Entrevistas

Dee Snider não sabe se é corajoso ou estúpido por voltar a fazer shows com o Twisted Sister
I Wanna Rock e I Wanna Dindim! Talvez sejam os dois maiores motivos para as bandas de rock saírem de seus esquifes e retomarem os trabalhos. Seja como for, o Twisted Sister vai celebrar os seus 50 anos com uma turnê mundial em 2026. Em recente conversa com o Steve And Rik’s POTcast, o vocalista Dee Snider refletiu sobre a volta da banda e comentou que não sabe se é corajoso ou estúpido por voltar a fazer shows com o Twisted Sister. “Eu não sei se sou sou corajoso ou sou estúpido”, começou Dee. “Até a aposentadoria do Twisted, que aconteceu em 2016, eu pesava 79 quilos e estava em ótima forma. Minha cintura media 74 centímetros”, comemorou. “Eu tinha 62 anos e as pessoas ficavam de boca aberta. Eu tirava a camisa em todos os shows, as esposas ficavam dando cotoveladas nos maridos e falando para eles deveriam estar da mesma forma”, contou. “Mas eu nunca quero ser aquele cara que faz as pessoas pensarem o quanto o tempo passou”, pontuou o cantor. “Por isso, eu sinto uma grande responsabilidade em garantir que estou em boa forma”. “Além disso, quero garantir que a minha voz esteja em forma. Vou começar a ensaiar aquelas três, quatro, cinco, dez músicas, para chegar lá e não decepcionar as pessoas. Vou dar tudo de mim para entregar uma boa apresentação aos fãs”, concluiu o rock star. Twisted Sister voltará com três membros originais: Dee Snider (vocal), Jay Jay French (guitarra) e Eddie Ojeda (guitarra). O baixista Mark “The Animal” Mendoza não participará da celebração, com isso, Russell Pzütto, que excursionou com os projetos solo de Snider, substituirá Mendoza no baixo. Joe Franco, que tocou brevemente com o grupo em meados da década de 1980, ficará na bateria, substituindo A.J. Pero, que faleceu em 2015 aos 55 anos. Via: RockBizz

Kiko Loureiro joga a real para quem quer vingar na indústria musical
O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, que teve experiências em bandas como Megadeth, Dominó e Angra, jogou a real para quem quer vingar na indústria musical. O músico falou sobre assunto em recente entrevista ao apresentador Andy Addams, do canal Shred Music TV. “Bem, isso é difícil de responder, porque, será que é uma pessoa que pensa: ‘Vou comprar a minha primeira guitarra. Eu gosto de bandas, eu gosto de música’. Acho que, no início, isso é bastante natural. Tenho um grupo de mentoria com alguns jovens. Acredito que todos eles são assim, os pais vêm e dizem: ‘Meu Deus, meu filho toca muito bem’. Ou então: ‘Ele passa o dia inteiro tocando guitarra’. É essa paixão, essa energia que você tem quando tem 12, 13, 15 anos de idade, direcionada ao instrumento em vez de fazer outra coisa. Eu era um pouco assim quando tinha 14, 15 anos”. Kiko prosseguiu: “Acho que este momento é natural. Não se trata de negócios, não se trata da indústria: ‘Vou ser um profissional’. Se trata de gostar de tocar música. Ainda acredito que tudo tem que começar por aí, porque se você não tiver isso em qualquer profissão, como vai ter sucesso? Caso contrário é melhor escolher uma profissão que com certeza lhe dê dinheiro imediatamente como advogado, consultor tributário ou compre e venda coisas e ganhe comissão, e pronto. E quando esse produto parar de vender, é só comprar e vender outro produto que esteja vendendo. Então, quando você decide ser músico ou ter uma banda, é um tipo diferente de decisão. Essa paixão precisa estar presente, essa disposição para praticar, tocar, ensaiar, dedicar tempo, investir e comprar instrumentos. E essas coisas nem parecem investimento”. “Depois, quando você tem essa paixão e se dedica totalmente, se quiser se tornar um profissional, você precisa entender a indústria. Existe esse erro que as pessoas cometem, de achar que só o talento ou tocar bem é suficiente, que alguém vai te ligar ou que algo vai acontecer, ou que um empresário ou uma gravadora vai te procurar. As pessoas esperam que algo aconteça. Você precisa aprender como a indústria funciona e começar a fazer seus contatos, e depois se divulgar na internet. Hoje em dia eu começaria pela internet. Se divulgue no TikTok, Instagram ou qualquer plataforma com a qual você se sinta mais conectado, que você goste de usar. Escolha pelo menos uma e seja consistente. Da mesma forma que você precisa ser consistente praticando ou ensaiando no instrumento, você precisa ser consistente no jogo da internet. E então continue desenvolvendo suas habilidades musicais e entendendo o mercado da música”, concluiu o guitar hero brasileiro. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: Via: RockBizz

