em São Paulo com The Troops of Doom; veja fotos exclusivas Via: WikiMetal

Fred Castro fala sobre como a atual postura fascista do Raimundos o afeta
O baterista Fred Castro participou do programa Panelaço, que é apresentado pelo frontman do Ratos de Porão, João Gordo, e falou sobre como a atual postura fascista do Raimundos, banda a qual integrou entre os anos de 1992 e 2007, o afeta. É importante explicar que o grupo é liderado atualmente por Rodrigo Aguiar Madeira Campos – também conhecido como Digão. O músico é conhecido por falas e posições conservadoras, que se alinham as pautas da extrema direita. Questionado por João se a atual postura fascista do Raimundos espirra nele, Fred respondeu: “Espirra? Nossa, vomita”! Gordo aproveitou e citou o falecido baixista do conjunto, Canisso [nascido José Henrique Campos Pereira], que ficava pedindo desculpas pelas atitudes e falas de Digão. Sobre isso, Castro disse: “Mas a sensação é essa de pedir [desculpas], porque não vai de encontro a nada que a gente acredita”. O bate-papo na íntegra pode ser assistido no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Tony Iommi está dando mais valor os álbuns da era Tony Martin agora
Recentemente, o cantor Tony Martin bateu um papo com o jornalista Jimmy Kay, do canal The Metal, para falar sobre a época em que comandou o microfone do Black Sabbath e sobre o relançamento dos discos de tal período. De acordo com o vocalista, Tony Iommi, que é o líder e o guitarrista do grupo, está dando mais valor aos álbuns da era Tony Martin agora. Martin explicou: “Naquela época estávamos um pouco fora de moda, era o momento de bandas como Nirvana, Green Day, Nine Inch Nails e coisas assim. Então, essas bandas estavam roubando um pouco os holofotes e estávamos um pouco fora de moda. Hoje em dia, depois de vinte e cinco anos, toda aquela poeira baixou e as pessoas estão revisitando esses álbuns. Há toda uma geração que nunca curtiram esses discos, com isso estamos fazendo o relançamento deles em um box set, para preencher essa lacuna”. O cantor acrescentou: “Além disso, isso foi validado por Tony Iommi, que está realmente amando o que fizemos, coisa que nunca aconteceu, anteriormente. Agora ele está dizendo que fizemos um ótimo trabalho e que as músicas que escrevemos são realmente boas. Ele [Tony Iommi] me disse que não sabe como eu cantei em todo aquele material. Eu disse que também não sabia como, mas que foi trabalho duro. Quando falei isso com Tony Iommi, ele ficou emocionado e deu muito mais valor ao discos. Ele gosta mais dos álbuns agora do que antes, e isso nos aproximou”. O box Anno Domini 1989-1995, que trará os álbuns Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994) e Forbidden (1995) remasterizados, estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. O material sairá no dia 31 de maio pela BMG. Track listing de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: Rockbizz

Mr. Big lança clipe do novo single Good Luck Trying
O Mr. Big acaba de lançar seu novo single Good Luck Trying. A faixa estará presente no décimo álbum de estúdio da banda, intitulado Ten, que será lançado no dia 12 de julho pela Frontiers Music Srl. O sucessor de Defying Gravity, de 2017, contará com 11 faixas escritas pelo vocalista Eric Martin e pelo guitarrista Paul Gilbert, junto com André Pessis e Tony Fanucchi. Ten foi produzido por Jay Ruston e Mr. Big. O baterista Nick D’Virgilio acompanha Martin, Gilbert e o baixista Billy Sheehan no novo álbum. Nick está substituindo Pat Torpey, que faleceu em 2018 por complicações da doença de Parkinson. Gilbert explica o significado por trás da letra de Good Luck Trying: “No geral, é sobre estar sobrecarregado com a vida e perceber que você não vencerá muitas batalhas, mas ainda assim lutará até o fim. E manter o senso de humor dizendo a qualquer pessoa próxima: ‘Me deseje boa sorte tentando!’” Confira o clipe de Good Luck Trying abaixo: Tracklist de Ten: 01. Good Luck Trying02. I Am You03. Right Outta Here04. Sunday Morning Kinda Girl05. Who We Are06. As Good As It Gets07. What Were You Thinking08. Courageous09. Up On You10. The Frame11. See No Okapi (instrumental – Japan bonus track) Via: Rockbizz

