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No Bangers Open Air 2026, Arch Enemy consagra Lauren Hart como nova vocalista 
Entrevistas
26/04/2026

No Bangers Open Air 2026, Arch Enemy consagra Lauren Hart como nova vocalista 

Arch Enemy fez seu retorno ao Brasil após quatro anos como o grande headliner do primeiro dia do Bangers Open Air 2026, que acontece neste final de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo. A banda sueca de death metal melódico entrou no line-up após o cancelamento do Twisted Sister, e o contexto para sua vinda ao festival não poderia ser melhor: a tão aguardada estreia da nova vocalista, Lauren Hart, em terras brasileiras. O setlist passeou por todas as fases do grupo, resgatando até mesmo clássicos da era Johan Liiva, como “Bury Me An Angel”, que levou os fãs de longa data à loucura, e cuja mesma reação também aconteceu na imponente nova faixa “To The Last Breath”. Os veteranos e membros fundadores Michael Amott e Daniel Erlandsson dispensam apresentações; como pilares da guitarra e bateria no estilo, respectivamente, e que comandam o palco entregando o perfeito equilíbrio entre melodia e peso extremo que consagrou o quinteto. Canções imortalizadas na voz de Alissa White-Gluz, como “War Eternal”, “The World Is Ours” e “The Eagle Flies Alone”, também marcaram presença no repertório e se provaram hits absolutos ao vivo. Lauren Hart se emocionou com recepção dos fãs brasileiros durante show do Arch Enemy Sempre que seu nome era entoado pelo público, Lauren se emocionava e deixava de lado a postura de frontwoman implacável dos vocais guturais para agradecer o carinho dos fãs, ressaltando que “sempre ouviu coisas boas do Brasil” — o que rendeu um dos momentos mais calorosos do show. Hart também impressiona por sua presença de palco e timbre vocal, que remetem diretamente à icônica ex-vocalista e atual empresária da banda, Angela Gossow. Não seria exagero especular que a escolha da norte-americana para o posto tenha tido um peso proposital justamente por essa familiaridade. Escalado para o Bangers Open Air 2026 com a árdua missão de substituir um nome histórico, o Arch Enemy provou o porquê de ser headliner dos principais eventos europeus e um dos gigantes do seu gênero, confirmando que a sua convocação para esta edição foi um acerto absoluto. Com um show poderoso, o grupo sueco dá início a uma nova fase acompanhado de uma vocalista carismática e técnica, que honra o legado de suas antecessoras e captura perfeitamente a essência da banda e prestes a lançar um álbum que terá o bom e velho “pure fucking metal”. LEIA TAMBÉM: In Flames deixa São Paulo em chamas com performance eletrizante Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Adrian Smith não vê o Iron Maiden se aposentando e elogia o espírito energético de Steve Harris
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25/04/2026

Adrian Smith não vê o Iron Maiden se aposentando e elogia o espírito energético de Steve Harris

Durante entrevista à revista Billboard, o guitarrista britânico Adrian Smith comentou que não vê o Iron Maiden se aposentando. Ele aproveitou o espaço para elogiar o espírito energético de Steve Harris, que acaba “contagiando” todo mundo da banda. “Não consigo imaginar isso [a aposentadoria] acontecendo. Todos nós amamos fazer isso”, falou Adrian. Smith seguiu falando do baixista para reafirmar seu ponto: “Steve Harris tem 70 anos agora, e o cara consegue jogar futebol à tarde, 90 minutos, uma partida de verdade, depois subir ao palco e fazer turnês com um repertório do Iron Maiden. Ele basicamente faz a mesma coisa no dia seguinte”. “Esse é o tipo de espírito que nos move, então, tenho certeza de que voltaremos a fazer isso em breve. Iron Maiden sempre foi uma banda de turnê. Levamos a música para as pessoas. Acho que, a longo prazo, as pessoas se lembram disso, e é uma maneira muito honesta de construir uma base de fãs”, acrescentou. O grupo inglês vai se apresentar no Brasil nos dias 25 e 27 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo, promovendo a Run for Your Lives World Tour. A turnê é em celebração aos seus cinquenta anos de carreira. O giro contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Via: RockBizz

Sharon Osbourne encerra disputa por demos raras do Black Sabbath de 1969
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24/04/2026

Sharon Osbourne encerra disputa por demos raras do Black Sabbath de 1969

Sharon Osbourne, viúva e empresária de Ozzy Osbourne, encerrou uma longa disputa legal com Jim Simpson, primeiro empresário do Black Sabbath. Ele planejava lançar demos raras feitas pelos quatro integrantes originais da banda quando ainda se apresentavam sob o nome Earth. Semanas antes da morte do Príncipe das Trevas, Simpson havia anunciado a intenção de lançar o material, intitulado Earth: The Legendary Lost Tapes. A coletânea estava prevista para sair em julho de 2025, mas ameaças legais feitas por Sharon impediram que o lançamento ocorresse com a aprovação oficial do grupo. Durante o episódio mais recente do podcast The Osbournes, Sharon comentou o desfecho do caso. “Chegamos a um acordo com o Jim Simpson e a banda agora tem as suas demos de volta. Todos os quatro [integrantes originais do Black Sabbath] são donos, que é onde o material deveria estar. Tudo acabou bem. Vamos conversar sobre o que todos querem fazer com isso e partiremos daí”, revelou [transcrição via Blabbermouth]. A empresária ainda explicou que as gravações são mais orientadas ao blues e bem diferentes do que viria a consagrar o quarteto como a banda pioneira do Heavy Metal. Sharon também afirmou ter conseguido os direitos das fotos originais do período em questão e agradeceu Jim. “Acho que é historicamente importante para os amantes do gênero. E também conseguimos [os direitos das] fotos daquela época. É especial. Estou feliz que esteja com a banda e eles poderão decidir, juntos, o que fazer com isso. No fim das contas, ele fez a coisa certa para a banda”, completou. O que diz Jim Simpson sobre as demos do Black Sabbath Beirando os 90 anos, Simpson afirmou anteriormente ter pago do próprio bolso pelas gravações em 1969, quando Ozzy, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward ainda eram adolescentes em Birmingham. Ele revelou ter restaurado e remasterizado as faixas com a intenção de lançá-las pela Big Bear Records, sua gravadora focada em blues e jazz. No ano passado, o ex-empresário disse ter oferecido aos músicos a chance de participar do lançamento oficial, mas relatou ter recebido respostas negativas e “dois e-mails muito ameaçadores de Sharon”. “Entrei em contato com eles sobre isso em 24 de setembro de 2024. A resposta que recebi foi que eles não queriam que fosse lançado e nem ter relação com isso”. comentou. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne ganhará estátua póstuma de 6 metros de altura no Hellfest 2026 Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Machine Gun Kelly e Fred Durst lançam o single Fix Ur Face
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24/04/2026