John Lydon lembra encontro constrangedor com Donald Trump: “Não gostei dele”
O ex-frontman do Sex Pistols, John Lydon, 69, concedeu uma entrevista ao jornal inglês The Mirror e lembrou brevemente o desastroso encontro que teve com o magnata e político conservador Donald Trump. O ícone do punk rock ressaltou que não gostou do bilionário. “Eu o encontrei uma vez e não gostei dele. Eu o encontrei na premiação musical da VH1. Eu tinha um programa chamado Rotten Radio e fui convidado. A minha querida esposa me acompanhou nesse evento. Trump estava entrando com Jennifer Lopez e Nora [a falecida esposa de Lydon] pisou no vestido dela e rasgou a cauda. Eles ficaram furiosos conosco. Foi um fiasco glorioso. Trump é o Sex Pistols da política”. Além do presidente norte-americano, Lydon refletiu um pouco sobre a família real britânica: “Essa gente nasce numa gaiola de ouro. Não tenho nada contra eles como seres humanos, mas acho que já gastei dinheiro demais com eles”. Longe da banda Sex Pistols, o artista está atualmente em turnê pelo Reino Unido com a palestra Untamed, Unscripted, and Uncensored – Indomável, Sem Roteiro e Sem Censura, em tradução livre. A próxima apresentação será no King George Hall em Blackburn, nesta quarta-feira, dia 12 de novembro. Via: RockBizz

Música ao vivo supera o sexo como forma de entretenimento favorita do mundo, segundo pesquisa
Apesar dos preços salgadíssimos dos ingressos, a música ao vivo superou o sexo como forma de entretenimento favorita do mundo, segundo pesquisa da Live Nation. A gigante produtora de show realizou um estudo com 40 mil pessoas em quinze países para chegar nesta conclusão – via Consequence. A pesquisa revelou que quase quatro em cada dez pessoas em todo o mundo (39%) escolheriam a música ao vivo em detrimento de qualquer outra forma de entretenimento, se pudessem escolher apenas uma para o resto da vida. A música, inclusive, ficou na frente dos filmes e esportes. Quando o sexo entrou na equação, cerca de 70% das pessoas disseram que ainda prefeririam ver seu artista favorito ao vivo do que fazer “amorzinho”. “A música ao vivo não está apenas crescendo, está moldando economias, influenciando marcas e definindo a cultura em tempo real”, disse Russell Wallach, Presidente Global de Mídia e Patrocínio da Live Nation. “Os fãs transformaram a música ao vivo no coração do entretenimento global, e agora é uma das forças mais poderosas que impulsionam a conexão e o crescimento em todo o mundo”, celebrou o empresário. A pesquisa revelou que, para 85% do público, a música define quem eles são. E para 84%, as experiências ao vivo lhes proporcionam a “maior satisfação”. O estudo descobriu que 93% dos fãs afirmam ir a shows porque anseiam por experiências reais em vez de virtuais. Além disso, cerca de 80% dos indivíduos preferem gastar dinheiro em experiências do que em bens materiais. Fazendo uma observação em relação ao nosso mercado, os brasileiros estão marcando presença nos shows que aparecem por aqui. A recente turnê do Guns N’ Roses por cinco cidades foi um sucesso tremendo, por exemplo. Os três shows que o AC/DC fará em São Paulo no começo de 2026, os quais já estão com todos os ingressos esgotados, também provam que os fãs estão escolhendo as experiências ao vivo como forma de entretenimento. Via: RockBizz

Thomas Raggi (Måneskin) anuncia álbum solo com produção de Tom Morello
Thomas Raggi, guitarrista do Måneskin, acaba de anunciar seu primeiro álbum solo, Masquerade, produzido por Tom Morello e com a participação de alguns dos nomes mais icônicos do rock. O álbum será lançado em 05 de dezembro. Com oito faixas, Masquerade reúne um line-up extraordinário de artistas movidos unicamente pelo amor à música, incluindo Tom Morello, Beck, Nic Cester, Alex Kapranos, Maxim, Hama Okamoto, Sergio Pizzorno, Chad Smith, Matt Sorum, Luke Spiller e Upsahl. Falando sobre o lançamento, Thomas disse: “Este álbum é o resultado de muito trabalho e dedicação. Ele é movido pelo desejo de compartilhar minha história através da música e de explorar novas profundezas dentro de mim por meio da experimentação e da descoberta. Mas, ao mesmo tempo, tudo aconteceu de forma natural”. E acrescentou: “No último ano, o Tom me envolveu inúmeras vezes em seus shows e iniciativas. Foi espontâneo pedir a ele que produzisse e ajudasse a estruturar meu projeto solo. Iniciar essa jornada foi realmente mágico e consolidou ainda mais nossa conexão musical. E o que aconteceu depois superou tudo o que eu poderia imaginar. Ver tantos ícones da música se unindo (junto com alguns que tive o prazer de conhecer durante a composição do álbum) me lembrou que a música não tem fronteiras – que é preciso seguir o instinto e a inspiração, ignorar regras impostas e simplesmente fazer o que se sente. A história do Måneskin me ensina isso, e agora tive a confirmação definitiva. Sinto como se aqueles que fizeram história na música colocassem a mão no meu ombro e dissessem: ‘Você está no caminho certo.’” Tom Morello comentou: “Thomas e eu nos conectamos pelas nossas raízes italianas e pela paixão em comum pelo rock. Foi muito empolgante ver um guitarrista tão jovem e talentoso ser tão apaixonado pela música. Desde aquele primeiro encontro, planejamos colaborar e explorar ideias juntos. Para mim, este projeto é mais uma oportunidade de defender o rock’n’roll e mostrar que ele ainda importa. Vejo isso como uma forma de manter essa tradição viva.” “Masquerade” my new album, produced by Tom Morello, out on Dec 5th. Thanks to everyone who has been part of this project: @tommorello @nic_cester @RHCPchad @mattsorum @whatsupsahl @hama_okamoto @THE_SLPOfficial @alkapranos Luke Spiller, Maxim, @beck Pre-order now:… pic.twitter.com/P6E4EM739a — Thomas Raggi (@ThommyRaggi) November 10, 2025 Tracklist de Masquerade: Getcha! – com Nic Cester, Chad Smith e Tom MorelloKeep The Pack – com Matt Sorum e Tom MorelloLucy – com Upsahl, Hama Okamoto e Chad SmithCat Got Your Tongue – com Sergio PizzornoFor Nothing – com Matt SorumYou Spin Me Round (Like A Record) – com Alex KapranosThe Ritz – com Luke SpillerFallaway – com Maxim Via: RockBizz