Bring Me The Horizon anuncia lançamento do álbum ‘Post Human: NeX GeN’ para esta sexta-feira
Bring Me The Horizon finalmente anunciou o lançamento do novo álbum, Post Human: NeX GeN, para esta sexta-feira, 24. O projeto estará disponível nas plataformas digitais a partir da meia-noite. O disco sucede o aclamado Post Human: Survival Horror, lançado em 2020 e que trouxe parcerias da banda com nomes como Amy Lee, YUNGBLUD, BABYMETAL e Nova Twins. NeX GeN é o segundo de uma série que deve conter cerca de cinco álbuns, todos amarrados pelo mesmo conceito de uma sociedade vivendo em um mundo pós-apocalíptico, afetado por um vírus vampiresco descrito no primeiro disco. Neste novo capítulo, os humanos que restaram se apegam à ideia de uma salvação e depositam sua confiança nas falsas promessas de uma entidade vinda de outro planeta chamada NEXGEN. Inicialmente, a segunda parte do projeto Post Human tinha data de lançamento marcada para setembro de 2023. Poucas semanas antes, porém, o Bring Me The Horizon adiou o lançamento indefinidamente alegando que o álbum não estava pronto “da maneira que [a banda] queria]”. O grupo vem lançando singles desde 2021 que integrarão o Post Human: NeX GeN. São eles: “DiE4u”, “sTraNgeRs”, “LosT”, “AmEN!”, “DArkSide” e “Kool-Aid”. Em novembro, eles retornam ao Brasil para seu maior show até então, no estádio Allianz Parque, ao lado das bandas Spiritbox, Motionless in White e The Plot in You. Poucos ingressos ainda estão disponíveis no site oficial da Eventim. View this post on Instagram A post shared by ʙʀɪɴɢ ᴍᴇ ᴛʜᴇ ʜᴏʀɪᴢᴏɴ (@bringmethehorizon) Via: WikiMetal

“Muita gente aqui no Brasil torceu o nariz para o Roots”, afirma Andreas Kisser
Em fevereiro de 1996, o Sepultura deixou o universo heavy metal de boca aberta com o lançamento de Roots, que é o seu sexto álbum de estúdio. Por trazer uma sonoridade calcada em ritmos brasileiros, o disco dividiu opiniões: parte do público adorou e a outra parte odiou com todas as forças. O guitarrista e líder do Sepultura, Andreas Kisser, concedeu uma longa entrevista aos jornalistas Taynara Chagas e Yuri Danka, do canal Xablaw, e recordou a recepção que Roots teve no mercado estrangeiro e aqui no Brasil. “Roots é um disco muito emblemático, muito único! Essa coisa dos ritmos brasileiros com a música pesada, coisa que ninguém tinha feito antes. Os gringos, principalmente, piraram nisso num primeiro instante. Eu sei que aqui no Brasil muita gente torceu o nariz, porque tinha Carlinhos Brown e batuque. No entanto, aos poucos e com o tempo, foram vendo que aquilo era uma mistura pertinente. A percussão brasileira já era pesada, então, foi só colocar a guitarra pesada, literalmente. E esse tipo de coisa sendo falada até hoje mostra que o Roots é um disco que mostrou um outro caminho para a música pesada. Slipknot, Deftones, Korn e Limp Bizkit têm o Roots em sua lista de influências e, principalmente, o Ross Robinson, que é um produtor que passou por todas essas bandas. Roots foi o que chamou a atenção dessas bandas para o Ross”. Para conferir o longo bate-papo, é só acessar o player logo abaixo e se divertir com as histórias de Andreas Kisser: Via: Rockbizz

The Omnific lança novo single “Will-O’-The-Wisp”; ouça aqui
The Omnific, banda instrumental da Austrália, lançou “Will-O’-The-Wisp”, single de seu próximo trabalho, intitulado The Law Of Augmenting Returns. Previsto para ter seu lançamento no dia 07 de junho, pela Wild Thing, outras faixas já estão disponíveis, sendo elas: “Matrices”, “Base Camp” e “Phat Mackerel”. O baixista Matthew Fack falou sobre o vindouro registro: “The Law Of Augmenting Returns é o ápice da experiência e do conhecimento aprendidos e incorporados nos oito anos de nossa existência como banda. Com nossa mentalidade criativa para incorporar novas ideias aderindo ao princípio fundamental do baixo, esse álbum pinta a história do passado, do presente e do futuro da banda.” Além de Fack, o trio é composto por Toby Peterson-Stewart no baixo e Jerome Lematua na bateria e seu novo trabalho está disponível em pre-save e pré-venda neste link. Confira o videoclipe de “Will-O’-The-Wisp”: The Omnific – The Law Of Augmenting Returns 01. The Omnific ≈ Bass (Feat. Tim Waurick e Luke Taylor do Heartline)02. The Law Of Augmenting Returns (Feat. Charles Berthoud e Kai Den Hertog)03. Matrices04. Base Camp05. Will-O’-The-Wisp06. Phat Mackerel07. Butterfingers08. Double Malt Ditty (Feat. Rohan Sharma) Via: WikiMetal

