Entrevistas

Como Bruce Dickinson entrou para o Iron Maiden?
Em 1981, a banda britânica Iron Maiden estava prestes a fazer uma mudança brusca em seu lineup, pretendendo expulsar seu então vocalista Paul Di’Anno e correr atrás de uma nova face para ser o porta-voz do grupo pioneiro da NWOBHM (New Wave Of British Heavy Metal). Atualmente, vista como uma das mudanças de formação mais importantes da história, a adição de Bruce Dickinson (ou apenas Bruce Bruce, como era conhecido na sua banda anterior) ao Maiden proporcionou seu atual status de shows grandiosos e somou sua voz dinâmica e potente à sonoridade já marcante e influente do grupo. Por que Paul Di’Anno foi demitido? Os verdadeiros motivos para a saída de Paul ainda são um tanto obscuros, em que cada envolvido (ou curioso) possui sua própria versão dos fatos, mas nada totalmente concreto. Porém, certos fatores parecem ser pontos em comum nas histórias que abrangem a expulsão daquele que deu voz aos dois primeiros (e icônicos) discos da donzela – Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Para o baixista e fundador Steve Harris, em entrevista no ano de 1981 (via UCR): “Os primeiros dois álbuns possuíam músicas que foram escritas ao longo dos quatro anos anteriores ao nosso contrato. Creio que mais pelas músicas que pela voz do Paul em si, na verdade. Eu achava que Paul tinha uma voz muito boa, mas não haveria como seguir com ele, pois ele não queria fazer turnês e coisas do tipo.” Steve acreditava que a voz seca, rouca e quase punk de Paul não se encaixava na direção que o Iron Maiden estava pretendendo seguir musicalmente, que já se aproximava de algo muito mais melódico e épico. Performances ao vivo medianas também foram um fator, pois os abusos de drogas e constantes atrasos (quando não faltas) estavam afetando um dos pontos mais marcantes da banda: sua performance. De acordo com o baixista: “Nós precisávamos fazer uma mudança. Se nós não mudássemos, creio que a banda teria se separado ou algo do tipo. Não creio que o Maiden ainda estaria na ativa se Paul continuasse.” A vida de Di’Anno em si mudou drasticamente, principalmente quando o assunto é seu problema com abuso de substâncias e seu vício em cocaína indo de “não tão ruim como as pessoas dizem” (via Eon Music em 2019) para “imparável” (via Metal Hammer em 2022). Paul afirma: “eu não os culpo por se livrarem de mim. Obviamente, a banda é o bebê de Steve, mas eu gostaria de ter sido capaz de contribuir mais. Depois de um tempo que isso me afetou, no final eu não conseguia mais dar cem por cento ao Maiden e isso não era justo com a banda, com os fãs ou comigo mesmo.” O vocalista também afirma que Killers, disco em que o Maiden começa a se separar da energia punk de seu antecessor e se aproxima mais da sonoridade melódica típica do heavy metal oitentista, “não teve tanto impacto na minha vida quanto o primeiro álbum”. Divergências musicais e abuso de drogas são uma questão comum em diversas bandas veteranas no que diz respeito a mudanças de formação. No caso do Maiden não foi diferente. O que Bruce Dickinson fazia antes do Iron Maiden? De 1979 até meados de 1981, Bruce esteve a frente da banda Samson, uma banda londrina da cena de NWOBHM trazendo uma sonoridade que era típica daquela emergente cena (misturando hard rock com o pré-metal dos anos 1970 de bandas como Uriah Heep e Deep Purple). O vocalista participou dos discos Head On (1980) e Shock Tactics (1981), sendo também creditado no debut Survivors (1979), porém este conta com o guitarrista Paul Samson nos vocais, tendo Bruce apenas na capa e encarte. Coincidentemente, o baterista da banda Barry “Thunderstick” Purkis (presente nos álbuns acima citados) teve uma curta passagem pelo Iron Maiden no ano de 1977, enquanto, neste mesmo ano, o baterista Clive Burr (que passou pelo Iron Maiden de 1979 a 1982) integrava, também por pouco tempo, o Samson. Nesta época, como mencionado antes, Dickinson contava com o apelido Bruce Bruce, apelido este que, sabiamente, o empresário da donzela Rod Smallwood o convenceu a abandonar antes de se juntar ao grupo (assim como diversas outras sugestões de ambos os lados – Bruce se recusaria a ter um visual sequer semelhante ao de Di’Anno, enquanto Rod deu “dicas” de como Bruce deveria se vestir em público quando representasse o Iron Maiden). Vale destacar que Bruce também atuou em diversos outros projetos antes do Samson, sendo um deles o grupo The Shots, onde gravou sua primeira música no ano de 1977 chamada “Dracula” e a banda Speed, com a qual gravou um single em 1980. Como Bruce Dickinson entrou para o Iron Maiden? O cantor havia assistido ao Iron Maiden ao vivo em meados de 1980, quando a banda abriu um show para o Samson, deixando Dickinson impressionado, sentimento este que foi recíproco por parte da donzela ao testemunharem o potencial de Bruce em cima do palco. Um ano depois, ambos os grupos se apresentaram no Reading Festival, tradicional festival inglês, onde Smallwood conversou com Bruce sobre adentrar na tropa do Iron Maiden. Em sua autobiografia Para Que Serve Esse Botão?, de 2017, Bruce relembra: “No meio de uma clareira, cercado de tendas hospitalares e barracas de cerveja, havia um único poste grande, onde brilhava uma luz branca no topo. Eu estava perto de uma barraca de cerveja quando Rod Smallwood me abordou dizendo ‘Vamos para um lugar mais quieto onde possamos conversar.’ Nós caminhamos e paramos, iluminados para que todo o mundo pudesse ver, abaixo do poste no meio da área de backstage. Eu senti que ele estava tramando algo.” Ambos foram até o quarto de hotel de Smallwood pouco depois, onde o empresário ofereceu a ele a chance de fazer uma audição para o Iron Maiden. Bruce aceita depois de muito pensar no assunto, onde apenas uma pessoa diria para ele focar na emergente ascensão do Samson. Graças ao bom senso, Bruce opta por dar um