Machine Gun Kelly e Fred Durst lançam o single Fix Ur Face

Machine Gun Kelly acaba de lançar um explosivo novo single, Fix Ur Face, em colaboração com Fred Durst. Com uma performance marcante do icônico vocalista do Limp Bizkit, a faixa intencionalmente pesada combina a crueza e a intensidade do nu-metal dos anos 90 com o som alternativo moderno e versátil de mgk. O eletrizante visual estreou na programação da MTV Live, MTVU e nos telões da Paramount, na Times Square. Dirigido por Sam Cahill, o vídeo oficial traduz essa energia em movimento. Gravado em preto e branco durante a Lost Americana Tour, em cidades como Berlim, Dublin, Düsseldorf, Londres, Praga, Colônia, Nashville e Los Angeles, o clipe documenta uma sequência de momentos autênticos e sem filtros com fãs ao redor do mundo. Com multidões intensas, movimento constante e nenhuma barreira entre artista e público, o resultado é direto, físico e impactante, captando o espírito e a intensidade que definem mgk e Fred Durst. Assista abaixo: Via: RockBizz

Greyson Nekrutman sobre entrar no Sepultura: “Não havia como dizer não”
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24/04/2026

Greyson Nekrutman sobre entrar no Sepultura: “Não havia como dizer não”

O baterista do Sepultura, Greyson Nekrutman, relembrou o momento em que se juntou à banda em 2024, a menos de duas semanas para o início da Celebrating Life Through Death Tour. Segundo ele, “não havia como dizer não” ao convite. Em entrevista realizada durante o Europe Drum Show, na Alemanha, Nekrutman detalhou sua intensa rotina de preparação e como lidou com isso, uma vez que o grupo enfrentava a saída de Eloy Casagrande para o Slipknot. “É interessante, porque o Suicidal Tendencies foi a minha primeira vez tocando em grandes palcos e festivais, e foi ótimo. Mas o verdadeiro desafio mental foi a transição. O Andreas [Kisser, guitarrista], me ligou pessoalmente e explicou a situação, dizendo que não havia mais baterista e que precisavam de um. O melhor jeito de descrever isso – disse isso para a minha família – é que eu sabia que tinha de dizer ‘sim’, mas que também estava assumindo muita responsabilidade. Eu simplesmente tinha que fazer. Não havia como dizer ‘não’. A única coisa tentando me impedir era o meu próprio medo”, refletiu [transcrição via Blabbermouth]. Greyson Nekrutman ensaiou cerca de 14 horas por dia antes de estreia “Aqueles dias foram loucos. Eu passava cerca de 13 ou 14 horas. E não estou brincando, pois eu tinha só uns 10 dias em casa antes de ir para o Brasil [para o primeiro show]. Lembro que, lá pela metade desse tempo, eram umas duas da tarde e eu já estava tocando desde as oito da manhã. Fiquei tão frustrado tentando aprender as músicas perfeitamente que disse para mim mesmo: ‘Preciso caminhar’. Saí de casa e pensei: ‘Tenho que fazer isso, mas vai exigir muita força de mim’”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Sepultura lança EP ‘The Cloud of Unknowing’, seu último trabalho de estúdio Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Após quase 15 anos de separação, Rafael Bittencourt e Edu Falaschi unirão forças em música do Mi’raj
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24/04/2026

Após quase 15 anos de separação, Rafael Bittencourt e Edu Falaschi unirão forças em música do Mi’raj

Edu Falaschi vai encerrar a trilogia iniciada e desenvolvida em Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023), com o novo álbum Mi’raj. O disco, cujo título significa em árabe ascensão espiritual e evolução espiritual, tem previsão de sair em junho. Além dos convidados especiais Roy Khan (ex-Kamelot) e Veronica Bordacchini (Fleshgod Apocalypse), o trabalho terá a colaboração de Rafael Bittencourt com um solo de guitarra. A boa nova foi revelada em conversa com a revista Billboard. “Mi’raj é um puta disco! É um disco super bem construído. Temos o Dennis Ward (Angra, Unisonic) mixando. Chamei Rafael Bittencourt para fazer um solo para uma das músicas. Depois de não sei quantos anos, a gente tem de novo uma parceria musical”. “É o primeiro trabalho depois de toda aquela questão que a gente teve. É a nossa primeira parceria artística depois de sei lá quantos anos. É bem simbólico! Ele fez um solo lindo. O cara é super talentoso e contribuiu muito para a música”, concluiu Edu. Falaschi prometeu que vai revelar mais detalhes da parceria com Bittencourt em breve. Se Mi’raj era especial por encerrar a saga épica do protagonista Jorge em uma jornada de revelação espiritual ambientada em 1519, a presença do guitarrista deixa o projeto ainda mais singular. Via: RockBizz

In Flames deixa São Paulo em chamas com performance eletrizante
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24/04/2026

In Flames deixa São Paulo em chamas com performance eletrizante

O In Flames deixou claro que ainda sabe exatamente como incendiar o público brasileiro. O side show, marcado para a Audio Club após a confirmação da banda no Bangers Open Air (que acontece nos próximos dias 25 e 26), entregou uma performance eletrizante, aquecendo os motores para o festival de maneira épica. Os fãs, sedentos pela banda, foram presenteados com um espetáculo de energia e paixão que deixou todos satisfeitos e com a certeza de terem presenciado um show histórico. Atualmente formado por Anders Fridén nos vocais, Björn Gelotte na guitarra, Chris Broderick na outra guitarra, Liam Wilson no baixo e Jon Rice na bateria, o In Flames subiu ao palco com uma precisão cirúrgica, unindo entrosamento, energia e sua essência, elementos que definem a banda há mais de três décadas. A abertura com “Pinball Map” foi devastadora. O refrão foi cantado em coro logo de início, e a ovação ao final mostrou que o público estava completamente entregue. Em seguida, “The Great Deceiver” e “Deliver Us” vieram acompanhadas de gritos de “hey”, que ecoavam pela casa toda, em um momento de arrepiar. Quando “The Quiet Place” foi tocada, as rodas começaram a se formar com força e, dali em diante, o show ganhou outra dimensão. O famoso “olê, olê, olê… In Flames” surgiu espontaneamente, reforçando a relação especial dos brasileiros com os suecos. “In the Dark” trouxe um peso que fez a galera bater cabeça sem descanso, enquanto “Voices” literalmente tirou todo mundo do chão. Já “Cloud Connected” manteve a intensidade: mais um momento em que o público fez bonito e cantou alto, tornando difícil ouvir a própria banda. Antes de “Trigger”, Anders Fridén parou por um instante, agradeceu a presença de todos e pediu para que guardassem a gritaria por um momento, a fim de cantar a música plenamente. O pedido foi prontamente atendido, transformando o refrão em um mar de vozes. A entrega dos fãs foi recompensada quando, antes de “Only for the Weak”, Anders perguntou: “Estão prontos para ficarem muito loucos?”. A resposta foi um “sim” estrondoso, tornando-a uma das faixas mais celebradas da noite. As rodas continuaram intensas durante “Meet Your Maker” e “State of Slow Decay”, especialmente na pista comum, mas foi em “The Mirror’s Truth” que Anders elogiou o Brasil como um dos países que mais curte metal no mundo e desafiou o público a provar isso. O resultado foi a maior roda da noite, um verdadeiro pandemônio. Antes de “I Am Above”, a banda teve um breve momento para apresentar os membros, e vale destacar que as harmonias entre as guitarras de Björn e Chris permanecem marcantes, a voz de Fridén segue em excelente forma e a cozinha formada por Wilson e Jon Rice entrega precisão. Para encerrar a noite, tocaram “Take This Life”, com Anders Fridén se despedindo com um pedido: respeitar as pessoas, amar amigos e familiares, pois vivemos em um mundo louco. Um final épico e inspirador para seus fãs. No fim das contas, a banda mostrou domínio total do palco, conexão com o público e um setlist que atravessa sua história de maneira impactante. O som consistente, robusto e coeso do In Flames se traduz inegavelmente no palco, manifestando-se em uma performance impecável de todos os seus integrantes. Se esse foi o aquecimento, os fãs mal podem esperar pelo festival. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: 4 dicas para aproveitar o festival ao máximo Marcelo Gomes Paulistano e apaixonado por rock desde os 10 anos, comecei a descobrir o universo da música pesada quando um amigo gravou uma fita K7 com Viper, Judas Priest, Metallica, entre outros. Na sequência, conheci o Black Sabbath e foi um caminho sem volta … Frequentador assíduo de shows, já acompanhei centenas de apresentações das principais bandas de rock/metal e suas diversas vertentes. Nos últimos anos, tenho transformado minha paixão pela música em palavras, compartilhando resenhas sobre shows e permitindo que os leitores vivenciem a emoção de cada apresentação. Via: WikiMetal