Nervosa anuncia turnê como headliner nos EUA e Canadá com abertura de Lich King e Hatriot
A banda Nervosa, agora sob uma reformulada formação com Gabriela Abud na bateria, Helena Kotina na guitarra, Hel Pyre no baixo e a líder fundadora Prika Amaral na guitarra e voz, anunciou por suas redes sociais sua primeira turnê como headliner pela América do Norte. A turnê The Great American Jailbreak, que promove o álbum Jailbreak de 2023, começará em agosto, passando por diversas cidades entre os EUA e Canadá, se encerrando em outubro e contando com as bandas de thrash metal americanas Lich King e Hatriot como atos de abertura. Esta última, conta com os vocais de Cody Souza, filho de Steve “Zetro” Souza, vocalista do Exodus. Os ingressos serão vendidos via Sound Rink a partir do dia 24 de maio e contam com a opção de meet & greet. Sobre a vindoura turnê, a líder Prika Amaral disse: “Estamos muito ansiosas para chegar à América do Norte com esse incrível lineup da nova geração do thrash metal. Nós esperamos por muito tempo para retornar e será trazendo um show muito especial para todos!” As datas da nova tour da Nervosa Agosto29 – Milwaukee, WI – Blades Of Steel Festival30 – Minneapolis, MN – White Rock Lounge31 – Iowa City, IA – Wildwood Setembro 1 – Lincoln, NE – Cosmic Eye2 – Denver, CO – HQ4 – Salt Lake City, UT – Aces High Saloon5 – Boise, ID – The Shredder6 – Vancouver, BC, Canada – The Rickshaw Theater7 – Seattle, WA – El Corazon / Funhouse8 – Portland, OR – Dante’s10 – Sacramento, CA – Harlow’s11 – Las Vegas, NV – The Usual Place12 – San Diego, CA – Brick By Brick13 – Los Angeles, CA – Whisky a Go Go14 – Mesa, AZ – The Nile Underground15 – Tucson, AZ – The Rock16 – El Paso, TX – The RockHouse18 – Austin, TX – Come and Take It Live19 – Houston, TX – The White Oak20 – Dallas, TX – RBC21 – Fayetteville, AR – George’s Majestic Lounge22 – Nashville, TN – The End24 – Atlanta, GA – Boggs Social & Supply25 – Orlando, FL – Conduit27 – Spartanburg, SC – Ground Zero28 – Greensboro, NC – Hangar 181929 – Jacksonville, NC – Hooligans Outubro2 – Mechanicsburg, PA – Lovedraft’s3 – Clifton, NJ – Dingbatz4 – Brooklyn, NY – The Meadows5 – Quebec City, Quebec, Canada – La Source6 – Montreal, Quebec, Canada – Les Foufounes Électriques8 – Ottawa, Ontario, Canada – The 27 Club9 – Kingston, Ontario, Canada – The Mansion10 – Toronto, Ontario, Canada – Hard Luck11 – London, Ontario, Canada – Rum Runners12 – Detroit, MI – The Sanctuary13 – Chicago, IL – Reggies LEIA TAMBÉM: Summer Breeze 2024: Nervosa, Gamma Ray, Angra e Lacuna Coil se apresentam no segundo dia do festival Via: WikiMetal

Serj Tankian lança “A.F. Day”, faixa de seu novo EP ‘Foundations’
Serj Tankian, vocalista do System of a Down, lançou na última sexta-feira, 17, o primeiro single do novo EP intitulado Foundations (2024, Gibson Records). Na mesma semana, na terça-feira, 14, Tankian lançou seu livro de memórias Down With The System. Essa nova faixa cujo título significa “Another Fucking Day” (“mais um dia de merda”, em tradução livre), fará parte do EP juntamente com mais quatro músicas, que foram gravadas com a Flying Cunts of Chaos, banda de apoio de Tankian. Serj comentou sobre o projeto e a nova música (via Stereogum): “Estamos fazendo um EP chamado Foundations, que contém músicas de diferentes épocas da minha carreira. Estamos começando com o lançamento de uma música chamada ‘A.F. Day’ que tem pelo menos 25 anos.” “Elas são dos primeiros dias do System of a Down, que eu nunca trabalhei com eles e [são] punk rock, meio metal, músicas pesadas. Então como elas se inter-relacionam? Não sei. Não vejo muita música ou letras se inter-relacionando. Eu as incluí no livro de memórias, em termos de reflexão e de algumas explicações, mas não sei de que outra forma elas se relacionam.” LEIA TAMBÉM: Serj Tankian comenta sobre desânimo em fazer longas turnês e seu próximo livro Via: WikiMetal