Billie Joe Armstrong chama Lars Ulrich de baterista “pouco ortodoxo”, mas “ótimo”
Green Day recentemente deu uma entrevista ao The Howard Stern Show, em que baterista Tré Cool foi questionado sobre suas influências na bateria. Ele listou Ringo Starr, Keith Moon, John Bonan, Meg White e Buddy Rich. Durante a conversa Howard então perguntou sobre o que eles pensavam sobre Lars Ulrich. “Lars tem uma maneira nada ortodoxa de tocar, Acho que ele é um baterista muito criativo. Acho que no que diz respeito aos bateristas de metal do seu gênero, até agora, pessoas foram influenciadas pelo Metallica. Acho que há algo cuidadoso na maneira como ele toca com outras pessoas.” respondeu o vocalista Billie Joe Armstrong. Ele continuou: “Mas acho que a maneira como ele e James Hetfield tocam juntos está em sintonia. Suas batidas de bateria são completamente complementares a maneira como Lars toca. Eu realmente gosto do jeito que Lars toca. Ele é um ótimo baterista.” O baterista do Green Day, Tré Cool, concordou, descrevendo sua energia como “contagiante”. Bille não foi o primeiro a tecer elogios ao baterista do Metallica. Recentemente Dave Lombardo também falou em defesa das habilidades de Lars. Em tempo, a banda lançou recentemente o álbum Saviors e logo pegará a estrada para uma extensa turnê. Veja abaixo o trecho da entrevista: LEIA TAMBÉM: Green Day faz apresentação com letras originais de “Basket Case” Via: Wiki Metal

Ego Kill Talent agita o Sesc Avenida Paulista nos dias 28 e 29 de junho
Notícias A banda brasileira de rock alternativo, Ego Kill Talent se apresenta no Sesc Avenida Paulista, prometendo duas noites de música nos dias 28 e 29 de junho. Os ingressos estarão à venda a partir do dia 18 de junho no site oficial do Sesc São Paulo. Com shows às 20h no Arte II – 13º andar, a banda foi formada em 2014 por integrantes de Udora, Sepultura, Reação em Cadeia e Sayowa. O grupo traz repertório com hits dos álbuns Ego Kill Talent (2017) e The Dance Between Extremes, além de músicas do EP Call Us by Her Name. Novos ares, mesma energia Em 2022, a banda recebeu Emmily Barreto como nova vocalista, juntando-se a Niper Boaventura (guitarra e baixo), Raphael Miranda (bateria e baixo) e Theo Van Der Loo (guitarra e baixo). A nova formação já mostrou a que veio em uma turnê pelo Brasil com o Evanescence, além disso, passaram pelos principais festivais do país como Lollapalooza e Rock in Rio. Shows internacionais e participações com nomes grandes do rock somam a experiência do conjunto. Um dos diferenciais da Ego Kill Talent é a habilidade dos seus integrantes de trocar de instrumentos durante os shows, criando uma dinâmica na apresentação. Serviço: Show: Ego Kill Talent Dias: 28 e 29 de junho de 2024. Sexta e sábado. Horário: 20h Local: Arte II – 13º andar, Sesc Avenida Paulista Duração: 80 minutos Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (Meia) e R$ 12 (Credencial plena:).Venda de ingressos online a partir de 18/6, às 17h, e nas bilheterias das unidades a partir de 19/6, às 17h. LEIA TAMBÉM: Ego Kill Talent e Andreas Kisser ditam trilha sonora do Mundial de Rainbow Six Siege Via: Wiki Metal

Steve Harris (Iron Maiden) vai participar de jogo de futebol beneficente em Portugal
Sabadão é dia de pelada, resenha e churrasquinho com os parças! O esquema é este para quase todo mundo que curte uma bolinha, como é o caso do líder do Iron Maiden. No próximo sábado, dia 15 de junho, no entanto, Steve Harris vai participar de jogo de futebol beneficente em Portugal. O The Boss irá reunir os amigos para levantar fundos para as crianças carentes da cidade de Algarve, que fica no extremo sul do país. Pelas redes sociais, o Iron Maiden escreveu: “Vai custar apenas 2,50 euros para entrar, participar e ajudar as crianças mais desfavorecidas do Algarve, por isso reúna os seus amigos e esperamos vê-los lá”. Já em vídeo, Harris falou: “Estou aqui na linda Algarve, em Portugal. Logo atrás de mim está Estádio Algarve, onde vou jogar para um evento de caridade no próximo sábado, às 20h. O jogo é para as crianças carentes de Portugal. Então é por uma causa muito boa. Se você puder chegar lá, acho que custa apenas dois ou três euros para entrar, mas tente reunir algumas pessoas, ir lá e apoiar”. Steve will be playing in a legend’s charity football match this Saturday at 8pm at the Estadio Algarve in Portugal! It’s only €2,50 to get in and by participating you will help the most disadvantaged children in the Algarve, so round up your mates and hopefully see you there… pic.twitter.com/SidswUzPH8 — Iron Maiden (@IronMaiden) June 11, 2024 Via: RockBizz