Meg White falta à cerimônia de inclusão do White Stripes no Rock and Roll Hall of Fame
Quatorze anos após se separarem oficialmente, o The White Stripes garantiu seu lugar na história da música. O ex-casal Jack e Meg White – que passaram por irmãos no início da carreira – agora são membros do Rock and Roll Hall of Fame. Antes da cerimônia, que aconteceu no dia 08 de novembro no Peacock Theatre em Los Angeles, os fãs especulavam se a reclusa Meg White compareceria ao evento pessoalmente. E embora o vocalista/guitarrista Jack White tenha aceitado a homenagem sem a participação da baterista, a presença dela em seu discurso foi quase palpável. “Conversei com a Meg White outro dia”, ele disse. “Ela disse que lamenta muito não poder estar aqui esta noite, mas queria que eu dissesse a vocês que ela é muito grata a todos que a apoiaram ao longo dos anos e que esta noite significa muito para ela”. “Ela me ajudou a escrever tudo isso nos últimos dias”, continuou ele. “Enviei essas coisas para ela e ela revisou. Muitas correções de pontuação também. Ela é muito boa nisso.” Completando as homenagens, a estrela pop Olivia Rodrigo e a cantora e compositora indie Feist apresentaram a música de 2002, We’re Going to Be Friends. Já a dupla Twenty One Pilots tocou o clássico do White Stripes de 2003, Seven Nation Army. Via: RockBizz

Ignacia Fernández, vocalista da banda de metal Decessus, é coroada Miss Mundo Chile 2025
Ignacia Fernández, vocalista da banda de metal Decessus, foi coroada Miss Mundo Chile 2025. A final do concurso de beleza aconteceu na noite do último domingo, dia 09 de novembro. Com esta conquista a modelo irá representar o Chile na 73º edição do Miss Mundo, que vai rolar no próximo ano. Pelas redes sociais, Ignacia comemorou o prêmio: “Não poderia estar mais feliz e grata. Assumo este belo desafio com toda a energia e dedicação para representar meu país da melhor maneira possível. Prometo dar o meu melhor, com paixão, trabalho e determinação”. “Obrigada pelo reconhecimento mundial do meu canto! É um pedacinho da minha alma que me inspira a continuar crescendo e sonhando alto. Vamos com tudo, Chile! Rumo à coroa”, finalizou a jovem. A modelo de 27 anos é a frontwoman da Decessus, banda de death metal que iniciou os trabalhos em 2020. Mesmo com pouco tempo de vida, a banda já abriu shows para bandas internacionais como Insomnium, Jinjer e Epica. Além disso, eles já fizeram shows na Finlândia e Alemanha. Veja a modelo mostrando o peso de seu lado metal: Via: RockBizz

Lzzy Hale (Halestorm) desmistifica a ideia de que as mulheres devem “servir seus maridos”
Lzzy Hale, vocalista da banda de rock Halestorm, sempre bateu na tecla de que toda mulher deve ser independente e livre para fazer as próprias escolhas. A artista aborda este assunto em suas canções como em Rain Your Blood on Me, faixa presente no novo álbum Everest. Recentemente, durante conversa com a revista American Songwriter, Lzzy falou sobre as pressões sociais impostas às mulheres. Na conversa, ela desmistificou a ideia de que as mulheres devem “servir seus maridos”. “Como mulher que sempre amou música alta e quis ser barulhenta, eu fui ensinada desde jovem que as meninas devem ser vistas e não ouvidas e que você precisa ser gentil. Você precisa encontrar um homem. É melhor você servir bem o seu homem, senão ele vai te abandonar. Nos passaram todas essas coisas desde muito cedo, mas precisamos desaprender”. O roqueira completou a sua reflexão falando sobre a música Rain Your Blood on Me, sua liberdade artística e seu empoderamento pessoal. “Você fala sobre a luta, você fala sobre a culpa e sobre a vergonha a que nós, mulheres, passamos em nossas vidas. submetidas. Isso foi eu finalmente dizendo exatamente o que eu queria dizer, e pensei: ‘Finalmente escrevi um verdadeiro hino feminino’. É empoderador”. Everest é o sexto registro de estúdio da banda norte-americana. Ele chegou às lojas no dia 08 de agosto pela Atlantic Records. Além da vocalista e guitarrista Lzzy Hale, o Halestorm conta com os trabalhos de Arejay Hale (bateria), Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo). Foi este time, que ao lado do produtor Dave Cobb (Brandi Carlile, Chris Stapleton, Jason Isbell), que deu vida a Everest. Track listing de Everest: 01. Fallen Star02. Everest03. Shiver04. Like A Woman Can05. Rain Your Blood On Me06. Darkness Always Wins07. Gather The Lambs08. WATCH OUT!09. Broken Doll10. K-I-L-L-I-N-G11. I Gave You Everything12. How Will You Remember Me? Via: RockBizz