Oasis de volta? Fãs voltam a acreditar no retorno da banda após teaser misterioso
Oasis, banda inglesa de rock formada pelos irmãos Liam e Noel Gallagher e por Gem Archer, Andy Bell e Chris Sharrock, foi extinta em 2009 mas até hoje deixa muitos fãs com saudades. E parece que os motores da banda estão reaquecendo: nesta segunda-feira, 20, o perfil oficial do Oasis no Instagram compartilhou um vídeo enigmático. Em 14 segundos, o teaser com trilha sonora macabra mostra um homem e um cachorro dentro de um barco, navegando em direção a uma ilha isolada. Foi o suficiente para deixar os fãs se questionando se a banda realmente vai retomar as atividades. View this post on Instagram A post shared by Oasis (@oasis) Em entrevista ao The Jonathan Ross Show em março deste ano, Liam Gallagher revelou que não fala com o irmão, Noel, “há cerca de 10 anos”. Alguns brasileiros relembraram a briga entre os dois nos comentários da postagem surpresa: “Pelo amor de Deus continuem brigados! Eu não tenho dinheiro”, comentou um fã. LEIA TAMBÉM: Álbum tributo ao Talking Heads é lançado com participações de Paramore, Miley Cyrus e mais Via: WikiMetal

Nervosa anuncia primeira turnê norte-americana como headliner
A banda de thrash metal Nervosa acaba de anunciar sua primeira turnê como headliner pelos Estados Unidos e Canadá. A jornada começará no final de agosto e passará por locais importantes como Las Vegas, Los Angeles, Vancouver, Brooklyn e Chicago – incluindo sete paradas no Canadá – e terminará em meados de outubro. As apresentações contarão com o apoio dos grupos Lich King e Hatriot. A líder do grupo, Prika Amaral, comentou: “Estamos entusiasmadas para vir para a América do Norte com uma formação incrível de new wave thrash metal. Esperamos tanto tempo para voltar e traremos um show muito especial para todos vocês!” Confira todas as datas da turnê no site oficial da Nervosa. Via: Rockbizz

AC/DC: Assista na íntegra o primeiro show da Power Up Tour
Na última sexta-feira, dia 17 de maio, o AC/DC deu o pontapé da Power Up Tour na Veltins Arena, em Gelsenkirchen, Alemanha. A apresentação, que durou mais de duas horas e contou com vinte e quatro canções, marcou também a estreia do baixista Chris Chaney, que está substituindo Chris Williams. No tocador abaixo, você pode assistir na íntegra o primeiro show da Power Up Tour – cortesia do usuário do YouTube, Filip. O itinerário da Power Up Tour, que chegou a vender mais um milhão de ingressos em apenas 24 horas, vai contemplar países como Itália, Áustria, França, Bélgica, entre outras nações. Caso queira saber em detalhes o paradeiro do AC/DC, acesse este link. Via: Rockbizz

Raimundos: Rodolfo Abrantes reclama do teor sexual das músicas hoje em dia
Rodolfo Abrantes, compositor de Puteiro Em João Pessoa, Esporrei Na Manivela e Selim, hits do Raimundos, reclamou do teor sexual das músicas hoje em dia. Em entrevista ao podcast Inteligencia Ltda, que é apresentado por Rogério Vilela, o músico comentou que a música e a pornografia estão andando juntas. Rodolfo disse: “Eu vejo o cinema sendo transformado, a cultura. Não fazendo coisas gospel, mas fazendo coisas de qualidade que venham a redimir a nossa cultura. Pelo menos que os jovens tenham opção, porque parece que hoje em dia não tem”. Ele acrescentou: “Quem quer fazer sucesso tem que ser quase pornográfico. A música e a pornografia estão andando juntas”. Questionado pelo apresentador se tem alguma ligação com a música nos dias atuais, Abrantes respondeu: “Eu não ouço música, cara! Eu não ouço nada. Não tenho fone, não ouço nada. Eu desencanei, mas não é birra; eu só não tenho mais o hábito de ouvir música, gosto de silêncio”. Eis a fala completa de Rodolfo Abrantes neste player: Via: Rockbizz