Entrevista: Yohan Kisser promete show sem metal no Best of Blues and Rock e fala sobre novo álbum
Yohan Kisser é um dos nomes que se apresenta na 11ª edição do Best of Blues and Rock, festival que acontece entre os dias 20 e 25 de junho, nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro. Aos 27 anos, Yohan é filho do renomado guitarrista Andreas Kisser, com quem tem o projeto Kisser Clan, é formado no Conservatório de Música da Fundação de Artes de São Caetano do Sul, faz parte da banda nacional de heavy metal Sioux 66 e está recentemente focado em lançar seu primeiro álbum solo de autorais, seguindo o EP autointitulado de 2022. Em entrevista ao Wikimetal, ele fala sobre suas diversas influências na música, avisa que não trará um show de metal para o palco do Best of Blues e fala sobre os diversos estilos que estarão presentes tanto no ao vivo quanto no álbum que está por vir. Yohan Kisser se apresenta no Best of Blues and Rock apenas na cidade de Belo Horizonte, no dia 25 de junho, ao lado do Zakk Sabbath. Garanta seus ingressos e atente-se para a mudança de local do evento. Wikimetal: Você vai tocar no Best of Blues and Rock junto com o Zakk Sabath. Como você está se sentindo e como tem se preparado para esse festival? Yohan Kisser: Estou me sentindo mais uma vez honrado de fazer parte desse festival. Antes de poder subir no palco desse festival, eu fui como fã várias vezes. Vi o Steve Vai, John 5, o próprio Zakk Sabbath porque o Zakk Wylde tocou em outras edições também. Eu tive a oportunidade de tocar no Ibirapuera e em Porto Alegre em 2022 abrindo pro Joe Perry, foi sensacional. Dessa vez eu toco em Belo Horizonte, infelizmente não vou estar em outros lugares, mas estarei com o Zakk Sabbath muito feliz. A gente tá preparando um show super especial. A minha carreira solo tem poucos shows até agora, pouco material lançado, mas agora eu tô pra lançar um álbum de 12 músicas e mais uma vez subir no palco do Best of Blues pra levar esse material pra todo mundo. Da última vez, o show do Best of Blues foi totalmente instrumental por causa de outras iniciativas, do Ministério da Cultura e tudo mais, e dessa vez vou poder cantar também, vai ser sensacional. WM: O que podemos esperar do seu repertório? YK: Vou tocar coisas só do projeto solo e selecionei dois covers pra fazer. Um deles é do Frank Zappa, [uma das] grandes influências, e também Steve Ray Vaughan pra fazer uma homenagem ao blues. Também tem outras surpresas no meio do set. Metade do setlist vai ser na guitarra, metade vai ser nas teclas, como da última vez também, no primeiro Best of Blues que eu fiz. Dessa vez estarei levando o Guto Passos no baixo e o William Paiva na bateria, então vai ser um triozão. WM: Você tem 27 anos agora, é filho de um dos principais guitarrista do Brasil e é formado no Conservatório de Música da Fundação de Artes de São Caetano do Sul. Você sempre soube que queria ter uma vivência na música [profissionalmente]? YK: Sempre foi tudo muito livre lá em casa. Tanto é que esse show que eu vou fazer [no Best of Blues], esse meu projeto solo não tem nada de metal. Com certeza, o jeito que eu toco, a escola que eu tive, as influências vêm muito do rock, mas não é metal. Antes de estudar, eu achava que ser músico era uma coisa. Eu fetichizei aquela coisa do James Hetfield, amava Metallica, queria estar no palco, queria lotar estádio. Quando eu comecei a estudar música, as coisas foram mudando. Eu comecei a ficar viciado em Pink Floyd, Yes, Frank Zappa, essas bandas que me fizeram estudar música, estudar o violão clássico. Hoje eu vejo música com outros olhos, tanto em dar aula quanto em fazer arranjo. Sou viciado em orquestração, em análise. A música virou várias coisas pra mim que não eram antes e não acho que seja só a imagem do meu pai (que também é um ídolo pra mim), mas não foi só essa imagem que me deu a certeza de ser músico. Acho que até hoje estou construindo essa certeza, não tem nada ganho. WM: Recentemente você lançou uma música com a Sandy chamada “Tento”. Nós sabemos que as famílias de vocês são muito próximas, mas o que te fez pensar na Sandy especificamente para cantar nessa faixa? YK: Eu perdi minha mãe recentemente e tem uma porrada de músicas nesse próximo álbum que fala sobre isso. Não consegui fugir muito desses assuntos. Na verdade, uma das coisas que mais ficava na minha cabeça era que eu, como músico, não conseguiria construir o Taj Mahal pra minha mãe. Então, as coisas que eu consigo construir pra ela são essas, é minha maneira de tentar eternizar ela. E eu sei o quanto a Sandy amava a minha mãe também e já era uma coisa que eu tinha vontade de fazer há muito tempo, por admirar ela. “Tento” é uma música que eu tinha guardada e eu quis mostrar pra Sandy. Quando eu chamei, ela não tinha muito noção do que seria, eu falei que era algo meio MPB. A letra também deixou muitos fãs dela confusos, o que eu acho que é um sinal positivo. Foi bem legal. Mas, como eu falei, teve muita gente esperando o metal e cada vez mais o disco vai pra piano, pra muitas referências de Stevie Wonder e essas doideiras. Por ter mencionado o Frank Zappa aqui, quem conhece o Frank Zappa sabe que nunca dá pra esperar nada dele, né? E também esses grandes nomes como Queen, Beatles, acho que é uma alegoria, um grande parque de diversões. Você vai passar por partes diferentes e vai viajando. Acho que as pessoas podem esperar isso do meu show. WM: Assim como você mencionou, talvez pelo seu nome e também outros projetos como o Sioux 66,

Dia Dos Namorados: confira playlist com músicas românticas de rock e metal
Listas O Dia dos Namorados acontece, no Brasil, todo dia 12 de junho. Pensando na data mais romântica do ano, o Wikimetal elaborou uma playlist com mais de quatro horas com hinos apaixonados de rock e heavy metal. A playlist contempla todos os gostos. Tem para quem gosta de hard rock, com Guns N’ Roses e Aerosmith, para os fãs de glam metal, com Europe e Firehouse, além do metal mais clássico, com Iron Maiden e Helloween. As declarações de amor são muitas, e você já pode enviar essa playlist para quem você namora, é casado ou tem uma paixão secreta. Ela está disponível no player do Spotify abaixo e no Deezer, clicando aqui. Via: Wiki Metal

Corey Taylor cancela show solo no festival Rock For People
Notícias Corey Taylor cancelou sua performance solo, que aconteceria nesta quarta-feira, 12, no festival checo Rock For People. O comunicado veio pelas redes sociais do músico, em que ele diz: “Aos meus amigos e família da República Checa, eu sinto muito em dizer que acordei muito doente hoje, e como resultado disso, não poderei tocar no festival Rock For People.” “A saúde e segurança da minha banda e equipe é sempre nossa primeira prioridade na estrada e eu não quero causar mais problemas futuros por tentar tocar hoje.” “Eu realmente sinto muito por todo mundo que estava empolgado com essa performance no Rock For People e eu prometo que vou voltar e recompensá-los.” Álbum novo Recentemente, Taylor lançou seu trabalho solo, intitulado CMF2B… Or Not 2B (2024), que conta com músicas cover de grandes nomes como Judas Priest, Led Zeppelin e Ozzy Osbourne. Além destas, há também os registros b-sides provindos de seu lançamento anterior, CMF2, de 2023. LEIA TAMBÉM: Corey Taylor fala sobre os desafios e superações ao lidar com a depressão Via: Wiki Metal

6 melhores músicas do Iron Maiden, segundo a Loudwire
Notícias Qual é a sua música favorita do Iron Maiden? Tenho certeza de que todo fã já fez, ou pelo menos, tentou fazer, uma lista com as melhores músicas da Donzela. O site especializado em rock e metal Loudwire elaborou uma lista com suas escolhas das seis melhores músicas da banda. Com opções não tão óbvias e fora de ordem cronológica, a lista traz faixas da fase de Paul Di’Anno e Bruce Dickinson, mas nenhuma de quando Blaze Bayley foi o vocalista. Confira abaixo: “Strange World” – Iron Maiden “Chains Of Misery” – Fear Of The Dark “The Final Frontier” – The Final Frontier “The Writing On The Wall” – Senjutsu “Running Free” – Iron Maiden “Bring Your Daughter… To The Slaughter” – No Prayer for the Dying LEIA TAMBÉM: 7 melhores músicas de metal de todos os tempos na voz de mulheres, segundo revista Via: Wiki Metal