Kiko Loureiro revela motivos familiares como razão de sua saída do Megadeth
Entrevistas
24/04/2026

Kiko Loureiro revela motivos familiares como razão de sua saída do Megadeth

Em entrevista ao podcast Sixty Scales And The Truth, Kiko Loureiro voltou a falar de sua saída do Megadeth em 2023. Segundo ele, a rotina intensa de turnês e questões familiares foram os principais fatores para a sua saída. Na conversa, o guitarrista, que reside na Finlândia com a mulher e seus três filhos, refletiu sobre os desafios em passar até seis meses por ano fora de casa. “Durante o Megadeth foi ótimo, não tenho do que reclamar. Mas foram quase nove anos, fazendo turnês [que duravam] de cinco ou seis meses por ano. É muito diferente de fazer 25 dias [como na minha turnê solo]”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. Para seguir seu raciocínio, Kiko aprofundou que a família foi a “razão mais intensa” para a mudança de rumo. O guitarrista relembrou a dificuldade de conciliar suas atividades na banda com o nascimento de seus filhos gêmeos em 2016. e que com o crescimento deles, suas prioridades mudaram. “Senti que as crianças precisavam mais de mim. Além disso, tenho pais idosos no Brasil e queria ter liberdade na minha agenda para poder visitá-los quando quisesse. Quando se tem filhos, não se pode simplesmente viajar o tempo todo”, comentou. Na conversa, Kiko Loureiro também elogiou Dave Mustaine, líder do Megadeth Kiko Loureiro ainda destacou a boa relação que adquiriu com Dave Mustaine e a liberdade criativa que possuía dentro do Megadeth. Ele gravou os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022), onde deixou cerca de 15 composições. “O Dave era muito aberto [às minhas ideias]. Tivemos grandes conversas sobre tudo na vida e sobre os negócios do Megadeth. Mas acho que há sempre um prazo de validade. Há um momento em que você pensa: ‘talvez seja a hora de ir para outro lugar’”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Arch Enemy desmente acusações de Kiko Loureiro com vídeo: “Documentamos tudo” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Sepultura, Korn, Atreyu e mais
Entrevistas
24/04/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Sepultura, Korn, Atreyu e mais

Notícias Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Atreyu, último EP do Sepultura, singles novos de Korn, Black Veil Brides e mais, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSAtreyu – The End is Not the EndPara quem gosta de: post-hardcore, metalcore Foo Fighters – Your Favorite ToyPara quem gosta de: rock The Amity Affliction – House of CardsPara quem gosta de: post-hardcore, metalcore Terror – Still SufferPara quem gosta de: hardcore punk EP:Sepultura – The Cloud of UnkowingPara quem gosta de: thrash metal Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Sepultura lança EP ‘The Cloud of Unknowing’, seu último trabalho de estúdio
Entrevistas
24/04/2026

Sepultura lança EP ‘The Cloud of Unknowing’, seu último trabalho de estúdio

Sepultura lança nesta sexta-feira, 24, pela ONErpm, o EP The Cloud of Unknowing, que será o último trabalho de estúdio da banda mineira de metal após quatro décadas de uma carreira lendária que exportou a música pesada brasileira para o mundo todo. O material foi registrado de forma orgânica ao longo de dez dias no Criteria Studios, em Miami, sob a produção de Stanley Soares. O projeto marca o primeiro lançamento oficial da banda com o baterista Greyson Nekrutman e traz quatro canções inéditas: “All Souls Rising”, “Sacred Books”, “The Place” e “Beyond the Dream” — que conta com a participação especial de Tony Bellotto e Sérgio Britto, dos Titãs. Em coletiva de imprensa online, Sepultura detalhou EP ‘The Cloud of Unknowing’ Em coletiva online de imprensa realizada na última quarta-feira, 22, o guitarrista Andreas Kisser e o baixista Paulo Xisto revelaram novos detalhes sobre o EP. Ao explicar o título, Kisser revelou que a inspiração veio de um movimento cristão do século XIV. Ele afirmou ter adquirido os conceitos ao assistir a palestras do já falecido filósofo britânico Alan Watts durante a pandemia. O pensador questionava o uso excessivo de artefatos físicos e dogmas visuais para alcançar a espiritualidade. O músico relacionou a ideia com o distanciamento atual causado pela tecnologia. “O Cloud of Unknowing me parece muito pertinente para os dias de hoje em relação à inteligência artificial. Hoje a gente vê muita gente criando um mundo paralelo; essas pessoas acham que aquilo é realidade e experiência, mas elas realmente não estão vivendo. Você precisa tirar essa nuvem do caminho e ter o acesso direto. Está todo mundo preso em telas e perdendo contato com a natureza e com as pessoas ao lado. A gente precisa se questionar se precisamos de toda essa parafernália para ter acesso à nossa espiritualidade”, explicou. Questionado pelo Wikimetal sobre como foi ter contato pela primeira vez com elementos de jazz trazidos por Greyson nas composições, Kisser respondeu: “Acho que o Paulo pode falar um pouco mais disso, pois ele também é um amante do jazz. Ele gosta muito de Jaco Pastorius e de baixistas, principalmente. E a bateria e o baixo são a base, né?” “A gente falou desde o começo que foi um disco que não estava programado. Acho que todo o conceito dele vem nessa liberdade. Tem muita pegada do jazz pelo que o Greyson adicionou no Sepultura. Tem uma pegada meio King Crimson também. É meio prog. Então a gente tem essa visão meio eclética nesse disco. Eu tentei puxar o máximo possível das influências que eu tinha dos anos 70. Coisas do Yes, do Chris Squire. Isso foi linkado com a bateria, as guitarras pesadas. E claro, a voz do Derrick [Green]. Acho que o resultado final foi bastante satisfatório para todos nós”, continuou Paulo. Banda ainda detalhou participação de integrantes do Titãs no EP Sobre a participação dos integrantes dos Titãs no EP, o Andreas comentou: “A gente começou tudo junto; eu, o Derrick, o Sérgio e o Tony. Criamos um grupo de WhatsApp para trocar ideias e direções. A primeira semente foi do Tony. Ele trouxe um arranjo de violão com algumas ideias vocais e algumas palavras. Eu peguei isso e meio que organizei de uma forma Sepultura.” “O Sérgio veio com outras ideias também de uma ponte, de estruturas e mais uma letra que o Derrick pegou e organizou à maneira dele. Então a gente fez tudo junto. É um trabalho realmente desse grupo que a gente formou. Obviamente eles não participaram da gravação porque a gente estava em Miami, mas a composição foi feita dessa forma, com todo mundo junto”. Ele ainda confirmou que a ideia da banda é incluir as quatro faixas do EP no setlist da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. “Sem dúvida, para que elas façam parte do disco ao vivo [da turnê] também”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser não descarta shows do Sepultura após turnê de despedida Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Entrevista: Lúcio Maia fala sobre novo álbum e experiência com o Soulfly
Entrevistas
23/04/2026