Entrevista: Roy Khan comenta sobre Brasil e white metal
Roy Khan é muito conhecido por seu trabalho com o grupo de power metal Kamelot, o qual integrou até 2011. Atualmente, é o vocalista do Conception, banda norueguesa de prog/heavy metal que virá ao Brasil pela primeira vez em junho, com um show no dia 09, no Carioca Club, em São Paulo. Além de Khan, a banda também é formada por Tore Østby (guitarrista), Ingar Amlien (baixista) e Arve Heimdal (baterista) e passará pelo México, no dia 05, e pelo Chile, no dia 07. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o artista comentou sobre a indústria da música, sua colaboração com o Avantasia em 2008 e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Você tocou recentemente com Edu Falaschi aqui no Brasil e vocês dois juntos soaram incríveis. Há alguma outra banda ou artista brasileiro com quem você gostaria de colaborar? Roy Khan: Obrigado! O show com o Edu foi demais! Vou considerar qualquer oferta que tenha, mas não tenho nenhum artista específico em mente no momento. WM: Você está muito conectado com a igreja cristã há mais de uma década. Você é consumidor de white metal? RK: Na verdade não. Eu ouço alguns. Como a banda norueguesa Extol. Eles são muito bons. WM: O último álbum do Conception é State Of Deception, lançado em 2020. Vocês já estão planejando o próximo trabalho? RK: Estamos todos trabalhando constantemente em novos materiais e projetos paralelos. No entanto, não há planos concretos para nosso próximo lançamento. WM: Antes deste disco, o último álbum do Conception foi Flow, lançado em 1997. Como você acha que a indústria musical e o processo de composição mudaram? RK: Bem… estive lá o tempo todo vivenciando a mudança ano após ano, mas a principal diferença entre agora e então é definitivamente a internet. Hoje em dia todos podem ouvir todos os tipos de música, de qualquer lugar do mundo, a qualquer momento. A distribuição e o marketing obviamente mudaram muito. Escrever músicas não é muito diferente do que sempre foi, exceto que elas não são mais elaboradas na sala de ensaio. WM: Você colaborou com o Avantasia na faixa “Twisted Mind”, em 2008. Como foi a experiência? RK: Saindo de uma longa turnê, na verdade tive alguns problemas com minha voz naquela época e me esforcei para deixar minhas partes do jeito que eu queria, mas o resultado saiu ok, eu acredito. WM: O que os fãs podem esperar deste próximo show aqui no Brasil? Talvez algumas surpresas no setlist? RK: O Conception deve ser vivenciado ao vivo! Deixe-nos convencê-lo. Nos vemos em São Paulo no dia 9 de junho. LEIA TAMBÉM: Artistas brasileiros geram receita bilionária no Spotify em 2023 Via: WikiMetal

Inconstância traz angústia e raiva em EP de estréia ‘Liminal’
Surgida no ano de 2019, a banda formada por Caio Gabriel (vocal), Victor Henrique (baixo), Leo Konishi (guitarra), Kenzo (guitarra) e Fox Mars (bateria) define seu som como uma fusão de peso, melodia, poesia e diversão, elementos estes que certamente estão perfeitamente equilibrados no EP de estréia Liminal lançado no início de 2023. Com letras em português, a banda consegue transmitir ao mesmo tempo um sentimento de raiva, angústia e, incrivelmente, esperança, um diferencial que poucas bandas atuais tem, pois suas letras ao passo que trazem todas as dores do interior de um eu lírico amargurado, também trazem a sensação de que uma luz no fim do túnel está perto. Inconstância traz imersão nos sentimentos com roupagem moderna. Crédito: Reprodução/Instagram O instrumental é um show à parte no EP. Ao mesmo tempo que possui passagens extremamente frenéticas e pesadas, os momentos melódicos que acompanham os vocais trazem um contraste muito interessante e típico do estilo, que se mal feito pode soar bagunçado, mas que não foi o caso aqui. As partes brutais e melódicas conversam em uma harmonia muito equilibrada. Inconstância vai do melódico ao agressivo no EP de estreia Os vocais de Caio, que variam do limpo para o gutural, surpreendem com um alcance muito potente e uma noção melódica muito bacana que, quando somada com os guturais fortes e desesperados, criam uma atmosfera que remete a uma segunda personalidade dialogando com você, te desafiando a passar por linhas contemplativas e introspectivas e passagens brutas e desesperadas que trazem a caracteristica principal do trabalho, como nas faixas “Paradigma” e “Voz Passiva”. Por mais que metalcore não seja o estilo que eu mais escutei, esse disco desceu perfeitamente para mim, o que é um ótimo sinal, pois ele pode servir muito bem como porta de entrada para o estilo e atrair uma base de público bem abrangente. A melodia, poesia e peso estão perfeitamente harmonizados e mostra que a safra atual de bandas realmente está entregando um produto digno de atenção. Tracklist:01 – Paradigma02 – Voz Passiva03 – Dispersão04 – Borda de Vidro05 – Falsa Convicção06 – Dispersão (Piano Version)07 – Falsa Convicção (Acoustic Version) Siga a banda nas suas redes sociais: Inconstância LEIA TAMBÉM: Vocalista do Atreyu, Alex Varkatzaz, diz que a banda inventou o metalcore Via: WikiMetal