Bad Company entra para o Rock and Roll Hall of Fame; assista
O Bad Company entrou para o Rock and Roll Hall of Fame no sábado (08 de novembro) no Peacock Theater em Los Angeles, Califórnia. A banda estava elegível para a indução desde 1999 mas só recebeu sua primeira indicação este ano. Mick Fleetwood, baterista do Fleetwood Mac, fez o discurso de introdução, dizendo ao público: “Paul [Rodgers, vocalista do Bad Company] é a voz que todo cantor de rock tem como guia. Ouvir uma música do Bad Company é ouvir uma voz única que leva o rock a novos patamares. … O Bad Company tinha suas raízes no blues, mas também criou melodias pop uniformes e inesquecíveis. Eles ajudaram a definir o caminho musical que o rock seguiria”. O baterista fundador do Bad Company, Simon Kirke, foi acompanhado no palco por Chris Robinson (The Black Crowes), Nancy Wilson (Heart) e Joe Perry (Aerosmith) para uma apresentação de Feel Like Makin’ Love, antes de Bryan Adams assumir o microfone para Can’t Get Enough. Após a performance, Kirke aceitou a homenagem de Fleetwood e imediatamente reconheceu Rodgers – que optou por não comparecer à cerimônia uma semana antes por motivos de saúde-, chamando-o de um dos maiores cantores de todos os tempos. O baterista também prestou homenagem ao saudoso membro Mick Ralphs, que faleceu no início deste ano, e a Boz Burrell, que faleceu em 2006. Em uma mensagem em vídeo, Rodgers dedicou a homenagem aos fãs do grupo, finalizando com: “Minha oração para nós é que todos escolhamos o amor”. Confira vídeos da introdução do Bad Company no Rock and Roll Hall of Fame abaixo: Via: RockBizz

The Smiths: Mike Joyce confirma que não fala com Morrissey há 33 anos
Mike Joyce, baterista da lendária banda The Smiths, falou sobre seu relacionamento com o vocalista Morrissey durante uma entrevista recente ao The Guardian. Joyce revelou que não conversa de verdade com Morrissey desde 1992, quando se encontraram em Altrincham, Reino Unido. “Pelo que percebi, ele certamente tem opiniões políticas muito diferentes das minhas”, explicou o baterista. “Mas essa é a opinião dele. Ele parece estar muito irritado com muitas coisas. Claro que eu ouço pessoas dizendo: ‘Não consigo ouvir The Smiths. Não consigo separar a arte do artista’. Se é assim que você se sente, tudo bem”. Joyce também reconheceu a complexidade da relação profissional que tiveram no passado e enfatizou que seus sentimentos em relação ao cantor permanecem ambivalentes. “Não quero que pareça que eu não gostava do Morrissey. Ele era foda. Um cara muito engraçado, com um humor afiado. Mas era uma relação muito incomum. Havia uma distância. Eu aceitei que éramos pessoas muito diferentes”. Em 1992, Joyce viu Morrissey em uma loja de informática onde o vocalista estava comprando tinta para impressora. Um atendente da loja interveio antes que qualquer conversa pudesse acontecer, resultando em uma oportunidade perdida para uma reconciliação que definiria os próximos 33 anos de afastamento entre eles. No entanto, a relação entre Joyce e Morrissey foi mais complicada do que apenas diferenças pessoais. Um processo judicial sobre direitos autorais agravou a ruptura entre os ex-companheiros de banda, adicionando disputas legais ao relacionamento pessoal já fragilizado. Serviu como um lembrete constante da incapacidade de reconciliação, tornando qualquer colaboração ou reunião futura cada vez mais improvável. Via: RockBizz

Grindcore está em alta no Brasil com as porradas sonoras do Rotten Sound e Napalm Death
O grindcore está em alta no Brasil com as porradas sonoras de Rotten Sound e Napalm Death. As bandas irão retornar ao nosso país em novembro e dezembro, respectivamente. São dois grupos responsáveis por moldar a estética brutal que une velocidade, caos e crítica social. Os finlandeses do Rotten Sound, na ativa desde 1993, desembarcarão no Brasil para quatro shows e, em todos, com participação da banda nacional de grindcore Baixo Calão. A turnê do Rotten Sound pelo Brasil começará no dia 13, com show em Campinas, no Tag. Depois, os finlandeses partirão para Santos, onde tocarão dia 14 no Cadillac Music. Tem também show dia 15 no Rio de Janeiro, no Garage Grindhouse, e o último acontecerá em São Paulo no dia 16, no Burning House. Napalm Death Em dezembro será a vez de receber o Napalm Death em um show único e já esgotado em São Paulo. O concerto será no dia 5 de dezembro no Hangar 110. Ratos de Porão será a banda de abertura da festa. O Napalm Death surgiu em 1981, no vilarejo de Meriden, próximo a Birmingham, Inglaterra, e atravessa décadas como uma das formações mais influentes do mundo com sua sonoridade pesada e contestadora. Com razão, as apresentações da banda inglesa são descritas por fãs e crítica especializada como um ataque sensorial pesado, direto e intenso. O que é grindcore e por que ele continua relevante O grindcore nasceu na metade dos anos 1980, no Reino Unido, como um cruzamento entre o hardcore punk e o death metal. A ideia era simples: tocar o mais rápido, sujo e intenso possível e, ao mesmo tempo, usar essa energia como forma de protesto. Baterias em blast beats, vocais guturais e riffs curtos e explosivos definiram o estilo. As músicas muitas vezes não passam de um minuto, mas concentram uma fúria imensa. Pioneiros como Napalm Death e Carcass transformaram a agressividade em arte, abrindo espaço para uma geração que incluiria bandas lendárias como Terrorizer, Brutal Truth e, anos depois, os finlandeses do Rotten Sound, uma das formações mais respeitadas do gênero em atividade. Hoje, o grindcore segue vivo e influente, tanto em selos independentes quanto em festivais underground. O estilo ganha novo fôlego com o interesse de um público jovem sedento por autenticidade. Via: RockBizz