Entrevista: Lúcio Maia fala sobre novo álbum e experiência com o Soulfly

O grande guitarrista Lúcio Maia lançou na última quinta-feira, 16, seu segundo álbum de estúdio, o homônimo Lúcio Maia, um trabalho que celebra a psicodelia, diversidade de sonoridades e as diferentes possibilidades da música instrumental. Com 8 faixas instrumentais, o disco evidencia a musicalidade excepcional de Lúcio. De imediato, se destacam as linhas de guitarras únicas, conhecidas desde seu trabalho com a Nação Zumbi, envoltas em timbres psicodélicos. Mas além da virtuosidade no instrumento, o projeto traz arranjos precisos e diferentes climas, com composições inspiradas por diferentes gêneros e sonoridades. As novas faixas flertam com o futurismo, movimento artístico e literário do início do século XX que exaltava a modernidade, a velocidade e a tecnologia. Em entrevista ao Wikimetal, Lúcio falou um pouco sobre o novo disco e também sobre sua experiência gravando com o Soulfly no final dos anos 1990. Wikimetal: Nos anos 90 você trabalhou brevemente com o Soulfly. Como foi o convite e como foi a experiência? Lucio Maia: A gente conheceu o Sepultura no comecinho de 96 ou final de 95. Nos conhecemos e ficamos de fazer alguma coisa. E aí, beleza, corta. O Max sai do Sepultura. Um tempo depois, o Chico morre. Não sei se chegou a um ano depois da saída dele, mas quando o Chico faleceu, o Max ligou pra gente lá em Recife e convidou a gente pra fazer uma homenagem pro Chico no Abril Pro Rock de 97. E aquilo ali foi um start, digamos assim, artístico. Meu e dele, porque logo após essa homenagem, o Max voltou pra Phoenix. Um mês depois ele me ligou me convidando pra fazer parte dessa banda nova, que ainda não tinha nome. Ele disse: “Eu convidei um batera de Nova York e a gente já tá fazendo algumas coisas aqui em casa” e me chamou pra fazer. A Nação [Zumbi] na época tava completamente parada pelo acidente, e então eu fui pra Phoenix. Fiquei uns quatro meses, a gente compôs o disco inteiro. Depois a gente foi pra Los Angeles, gravamos lá o disco com o Ross Robson, que tinha sido o produtor do Roots. E foi uma experiência muito massa. Primeiro que, pra mim, foi [incrível] fazer um disco com um cara que eu era fã pra c*ralho, que era o Max do Sepultura. Eu ouvi o Beneath The Remains até estourar o meu ouvido e dos meus irmãos. Então, pra mim foi um sonho a ser realizado. Foi incrível a experiência também de gravar lá fora, de fazer um disco inteiro, sabe? E também com o Ross, né? O produtor. Que até hoje é um produtor bem irreverente, um cara que tem uma mentalidade de trabalhar completamente diferente dos outros que eu já vi. Tocar com o Roy Mayorga, incrível baterista e meu amigo até hoje, a gente se fala. Para mim foi um presente do universo absurdo. WM: O seu estilo de guitarra é muito diferente desse tipo de metal. Como você enxerga isso e também a evolução do seu estilo na guitarra desde a primeira fase, desde o Soulfly e também hoje nesse novo disco? LM: Eu sempre fui fã do metal. Desde muito moleque, eu sempre tive um “approach” com a guitarra muito mais próximo ao metal do que para as outras coisas. Mas eu acho que com os 18, 19, 20 anos, eu abri mais a cabeça e comecei a ouvir outras… Outras formas de você enxergar a guitarra. Então eu me desprendi bastante do lance do metal, mas aquilo nunca me deixou. Isso se refletiu muito no primeiro disco do Nação, que tem música pesada pra caramba, como “Da Lama Aos Caos”, “Lixo do Mangue”. Como também tem músicas como “Samba Makossa”, tem “Rios, Pontes & Overdrive”, que são visões diferentes de guitarra oposta, praticamente. E isso foi exatamente por essa abertura. O lance da influência… Eu acho que eu tenho até hoje de tudo que eu ouço. Então, pra mim, não necessariamente eu tenho que ouvir um guitarrista. Às vezes, escutar um estilo de música me inspira. Até mesmo ver filme ou ler um livro. É uma forma de inspiração muito boa também. Não fica só a cargo de você escutar um guitarrista ou escutar uma banda. WM: Esse seu novo disco é bem psicodélico e o rock metal sempre dialogou com a psicodelia e o experimentalismo em diferentes momentos da história. Você sente que esse disco pode se conectar com esse público? LM: Cara, eu acho que a psicodelia é basicamente uma neural de conexão. Porque ela está inserida em vários momentos da história, não só da música, da literatura. A psicodelia, sem dúvida nenhuma, é uma dissidência psicotrópica do surrealismo, do dadaísmo. Então veio desses movimentos. Que, a princípio, foram movimentos literários, depois estéticos, e eu acho que a psicodelia é mais uma evolução dessa onda, do desprendimento do conservadorismo. Essa é a parte mais importante. Foi uma maneira de eu enxergar a minha música já desde o começo. Eu sempre me enxerguei como um guitarrista que flerta muito com o psicodelismo. WM: Durante a construção do disco novo, quais foram os discos, artistas, referências, que te acompanharam no seu processo criativo? LM: Eu não ouvi nada em específico. As influências vêm de vários ambientes diferentes e momentos diferentes. Uma coisa que me influenciou, mas não foi para esse disco, foi um lance de comportamento, mas foi ainda ali no final dos anos 2017, 2018, quando eu conheci a cena da música instrumental, do trio instrumental, isso aí me influenciou muito no lance da formação da banda, trio, fazendo música instrumental não necessariamente virtuosa, sabe? Muito mais musical, mais rítmico, mais sensorial, mais sinergético, se é que existe essa palavra, da sinergia, de você ouvir a música e sentir muito mais ela do que deixar se guiar pela técnica ou pelas partes mais práticas do negócio. Fazer com que a música se torne um estimulante sensorial, sabe? Então acho que já faz tempo que eu flerto com isso. Redação Com um time