Nightwish divulga o novo single Perfume Of The Timeless
O Nightwish divulgou o novo single Perfume Of The Timeless; faixa presente no vindouro álbum Yesterwynde, que será lançado no dia 20 de setembro via Nuclear Blast. O disco é o sucessor de Human. :II: Nature., lançado em 2020. Em conversa com a revista à revista Kerrang!, o tecladista e líder da banda, Tuomas Holopainen, falou sobre a canção. “Quando tivemos o primeiro encontro com a Nuclear Blast, conversando sobre o novo álbum e singles, eu disse a eles que o primeiro single seria uma música chamada Perfume Of The Timeless, com duração de oito minutos e meio e com o refrão chegando aos três minutos e meio. Eles disseram: ‘Perfeito’! Acho que isso tem a ver com o fato de termos um longo legado, isto é, nós podemos fazer o que quisermos, e eu faço, mesmo”. Track listing de Yesterwynde: 01. Yesterwynde02. An Ocean Of Strange Islands03. The Antikythera Mechanism04. The Day Of…05. Perfume Of The Timeless06. Sway07. The Children Of ‘Ata08. Something Whispered Follow Me09. Spider Silk10. Hiraeth11. The Weave12. Lanternlight Via: Rockbizz

Artistas brasileiros geram receita bilionária no Spotify em 2023
De acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), artistas brasileiros viram suas receitas no Spotify quadruplicaram desde 2018, atingindo R$1,2 bilhão em 2023. O crescimento do Spotify no Brasil acompanhou os avanços tecnológicos no consumo de música, com a plataforma sendo lançada no país em 2014. Os streamings revolucionaram a divulgação de trabalhos independentes e transformaram os hábitos de consumo do público. Anteriormente, os meios ilegais eram a opção mais acessível para aqueles que não podiam comprar álbuns físicos. No entanto, as plataformas reduziram os custos para o consumidor e proporcionaram oportunidades para artistas independentes. Em entrevista para o site UOL, a líder de negócios do Spotify, Roberta Pate, declara: (via UOL): “O Brasil, no ano passado, teve um processo de aceleração muito importante. Até nos reportes de quarter [trimestres, em português] que a nossa equipe financeira faz, tem ali algumas mudanças significativas de crescimento acima do que a gente tinha esperado”, afirma. Em 2023, as receitas cresceram 27% em comparação a 2022”. “70% (do que repassamos para artistas brasileiros) foram para independentes. Então, é muito significativo que a gente tire essa concentração do topo da pirâmide e comece realmente a distribuir isso para classe artística descentralizada, de majors, independentes e dos demais gêneros”. Como funciona o pagamento de Royalties no Spotify? De acordo com o Spotify, os royalties são definidos em duas categorias: Royalties de gravação: detentor do direito da gravação que recebe sua parte através do repasse da gravadora ou distribuidora. Desse modo, recebem no critério de mil streams, ou seja, a cada mil streams na mesma música, o valor é monetizado, tanto nos plays dos planos Free ou Premium. Royalties de composição: o proprietário ou compositor de uma canção recebe o repasse por suas editoras, sociedades de gestão e agências no território de uso. Em sua maioria o pagamento é realizado uma vez por mês. O Spotify desconhece a informação de datas ou acordos entre artista e seus representantes após o repasse do valor vindo da plataforma. LEIA TAMBÉM: Spotify pretende lançar recurso de remix similar ao do TikTok Via: WikiMetal

Paul Di’Anno vai tocar a 100 metros do estádio onde o Iron Maiden se apresentará em Bogotá
O Iron Maiden tem compromisso com os fãs colombianos em 24 de novembro, com a poderosa The Future Past Tour. Já no dia 3 de agosto, Paul Di’Anno, vocalista que gravou os dois primeiros álbuns da Donzela de Ferro, também tocará para o público colombiano. A curiosidade da coisa toda é que Di’Anno subirá no palco da Movistar Arena, casa de show que fica a apenas cem metros do Estádio El Campin, onde o Maiden mostrará o poderio sonoro de seus clássicos. Dessa forma, a dica que fica é prestigiar os dois espetáculos e curtir ao máximo os diferentes repertórios. Para ficar por dentro do show do Paul Di’Anno, acesse aqui; e para ficar antenado em tudo do universo Maiden, é só clicar neste link. Via: Rockbizz