Bruce Dickinson lembra que trouxe alegria e sorriso aos caras do Iron Maiden em seu teste para a banda
Trocando uma ideia com a revista inglesa Classic Rock, Bruce Dickinson lembrou que trouxe alegria e sorriso aos caras do Iron Maiden em seu teste para a banda. O cantor entrou para o grupo no ano de 1981, após deixar o Samson. O Air-Raid Siren substituiu o vocalista Paul Di’Anno, porque não estava dando conta do trabalho, estava batendo de frente com a chefia – Steve Harris e Rod Smallwood – e atolando o pé na jaca, bebendo e consumindo muitas drogas. Esse trio garantiu a justa causa de Paul e uma posição de coadjuvante na história do metal. “Foi estranho! Quando cheguei lá Steve não estava. ele ainda não tinha chegado, mas todos os outros estavam. E olhei em volta e todos pareciam infelizes. Estava todo mundo triste. E eu pensei: ‘Isso vai ser difícil’. Mas começamos a tocar algumas músicas que conhecíamos e descobrimos que todos nós conhecíamos metade de todas as músicas de rock do planeta. Tocamos um pouco de AC/DC, um pouco de Deep Purple – Woman From Tokyo e depois Black Night – e assim por diante. Então, de repente, estávamos todos sorrindo e nos divertindo”. Dickinson completou: “Steve apareceu e começamos a ensaiar algumas músicas do Maiden. Nós tocamos três ou quatro músicas do Maiden, mas eu já tinha aprendido todas. Clive tinha sido o baterista do Samson, então tudo parecia muito natural. Mas então tive que esperar duas semanas para que eles resolvessem a situação com Paul depois dos últimos shows na Escandinávia. O resto é história”. Iron & Di’Anno Junto da Donzela de Ferro, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Paul Di’Anno faleceu no dia 21 de outubro de 2024, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. Iron & Dickinson Em estúdio, Bruce estreou no álbum The Number of the Beast, de 1982. Depois dele vieram obras seminais do metal como Piece of Mind (1983), Powerslave (1984), Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988). Depois de Fear of the Dark (1992), o cantor saiu da banda para se dedicar à sua carreira solo. Ele só retorno ao seu “habitat natural” em 1999 para uma parceria que já rendeu mais seis registros de estúdio. Via: RockBizz

Gene Simmons (KISS) faz tour em sua geladeira e diz o que faz para manter a boa forma
A pedido da revista Men’s Health, Gene Simmons (KISS) fez uma tour em sua geladeira e disse o que faz para manter a boa forma. O roqueiro contou o que faz para se manter esbelto no alto de seus 76 anos. “Tenho que me controlar por causa da minha forma física e tudo mais”, começou Gene. “E quanto mais velho fico… Tenho 76 anos agora. O problema é o metabolismo, que desacelera como o tique-taque de um relógio antigo. Então, aos 76 anos, não posso comer tudo o que eu gostaria”. Simmons comentou que é um grande fã de todos os tipos de sobremesas, incluindo biscoitos, chocolates e bolo. Ele descreveu os doces como “a maior diversão que pode ter de calças vestidas”. Outro fator que o ajuda a manter o peso é o fato de não consumir álcool em nenhum momento de sua vida. Essa vitória ele concede à sua falecida mãe, Flora Klein, que faleceu em 2018 aos 93 anos. “Ela sobreviveu aos campos de concentração da Alemanha nazista aos 14 anos de idade. Então, eu nunca quis partir o coração dela”, explicou. “Eu sou o único filho dela. Então, essa ideia de que eu poderia ser um fracassado, não conseguir ganhar a vida e me autodestruir… Ela daria a vida para impedir que alguém me machucasse, mas tudo bem eu me machucar? Isso é loucura. Jamais”, continuou. O linguarudo ponderou: “Quando estou em turnê, isso não importa. Eu comeria cheesecake todos os dias porque estou usando uma roupa de 18 quilos e saltos plataforma de 18 centímetros. Você não precisa fazer mais nada. Em duas horas, você estará exausto. A quantidade de calorias que a gente queima no palco é equivalente a um treino pesado. Então eu posso comer qualquer coisa. Depois dos shows, eu não sinto muita fome, mas tenho muita vontade de comer doces. De manhã, eu como uma grande porção de claras de ovo, um bife, torradas e café; Depois vou comer só no final da tarde. Além disso, gosto bastante de cereais com leite bem gelado”. “Como mencionei, tenho 76 anos. Apenas caminho, ou seja, eu não malho em academia. Você não precisa caminhar quilômetros e quilômetros. Os dez mil passos que tanto falam. Mas somos todos geneticamente diferentes. A dica que dou é ficar mais tempo em pé do que sentado durante o dia. Isso é tudo o que você precisa”, finalizou o rock star. Via: RockBizz

Eric Singer vai tocar com Gene Simmons, Paul Stanley e Tommy Thayer no KISS Kruise – Landlocked In Vegas
O baterista Eric Singer vai tocar com Gene Simmons, Paul Stanley e Tommy Thayer no KISS Kruise – Landlocked In Vegas. O evento acontecerá entre os dias 14 e 16 de novembro de 2025, no Virgin Hotels Las Vegas. O quarteto fará duas apresentações “sem máscaras”: uma acústica e outra elétrica. Esta será a primeira vez que a banda mais quente do mundo se apresentará desde que se aposentou das turnês no finalzinho de 2023. Além dos shows, Singer, Simmons, Stanley e Thayer também farão uma sessão de perguntas e respostas com os fãs. Terá sessão de autógrafo, atividade de adivinhação de riffs de guitarra e bateria e outros programas. O KISS Kruise – Landlocked In Vegas acontecerá no momento em que a família KISS e os fãs ao redor do mundo homenageiam a memória do guitarrista Ace Frehley, cuja criatividade e influência ajudaram a definir o som e o legado inconfundíveis da banda. Além das apresentações “sem máscaras” do KISS, o fim de semana contará com a participação do Quiet Riot, Stephen Pearcy e Warren DeMartini interpretando músicas do Ratt, Bruce Kulick, Sebastian Bach, Black ‘N Blue, School Of Rock e muito mais. Via: RockBizz

Yungblud ganha indicação ao Grammy 2026 com cover de Changes, do Black Sabbath
O inglês Yungblud está entre os principais nomes do rock indicados ao Grammy 2026. A lista saiu nesta sexta-feira, dia 07 de novembro, e o jovem rock star, ao lado de Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman e II, está concorrendo na categoria Melhor Performance de Rock com Changes, cover do Black Sabbath. Yungblud ainda chegou com indicações para Melhor Álbum de Rock com Idols e Melhor Canção de Rock com a faixa Zombie. Nada mal para um artista que ainda está no começo de carreira e precisa conquistar seu espaço na cena rock n’ roll. Outros nomes do rock e metal como Deftones, Linkin Park, Hayley Williams, Turnstile, Dream Theater, Ghost, Sleep Token e Spiritbox estão concorrendo ao Grammy 2026. A cerimônia acontecerá no dia primeiro de fevereiro na Crypto.com Arena em Los Angeles, EUA, com transmissão ao vivo pela rede de televisão CBS e streaming ao vivo e sob demanda no Paramount+. Além do pop, rock e metal, o Grammy premiará artistas de outros segmentos como country, rap, R&B e jazz. Segundo a entidade, a ideia é refletir um ano de criatividade musical nas mais variadas formas. Via: RockBizz

Quadrilha colombiana é presa roubando celulares em show do Linkin Park em Curitiba
O brasileiro não tem paz nem em seu momento de lazer! Uma quadrilha colombiana foi presa roubando celulares em show do Linkin Park em Curitiba. A ação da polícia paranaense, que levou o nome de Operação Linkin Park, conseguiu recuperar 20 celulares que haviam sido furtados durante o evento. De acordo com as autoridades, uma das vítimas da quadrilha forneceu o rastreamento do próprio aparelho furtado, que indicava a localização próxima a um veículo Hyundai HB20 estacionado nas imediações do show. Na abordagem aos suspeitos, que eram três homens e duas mulheres, os policiais encontraram os objetos furtados, dinheiro e drogas. Os cinco indivíduos foram detidos em flagrante e foram encaminhados à delegacia. Dito isso, para os fãs que vão aos próximos concertos do Linkin Park e apresentações de outros grupos e artistas, tenham toda atenção possível em seus pertences para diminuir os riscos de furtos e roubos. Os bandidos não estão dando trégua em nenhum momento, então, durante os espetáculos, vale ficar perto de amigos e evitar usar os celulares no meio da multidão. São medidas simples, mas podem ajudar na manutenção da segurança. Via: RockBizz

“Heavy metal é a perversão do rock; metal tem gosto de kombucha e vômito”, afirma Lobão
Recentemente, durante uma rodada de conversa no programa RivoTalks, que vai ao ar pelo canal RivoNews e tem apresentação de Cecilia Flesch e Gabriel Wainer, o cantor João Luiz Woerdenbag Filho – também conhecido com Lobão – deu as suas impressões sobre o heavy metal. A opinião do artista sobre a música pesada partiu de um questionamento de Gabriel, que foi seguinte: ‘você prefere ir a um show de heavy metal ou participar de queijos e vinhos com os ricos do Leblon’? Lobão respondeu (transcrição via RockBizz): “Queijos e vinhos, porque eu comeria um queijo bom e beberia um bom vinho, pelo menos. O heavy metal não dá! Tem umas bandas que eu gosto como Sepultura. Eu também gosto do Slipknot porque tem o Eloy Casagrande. Ele é um dos maiores que eu já vi. Acho incrível o Rammstein! Eles são ‘state of art’. Os caras têm impressionismo alemão”. João Luiz acrescentou: “Acho o heavy metal uma perversão! Heavy metal é a perversão do rock. É uma coisa olímpica, com o cara querendo levantar peso e com afirmações “testosterônicas” de extremo mal gosto. O metal acabou com a elegância do rock. Heavy metal é o kombucha do rock! É uma perversão do paladar! Tem gosto de vômito e gosto de regurgitação. O rock tem urgência, tem uma precariedade e elegância. O heavy metal é todo careta e bobo. Você tem que ser virtuoso. Se é assim, eu vou ouvir Niccolò Paganini, mas não esses caras”. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

Arch Enemy lança lyric video da música March Of The Miscreants
O Arch Enemy lançou o lyric video da música March Of The Miscreants. A faixa está presente no mais novo álbum de estúdio da banda, o décimo segundo de sua carreira, que se chama Blood Dynasty. O disco chegou ao mercado no dia 28 de março de 2025 pela Century Media Records. Blood Dynasty está disponível em vários formatos como CD, CD edição de luxo, vinil preto, vinil colorido (vermelho, branco e mais) e digital. Sobre o novo full length, o guitarrista e líder da banda, Michael Amott, falou: “Este novo álbum ultrapassa os limites do que fizemos antes. É tudo o que você esperava da banda e mais um pouco! Mal podemos esperar para que você ouça e sinta a energia que colocamos em cada faixa. Bem-vindos a Blood Dynasty”. Atualmente, o Arch Enemy possui os trabalhos de Alissa White-Gluz (vocal), Michael Amott (guitarra), Joey Concepcion (guitarra), Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria). Track listing de Blood Dynasty: 01. Dream Stealer02. Illuminate the Path03. March Of the Miscreants04. A Million Suns05. Don’t Look Down06. Presage07. Blood Dynasty08. Paper Tiger09. Vivre Libre10. The Pendulum11. Liars & Thieves Via: RockBizz

Candidata a Miss Mundo Chile quebra os padrões dos concursos de beleza ao cantar uma música de death metal
A cena metal é uma caixinha de surpresa! No último domingo, 02, Ignacia Fernández, candidata a Miss Mundo Chile, surpreendeu os jurados ao apresentar uma música de sua banda de death metal. A modelo de 27 anos, que estava representando a comunidade de Las Condes, é a frontwoman da Decessus. Para sua apresentação na semifinal do concurso de beleza, Ignacia decidiu cantar uma das músicas originais da Decessus, tendo o apoio de seu colega de banda, o guitarrista Carlos Palma. Além dos vocais guturais, a apresentação da moça foi repleta de energia e técnica vocal, o que a fez viralizar rapidamente nas redes sociais, já que exibiu um lado artístico raramente visto em competições desse tipo. E é claro que os jurados e o público ficaram de boca aberta pela performance da modelo. O espanto acabou se transformando em aclamação, consequentemente, em uma vaga na final do concurso, que vai acontecer no próximo domingo, 9 de novembro. Veja a performance de Ignacia Fernández no concurso Miss Mundo Chile: Decessus, que também conta com o baterista Martín Fénix e o baixista Jaime Pepe, começou a carreira em 2020. Mesmo com pouco tempo de vida, a banda já abriu shows para bandas internacionais como Insomnium, Jinjer e Epica. Além disso, eles já fizeram shows na Finlândia e Alemanha. Via: RockBizz

Turnê de Morrissey pela América Latina vai por água abaixo devido esgotamento do rock star
E aconteceu mais uma vez! A turnê de Morrissey (ex-The Smiths) pela América Latina foi por água abaixo devido esgotamento do rock star. A produtora Move Concerts Brasil, que é a responsável pela turnê do artista em nossa área, confirmou o cancelamento. Na legenda da postagem nas redes sociais, a empresa escreveu: “Informamos ao público que, por motivos de extremo esgotamento do artista, a turnê do Morrissey pela América Latina não acontecerá, incluindo o show programado para 12 de novembro no Espaço Unimed, em São Paulo”. Em junho deste ano, Morrissey cancelou seu show em Estocolmo, Suécia, alegando que a banda estava “extremamente cansada de viajar”. No comecinho de novembro, ele cancelou outros dois shows no México devido extrema exaustão. Além do cansaço, o vocalista do The Smiths precisou cancelar o show da Turquia por conta da reação negativa a seu apoio a Israel na guerra em Gaza. Ele ficou com medo e decidiu anular a apresentação. Infelizmente, o artista não mostra muito compromisso com os fãs e parceiros de negócios, visto que cancelamentos causam muitas dores de cabeça e prejuízos. Via: RockBizz

Soen critica a coroação de abutres como reis no novo som Mercenary
O grupo sueco Soen está criticando a coroação de abutres como reis no novo som Mercenary. A faixa estará no repertório do álbum Reliance, que sairá no dia 16 de janeiro de 2026 pela Silver Lining Music. “Mercenary fala sobre a violência que herdamos, que faz com que o ódio se infiltre em nossas vidas, moldando gerações”, explicou Joel Ekelöf. “A música também aborda a traição e sobre como isso pode nos levar a coroar abutres como reis’, acrescentou Martin Lopez. “Além disso, ela é uma música que carrega a essência do Soen: peso, melodia, potência e precisão”. Confira: O trabalho, que será o sétimo da carreira da banda, teve a produção, gravação e mixagem de Alexander Backlund, que aconteceram no Fascination Street Studios. Já a masterização ficou sob a responsabilidade de Tony Lindgren. Reliance estará disponível em diferentes formatos como CD, vinil preto de doze polegadas, vinil colorido de doze polegadas e digital. Em sua formação, o Soen conta com os trabalhos de Joel Ekelöf (vocal), Martin Lopez (bateria), Lars Enok Åhlund (teclado e guitarra), Cody Ford (guitarra) e Stefan Stenberg (baixo). Track listing de Reliance: 01. Primal02. Mercenary03. Discordia04. Axis05. Huntress06. Unbound07. Indifferent08. Drifter09. Draconian10. Vellichor Via: RockBizz

Josh Homme (Queens Of The Stone Age) reage ao ser considerado um símbolo sexual no rock
O vocalista do Queens of the Stone Age, Josh Homme, reagiu ao saber que é considerado um símbolo sexual no mundo do rock durante uma sessão de perguntas e respostas publicada no The Standard Going Out. Quando questionado sobre as pessoas o chamarem de símbolo sexual, Homme ofereceu uma perspectiva filosófica sobre a natureza da percepção e admiração pública. “Sério?”, disse o cantor. “Adoração e ódio são duas faces da mesma moeda. E essa não é uma moeda que eu carrego no bolso”. Quando o entrevistador comentou que sua resposta foi misteriosa, Josh brincou: “[A resposta é] bem sexy, francamente”. Homme sugeriu que não se prende a esses rótulos, ao mesmo tempo em que reconheceu o paradoxo da adoração pública na indústria do entretenimento. Confira a sessão de perguntas e respostas abaixo: Via: RockBizz

Max Cavalera acha muito difícil bandas novas se firmarem no mercado musical: “Criaram um mostro”
Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) é um artista com mais de trinta anos de carreira no heavy metal. É uma vitória e tanto para qualquer artista, contudo, fica ainda mais especial para um brasileiro, pois o mercado nacional nunca foi benevolente com a música pesada. Em entrevista ao canal finlandês Chaoszine, Max comentou que acha muito difícil bandas novas se firmarem no mercado musical. Devido ao novo formato de negócio com streamings imperando na cena, isto impediu muitas bandas a sobreviverem e prosperarem. “É difícil! É muito difícil”, disparou Cavalera. “As vendas de discos hoje em dia são muito diferentes de 25 anos atrás. Quando o Soulfly surgiu, o primeiro álbum foi disco de ouro nos Estados Unidos. Roots (Sepultura) e Primitive (Soulfly) também foram discos de ouro. Eles venderam milhares e milhares de cópias. Isso não acontece mais. Agora você tem que fazer tudo. Você tem que usar as redes sociais. Você tem que sair em turnê. Você tem que vender camisetas. Você tem que ser criativo. Então, é algo bem difícil”. Max continuou em tom pessimista: “Acho que para uma banda jovem que está começando agora, é muito difícil. Está mais difícil do que antes. Mas as coisas são como são. Eles criaram esse monstro e não sabem como consertá-lo. É uma pena que os músicos acabem pagando o preço por isso”. “Fico feliz que pelo menos ainda estejamos fazendo álbuns. Existem fãs que amam vinil, que amam a cópia física. Ainda existe paixão por essa música, e eu adoro isso. É por isso que continuarei fazendo discos, porque acredito no álbum, acredito no poder de um disco. Acredito no poder de um álbum. É algo mágico. É algo legal. É algo incrível. Eu ouço meus discos antigos, ouço discos novos. Estou sempre buscando inspiração pelo álbuns. Acho isso incrível”, arrematou o músico deixando o ar cético de lado. No final de novembro, o Soulfly lançou o álbum Chama pelo selo alemão Nuclear Blast Records. O disco é um verdadeiro retorno às origens espirituais do grupo que, de alguma forma, carrega uma vitalidade e modernidade contemporâneas. O trabalho teve sua gravação no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino, engenheiro de som que já trabalhou com Max em diversas ocasiões. A produção ficou por conta de Zyon Cavalera e Arthur Rizk, com este último também responsável pela mixagem e masterização. Já a arte da capa ficou sob a tutela de Carletta Parrish. Chama está disponível em algum formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (amarelo e vermelho), vinil picture disc e digital (download e streaming). Track listing de Chama: 01. Indigenous Inquisition02. Storm the Gates03. Nihilist04. No Pain = No Power05. Ghenna06. Black Hole Scum07. Favela / Dystopia08. Always Was, Always Will Be…09. Soulfly XIII10. Chama Via: RockBizz

Guns N’ Roses louva as grandezas do Brasil em artes sobre cada cidade em que levou seu hard rock
O Guns N’ Roses está na América Latina com a turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O giro já passou por países como Colômbia, Argentina e Chile. O nosso país também esteve dentro do pacote! As apresentações aconteceram em Florianópolis, São Paulo, Curitiba, Cuiabá e Brasília. O show na capital federal, que foi o derradeiro em nossas terras, foi realizado no último domingo, dia 02 de novembro. Em suas redes sociais, o Guns N’ Roses louvou as grandezas do Brasil em artes sobre cada cidade em que levou seu hard rock. Isto é um costume da banda nos últimos tempos, no entanto, dessa vez fisgou a nossa atenção por se tratar de nossa cultura e símbolos de nosso país. Na arte em homenagem a Florianópolis é possível ver o martim-pescador-verde, que é a ave símbolo da cidade. Como o nome já entrega e está retratada na imagem da banda, a ave é expert em caça em águas rasas, além disso, é comum vê-la na orla marinha. Em São Paulo, o show rolou em um estádio de futebol, com isso a banda trouxe uma arte que tem dois jogadores – em forma de caveira, é bom frisar – da seleção brasileira nitidamente comemorando um gol. O grupo deu uma forçada de barra, uma vez que há muitos anos o time do Brasil não entrega nada de relevante aos torcedores. Para Cuiabá, o GN’R quis homenagear o bioma do Pantanal ao trazer a beleza exuberante da onça-pintada. Na arte é possível ver também a vitória-régia, que muito comum no rio Paraguai, o qual fica na região. A figura em celebração a Curitiba teve a conotação mais lúdica, no entanto, cheia de simbolismos a ver com a cidade. A fofura da capivara marca presença com o que parece ser o grimpeiro, ave símbolo do município. Já na imagem referente a cidade de Brasília, o grupo homenageou o bioma do cerrado, com a presença do lobo-guará. Além disso, há a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida – ou simplesmente a Catedral de Brasília – no fundo da imagem, cuja inauguração oficial foi em 1970. Depois das apresentações em solo brasileiro, o Guns N’ Roses vai para Lima, Peru, e para Cidade do México, México. Estes serão os dois últimos concertos da perna latino-americana da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Via: RockBizz