Entrevista: Lúcio Maia fala sobre novo álbum e experiência com o Soulfly
Entrevistas
23/04/2026

Entrevista: Lúcio Maia fala sobre novo álbum e experiência com o Soulfly

O grande guitarrista Lúcio Maia lançou na última quinta-feira, 16, seu segundo álbum de estúdio, o homônimo Lúcio Maia, um trabalho que celebra a psicodelia, diversidade de sonoridades e as diferentes possibilidades da música instrumental. Com 8 faixas instrumentais, o disco evid

Heavy metal outfit captura a glória berrante da música mais amada e odiada do mundo
Entrevistas
23/04/2026

Heavy metal outfit captura a glória berrante da música mais amada e odiada do mundo

Muitos esnobes da mídia hegemônica, produtores musicais e a sociedade de uma maneira geral costumam menosprezar a música pesada e os seus fãs. Muita gente considera o heavy metal e o rock n’ roll estilos datados e sem relevância mercadológica nos dias atuais. Mesmo perdendo espaço para outros estilos musicais como pop, hip-hop e rap no âmbito mundial e para sertanejo, pagode e gospel no nosso mercado doméstico, rock e metal se mantêm resistentes aos movimentos sazonais da indústria musical. E parte dessa resistência vemos nas vestimentas do público – no outfit como é comum falar hoje em dia. Para àqueles que vivem o rock e o metal independente da moda, a camiseta da banda favorita exterioriza a personalidade e o espírito antiautoritário em sua essência, visto que vai contra às tendências e gostos da vez. Seja na encarnação opulenta e carnavalesca do Iron Maiden, Megadeth e Motörhead com os seus mascotes – Eddie, Vic Rattlehead e Snaggletooth, respectivamente. Seja com o hard rock e shock rock debochado do Guns N’ Roses, KISS, Rob Zombie Ozzy Osbourne e Alice Cooper, ou com os infernais Slayer, Venom, Kreator e Hellhammer, o outfit captura a glória berrante da música mais amada e odiada do mundo. Para quem usa uma camiseta de banda no dia a dia para ir ao supermercado, shopping center, cinema e coisa que o valha, o ato é uma personificação da nossa cultura musical que continua imbatível independentemente dos olhares tortos ou dos comentários maliciosos de quem não orbita nesse universo. Com as nossas camisetas – outfits – seguimos adicionando um senso cáustico de humor trash em uma sociedade cada vez mais sem personalidade e entupida de uma moralidade mais frágil do que um cristal. O vestuário rock e metal são erosões na decência comum e duas ameaças ao domínio do que é tido como adequado e aceitável. Dito isso, em uma espécie de anti-moda, vamos continuar a incomodar os populares. Via: RockBizz

“Fieldy” revela que falta de vacina contra a COVID-19 o afastou do Korn
Entrevistas
23/04/2026

“Fieldy” revela que falta de vacina contra a COVID-19 o afastou do Korn

Em entrevista ao podcast Shady Characters, Reginald “Fieldy” Arvizu, voltou a falar de sua saída do Korn. Segundo ele, não ter se vacinado contra a COVID-19 acarretou em seu afastamento do grupo. Questionado sobre isso, o músico respondeu que além de não se imunizar, não fazia questão de deixar sua casa durante a pandemia. “A COVID aconteceu. Eu pensei: ‘Não vou sair de casa’. Foi o que aconteceu, porque era algo novo. Não me vacinei nem nada, mas quando você reflete sobre isso, foi o que aconteceu. Eles diziam: ‘vamos para a Flórida ‘. E eu pensava: ‘Não vou me vacinar, não vou. Eu pensava: ‘Gente, isso está muito estranho agora’”, afirmou [transcrição via THEPRP]. Em relação ao Korn, Fieldy afirmou estar “aposentado” da banda, mas diz não saber o que “amanhã reserva”. Para ele, ter ficado quase três décadas no grupo foi “incrível” e deixou a formação prestes a se tornar um veterano. “Eu olho para a minha vida e penso: ‘foram quase 30 com o Korn’. Foi incrível, não dá para explicar. Não foi fácil, mas é incrível. Não olho para trás pensando: ‘aquilo foi péssimo.’ Claro, eu poderia reclamar, mas do quê? Foi tudo com que qualquer pessoa sonha. E eu saí quase como um veterano. Dediquei 30 anos e agora estou aqui. Hoje estou aposentado do Korn, mas vamos ver o que o amanhã reserva”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Relembre todas as passagens do Korn pelo Brasil – criança no baixo, improviso com Sepultura e mais Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Doyle cancela apresentação única no Brasil
Entrevistas
23/04/2026

Doyle cancela apresentação única no Brasil

Notícias As produtoras responsáveis pelo show do Doyle no Brasil anunciaram nesta quinta-feira, 23, o cancelamento da apresentação que aconteceria dia 30 de abril em São Paulo, no Cine Joia. De acordo com o comunicado, o motivo do cancelamento foram “problemas com a emissão de visto”, o que impossibilitaria o artista “de estar em tempo hábil para a realização dos shows”. Os valores serão ressarcidos dentro das normas da Fastix, direto pelo site. Para isso, é necessário solicitar o reembolso pela plataforma, na área “Meus ingressos”, e seguir o passo-a-passo que será recebido no e-mail. Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Korn lança novo single “Reward the Scars” para o jogo ‘Diablo IV’
Entrevistas
23/04/2026

Korn lança novo single “Reward the Scars” para o jogo ‘Diablo IV’

Notícias Korn lança nesta quinta-feira, 23, o novo single “Reward the Scars”. A faixa chega junto com a nova expansão do jogo Diablo IV: Lord of Hatred, e é o primeiro lançamento da banda em quatro anos, desde o álbum Requiem (2022). O Korn se apresenta no Brasil com show único dia de 16 de maio, em São Paulo, no Allianz Parque. O dia contará também com apresentações das bandas Spiritbox, Seven Hours After Violet e Black Pantera. Ingressos seguem à venda no site da Eventim. Ouça “Reward The Scars” agora: LEIA TAMBÉM: O dia em que o Korn tocou no Brasil com baixista de 12 anos de idade Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Paul McCartney divulga novos detalhes do álbum ‘The Boys of Dungeon Lane’
Entrevistas
22/04/2026

Paul McCartney divulga novos detalhes do álbum ‘The Boys of Dungeon Lane’