Kerry King tremeu igual vara verde ao conhecer Tony Iommi
A sabedoria popular nos diz para nunca conhecermos os nossos ídolos, pois poderemos nos frustrar e colocar toda a admiração pela pessoa em risco de colapsar. Mas tem gente que prefere o correr o risco e parte para trocar uma ideia com ídolo. Com isso, nessa experiência, é super normal que o nível adrenalina suba a níveis estratosféricos e o nervosismo tome uma proporção absurda, o que pode causar algumas gafes. O guitarrista do Slayer, Kerry King, por exemplo, tremeu igual vara verde ao conhecer Tony Iommi, riff master e criador do Black Sabbath, ao lado de Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward. King contou a experiência em entrevista ao programa TV War, da Metal Hammer Grécia. “Em 2006, eu fui ao Classic Rock Awards na Inglaterra. Era para eu entregar um prêmio ao Tony, mas estava nervoso pra cacete”, lembrou King. “Eu estava fora do meu ambiente”, pontuou o guitarrista. “Eu havia feito o Golden Gods bilhões de vezes, mas o Classic Rock Awards estava fora do meu ambiente”, continuou. “Lá estava Steven Tyler (Aerosmith), os caras do AC/DC, o pessoal do Def Leppard, ou seja, eram as pessoas que eu admirava, mas não conhecia nenhuma delas”, acrescentou. “Então, tremendo, peguei o microfone e bati com ele enquanto estava falando. Me senti um idiota. Mas consegui entregar o prêmio ao Tony Iommi e tirar uma foto com ele. Senti que éramos irmãos, e isso foi bem legal”, concluiu. Confira a entrevista na íntegra no player abaixo: Via: Rockbizz

Álbum tributo ao Talking Heads é lançado com participações de Paramore, Miley Cyrus e mais
Em 2023, a produtora de filmes A24 lançou nos cinemas uma versão restaurada do clássico filme-concerto Stop Making Sense, do Talking Heads. Já em 2024, a produtora revelou a chegada de um futuro álbum tributo às canções do filme, com covers de artistas das novas gerações. O Everyone’s Getting Involved: A Tribute To Stop Making Sense, tornou-se disponível na íntegra na última sexta-feira, 17. Algumas canções integrantes do disco já haviam sido reveladas no decorrer dos últimos meses. A versão de “Burning Down The House” feita pelo Paramore foi a primeira a vir a público. Além dessa, também foram lançados covers de “Making Flippy Floppy” por Teezo Touchdown, “Take Me To The River” pela Lorde e “Girlfriend Is Better” pela Girl in Red. O maior sucesso do Talking Heads e o tracklist Foi Miley Cyrus a responsável por reinventar o maior sucesso do Talking Heads. Sua interpretação de Psycho Killer era uma das mais esperadas do álbum tributo e, por isso, dividiu opiniões nas redes sociais. Confira o tracklist de Everyone’s Getting Involved: A Tribute To Stop Making Sense: 1. Psycho Killer – Miley Cyrus2. Heaven – The National3. Thank You For Sending Me An Angel – Blondshell4. Found A Job – The Linda Lindas5. Slippery People – Él Mató a un Policía Motorizado6. Burning Down The House – Paramore7. Life During Wartime – Dj Tunez8. Making Flippy Floppy – Teezo Touchdown9. Swamp – Jean Dawson10. What A Day That Was – The Cavemen.11. This Must Be The Place (Naive Melody) – BADBADNOTGOOD (Feat. Norah Jones)12. Once In A Lifetime – Kevin Abstract13. Genius Of Love – Toro y Moi (feat Brijean)14. Girlfriend Is Better – girl in red15. Take Me To The River – Lorde16. Crosseyed And Painless – Chicano Batman (Feat. Money Mark) Confira abaixo o álbum completo. LEIA TAMBÉM: Talking Heads recusa oferta milionária para turnê de reunião Via: WikiMetal

Festival Franco do Rock em parceria com a Galeria do Rock anuncia as primeiras atrações
O festival Franco do Rock acontece no Parque Municipal Benedito Bueno de Morais nos dias 20 e 21 de julho (sábado e domingo). O evento é gratuito e conta com apoio da Prefeitura de Franco da Rocha e da Galeria do Rock. A cidade fica a 30 minutos de São Paulo. Mais detalhes sobre horários e demais atrações, em breve nas redes sociais da Galeria do rock e do Festival Franco do Rock. Bandas John Wayne e Sujera As primeiras atrações anunciadas são as bandas John Wayne e Sujera. Mais nomes serão confirmados nas próximas semanas. A banda Sujera promete incendiar o palco do festival no dia 20 de julho com músicas como “Terror Zero Onze”, “Negro Drama” e Calle Hood Quebrada”. O grupo mistura hardcore, rap e new metal. E é famoso por suas letras repletas de críticas sociais. Já o John Wayne, que lançou ano passado os singles “Reconectar” e “Semblantes”, chega com seu metalcore pesado e visceral também no dia 20 de julho. O grupo vem despontando como um dos principais nomes da cena do metal nacional. A banda conta com os aclamados álbuns “Purgatório” e “Tempestade”. A estrutura do Festival Franco do Rock Com dois palcos e mais de 20 bandas de diversos estilos de rock, incluindo artistas locais, o festival oferecerá uma ampla gama de atrações para todos os gostos. Além dos shows, os fãs poderão curtir uma exposição de carros antigos, lojistas da Galeria do Rock, campeonatos de skate e basquete. O evento também terá batalhas de rima e palestras sobre música e mercado. A praça de alimentação oferecerá uma variedade de opções culinárias, com destaque para as cervejas artesanais. Para aqueles que desejarem, uma área de camping estará disponível no local, proporcionando conveniência para os participantes que desejam aproveitar ao máximo o fim de semana. LEIA TAMBÉM: Galeria do Rock prepara mudanças em busca de novo público Via: WikiMetal