Deep Purple: “Eu não gosto da fama”, afirma Roger Glover
Geralmente, a fama é o reconhecimento popular do trabalho artístico de músicos e atores, por exemplo – há quem tenha fama sem ter nenhum trabalho interessante e relevante, mas isso é assunto para um outro dia. Mesmo sendo um dos prêmios de boas criações, alguns músicos não gostam da fama; na verdade, há quem tenha largado a carreira por conta da popularidade desenfreada e tudo mais que vem no pacote. O baixista do Deep Purple, Roger Glover, 78 anos, conversou com o canal Made In Metal e afirmou que não gosta da fama. “A agitação de estar em uma grande banda e em turnê tem que ser equilibrada com a vida familiar. A família passa por momentos difíceis porque tenho que me ausentar por longos períodos de tempo, e isso não é fácil”, explicou Roger. “Tenho mulher e dois filhos pequenos agora. Então, é necessário que eu não seja conhecido como famoso. Eu não gosto da fama”, pontuou. “Jovens músicos me perguntam: ‘como se fica famoso’? É a pergunta errada”, observou Roger. “O que você realmente precisa perguntar é: como se pode ser feliz? Pessoas querem ser famosas, não sei o porquê, parece uma imposição. Isso tira a sua vida, e por isso que estou muito feliz em manter minha vida mais privada possível”, concluiu. E por falar em Deep Purple, o novo álbum de estúdio do grupo britânico, chamado =1, será lançado no dia 19 de julho pela earMUSIC. =1 é o primeiro trabalho do Deep Purple com o sensacional guitarrista Simon McBride, que entrou na banda em 2022 e se integrou perfeitamente quando o membro de longa data, Steve Morse, saiu por motivos pessoais. Track listing de =1: 01. Show Me02. A Bit On The Side03. Sharp Shooter04. Portable Door05. Old-Fangled Thing06. If I Were You07. Pictures Of You08. I’m Saying Nothin’09. Lazy Sod10. Now You’re Talkin’11. No Money To Burn12. I’ll Catch You13. Bleeding Obvious Via: RockBizz

Oli Sykes explica motivo da saída de Jordan Fish do Bring Me The Horizon
Em recente entrevista, Oli Sykes deu mais detalhes sobre a saída do Jordan Fish do Bring Me The Horizon. Anteriormente para o site Revolver, Oli havia dito apenas que a saída do tecladista seria por motivos pessoais. Agora para a NME o vocalista contou como era o relacionamento deles na banda. Sykes contou que os dois tinham uma maneira diferente de trabalhar com música: “Eu sei que muitas vezes falamos de nós como uma dupla”, disse Sykes sobre o trabalho com Fish. “O ponto em que começamos a nos separar foi o fato de que, depois de Survival Horror, comecei a pensar e a abordar a maneira como estávamos sendo. Tudo fazia parte de não parar, e aquele medo de: ‘Se pararmos, vamos cair, a banda não vai mais ser grande, alguém vai assumir, alguém vai ser maior e melhor do que nós’”, diz Sykes. Como a banda cresceu bastante a maneira como cada um lidou com isso foi bem diferente, o que desencadeou alguns conflitos. “Em algum momento, você tem que aceitar que a sua banda é grande assim. Precisa se perguntar o quanto deseja fazer para ganhar essa [popularidade] extra. Você realmente quer entrar no TikTok e fazer todas as danças? Você quer se matar no estúdio todos os dias quando não quer nem escrever músicas só por medo?”, perguntou Oli. Saída de Jordan Fish mudou a atmosfera do Bring Me The Horizon, segundo Oli Sykes No começo da gravação do último álbum, Oli lembra como a relação da banda não estava boa, ele se sentia mal e só queria terminar aquilo. Ele ainda acrescentou: “Não vou sentar aqui e dizer: ‘Oh, foram apenas diferenças criativas e desejamos a ele o melhor e estamos todos nos dando bem, e blá, blá, blá’. Nunca é assim”, explicou. “Assim como todas as separações – elas nunca terminam. Mesmo os mais amigáveis. Há uma divisão. Também é muito chato. Não há manchete aí.” Depois da saída de Fish, Oli diz que “percebeu que a atmosfera melhorou. Eu me perguntei como pude chegar ao ponto de odiar o disco quando adoro fazer música, criar e arte. Eu faço isso por diversão. Se não estou fazendo música, escrevo uma história, desenho, faço uma camiseta para o Drop Dead ou algo assim. Eu amo isso. Como ficou tão ruim que eu disse que queria acabar com isso? Depois disso, percebi que sem Jordan as coisas estavam indo muito mais devagar.” Bring Me The Horizon no Brasil O show será o maior da carreira da banda britânica como atração principal e já teve praticamente todos os ingressos vendidos em menos de uma semana. Os ingressos estão à venda no site oficial da Eventim e na bilheteria do estádio. Confira todos os detalhes da apresentação no fim desta matéria. O show faz parte do Post Human, projeto que começou em 2020 com Post Human: Horror Survival e teve sua continuação no último 24 de maio com o álbum POST HUMAN: NeX GEn. O álbum está dominando o Spotify com mais de 70 milhões de reproduções, consagrando o BMTH como banda de rock mais transmitida do mundo (via NME). Via: Wiki Metal

HARDY lança “SIX FEET UNDER (CALEIGH’S SONG)”
HARDY lançcou “SIX FEET UNDER (Caleigh’s Song)”, do novo álbum QUIT!!. Dedicada à esposa de HARDY, Caleigh, a música é a única que o cantor escreveu sozinho para o álbum. A faixa reflete sobre sua própria mortalidade e amor profundo por ela. A faixa faz parte do álbum ‘QUIT!!’, que será lançado em 12 de julho pela Big Loud Rock – pré-save aqui. O novo álbum, gravado com Joey Moi (Morgan Wallen, Florida Georgia Line, Nickelback), marca a primeira incursão completa de HARDY em seu som rock e segue o álbum the mockingbird & THE CROW (2023). Atualmente, ele está em turnê pela América do Norte, passando por lugares como Toronto, Buffalo e Nashville. Saiba mais sobre a turnê aqui. HARDY – QUIT!! 1. QUIT!!2. ROCKSTAR3. GOOD GIRL PHASE (feat. Chad Smith)4. I DON’T MISS5. PSYCHO6. HAPPY HOUR (feat. Knox)1. QUIT!!2. ROCKSTAR3. GOOD GIRL PHASE (feat. Chad Smith)4. I DON’T MISS5. PSYCHO6. HAPPY HOUR (feat. Knox)7. JIM BOB8. WHYBMWL9. TIME TO BE DEAD10. SOUL4SALE (feat. Fred Durst)11. LIVE FOREVER12. ORPHAN13. SIX FEET UNDER (Caleigh’s Song) Via: Wiki Metal