Notícias Paul McCartney revelou novos detalhes de The Boys of Dungeon Lane, seu próximo álbum de estúdio e que possui lançamento marcado para o dia 29 de maio. O disco dará fim a um hiato de seis anos do artista sem material inédito e ainda contará com um dueto vocal entre Paul e Ringo Starr na faixa “Home to Us”. Durante audição exclusiva para fãs realizada no estúdio do produtor Andrew Watt, em Los Angeles, Paul confirmou a informação. Embora os dois ex-Beatles já tenham participado de trabalhos solo um do outro diversas vezes, esta será a primeira vez que ambos cantarão juntos na mesma canção, que também incluirá as participações de Chrissie Hynde (The Pretenders) e Sharleen Spiteri (Texas). “É um dueto. Foi muito bom, porque nunca tínhamos feito isso. O Ringo nunca tinha feito um dueto com um dos Beatles, sabe? Então, aqui está. Conseguimos”, afirmou à Variety [transcrição via Folha de São Paulo]. Com quatorze músicas, o novo disco de Paul McCartney promete uma viagem nostálgica à sua juventude. “É uma recordação de tempos antigos”, explicou Paul, que disponibilizou o primeiro single “Days We Left Behind” em março. O clipe da música usa imagens em preto e branco, incluindo até mesmo registros do baixista ao lado de John Lennon. LEIA TAMBÉM: Como Paul McCartney ajudou na reunião do Rush, segundo Geddy Lee Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Arquidiocese de Fortaleza publica arte de Jesus Cristo abraçando Axl Rose
Entrevistas
22/04/2026

Arquidiocese de Fortaleza publica arte de Jesus Cristo abraçando Axl Rose

Os fãs do Guns N’ Roses foram surpreendidos neste domingo, 19, com uma publicação no site oficial da Arquidiocese de Fortaleza. A entidade divulgou uma imagem gerada por Inteligência Artificial na qual Jesus Cristo aparece abraçando o vocalista da banda, Axl Rose. A publicação ocorreu no dia seguinte à apresentação do grupo na capital cearense, realizada no último sábado, 18. O texto, assinado pelo padre Vanderlúcio Souza, responsável pelo setor de comunicação da Arquidiocese, detalha a motivação por trás da postagem. Segundo o relato, a ação foi uma resposta direta ao pôster promocional do show divulgado pela banda. Na arte oficial compartilhada pelo grupo de rock nas redes sociais, a Catedral Metropolitana de Fortaleza é retratada sendo abraçada por uma criatura vermelha gigante, acompanhada por ilustrações semelhantes a fantasmas com rostos de caveiras. A publicação no site da Arquidiocese classificou o cartaz da banda como um “uso indevido” e uma “imagem grotesca”, afirmando ser algo “bem típico da plástica desse tipo de banda”. O texto destacou que, no centro da ilustração, a Catedral, descrita como “a casa de todos os católicos da nossa Arquidiocese”, aparecia sob o ataque de “um monstro apocalíptico e vários mini-demônios”. O padre explicou que sua intenção inicial era veicular uma nota de repúdio formal contra o material de divulgação. Contudo, relatou que, após dialogar com um amigo, tomou a decisão de “combater o mal com o bem”, e então utilizou a ferramenta Gemini para gerar a ilustração de Jesus com o músico. Pôster original divulgado pelo Guns N’ Roses como arte promocional para o show em Fortaleza. Imagem criada com Inteligência Artificial e publicada no site da Arquidiocese de Fortaleza. O abraço em Axl Rose No artigo publicado pela entidade, o padre afirma que pesquisou sobre a vida do cantor e foi “tomado por uma grande compaixão”. “Pelo que se conhece do cantor, trata-se de um homem marcado por uma história conturbada desde a infância: abandono, traição, abuso, vícios e uma profunda aversão à figura de autoridade”, diz o texto. Na perspectiva do autor da publicação, fica a impressão de que “é o próprio Axl quem foi esmagado pelo monstro vermelho do cartaz”. O religioso concluiu seu raciocínio declarando acreditar que “Axl precisa do abraço de Jesus, que traz as marcas das Chagas gloriosas”. Com a mudança de formato, o material que inicialmente seria um texto de repúdio se transformou no artigo de estreia da coluna do padre, chamada Além do Feed. Turnê atual no Brasil O show em Fortaleza, que serviu de tema para o cartaz, é parte da extensa turnê que o Guns N’ Roses realiza pelo Brasil em abril. O grupo iniciou seu roteiro no país no dia 1º de abril, em Porto Alegre, e tem passado por diversas cidades, além de ter sido headliner do festival Monsters of Rock, em São Paulo, no dia 04. Após o show na capital cearense no último dia 18 e em São Luís no dia 21, a banda encerra esta etapa brasileira da turnê mundial com uma apresentação em Belém do Pará, no próximo dia 25. LEIA TAMBÉM: Show do Guns N’ Roses em Campo Grande tem falhas logísticas e morte Brunno Salgado Aos 13 anos, o rock mudou minha percepção de mundo, unindo-se à paixão pela música que carrego desde a infância. Hoje, como estudante de Jornalismo, atuo de forma engajada na cena, marcando presença tanto em grandes festivais quanto em apresentações independentes. Para mim, a música é um campo de exploração contínua, onde a busca por novos sons alimenta tanto minha vida pessoal quanto minha formação profissional. Via: WikiMetal

“Não tínhamos dinheiro para comprar álbuns, minha família era da classe média”, diz Kiko Loureiro (Angra)
Entrevistas
22/04/2026

“Não tínhamos dinheiro para comprar álbuns, minha família era da classe média”, diz Kiko Loureiro (Angra)

Os anos 70 e parte da década de 1980 foram períodos bem desafiadores para os fãs de rock e metal do Brasil, pois era bem difícil conseguir comprar discos. Questões financeiras e até de disponibilidade do título eram entraves que atrapalhavam a festa dos fãs brasileiros. Quem viveu um pouco essa experiência limitante foi Kiko Loureiro, que era adolescente nos anos 80 e queria ter acesso aos discos. Em entrevista ao canal Sixty Scales and the Truth, o guitarrista contou como conseguiu acesso aos álbuns de rock e metal. Ele também pontuou que sua família não tinha dinheiro para comprar disco, visto que eram itens caros, na época. “Descobri o metal pela biblioteca da minha escola”, lembrou Kiko. “Eu pegava os álbuns do Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Pink Floyd e Nazareth. Eu pegava os discos na biblioteca só para descobrir as bandas. Algumas dessas bandas eu gostei muito”. “Nós não tínhamos dinheiro para comprar álbuns, minha família era da classe média”, destacou o músico. “Não era tão fácil comprar um disco. Mas eu lembro de ter Powerslave do Iron Maiden. A gente tinha acesso ao material dos grandes selos. Em certo momento se tornou mais fácil comprar Iron Maiden, Deep Purple, Black Sabbath e Led Zeppelin”, completo Loureiro. Veja a entrevista completa no tocador a seguir: Via: RockBizz

Andreas Kisser não descarta shows do Sepultura após turnê de despedida
Entrevistas
22/04/2026