Serj Tankian revela que teve que lidar com alguns “casos delirantes de fanatismo”
Em uma nova entrevista para a rádio RNZ, o vocalista Serj Tankian (System Of A Down) foi questionado sobre sua segurança e se está ciente disso, especialmente por causa de seu ativismo político. Ele respondeu: “Eu tento estar. Nem sempre estou ciente do que me rodeia no que diz respeito à segurança, mas tento estar, pelo menos por motivos de privacidade. Houve alguns momentos assustadores. Sim, eu tento ficar por dentro disso. Já investiguei algumas coisas quando precisei, mas até agora, tudo bem”. Serj continuou dizendo que esses momentos assustadores ocorrem principalmente nas redes sociais. “Mas eu não considero isso como uma verdadeira reação humana, individualmente, a menos que você diga a mesma coisa na minha cara, pessoalmente. Isso é o que considero uma verdadeira reação humana”, ele explicou. E continuou: “Houve casos de fanatismo com os quais tive que lidar, casos delirantes. Mas há também os casos de ameaças de governos estrangeiros que tive que lidar e que estão no livro. E isso é muito mais assustador”. “Tento ser sincero, mas respeitoso em tudo o que faço, por isso espero estar me tornando uma pessoa equilibrada ao fazer isso”, acrescentou Serj. “Essa é a única coisa que acho que podemos fazer”. O músico e compositor está atualmente promovendo sua autobiografia, Down With The System, que foi lançada no dia 14 de maio pela Hachette Books. Via: Rockbizz

Gravadora lança discos de Kerry King, Sebastian Bach e Deicide; ouça aqui
A gravadora Reigning Phoenix Music lançou recentemente três grandes álbuns: From Hell I Rise, do Kerry King, Child Within The Man, do Sebastian Bach e Banished By Sin, do Deicide. Saiba mais sobre os lançamentos logo abaixo. Kerry King O primeiro álbum solo da carreira de King, From Hell I Rise, conta com 13 faixas que foram gravadas com o produtor Josh Wilbur, que já trabalha há um tempo com o Lamb of God. Em antecipação ao lançamento, Kerry King comentou durante uma entrevista recente para a Metal Hammer a respeito da sonoridade do novo álbum dizendo que se trata de uma extensão do que fazia no Slayer. O lineup completo de sua banda conta com nomes de peso como o vocalista do Death Angel, Mark Osegueda, o baterista de longa data do Slayer, Paul Bostaph, o ex-baixista do Hellyeah, Kelly Sanders e o ex-guitarrista do Machine Head e Vio-lence, Phil Demmel. Sebastian Bach Bach lançou o primeiro álbum solo da carreira em dez anos. Intitulado Child Within The Man, o trabalho sucede Give ‘Em Hell, de 2014. As 11 faixas do álbum foram gravados em um estúdio de Orlando, na Flórida, com produção e mixagem de Michael “Elvis” Baskette. Bach escreveu ou coescreveu todas as faixas do novo trabalho e cantou todos os vocais principais e de apoio. Child Within The Man conta com participações especiais de John 5, Steve Stevens e Orianthi, que coescreveram com Bach, e duas faixas coescritas com Myles Kennedy. Deicide Deicide lançou o 13º álbum de estúdio, Banished By Sin. O trabalho sucede Overtures of Blasphemy, de 2018. O vocalista Glen Benton comenta sua inspiração para o novo trabalho (via Blabbermouth): “Há vários anos que estou sentado num canto escuro. Algumas coisas aconteceram na minha vida que me abalaram e me mudaram. Eu me inspirei escrevendo esse novo disco, foi como apertar um botão. Parei de perseguir a felicidade de todo mundo há muito tempo. O cara que começou isso está de volta! E é bom estar de volta!” Benton acrescenta: “Musicalmente, estamos de volta ao estilo dos anos 1990. Tem coisas modernas lá também. É o Deicide do jeito que deveria ser”. Via: WikiMetal