O dia em que um integrante do Keane quase foi para o Coldplay
Keane e Coldplay. Aparentemente duas bandas que não possuem nenhuma ligação, salvo pelo fato de possuírem uma sonoridade que se assemelha. Talvez você não conheça a banda pelo nome, mas o hit mundial “Somewhere Only We Know” embalou as paradas de sucesso e já foi reproduzida mais de um bilhão de vezes no Spotify. O Coldplay nem se fala, é uma das maiores bandas da atualidades e donos de alguns clássicos da música. Mas o que interliga essas duas bandas? Há vinte anos, ambos os grupos estavam começando suas trajetórias na música. O Keane lançava seu álbum de maior sucesso, Hopes and Fears, sendo que, um ano depois, o Coldplay veio a lançar seu terceiro registro, intitulado de X&Y. Tim Rice-Oxley, responsável pelos teclados no Keane, era amigo do vocalista Chris Martin e, durante um tempo, houve uma ideia de se ter um tecladista no Coldplay. Isso acabou sendo descartado pelo músico do Keane, que confiava no potencial de sua banda, e Rice-Oxley não se tornou o quinto integrante da banda. Logo a ideia de se ter um tecladista no Coldplay também foi esquecida. Keane no Brasil O Keane vem ao Brasil durante o mês de novembro, com datas confirmadas no dia 05/11 no Teatro Positivo, em Curitiba, 07/11 no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e 09/11 no Espaço Unimed, em São Paulo, com os ingressos disponíveis no site oficial da Livepass. Cidade, País: Curitiba, BrasilData: Terça-feira, 5 de novembro de 2024Local: Teatro PositivoEndereço: R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido, Curitiba – PRAbertura dos portões: 20h15Início do show: 21h15Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 4 meias-entradas.Pré-venda:Pré-venda Artista/Spotify começa: Sexta-feira, 5 de abril de 2024, às 10hPré-venda Artista/Spotify termina: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 8hVendas em: https://www.diskingressos.com.br/Vendas Gerais: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 10hPreços:Amarelo – R$1.400,00Amarelo meia-entrada – R$700,00Branco – R$1.200,00Branco meia-entrada – R$600,00Rosa – R$1.100,00Rosa meia-entrada – R$550,00Verde – R$900,00Verde meia-entrada – R$450,00Laranja – R$800,00Laranja meia-entrada – R$400,00Azul – R$700,00Azul meia-entrada – R$350,00(*) Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 4x sem juros, de 5 a 10x com juros. Pagamento em até 4x sem juros, de 5 a 10x com juros. Cidade, País: Rio de Janeiro, BrasilData: Quinta-feira, 7 de novembro de 2024Local: Vivo RioEndereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJAbertura dos portões: 19hInício do show: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 4 meias-entradas.Pré-venda:Pré-venda Artista/Spotify começa: Sexta-feira, 5 de abril de 2024, às 10hPré-venda Artista/Spotify termina: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 8hVendas em: https://www.livepass.com.br/Vendas Gerais: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 10hVendas em: https://www.livepass.com.br/Preços:Pista Premium – R$620,00Pista Premium meia-entrada – R$310,00Pista – R$360,00Pista meia-entrada – R$180,00Camarote A – R$590,00Camarote A meia-entrada – R$295,00Camarote B – R$520,00Camarote B meia-entrada – R$260,00Camarote C – R$440,00Camarote C meia-entrada – R$220,00Frisa – R$330,00Frisa meia-entrada – R$165,00(*) Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 4x sem juros, de 5 a 10x com juros. Cidade, País: São Paulo, BrasilData: Sábado, 9 de novembro de 2024Local: Espaço UnimedEndereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SPAbertura dos portões: 19h30Início do show: 22hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 4 meias-entradas.Pré-venda:Pré-venda Artista/Spotify começa: Sexta-feira, 5 de abril de 2024, às 10hPré-venda Artista/Spotify termina: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 8hVendas em: https://www.livepass.com.br/Vendas Gerais: Segunda-feira, 8 de abril de 2024, às 10hPreços:Pista Premium – R$710,00Pista Premium meia-entrada – R$355,00Pista – R$380,00Pista meia-entrada – R$190,00Mezanino – R$740,00Mezanino meia-entrada – R$370,00Camarote AB – R$830,00Camarote AB meia-entrada – R$415,00(*) Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 4x sem juros, de 5 a 10x com juros. Via: Wiki Metal

DIETH, banda de David Ellefson, anuncia turnê na América Latina
Notícias DIETH virá à América Latina pela primeira vez em setembro de 2024. A nova banda de David Ellefson (ex-Megadeth) passará pelo Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e México. Ellefson virá acompanhado do vocalista/guitarrista brasileiro Guilherme Miranda (Krow e ex-Entombed A.D.) e o baterista polonês Michał Łysejko (ex-Decapitated). O primeiro álbum cheio da banda, To Hell and Back, foi lançado em junho de 2023. Confira as datas da turnê logo abaixo. Apenas os locais dos shows no Brasil foram divulgados. Para saber mais sobre as apresentações, clique aqui. 20/09 – São Paulo/SP Brasil – Vip Station22/09 – Curitiba/PR Brasil – Seba’s Rock Bar24/09 – Buenos Aires/Argentina25/09 – Santiago/Chile26/09 – Bogotá/Colômbia27/09 – Cidade do México/México Recentemente, Ellefson passou pelo Brasil com o Overkill para uma apresentação no Summer Breeze Festival, em São Paulo. Ele substituiu D.D. Verni, que se recuperava de uma cirurgia no ombro. Via: Wiki Metal

Serj Tankian: o que o motivaria a gravar novo álbum do System Of A Down?
O System Of A Down já está há quase vinte anos sem lançar nenhum álbum novo. O guitarrista John Dolmayan, por exemplo, já afirmou que o vocalista Serj Tankian “não quer estar na banda de fato há muito tempo” (via Blabbermouth). Em entrevista recente ao The Jessea Lee Show, Tankian comentou sobre o que o levaria a gravar um álbum novo (via Blabbermouth): “abordagem igualitária para tudo dentro da banda.” Ele explicou que gostaria de “mais igualdade em termos de origem da música, em termos de divisão de tudo, incluindo publicação, em termos de ideias, em termos de compartilhamento da visão – esse tipo de coisa.” O músico, que está no processo de divulgação de seu livro Down With The System, falou que isso está em sua obra: “Chamamos isso de manifesto, brincando, porque anotei isso anos atrás, quando tinha algumas músicas novas que achei que seriam incríveis com o System, e então toquei para os caras. E eu disse: ‘Pessoal, tenho uma ideia de uma visão, um caminho diferente a seguir que acho que seria muito benéfico para a banda.’” “E eu apresentei – nós chamamos isso de manifesto no livro quase meio de brincadeira, mas trazer um manifesto para músicos de rock é… [Risos] Acho que não funciona – não funciona. Mas eu estava tentando incutir o mesmo tipo de princípios igualitários que adoro como ativista em tudo o que faço. E naquela época não funcionou, mas talvez um dia funcione. Veremos.” Show do System Of A Down em 2024 O primeiro show da banda em 2024 aconteceu no dia 27 de abril, no festival Sick New World, em Las Vegas. Anteriormente a isso, o grupo havia feito uma performance, no mesmo evento, quase um ano antes disso. No show do ano passado, o System Of A Down entregou uma performance com trinta e uma músicas em seu setlist, algumas delas, não tocadas há muitos anos. LEIA TAMBÉM: System of a Down e sua mensagem sobre o suicídio em “Chop Suey” Via: Wiki Metal

Oli Sykes (Bring Me The Horizon) acha documentários sobre bandas de rock desnecessários
Oli Sykes, vocalista do Bring Me The Horizon, conversou com a NME e falou sobre a possibilidade de fazer um documentário sobre a banda. De acordo com o cantor, não haverá nenhum porque documentários sobre bandas de rock são desnecessários. O cantor disse: “Não vai haverá nenhum documentário! Nunca faremos um. Nossa história é uma subida muito lenta e longa até o topo. Ninguém morreu. Cada vez que alguém diz, ‘Você quer fazer um documentário, eu digo, ‘Porra, não!’”. Sykes também mencionou os documentários do Foo Fighters e disse que foram desnecessários, mesmo com uma “história maluca”. “Olhe para uma banda como o Foo Fighters – eles tiveram a história mais insana de todas, e eu ainda não quero assistir aquele documentário”, ele comentou. “Sem ofensa. Eu simplesmente não me importo. [Dave Grohl] passou por tanta coisa, perdeu tantas pessoas, e ainda não quero assistir. Então, por que você iria querer assistir um filme do Bring Me The Horizon?”. E por falar em Bring Me The Horizon, o grupo lançou no mês passado seu aguardado novo álbum, Post Human: NeX GEn, via Sony Music. O disco sucede o álbum de 2020, Post Human: Survival Horror, que contou com colaborações de Yungblud, Nova Twins, Babymetal e Amy Lee, do Evanescence. Via: RockBizz

Tony Iommi está trabalhando em novo álbum: “Estou fazendo sem pressão”
O Black Sabbath pendurou as chuteiras em fevereiro de 2017, ao final da The End Tour. Com isso, cada músico tem dado atenção ao próprios projetos: Ozzy Osbourne (vocal) fez dois álbuns solo, Geezer Butler (baixo) colocou no mercado sua biografia e Bill Ward (bateria) segue criando novas músicas. Além do trio citado, Tony Iommi (guitarra) está trabalhando em um novo álbum. De acordo com o músico britânico, em entrevista ao canal Full Metal Jackie, está fazendo seu novo disco sem pressão de gravadora e empresário. Tony disse: “Vou fazer um disco, pois tenho muitas coisas. Na verdade, estamos tentando montar tudo, eu e o meu engenheiro de som. Este processo tem sido bem divertido, na verdade. Mas não há pressão, tudo no meu tempo”. “Portanto, não preciso fazer este disco até a próxima semana. Preciso dedicar meu tempo para fazer as coisas. Mas tem sido divertido, e é disso do que se trata, na verdade. E estou ansioso para realmente fazer este projeto e lançar um álbum”, finalizou. A entrevista na íntegra pode ser conferida neste link. Via: RockBizz

“Bleeding Heart”: Angra anuncia versão acústica do clássico do ‘Rebirth’
Notícias O Angra anunciou o lançamento de uma versão acústica de “Bleeding Heart”, originalmente, do álbum Rebirth (2001). O single será lançado na próxima sexta-feira, 14, em todas as plataformas de streaming digital. A faixa faz parte de performance que aconteceu em Curitiba, no Ópera Arame, em 2023 e é uma prévia do próximo trabalho do grupo. Confira abaixo uma publicação da banda com a capa oficial do trabalho: LEIA TAMBÉM: Summer Breeze 2024: Nervosa, Gamma Ray, Angra e Lacuna Coil se apresentam no segundo dia do festival Via: Wiki Metal

Lobão elege os cinco melhores discos de rock brasileiro
O cantor e compositor Lobão, um dos grandes nomes do rock nacional, hoje também é conhecido por sua presença ativa nas redes sociais. O músico compartilhou, na última segunda-feira, 3, sua visão sobre os discos mais importantes do rock brasileiro. Na série semanal Lobão News, publicada no Instagram, ele revelou sua lista dos cinco melhores álbuns, justificando suas escolhas. “Eu sou péssimo de rankings. Gosto de tantas coisas, e tudo tem um peso tão enorme para mim, que é muito difícil escolher”, confessou Lobão, antes de se arriscar no desafio de eleger os melhores discos de rock produzidos no Brasil. No topo da lista, o artista posicionou o icônico álbum Clube da Esquina, como o mais importante não apenas do rock, mas de toda a música popular. Ele afirmou que o disco se compara até mesmo ao lendário Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles. “O Clube da Esquina é o melhor disco de música popular, do mundo, de todos os tempos. Eu acho que é o disco de rock mais criativo. Acho que ele bate até mesmo o Sgt. Pepper’s”. Além da obra de Milton Nascimento e Lô Borges, ele também incluiu o álbum Roots, do Sepultura, que não apenas levou o thrash metal brasileiro a uma audiência global nos anos 90, mas também foi fundamental para a evolução de novos subgêneros dentro do metal. Confira lista completa dos discos:Clube da Esquina – Clube da Esquina (1972) Módulo 1000 – Não Fale com Paredes (1972) Os Mutantes – Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets (1972) Rita Lee & Tutti Frutti – Fruto Proibido (1975) Sepultura – Roots (1996) Turnê de Lobão Celebrando 50 anos de carreira, Lobão está na estrada com a turnê 50 Anos de Vida Bandida, que rodou o Brasil nos últimos meses, com espetacular retorno de público e crítica, tendo praticamente todas as datas com casas lotadas. O artista está preparando novidades e novas datas serão anunciadas em breve. LEIA TAMBÉM: Deep Purple lança single “Pictures Of You” do álbum ‘=1’ Via: Wiki Metal

Interpol faz show sofisticado, atmosférico e especial em São Paulo
Interpol fez show solo em São Paulo depois de duas vindas para festivais nos últimos anos. A banda trouxe para o Brasil a turnê que celebra as duas décadas dos primeiros álbuns da banda: Turn On The Bright Lights (2002) e Antics (2004). Com ingressos esgotados para essa primeira data em São Paulo (que recebe no sábado, dia 08, um show extra), o público pode experimentar algo raro: um setlist que abarca dois álbuns quase que totalmente. Já havia visto o Interpol no Lollapalooza 2019, um show delicioso, porém em plena luz do dia e com a plateia lotada de fãs da banda que tocaria em seguida. Então, ver uma apresentação solo do trio nova-iorquino, no escuro, com um jogo de luzes incrível, foi uma experiência bem diferente. Ato I: Turn On The Bright Lights O início com “Specialist”, uma B-side de Turn On The Bright Lights, já deu o recado de que aquele era um show feito especialmente para os fãs do Interpol, para quem realmente se interessa em conhecer a discografia da banda. Seguindo com “Say Hello To The Angels”, o refrão acelerado animou a plateia, que cantou todos os versos de “Obstacle 1”, enquanto um vermelho intenso, como o da capa do disco, inundava a pista da Audio. Luzes azuis acompanharam a melancolia de “NYC”, que carrega em um dos versos It’s up to me now turn on the bright lights o título do álbum. O vocalista Paul Banks fez uma breve interação, algo característico da banda, e explicou que o show seria completamente dividido entre os dois álbuns, e logo tocou os primeiros acordes de “Roland”, o que agitou o público novamente. Os poucos versos de “Hands Away” deram ainda mais destaque para a qualidade instrumental da banda. Depois foi a vez de “Stella Was a Diver and She Was Always Down”, nitidamente cantada com muito carinho pelo público. As luzes azuis retornaram para “Leif Erikson”, que está sendo alternada com “The New” (tocada no show do Rio de Janeiro) nas apresentações da turnê. “PDA” encerrou a primeira parte do show depois de cerca de 45 minutos. ATO II: Antics Após uma pequena pausa, o Interpol retornou ao palco para o set do Antics, que ao contrário do primeiro disco, foi tocado em sua totalidade e exatamente na sequência das faixas. O coro do público começou desde o primeiro verso de “Next Exit” e ficou ainda mais alto e entusiasmado em “Evil”. A energia da segunda metade do show se manteve alta em “Narc”, “Take You on a Cruise” e “Slow Hands”. “Not Even Jail” antecedeu “Public Pervert”, que apesar de serem mais calmas, ainda tinham um público imerso e pronto para a eletrizante “C’mere”. O final do set ficou por conta de “Length of Love” e “A Time to Be So Small”, completando toda a sequência do Antics. Sendo assim, o bis só poderia ser uma canção do Turn On The Bright Lights, e a escolhida para fechar a noite foi “Untitled”, primeira faixa do primeiro álbum da banda, encerrando no começo de tudo. Interpol fez um show que tem como pilares a qualidade do repertório da banda, uma iluminação de palco impecável e atmosférica, e claro, a apreciação dos fãs, que dão sentido à experiência de celebrar os dois primeiros álbuns da carreira praticamente na íntegra. Fotos e Setlist Nosso colaborador Thiago Vidal esteve no show e registrou o momento com fotos exclusivas. Confira nossa galeria de fotos e o setlist: Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 01 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 02 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 03 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 04 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 05 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 06 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 07 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 08 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 09 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 10 Interpol em São Paulo Créditos Thiago Vidal 11 Setlist Interpol em São Paulo (07/06) Turn on The Bright Lights Specialist Say Hello To The Angels Obstacle 1 NYC Roland Hands Away Stella Was a Diver And She Was Always Down Leif Erikson PDA Antics Next Exit Evil Narc Take You on a Cruise Slow Hands Not Even Jail Public Pervert C’mere Length of Love A Time to Be So Small Bis LEIA TAMBÉM: Interpol leva público para o começo dos anos 2000 em show hipnotizante no Rio de Janeiro Via: Wiki Metal

KISS: Paul Stanley revela o que mais gosta em Gene Simmons
O vocalista/guitarrista do KISS, Paul Stanley, revelou o que mais gosta em seu colega de banda, o vocalista/baixista Gene Simmons. Durante entrevista no The Allison Hagendorf Show, Stanley disse: “Bem, essa é uma pergunta interessante. Gene sempre irá admitir quando está errado, e isso torna alguém grande”. E acrescentou: “Não sei se ele é assim com todo mundo, mas temos um relacionamento tão próximo que acho que nós dois diremos: ‘Eu estraguei tudo’, ou certamente eu disse a ele algo que ia contra sua linha de pensamento, e ele disse: ‘Você está certo’”. Paul continuou dizendo que descobrir quem é seu amigo de verdade pode “levar meses, anos – passando por momentos difíceis, momentos bons e ruins”. E completou: “A forma como alguém responde a todos esses tipos de crises determina se essa pessoa está em sua vida ou não. E, seja como for, Gene sempre esteve lá. E da mesma maneira. Não consigo pensar em nada que não faria por ele e posso confiar que ele fará o mesmo. Todos esses anos dizem muito”. Confira a entrevista no player abaixo: Via: RockBizz

Chris Broderick dá a entender que tem mais liberdade artística no In Flames do que no Megadeth
O guitarrista Chris Broderick tem mais de duas décadas de experiência no mercado fonográfico; o músico já atuou em bandas de grande renome como Nevermore e Megadeth – desde 2019, Broderick empresta seu talento ao In Flames, que é um dos principais conjuntos de metal da Suécia. Em breve conversa com o canal My 3 Questions To, Chris Broderick deu a entender que tem mais liberdade artística no In Flames do que no Megadeth Ele explicou: “Eu acho que Anders Fridén e Björn Gelotte [vocalista e guitarrista do In Flames, respectivamente] me dão muito mais liberdade, dessa forma, posso acompanha-los seguindo o meu próprio jeito. Mas, no final das contas, eles sempre escreverão um álbum que será a cara do In Flames”. Broderick completou: “Mas eles me permitem adicionar meu estilo na música da banda, o que eu já fiz, além disso, já me deram sinal verde para eu escrever um álbum solo ou algo assim”. No In flames, Chris deixou a sua marca no álbum Foregone, lançado em fevereiro de 2023. Já na empresa de Dave Mustaine, Broderick criou os trabalhos Endgame (2009), Thirteen (2011) e Super Collider (2013); o músico saiu em 2014 por conta de “divergências musicais”. Via: RockBizz

Best of Blues and Rock anuncia novos locais para o festival em Curitiba e Belo Horizonte
Notícias A organização do Festival Best of Blues and Rock, cuja edição 2024 acontece em junho, anunciou novos locais para as apresentações nas cidades de Curitiba e Belo Horizonte. “Atenção Curitiba e Belo Horizonte! Temos um comunicado importante para vocês! O Best of Blues and Rock chega a Curitiba nos dias 23 e 24 de junho:– 23 de junho (domingo) no Tork n’ Roll (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças). O festival começa às 19h (portas abrem às 18h), com shows de Zakk Sabbath e Hibria. – 24 de junho no Live Curitiba às 20h (portas abrem às 18h), com shows de Joe Bonamassa e Eric Gales. Em Belo Horizonte, o evento será no dia 25 de junho no Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado), com shows de Yohan Kisser e Zakk Sabbath. Os ingressos adquiridos antes da mudança continuam válidos. Apresente o QR Code gerado pela Eventim na entrada.” Além de Curitiba e Belo Horizonte, o festival também passa pelo Rio de Janeiro e por São Paulo. A única banda que se apresentará em todas as cidades é Zakk Sabbath. Confira o post oficial do festival: LEIA TAMBÉM: Zakk Sabbath é o artista mais esperado no Best Of Blues 2024 Via: Wiki Metal

blink-182 anuncia show no México em novembro; saiba mais
Notícias O blink-182 anunciou um show no México para o dia 09 de novembro, no Foro Sol, um estádio de beisebol, dentro do Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México. O show acontecerá com Pierce the Veil e Petey. A confirmação da apresentação aconteceu nas redes sociais da banda e no site oficial, onde já foi disponibilizado o link para compra de ingresso. O show acontecerá meses após o cancelamento de um show no México que aconteceria em abril deste ano por conta de problemas de saúde. Ainda se recuperando de tratamento contra o câncer, o vocalista e baixista Mark Hoppus publicou uma mensagem em suas redes sociais (via Billboard): “Me desculpem! Eu estou muito debilitado. O médico disse que eu não deveria nem estar aqui nesta noite. Estou morrendo, mas feliz de estar morrendo aqui com vocês.” Em seguida, Hoppus compartilhou mais detalhes da doença (via Music-News): “Consultei um médico aqui e conversei com meu médico em casa. Estou tomando vários medicamentos e passei os últimos três dias na cama, exceto para ir ao show. Até ontem eu esperava que fossem apenas alergia… Vi os médicos e me disseram que eu tinha uma infecção aguda na garganta e bronquite grave.” México faria parte do primeiro giro da banda na América Latina. O grupo também tocou no Peru, Chile, Argentina, Colômbia, Paraguai e Brasil. A estreia no Brasil aconteceu no Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O trio tocou no primeiro dia do Lollapalooza Brasil 2024. Via: Wiki Metal

Interpol leva público para o começo dos anos 2000 em show hipnotizante no Rio de Janeiro
Os nova-iorquinos do Interpol desembarcaram no Brasil e realizaram nesta quarta-feira, 5, no Vivo Rio, o primeiro show do giro da banda pelo país. A banda formada nos anos 90, conta com Paul Banks (vocal e guitarra), Daniel Kessler (guitarra e vocais) e Sam Fogarino (bateria) em sua formação atual. Referências do indie rock e protagonistas do revival do pós-punk nos anos 2000, o Interpol chega ao Brasil para celebrar o aniversário de vinte anos de lançamento dos álbuns Turn On The Bright Lights (2002) e Antics (2004). Com a setlist dividida em duas partes, a primeira metade do show contemplou o clássico Turn On The Bright Lights. O monumental álbum de estreia do Interpol que se tornou fonte de inspiração para diversas outras bandas. Não por acaso, foi eleito o melhor álbum de 2002 pela Pitchfork, recebeu inúmeras críticas positivas e se mantém relevante e influente até os dias de hoje. Com um show de iluminação que perdurou durante toda a apresentação, a banda entrou ao palco com a excelente “Specialist”, B-side do Turn On The Bright Lights que tem um lugar especial no coração dos fãs do Interpol. Na sequência, “PDA”, “Say Hello To The Angels”, “Obstacle 1” e “NYC” hipnotizaram o público, transportando-os para o final dos anos 90 e início dos anos 2000. “Roland”, “Hands Away”, “Stella Was a Diver And She Was Always Down” e “The New” encerraram a primeira parte do show. Após uma breve saída do palco, o Interpol retornou botando os fãs para dançar ao som de “Next Exit”, era o início do segmento do espetáculo dedicado ao segundo álbum da banda, Antics. O álbum preferido do vocalista Paul Banks também foi um sucesso de público e crítica, espantando qualquer possibilidade de “crise do segundo álbum”. A inconfundível linha de baixo entregou a próxima música, “Evil”. Colocando todos para dançar e cantar em uníssono e ditando o ritmo do restante da apresentação. Em seguida, “Narc”, “Take You On a Cruise” e “Slow Hands”. O show continuou com a setlist seguindo a ordem da tracklist do disco até o final. As interações com o público foram mais tímidas e pontuais, o que por um lado contribuiu com a imersão proporcionada pelo show de luzes e som. Porém, o coro de “Parabéns pra Você” para o baixista que acompanha a banda em turnês, Brad Truax, foi sem dúvidas uma bela e bem-vinda surpresa para os fãs e para os integrantes do Interpol. O bis ficou por conta de “Untitled”, encerrando o show da melhor forma possível e, como esperado, deixando o público em êxtase. Assistir ao vivo aos dois principais álbuns do Interpol na íntegra foi uma experiência inédita e, com certeza, inesquecível para os fãs. Os pedidos de parte do público por músicas que não fizeram parte da setlist evidencia a sólida base de fãs que a banda construiu ao longo dos anos e a qualidade de seus trabalhos. Além disso, manda um forte recado de que o Interpol é sempre muito bem vindo no Brasil. Nosso colaborador Bruno Fernandes também esteve no show e registrou a noite com fotos exclusivas. Confira a galeria de fotos logo abaixo. Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 01 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 03 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 04 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 05 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 06 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 07 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 08 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 09 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 10 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 11 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 12 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 13 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 14 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 15 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 16 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 17 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 18 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 19 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 20 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 21 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 22 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 23 Interpol @ Vivo Rio Crédito Bruno Fernandes Monteiro 24 Setlist Interpol no Rio de Janeiro Turn on The Bright Lights Specialist PDA Say Hello To The Angels Obstacle 1 NYC Roland Hands Away Stella Was a Diver And She Was Always Down The New Antics Next Exit Evil Narc Take You on a Cruise Slow Hands Not Even Jail Public Pervert C’mere Length of Love A Time to Be So Small Bis LEIA TAMBÉM: Interpol: a importância de ‘Turn On The Bright Lights’ e ‘Antics’ Via: Wiki Metal