Andreas Kisser não descarta shows do Sepultura após turnê de despedida

Em entrevista ao Metal on Tap, o guitarrista Andreas Kisser revelou que não descarta a possibilidade de realizar novos shows com o Sepultura no futuro. A banda brasileira encerrará suas atividades este ano com a conclusão da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. Na conversa, o músico respondeu se descartaria uma reunião com seus colegas de banda alguns anos após o fim da turnê. Kisser afirmou que é “irrelevante” se o término das atividades acontecerá de forma definitiva ou não. “Cara, eu não descarto nada. É irrelevante dizer se [a aposentadoria] vai ser para sempre ou se vamos voltar. O importante é que vamos parar agora. Precisamos desse descanso, porque organizamos tudo em torno disso e precisamos de tempo para olhar em uma direção diferente”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. Andreas Kisser ainda pontuou que o nome do Sepultura jamais morrerá e nomeou grandes bandas do estilo que voltaram aos palcos após realizarem turnês de despedida. “As possibilidades estão sempre abertas. Não acho que temos energia para fazer oito turnês de despedida, mas quem sabe? Você vê o que aconteceu com bandas como Scorpions, Ozzy Osbourne, KISS, Mötley Crüe e Slayer. É muito saudável descansar e sair um pouco de cena”, concluiu. Andreas Kisser irá “explorar novos caminhos” após o fim do Sepultura Em entrevista ao Metal OBS, Andreas Kisser revelou o que pretende fazer após o encerramento das atividades do Sepultura. A banda brasileira está em turnê de despedida, com término previsto para este ano. Segundo o guitarrista, a música seguirá no centro de sua vida. Ele deixou claro que não pretende parar. “Claro que não vou parar de fazer música. Tenho tantas ideias, mas ainda não decidi para onde ir. Quero aproveitar o momento, curtir a turnê, curtir os últimos dias da turnê deste ano. Mas tenho muitas possibilidades”, revelou ele. Andreas continuou: “Talvez eu faça outro álbum sozinho ou tente algo diferente. Quero explorar mundos diferentes. Estou me voltando mais para o mundo da arte, como pintura e misturando música com cores e coisas assim. E é interessante tentar ir para lugares diferentes. Não quero encontrar outro mundo que seja igual ao do Sepultura. Eu já fiz tudo isso durante o Sepultura. Então, gostaria de absorver mais ideias e estar ciente de novas possibilidades e ver o que acontece. Mas agora estou muito focado no que estamos fazendo hoje e nos últimos meses da turnê” [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Dia do Disco de Vinil: Como o heavy metal mantém cultura da mídia física Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026: 4 dicas para aproveitar o festival ao máximo
Entrevistas
22/04/2026

Bangers Open Air 2026: 4 dicas para aproveitar o festival ao máximo

Um dos momentos mais esperados pelos fãs de metal no Brasil enfim chegou: O Bangers Open Air 2026. O festival acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, neste fim de semana, nos dias 25 e 26. Últimos ingressos disponíveis no Clube do Ingresso. Ao longo de dois dias, haverá shows de grandes nomes internacionais como Black Label Society, Arch Enemy, Within Temptation, Smith/Kotzen, In Flames, Jinjer,Winger, Primal Fear, entre outros. A edição contará ainda com os membros do Angra da formação Nova Era em uma apresentação de reunião histórica que encerrará o festival este ano. Pensando nisso, o Wikimetal separou quatro dicas essenciais para quem vai ao evento poder aproveitá-lo ao máximo. Planejar grade de horários O Bangers Open Air 2026 é dividido nas duas áreas do Memorial conectadas por uma passarela que atravessa a Avenida Mário de Andrade, uma vez que os shows acontecem em quatro palcos simultâneos: Hot, Ice, Sun e Waves (localizado dentro do Auditório Simón Bolívar). Nesse caso, o fã deverá contar com dois itens essenciais: o mapa oficial e a grade de horários. Por conta disso, o deslocamento e a logística dentro do festival são cruciais. A dica de ouro é montar uma lista com os shows que são “inegociáveis” e, se necessário, dirigir-se para a outra apresentação com pelo menos 15 a 20 minutos de antecedência, uma vez que o fluxo de pessoas atravessando simultaneamente de um lado para o outro pode tornar a travessia mais lenta do que o habitual. Equilibrar visual headbanger com roupas confortáveis Todo fã quer estar a caráter com jaqueta de couro, coturno, cintos estilizados, entre outros itens, afinal ele vai a um festival de metal. Contudo, para uma maratona de shows com 12h de duração, o conforto e bem-estar precisam ser prioridades. A dica principal é escolher calçados confortáveis e, se possível, colocar palmilhas ortopédicas e anatômicas. Para as roupas, o ideal é priorizar peças que não limitem os seus movimentos e que não pesem no decorrer do dia. O uso de calças ou bermudas com bolsos de zíper pode ajudar a proteger celular e documentos pessoais durante os moshs e na caminhada por todo o evento. Outro ponto a se atentar é o clima. Como estamos no outono, o sol costuma ser forte durante o dia, mas a temperatura fica mais amena assim que a noite cai. A opção ideal é ir vestido com a camiseta de sua banda favorita, mas sem esquecer de uma jaqueta ou um moletom que poderá ficar amarrado na cintura. Por fim, não se esqueça do protetor solar e de se hidratar, uma vez que o festival contará com pontos de hidratação espalhados por todo o espaço. Como chegar ao Bangers Open Air 2026 Localizado na Barra Funda, o Memorial conta com fácil acesso e fica ao lado da Estação Palmeiras-Barra Funda. O local atende à Linha 3-Vermelha do Metrô, às linhas 7-Rubi da TIC Trens, 8-Diamante da ViaMobilidade, e 10-Turquesa, 11-Coral e 13-Jade da CPTM. O complexo ainda conta com um Terminal Rodoviário, por onde passam ônibus da SPTrans, EMTU e interestaduais que chegam de todos os estados do Brasil. Caso o fã opte pelo transporte público, recomenda-se comprar a passagem de volta antecipadamente, mas, se isso não for possível, a estação aceita pagamentos com cartões de crédito e débito por aproximação diretamente em suas catracas. Para quem deseja ir de carro, o local não conta com estacionamento, porém há opções privadas em ruas próximas e no próprio terminal, mas os valores deverão estar elevados por se tratar de um grande evento. Há também a possibilidade de estacionar em endereços mais afastados e caminhar até o festival. O transporte por aplicativo é outra opção, mas o público deverá se atentar que a tarifa dinâmica fará os valores das corridas subirem ao término do evento. Signing sessions Como de costume, um dos momentos mais aguardados são as famosas sessões de autógrafos com algumas bandas do lineup, que são gratuitas e estão incluídas em todas as modalidades de ingresso do festival. Por se tratar de uma ação extremamente procurada, a pessoa que desejar participar deverá se atentar às regras oficiais disponibilizadas pelo evento. As senhas deverão ser retiradas pessoalmente na área da atividade entre 12h15 e 13h15 durante cada dia. Cada fã poderá participar de até duas sessões de 30 minutos limitadas a 100 pessoas. Os interessados precisam chegar ao local com 10 minutos de antecedência e levar apenas um item para ser autografado. As fotos com as bandas ocorrerão apenas de forma coletiva e pessoas com deficiência possuem prioridade total e não precisam retirar senha. A organização liberará o acesso para a fila de espera em casos de desistência ou não comparecimento. As sessões de sábado contarão com os seguintes nomes: Killswitch Engage, Korzus, Lucifer, Evergrey, Crypta, Black Label Society, In Flames, Arch Enemy, Feuerschwanz, Jinjer, Onslaught, Seven Spires, Tankard e Hangar. Já no domingo, a lista conta com Project46, Visions of Atlantis, Primal Fear, Within Temptation, Nevermore, Roy Khan, Dirkschneider, Amaranthe, Crazy Lixx, Winger, Noturnall, Ambush e Krisiun. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Torture Squad substitui Fear Factory após cancelamento Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Fear Factory está fora do Bangers Open Air; Torture Squad assume o lugar dos gringos
Entrevistas
20/04/2026

Fear Factory está fora do Bangers Open Air; Torture Squad assume o lugar dos gringos

O Fear Factory está fora do Bangers Open Air. A informação veio do guitarrista e líder do grupo, Dino Cazares, em sua conta oficial X. O músico comentou que os fãs latino-americanos poderão curtir os shows da banda em julho. No entanto, até o momento do fechamento desta matéria, o Brasil está de fora da nova agenda. Ele escreveu: “Tivemos que reagendar todas as nossas datas de shows principais na América do Sul para julho. Infelizmente, não nos apresentaremos no festival Bangers Open Air. Acesse http://fearfactory.com para as datas de shows reagendadas”. We had to reschedule all of our South American headlining dates to July. Unfortunately we will not be performing at Bangers Open Air fest. Go to https://t.co/FqzwsyqBaN for the rescheduled headlining dates pic.twitter.com/1uJumfFirO — Dino Cazares (@DinoCazares) April 20, 2026 Apesar do contratempo, o festival informou que o Torture Squad assumirá o lugar dos gringos. O show será no Sun Stage no sábado (25) em celebração aos seus 33 anos de carreira, portanto, será uma festa com os maiores sons do grupo. “É uma honra ser convidado para assumir esse espaço. Estamos totalmente preparados por conta da turnê europeia e vamos entregar um show à altura dos headbangers”, disse o baterista Amilcar Christófaro. Via: RockBizz

Kneecap rebate Sharon Osbourne por apoio em marcha anti-imigração
Entrevistas
20/04/2026

Kneecap rebate Sharon Osbourne por apoio em marcha anti-imigração

O grupo irlandês de rap Kneecap rebateu Sharon Osbourne após a empresária confirmar presença em uma marcha anti-imigração. O ato tem organização do ativista de extrema-direita Tommy Robinson, no Reino Unido. Em sua conta no X (antigo Twitter), o trio compartilhou um artigo de opinião do jornal britânico Metro, cujo título afirmava que a presença de Osbourne na passeata “prova que o Kneecap estava certo sobre ela”. Na legenda da publicação, a banda foi direta e escreveu apenas: “Vai se f**** @MrsSOsbourne” [via NME]. A briga entre Sharon Osbourne e o Kneecap teve início em abril de 2025, durante performance do grupo festival Coachella. Conhecidos por mesclar música e forte ativismo político, os rappers exibiram a mensagem “F*da-se Israel, Palestina Livre” nos telões e discursaram em prol de Gaza. Na época, Sharon, que é uma defensora declarada de Israel, foi às redes sociais exigir a revogação dos vistos de trabalho da banda nos Estados Unidos, afirmando que eles transformaram o show em um “fã-clube do Hamas”. A britânica ainda rotulou os integrantes como “patéticos”, “sem educação” e “cheios de ódio”. O apoio público à manifestação extremista também gerou consequências profissionais para a empresária. A Centrepoint, uma instituição de caridade focada em jovens sem-teto na qual a mesma havia colaborado em uma campanha recente de arrecadação de fundos, anunciou o fim da parceria e o rompimento de laços. Em nota oficial, a organização declarou que o posicionamento da empresária “vai contra os nossos valores e o nosso longo histórico de apoio a jovens, independentemente de sua origem, religião ou etnia”. Marcha anti-imigração que Sharon Osbourne participará acontece em 16 de maio Segundo o site Far Out, o Instagram da GauciReports postou um vídeo com o próprio Robinson convocando pessoas para o evento: “16 de maio é a data em que a Grã-Bretanha se levanta. Já chega de migração, já chega de imigração em massa, já chega de opressão por parte de um governo tirânico”. Pouco tempo depois, nos comentários, Sharon Osbourne respondeu de forma direta: “vejo vocês na marcha”, confirmando o apoio público à mobilização. O protesto faz parte de um movimento maior liderado pelo ativista, cujo nome verdadeiro é Stephen Yaxley-Lennon. Ele tem defendido ações contra políticas migratórias, tendo promovido um ato com a mesma proposta na Trafalgar Square, batizado de “Unite the Kingdom” (Unir o Reino), que reuniu mais de 100 mil pessoas em setembro. Agora, promete mobilizar grande público nas ruas de Londres com o novo evento. A possível participação de Sharon Osbourne chama atenção pelo histórico da empresária. Após anos vivendo nos Estados Unidos, ela voltou ao Reino Unido recentemente e tem demonstrado maior interesse em temas políticos, chegando a revelar em entrevista à Billboard que estava “considerando seriamente se candidatar à prefeitura de Birmingham” [via TMDQA!]. LEIA TAMBÉM: Sharon Osbourne põe à venda mansão onde viveu com Ozzy por R$ 87 milhões Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026: Torture Squad substitui Fear Factory após cancelamento
Entrevistas
20/04/2026

Bangers Open Air 2026: Torture Squad substitui Fear Factory após cancelamento

Bangers Open Air 2026 anunciou nesta segunda-feira, 20, a banda Torture Squad, que fará parte do line-up do festival substituindo o Fear Factory, que cancelou sua participação devido a problemas de saúde. O Torture Squad fará um show “Best Of”, em comemoração aos 33 anos de carreira, no palco Sun Stage, às 15:40h. “É uma honra ser convidado pelo festival para entrar no lugar do Fear Factory, que infelizmente não poderá tocar. Nós estamos ensaiados para a turnê europeia, então estamos prontos para apresentar um show especial que agrade os headbangers”, comenta o baterista Amilcar Christófaro. O Bangers Open Air acontece este fim de semana, 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso. O line-up completo conta com Angra, Smith/Kotzen, Fear Factory, Jinjer, Killswitch Engage, In Flames, e outras. Além das anunciadas anteriorentes, Within Temptation, Feuerschwanz, Primal Fear, Tankard, Black Label Society, Nevermore, Onslaught e Crazy Lixx. A edição de 2025 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 02 e 04 de maio e entregou um festival memorável com atrações como Doro, Sabaton, Avantasia, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 03 e domingo, dia 04. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Confira todas as bandas que se apresentam com nova formação Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal